domingo, 30 de junho de 2019

“Nova edição mensal da Revista Notícias do Pedal”

A “Revista Notícias do Pedal” acabou de lançar a edição número 286, de junho, a mesma contém uma grande diversidade de notícias, nas mais diversas modalidades, descubra e conheça a mesma, e ainda outras novidades, e outros projetos, e participe.

Temos espaço para divulgar o seu evento antes e após a realização do mesmo, pode divulgar ainda tudo o que se relaciona com a bicicleta, como um acontecimento, um passeio onde participou, uma novidade.

Temos espaço diário, e mensal, e damos liberdade aos nossos leitores, de se pronunciarem, e fazerem as suas divulgações, para que isso aconteça, basta enviarem um pequeno texto, algumas fotos, ou cartazes, e nós tratamos do resto.

Todas as notícias podem ser enviadas para os nossos mails:


A nossa publicação pode ser visualizada em: www.noticiasdopedal.com onde vai encontrar todos os nossos projetos e links para os mesmos.

Boas leituras…

“Federação de ciclismo mantém "aposta na descentralização" dos nacionais”

Localidade anfitriã dos campeonatos de 2020 "ainda não está fechada"

Por: Lusa

A Federação Portuguesa de Ciclismo pretende manter a aposta na descentralização na organização nos campeonatos nacionais de modalidade, levando a prova para diferentes pontos do país.

A garantia foi dada por Sérgio Sousa, dirigente do organismo, embora afirmando que a localidade anfitriã dos campeonatos de 2020 "ainda não está fechada".

"A Federação tem implementado esta política de descentralização dos campeonatos nos últimos 10 anos e será para continuar. Não sabemos onde serão os próximos, ainda estamos a estudar as propostas, mas tentaremos que seja em locais que ainda não receberam este evento, para continuarmos a passar esta boa mensagem do ciclismo pelo país", disse Sérgio Sousa.

O diretor da Federação Portuguesa de Ciclismo considerou que a edição deste ano dos campeonatos nacionais "foi um sucesso".

"Tivemos espetáculo, uma boa moldura humana, e grande entrega dos ciclistas, fazendo jus ao espírito desta competição. Foi um bom fim-de-semana de ciclismo. Melgaço e a Associação de Ciclismo do Minho estiveram incensáveis na organização. Conseguiu-se realizar uns campeonatos de excelência", vincou Sérgio Sousa.

Fonte: Record on-line

“Campeonato Nacional de Estrada/Domingo de festa para o ciclismo amador no Alandroal”

Por: José Carlos Gomes

A vila do Alandroal, no Alentejo encheu-se de cor com a realização dos Campeonatos Nacionais de Estrada para ciclistas amadores, masters e universitários, durante este fim de semana. Para domingo ficaram guardadas as provas de fundo, que juntaram 224 ciclistas.

Os corredores amadores de elite e os masters 30 e 35 enfrentaram um desafio de 144,7 quilómetros, que terminou com uma discussão ao sprint nas três categorias. O vencedor em elite foi João Letras (ASFIC/Grupo Parapedra), o melhor master 30 foi Rui Resende (Precious Space/Soutense/C. Fisioterapia) e Hélder Pereira (Ronda/Restaurante Grelha/Auto Marques).

As provas de masters 40 e masters 45 totalizaram 108,8 quilómetros e ambas terminaram com os vencedores ligeiramente destacados relativamente aos adversários mais diretos, com triunfos de Nuno Inácio (Lusitano de Évora), entre os mais jovens dos veteranos 40, e de Luís Machado (Boavista/Servigás/DuoBike/Nast), nos masters 45.

A corrida de masters 50 e 60 foram de 77,9 quilómetros. Impuseram-se o master 50 Vítor Lourenço (Viveiros Vítor Lourenço/Sintra CC), o master 55 José Afonso (Precious Space/Soutense/C. Fisioterapia), o master 60 João Ramos e o master 65 Manuel Domingos (Swick Cycling Team/CB Almodôvar).

Os Nacionais de masters e de amadores de elite acolheram também os campeonatos nacionais universitários. No setor masculino impôs-se Marvin Scheulen, corredor da equipa continental LA Alumínios-LA Sport, que nesta competição representou AEUE. Isabel Jorge (Nova) foi a melhor feminina.

Fonte: FPC

“Campeonato Nacional de Estrada/Vitória emotiva de José Mendes em Melgaço”

Por: José Carlos Gomes

O minhoto José Mendes (Sporting-Tavira) conquistou hoje, em Melgaço, o título nacional de fundo na categoria de elite, no culminar de uma prova de 197 quilómetros, disputada a alta velocidade, apesar de grande exigência do percurso.

Numa longa corrida praticamente sem um palmo de terreno plano, sucederam-se as fugas depois dos primeiros 60 quilómetros de competição. Primeiro estiveram adiantados oito corredores, entre os quilómetros 60 e 135.

A situação de pelotão compacto não durou muito. Ao quilómetro 143 atacaram mais sete ciclistas. O único repetente das duas iniciativas foi o corredor que alinhou com o dorsal número um, o campeão nacional de 2018, Domingos Gonçalves (Caja Rural-Seguros RGA). Este grupo de fugitivos nunca teve grande margem sobre o pelotão e acabou por cindir-se. Os mais resistentes foram mesmo Domingos Gonçalves e César Fonte (W52-FC Porto), alcançados a 22 quilómetros da chegada.

Quando se esperava que a subida só transposta na última volta fosse palco de ofensivas, não ocorreu qualquer movimentação de relevo. Sendo já na fase de aproximação à meta que Ricardo Mestre (W52-FC Porto) tentou surpreender de longe. O algarvio entrou no último quilómetro isolado, mas José Mendes respondeu nos mil metros finais.

Disputado em subida acentuada, o quilómetro final deixou as emoções ao rubro, nos corredores e no público. Ricardo Mestre resistiu até à última curva, a 50 metros da chegada, mas José Mendes, num último fôlego, passou pelo portista e impôs-se ao fim de 4h39m33s de prova (média de 42,282 km/h). Ricardo Mestre foi o segundo classificado, a 2 segundos. Também a 2 segundos chegaria António Carvalho (W52-FC Porto), que pode lamentar não ter saltado do pelotão mais cedo, pois fez uma grande recuperação nos últimos 150 metros, quase “colando” a José Mendes.

A competir no Minho natal, o vimaranense José Mendes saboreou um triunfo de grande emoção, para o próprio e para os muitos apoiantes que o vitoriaram após o final da corrida.

“É sempre uma corrida especial, nunca se sabe o que vai acontecer. Proporcionou-se estar na frente na fase final e, no último quilómetro, fui buscar forças a todos aqueles que estavam a apoiar-me e a gritar por mim. As últimas pedaladas foram graças a eles. A corrida foi dura, disputada a grande velocidade. Ainda tenho de digerir este resultado”, confessou José Mendes, visivelmente emocionado.

Fonte: FPC

“João Silva 21.º na etapa canadiana do Mundial de triatlo”

Belga Jelle Genns foi o vencedor da prova

Por: Lusa

Foto: EPA

O português João Silva terminou este sábado no 21.º lugar a etapa de Montreal do campeonato do mundo de triatlo, ao cumprir a distância 'sprint' em 55.06 minutos.

O triatleta natural da Benedita concluiu os 750 metros de natação, 20 quilómetros de bicicleta e cinco de corrida em mais 1.17 minutos do que o vencedor, o belga Jelle Genns.

Genns impôs-se ao 'sprint' ao espanhol Mario Mola, que gastou mais um segundo do que o belga, enquanto Tyler Mislawchuk tornou-se no primeiro canadiano a subir ao pódio numa etapa do Mundial de triatlo, ao chegar quatro segundos depois do vencedor.

Fonte: Record on-line

“W52-FC Porto confia em Raúl Alarcón”

Espanhol ainda está em recuperação, mas colegas acreditam no 'triplete'

Por: Pedro Filipe Pinto

Foto: EPA

A última etapa do GP Abimota ficou marcada pela grave queda que vitimou Raúl Alarcón. O espanhol da W52-FC Porto fraturou a clavícula direita e muitos deram como impossível recuperar a tempo para a Volta a Portugal.

No entanto, não é isso que os portistas pensam. António Carvalho deixa bem claro que Alarcón continua a ser o líder da W52-FC Porto. "Partiu a clavícula sim, mas todos sabem o grande atleta que é. Não tenho dúvida de que vai vencer novamente. Ele será fundamental e irá certamente para o 'triplete'", garante o ciclista, de 29 anos, que não pensa em subir na hierarquia portista: "Nem me passa pela cabeça."

Por sua vez, Joaquim Silva admite que a equipa sentiu o 'toque', mas também está convicto na recuperação do líder. "O Sr. Raúl Alarcón... só o nome diz tudo! A preparação estava a correr muito bem e, sim, este foi um pequeno desaire, mas penso que estará em breve de volta aos treinos para estar o melhor possível na Volta. Acredito que vá estar", refere, mas mostra-se cauteloso: "Se não estiver, temos mais um ou dois elementos que estarão prontos."


Rui Vinhas de volta à competição

O vencedor da Volta a Portugal de 2016, Rui Vinhas, vai voltar à competição depois das notícias sobre o seu controlo positivo a betametasona. O português vai estar em Melgaço, para disputar a prova de fundo dos Campeonatos Nacionais de ciclismo.

Fonte: Record on-line

sábado, 29 de junho de 2019

“Campeonato Nacional de Estrada”

João Almeida ataca para vitória após mais de 100 quilómetros em fuga

Por: José Carlos Gomes

João Almeida (Hagens Berman Axeon) ganhou hoje, em Melgaço, a prova de fundo para sub-23 dos Campeonatos Nacionais de Estrada. O caldense esteve em fuga mais de cem dos 143,2 quilómetros da corrida para conquistar o segundo título em dois dias, depois de ontem vencer a prova de contrarrelógio.

A prova começou a definir-se com menos de 20 quilómetros percorridos, quando sete corredores atacaram a passaram a rolar destacados. A ofensiva pertenceu a Gonçalo Leaça (LA Alumínios-LA Sport), Ivo Pinheiro (Miranda-Mortágua), Hélder Gonçalves e Fábio Costa (UD Oliveirense-InOutBuild), Francisco Guerreiro e Marcelo Salvador (Sicasal/Constantinos).

Os fugitivos rapidamente conquistaram mais de dois minutos de vantagem sobre o pelotão, onde soaram as campainhas de alarme. A mais cem quilómetros da chegada, na aproximação à segunda passagem pela meta, João Almeida movimentou-se e conseguiu fazer a “ponte” para a frente da corrida.

Num circuito muito exigente, com as inclinações a serem complementadas pelo calor, o grupo da frente desintegrou-se. A cerca de 30 quilómetros da meta, João Almeida e Fábio Costa ficaram sozinhos na dianteira, enquanto no pelotão se sucediam movimentações para tentar alcançar o duo.

Os perseguidores aproximaram-se perigosamente, mas João Almeida e Fábio Costa entenderam-se para discutirem o título a dois. Na dura subida do quilómetro final, João Almeida atacou para triunfar em solitário, ao cabo de 3h41m32s de corrida. Fábio Costa, único dos integrantes da primeira fuga que resistiu até final conseguiu o segundo lugar, a 11 segundos. O terceiro classificado, a 36 segundos, foi João Leite (Vito-Feirense-PNB).

“Senti-me muito bem desde o início. Não tenho medo de arriscar e arrisquei. Penso que fiz um bom trabalho. Nem sempre as coisas correm como queremos, mas hoje foi perfeito. Decidi arriscar naquela altura, porque sabia que os adversários não estavam a contar e que, chegando à frente, tinha margem para descansar um pouco”, explicou João Almeida.

O programa dos Campeonatos Nacionais de Estrada termina neste domingo, com a prova-rainha da competição, a corrida de fundo para elite. Será uma maratona de 197 quilómetros, com partida em Castro Laboreiro, às 11h00, e chegada prevista, ao centro de Melgaço, às 16h15, na oitava passagem pela meta.

Fonte: FPC

“Campeonato Nacional de Estrada”

Daniela Reis faz o pleno em Melgaço

Por: José Carlos Gomes

Daniela Reis (Doltcini-Van Eyck Sport) juntou hoje o título nacional de fundo ao de contrarrelógio, que conquistara ontem, em Melgaço. A corredora da região Oeste repetiu a dobradinha, que já alcançara nos Nacionais do ano passado.

A prova de elite feminina foi marcada por um ataque logo na primeira das quatro voltas, que juntou Daniela Reis e Raquel Queirós (Quinta das Arcas/Jetclass/Xarão) em cabeça de corrida. Com as duas ciclistas de elite esteve sempre a júnior Daniela Campos (5Quinas/Município de Albufeira/CDASJ).

O momento decisivo acabaria por acontecer na subida de acesso à entrada para a última volta. Daniela Reis desferiu um poderoso ataque, que a deixou sozinha na frente da corrida. Terminaria os 88,6 quilómetros em 2h38m51s. Raquel Queirós, sub-23 de primeiro ano, foi a segunda classificada, a 2m10s. Sandra dos Santos (Eneicat) fechou o pódio de elite, a 6m19s.

“Cumpri o objetivo, mas não foi fácil. Hoje não estava num dia bom, a vitória foi sofrida. Tive de gerir para dar tudo na última volta. Já não corria em Portugal há um ano. Sabia que havia miúdas novas a andar muito bem. É excelente para o nosso ciclismo que haja jovens a quererem fazer o ciclismo evoluir”, afirmou Daniela Reis sobre a própria prova e sobre a oposição das rivais.

Daniela Campos mostrou classe, pedalando de igual para igual com as duas melhores de elite. Por isso concluiu os 66,1 quilómetros da prova júnior isolada, sagrando-se campeã nacional no primeiro ano nesta categoria. Rafaela Ramalho (Maiatos) foi a segunda classificada, a 10m00s, e Beatriz Martins (Bairrada), chegou na terceira posição, a 11m22s.

Os 43,6 quilómetros da prova de cadetes foram disputados até aos metros finais. Beatriz Roxo (Maiatos) venceu com2 segundos de vantagem sobre Beatriz Pereira (Bairrada). Sofia Gomes (Vilanovense/Coreva/Duorep) foi a terceira, a 8 segundos.

Nádia Mendes (CE Gonçalves/Azeitonense) superiorizou-se em masters 30, com 11 segundos à melhor sobre Raquel Santos (5Quinas/Município de Albufeira/CDASJ) e 21 segundos para Raquel Marques (AXPO/FirstBike Team), segunda e terceira, respetivamente.

Ana Neves (Bike & Nutrition Shop) arrebatou o título de masters 40. Ana Azevedo foi a segunda classificada, a 17 segundos, e Rita Reis (Maiatos) encerrou os lugares de honra, a 6m35s.

Maria Jesus (5Quinas/Município de Albufeira/CDASJ) dominou a competição de masters 50, deixando a segunda classificada, Cláudia Ribeiro (Maiatos), a 6m27s, e a terceira, Cristina Luís (Bike & Nutrition Shop), a 11m59s.

Fonte: FPC

sexta-feira, 28 de junho de 2019

“Vem aí o 1º Triatlo Jovem de Soure”

O primeiro Triatlo de Soure realiza-se já no dia 29 de junho e recebe o CN Jovem de Clubes e CN de Juvenis.

No dia 29 de junho chega a primeira edição do Triatlo Jovem de Soure que inclui a 5ª etapa do Campeonato Nacional Jovem de Clubes e a terceira etapa do Campeonato Nacional de Juvenis.

Percurso: os atletas irão realizar um percurso de natação de uma volta balizada no rio Anços, seguido do ciclismo de estrada e da corrida em trajeto misto de alcatrão e paralelo.


Distâncias do percurso na prova:

Benjamins: 50 metros de natação (uma volta), 1km de Ciclismo (uma volta) e 400 Metros de Corrida (uma volta).

Infantis: 100 metros de natação (1volta), 2km de ciclismo (uma volta) e 800 metros de Corrida (uma volta).

Iniciados: 200 metros de Natação (uma volta), 4km de ciclismo (uma volta) e 1km de Corrida (uma volta).

Juvenis: 300 metros de natação (uma volta), 8km de ciclismo (uma volta) e 2km de Corrida (uma volta).

Horários:

Abertura do Secretariado: 13h30 e as 14h30 situado no Espaço Finisterra.

Início da prova: 15h (chegada antecipada dos atletas para fazerem os procedimentos habituais.

Desfile de Clubes e Compromisso de Honra / hora Limite de permanência dos Atletas no Parque de Transição: 15h45.

Início da prova: 15h00 por ordem crescente de idades e respetivos escalões.

Entrega de prémios: prevista para as 19h30.

Nota: haverá abastecimentos líquidos e sólidos, seguro de Acidentes Pessoais e uma lembrança para todos os participantes.

Boa sorte a todos os triatletas!

Consulte os percursos e o regulamento aqui

Esta prova é organizada pela Câmara Municipal de Soure e conta com o apoio técnico da Federação de Triatlo de Portugal.

Fonte: FTP

“Maior participação de sempre no Triatlo Longo de Caminha de 2019!”

Com um percurso rápido e características únicas do triatlo nacional, realizou-se no dia 23 de junho a 7ª edição do Triatlo Longo de Caminha.Disputada na média distância, esta prova incluía a primeira etapa do Campeonato Nacional de Clubes de Triatlo Longo e o Campeonato Ibérico Individual de Média Distância com 1900 metros a nadar, 90km de ciclismo e 21km de corrida. Realizou-se também uma prova aberta realizada na distância standard com as distâncias de 1500 metros a nadar, 45km de ciclismo e 10,9km de corrida.

O dia amanheceu chuvoso, mas deu tréguas pouco depois e os triatletas já subiram para o Ferry Boat sem chuva à vista. O transporte para a linha de partida não demorou muito, feito ao som de música com batida forte o que animou o ambiente àquela hora da manhã. Os acompanhantes que assim desejaram subiram também para o barco para assistir à partida que é rapidamente dada momentos após os atletas saltarem para a água. A média distância parte primeiro, seguindo-se os participantes da prova aberta na distância olímpica.

Os atletas nadaram no rio Minho até à praia, num percurso em linha, onde chegaram ao Parque de Transição situado no cais, não sem antes terem passado pela subida para a plataforma, uma imagem de marca desta competição. O segmento de ciclismo foi realizado em três voltas pela Nacional 13, num trajeto plano e rápido e no último segmento da corrida os atletas passaram entre Caminha e Moledo, atravessando a Mata do Camarido, num percurso de duas voltas.

 

Os resultados desta primeira etapa!

A competição feminina do Campeonato Nacional de Clubes foi ganha pelo Clube de Natação e Triatlo de Lisboa, com Vanessa Pereira a fazer a dobradinha em Caminha, vencendo individualmente o Triatlo com o tempo de 04:31:33. A pontuar para o CNATRIL esteve também Ana Lopes, que ficou na terceira posição da geral com 04:54:15 e Diana Mariño, que fez a prova em 05:09:15.

Hugo Ribeiro, treinador do CNATRIL, comentou a prova, salientando as boas prestações das triatletas: «Era importante vencermos esta primeira etapa, uma posição que, apesar de respeitarmos as adversárias, antecipávamos de certa forma, uma vez que participávamos com um grupo de atletas fortes: Vanessa Pereira era uma das candidatas à vitória individual caso não houvesse nenhum percalço durante a competição, Ana Lopes é uma atleta muito consistente e Diana Mariño é uma excelente nadadora, com um potencial tremendo, dominando de forma inequívoca o primeiro segmento.» O nível global das três atletas era muito bom, havendo por isso fortes possibilidades de ser o CNATRIL a vencer esta primeira etapa em femininos, o que se confirmou, registando-se uma forte oposição das restantes equipas, nomeadamente do Estoril Praia e do Oriental.

O treinador do CNATRIL elogia a organização do Triatlo de Caminha, referindo que esta prova ‘tem todos os condimentos diferenciadores das restantes para vingar, com características extraordinárias (que talvez fossem mais ainda salientadas com a subida à Serra de Arga como já aconteceu noutras edições). «Esta prova tem potencial para vir a ser encarada como o “Havai Ibérico”, salvo as devidas diferenças. Subsistem, no entanto, as questões do drafting que são recorrentes, cumprindo aos responsáveis maior atenção».  Neste aspeto, Hugo Ribeiro é de opinião que, a par da fiscalização durante a prova para fazer cumprir as regras da longa distância, são necessárias ações de sensibilização com objetivos pedagógicos para que os atletas entendam, de facto, as regras e saibam comportar-se em prova, cabendo aqui uma intervenção mais cuidada no briefing.

A segunda posição pertenceu ao Estoril Praia Credibom com Hanna de Sousa, que ficou na terceira posição da geral com 04:46:02, Priscila Gonçalves, com 05:10:43 e Ana Barreto que terminou a prova em 05:48:00.

O Clube Oriental de Lisboa fechou o pódio feminino de clubes no terceiro lugar, com Maria Sousa, com 05:15:03, Fernanda Marques Santinha com 05:15:13 e Sara Colaço com 05:45:21.

O Estoril Praia Credibom venceu a competição masculina, com dois atletas também no pódio geral, João Ferreira, que completou a prova abaixo das 4 horas com 03:51:35, Diogo Silva, que ficou em terceiro lugar absoluto com 03:57:32 e Filipe Marques, que terminou em 04:06:44.

«Sabíamos que não partíamos como favoritos, mas também tínhamos consciência que num dia perfeito, de superação de todos, podíamos causar surpresa. Foi isso que aconteceu no setor masculino», afirma Rodrigo Baltazar, treinador do Estoril Praia Credibom. Um dia incrível do João Ferreira e do Filipe Marques, e uma grande surpresa chamada Diogo Silva que na estreia na distância fez uma prova inacreditável.»

No setor feminino, a equipa estava à conta com apenas três mulheres que teriam que pontuar para conseguir chegar ao pódio. «Conseguimos! As atletas foram brilhantes. Agora faltam duas provas, mas estamos muitos satisfeitos com o espírito de grupo e compromisso que manifestaram com todos demonstraram com a equipa. É isso que mais interessa.», afirma Rodrigo Baltazar que afirma também que mais importante ainda que as boas prestações é a representação dos valores dos atletas.

«A localização é espetacular, a partida realizada no Ferry Boat um plus que torna a prova única. Pelo feedback dos atletas os abastecimentos eram bons e os voluntários preocupados em entregar corretamente a nutrição. No percurso da bicicleta, os atletas consideraram que se tivesse mais um abastecimento – no primeiro retorno – ficaria perfeito», remata o treinador.

Na segunda posição ficou o CNATRIL, com José Estrangeiro a fazer também segundo à geral, Sérgio Marques, com 04:07:34 e Marco Vieira com o tempo de 04:08:55.

O OutSystems Olímpico de Oeiras ficou em terceiro lugar, com André Duarte que fez a prova em 04:09:09, Rui Narigueta com 04:09:50 e Jorge Duarte com 04:10:31.

 

Resultados Absolutos do Triatlo Longo de Caminha

Em absolutos foi João Ferreira, do Estoril Praia Credibom, o primeiro atleta a passar a meta, com 03:51:35, sagrando-se vencedor absoluto e Campeão Ibérico Individual de Média Distância.

«Este ano a natação correu um pouco pior, a água está fria e não consigo aquecer por causa do transporte do Ferry, senti algumas dificuldades». No ciclismo, João Ferreira tentou manter a calma e o ritmo, apesar de o José Estrangeiro ganhar tempo, pelo que este atleta do CNATRIL chegou à corrida com cerca de 3’ de desvantagem. Na corrida, João Ferreira tentou impor um ritmo elevado para ganhar vantagem na primeira volta. «Eu sabia que ia reduzindo a vantagem de três para dois minutos e depois foi dar o meu melhor. Estou muito satisfeito por ter ganho, principalmente ao José Estrangeiro que é um triatleta de referência.»

A próxima prova de João Ferreira será no Fundão, no Triatlo David Vaz, onde o atleta irá competir na distância olímpica sem roda.

Na segunda posição da geral ficou José Estrangeiro, que não conseguiu alcançar a vitória apenas por 15’’ e que completou a competição em 03:51:50. José Estrangeiro encontrava-se na primeira posição na transição para a corrida, com vantagem de 3’ e 15’’ para João Ferreira, mas, na última parte da corrida, o atleta do Estoril foi mais forte acabando por vencer a prova. Diogo Silva, do Estoril Praia Credibom, ficou na terceira posição com 03:57:32, fazendo uma excelente estreia na longa distância.

Em femininos, Vanessa Pereira, do CNATRIL Triatlo, foi a triatleta mais forte em prova, terminando em 04:31:33, Hanna de Sousa, do Estoril Praia Credibom, conquistou a segunda posição com 04:46:02 e Ana Lopes, do CNATRIL Triatlo, subiu ao terceiro lugar 04:54:15.

Vanessa Pereira irá participar no Challenge de Roth, pelo que a sua participação neste triatlo era também um teste de preparação e a última prova antes do objetivo principal no dia 7 de julho.

«O meu objetivo era ajudar o clube a vencer a prova e participar na última competição antes do objetivo principal, não era propriamente vencer a competição.» explica a triatleta do CNATRIL, que ainda assim imprimiu um ritmo forte no ciclismo. «Terminei a prova bem e agora é descansar também para cumprir o objetivo.» A Vanessa explica que para outro triatleta poderia não seria aconselhável participar nesta altura numa prova de média distância, mas para alguns triatletas como ela, que conhecem a sua capacidade de recuperação, pode funcionar como um importante teste.

O VII Triatlo Longo de Caminha é uma organização conjunta da Câmara Municipal de Caminha, da Associação de Triatlo de Caminha e da Federação de Triatlo de Portugal.

Fonte: FTP

“José Gonçalves diz "estar perto da melhor forma" para a estreia na Volta a França”

Ciclista português foi hoje anunciado como um dos oito ciclistas da equipa Katusha Alpecin

O ciclista português José Gonçalves garantiu esta sexta-feira "estar perto da melhor forma" para a estreia na Volta a França, mas espera "ficar ainda melhor" para o arranque da mais importante prova velocipédica mundial.

O corredor, de 30 anos, foi hoje anunciado como um dos oito ciclistas da equipa Katusha Alpecin que vão alinhar este ano na emblemática prova francesa, no mesmo dia em que se sagrou campeão nacional de contrarrelógio em elites, em Melgaço.

"É sempre motivador quando ganhamos. Estou e tentar estar na melhor forma física e já estou muito perto", disse ciclista, natural de Roriz, Barcelos.

José Gonçalves vincou que vai prosseguir com "a melhor preparação possível para o Tour", considerando que mostrou [nos campeonatos nacionais] "estar bem", mas prometendo "trabalhar nos próximos dias para ficar ainda melhor".

Depois de quatro presenças na Volta a Espanha e duas na Volta a Itália - tendo como melhor classificação o 14.º posto alcançado em 2018 na corrida italiana -, o corredor português vai estrear-se na 'Grande Boucle', juntando-se a Rui Costa, cuja participação na edição de 2019 do Tour foi confirmada na quarta-feira pela equipa UAE-Emirates.

Na 106.ª edição da Volta a França, além de José Gonçalves, a Katusha Alpecin vai apresentar o russo Ilnur Zakarin, que em 2017 foi terceiro no Giro e quinto na Vuelta, o dinamarquês Mads Würtz Schmidt, o belga Jens Debusschere, o britânico Alex Dowsett, o austríaco Marco Haller e os alemães Nils Politt e Rick Zabel.

A Volta a França vai partir de Bruxelas, em 06 de julho, e termina nos Campos Elísios, em Paris, três semanas depois.

Fonte: Record on-line

“Campeonato Nacional de Estrada Dia 1”

José Gonçalves e Daniela Reis campeões nacionais de contrarrelógio

Por: José Carlos Gomes

José Gonçalves (Team Katusha Alpecin) e Daniela Reis (Doltcini-Van Eyck Sport) sagraram-se hoje, em Melgaço, campeões nacionais de contrarrelógio na categoria de elite. João Almeida (Hagens Berman Axeon) venceu em sub-23.

Os irmãos Gonçalves foram os dominadores durante os 32,3 quilómetros contrarrelógio de elite. À semelhança do ano passado, ocuparam as duas primeiras posições, embora trocando de lugar. Desta vez o mais forte foi José Gonçalves.

O corredor da Katusha Alpecin foi o único a completar a prova em menos de 43 minutos, registando 42m46s à chegada (média de 45,316 km/h). Domingos Gonçalves (Caja Rural-Seguros RGA) gastou mais 21 segundos. O terceiro e melhor elemento das equipas portuguesas foi António Carvalho (W52-FC Porto), a 1m03s do vencedor.

“Era um percurso mesmo à minha medida. Comecei acima das minhas capacidades e paguei isso na primeira subida. Tentei gerir daí para a frente e recuperar. Depois dei tudo para chegar com o melhor tempo. Ainda não estou na minha melhor condição física, mas estou perto. Foi hoje anunciado que faço parte dos oito convocados da equipa para a Volta a França e todas as vitórias são motivadoras. No domingo, tendo em conta que nunca vencei o campeonato nacional de fundo, vou dar o meu máximo para tentar ganhar a corrida”, promete José Gonçalves.

As femininas cumpriram 24,6 quilómetros, igualmente duros. Daniela Reis partia como grande favorita e não desiludiu. A corredora da região Oeste cortou a meta ao fim de 39m45s, revalidando o título de contrarrelógio, com uma média de 37,194 km/h. Seguiram-se duas ciclistas do CE Gonçalves/Azeitonense, Liliana Jesus, a 3m41s, e Melissa Maia, a 3m48s.

“Foi um contrarrelógio muito duro para o que costumamos fazer, mesmo no circuito internacional. A primeira fase era acessível, mas a partir dos 14 quilómetros tornava-se muito exigente. Senti-me muito bem. Encontrei o meu ritmo logo na fase inicial, embora fizesse essa parte a gerir as forças, porque sabia das dificuldades que encontraria mais à frente. Sabia que estava bem preparada e cumpri o objetivo de revalidar o título”, afirmou Daniela Reis.

O percurso dos sub-23 foi o mesmo das corredoras de elite. A luta foi a dois, entre João Almeida e Jorge Magalhães (W52-FC Porto), embora com grande superioridade do corredor da formação dos Estados Unidos, que ficou a 2 segundos de dobrar o portista.

João Almeida pedalou à média de 45,253 km/h, completando a corrida em 32m37s, menos 58 segundos do que Jorge Magalhães. O terceiro, a 1m53s, foi o sub-23 de primeiro ano Guilherme Mota (UD Oliveirense/InOutBuild).

“Foi um contrarrelógio muito duro, a meio já estava com dores nas pernas, mas é mesmo assim no contrarrelógio. Estava à procura de uma vitória. Espero que este triunfo seja o virar da página para o resto da temporada. Amanhã, na corrida de fundo, vou lutar pela vitória. Na minha equipa sou eu e o André e tudo faremos para ganhar, apesar de o nível ser alto”, salienta João Almeida.

O programa dos Campeonatos Nacionais de Estrada prossegue neste sábado. Às 10h00 será dado o tiro de partida para a corrida feminina. As corredoras de elite irão percorrer 88,6 quilómetros, terminando à quarta passagem pela meta, mais uma volta do que as juniores que vão pedalar durante 66,1 quilómetros e mais duas do que as cadetes e as masters que terão de enfrentar 43,6 mil metros. Os sub-23 masculinos também lutam pelo título de fundo no sábado, a partir das 14h30. O percurso dos jovens corredores terá um total de 143,2 quilómetros. Estas duas provas começam e terminam na Câmara Municipal de Melgaço.

Fonte: FPC

“Bragança Granfondo alia a experiência do desporto ao turismo”

Por: Margarida Figueiredo

Um percurso totalmente renovado, paisagens de beleza ímpar e o contacto com a cultura e as gentes transmontanas são alguns dos motivos que levam os fãs do ciclismo, e as suas famílias, até Bragança para mais uma edição do Bragança Granfondo. A prova realiza-se no dia 14 de julho, com partida pelas 9h00 e conta com 1700 participantes, oriundos de várias regiões da Europa, nomeadamente da Península Ibérica.

Após o sucesso da última edição, que reuniu mais de 1500 participantes, no dia 14 de julho de 2019, realiza-se uma nova edição do Bragança Granfondo by Trek. Um evento único para os amantes do ciclismo e que permite conciliar o gosto pela modalidade com os encantos do território que o acolhe. O conceito mantém-se: através de uma organização de excelência, proporcionar aos fãs do ciclismo uma experiência desportiva e turística única.

Hernâni Dias, presidente da Câmara Municipal de Bragança, refere “realizar a terceira edição do Bragança Granfondo é um motivo de orgulho. A iniciativa resulta de uma proposta apresentada no âmbito do orçamento participativo e, como tal, é com muita satisfação que a concretizamos. É uma prova única, o feedback que recebemos é muito positivo e acreditamos que fomentar esta ligação de Bragança ao ciclismo é muito importante, contribuindo para a dinamização da economia local e promoção do turismo e marca Bragança.”

Este ano, os participantes vão ser surpreendidos com um percurso totalmente renovado, mantendo-se, naturalmente, a partida e chegada em Bragança e a incursão pelo Parque Natural de Montesinho, ex-libris da região. O novo percurso passará por Vimioso e pelas aldeias históricas, nomeadamente: Gimonde, em pleno Parque de Montesinho, e a sua ponte românica; Outeiro, e a imponente Basílica Menor; Parada, com os seus típicos caretos; e Pinela, perto do impressionante Castelo de Penim e berço da tradição das cantarinhas, as pequenas peças de barro que se acredita trazerem sorte a quem são oferecidas.

Com a passagem pelas aldeias históricas, pelo Parque Natural de Montesinho e com participação de Bandas de Música, grupos de gaiteiros e dos tradicionais caretos não falta nada nesta prova. As subidas desafiantes – como o Muro Rio Sabor-São Bartolomeu (2,9 km com um declive médio de 9,8% mas que atinge os 24%), paisagens inspiradoras e, sobretudo, um ambiente único são algumas das características distintivas da prova.

À semelhança de edições anteriores, a prova tem três distâncias à escolha: Granfondo (137 km), Mediofondo (98 km) e Minifondo (58 km).

Este evento está pensado para toda a família e, como tal, para quem acompanha os familiares participantes na prova de ciclismo a organização preparou uma caminhada. Trata-se de uma iniciativa solidária, cujas receitas reverterão a favor da Delegação de Bragança da Liga Portuguesa Contra o Cancro. A inscrição tem um valor de 7 euros. A prova está limitada às primeiras 300 inscrições.

Tratando-se de um evento para todos, os mais pequenos têm, na véspera, dia 13 de julho, um momento pensado especialmente para eles: o Bragança Granfondo Kids. Com inscrição gratuita, os mais novos, dos 5 aos 12 anos, podem assim participar na festa do ciclismo e ao mesmo tempo aprofundar o gosto pela modalidade.

 

Sobre o Bragança Granfondo:

O Bragança Granfondo, promovido pelo Município de Bragança, é mais do que apenas uma prova de ciclismo. Trata-se de um dos projetos vencedores do Orçamento Participativo que, na primeira edição, reuniu mais de 1500 ciclistas dando a conhecer uma região rica em património histórico e repleta de belezas naturais, mas também atravessou a fronteira – em sentido literal, para o lado espanhol, mas também metaforicamente, isto é, fazendo-os olhar para lá dos limites geográficos e do seu próprio físico.

Conta com o apoio do Município de Vimioso, das três Associações de Ciclismo Locais: Associação dos Amigos do Campo Redondo, Associação Team Giant e Associação Velo Clube.

Mais informação sobre a iniciativa aqui: http://www.bragancagranfondo.com 

Fonte: Multicom

 
 

“GP Internacional Torres Vedras – Troféu Joaquim Agostinho”

Pelotão multinacional vai pedalar no Oeste

Por: José Carlos Gomes

O 42.º Grande Prémio Internacional de Torres Vedras – Troféu Joaquim Agostinho, que vai realizar-se entre 11 e 14 de julho, foi apresentado esta quinta-feira. A corrida portuguesa há mais tempo inscrita no calendário da UCI, vai juntar um pelotão de 132 corredores, defendendo as cores de 22 equipas.

Entre equipas e corredores, estarão representados 16 países: África do Sul, Alemanha, Angola, Argentina, Austrália, Canadá, Costa Rica, Espanha, Estados Unidos da América, Guiné Bissau, Holanda, Irlanda, Itália, Paraguai, Portugal e Rússia.

Os ciclistas vão encontrar um percurso variado, que se inicia, pelo quinto ano consecutivo, com um prólogo de 8 quilómetros, na freguesia do Turcifal, a disputar ao final da tarde de dia 11 de julho.

A primeira etapa em linha terá 156,8 quilómetros, entre a Adega Cooperativa da Ventosa (12h40) e Sobral de Monte Agraço (16h20). O percurso, sem grandes dificuldades montanhosas, permite aos velocistas pensar num dia de glória.

A segunda etapa começa na Atouguia da Baleia, às 12h45 de dia 12, e termina, ao cabo de 152,7 quilómetros, no centro de Torres Vedras (16h30). O final acontece à quinta passagem pela meta. Este é o dia do circuito de torriense, no sobe e desce da serra da Vila do Varatojo. É uma jornada seletiva, capaz de provocar algumas diferenças de tempo.

A corrida termina com a etapa-rainha, 179,3 quilómetros desde a Foz do Arelho (11h45) até ao alto de Montejunto (15h54). A meta coincide com um prémio de montanha de primeira categoria, que será antecedida por três subidas de terceira categoria e uma de primeira, esta apenas a 5,3 quilómetros da contagem de montanha coincidente com a chegada.

O pelotão conta com todas as equipas profissionais portuguesas, às quais se somam três equipas de clube de Portugal e dez formações profissionais estrangeiras. 

A cerimónia de apresentação da corrida foi também o momento escolhido para iniciar a venda da moeda de homenagem a Joaquim Agostinho, desenhada por Vítor Santos para a Imprensa Nacional Casa da Moeda.


Equipas

Continentais Profissionais

Euskadi Basque Country–Murias (ESP)

W52-FC Porto (POR)


Continentais

303 Project (EUA)

Alecto Cyclingteam (NED)

Aviludo-Louletano (POR)

Bai Sicasal Petro de Luanda (ANG)

Efapel (POR)

Equipo Euskadi (ESP)

Evopro Racing (IRL)

Guerciotti-Kiwi Atlantico (BSE)

LA Aluminios-LA Sport (POR)

Lokosphinx (RUS)

Massi Vivo-Grupo Oresy (PAR)

Miranda-Mortágua (POR)

Protouch (RSA)

Rádio Popular-Boavista (POR)

Sporting-Tavira (POR)

UD Oliveirense-InOutBuild (POR)

Vito-Feirense-PNB (POR)


Equipa de clube

Crédito Agrícola/Jorbi/Almodôvar (POR)

Fortunna/Maia (POR)

Sicasal/Constantinos (POR)


Etapas

Dia 11 - Prólogo Turcifal – Turcifal, 8 km

Dia 12 - 1.ª etapa: Ventosa (Adega Coop.) -  Sobral Monte Agraço, 156,8 km

Dia 13 - 2.ª etapa: Atouguia Baleia – Torres Vedras (circuito), 152,7 km        

Dia 14 - 3.ª etapa: Foz Arelho – Alto Montejunto, 179,3 km  

Fonte: FPC