quarta-feira, 31 de julho de 2019

“Nova edição mensal da Revista Notícias do Pedal”

A “Revista Notícias do Pedal” acabou de lançar a edição número 287, de julho, a mesma contém uma grande diversidade de notícias, nas mais diversas modalidades, descubra e conheça a mesma, e ainda outras novidades, e outros projetos, e participe.

A sua notícia é importante para nós…

Temos espaço para divulgar o seu evento antes e após a realização do mesmo, pode divulgar ainda tudo o que se relaciona com a bicicleta, como um acontecimento, um passeio onde participou, uma novidade.

 
Temos espaço diário, e mensal, e damos liberdade aos nossos leitores, de se pronunciarem, e fazerem as suas divulgações, para que isso aconteça, basta enviarem um pequeno texto, algumas fotos, ou cartazes, e nós tratamos do resto.



Todas as notícias podem ser enviadas para os nossos mails:




A nossa publicação pode ser visualizada em: www.noticiasdopedal.com onde vai encontrar todos os nossos projetos e links para os mesmos.

Temos o nosso espaço diário em:



 Boas leituras…

“81ª Volta a Portugal/1ª Etapa”

Partida:

Miranda do Corvo

A primeira referência a Miranda do Corvo num documento data de finais do século X, embora as evidências arqueológicas apontem para uma ocupação muito anterior. O documento em causa terá sido redigido no Mosteiro de Lorvão, em 998, e atesta a existência de uma estrutura militar em Miranda do Corvo, ao fazer referência a uma torre. 

Sabe-se hoje que houve ocupação em Vila Nova na época pré-histórica e em Chão de Lamas na proto-história. As recentes escavações arqueológicas no casal romano da Eira Velha, em Lamas, trouxeram à luz do dia os vestígios de uma comunidade do tipo casal agrícola, intimamente ligado aos grandes eixos viários da época romana.

A ocupação mais antiga identificada durante os trabalhos arqueológicos realizados no Alto do Calvário aponta para a Idade Média e trata-se da necrópole de sepulturas escavadas na rocha. 


Os resultados dos trabalhos arqueológicos colocaram a descoberto:  

Uma estrutura pétrea, de finais da Idade Média, que assegurava o acesso à torre; 

Um derrube composto por silhares de grandes dimensões, datável do século XVII, que correspondia a parte da muralha do castelo; 

Uma necrópole de sepulturas escavadas na rocha, anterior ao século XII; 

A existência na zona Oeste do cabeço, no largo do Calvário, próximo das escadas que nos levam ao Cristo Rei, de duas sepulturas nas quais os indivíduos foram enterrados “de acordo com a tradição islâmica, em decúbito lateral direito, a olhar para Este”, ainda não datáveis. 

 Através destes vestígios, consegue-se hoje corroborar que este espaço é utilizado há pelo menos 900 anos como necrópole, senão mais. 

O povoado de Miranda do Corvo terá surgido em torno do castelo. Daqui era possível vigiar e defender duas importantes vias de comunicação: a antiga via romana que passava por Corvo e ligava Sellium (Tomar) a Aeminium (Coimbra) e a via que ligava o interior da Península ao Ocidente, a via Colimbriana. Provirá desta função de vigilância o nome de Miranda, do latim mirandus (atalaia)? 


Sobranceira à vila, esta atalaia assentava no alto de um cabeço, sendo provável que a povoação se tenha desenvolvido em torno do atual Alto do Calvário. Apesar da sua importância na linha defensiva do Mondego, durante e após a ‘Reconquista’ da cidade de Coimbra, são escassas as informações sobre a sua história. 

Sabemos que ano de 1116, a região foi severamente atacada durante uma expedição almorávida, sendo apenas travada às portas de Coimbra. O castelo de Miranda do Corvo terá sido destruído, existindo relato do séc. XII, do seu cerco e conquista, da forte destruição, do elevado número de mortes e dos prisioneiros realizados. 

O Castelo terá permanecido em ruína, não se conhecendo a exata data da sua reconstrução. Em 1136 os habitantes de Miranda receberam foral de D. Afonso Henriques, o qual foi depois confirmado por D. Afonso II.  

Em 1383, existe referência ao facto de João Afonso Teles ter aberto as portas a D. João I de Castela quando este seguia para Lisboa para contestar o Mestre de Aviz. 


Ao longo dos séculos a construção foi-se arruinando. O Livro das Posturas da Câmara Municipal de Miranda do Corvo refere a existência de um aluimento do que restava do castelo, em maio de 1799. Deste ano, data ainda a publicação de posturas sobre o roubo das pedras através das quais o município proíbe a população de retirar pedras para construção própria. Muitas destas pedras foram utilizadas nas obras de renovação da Ponte do Corvo, sobre a ribeira do Alhêda, obra que se iniciou nesta data. 

A terceira invasão francesa trouxe novamente ao concelho algum protagonismo pela sua localização na linha estratégica de movimentação dos exércitos. Parte do combate de Casal Novo, que decorreu na madrugada de 14 de Março de 1811, deu-se na freguesia de Lamas. As consequências da guerra fizeram-se sentir no concelho de forma muito significativa, com a carestia de géneros, a destruição e os campos estéreis, em parte devido à política de terra queimada, e pela grande epidemia que assolou as freguesias durante os meses seguintes. 

O concelho abrangia então vasta área, que ia quase do Ceira, perto de Coimbra, até à ribeira de Alje, a sul das serras, compreendendo aproximadamente as atuais freguesias de Miranda, Lamas, Vila Nova e Campelo, que passou para Figueiró dos Vinhos, nos começos do regime liberal. 


Chegada:

Leiria, uma cidade com história.

O Concelho de Leiria ocupa uma posição privilegiada no quadro do nosso país e particularmente no plano regional.

Confina a Norte com o Concelho de Pombal, a Este também com o de Pombal e com o de Ourém, a Sul com o da Batalha e o de Porto de Mós, a Oeste é limitado pelo Concelho da Marinha Grande e pelo Oceano Atlântico.

Fica inserido na Região Centro e apresenta-se como área de grande influência socioeconómica e fortemente representativa do total da região.

A cidade de Leiria, sede de concelho e capital de distrito, fica a uma distância de 146 quilómetros de Lisboa e de 72 quilómetros de Coimbra, sendo a sua localização um dos elementos principais que concorre para o seu crescimento e desenvolvimento. Leiria é servida por um importante conjunto de infra-estruturas rodoviárias, nomeadamente a A1, a A8, a A17, a A19, o IC2 e as EN 109, 242 e 113.

Leiria é o centro de uma região que junta à agricultura e à pecuária tradicionais as indústrias de moldes, alimentos compostos para animais, moagem, serração de madeiras, resinagem, cimentos, metais, cerâmica, plásticos, serração de mármores, construção civil, comércio e turismo citadino e ambiental.

Fonte: Podium

“Volta a Portugal/Samuel Caldeira: «Sensação é fantástica»”

Português admite que não contava com a vitória no prólogo

Por: Lusa

Foto: LUSA

Depois da vitória no prólogo inaugural da Volta a Portugal, Samuel Caldeira referiu que o trinfo no primeiro dia de prova não era um objetivo seu. Contudo, o ciclista da W52-FC Porto admite que a sensação é "fantástica" e que agora pode "saborear algo com que não contava".

"A sensação é fantástica. É saborear esta noite e amanhã [quinta-feira] a Volta continua e temos muito trabalho pela frente.

[Defender a camisola amarela] Tenho outros objetivos e prioridades na equipa. Não era um objetivo, mas sabia que hoje podia fazer um grande tempo.

[Sobre a última etapa que venceu, em 2017] São sentimentos diferentes, e vestir de amarelo era um sonho que eu não tinha [para hoje].

Senti ansiedade, e saber que há quem pode fazer um tempo melhor. Depois, é o sentimento de que posso mesmo ganhar a etapa.

São seis quilómetros e nem dá para pensar em muita coisa. Arranquei a dar tudo e não geri nada.

[Defesa da liderança] Não muda nada dentro da equipa, temos os objetivos bem definidos e eu sou o mesmo ciclista. O que muda é saborear algo com que não contava.

O Gustavo Veloso é um grande especialista neste exercício, saberia que poderia ser ele a vestir de amarelo. Mas tive sempre um pingo de esperança de que poderia ser eu", disse.

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal/José Gonçalves apoia irmão Domingos e até "dava umas pedaladas""

Prova arrancou esta quarta-feira com um prólogo em Viseu

Por: Lusa

Foto: DR

O português José Gonçalves (Katusha Alpecin) esteve esta quarta-feira em Viseu a apoiar o irmão, Domingos, a representar a Caja Rural-Seguros RGA na 81.ª Volta a Portugal, que arranca com um prólogo de seis quilómetros.

"O meu irmão está na corrida e é um dos principais corredores por quem venho torcer. Hoje pode ser um bom dia para ele, faz bons contrarrelógios", disse à Lusa o ciclista dos suíços da Katusha Alpecin, do pelotão WorldTour, à margem da partida para o prólogo.

Segundo o ciclista, o irmão gémeo, campeão português de fundo por duas vezes e uma no 'crono', "está bem e tem de tentar um dia ou outro vencer uma etapa", um feito que já conseguiu em 2018.

A prova ajudou Domingos a dar o 'salto' para a Caja Rural, em Espanha, e José Gonçalves elogia a força da Volta para "dar outra visibilidade ao ciclismo português", até pelas equipas estrangeiras "que olham para os corredores e podem ajudar" a uma saída para outros patamares.

A descansar depois de participar na Volta a França, e antes de embarcar noutra 'grande', a Volta a Espanha, José tem estado "a recuperar" de uma "competição muito dura", mas admitiu que "qualquer português quer correr a Volta".

"Não sou diferente, gostava de voltar. (...) Mas gostava de dar umas pedaladas, isso gostava", brincou.

A 81.ª edição da Volta a Portugal arrancou hoje em Viseu, passando depois por 10 etapas e um dia de descanso, em pontos 'míticos' como a Torre (quarta etapa) ou a Senhora da Graça (nona etapa) antes de terminar num contrarrelógio entre Vila Nova de Gaia e o Porto, que acolhe um final de etapa pela primeira vez em 30 anos.

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal/Incerteza na Katusha dá motivação para "dar tudo"”

Prova começou esta quarta-feira em Viseu

Por: Lusa

Foto: DR

O português José Gonçalves, da Katusha Alpecin, admitiu esta quarta-feira que a incerteza em torno do futuro da equipa russa de WorldTour "mexe um pouco" com os ciclistas, mas dá também motivação a "dar tudo" para mostrar resultados.

Segundo o português de 30 anos, a incerteza na formação russa, com licença suíça, tem de funcionar em favor dos ciclistas: "Também sabemos que se a equipa acabar temos de dar o nosso melhor para as outras equipas olharem para nós", disse.

Em Viseu, à margem do arranque da 81.ª edição da Volta a Portugal, na qual participa o irmão, Domingos (Caja Rural-Seguros RGA), José Gonçalves, que participou na Volta a França pela primeira vez, defende que os corredores da Katusha devem "dar tudo na estrada para ter continuidade no ciclismo", seja com a equipa atual ou noutra estrutura.

Para já, o calendário de José Gonçalves inclui a participação noutra grande volta, uma vez que está na lista para participar na Volta a Espanha, e antes tem já confirmada a participação na Clássica de San Sebastián, no sábado.

Na segunda-feira, o diretor da equipa, o português José Azevedo, admitiu à Lusa que as negociações para assegurar a continuidade da estrutura estão em curso, mas não há ainda "decisão nenhuma".

À agência Lusa, José Azevedo disse não poder "entrar em detalhes", mas revelou que "há possibilidades que existem" e que estão a ser trabalhadas por pessoas da sua equipa, mostrando-se esperançado de que as negociações "acabem de uma forma positiva".

A notícia de que a Katusha Alpecin iria extinguir-se no final do ano, devido à debandada de patrocinadores - um deles a Alpecin -, foi avançada pelo L'Équipe durante a primeira semana da 106.ª Volta a França e prontamente desmentida pelo português, que qualififcou de "rumor" o cenário descrito pelo diário desportivo francês.

Fonte: Record on-line

“VOLTA A PORTUGAL/PRÓLOGO EM VISEU IMPÕE PRIMEIRAS DIFERENÇAS NA 81.ª EDIÇÃO DA VOLTA A PORTUGAL”

A 81.ª edição da Volta a Portugal em bicicleta arrancou hoje com um prólogo em Viseu, com seis quilómetros de distância.

A 81.ª edição da Volta a Portugal em bicicleta arrancou hoje com um prólogo em Viseu, com seis quilómetros de distância a definirem as primeiras diferenças entre um pelotão de 19 equipas e 132 ciclistas.

Pela terceira vez nesta década, Viseu vai dar o ‘tiro’ de partida para a ‘Portuguesa’, depois de 2010 e 2015, com seis quilómetros, praticamente planos, na Avenida da Europa, em torno da zona histórica da cidade.

A componente técnica será a chave do primeiro dia, que vai já colocar as primeiras diferenças entre o pelotão e no qual os candidatos à vitória final devem acautelar a perda de tempo.

Na partida de 2019 não estará o campeão das duas últimas edições, o espanhol Raúl Alarcón (W52-FC Porto), que se lesionou a um mês da corrida e falha a prova, mas estarão três anteriores campeões.

Dois deles representam os ‘dragões’, o espanhol Gustavo Veloso, campeão em 2014 e 2015 e o último a partir, pelas 17:25, e o português Ricardo Mestre, em 2011, enquanto o também espanhol Alejandro Marque venceu em 2013 e agora corre pela Sporting-Tavira.

A 81.ª edição da Volta a Portugal arranca hoje em Viseu, passando depois por 10 etapas e um dia de descanso, em pontos ‘míticos’ como a Torre (quarta etapa) ou a Senhora da Graça (nona etapa) antes de terminar num contrarrelógio entre Vila Nova de Gaia e o Porto, que acolhe um final de etapa pela primeira vez em 30 anos.

Fonte: Sapo on-line

“Volta a Portugal/Primeira Amarela decidida por centésimos”

Foi um Samuel Caldeira tranquilo e paciente que aguardou o final do Prólogo de Viseu para depois, confirmado o melhor registo nos seis quilómetros, rasgar um enorme sorriso de vencedor.

Caldeira esteve sentado na cadeira reservada ao corredor com a melhor marca durante bastante tempo, uma vez que foi dos primeiros a fazer o percurso. Quando o companheiro de equipa na W52-FC Porto, Gustavo Veloso, o último na estrada, cruzou a linha de chegada estava resolvido o impasse e encontrado o primeiro vencedor da Volta 2019, mas não fosse a decisão dos centésimos e os três primeiros classificados estariam empatados.

Atrás de Samuel Caldeira terminou um suíço, Gian Friesecke, e o espanhol Gustavo Veloso. Os três fizeram 7m 28s com uma média voadora que ultrapassou os 48 Km/h.

O percurso escolhido para esta luta contra o cronómetro repetiu o trajeto estreado em 2015, com um traçado maioritariamente plano e com bom asfalto. As zonas técnicas do contrarrelógio estavam nas curvas estreitas e no tapete empedrado da zona história de Viseu, com muitos entusiastas a aplaudir efusivamente a passagem dos 132 participantes.

Neste início de Volta a nota dominante, para além do triunfo do sprinter da W52-FC Porto, é a liderança coletiva da equipa azul e branca para a qual contribuiu o facto de terminar o Prólogo com três homens nas cinco primeiras posições.
 

Montanha já na 1ª etapa

Com o início de agosto chega a primeira etapa da 81ª Volta a Portugal Santander que apadrinha a estreia de Miranda do Corvo na principal prova do ciclismo português.

Os candidatos e os trepadores hão de ficar alerta logo nos primeiros quilómetros na Serra da Lousã onde está uma contagem de primeira categoria. O percurso acidentado de 174,7 quilómetros passa ainda por Alvaiázere e Pombal até chegar a Leiria, cidade que já foi final de etapa da Volta 18 vezes e que, ao final da tarde desta quinta-feira, estará de braços abertos para receber o pelotão da 81ª Volta a Portugal Santander.

Fonte: Podium

“Rúben Guerreiro terminou em 15.º na Volta à Valónia”

Ficou a 25 segundos do vencedor Loic Vliegem

Por: Lusa

O ciclista português Rúben Guerreiro, da Katusha, concluiu na 15.ª posição a Volta à Valónia, que esta quarta-feira terminou em Thuin, com a vitória de Loic Vliegen, da Wanty.

Guerreiro ficou a 25 segundos de Vliegen, que gastou 22:12.13 horas para as cinco etapas.

O pódio final foi totalmente belga, com os lugares de honra a ir para Tosh van der Sande (Lotto Soudal) e Dries de Bondt (Corendon), ambos a oito segundos.

Fonte: Record on-line