terça-feira, 3 de dezembro de 2019

“César Fonte deixa W52-FC Porto e muda-se para a Efapel”

De regresso à equipa de Ovar

Por: Lusa

Foto: Filipe Farinha

O ciclista português César Fonte vai reforçar a Efapel em 2020, depois de ter estado dois anos na W52-FC Porto, anunciou esta terça-feira a equipa de Ovar.

Este é um regresso a casa para Fonte, de 32 anos, uma vez que, no início da carreira profissional, representou durante quatro temporadas a estrutura de Ovar, na qual ganhou, em 2013, o Grande Prémio JN.

"Estou muito feliz por regressar à Efapel, equipa onde tenho boas e felizes lembranças do passado. Para 2020 espero corresponder à confiança que depositam em mim e vou dar o meu maior contributo a esta formação que agora me acolhe. Estou certo que estou numa equipa forte, competitiva, estruturada e tudo farei para que 2020 seja um ano feliz", disse César Fonte, citado pela equipa.

A Efapel vai ter 12 corredores em 2020, com destaque para as permanências de o chefe de fila Jóni Brandão, Sérgio Paulinho, Pedro Paulinho e Rafael Silva, além de integrar o primeiro ciclista da sua escola, Diogo Almeida, que vai competir na categoria de sub-23.

A equipa reforçou-se ainda com o espanhol Gerard Armillas (ex-Team Compak), o colombiano Nicolás Saenz (ex-Team AV Villas) e os portugueses Tiago Antunes (ex-SEG Racing Academy), Tiago Machado (ex-Sporting-Tavira), Luís Mendonça (ex-Rádio Popular-Boavista) e António Carvalho (ex-W52-FC Porto).

Fonte: Record on-line

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

“Clube Desportivo Feirense”

PEDRO ANDRADE "ATLETA DO ANO NO CICLISMO": XVIII GALA DO CD FEIRENSE

Na XVIII Gala do Clube Desportivo Feirense, realizada no passado dia 29 de novembro, Pedro Andrade foi premiado com a distinção de "Atleta do Ano do Ciclismo", recebendo o “Troféu Rodrigo Nunes” entregue aos atletas que mais se destacaram em cada modalidade.

Pedro Andrade afirmou: "Fico muito feliz por receber este prémio. Queria agradecer a todos os meus colegas de equipa, a todo o staff e ao Clube Desportivo Feirense por apostar nesta modalidade".

 

JOÃO MATIAS NA TAÇA DO MUNDO DE PISTA EM HONG KONG

Este Domingo, o corredor Vito-Feirense-Pnb, João Matias, ao serviço da Seleção Nacional, terminou a sua participação na Taça do Mundo de Pista, em Hong Kong, alcançando o 15º lugar em Madison e o 22º em Scratch.

Fonte: Clube Desportivo Feirense

domingo, 1 de dezembro de 2019

“Lance Armstrong admite frustração: «Não me deixam sequer jogar ténis de mesa»”

Antigo ciclista confessou em 2013 ter recorrido ao doping, foi desclassificado dos títulos no Tour e banido do desporto

Lance Armostrong considera injusto ter sido expulso do desporto para sempre. O antigo ciclista, que em 2013 confessou no programa de Oprah Winfrey ter recorrido ao doping durante a sua carreira, tendo na sequência dessa situação sido-lhe retirado os 7 títulos do Tour, admite que se sente frustrado por não poder fazer qualquer desporto olímpico.

"Hoje em dia não posso fazer arco e flecha. Não posso jogar badminton. Não me deixam nem jogar ténis de mesa. Quando tudo isso aconteceu, expulsaram de todos os desportos olímpicos para sempre", afirmou Lance Armstrong ao 'Rouleur'.

"A forma como algumas coisas não aconteceram, foram sete anos apagados ... Isso é muito mau para o desporto. Se se tira o título de uma pessoa, deverá entregá-lo a outra. Porque senão, é porque não aconteceu nada, a não ser parecemos todos idiotas. Na Wikipedia, os [sete] anos estão em branco. Há um período em branco durante a Primeira Guerra Mundial; um período em branco durante a Segunda e depois durante os meus sete Tours!", criticou Armstrong, que em maio passado admitiu não se arrepender de ter recorrido ao doping.

"Fiz o que foi preciso para ganhar, fora da legalidade, mas não mudava nada, mesmo tendo perdido muito dinheiro em ações judiciais e de ter deixado de ser um herói para passar a menos do que zero. Mas há sempre coisas positivas e aprendi muitas lições com todo o processo", disse na altura.

Fonte: Record on-line

“Equipa Portugal/Maria Martins segunda classificada no concurso olímpico de Omnium”

Por: José Carlos Gomes

Maria Martins continua a dar alegrias a Portugal na etapa de Hong Kong, China, da Taça do Mundo de Pista. Depois do terceiro lugar em scratch, ontem, a corredora da Equipa Portugal foi hoje a segunda classificada na disciplina olímpica de omnium, estando cada vez mais perto de qualificar Portugal para os Jogos Tóquio, em 2020.

A ribatejana chegou à decisiva corrida por pontos no comando da classificação geral, graças a um concurso de qualidade, materializado no terceiro lugar em scratch e no segundo na corrida tempo e em eliminação. Maria Martins conseguiu um ponto na corrida por pontos e terminou o concurso com 113 pontos, os mesmos da vencedora, a japonesa Yumi Kajihara. A terceira classificada foi a belga Jolien D’Hoore, com 106 pontos.

Este resultado deixa Portugal mais perto da qualificação para os Jogos Olímpicos de Tóquio no setor feminino de omnium e coloca Maria Martins no segundo posto da classificação geral da Taça do Mundo nesta importante disciplina olímpica.

A participação no setor masculino foi mais acidentada. Iuri Leitão e João Matias formaram equipa em Madison, outra disciplina em que Portugal tem ambições de qualificação para Tóquio. A queda de Iuri Leitão marcou a prestação nacional, com a dupla portuguesa a quedar-se pelo 15.º posto, com três pontos. Foi um resultado que atrasou a Equipa Portugal no ranking de apuramento olímpico.

Os alemães Roger Kluge e Thoe Reinhardt venceram, com 52 pontos, mais 14 do que os neozelandeses Tom Sexton e Campbell Stewart, e mais 19 do que os britânicos Mark Stewart e Fred Wright, que completaram o pódio.

João Matias competiu também na disciplina de scratch. Foi um dos corredores mais ativos durante a prova de 15 quilómetros. As movimentações em que se envolveu o barcelense não resultaram e o corredor português pagaria, no final, as despesas da ambição, cortando a meta como 22.º classificado. A medalha de ouro foi para o holandês Roy Eefting, que esteve acompanhado no pódio pelo grego Christos Volikakis, segundo, e pelo neozelandês Corbin Strong, terceiro.

Fonte: FPC

sábado, 30 de novembro de 2019

“O Challenge Lisboa 2020 inclui o Challenge Lisboa Clubs Trophy!”

O Challenge Lisboa, marcado para dia 23 de maio de 2020, tem uma nova competição, o Challenge Lisboa Clubs Trophy!

Este novo troféu é disputado na Middle-Distance e todos os clubes com o mínimo de quatro atletas inscritos podem participar.

O tempo dos primeiros quatro atletas de cada clube são somados e a equipa com a soma do menor tempo será a vencedora.

Os clubes podem no entanto inscrever o número de atletas que entenderem e todos os atletas da equipa beneficiam de um desconto de 20%, desde que o clube e o atleta estejam inscrito com licença válida na Federação de Triatlo de Portugal  http://challenge-lisboa.com/races/clubs-trophy/

Os três primeiros clubes portugueses recebem troféu.

Ganhe este troféu pelo seu clube!

O código de desconto para esta competição é: clisboaclubsc2020

Bons treinos!

Fonte: FTP

“Equipa Portugal/Pódio para Maria Martins em Hong Kong”

Por: José Carlos Gomes

A portuguesa Maria Martins foi hoje a terceira classificada na corrida de scratch da etapa da Taça do Mundo de Pista, que decorre em Hong Kong, China, até amanhã. Iuri Leitão foi o décimo classificado no concurso olímpico de omnium.

Maria Martins começou o dia apurando-se para a final de scratch. Na corrida decisiva, 10 quilómetros resultantes de 40 voltas, a ribatejana foi a terceira classificada. A prova foi dominada pela norueguesa Anita Yvonne Stenberg, que conquistou a medalha de ouro por ser a única a dobrar o pelotão.

Na luta pelas restantes posições de pódio, Maria Martins foi apenas batida pela austríaca Verena Eberhardt, que ficou com a medalha de prata, deixando o bronze para a corredor portuguesa.

Iuri Leitão teve a importante tarefa de somar o maior número possível de pontos na disciplina olímpica de omnium, cumprindo o objetivo, pois o décimo lugar significa que Portugal ganhou posições à esmagadora maioria dos países concorrentes pelas vagas de omnium em Tóquio 2020.

O vianense iniciou o concurso com o décimo posto em scratch, sendo 13.º na corrida tempo e 12.º na eliminação. Os 18 pontos somados na corrida por pontos permitiram-lhe terminar a competição com 86, no décimo posto. O neozelandês Campbell Stewart impôs-se, com 142 pontos, seguido pelo alemão Roger Kluge, com 133, e pelo suíço Thery Schir, com 125.

Amanhã João Matias irá entrar em ação no apuramento de scratch, às 6h15 e, qualificando-se, corre a final às 11h30. Maria Martins irá defender as cores nacionais na disciplina olímpica de omnium. O concurso começa às 8h00, estendendo-se até cerca das 11h00. Iuri Leitão e João Matias irão fazer dupla em madison, às 9h00.

Fonte: FPC

“Volta a Portugal termina em Lisboa em 2020, garante Fernando Medina"

O primeiro dia da Volta a Portugal coincide com a prova de contrarrelógio dos Jogos Olímpicos Tóquio2020.

Fernando Medina, presidente da Câmara Municipal de Lisboa MIGUEL A. LOPES/LUSA

O presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, anunciou hoje que a edição do próximo ano da Volta a Portugal vai terminar na capital, depois de este ano ter tido a sua etapa final no Porto.

Na gala comemorativa dos 120 anos da União Velocipédica Portuguesa - Federação Portuguesa de Ciclismo, que decorreu em Lisboa, o autarca destacou o “papel extraordinário” da Volta a Portugal em “aproximar o país”, considerando-a um “evento social, cultural e desportivo”.

“É com gosto que Lisboa retoma este papel importante na Volta a Portugal. Podemos já dizer que em 2020 a chegada será Lisboa e permitam-me dizer que, com todo o respeito por todas as regiões e cidades do país, eu acho que a chegada ali através do arco da Rua Augusta é capaz de ser imbatível”, afirmou.

Depois de ter acolhido a última etapa em 2016, Lisboa será novamente palco da consagração do vencedor da edição de 2020, que se disputa entre 29 de julho a 09 de agosto, mantendo-se no mesmo período dos últimos anos.

Em 2019, a principal prova nacional correu-se de 31 a 11 de agosto, continuando a iniciar-se a uma quarta-feira e a terminar a um domingo.

O primeiro dia da Volta a Portugal coincide com a prova de contrarrelógio dos Jogos Olímpicos Tóquio2020.

Fonte: Sapo on-line

“Gala 120 Anos/Federação Portuguesa de Ciclismo recebe Ordem do Infante D. Henrique”

Por: José Carlos Gomes

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, agraciou hoje a Federação Portuguesa de Ciclismo com a Ordem do Infante D. Henrique, durante a gala comemorativa dos 120 Anos da Federação, realizada no Fórum Lisboa, na capital.

A partir de hoje a União Velocipédica Portuguesa – Federação Portuguesa de Ciclismo é Membro Honorário da Ordem do Infante D. Henrique, reconhecimento pelo contributo, ao longo de 120 anos, para o prestígio do país.

“Tomei esta decisão para agradecer 120 anos, não apenas desta Direção, mas de todas as Direções, de todos os dirigentes, de todos os atletas, de todos os milhares senão milhões de portugueses que, competindo, assistindo, acompanhando ou apoiando, deram, dão e vão continuar a dar um contributo para um Portugal melhor”, frisou o chefe de Estado.

O Presidente da República recordou as memórias pessoais ligadas à bicicleta e ao ciclismo, sublinhando as caraterísticas que fazem do ciclismo uma atividade ímpar: “A ligação ao povo de todo o país, o papel de coesão social e territorial, a função de transformação social, o sentido democrático. O prestígio social que o ciclismo proporciona a Portugal é notável ao longo da História destes 120 anos. O ciclismo é uma realidade popular, que vem do povo e continua no povo”, frisou Marcelo Rebelo de Sousa.

Já antes, o secretário de Estado da Juventude e Desporto, João Paulo Rebelo, lamentara não poder entregar qualquer condecoração à Federação Portuguesa de Ciclismo, instituição já detentora do mais alto reconhecimento que é da competência do Governo.

“O ciclismo gera as maiores paixões, pela forma como chega às comunidades e ao território. A Federação Portuguesa de Ciclismo, pelos ídolos que produziu e continua a produzir, orgulha-nos a todos”, disse o representante governamental.

O anfitrião da cerimónia, o edil de Lisboa, Fernando Medina, destacou o papel da bicicleta nas políticas urbanas de mobilidade. “Sou o autarca que encontrou na bicicleta um elemento de futuro e não de passado. É o futuro das políticas da cidade e da mobilidade. É o meio de transporte mais eficaz na gestão do núcleo urbano”, declarou o presidente da Câmara Municipal de Lisboa.

O presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, Delmino Pereira, também destacou o enraizamento popular da modalidade. O dirigente congratulou-se pela capacidade do ciclismo para se adaptar aos diferentes tempos sociais e políticos do país e do mundo.

“Chegámos a um tempo em que a globalização é irreversível e em que o ciclismo é também cada vez mais global, exigindo-se que seja cada vez mais ético, inovador, científico e tecnológico. O Centro de Alto Rendimento de Anadia aproximou o ciclismo português do futuro”, considera Delmino Pereira, que apontou como grande desafio a capacidade de inovação necessária para atrair cada vez mais jovens ao desporto.

Antes da condecoração federativa pelo Presidente da República, viveram-se momentos de grande emoção, quando quatro figuras da modalidade foram distinguidas pela Federação Portuguesa de Ciclismo, simbolizando a homenagem a toda a comunidade velocipédica nacional.

Foram agraciados José Bento Pessoa, Alves Barbosa, Joaquim Agostinho e Rui Costa. Maria Benta Villas, neta de Bento pessoa, Rosa Barbosa, esposa de Alves Barbosa, Ana Agostinho, esposa de Joaquim Agostinho, e Rui Costa subiram ao palco e proferiram palavras emocionadas de agradecimento.

“É uma enorme honra receber esta distinção, que não é apenas minha, mas de toda a minha geração e de todos os ciclistas. Graças à Federação Portuguesa de Ciclismo sou o ciclista que sou, pois é o resultado do trabalho feito desde as camadas jovens”, reconheceu o campeão mundial de 2013.

Fonte: FPC

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

“FIGURAS MARCANTES DO CICLISMO LUSO”

Hoje falamos de: José Maria Nicolau

Foram várias as figuras do pelotão nacional que marcaram as principais fases da evolução do ciclismo português, e das quais nos iremos ocupar neste capítulo, desde as proezas de José Bento Pessoa, nos finais do Século XVIII, aos inesquecíveis José Maria Nicolau e Alfredo Trindade, até aos históricos Alves Barbosa, Joaquim Agostinho e Marco Chagas.

Pelo meio ficaram Ribeiro da Silva, a dinastia dominadora do FC Porto (dos Moreira, Dias Santos, Sousa Cardoso, Mário Silva, José Pacheco, entre outros), os dois José Martins (o do Benfica e o da Coelima), José Albuquerque (o popular “Faísca”), o “leão” João Roque e os benfiquistas Peixoto Alves, Fernando Mendes e Francisco Valada, para terminar em Joaquim Gomes, Fernando Carvalho, Jorge Silva, Orlando Rodrigues, Vítor Gamito, Nuno Ribeiro e José Azevedo. 

Todos eles estão envolvidos na reconstituição, que a seguir fazemos, das breves biografias daqueles que elegemos como principais marcos históricos da evolução do ciclismo português


JOSÉ MARIA NICOLAU

Nascimento: 15 de Outubro de 1908 Naturalidade: Cartaxo Equipas: Carcavelos (1928) e Benfica (1929 a 1939) Volta a Portugal: 1º + 8 etapas + 14 dias de líder em 1931; 2º + 4 etapas + 7 dias de líder; desistiu em 1933 + 1 etapa + 1 dia de líder; 1º + 3 etapas + 10 dias de líder, em 1934; desistiu em 1935. Vestiu a camisola amarela 24 vezes. Terminou a carreira: 24/09/1939 faleceu: 25 de Agosto de 1969, vítima de acidente de viação.


DEU ASAS AO BENFICA

José Maria Nicolau, foi um dos mais populares ciclistas portugueses dos anos 30, que, depois de se ter evidenciado nas fileiras do Carcavelos, ingressou no Benfica, em 1929, ao serviço do qual venceu a Volta a Portugal em Bicicleta em 1931 e 1934, em animados despiques com o seu conterrâneo e grande rival, Alfredo Trindade, o qual, antes de chegar ao Sporting, se revelou nas fileiras do União Clube Rio de Janeiro, popular colectividade do Bairro Alto, da cidade de Lisboa.

Durante a década de 1930 os dois corredores, ribatejanos da mesma terra, da mesma idade (separava-os apenas cinco meses) e de clubes rivais, mas muito amigos, fizeram vibrar de entusiasmo os desportistas portugueses com os seus empolgantes duelos, dando assim decisiva contribuição para a popularidade e expansão, a nível nacional, do ciclismo e dos dois grandes clubes lisboetas.

Nicolau impressionava pela sua compleição física e robustez (80 kg), em contraste com a franzina silhueta de Trindade (50 kg), mas eram iguais pelo seu espírito de lutadores.


PRINCIPAIS VITÓRIAS:

Nicolau não se limitou a ganhar duas Voltas a Portugal. Com o mesmo brio e tenacidade bateu-se por outros sucessos, tendo ganho, sempre ao serviço do Benfica:

100 Km da Golegã (1930)

Golegã-V. Franca-Benavente (1930)

Lisboa-Coimbra (1930, 31 e 32)

Campeonato Nacional de Fundo (1931, 1932, 1933)

Taça Olímpica – CRI (1930, 1931, 1932, 1933)

GP Outono (1931)

Volta a Lisboa (1931)

Porto-Vigo (1931)

Taça da União e a Volta a Lisboa (1931 e 1932)

Lisboa-Sintra (1932-1933)

Lisboa-Ericeira-Mafra-Malveira-Lisboa (1932)

Porto-Lisboa (1932, 1934 e 1935)

Lisboa-Bombarral-Lisboa (1933)

Tábua-Coimbra-Tábua (1934).

Fonte: FPC

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

“FEIRENSE APRESENTA EQUIPA PARA A ÉPOCA DE 2020”

Rafael Reis será ciclista do CD Feirense em 2020

O Clube Desportivo Feirense prepara-se para pedalar a terceira época consecutiva na estrada, apresentando cinco entradas e quatro renovações na equipa continental, que terá a designação Feirense: Rafael Reis, Gonçalo Amado, Fábio Oliveira, Rafael Ferreira e Afonso Eulálio unem-se a Oscar Pelegrí, Bernardo Saavedra, António Ferreira e Luís Cabral.

Após um primeiro período vivido na modalidade entre os anos de 1987 e 1993, no decorrer do qual foram alcançadas 15 vitórias em etapas da Volta a Portugal, prova rainha onde se conquistou a camisola amarela, em 1990, com Fernando Carvalho, o Clube Desportivo Feirense mantém-se na estrada em 2020 com a garra e determinação que lhe são características.

A temporada de 2018 marcou o regresso ao ciclismo, no âmbito das comemorações do centenário do Clube Desportivo Feirense, um regresso bastante almejado pelo presidente Rodrigo Nunes, que pauta a sua presidência pela manutenção do ecletismo no Clube e que não poupou esforços para manter o projecto da equipa de ciclismo na estrada na época vindoura.

Sob o lema ‘Correr sempre para ganhar’, os corredores fogaceiros têm como fonte de inspiração o símbolo da cidade, o Castelo de Santa Maria da Feira, e foi com essa inspiração que se tornaram numa das equipas lusas mais vitoriosas de 2019, alcançando #DeCasteloAoPeito seis vitórias na estrada e 16 medalhas em pista, sendo também campeões nacionais nesta vertente.

O trabalho rumo a um ano de 2020 igualmente frutífero já está em curso, através de Joaquim Andrade, que se mantém à frente da direcção desportiva da equipa continental pela terceira temporada consecutiva, para a qual elegeu um grupo bastante jovem, mas também pontuado de experiência e com predicados no ciclismo.

“Constituímos uma equipa muito jovem para 2020, em grande parte com corredores sub-23, mas também com corredores de grande qualidade. O Rafael Reis é um dos melhores corredores portugueses da actualidade, e o melhor contra-relogista do pelotão nacional, e temos o Oscar Pelegrí, que para mim será em 2020 o melhor sprinter do pelotão nacional.

Depois temos uma série de jovens talentos, alguns deles com provas significativas no nosso ciclismo como o António Ferreira, que fez uma temporada brilhante e venceu a mais dura prova do escalão Sub-23, e o Bernardo Saavedra, que há bem pouco tempo era um desconhecido e já é um dos melhores corredores do escalão. Todos os restantes têm uma enorme margem de evolução e nunca sabemos até onde podem chegar.

Por isso é tão importante manter esta nossa linha de interacção entre corredores mais jovens e corredores mais experientes e com muita qualidade, o que ajuda muito mais ao crescimento destes jovens, à imagem do que aconteceu na nossa equipa nestes dois últimos anos”, sublinhou Joaquim Andrade.

É de salientar a continuidade dos ciclistas das nossas escolas reflectida na equipa deste ano, com cinco corredores que fizeram a sua formação nas nossas equipas de formação, que desde 2018 estão a cargo do Sport Ciclismo S. João de Ver, que coordena as equipas de formação do Clube Desportivo Feirense, desde escolinhas, cadetes e juniores.

Avançando com nove rostos da equipa continental Feirense de 2020, passamos a apresentar em seguida cinco entradas e quatro renovações.


RAFAEL REIS, 27 (Por, 15/07/1992)

A entrada de Rafael Reis irá trazer a experiência, desenvolvida em Portugal e no estrangeiro, deste prodígio do contra-relógio, que através da sua qualidade de contra-relogista já envergou por duas vezes a camisola amarela da Volta a Portugal, ao vencer o prólogo em 2018 e 2016, feito também alcançado no prestigiado Troféu Joaquim Agostinho, nos mesmos anos.

O corredor, que já envergou em júnior e em sub-23 a camisola de campeão nacional de crono por quatro vezes consecutivas, marcou ainda o ano de 2016 com a importante conquista da camisola amarela do Grande Prémio Jornal de Notícias.


OSCAR PELEGRÍ, 25 (Esp, 30/05/1994)

Pelo segundo ano consecutivo, Oscar Pelegrí irá vestir as cores Feirenses. O espanhol destaca-se por ser um dos corredores mais rápidos do nosso pelotão, tendo por diversas vezes estado ao serviço de João Matias na presente época, pois além de rápido é um exímio lançador.

O ano de 2019 ficou marcado pela vitória de etapa no Grande Prémio Abimota, competição na qual conquistou a camisola amarela no ano anterior. Além da vertente de estrada, tem vindo a destacar-se na vertente de pista em provas de âmbito internacional, sendo um dos corredores da Selecção de Espanha a trabalhar para a qualificação do seu país rumo aos Jogos Olímpicos de Tóquio.
 

ANTÓNIO FERREIRA, 19 (Por, 03/04/2000)

Nesta que foi a sua primeira época ao nível profissional, vindo da formação júnior Feirense, António Ferreira conquistou já neste ano a camisola amarela do GP Azores, com uma exibição de forte qualidade ao conquistar também a exigente etapa rainha. O corredor sub-23 continua a ser uma aposta para 2020.


BERNARDO SAAVEDRA, 21 (Por, 01/05/1998)

Bernardo Saavedra (ou João Leite como também é conhecido) mantém-se pelo terceiro ano com a equipa Feirense. Medalha de bronze nos Campeonatos Nacionais de Sub-23 e uma peça importantíssima na nossa vitória no GP Azores, tem sido um dos jovens que mais tem crescido na modalidade, e assim continuará de castelo ao peito pela terceira época consecutiva.


FÁBIO OLIVEIRA, 25 (Por, 25/10/1994)

Fábio Oliveira é mais um dos novos rostos da equipa em 2020. Caracterizado por ser um corredor todo terreno, fez a sua formação nas escolas do Sport Ciclismo S. João de Ver, que actualmente tem a cargo as equipas de formação do CD Feirense.


GONÇALO AMADO, 25 (Por, 09/02/1994)

O corredor Gonçalo Amado destaca-se em grande medida por ser um dos melhores betetistas portugueses da actualidade. Os êxitos na vertente de BTT sucederam-se desde as camadas de formação, assinalando-se os cinco títulos de campeão nacional de XCO.

Contudo, a paixão pela estrada tem-se evidenciado no seu percurso, apostando para 2020 em focar-se nesta vertente com a equipa Feirense.


RAFAEL FERREIRA, 20 (Por, 24/01/1999)

O sub-23 Rafael Ferreira despertou a atenção do director desportivo Joaquim Andrade na Volta às Terras de Santa Maria, na qual correu como individual. A forte vontade em tornar-se corredor profissional, aliada à qualidade demonstrada, levam a equipa Feirense a apostar neste jovem corredor.


LUÍS CABRAL, 19 (Por, 16/02/2000)

O jovem açoriano Luís Cabral sobe à equipa profissional vindo dos sub-23 das escolas do Feirense. Estagiou com a equipa profissional no final da época de 2019 e agarrou com unhas e dentes a oportunidade, que assim vê manter-se em 2020, ao demonstrar garra e qualidade em cada prova disputada.


AFONSO EULÁLIO, 18 (Por, 30/09/2001)

Com apenas 18 anos, Afonso Eulálio sobe à equipa profissional vindo da nossa equipa júnior. Na presente temporada, destacou-se como um dos jovens juniores mais consistentes, chegando a arrecadar alguns triunfos no seu escalão, nomeadamente o Circuito de Argoncilhe, o Memorial aos Ciclistas de S. João de Ver e o Memorial Bruno Neves, para além de oito vitórias alcançadas na vertente de BTT.

Fonte: Clube Desportivo Feirense

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

“Equipa Portugal/Seleção Nacional de Pista compete em Hong Kong”

A terceira etapa da Taça do Mundo de Pista será realizada em Hong Kong, China, no próximo fim de semana, com a Equipa Portugal representada por Iuri Leitão, João Matias e por Maria Martins.

A seleção mantém a chama acesa do sonho olímpico, com o propósito de se qualificar para Tóquio 2020 nas disciplinas de madison e de omnium. Após os resultados positivos, nas provas de Minsk e Glasgow, a equipa nacional pretende continuar a consolidação da sua candidatura, na terceira jornada da Taça do Mundo, em Hong Kong.

O selecionador nacional, Gabriel Mendes, irá contar com uma mudança em relação às provas anteriores, introduzindo João Matias, nas provas de scratch e de Madison, em substituição de Rui Oliveira, desta vez em repouso competitivo.

A campanha portuguesa, na China, irá começar dia 30 de novembro, com Maria Martins, na qualificação de scratch feminino, às 8h25, com a final a disputar-se às 13h10. Iuri Leitão inicia o concurso de omnium às 10h00 e irá competir até cerca das 13h00.

No dia 1 de dezembro, João Matias irá entrar em ação no apuramento de scratch, às 6h15 e, qualificando-se, corre a final às 11h30. Maria Martins irá defender as cores nacionais na disciplina olímpica de omnium. O concurso começa às 8h00, estendendo-se até cerca das 11h00. Iuri Leitão e João Matias irão fazer dupla em madison, às 9h00.

A competição no velódromo de Hong Kong promete ser disputada. O calendário da Taça do Mundo encontra-se a meio e os corredores não querem ficar para trás no ranking, tendo em vista a participação nos Jogos Olímpicos.

Depois da passagem por Hong Kong, a quarta jornada será em Cambridge, na Nova Zelândia, de 6 a 8 de dezembro.

As horas apresentadas estão de acordo com a hora de Portugal Continental.

Fonte: FPC

“Depois das trotinetas, hive coloca 150 bicicletas elétricas nas ruas de Lisboa”

Por: Pedro Venâncio

Um ano após o lançamento das trotinetas elétricas, a hive, empresa do grupo Free Now – joint-venture de mobilidade da Daimler e BMW – disponibiliza a partir de hoje 150 bicicletas elétricas na cidade de Lisboa. Desta forma, a empresa consolida a sua posição em Portugal, contribuindo para “uma cidade neutra em carbono, ao mesmo tempo que responde às necessidades de procura dos seus cidadãos”. A integração das meios de micromobilidade – trotinetas e bicicletas – na app Free Now vai acontecer até ao final do ano.
Tristan Torres, CEO da hive, garante que, “hoje em dia, as pessoas procuram formas de transporte alternativas que tornem a sua vida no dia a dia mais fácil, saudável e divertida, e nós queremos ser parte dessa mudança”. Além disso, “contribuir para a sustentabilidade global, e ter um impacto positivo na saúde das pessoas são as bases do nosso negócio”, sublinha o responsável máximo da hive.
Tal como as trotinetas, o aluguer das bicicletas é feito através da app da hive. Todavia, os novos velocípedes podem ser desbloqueados gratuitamente, tendo um custo de utilização de 0,20 euros por minuto. “Acreditamos numa plataforma multimodal que permite aos utilizadores escolher o tipo de veículo consoante aquelas que são as suas necessidades no momento”, esclarece Thiago Ibrahim, diretor-geral da hive em Portugal.
Segundo a empresa alemã, criada em 2018, “estudos recentes mostram que a condução eco-friendly faz com que as pessoas se movimentem mais e durante mais tempo, o que se traduz em benefícios para a sua saúde, além de contribuir para a redução do tráfego e das emissões de carbono nas cidades”.
Em apenas um ano, foram percorridos, a nível global, dois milhões de quilómetros em trotinetas elétricas da hive, o que impediu a emissão de mais de 435 toneladas de CO2.
A hive passa a ser a segunda empresa a disponibilizar simultaneamente trotinetas e bicicletas elétrica em Lisboa, depois da JUMP, da Uber. Além disso, na capital portuguesa, permanecem à disposição dos utilizadores trotinetas da Lime, Circ, Bird e Frog, bem como bicicletas elétricas e convencionais da GIRA.

Fonte: Transportes em Revista on-line