domingo, 19 de agosto de 2018

“Matej Mohoric vence o Binck Bank Tour”

Esloveno triunfou na prova belga, onde Nuno Bico foi 78.º

Por: Lusa

O ciclista esloveno Matej Mohoric (Bahrein-Merida) foi o vencedor final do Binck Bank Tour, que este domingo terminou em Geraardsbergen com uma etapa ganha pelo australiano da Sunweb Michael Mathews.

No conjunto das sete etapas, Mohoric foi creditado em 25:13.01 horas, com Mathews a cinco segundos e o belga Tim Wellens (Lotto Soudal), a 20.

Nuno Bico (Movistar) terminou a competição no 78.º lugar, a quase meia hora de Mohoric, enquanto Ruben Guerreiro (Trek-Segafredo) desistiu nesta sétima e última etapa.

Fonte: Record on-line

“Tiago Machado foi 37.º na Artic Race na Noruega”

Russo Sergei Chernetski (Astana) venceu prova

Por: Lusa

Foto: Filipe Farinha/Arquivo

Tiago Machado (Katusha Alpecin) terminou este domingo na 37.ª posição a Artic Race na Noruega, prova ganha pelo russo Sergei Chernetski (Astana).

O corredor natural de Famalicão concluiu a quarta e última etapa no 73.º posto, a 1.24 minutos do vencedor, o holandês Mathieu van der Poel (Corendon-Circus), que concluiu os 145,5 quilómetros da ligação entre Kvalsund e Alta em 3:21.02 horas.

Na classificação geral, Chernetski segurou o triunfo final, com 11 segundos de vantagem sobre o norueguês Markus Hoelgaard (Joker Icopal), segundo classificado, e 12 sobre o norte-americano Colin Joyce (Rally Cycling), terceiro.

Fonte: Record on-line

“Equipa Portugal/Tiago Antunes em fuga e Rui Oliveira sétimo na chegada”

Por: José Carlos

Rui Oliveira voltou a ser o melhor português na terceira etapa da Volta a França do Futuro, cortando a meta na sétima posição, depois de percorridos os 171,2 quilómetros que uniram Lude a Châteaudun. Tiago Antunes andou em fuga, mas foi alcançado nas últimas centenas de metros, ao contrário do francês Damien Touzé, que conseguiu levar a escapada até à meta para vencer a tirada.

A terceira jornada da Volta a França do Futuro foi, até ao momento, a mais exigente da competição. À alta velocidade, semelhante à das etapas anteriores, juntou-se hoje um percurso ondulado e a fadiga acumulada. O resultado foi uma corrida em que as primeiras fragilidades foram postas a nu.

No pólo oposto estiveram aqueles que tentaram aproveitar as dificuldades para medir o pulso à concorrência. Entre estes mostrou-se o português Tiago Antunes, que passou cerca de metade da etapa integrado num grupo de sete fugitivos, aos quais o pelotão, comandado pela França e pela Noruega, nunca deu grande margem, acabando por aproximar-se decisivamente nos quilómetros finais.

Apesar da aceleração do grupo principal, quatro dos sete fugitivos conseguiram fazer singrar a escapada. O francês Damien Touzé venceu, relegando o italiano Edoardo Affini e o holandês Thymen Aensman para a segunda e terceira posições, respetivamente. Rui Oliveira foi o terceiro do pelotão, sétimo na tirada, a 7 segundos do vencedor. Tiago Antunes foi 35.º, João Almeida, 71.º, Marcelo Salvador, 92.º, e André Ramalho, 104.º, todos a 12 segundos. Ivo Oliveira foi 118.º, a 57 segundos.

O francês Alan Riou matém-se no topo da geral, seguido pelo norueguês Hakon Lunder Aalrust e pelo dinamarquês Magnus Bak Klaris, ambos a 1 segundo. Rui Oliveira é o melhor português na geral, ocupando a nona posição, a 2m11s do primeiro. Tiago Antunes é 32.º, João Almeida 65.º, Marcelo Salvador 73.º e André Ramalho 84.º, todos a 2m16s. Ivo Oliveira é 110.º, a 3m01s.

A Equipa Portugal está no sétimo lugar, entre 25 seleções.


“A corrida foi muito rápida e muito atacada. Houve constantes tentativas de fuga. Sabíamos que seria perigoso não ter ninguém num grupo que viesse ter sucesso, mas também era um risco colocar um ciclista a trabalhar de igual para igual na fuga. O Tiago assumiu o risco, pois trata-se de um corredor com pouco mais de 50 quilos a puxar em terreno plano com outros que têm uns 80 quilos. Poderíamos beneficiar da situação, se o grupo chegasse com algum tempo de vantagem, o que não aconteceu”, lamenta o selecionador nacional, José Poeira.

A quarta etapa, marcada para esta segunda-feira, é uma das mais importantes da competição, pois poderá marcar diferenças muito significativas entre candidatos. Trata-se do contrarrelógio por equipas, com 20,2 quilómetros a ser disputado em redor de Orléans. Prevê-se uma jornada difícil para a Equipa Portugal, que terá de defender-se das formações mais dotadas de roladores possantes, que, neste tipo de exercícios completamente planos, levam vantagem sobre os portugueses.

Fonte: FPC

“ASFIC EM DIA DIFÍCIL ALCANÇA 3 LUGAR GERAL E 2 COLETIVAMENTE”

Decorreu sábado, 18 de Agosto, na localidade do Juncal, Concelho de Porto de Mós, o 42 circuito de ciclismo de S. Miguel, prova federada e incluída na Associação de Ciclismo de santarém.

Um circuito composto por 25 voltas de 2,5 km, num traçado bastante duro e que a aumentar a dificuldade, teve como aliado o forte calor que se fez sentir.

A ASFIC deslocou-se para esta prova com 9 unidades, Rui Rodrigues, Humberto Careca, Anibal Santo, Edgar Oliveira, João letras, João Portela, Claudio Paulinho, Jorge Letras e Pako Ochoa.

A partida foi dada um pouco depois das 16 horas, para os cerca de 80 atletas presentes, que iniciou com um ritmo forte e com vários ataques de várias equipas.

Na passagem da segunda volta, dois atletas de equipas adversárias conseguiram escap, ar e iniciar uma fuga, a qual o pelotão levou algum tempo a reagir, dando espapaço aos fugitivos. Desse espaço resultou uma vantagem confortável dos fugitivos, pelo seu ritmo de andamento, traçado da prova e dureza, impôs dificuldades na anulação da fuga, a qual não conseguiu ser anulada pelo pelotão até final.

No entanto, um dos fugitivos a faltar cerca de 9 voltas, não conseguiu acompanhar o seu companheiro de fuga, e foi alcançado por um grupo intermedio com o pelotão, composto por de cerca de 10 atletas.

A dureza da prova e ritmo imposto, foi de tal ordem, que apenas finalizaram a prova cerca de 17 atletas, os outros uma maioria desistiu e outra foi obrigado a parar por ser dobrado pelo pelotão.

O atleta fugitivo rodou até final a solo, e cortou a meta isolado. Na chegada do grupo intermédio, que ocorreu ao sprint, João Letras conseguiu cortar a meta na 3ª posição e Rui Rodrigues na 6 posição. Acabaram ainda a prova, Claudio Paulinho e Humberto Careca.

Com esta classificação, a ASFIC venceu nos escalões Elite e M40 Por João Letras e Rui Rodrigues e obteve o 3º lugar no escalão M40 por Humberto Careca.

Coletivamente, a ASFIC obteve o 2 lugar.

No próximo domingo, a ASFIC irá competir em casa, no tradicional circuito de ciclismo de Rio Maior, pelo que convidamos todos os Riomaiorenses e amantes do ciclismo, a virem apoiar a a equipa.

SEMPRE JUNTOS

Fonte: ASFIC

“Taça de Portugal Jogos Santa Casa de Elite e Sub-23”


Márcio Barbosa vence em dobradinha louletana

Por: José Carlos Gomes

Márcio Barbosa (Aviludo-Louletano-Uli) ganhou este sábado o Grande Prémio de Mortágua, terceira prova da Taça de Portugal Jogos Santa Casa de Elite e Sub-23, competição que assistiu ao domínio da equipa de Loulé, que colocou Luís Mendonça no segundo lugar. David Rodrigues (Rádio Popular-Boavista) foi o terceiro, subindo ao topo da geral da Taça.

A corrida de Mortágua foi disputada num traçado de grande exigência, o que, associado ao calor registado neste sábado, provocou diferenças assinaláveis entre os corredores.

A equipa Aviludo-Louletano-Uli foi a que melhor se adaptou às condições, desferindo um poderoso ataque que deixou a corrida decidida a favor dos algarvios. Márcio Barbosa e Luís Mendonça cortaram a meta juntos, com vitória do primeiro. O duo da frente cumpriu os 144 quilómetros da corrida em 3h40m30s.

David Rodrigues foi o único adversário que ficou a menos de dois minutos, cortando a meta na terceira posição, a 1m32s do vencedor. Este resultado catapultou o beirão para o topo da classificação geral da Taça Jogos Santa Casa na categoria de elite.

O corredor boavisteiro soma agora 121 pontos, seguindo-se Marcos Jurado (Efapel), com 93, e o anterior primeiro classificado, António Barbio (Miranda-Mortágua), com 92. Faltando ainda duas provas para a conclusão da Taça, pode dizer-se que tudo continua em aberto, embora David Rodrigues esteja em posição privilegiada e com uma vantagem significativa sobre os demais concorrentes.

O melhor sub-23 na corrida de hoje foi um corredor da equipa da casa, Jorge Magalhães (Miranda-Mortágua), que se adiantou ao colega de equipa Francisco Campos e ao rival André Carvalho (Liberty Seguros-Carglass). Com este resultado, André Carvalho segurou a primeira posição na geral de sub-23 da Taça de Portugal Jogos Santa Casa, mas passa a estar em igualdade pontual com Francisco Campos. Carvalho e Campos somam 190 pontos, mais dez do que Hugo Nunes (Miranda-Mortágua).

O domínio da Aviludo-Louletano-Uli no Grande Prémio de Mortágua permitiu à formação algarvia vencer coletivamente a prova deste sábado, mas na geral coletiva manda a Rádio Popular-Boavista, com 52 pontos, mais cinco do que a Miranda-Mortágua e mais 19 do que a W52-FC Porto, que ocupam os postos imediatos.

Entre as equipas de clube, a melhor na geral da Taça é a Fortunna/Maia.

Fonte: FPC

“Galeria Multimédia” divulgação das Fotos da “13ª Clássica Afonsoeiro.2018”

Já estão on-line na “Galeria Multimédia”, 13ª Clássica Afonsoeiro.2018”

realizado este domingo no Afonsoeiro, Montijo, as mesmas podem ser visualizadas em: https://photos.google.com/share/AF1QipPO-_3bhQuxkr9NJ2JdplKO8K1Gc-y-A4dIcsE2h302bSUIOP1nIUrtnrKX_oAHxg?key=SksxSGJ6SlNaeUxIU2VKa3RNbWhWM21jUEZWekFR

“13ª Clássica, Afonsoeiro/Canha/Afonsoeiro, ao rubro”

Texto e fotos: José Morais

O Grupo de Cicloturismo do Afonsoeiro nasce da participação de dois dos seus atuais elementos, o atual presidente e tesoureiro, num passeio realizado pelo Estrela F.C. Afonsoeirense, em 1995, aos quais se foram juntando depois mais elementos. Em 2000 resolvem fazer a legalização do Grupo, denominado de Grupo de Cicloturismo do Afonsoeiro.

O agosto, mês escolhido por excelência para muitos portugueses para férias, onde os passeios são em número reduzido, este é um dos dois realizados neste mês do calendário da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), este ano juntou duas centenas de amantes das bicicletas, num evento organizado pelo Grupo de Cicloturismo do Afonsoeiro, o qual contou com os apoios da Câmara Municipal da Montijo, União de Juntas de Freguesia do Montijo e Afonsoeiro, Moveis Jolar, Grupo Típico de Danças e Cantares do Afonsoeiro, entre outros apoios.

Pelas 8 horas começavam a movimentar-se as bicicletas no Afonsoeiro, a chegada dos primeiros participantes ocorreu bem cedo, com cicloturistas oriundos da área da grande Lisboa, algumas equipas de fora, caso de Estremoz, Arraiolos, Almeirim e Marinhais, entre outras que marcaram presença.

Confirmadas as inscrições, dar os últimos retoques nas máquinas, dois dedos de conversa, tudo isto antecedeu a partida para o passeio que foi dada pelas 9,15 horas. Na linha de partida estavam  cerca de 200 participantes, com a equipa da casa a realçar o pelotão, pela frente havia um percurso de cerca de 75 quilómetros aproximadamente para percorrer, entre o Afonsoeiro, Canha e Afonsoeiro, com paragem para abastecimento líquido e sólido em Canha, com o pelotão a chegar pelas 12,50 ao local da partida, o Polo Cultural do Afonsoeiro.

Pedalada a pedalada:

Tivemos um belo passeio, uma pedalada regular, com o pelotão a rolar quase sempre compacto, num trajeto de dificuldade baixa, onde o convívio esteve sempre presente, e muitos participantes tiveram uma animada cavaqueira, sem pressas, e descontraídas eram as pedaladas, que tinham como objetivos, a divulgação da prática desportiva e do uso da bicicleta, ao mesmo tempo que divulgar a freguesia e o concelho, tentando desta forma que as pessoas pratiquem também algum desporto, e acima de tudo andem de bicicleta.

Poder conviver, aliviando assim em parte o stress acumulado ao longo da semana de trabalho, num domingo onde o tempo esteve excelente, com uma manhã agradável, e o sol a aquecer os participantes, onde existiram zonas a atingir os 35 graus de temperatura, o imenso em nada desmotivou quem pedalavam, que o fez com muita alegria e vontade.

E a satisfação estava também expressa na parte da organização, que esteve de parabéns pela forma como dirigiu o passeio, sempre com a equipa da casa na frente a marcar o ritmo e a manter o longo pelotão todo junto, já que o trajeto também era propício a isso, ainda pelo excelente convívio proporcionado a todos, e a forma como soube receber na sua terra, o que fará com que muito já ficassem com vontade de poderem marcar presença na próxima edição.

No final, que ocorreu pelas 12,30, foi tempo de um belo banho, já que o calor apertava, depois seguiu-se um excelente almoço, onde os participantes puderam conviver tarde dentro.

Especial, foram os momentos que marcaram, e antecederam a entrega de lembranças, primeiro pela parte do Vitória Clube de Lisboa, e na pessoa do Ricardo Figueiredo, quis homenagear duas pessoas, a primeira seu filho o Gabi, que atualmente se encontra doente, marcou presença, e o pai ofereceu-lhe um T-Shirt, assinada por mojitos amigos cicloturistas, momento de grande emoção.

Depois, a sua mulher, a qual renovou os votos de amor pela mesma, elogiando as duas dezenas de anos que estão casados, pelo apoio que lhe tem dado ao longo da vida que estão juntos, algo talvez inédito neste tipo de evento, mas onde oa Ricardo quis comemorar entre amigos da familia cicloturistico.

E antes da entrega das lembranças, ainda existiu tempo para cantar os parabéns a uma aniversariante. Depois algumas palavras pela organização, e pela Veradora do Municipio.

Foi sem dúvida um bonito passeio, temos de dar os parabéns ao exelente trabalho feito pela GNR Brigada de Trânsito, como ainda Bombeiros e Cruz Vermelha, e em especial à organização por tão bons momentos que proporcionou a todos, cicloturistas e acompanhantes.

Pouco mais para dizer, fical os votos de bons passeios, boas pedaladas, e esperamos marcar presença novamente em 2019, parabéns.

Podem visualizar mais fotos em:

sábado, 18 de agosto de 2018

“Este domingo mais um direto no Facebook…”

Este domingo o Notícias do Pedal-TV vai marcar presença no Afonsoeiro, Montijo, na 13ª Clássica Afonsoeiro/Canha/Afonsoeiro.

A partir das 8,30 da manhã iremos estar em direto para o Facebook, com mais um grande passeio de bicicleta.

Entrevistas, a partida, o pelotão na estrada, o abastecimento, entre outros momentos, poderão ser visto em direto.

Se não vai participar neste grande passeio, assista a bons momentos que este passeio promete.

Não se esqueça, 8,30 aqui em direto para todos.

Nota da Redação.

“Equipa Portugal/Rui Oliveira sexto na segunda etapa do Tour do futuro”

Por: José Carlos Gomes

Rui Oliveira, sexto classificado, foi o melhor português na segunda etapa da Volta a França do Futuro, uma ligação de 144,2 quilómetros, entre Drefféac e Châteaubriant, na qual se impôs o francês Alan Riou, mais veloz da fuga bem sucedida do dia.

Esta segunda etapa foi muito veloz. Iniciou-se com uma média de 47,5 km/h nos primeiros 60 minutos de corrida. Os grandes responsáveis pela velocidade de ponta foram os três aventureiros que saltaram cedo do pelotão e chegaram a ter uma vantagem superior a 7 minutos: Magnus Bak Klaris (Dinamarca), Alan Riou (França) e Lunder Aalrust (Noruega).

O pelotão deu demasiada margem à fuga e não foi capaz de capturar os escapados, que discutiram a três a vitória na tirada, beneficiando de um circuito final muito técnico, durante o qual se sucederam as quedas no pelotão. O francês Alan Riou foi o mais veloz, seguido poe Magnus Bak Klaris e por Lunder Aalrust.

O pelotão, no qual chegou integrada toda a Equipa Portugal, gastou mais 2m16s do que o vencedor. Rui Oliveira voltou a ser um dos mais rápidos. Foi o terceiro do grupo principal e sexto na etapa. Seguiram-se Tiago Antunes, 49.º, Marcelo Salvador, 67.º, João Almeida, 82.º, Ivo Oliveira, 85.º, e André Ramalho, 94.º.

Alan Riou juntou a vitória na segunda etapa ao comando na geral, com 1 segundo de vantagem sobre Hakon Aalrust e Magnus Bak Klaris. Rui Oliveira é o quinto da geral, a 2m16s do primeiro. Entre a Equipa Portugal seguem-se Tiago Antunes, 35.º, Ivo Oliveira, 51.º, Marcelo Salvador, 66.º, João Almeida, 67.º, e André Ranalho, 85.º, todos a 2m16s.

Rui Oliveira é o segundo na classificação por pontos e a Equipa Portugal ocupa a quarta posição na geral coletiva.

“A corrida é muito longa e exigente. Não podemos assumir todos os dias o controlo do pelotão. Ainda colocámos dois elementos na perseguição, mas não podemos assumir sozinhos, porque precisamos de guardar energias para a fase decisiva. Numa etapa com muitas quedas, salvámos o dia sem problemas graves. O Tiago Antunes e o Marcelo Salvador ainda chegaram a atrasar-se, devido a uma queda, mas reentraram no pelotão”, conta o selecionador nacional, José Poeira.

A terceira etapa, marcada para este domingo, começa em Le Lude e termina em Châteaudun. Os sprinters poderão ter uma palavra a dizer, mas os últimos 500 metros são a subir e têm uma inclinação média de 7,5 por cento, terreno propício para que os trepadores mais explosivos possam tentar a sorte para fazer as primeiras diferenças.

Fonte: FPC

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

“Magnus Cort ganha quinta etapa da Binck Bank Tour”

Esloveno Matej Mohoric continua a liderar a geral

Por: Lusa

Foto: EPA

O dinamarquês Magnus Cort, da Astana, venceu esta sexta-feira a quinta etapa do Binck Bank Tour, prova de ciclismo que continua a ser liderada pelo esloveno Matej Mohoric, da Bahrein-Merida.

Cort liderou um grupo de quatro ciclistas que conseguiu ganhar 33 segundos ao pelotão, em que vinham Mohoric e os portugueses Nuno Bico, da Movistar (77.º) e Ruben Guerreiro, da Trek-Segafredo (78.º).

Na geral, Cort tem a liderança segura por três segundos sobre o belga Sean de Bie (Veranda's Willems Crelan). Guerreiro é o 99.º, a 3.30, e Bico o 105.º, a 3.43.

Fonte: Record on-line

“O Estoril Praia Triatlo e o Alhandra Sporting Clube vencem a Taça de Portugal 2018”

Taça de Portugal de Triatlo teve sete etapas e a vitória ficou decidida II Triatlo de Coruche

No dia 29 de julho realizou-se o II Triatlo de Coruche, com a sétima e última etapa da Taça de Portugal, na distância de super sprint. A vitória foi para o Alhandra Sporting Club em femininos e o Outsystems Olímpico de Oeiras ganhou a competição masculina.

As outras etapas na distância sprint passaram pelo Triatlo da Ervedeira, em Leiria, pelo Duatlo de Grândola, em formato de contrarrelógio individual, pela Taça de Quarteira, pelo Triatlo de Peniche, pelo Triatlo David Vaz, no Fundão, pelo Triatlo de Alhandra e finalmente pelo Triatlo de Coruche, que fechou o circuito da Taça, devido cancelamento da última etapa, que se iria realizar no dia 2 de setembro, em Viana do Castelo.

As outras etapas na distância sprint passaram pelo Triatlo da Ervedeira, em Leiria, pelo Duatlo de Grândola, em formato de contrarrelógio individual, pelo Triatlo de Quarteira, pelo Triatlo de Peniche, pelo Triatlo David Vaz no Fundão e pelo Triatlo de Alhandra troféu José Luís  Matos. A última etapa, que se iria realizar no dia 2 de setembro, em Viana do Castelo, foi cancelada.

Os clubes conseguiram adaptar-se às competições diversificadas que constituíram este ano a Taça de Portugal, o que pode comprovar-se pela variedade de equipas que venceram diferentes etapas, principalmente no setor masculino, que teve quatro equipas no primeiro lugar do pódio: o Alhandra Sporting Club, o Estoril Praia Triatlo, o Outsystems Olímpico de Oeiras e o Clube de Natação Torres Novas. Na competição feminina foram três as equipas que ganharam etapas da Taça; o Olímpico, o Sporting e o Alhandra, estas duas últimas muito consistentes pontuando três vitórias cada, com o Alhandra Sporting Club que venceu a última etapa, o que acabou por lhe dar vantagem na Taça de Portugal.

Fernando Correia, vice-presidente para o quadro de competições da FTP, considerou que foi uma «Taça de Portugal muito disputada, principalmente entre as equipas que discutiram os lugares cimeiros, tanto em masculinos como em femininos.» E salienta que ‘aquilo que a distinguiu foi precisamente a diversidade na constituição das etapas, com triatlo em diferentes distâncias e percursos e um duatlo contrarrelógio, pelo que as equipas tiveram que elaborar estratégias de adaptação para fazer face a essa diversificação’.

O formato deste ano da Taça de Portugal permitiu alargar as oportunidades a um maior número de clubes, o que aconteceu várias vezes, com novas equipas a apresentarem resultados. Fernando Correia salienta «que este formato foi uma aposta ganha, mas que, depois da adaptação do primeiro ano, é importante que haja mais clubes a apostarem nesta competição».

Os resultados da Taça de Portugal

O Estoril Praia Triatlo participou em todas as etapas da Taça de Portugal

Em masculinos, o Estoril Praia Triatlo venceu três etapas: a de Grândola (duatlo), Quarteira e Fundão, ficando em primeiro lugar na Taça de Portugal com 980 pontos. Já o Outsystems Olímpico de Oeiras foi o clube mais forte em duas etapas, Peniche e Coruche, tendo alcançado a segunda posição com 960 pontos. O Alhandra Sporting Club ganhou a primeira etapa alcançando a terceira posição com uma pontuação de 950.

Sendo o Estoril Praia Triatlo um projeto de 2015 , não tinham ainda em mente vencer a Taça. «Foi para nós uma vitória muito especial porque com um clube com apenas três anos de existência, nunca pensamos que fosse possível ganhar a Taça de Portugal! Tudo só aconteceu desta forma graças ao esforço individual de cada atleta que participou em algumas etapas apenas para ajudar a equipa. As vitórias coletivas dão muito trabalho, como costumo dizer», afirma Filipe Mendonça, coordenador do Estoril Praia Triatlo.

O mesmo profissional explica que a Taça de Portugal assume ainda maior importância pelo espírito de equipa que promove entre os atletas. «Cada atleta desenvolveu um esforço para participar nas provas, abdicando em alguns casos dos próprios objetivos individuais. Esta competição é por isso impulsionadora de valores importantes como o espírito de equipa e a entreajuda que ganham maior expressão em desportos individuais como é o caso do Triatlo».

A Taça é um troféu importante do Triatlo, com 30 clubes envolvidos e passagem de sete etapas de norte a sul do país. «Começamos mal na primeira etapa, uma prova complicada na Ervedeira, em que nos classificamos em 8º lugar. Mas equipa tomou novo fôlego ao vencer o Duatlo de Grândola de Contrarrelógio, uma «prova muito gira e que correu muito bem», como afirmou Filipe Mendonça, acabando ser também o Estoril a ganhar a etapa seguinte em Quarteira.

A 5ª etapa no Fundão, onde estava previsto realizar-se um triatlo olímpico sem roda, seria uma prova com fortes probabilidades de vencer, e apesar da alteração para sprint com roda, a equipa do Estoril Praia Triatlo alcançou a primeira posição, o que reforçou a liderança.

«A principal estratégia foi o planeamento, em que se optou por participar em todas as etapas, para poder pontuar em todas as provas», diz Filipe Mendonça. «A excelência dos atletas que temos ajudou na tarefa de conseguir o título, assim como o nosso patrocinador, dois fatores que decidiram a vitória.»

O coordenador do Estoril gostou deste modelo da Taça de Portugal, com etapas heterogéneas, ainda que as duas etapas com provas de distância standard tivessem acabado por não se realizar «Este formado premeia não apenas as equipas regulares, mas também as mais diversificadas, que se adaptam a provas diferentes.» E termina reforçando a importância destas competições nos desportos individuais que, como o triatlo, correm o risco de tornar muito ‘umbiguistas’! «O trabalho em equipa faz-nos pensar em coisas importantes da vida! Embora já tenha havido este ano algum esforço de projetar a Taça de Portugal, talvez faça sentido arranjar um patrocinador que ajude a impulsionar esta competição como ela merece.»

Os resultados da Competição Feminina

O pódio de Coruche com o Alhandra, o Sporting e o Benfica. O Alhandra empatou com o Sporting em pontuação, mas a vitória na última etapa colocou-o no 1º lugar da Taça

Em femininos, a equipa vencedora foi o Alhandra Sporting Club que pontuou 1010, a segunda posição pertenceu ao Sporting Clube de Portugal com a mesma pontuação e o terceiro lugar foi para o CNCVG Triatlo com 850 pontos. Na competição feminina, o Alhandra Sporting Club e o Sporting Clube de Portugal foram dois clubes com resultados muito consistentes, tornando o campeonato muito renhido entre estas duas equipas. As duas equipas empataram em vitórias, ganhando ambos com três etapas, tendo o Alhandra conseguido o primeiro lugar na última etapa, em Coruche, resultado que o colocou na primeira posição da Taça. Além destes dois clubes, o Outsystems Olímpico de Oeiras conseguiu alcançar a vitória na primeira etapa da Ervedeira.

Jorge Leitão, presidente da secção de triatlo do Alhandra Sporting Club, considerou a Taça de Portugal: «um momento positivo», afirmando também que o balanço é sempre bom quando se alcança a vitória.

Segundo o presidente, o Alhandra Sporting Clube é um clube que treina triatletas, mas, mais do que isso, pretende formar boas pessoas para a vida, muito embora, claro, os resultados estejam sempre no horizonte. «Quando o Alhandra entra em prova tenta chegar ao mais alto lugar no pódio, mais ainda quando se trata das equipas femininas que tão bons resultados têm alcançado, por isso foi com esse espírito que entrámos nesta competição». A vitória chegou mais cedo, com o cancelamento de Viana do Castelo, e ‘fomos felizes ao ganhar a última etapa’.

«Para poupar alguns triatletas que têm outros compromissos desportivos, a estratégia passa por gerir as provas, escolhendo algumas delas, já que é possível optar pelas cinco melhores pontuações», explica Jorge Leitao.

Quanto aos objetivos do Clube, o Alhandra Sporting Club é campeão de duatlo feminino pela terceira vez: «Falta-nos um título que ainda esperamos alcançar, que é o Campeonato Nacional de Clubes, ainda com uma prova de estafetas por realizar, em Lisboa.»

Jorge Leitão considera que o trabalho de equipa como aquele que é realizado em competições como a Taça de Portugal é muito importante. «O facto de se depender de outras pessoas leva-nos a ter consciência da importância essencial da entreajuda; o que tem importância como desportista e como cidadão», conclui.

Terminado o circuito da Taça de Portugal, a Federação de Triatlo de Portugal está já a planear o próximo calendário competitivo, pelo que irá apresentar novidades no mês de setembro de 2018.

Fonte: FTP

“Galo's Urban Race 2018”

Depois dos êxitos das anteriores edições, a Associação Cultural e Recreativa de Roriz (ACR Roriz), em parceria com Câmara Municipal de Barcelos, promete animar, novamente, a cidade durante a noite do próximo dia 1 de setembro.

As “Três Horas BTT Resistência Barcelos” é um empolgante desafio dirigido aos amantes do BTT. Será disputado em circuito com base no centro da cidade histórica, extensível às áreas verdes (jardins), à zona fluvial, às ruas de empedrado, recantos e locais recônditos, onde cada local está interligado à riquíssima História e Património Barcelense.

O início está marcado para as 20h00, tendo a prova a distância de 6km, em circuito urbano.

As inscrições são limitadas.

Mais informações em: www.galosurbanrace.com    

Fonte: ACR Roriz