domingo, 24 de junho de 2018

“Campeonato Nacional de Estrada/Demonstração de força dá título de fundo a Domingos Gonçalves”

Por: José Carlos Gomes

Fotos: João Calado e João Fonseca

Domingos Gonçalves (Rádio Popular-Boavista) ganhou hoje, com um ataque pleno de força, a prova de fundo do Campeonato Nacional de Estrada, disputada em Belmonte. Depois sagrar-se campeão de contrarrelógio, na sexta-feira, o barcelense também conquistou o título de fundo.

A prova de 181,8 quilómetros, com início e final no centro de Belmonte, foi espectacular, muito disputada desde as primeiras pedaladas, percorridas a alta velocidade. À semelhança do que que aconteceu ontem, na prova de sub-23, os corredores mais fortes movimentaram-se de início. Ao quilómetro 13 estava na dianteira um grupo de 17 ciclistas, entre os quais a maior parte dos favoritos. A sina da corrida ficou ali traçada, pois a luta pelo título resumiu-se àqueles homens.

Rúben Guerreiro (Trek-Segafredo), Joaquim Silva (Caja Rural-Seguros RGA), Tiago Machado (Team Katusha Alpecin), Luís Fernandes e Luís Mendonça (Aviludo-Louletano-Uli), Henrique Casimiro e Bruno Silva (Efapel), Gaspar Gonçalves (Liberty Seguros-Carglass), António Barbio (Miranda-Mortágua), Luís Gomes e Domingos Gonçalves (Rádio Popular-Boavista), Joni Brandão e Frederico Figueiredo (Sporting-Tavira), João Matias (Vito-Feirense-BlackJack), António Carvalho, José Neves e César Fonte (W52-FC Porto) foram os ciclistas que se destacaram para enfrentar o calor e os quilómetros.

Os primeiros 96 quilómetros, até ao circuito de Belmonte, deixaram o grupo unido, com exceção de Rúben Guerreiro, que desistiu vítima de indisposição, e de José Neves, que perdeu o contacto com a frente. As cinco passagens pelo circuito foram palco dos momentos mais emocionantes e da batalha, física, tática e psicológica entre os pretendentes ao título.

As passagens na subida de acesso à meta provocaram uma corrida eliminação, na qual se sucederam os ataques e a quebra dos menos bem preparados. As formações com mais do que um homem na frente procuraram desgastar os adversários. Para isso, Luís Fernandes (Aviludo-Louletano-Uli), Frederico Figueiredo (Sporting-Tavira) e César Fonte (W52-FC Porto) isolaram-se e passaram adiantados na entrada para a última volta, obrigando os oponentes a trabalhos redobrados. Percebendo o perigo, Domingos Gonçalves foi dos primeiros a reagir.

Já nos derradeiros 20 quilómetros, juntou-se na frente um grupo de oito corredores, os mais resistentes do grupo inicial de 17. Quando se começava a pensar na possibilidade de a prova decidir-se na subida de 1500 metros para a meta, Domingos Gonçalves surpreendeu os adversários, atacando a cerca de 15 quilómetros do fim. Joni Brandão esboçou a reação, mas nunca conseguiu colar-se ao minhoto.

Domingos Gonçalves, demonstrando ser claramente o mais forte de todo o pelotão de 57 corredores, foi conquistando terreno e cortou a meta isolado. Joni Brandão teve de contentar-se com o segundo lugar, a 30 segundos. O terceiro classificado, a 34 segundos, foi Henrique Casimiro.

“O segredo da vitória foi conseguir poupar-me, graças à ajuda do Luís Gomes, que estava no grupo da frente, sempre a apoiar-me. À medida que o grupo foi diminuindo, percebi que podia ganhar, porque fiz um super-contrarrelógio na sexta-feira, o que é um excelente indicador. À entrada para a última volta, estiquei para me aproximar dos ciclistas que iam fugidos. Com ajuda do Tiago Machado e do Henrique Casimiro consegui fazer a junção. Depois arranquei para tentar ganhar. Ser duplo campeão enche-me de orgulho”, confessa o campeão nacional de fundo e de contrarrelógio.

Fonte: FPC

“Galeria Multimédia” divulgação das Fotos do “Grande Passeio Cicloturismo do CCL-Clube Campismo de Lisboa.2018”

Já estão on-line na “Galeria Multimédia”, “Grande Passeio Cicloturismo do CCL-Clube Campismo de Lisboa.2018” realizado este domingo na Costa da Caparica, as mesmas podem ser visualizadas em: https://photos.google.com/share/AF1QipMRlkvJYF3r6npYF2AyAVrwuAbmekX-vzkxyGnPKkgYZ6SORcvPrsMavGArlHNz_w?key=Y18tN2cweDVFLXhOUXEtZXdkMHZQNS1FVUxBODZ3

“Grande Passeio CCL-Clube de Campismo de Lisboa”

Texto e fotos: José Morais

O CCL-Clube de Campismo de Lisboa, fechou o mês de junho com um grande passeio de cicloturismo, o evento que fazia parte do calendário oficial da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), juntou cerca de 300 participantes, para percorrerem um trajeto com cerca de 55 quilómetros, pelo concelho de Almada.

O parque de Campismo do CCL da Costa da Caparica, foi o local da concentração que ocorreu pelas 8 horas, sendo dado o inicio do passeio pelas 9,15, com passagem do pelotão por: Trafaria, Funchalimho, Lazarim, Vale de Figueira, Corroios, Vale de Milhaços, Foros da Amora, estação de Coina, onde foi feita uma paragem para abastecimento líquido e sólido.

Retomadas as pedaladas, seguiu-se por; Fernão Ferro, Fogueteiro, Paivas, Cruz de Pau, Sobreda, Trafaria, e Costa da Caparica, onde cerca das 12,40 vieram a terminar as pedaladas deste domingo, 24 de junho.

Pedalada a pedalada:

Num domingo que acordou um pouco nublado, com uma manhã bem fresca, bem cedo o sol alegrou a manhã, e as temperaturas aumentaram, o que foi bom na primeira parte do trajeto, mas muito quente no final do mesmo, onde o verão veio mostrar que já está presente.

Foi um passeio com uma excelente organização, com a equipa da casa sempre a manter a pedalada certa, num trajeto com alguns pontos de maior dificuldade, mas superado por todos, pela velocidade imposta, o que manteve praticamente sempre o longo pelotão compacto.

Convívio, antes, durante e após o passeio foi o que não faltou, sempre com muita animação, a qual continuou tarde dentro, já que â espera de todos estava um grande almoço, um porco no espeto, que deliciou todos que por lá passaram, convivendo entre todos, relembrando os bons momentos passados.

Num passeio sem casos especiais, temos de referenciar alguns pontos muito positivos, em primeiro a organização pela forma com receberam todos, as forças policiais tanto da GNR Brigada de Trânsito, como a PSP Trânsito, que deu segurança a toda a caravana, os Bombeiros Voluntários de Camarate, que se apresentaram com uma ambulância e uma moto, algo inédito, e ainda o apoio do Moto Clube do Seixal, que completaram as segurança, ao longo de todo o percurso, como nos cruzamentos mais importantes.

Estão assim todos de parabéns, pelo excelente passeio que todos os participantes puderam ter, numa salutar manhã desportiva, que ficará sem dúvida na memória de todos os que marcaram presença.

 Da nossa parte, resta-nos deixar os parabéns, e a promessa de voltar numa próxima edição, até ficam os votos de bons passeios, boas pedaladas.

Pode visualizar mais fotos em:



 

sábado, 23 de junho de 2018

“Duas medalhas de ouro nos Jogos do Mediterrâneo 2018”

Os Jogos do Mediterrâneo realizam-se na cidade de Tarragona, na Catalunha, entre ontem 22 de junho e 1 de julho de 2018.

A comitiva portuguesa de triatlo, com quatro triatletas em prova, alinhou hoje nas competições femininas 10h45 e masculinas às 13h (menos uma hora em Portugal).

Melanie Santos, do Sport Lisboa e Benfica, ganhou a competição, obtendo assim a primeira medalha de ouro para Portugal. A triatleta referiu que a prova correu muito bem, de modo muito tranquilo: «Foi uma competição muito rápida, em que me senti muito bem, saí no primeiro grupo da natação, 3º ou 4º e tentei um segmento de ciclismo forte. Depois neste segmento fiquei só eu e a triatleta espanhola.»


Melanie Santos vence com vantagem os Jogos do Mediterrâneo

Melanie conseguiu ser mais forte no ciclismo, de tal forma que a triatleta espanhola ficou para trás e a triatleta lusa acabou por pedalar sozinha durante metade do percurso. «Entrei na corrida já com algum avanço, estava um bocado de vento, mas senti-me bem e ganhei com alguma vantagem». Satisfeita com os resultados, mas as competições não param, e Melanie já está com o foco na Taça do Mundo da Hungria, a sua próxima prova de qualificação.
 

Gabriela Ribeiro fez uma natação forte, saindo em segundo da água

Melanie Santos venceu com a marca de 1:04:52, seguida da espanhola Anna Godoy Contreras 01:06:34 e de Cecilia Santamaria Surroca, com 01:06:52 também de nacionalidade espanhola.


João Pereira regressa às competições confiante!

Gabriela Ribeiro, do Alhandra Sporting Club, conquistou a quarta posição com 01:07:28, e ficou contente com a sua prestação. A atleta de apenas 17 anos saiu em segundo lugar da natação, mas não conseguiu acompanhar a sua compatriota Melanie – que pedalou sozinha-, posicionando-se no grupo perseguidor de ciclismo. «O ciclismo da Melanie foi agressivo, mas dei tudo por tudo, estive ali a par e passo com a terceira e fiquei em 4º que foi muito bom», conta-nos a jovem triatleta.

Na competição masculina João Pereira foi o primeiro a chegar à meta, conquistando assim a medalha de ouro. «Correu muito bem a prova, estou muito contente, principalmente depois deste interregno nas provas, voltaram as boas sensações!» O triatleta do Benfica abordou a natação com força de modo a ficar bem posicionado e fazer uma transição com calma. «O percurso de ciclismo foi duro, com adversários fortes, fiquei inserido num grupo da frente. Depois fiz a corrida com mais dois triatletas espanhóis, num percurso com duas voltas, muito plano e rolante, que iniciava contra o vento. Assim que tive oportunidade acelerei o passo e sensivelmente a 1500 metros descolei e tentei correr mais forte para passar a meta em primeiro lugar, o que acabou por acontecer». João Pereira mostrou-se muito satisfeito com a sua prestação, depois da breve interrupção para recuperar de uma lesão ligeira.

João Pereira venceu a prova com o tempo 00:57:28, com o espanhol António Serrat Seoane em segundo com 00:57:45 e na terceira posição, também de Espanha, ficou António Benito Lopez,  com 00:57:57.

Fez-se história na primeira participação portuguesa de sempre nos Jogos do Mediterrâneo

João Silva teve um furo na bicicleta e acabou afastado da competição

Esta é uma competição multidesportiva organizada dentro movimento olímpico, com o reconhecimento do Comité Olímpico Internacional (COI), em que participam os países banhados pelo Mediterrâneo. Apesar de Portugal não ser banhado pelo referido mar, o nosso país irá participar pela primeira vez nesta competição, representando 29 modalidades das 33 presentes. Esta competição, que terá uma duração de 10 dias, contará com a presença 4000 atletas de 26 países.

O Triatlo fez história nos Jogos Mediterrâneos ao conquistar duas medalhas de outro e continuará até dia 1 de julho na primeira participação de Portugal nesta competição.

Fonte: FTP

“JOGOS DO MEDITERRÂNEO: JOÃO PEREIRA CONQUISTA SEGUNDO OURO PARA PORTUGAL NO TRIATLO”

Melanie Santos já tinha vencido a prova feminina na mesma modalidade

Por: Lusa

Foto: Filipe Farinha

O triatleta português João Pereira conquistou este sábado a medalha de ouro no sprint nos Jogos do Mediterrâneo, que decorrem em Tarragona, Espanha, com o tempo de 57.28 minutos.

O atleta, que no ano passado venceu três títulos europeus, dois por Portugal em sprint e na distância olímpica e um pelo Benfica na vertente de equipas, demorou 10.10 minutos a nadar (750 metros), 31.14 em bicicleta (20 quilómetros) e 15.15 minutos a correr as duas voltas num total de cinco quilómetros.

As medalhas de prata e bronze foram arrecadadas por espanhóis: Antonio Seoane com o tempo 57.45 minutos, mais 17 segundos do que o atleta português, e Antonio Lopez com o tempo 57.57 minutos, mais 29 segundos do que o primeiro classificado.

João Silva, o outro atleta português que participou nesta prova, acabou na 10.ª posição com o tempo de 1:01.22 horas.

A prova disputou-se no circuito urbano de Altafulla, província de Tarragona, Espanha, onde antes a triatleta Melanie Santos conquistou a medalha de ouro, a primeira para Portugal nos Jogos do Mediterrâneo, com o tempo 1:04.52 horas.

Portugal está a estrear-se neste evento, que tive início na quinta-feira e se estende até 1 de julho, estando representado por 232 atletas de 26 modalidades, num total de 26 países.

Fonte: Record on-line

“JOGOS DO MEDITERRÂNEO: PORTUGAL ARRECADA MEDALHA DE OURO NO TRIATLO”

Melanie Santos ficou em primeiro lugar com o tempo 1:04:52

Por: Lusa

Foto: Filipe Farinha

A triatleta Melanie Santos conquistou, este sábado, a primeira medalha para Portugal nos Jogos do Mediterrâneo, ao ganhar o ouro no sprint com o tempo 1:04.52 horas, enquanto Gabriela Ribeiro foi quinta.

Melanie Santos ficou em primeiro lugar com o tempo 1:04:52, conseguindo superar a segunda classificada, a espanhola Anna Contreras, por 01:42 minutos.

Em terceiro lugar ficou a italiana Federica Parodi, que fez a prova em 1:06:5, enquanto a outra portuguesa em competição, Gabriela Ribeiro, foi quinta e fez o tempo 1:07:28, mais 02:36 minutos do que a conterrânea primeira classificada.

"Queria lutar pelo ouro, embora soubesse que não era fácil. Tive logo uma atitude agressiva no arranque e isso permitiu-me acreditar sempre", disse no final da prova Melanie Santos.

A atleta do Benfica admitiu que a parte mais complicada foi a bicicleta, por causa do vento, e considerou "muito gratificante ter conseguido esta medalha".

A prova disputou-se no circuito urbano de Altafulla, província de Tarragona, Espanha, onde, às 13:00 locais (12:00 em Portugal), João Pereira e João Silva competem no sprint masculino.

Portugal está a estrear-se nos Jogos do Mediterrâneo, que tiveram início na quinta-feira e se estendem até 01 de julho, evento que junta 26 países e no qual a delegação portuguesa está representada por 232 atletas de 26 modalidades.

Fonte: Record on-line

“Campeonato Nacional de Estrada/Daniela Reis faz a dobradinha em Belmonte”

Por: José Carlos Gomes

Daniela Reis (Doltcini-Van Eyck Sport) conquistou hoje, em Belmonte, a prova de fundo do Campeonato Nacional de Estrada, fazendo o pleno, depois de ontem ser sido campeã nacional de contrarrelógio.

A corredora torriense atacou na primeira das cinco voltas e apenas Maria Martins (Sopela Women’s Team) conseguiu responder, embora revelando dificuldade nos pontos mais inclinados do circuito de 21,4 quilómetros.

Daniela Reis acabou por deixar Maria Martins irremediavelmente para trás na entrada para a derradeira volta, fechando os 107 quilómetros isolada. Maria Martins foi a segunda classificada, a 5m28s da vencedora. A campeã nacional de 2017, Celina Carpinteiro (5Quinas/Município de Albufeira/CDASJ), desceu dois degraus no pódio, terminando no terceiro posto, com mais 12m25s do que a primeira classificada.

“Quis testar as minhas adversárias na primeira subida para Belmonte e fiquei sozinha com a Maria Martins. A partir daí, sabendo que estava mais forte do que ela na subida e porque ainda faltavam 80 quilómetros para fim, não me servia de nada ficar sozinha na frente. Fomos gerindo a corrida as duas. Na última volta ataquei na subida para poder chegar sozinha”, descreve Daniela Reis sobre o triunfo categórico.

A vitória nas duas corridas do fim-de-semana foi um objetivo da época vencido com distinção por Daniela Reis, que espera colher frutos do sucesso durante o próximo ano. “Nas corridas internacionais nota-se muito a diferença no impacto junto dos adeptos quando se tem a camisola de campeã ou quando não se tem. Ser campeã é muito valorizado e é também uma forma de mostrarmos ao mundo que Portugal tem uma palavra a dizer no ciclismo feminino”, explica a campeã nacional.

A cadete Daniela Campos (5Quinas/Município de Albufeira/CDASJ) assinou uma das melhores prestações de todo o pelotão feminino neste sábado, vencendo folgadamente o título de cadetes e sendo a terceira melhor em termos absolutos quando estavam percorridos 64,2 quilómetros. Ou seja, quando Daniela Campos terminou a corrida, apenas duas outras ciclistas rodavam mais adiantadas, Daniela Reis e Maria Martins.

Daniela Campos conquistou, pelo segundo ano consecutivo, o título nacional de fundo, relegando duas ciclistas da equipa Maiatos/Reabnorte para as posições imediatas, Rafaela Ramalho, que gastou mais 6m52s, e Beatriz Roxo, que ficou a 8m09s.

As juniores percorreram 85,6 quilómetros, durante os quais Raquel Queirós (Quinta das Arcas/Jetclass/Xarão) marcou a diferença para a concorrência, ganhando com uma vantagem de 6m50s sobre Joana Vinagre (Bairrada) e de 18m50s relativamente a Nádia Henrique (Mato Cheirinhos/Vila Galé/Etopi).

Entre as veteranas destacou-se Raquel Marques (ASC/Focus Team/Vila do Conde), que venceu isolada a corrida de master 30. A segunda classificada foi Nádia Mendes (Transfor-Fátima BTT), a 43 segundos, e a terceira Inês Trancoso (Maiatos/Reabnorte), a 2m09s.

Filomena Paulo (ACD Milharado/EC Manuel Martins) conquistou o título de master 40, batendo Ana Neves (Bike & Nutrition Shop) por 4m42s e Lígia Maia (ASC/Focus Team/Vila do Conde) por 22m22s.

Master 50 foi a única categoria sem um número de participantes suficientes para atribuição de título de campeã nacional, numa corrida com vitória de Maria Jesus (5Quinas/Município de Albufeira/CDASJ).

Fonte: FPC

“Campeonato Master Contrarrelógio”

Reguengos de Monsaraz coroou cinco campeões masters

Por: José Carlos Gomes

Reguengos de Monsaraz foi hoje palco das provas de contrarrelógio do Campeonato Nacional de Estrada para Master, tendo sido coroados cinco campeões nacionais.

Todas as categorias enfrentaram um percurso de 21,4 quilómetros, com partida em Monsaraz e chegada em Reguengos de Monsaraz. Na categoria mais jovem, a de amadores de elite, triunfou Alexandre Santos (Vasconha BTT Vouzela), com 27m56s. O pódio completou-se com dois homens da equipa Vulcal/Inplenitus/CC Centro), David Pacheco, a 9 segundos, e Pedro Henriques, a 41 segundos.

André Filipe (CPR-A-do-Barbas) foi o melhor master 30, graças ao registo de 26m56s. José Leite (Peçamodovar/GF Pinto/CD Almodôvar) ocupou a posição imediata, a 43 segundos. O terceiro, a 57 segundos, foi Ricardo Gonçalves (Lamigroup/Casa do Benfica de Castro Daire).

Em masters 40 impôs-se o antigo profissional de estrada Alberto Amaral (Batotas/Ponte de Lima), com um registo de 26m29s. Hugo Moreira (Clube Desportivo em Movimento) foi o segundo classificado, a 1m16s. Rui Rodrigues (ASFIC/Grupo Parapedra) fechou o pódio, a 1m25s do vencedor.

Vítor Lourenço (Viveiros Vítor Lourenço/Sintra CC) ganhou a corrida de master 50, concluindo o esforço individual em 28m15s, menos 2m00s do que o adversário mais direto, João Amaral (Clube Operário Desportivo de Lagoa). O terceiro, a 2m18s, foi Fernando Gonçalves (CTM/Vila Pouca de Aguiar/Bike Box Vila Real).

Em masters 60 impôs-se João Pinto (Boavista/Servigás/Duobike/NAST), com 30m52s. Seguiram-se Pedro Oliveira (Academia Joaquim Agostinho/UDO), a 2m28s, e Manuel Domingos (Casa do Benfica de Almodôvar/Swick Drilling), a 2m41s.

As provas de fundo do Campeonato Nacional Master realizam-se neste domingo, a partir das 11h00. A corrida terá partida e chegada em Reguengos de Monsaraz. Os corredores de todas categorias até master 39 competirão ao longo de 146,2 quilómetros. Os master até 49 anos vão enfrentar 110,1 quilómetros. De masters 50 em diante o livro de prova aponta um desafio de 74,1 quilómetros.

Fonte: FPC

“Campeonato Nacional de Estrada/Rui Oliveira conquista título com corrida à campeão”

Por: José Carlos Gomes

Rui Oliveira (Hagens Berman Axeon) conquistou hoje o campeonato nacional de fundo em sub-23, em Belmonte, fechando em solitário os 160,4 quilómetros de prova, disputados sob calor intenso.

Disputada num percurso medianamente seletivo, a corrida tornou-se muito dura, devido às altas temperaturas e ao espírito atacante com que foi encarada pelos corredores, desde as primeiras pedaladas.

As movimentações sucederam-se nos quilómetros iniciais e, com cerca de dez quilómetros percorridos, o pelotão estava dividido em vários grupos. Entre os fugitivos que se colocaram de imediato em cabeça de corrida encontrava-se Rui Oliveira.

O grupo dianteiro foi ganhando elementos e, com metade do percurso deixado para trás, dezena e meia de corredores assumiam o comando das operações. A Rui Oliveira já se haviam juntado os companheiros de equipa Ivo Oliveira e João Almeida. Estes atacaram à vez, sem sucesso, perante a resposta dos adversários, entre os quais se destacaram dois corredores da Liberty Seguros-Carglass, Pedro Miguel Lopes e André Carvalho.

Rui Oliveira soube ler bem a corrida e, a 30 quilómetros da meta, isolou-se, numa altura em que os rivais já não podiam reagir, depois de se terem desgastado para impedir o sucesso das movimentações de Ivo Oliveira e de João Almeida.

O gaiense, apesar de não ter as melhores sensações, cerrou os dentes e partiu para uma vitória em solitário, a primeira de uma temporada com muitos lugares de destaque, mas que ainda não contava com qualquer triunfo. Rui Oliveira completou a prova em 4h10m34s, menos 59 segundos do que João Almeida e menos 1m35s do que André Carvalho, que o acompanharam no pódio.

“Em 2018 já fiz 15 vezes no top 10 e ainda não tinha ganho. Nunca conseguira uma medalha num Campeonato Nacional. Tinha este objetivo. Acho que foi mais o querer do que a força. Fui para a fuga desde o início, puxei de igual para igual com todos. Nunca imaginei que pudesse ganhar. A três voltas do fim, quando o Pedro Miguel Lopes vinha a puxar, eu já estava mal. Nessa altura, concluí que precisava de atacar de longe para fazer a diferença, porque se chegasse com os adversários eles seriam mais fortes. Entretanto, o Ivo e o João juntaram-se à frente e só lhes tenho a agradecer, eles foram a chave da vitória. Eu só rematei”, descreve o campeão nacional de sub-23.

Os gémeos Oliveira conquistaram os dois títulos de sub-23, Ivo em contrarrelógio e Rui na prova de fundo. “É o nosso último ano de sub-23 e nunca tínhamos feito grandes resultados nos nacionais. Trabalhámos bem para este sucesso. Viemos reconhecer os percursos várias vezes, tendo a sorte de o nosso irmão mais velho, ex-ciclista, nos ajudar, porque sabe ler bem corridas”, revela Rui Oliveira.

O Campeonato Nacional de Estrada termina neste domingo, dia em que será disputada a prova de fundo de elite. O início está marcado para as 11h00. Os corredores terão por diante uma jornada de 181,8 quilómetros.

Fonte: FPC

sexta-feira, 22 de junho de 2018

“Desafio ibérico para os ciclistas da EFAPEL”

          Equipa representada nos campeonatos nacionais de Portugal e de Espanha

          EFAPEL participa nos contra-relógios individuais e nas provas em linha

          Formação com sete ciclistas em acção

A Equipa EFAPEL vai estar, a partir de hoje, em competição em Portugal e em Espanha. Oito ciclistas da formação comandada por Américo Silva vão estar em acção nos campeonatos nacionais dos respectivos países. Vale d’Alba e Belmonte reunem os ciclistas que vão procurar o tão desejado título. A EFAPEL vai ter, em dois dias de provas, oito corredores a participar.

Marcos Jurado, em Espanha, e Sérgio e Pedro Paulinho são os primeiros a entrarem em competição. Os três vão pedalar com as cores da EFAPEL nos contra-relógios individuais que marcam o início dos campeonatos nacionais de elites.

Para a Equipa EFAPEL, o resultado é de difícil antecipação. “Vamos ter um percurso idêntico ao do ano passado e onde o número de atletas por equipa varia o que faz com que o resultado seja imprevisível”, explicou o director desportivo, Américo Silva em relação à prova portuguesa.

Nas provas de hoje, o contra-relógio espanhol vai ter 37,5 km de extensão com uma fase intermédia muito irregular. Em Belmonte, serão 33,7 km em que o final será ascendente. Nas rondas em linha, que se disputam no domingo, em Vall d’Alba, os ciclistas pedalam 215 km, enquanto em Portugal, o percurso tem 181,8 km.

 

Nome da prova

Campeonatos Nacionais de Elites (Contra-Relógio e Linha) de Portugal e Espanha

Data

22 e 24 de Junho de 2018

 

Director desportivo

Américo Silva

 

Ciclistas

Bruno Silva (Trepador)

Daniel Mestre (Sprinter)

Henrique Casimiro (Trepador)

Jesus del Pino (Trepador)

Marcos Jurado (Rolador)

Pedro Paulinho (Sprinter)

Rafael Silva (Sprinter)

Sérgio Paulinho (Completo)

Fonte: Efapel

“Campeonato Nacional de Estrada”

Favoritos confirmam estatuto no contrarrelógio de Belmonte

Por: José Carlos Gomes

Os corredores apontados como candidatos à conquista dos títulos nacionais de contrarrelógio confirmaram as expectativas e venceram, hoje dia 22, os exercícios individuais do Campeonato Nacional de Estrada, em Belmonte.

A prova de elite masculina assistiu a um duelo entre os gémeos Domingos Gonçalves (Rádio Popular-Boavista) e José Gonçalves (Team Katusha Alpecin), com Tiago Machado (Team Katusha Alpencin) a dificultar a tarefa aos irmãos de Barcelos.

Domingos Gonçalves acabou por ser o mais forte, concluindo os 33,7 quilómetros em 43m06s, menos 12 segundos do que José Gonçalves. O famalicense Tiago Machado completou o pódio, a 20 segundos do vencedor. Só os três minhotos cruzaram a meta em menos de 44 minutos.

“Dei o meu máximo, tentando gerir o esforço. Deu-me algum ânimo começar a ver o Rafael Reis na segunda subida do percurso, pois vi que estava a andar bem. Depois comecei a ver o Sérgio Paulinho ao longe. Na parte final, em paralelo, a roda da frente prendeu mais um bocadinho, quebrei aqui, mas os outros também. Consegui completar o meu objetivo: vencer o nacional”, descreve Domingos Gonçalves.

O bicampeão nacional não dá muito destaque à luta mano a mano entre irmãos. “É meu irmão, mas em cima da bicicleta é um rival como os outros. Fora da bicicleta é mais um amigo, como outros que tenho no pelotão”, salienta o boavisteiro.

O pódio de sub-23 foi integralmente composto por ciclistas que representam equipas estrangeiras. O melhor de todos foi Ivo Oliveira (Hagens Berman Axeon). O gaiense conquistou o primeiro título sub-23 de estrada da carreira, terminando os 24,1 quilómetros de prova em 31m35s, com uma folgada margem de 28 segundos sobre o companheiro de equipa João Almeida, segundo classificado. O terceiro foi Tiago Antunes (Aldro Team), a 1m51s do mais veloz.

“Vencer era o meu objetivo. Vim para aqui treinar duas vezes, com a ajuda do meu irmão Hélder, que me ajudou a perceber o que tinha de fazer para regular o esforço. Hoje, com as indicações do selecionador de pista, Gabriel Mendes, que vinha atrás de mim no carro, fiquei motivado. Era a minha última oportunidade de ganhar um título em sub-23 e consegui alcançar o objetivo”, frisou Ivo Oliveira, emocionado, após o final da corrida.

Se na prova de elite a luta pelo título foi entre irmãos, em sub-23 foi entre colegas de equipa. “Sabia que o meu companheiro era o principal adversário. Não vejo isso como uma coisa má. Se fosse ele a ganhar ficava igualmente contente, mas ele ainda tem mais dois anos de sub-23, pode esperar”, brincou Ivo Oliveira.

Daniela Reis (Doltcini-Van Eyck Sport) não deu a menor hipótese à concorrência ao longo dos 24,1 quilómetros da prova feminina de elite, conquistando o quarto título nacional de contrarrelógio da carreira na categoria superior. Daniela Reis gastou 38m43s, menos 1m09s do que Maria Martins (Sopela Women’s Team) e menos 3m26s do que a campeã do ano passado, Soraia Silva (Sopela Women’s Team), que a acompanharam no pódio.

“Gostei do percurso, porque tinha partes duras que me favoreciam bastante. Tinha também cerca de 6/7 quilómetros muito a rolar e a descer, nos quais tive maior dificuldade, devido ao meu baixo peso. Consegui ganhar tempo nas subidas e proteger-me bem nas partes mais rolantes”, explicou Daniela Reis.

A corredora que, na próxima semana, irá representar Portugal nos Jogos do Mediterrâneo, tanto na prova de fundo como na de contrarrelógio, já tem os olhos nessas corridas, a disputar em Tarragona, Catalunha. “Ainda não sei quais serão as minhas adversárias, mas já estive a estudar o percurso e acho que posso ter algumas hipóteses de conquistar um bom resultado”, adianta a nova campeã nacional de contrarrelógio.

O programa do Campeonato Nacional de Estrada prossegue neste sábado. Às 11h00 correm as femininas, integralmente no circuito desenhando em Belmonte. O pelotão vai juntar as ciclistas de elite com as juniores, as cadetes e as masters. As ciclistas da categoria principal vão percorrer 107 quilómetros, resultantes de cinco voltas ao circuito de 21,4 quilómetros. As juniores completam menos uma volta, ficando-se pelos 85,6 quilómetros, enquanto as cadetes e as masters têm de cumprir três voltas e 64,2 quilómetros.

Ainda no sábado, a partir das 15h00, é a vez de o pelotão de sub-23 competir pelo título nacional de fundo. Tal como acontecerá no dia seguinte com os corredores de elite, os sub-23 percorrem 76 quilómetros e só depois entram no circuito de Belmonte. A prova acabará à quarta passagem pela meta, quando estiverem cobertos 160,4 quilómetros.
 

Classificações do Contrarrelógio

Elite Masculina: Belmonte – Belmonte, 33,7 km

1.º Domingos Gonçalves (Rádio Popular-Boavista), 43m06s (Média: 46,914 km/h)

2.º José Gonçalves (Team Katusha Alpecin), a 12s

3.º Tiago Machado (Team Katusha Alpecin), a 20s

4.º José Neves (W52-FC Porto), a 1m28s

5.º Rafael Reis (Caja Rural-Seguros RGA), a 2m55s
 

Elite Feminina: Belmonte – Belmonte, 24,1 km

1.ª Daniela Reis (Doltcini-Van Eyck Sport), 38m43s (Média: 37,348 km/h)

2.ª Maria Marins (Sopela Women's Team), a 1m09s

3.ª Soraia Silva (Sopela Women's Team), a 3m26s

4.ª Celina Carpinteiro (5Quinas/Município de Albufeira), a 4m57s

5.ª Liliana Jesus (BTT Seia), a 5m43s
 

Sub-23: Belmonte – Belmonte, 24,1 km

1.º Ivo Oliveira (Hagens Berman Axeon), 31m35s (Média: 45,784 km/h)

2.º Joâo Almeida (Hagens Berman Axeon), a 28s

3.º Tiago Antunes (Aldro Team), a 1m51s

4.º Jorge Magalhães (Miranda-Mortágua), a 2m11s

5.º Pedro Miguel Lopes (Liberty Seguros-Carglass), a 2m56s

Fonte: FPC

quinta-feira, 21 de junho de 2018

“Caramulo recebeu meia centena de motos com mais de 30 anos”

OITAVA EDIÇÃO DO RIDER COM FORTE PARTICIPAÇÃO INTERNACIONAL

Foto: Bernardo Lúcio 
Decorreu no passado fim-de-semana o Rider – Passeio de Motos Clássicas, que juntou no Caramulo e em Tondela mais de 50 motos clássicas, de proveniências tão distintas como Portugal, Espanha, França, Holanda, Reino Unido ou Suíça. A elevada afluência de participantes que regressam a cada ano e outros que se juntam pela primeira vez ao evento, afirma o Rider pela sua singularidade, colocando-o assim na lista de passeios de motos de referência internacional. 

Com passagem por uma das estradas mais conhecidas pelo seu traçado sinuoso, a Nacional 230 até à Serra da Estrela, com paisagens abertas de serra ou beira-rio, foram colocadas à prova motos que, com mais de 30 anos, demonstraram a perícia da condução em asfalto e do equilíbrio entre rectas, curvas e contra curvas.

Ao longo dos três dias de passeio, com partida e chegada a Tondela, tanto os participantes nacionais, como estrangeiros, foram sucessivamente surpreendidos pelos mais insólitos recantos de Portugal, desde a costa litoral até ao interior do país e pelas variadas experiências culturais e gastronómicas que foram proporcionadas em Aveiro, em Tondela, no Caramulo, em Gouveia, na Ponte das 3 Entradas, no alto da Serra da Estrela e em São Pedro do Sul.

Sobre o Museu do Caramulo Com mais de 60 anos de existência e visitado por mais de um milhão e meio de pessoas, o Museu do Caramulo alberga no seu espólio uma colecção de arte, uma colecção de automóveis, motos e bicicletas e uma colecção de brinquedos antigos. O Museu do Caramulo produz ainda, de forma regular, exposições temáticas e temporárias, e organiza vários eventos como o Salão Motorclássico, o Caramulo Motorfestival, o Espírito do Caramulo, a Noite dos Museus ou o Rider. Mais informação em www.museu-caramulo.net

Fonte: Museu Caramulo/Parceria Notícias do Pedal