terça-feira, 26 de maio de 2020

“A Federação Triatlo Portugal recomenda/Nutrição e lesão: necessidades do treino”

Por: Joana Romão, nutricionista

Uma ingestão nutricional adequada não só ajuda a evitar lesões, mas também auxilia na sua recuperação.

A ocorrência de lesão é um acontecimento comum nos praticantes de desporto, quer sejam atletas de nível elite ou praticantes recreativos. A qualquer lesão está associada uma certa gravidade e consequentemente um período de recuperação em que o atleta pode não conseguir treinar ou competir. Nestas circunstâncias, qualquer ajuda que possa acelerar o processo de recuperação é bem-vinda.

Para além dos tratamentos médicos essenciais à melhoria do atleta, a Nutrição também apresenta um papel benéfico na aceleração do processo de recuperação e retorno ao treino. Especialmente numa fase de recuperação, em que é necessária a uma reconstrução tecidular e diminuição da inflamação provocada pelo stress na zona de lesão ou fratura, é imprescindível manter uma correta ingestão calórica com o objetivo de evitar o défice calórico nutricional. Devem ser supridas as necessidades nutricionais pois numa situação de défice ocorrem situações desvantajosas. Exemplos disso são a perturbação do processo de regeneração da zona lesada (por existir pouca energia disponível para esse processo energeticamente tão caro), o aumento da inflamação local e ocorrer uma maior e mais rápida degradação da massa muscular, tanto devido à ingestão desadequada, como pela diminuição da atividade.

Tal como uma ingestão energética em défice é contraproducente no processo de recuperação, um excesso calórico muito acentuado também irá promover uma acelerada perda de forma física e ganho de peso, podendo ainda agravar a inflamação, e assim atrasar consideravelmente o processo de retorno-ao-treino.

No geral, os cuidados nutricionais a ter em consideração de forma a potencializar a terapêutica regenerativa são:

Evitar o défice calórico;

Manter um estado hidratado;

Aumentar o aporte proteico (ingerir mais de 2g/kg peso/dia);

Ingerir 20 a 40g de proteína a cada 3-4 horas do dia;

Aumentar o consumo de leucina (Leu) nas doses indicadas (em excesso será prejudicial).

É essencial aumentar o aporte de proteína e leucina pois irá impedir uma perda acelerada de massa muscular, promovendo a manutenção da massa muscular do atleta, irá promover a reconstrução tecidular e reduzir a inflamação. A capacidade saciante da proteína poderá ajudar a evitar grandes picos de apetite em certas fases do dia, ajudando na manutenção do peso.

Para além de alimentos, em situações mais graves, ou em situações em que o atleta já apresente um défice energético prévio à lesão (que é uma das mais comuns causas de lesões e fraturas), suplementos como Creatina monohidrato (proteína de absorção lenta) e Omega-3 (anti-inflamatório nas doses indicadas) representam complementos interessantes ao processo de melhoria do atleta.

Bons treinos em segurança!

Veja aqui outros temas que podem ser do seu interesse: Dieta regular e aumentar a Imunidade do Atleta aqui: https://www.federacao-triatlo.pt/ftp2015/aumentar-a-imunidade-do-atleta/

Fonte: FTP

“«Tratei-o como um animal»: Lance Armstrong era espancado só por deixar gaveta aberta”

Ciclista cresceu com padrasto que se gaba de ter sido violento

Lance Armstrong recordou a infância dura que viveu, sobretudo pela exigência do padrasto que era capaz de lhe bater "por uma gaveta ter ficado aberta". No documentário da ESPN sobre a vida do ciclista norte-americano que cresceu sem o pai biológico, o próprio padrasto, Terry Armstrong, considera que foi determinante para o sucesso de Lance.

"Ele não seria o campeão em que se tornou sem mim, pois tratei-o como a um animal", afirmou Terry Armstrong, que apenas lamenta ter tornado Lance num "ganhador a qualquer custo".

No mesmo documentário, quando recordou a infância e adolescência, Armstrong revelou como quebrou pela primeira vez as regras, para se se inscrever numa prova de triatlo. "Tinhas de ter 16 anos e eu falsifiquei o certificado, participei ilegalmente e venci todos", lembrou o antigo ciclista.

Tal como Record já tinha dado conta, Armstrong relatou na primeira parte de 'Lance' da ESPN como sofreu as consequências de ter recorrido a substâncias ilícitas.

"Quando a minha vida deu a volta que deu, disse a mim mesmo que alguém se iria sempre aproximar de mim e ofender onde quer que fosse o resto da minha vida. Passaram-se alguns dias e ninguém me disse as palavras que eu não queria ouvir. Depois passaram meses e nada. Até que, passados cinco anos, aconteceu", recordou Armstrong, dando conta das implicações que tal teve:

"Um grupo de homens que estavam num bar viu-me e começaram a chamar 'rei dos aldrabões'. A pessoa que estava comigo aconselhou-me a entrar de novo no carro e me afastasse quando estava pronto a chegar ao pé deles e bater no primeiro que me insultou. O que, claro, seria má ideia. Como havia feito a maior parte da minha vida quando estava contrariado".

A verdade é que não chegou a haver confrontos físicos e Armstrong acabou mesmo por abandonar o local, mas acabou por tomar uma atitude no mínimo... insólita. Como não queria deixar o episódio passar em clado, ligou para o bar, deu o número do seu cartão de crédito e pagou a despesa do grupo que acabara de o insultar. "A minha única condição foi que dissessem que o Lance tinha tratado de tudo e enviava carinho, embora saiba que alguns deles me vão criticar sempre", lembrou no documentário da ESPN.

Fonte: Record on-line

“Arnaud Démare tem lesão na mão esquerda e vai ser operado”

Lesão do ciclista francês não compromete o regresso à competição em agosto

Por: Lusa

Foto: Arnaud Démare / Twitter

O ciclista francês Arnaud Démare (Groupama-FDJ) fraturou o escafoide da mão esquerda e vai ter de ser operado, ainda que a lesão não comprometa o regresso à competição em agosto, anunciou esta terça-feira o 'sprinter'.

Segundo o corredor de 28 anos, a lesão obriga-o a imobilizar a mão durante seis semanas para a recuperação, após a cirurgia marcada para esta terça-feira.

A lesão resultou de uma queda na última semana, durante o regresso aos treinos, após o confinamento devido à pandemia de covid-19.

"Apesar da imobilização do pulso, poderei voltar à estrada em 10-15 dias, com gesso e adaptação das barras da minha bicicleta", explicou o ciclista, que garantiu que vai estar apto em agosto.

Démare é um dos principais 'sprinters' franceses, tendo vencido duas etapas no Tour (em 2017 e 2018), uma no Giro (2019) e a clássica Milão-Sanremo em 2016, e um dos líderes da Groupama-FDJ, a par do seu compatriota Thibaut Pinot.

Fonte: Record on-line

“Ciclista belga Oliver Naesen renova por mais três anos com a AG2R”

Campeão de fundo da Bélgica em 2017, o ciclista tem apostado nas clássicas ao longo da carreira

O ciclista belga Oliver Naesen vai correr mais três anos na AG2R La Mondiale, anunciou hoje a equipa francesa, com uma aposta nas clássicas e uma atitude "muito ambiciosa" para os próximos tempos.

"Estou muito feliz por renovar por três anos. É um grande sinal de confiança da equipa, que está a melhorar desde 2017. [...] O grupo de ciclistas para as clássicas tem melhorado todos os anos e vai ser ainda melhor. Há um bom ambiente e estou muito ambicioso para os próximos anos", explicou o corredor de 29 anos, citado em comunicado.

Campeão de fundo da Bélgica em 2017, o ciclista tem apostado nas clássicas ao longo da carreira, vencendo a Bretagne Classic por duas vezes e tendo vários ‘top 10' em outras provas WorldTour de um dia, como um segundo lugar na Milão-Sanremo de 2019.

"É um dos melhores ciclistas de clássicas do mundo e vamos construir uma equipa bem-sucedida com ele para que possa alcançar os seus objetivos", garantiu o diretor da AG2R, o antigo ciclista Vincent Lavenu.

Sapo on-line

segunda-feira, 25 de maio de 2020

“«Rei dos aldrabões»: Armstrong ouviu, pensou e acabou por surpreender quem o insultou”

Primeira parte do documentário 'Lance' emitido na ESPN

Chegou o dia da verdade de Lance Armstrong. O antigo ciclista de 48 anos, prometia contar as 'suas verdades' no documentário 'Lance' - cuja primeira parte foi transmitida esta madrugada pela ESPN -, tais como o facto de ter admitido que começou a consumir substâncias ilícitas desde muito novo, desde a primeira época como profissional, falando também das ofensas que estava à espera de ouvir desde que assumiu publicamente ter ganhado as sete Voltas a França sob o efeito de substâncias ilícitas.

"Quando a minha vida deu a volta que deu, disse a mim mesmo que alguém se iria sempre aproximar de mim e ofender onde quer que fosse o resto da minha vida. Passaram-se alguns dias e ninguém me disse as palavras que eu não queria ouvir. Depois passaram meses e nada. Até que, passados cinco anos, aconteceu", recordou Armstrong.

"Um grupo de homens que estavam num bar viu-me e começaram a chamar 'rei dos aldrabões'. A pessoa que estava comigo aconselhou-me a entrar de novo no carro e me afastasse quando estava pronto a chegar ao pé deles e bater no primeiro que me insultou. O que, claro, seria má ideia. Como havia feito a maior parte da minha vida quando estava contrariado".

Não bateu, mas deu uma chapada... de luva branca. Como não queria deixar o episódio passar em clado, ligou para o bar, deu o número do seu cartão de crédito e pagou a despesa do grupo que acabara de o insultar. "A minha única condição foi que dissessem que o Lance tinha tratado de tudo e enviava carinho, embora saiba que alguns deles me vão criticar sempre".

Fonte: Record on-line

“Lotto-Soudal cria bolhas antivírus”

Três grupos para um fim: competir em segurança/Equipa vai dividir ciclistas em três grupos, consoante correrem Tour, Giro ou Vuelta

Por: Ana Paula Marques

Foto: Lotto-Soudal

Aos poucos, as equipas vão regressando aos treinos, preparando o regresso à competição que deverá acontecer em meados de julho. E todos os cuidados são poucos no sentido de diminuir o risco de contágio por Covid-19. É o que está a planear a Lotto-Soudal, uma das formações do pelotão do World Tour.

A equipa belga definiu um plano rigoroso que passa por dividir as quase três dezenas de ciclistas em três grupos, mediante as provas que fizerem, com base nas Grandes Voltas: Tour, Giro e Vuelta. O objetivo é que cada grupo seja uma ‘família’ isolada das outras, quer em treinos, quer em competições, sendo raras as vezes que ciclistas possam cruzar-se com colegas que não pertençam ao seu grupo original.

"Começámos a pensar muito rapidamente em como voltar da maneira mais segura possível. Criámos uma espécie de ‘sistema de bolhas’ para os 28 ciclistas", frisou o médico da Lotto-Soudal, Jens De Decker, adiantando que, sempre que possível, "os atletas devem partilhar o quarto sempre com o mesmo colega", referindo que todas as medidas de segurança serão acauteladas quando for necessário mudanças nos grupos.

"Certamente teremos de ser flexíveis. Se alguém tiver de deixar uma das ‘bolhas’ e entrar noutra, a situação será precedida de todo um protocolo de testes e segurança", esclareceu o clínico, para quem os ciclistas da Lotto-Soudal vão submeter-se a um programa de testes à Covid-19, frisando por outro lado que a equipa tem capacidade, quer de infraestruturas, quer de meios humanos, para trabalhar com três grupos em locais distintos.

"Respeitamos quem trabalha de maneira diferente, mas esta parece-nos ser a forma mais segura de competir", frisou ainda Jens De Decker.


Greipel coloca algumas reservas

A Israel Start-Up Nation’s também prepara o regresso, mas há quem coloque algumas reservas. "Ainda há muita gente a morrer por Covid-19, por isso parece-me um pouco estranho pensarmos em competir novamente", disse o alemão Andre Greipel. "Ninguém sabe se o vírus se espalhará de novo, e acho que não devemos forçar as competições se não for seguro. No entanto, se a temporada reiniciar, estarei pronto. Isso é certo."

Fonte: Record on-line

domingo, 24 de maio de 2020

“Chegou o dia da verdade para Lance Armstrong”

Documentário sobre a ascensão e queda do ex-ciclista estreia na próxima madrugada

Por: Ana Paula Marques

Quando forem duas horas da manhã da próxima madrugada, hora em Portugal continental, a ESPN começa a transmitir a primeira parte do documentário sobre a ascensão e queda da carreira de Lance Armstrong, intitulado ‘30 for 30’. Um documentário que está a ser aguardado com grande expectativa, não só no meio velocipédico mundial. O texano tornou-se, para o bem, primeiro, depois para o mal, uma figura à escala planetária.

A cadeia de televisão norte-americana já desvendou algumas das ‘verdades’ que o antigo ciclista, agora com 48 anos, promete contar, tais como o facto de ter admitido que começou a consumir substâncias ilícitas desde muito novo, desde a primeira época como profissional – recorde-se que foi campeão mundial com apenas 23 anos –, admitindo que esse facto poderá ter originado o aparecimento do cancro anos mais tarde.

Outras das verdades já conhecidas foi a de Lance Armstrong ter forjado a sua certidão de nascimento para poder competir numa prova de triatlo, modalidade na qual começou a carreira.

E serão 10 mil as mentiras que o antigo ciclista vai esclarecer? "No momento em que alguém te pergunta, tu mentes. Será só uma mentira, porque só respondeste uma vez. No meu caso, foram 10 mil mentiras, porque respondi a isso 10 mil vezes", disse.

O documentário da ESPN poderá suscitar reações de vários quadrantes, se o texano for mais além do que apenas o ‘seu’ nome. Será que vai acusar antigos colegas, dirigentes e patrocinadores de ‘parceria’ no esquema de doping? É que ficou a sensação de que Armstrong não terá dito tudo em 2013, quando confessou a Oprah Winfrey ter ganhado as sete Voltas a França sob o efeito de substâncias ilícitas.

Mas já foi dizendo algumas coisas menos boas – "é um pedaço de m.…" – sobre o compatriota e um dos seus colegas na US Postal, Floyd Landis.

A segunda parte do documentário será transmitido daqui a uma semana, no dia 31, à mesma hora.... É esperar para ver.

Fonte: Record on-line

sábado, 23 de maio de 2020

“Mulher/E depois dos 50?”

Ganhos da Maturidade

Por: Cláudia Franco

Depois de romper a barreira dos 50 anos passei a entender mais profundamente os ganhos da maturidade. É como se uma nuvem se abrisse, e para finalmente conseguir enxergar o que realmente importa na vida. É de certa maneira duro perceber que você está nesta Terra há meio século e que seu tempo é limitado. Nasce um sentimento de liberdade e ao mesmo tempo de urgência.

Apesar de ter passado dos 50, me sinto jovem, com muita disposição e com vários planos e projetos de vida em curso. Conversando com minhas amigas que nasceram nos anos cinquenta, sessenta e setenta, que estão na plenitude de suas vidas, todas se rebelam contra qualquer definição relacionada a idade. Assim como eu, nenhuma delas se identifica com o rótulo “mulheres de meia idade”.

Penso que de fato fazer parte do grupo “ageless” (pessoas cuja idade não se define pela cronologia) é apenas uma questão de conceito. A sociedade mudou. A mulher deixou de ser a dona de casa e saiu para o mercado de trabalho.

Extremamente fortes e atuantes, as mulheres adotaram outro estilo de vida, uma nova postura mental, colaborando para a adoção de uma imagem mais jovem, mas leve e bem diferente da “matrona”.

Especificamente no meu caso, sinto que dois componentes importantes me ajudam a me manter jovem: um deles é o desporto e o outro a postura mental. Um alimenta o outro.

O desporto me ajuda em muito a manter o físico e o mental mais leves e equilibrados. Já a postura mental alimenta o meu espírito com juventude, como também, alimenta a motivação para me manter firme nos treinos, para me dar a coragem para ultrapassar limites e a força para perseverar em busca de resultados.


Amigas de 50

Minha amiga Telma Kremer, 50 anos, que acabou de participar pela primeira vez de uma prova de Iron Man, na Alemanha, comentou: “Não acho que eu pareça uma menina, mas ainda não me incomodo com a idade, as rugas, as mudanças no corpo; quero envelhecer bem, alegre, saudável. Não faço nada para manter uma aparência jovem – nem creme de rosto me lembro de usar – mas me sinto jovem. Acho que é aquele clichê mesmo, de estado interno, de cabeça. E acho que o prazer deixa a gente jovem, então cada um tem que se responsabilizar pelo seu. A vida não tem ensaio geral. Você não tem outra chance, essa aqui é a sua hora!”

Outra amiga praticante de ciclismo, Denise Duboc, 58 anos, diz: “Estar acima dos 50 anos me fez enxergar com mais urgência, não deixo mais nada para resolver depois. O agora ficou mais intenso e precioso. Sinto-me jovem e o que me trouxe essa energia foi ter iniciado na prática do ciclismo há dois anos, quando eu estava lesionada da coluna e sem me exercitar. O ciclismo me tirou as dores e me trouxe uma galera jovem, uma alegria sem fim, sorrisos das 5 horas da manhã, energia de sobra. Trouxe também o desafio de aprender algo novo e que requer disciplina e muito amor. Não consigo me enxergar na terceira idade quando pedalo, na verdade me vejo simplesmente feliz!”

A eterna menina e ciclista Mirian Kracochansky, 56 anos, diz que se sente extremamente jovem depois dos 50 anos. “A idade não interfere na minha liberdade para vivenciar novas experiências, a idade não tirou o sorriso do meu rosto, a idade me tornou
como um bom vinho, quanto mais envelhece melhor fica. Algumas coisas colaboram para com a minha juventude: faço atividade física desde a tenra idade e nunca parei. Pratiquei vários esportes e hoje a prática do ciclismo, além de fazer muito bem para o meu corpo é uma terapia. Sou otimista. Acredito que o amor seja a chave da renovação. Acredito que o mau humor, o rancor, a depressão e o estresse sejam os principais fatores para o envelhecimento, por isto que para mim cuidar da alma e da mente são coisas tão importantes quanto cuidar do corpo. Quando se tem uma verdadeira razão para lutar pela vida, você não envelhece.”


Acima dos 60

Aprendizado e planos é o lema de Elza Ueda, 68 anos. Quando perguntei a Elza qual era a sua idade, ela logo me devolveu a pergunta: “Você quer saber a minha idade cronológica ou biológica? Tenho 68 anos de aprendizado! E, feliz por estar acima dos 60! Sinto-me muito jovem, pois ainda tenho muitos planos para o futuro, plano este diferente de 5 ou 10 anos atrás, pois o foco agora é a busca da felicidade.
O segredo de manter-me jovem é viver cada dia intensamente sem me preocupar com a idade cronológica. Tento aprender coisas novas dentro da minha capacidade, é claro. A bicicleta entrou na minha vida dentro deste propósito. Procurei aprender a pedalar aos 66 anos e hoje não imagino viver sem minhas bicicletas e, meu objetivo é fazer uma cicloviagem”


Crenças limitantes

Precisamos tomar cuidado com as crenças limitantes, que é no que você acredita e que limita a sua vida. Só você a toma por verdade. Portanto, é importante, à medida que a sua idade cronológica vai aumentando, desconstruir qualquer crença que passe pela sua cabeça. Desafiar as crenças limitantes é optar por uma postura mental de crescimento. Ao chegar aos 50 analisei impiedosamente a minha vida:

•Onde consegui chegar;

•O que aproveitei;

•Quais conquistas obtive, e o mais importante;

•Como será a próxima fase desta vida.


Algumas conclusões

Reúno aqui alguns dos meus aprendizados:

1.Sinta-se a sua prioridade número 1. Se você focar em seu próprio bem-estar, primeiro, você vai ter significativamente mais energia para ser capaz de ajudar os outros quando necessário. Lembre-se que praticar o autocuidado não é ser egoísta. É uma necessidade se você quer levar uma vida rica e produtiva.

2.Comprometa-se a desenvolver um estilo de vida saudável. Lembre-se de que 95 por cento de todas as doenças estão relacionadas com as escolhas de estilo de vida. Pode chocá-lo perceber que o estresse, exercício, nutrição e relacionamentos são os pilares de uma vida saudável.

3.Certifique-se de que amigos e sua família apoiam seu crescimento. Não mantenha pessoas tóxicas em sua vida. Qualquer um que consistentemente não é amoroso e solidário precisa ser eliminado ou mantido à distância.

4.Aprenda a dizer ‘não’. Você ficará encantada ao perceber que dizer não liberará seu cronograma e energia para fazer coisas que você realmente quer fazer.

5.Substitua pensamentos negativos automáticos em seu cérebro com pensamentos positivos.

6.Amor. Olhe-se no espelho do banheiro todas as manhãs (realmente olhar) e diga ‘bom dia’ e ‘eu te amo’. Pode parecer piegas, mas quanto mais você faz, mais você vai apreciar quem é, e vai descobrir a beleza do amor próprio.

7.Desenvolva uma prática diária de gratidão. Literalmente agradeça a tudo o que recebe em sua vida. Faça 5 minutos de pensamentos/meditação para integrar uma prática de gratidão em seu cotidiano.

8.Desenvolva a autoconsciência. Familiarizar-se com seus humores, motivações e desejos mais profundos são essenciais se você quer viver uma vida significativa, abundante e produtiva.

9.Assuma a responsabilidade por sua vida. “Eu sou responsável pela minha vida e eu escolho criar uma vida extraordinária”.

10.Acredite em suas próprias habilidades. Acredite em seu poder e capacidade de criar a vida que deseja.

11.Pare de se preocupar o que os outros pensam de você. Quando você se pegar em um modo de ‘insegurança’, chame seu sábio interior para lembrá-la que você precisa apenas da aprovação de si mesma e de mais ninguém.

12.Torne-se uma ouvinte melhor. Você sempre vai aprender mais se ouvir que falar. Isso lhe permitirá desenvolver conexões mais íntimas e mais profundas. Você também vai ter conversas mais interessantes e vai manter sua mente ativa e crescente.

13.Seja uma principiante. Se você quer viver uma vida rica, criativa e divertida, você precisa expor-se a novos empreendimentos — onde você obviamente vai ser um novato. E mesmo em uma área onde você tem experiência, sempre há mais para aprender e fazer.

14.Pratique o perdão. Ao perdoar você vai passar de sentimento ferido, isolado e preso na negatividade para uma explosão de energia positiva, alívio e compaixão.

15.Desenvolva sua criatividade. Todos nós nascemos criativos. Encontre maneiras de exercitar a criatividade e a insira em seu cotidiano.

16.Passe um tempo na natureza. Mesmo que você tenha só 20 minutos por dia para dar um passeio, o mesmo vai despertar os seus sentidos, e você vai descobrir rapidamente os benefícios mágicos para a sua vida.

17.Esvazie a mente. Pare o que estiver fazendo, sente-se, limpe sua mente de qualquer pensamento e faça 3 respirações profundas.

18.Não leve tudo muito a sério. A vida é um paradoxo. Saber como integrar diversão e riso em sua vida cotidiana é um tônico para a alma, impulsiona a criatividade e permite que você desenvolva conexões mais profundas com os outros.


Estilo de vida x Idade

Atualmente muitas empresas já se atentaram que segmentar o mercado tendo como critério a idade não é uma boa estratégia de marketing. Exemplos disto são a Netflix e a Amazon, que oportunamente triunfaram segmentando seus clientes/ações por comportamento e estilo de vida.


Alguns dados

•96% Das mulheres de mais de 40 anos não se sentem de “meia idade”

•80% Acreditam que os pressupostos da sociedade sobre as mulheres de meia idade não representam suas vidas

•67% Consideram-se em sua plenitude de vida

•84% Dizem que não se definem por sua idade

•91% Não acreditam que os anunciantes as entendam

Fonte: Revista Bicicleta

sexta-feira, 22 de maio de 2020

“Armstrong acusou Landis de ser um "bocado de m...." e já teve resposta”

Guerra entre antigos companheiros reacesa após apresentação do primeiro episódio do documentário sobre a vida de Armstrong

Foto: EPA

O início da guerra entre Lance Armstrong e Floyd Landis remonta a 2010, quando o segundo, depois de ter perdido o título da Volta à França de 2006 por consumo de doping, confessou que o fez e acusou outros colegas de equipa de também recorrerem ao uso de substâncias ilícitas. Num conjunto de emails enviados a várias autoridades, Landis pormenorizou os métodos e quem o fazia. Entre eles, estava Lance Armstrong.

Agora, depois da estreia documentário da ESPN sobre a vida do ex-ciclista, esta guerra foi ressuscitada, com Armstrong a tecer palavras duras relativamente ao antigo companheiro, na US Postal: "Poderia ser pior. Poderia ser Floyd Landis e levantar-me todos os dias a sentir-me um bocado de merda", afirmou Armstrong, mostrando que não perdoou o que Landis fez.

Todavia, a resposta de Landis, não se fez esperar. Em declarações à ESPN, explicou o que o levou a tomar a decisão de denunciar a prática regular de consumo de doping e expressa um desejo para Lance Armstrong: "Espero que encontre um pouco de paz".

"Tenho alguma empatia com ele, pois também sofri uma humilhação em público e dói. Queres culpar alguém e, por vezes, é mais fácil encontrar a coisa ou pessoa mais óbvia e culpá-la. Pode culpar-me, o seu caso até poderia ser um segredo, se não fosse eu. Não podia fazer mais. Tinha de limpar a minha imagem. Obviamente que ele não estará feliz com isso. Espero que encontre um pouco de paz na sua vida", reiterou Landis, ainda que explique que foi um processo muito complicado:

"Não estava seguro se alguém iria acreditar em mim e se lutas contra tipos como Lance, tens de ir com tudo. Pensei que necessitava de gente com mais força ao meu lado e sabia que o Governo Federal seria propenso a investigá-lo. Foi uma experiência muito traumática, foi um nível de humilhação pública muito duro para mim", salientou Landis.

Fonte: Record on-line

“2ª Tritúlia: à conversa com treinadores de Triatlo”

Tritúlia no Facebook no dia 22 de maio às 21h

Depois da grande adesão da primeira Tritúlia com o tema Longa Distância, a Federação de Triatlo de Portugal irá realizar a segunda sessão da série de Tritúlias, um espaço de conversa que se realiza quinzenalmente. Desta vez, Hélder Miheiras, treinador de Triatlo e moderador destas sessões, marcou encontro com os treinadores João Mascarenhas, Lino Barruncho, Paulo Conde e Sérgio Santos, profissionais com diferentes valências e perspetivas o que irá enriquecer o debate.

O treino é um tema estruturante no Triatlo pelo que, além falarmos da carreira como treinadores e como triatletas, haverá com certeza muitas questões interessantes para os praticantes da modalidade.

Será possível assistir e participar através do Facebook, criando-se assim um espaço de debate interativo enriquecedor para todos nós.

Contamos com a sua presença!

Fonte: FTP

“Lance Armstrong: Da certidão de nascimento forjada às 10 mil mentiras que teve de dizer”

ESPN exibe documentário sobre a ascensão e queda do antigo campeão norte-americano

Por João Lopes

Foto: Reuters

A ESPN exibe no próximo domingo a primeira parte de um documentário sobre a ascensão e queda de Lance Armstrong, o mítico ciclista que ganhou o Tour de França durante sete anos consecutivos [de 1999 a 2005] e que viu todos esses triunfos serem-lhe retirados, após ser identificado um complexo esquema de dopagem que lhe permitiu colecionar todas estas vitórias ao longo dos anos.

Nos primeiros dois minutos e meio do documentário, Armstrong conta uma história em que repete 13 vezes a palavra 'fod*****", utiliza duas vezes outros palavrões e faz quatro vezes gestos obscenos com a mão. Fala dos seus tempos de juventude, no Texas, quando forjou uma certidão de nascimento, para ter a idade mínima para poder participar em provas de triatlo.

"Forjar a certidão de nascimento, competir ilegalmente e ganhar a todos", aponta como fórmula de sucesso o antigo ciclista norte-americano, que, citado pelo 'USA Today', faz ainda referência às 10.000 mentiras que disse ao longo da sua carreira.

"Ninguém utiliza doping e é honesto. Não és! A única forma de te dopares e seres honesto é se ninguém te perguntar, o que não é realista. No momento em que alguém te pergunta, tu mentes. Será só uma mentira, porque só respondeste uma vez. No meu caso, foram 10.000 mentiras, porque respondi a isso 10.000 vezes", confessa o antigo campeão, agora com 48 anos, que mantém um ódio de estimação: o seu ex-companheiro de equipa Floyd Landis.

"Podia ser pior. Eu podia ser o Floyd Landis e acordar um bocado f***** todos os dias", afirma em tom irónico sobre o antigo colega de profissão, com quem teve, inclusive, alguns problemas de cariz judicial.

A segunda parte do documentário, que retrata a queda de Lance Armstrong, irá para o ar a 31 de maio, na ESPN dos Estados Unidos.

Fonte: Record on-line

quinta-feira, 21 de maio de 2020

“COVID-19: Max Richeze viveu “meses bastante complicados” após acusar positivo”

Ciclista argentino confessou que a participação na Volta aos Emirados Árabes Unidos, na qual contraiu a doença a par de outros colegas, tornou-se difícil pelo tempo em que ficaram retidos naquele país

Ciclista argentino confessou que a participação na Volta aos Emirados Árabes Unidos, na qual contraiu a doença a par de outros colegas, tornou-se difícil pelo tempo em que ficaram retidos naquele país.

O ciclista argentino Maximiliano Richeze (UAE Emirates), que acusou positivo a covid-19 em fevereiro, explicou que viveu "meses bastante complicados" desde esse momento, devido à quarentena em Abu Dhabi e ao impacto da pandemia no desporto.

Numa entrevista à Eurosport hoje transmitida, o veterano de 37 anos confessou que a participação na Volta aos Emirados Árabes Unidos, na qual contraiu a doença a par de outros colegas, se tornou difícil pelo tempo em que ficaram retidos naquele país.

"Entre o tempo de quarentena e o que passámos no hospital, para que passasse, estivemos quase um mês. Por sorte, estamos bem e já a voltar aos treinos", acrescentou.

O colega de Rui Costa, Ivo Oliveira e Rui Oliveira na UAE Emirates explicou que suspeita ter contraído o novo coronavírus após ter partilhado uma garrafa de refrigerante com o colega colombiano Fernando Gaviria, também infetado.

"Se tivéssemos voltado a casa naquela altura, tínhamos infetado muitas pessoas. Quando o Fernando [Gaviria] deu positivo, sabia que me ia acontecer o mesmo. Mas passei-o de forma muito leve, com alguns sintomas, claros, mas não tive febre, por exemplo. Tive medo e incerteza, porque naquela altura não havia muita informação, mesmo por parte dos médicos", contou.

Richeze admitiu ainda que "em nenhum momento" acharam que a situação se tornaria mais grave, mas com os membros da equipa recuperados, o objetivo, sobretudo para o ‘sprinter' que apoia, Gaviria, é "voltar forte".

Apesar de ter atravessado três quarentenas até chegar em casa, revelou, Richeze vê o companheiro de equipa como "um dos melhores velocistas do mundo" e confia que voltará ao melhor nível.

"Agora, se fizer as coisas bem, pode demonstrar, nos últimos meses, o grande corredor que é. Terá de treinar a ‘top', porque leva quase dois meses de desvantagem em comparação aos outros ciclistas", afirmou.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 328 mil mortos e infetou mais de cinco milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Mais de 1,8 milhões de doentes foram considerados curados.

Fonte: Sapo on-line