domingo, 30 de setembro de 2018

“Agradecimento ao Clube Desportivo Lisboa e Águias”

Hoje foi dia de mais uma grande reportagem, o 6º Passeio do Lisboa e Águias foi para a estrada, muitos foram os momentos, belas imagens, 9 diretos, fizeram parte deste evento de hoje.

Depois de um dia cansativo, entre bicicletas, família, atualizações de notícias, e ainda fecho de edição, agora é hora de ir descansar.

Desejo uma boa semana para todos, e um agradecimento especial ao Clube Desportivo Lisboa e Águias pela forma como mais uma vez me receberam.

Obrigado.
 

“Nova edição da Revista Notícias do Pedal”

Já está on-line mais uma edição da “Revista Notícias do Pedal”, a edição de agosto, a número 277, contém uma grande diversidade de notícias, nas mais diversas modalidades, pode mensalmente ser visualizada em: www.noticiasdopedal.com descubra ainda outras novidades, conheça e esteja por dentro de todos os nossos projetos, boas leituras…

“Melanie Santos substituída por Katie Zaferes na equipa do Benfica”

Encarnados vão tentar a revalidação do título europeu

Por: Lusa

Foto: Benfica

A norte-americana Katie Zaferes vai substituir a lesionada Melanie Santos, campeã nacional absoluta, na equipa mista do Benfica que vai tentar, no próximo sábado, a revalidação do título europeu, anunciou este domingo o clube.

Segundo o Benfica, a integração da norte-americana, de 29 anos, insere-se numa estratégia de longo prazo em que uma das melhores do mundo estará com as triatletas do clube em determinados momentos de estágio e competição, usufruindo da estrutura do Benfica no apoio à sua carreira na alta competição.

Com um quarteto que deverá ser constituído por João Pereira, João Silva, Vera Vilaça e Katie Zaferes, o Benfica vai tentar revalidar o título europeu de equipas mistas, no sábado, a partir das 13:00, junto ao Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa.

Fonte: Record on-line

“Fernando Alarza vence ironman de Cascais”

Portugueses João Silva e Filipe Azevedo completam o pódio

Fonte: Lusa

Foto: Getty Images

O espanhol Fernando Alarza venceu este domingo a prova de triatlo de longa distância ironman de Cascais, impondo-se aos portugueses João Silva e Filipe Azevedo, segundo e terceiro classificados, enquanto a polaca Agnieszka Jerzyk dominou o setor feminino.

Fernando Alarza concluiu os 1.900 metros a nadar, 90,1 quilómetros a pedalar e os 21,1 a correr em 03:54.57 horas, deixado João Silva na segunda posição, a 2.26 minutos, e Filipe Azevedo na terceira, a 2.44.

José Estrangeiro fechou o pódio luso, ao terminar no oitavo lugar, a 7.41 do vencedor, enquanto Bruno Pais, que cumpriu hoje a sua despedida do triatlo profissional, não foi além do 19.º posto, a 27.51.

No setor feminino, Agnieszka Jerzyk venceu, em 04:26.06 horas, menos 1.10 minutos do que a belga Katrien Verstuyft, segunda classificada, e menos 4.11 do que a britânica Sarah Lewis, terceira. Ana Filipa Santos foi a melhor portuguesa em prova, ao concluir o triatlo no oitavo lugar, a mais de 24 minutos da vencedora.

Alinharam à partida da prova cascalense 2.661 atletas, o número mais elevado de sempre em provas de longa distância em Portugal, segundo a organização.

Fonte: Record on-line

“Valverde: «Estou sem palavras, ainda não acredito»”

Espanhol conquistou título mundial de ciclismo de fundo

Por: Lusa

Foto: EPA

O espanhol Alejandro Valverde, visivelmente emocionado após conquistar o título mundial de ciclismo de fundo, em Innsbruck, na Áustria, assumiu não ter palavras para descrever o triunfo, o mais procurado da sua carreira.

"Estou sem palavras, ainda não acredito. Foram tantos anos a lutar por ele e, finalmente, consegui", congratulou-se o veterano corredor, após conquistar a camisola arco-íris.

Valverde, de 38 anos, sucedeu no historial ao eslovaco Peter Sagan, que tinha vencido os últimos três Mundiais, ao concluir os 252,9 quilómetros da prova em 6:46.41 horas, o mesmo tempo registado pelos companheiros de fuga Bardet, Woods e Dumoulin, segundo, terceiro e quarto classificados, respetivamente.

"A seleção esteve nota 10, soube estar sempre onde devia estar e eu também me soube defender no sprint, que era a minha responsabilidade. Foi um sprint muito longo e ataquei a 300 metros. Sabia que não podia falhar, ganhei e estou muito emocionado", referiu Valverde, que foi felicitado por Sagan.

Sagan abandonou a corrida a 90 quilómetros do final, numa altura em que já estava afastado dos lugares da frente, num dos percursos considerados como dos mais difíceis da prova nas últimas décadas.

Rui Costa, campeão do mundo em 2013, foi o português mais bem classificado, ao terminar a corrida no 10.º lugar, a 43 segundos de Valverde, enquanto Nelson Oliveira foi 39.º, a cinco minutos.

Valverde tornou-se num dos mais velhos corredores a alcançar o título mundial, igualando o holandês Joop Zoetemelk, que, em 1985, também venceu a corrida aos 38 anos.

O vencedor da edição da Volta a Espanha de 2009 chegou ao lugar mais alto do pódio dos Mundiais depois de dois segundos lugares, em 2003 e 2005, e quatro terceiros, em 2006, 2012, 2013 e 2014, tornando-se no quarto espanhol a consegui-lo, depois de Abraham Olano, Igor Astaloa e Oscar Freire, este último por três vezes.

Fonte: Record on-line

“Alejandro Valverde sagra-se campeão do mundo de ciclismo de fundo”

Rui Costa terminou em 10.º e foi o melhor português

Por: Lusa

Foto: Reuters

O espanhol Alejandro Valverde conquistou este domingo o título mundial de ciclismo de fundo, na cidade austríaca de Innsbruck, impondo-se ao sprint ao francês Romain Bardet, ao canadiano Michael Woods e ao holandês Tom Dumoulin.

O português Rui Costa, campeão do mundo em 2013, terminou a prova no 10.º lugar, a 43 segundos de Valverde, enquanto Nelson Oliveira foi 39.º, a cinco minutos.

Valverde, de 37 anos, sucedeu no historial ao eslovaco Peter Sagan, que tinha vencido os últimos três Mundiais, ao concluir os 252,9 quilómetros da prova em 6:46.41 horas, o mesmo tempo registado pelos companheiros de fuga Bardet, Woods e Dumoulin, segundo, terceiro e quarto classificados, respetivamente.

O vencedor da edição da Volta a Espanha de 2009 chegou ao lugar mais alto do pódio dos Mundiais depois de dois segundos lugares, em 2003 e 2005, e quatro terceiros, em 2006, 2012, 2013 e 2014, tornando-se no quarto espanhol a consegui-lo, depois de Abraham Olano, Igor Astaloa e Oscar Freire, este último por três vezes

Fonte: Record on-line

“Equipa Portugal/Grande exibição coloca Rui Costa no décimo lugar”

Por: José Carlos Gomes

Rui Costa foi hoje o décimo classificado na prova de fundo do Campeonato Mundial de Estrada, em Innsbruck, Áustria, o terceiro melhor resultado de sempre de Portugal na corrida de elite.

O corredor português ofereceu uma grande exibição de ciclismo aos adeptos, apresentando-se ambicioso e atacando várias vezes nas duas últimas voltas ao duro circuito austríaco, numa competição que arrancou em Kufstein e terminou em Innsbruck, depois de ultrapassados 258 quilómetros.

Rui Costa desferiu vários ataques, tanto na subida de Patscherkofel, que foi ultrapassada sete vezes, como na descida seguinte. O chefe-de-fila da Equipa Portugal esteve em posição adiantada, procurando chegar à última subida, a íngreme escalada de 2,8 quilómetros para Gramartboden, adiantado, por não ser uma colina ao seu jeito. A união de esforços das equipas mais fortes, que conseguiram entrar na derradeira volta ainda com vários elementos disponíveis para trabalhar, impediu a iniciativa do corredor português de dar frutos.

Sentindo a falta de ritmo provocada por uma época com poucos dias de competição, devido a lesões, Rui Costa abordou as primeiras rampas de Gramartboden com câibras. Ainda assim, teve o sangue-frio e a capacidade física para controlar as sensações e conseguiu cortar a meta no décimo lugar, com o mesmo tempo do sexto e a 43 segundos do espanhol Alejandro Valverde, que conquistou a medalha de ouro.

“Estive quase toda a corrida com os melhores. Na última subida longa tentei entrar num grupo, porque sabia que a subida final era muito inclinada para mim. Não foi possível. Tive de gerir o melhor possível, até porque já vinha com câibras. Dei o meu melhor por Portugal. Estou contente com o décimo lugar, com pena por não ter conseguido mais. Agradeço a todos aqueles que me ajudaram e sempre me apoiaram, numa época com vários problemas. Acabar o Mundial no top 10 é muito gratificante para mim”, reagiu Rui Costa, após cortar a meta.

A Equipa Portugal cumpriu o objetivo traçado, que passava por colocar um corredor nos dez primeiros. O selecionador nacional, José Poeira, mostrou-se satisfeito, embora considere que Rui Costa poderia ter rendido ainda mais, caso a temporada tivesse sido menos atribulada.

“Foi uma boa prestação da equipa. O Rui veio de uma lesão prolongada, o que lhe prejudicou a preparação para esta prova. Tendo em conta que este foi um percurso muito duro, esteve em excelente plano. Só faltou um bocadinho na parte final. Penso que isso se deve a não ter a preparação ideal. Demonstrou que tinha valor para estar na discussão das medalhas”, considera José Poeira.

Nelson Oliveira também fez uma corrida de grande nível, mantendo-se no grupo dos favoritos até à volta final, ajudando Rui Costa a colocar-se para enfrentar a última subida longa da prova nas melhores condições para o ataque que viria a desferir. No final, o bairradino acabou na 39.ª posição, a 5m00s do vencedor. “Apesar de o circuito ser bastante duro, dei o meu máximo, tentando ajudar a equipa, que era o nosso objetivo. Estou contente com a prestação de todos nós”, afirma o corredor que, na quarta-feira, foi quinto classificado na prova de contrarrelógio.

Tiago Machado e Rúben Guerreiro estiveram entre os 112 corredores que não terminaram a corrida, queixando-se ambos de problemas físicos, que limitaram o rendimento durante a prova. Rúben Guerreiro mostrou-se bem colocado durante uma parte significativa da prova, mas acabou por perder o contacto com o pelotão na quinta das sete escaladas a Patscherkofel.

“Tentei andar sempre com o Rui, para protegê-lo, queria que este fosse, finalmente, um bom Mundial para mim. Infelizmente, estive envolvido numa queda na estrada estreita depois da ponte, magoando o joelho direito. A partir daí, não estive mais confortável, não conseguindo fazer força com essa perna, tendo dificuldades que me levaram a perder o contacto com o pelotão”, explica Rúben Guerreiro.

Tiago Machado lamentou problemas lombares e num dente que contribuíram para que a condição não fosse a mais desejada. “Fiz cinco horas de corrida com uma pulsação média de 150. Isto mostra o cansaço acumulado por época demasiado longa. Não é normal. Agora, há que recuperar, porque quero regressar ao meu melhor na próxima temporada. Gostaria de ter uma prestação melhor, mas hoje dei o máximo que podia”, sublinha o famalicense.

A luta pelas medalhas travou-se a quatro. O espanhol Alejandro Valverde, o francês Romain Bardet e o canadiense Michael Woods destacaram-se da concorrência na íngreme subida batizada de “Inferno”. Na descida, o holandês Tom Dumoulin fez a junção, proporcionando um despique a quatro.

Alejandro Valverde conquistou a medalha de ouro que, há muito perseguia, ao fim de 6h46m41s de uma prova disputada à média de 38,064 km/h. O segundo foi Bardet e Woods fechou o pódio.


Portugal foi o 14.º melhor país em Innsbruck

A Equipa Portugal terminou o Campeonato do Mundo como a 14.ª melhor nação, somando o resultado de todas as provas por seleções, disputadas entre segunda-feira e hoje. Portugal somou 116 pontos, na tabela estabelecida pela União Ciclista Internacional. No primeiro lugar, com 1315 pontos, colocou-se a Holanda.

O 14.º posto no ranking das nações significa uma subida de três lugares face ao ano anterior. Em 2018 participaram 75 países no Campeonato do Mundo.

Fonte: FPC

“Taça de Portugal de BMX Race”

André Martins vence Taça e Alejandro Kim brilha na final

Por: José Carlos Gomes

O espanhol Alejandro Kim (Yellow Mad BMX) venceu a sétima e a oitava rondas da Taça de Portugal de BMX Race, disputadas neste fim de semana, em Lisboa. André Martins (Team BMX de Quarteira) foi o mais regular da temporada e conquistou a Taça na categoria de homens com mais de 17 anos.

Alejandro Kim foi superior a toda a concorrência nas etapas de sábado e de domingo. No primeiro dia teve Hugo Martins (Team BMX de Quarteira) como mais forte opositor. No domingo, quando tudo se decidia, André Martins foi o segundo classificado e, dessa forma, carimbou o passaporte para o topo da classificação geral.

André Martins concluiu a edição de 2018 da Taça de Portugal de BMX com 97 pontos, mais três do que Hugo Martins. O terceiro classificado, com 90 pontos, foi Yuri Capatini (Clube Bicross de Portimão).

Entre as femininas com mais de 15 anos destacou-se Carolina Claro (Casa do Povo de Abrunheira), que fez o pleno. Impôs-se na etapa de sábado e na de domingo e comemorou a conquista da Taça de Portugal. A rival que mais luta deu, tanto na pista da Boavista como na geral, foi Mónica Gaboleiro.

André Ribeiro (NBS/Knowlege Inside/Niodo) triunfou nas duas etapas deste fim de semana e sagrou-se vencedor da Taça na categoria de cadetes.

A classificação geral de masters terminou com um empate no topo, entre André Valente (NBS/Knowledge Inside/Niodo) e Paulo Domingues (MS Racing Portugal/Estrelas da Amadora), com o primeiro a arrebatar o troféu mercê dos critérios de desempate.

A Taça de Portugal de cruisers + 30 segue para a vitrina de Bruno Berto (NBS/Knowledge Inside/Niodo), o juvenil mais regular da época foi André Ruela (Escola de BMX AMUPB). Por equipas, a Taça de Portugal enriquece o palmarés da formação NBS/Knowledge Inside/Niodo.

Fonte: FPC

“6º Passeio Lisboa e Águias”

Um minuto de silêncio em homenagem a Alves Barbosa antes da partida, foi momento alto

Texto e fotos: José Morais

O Clube Desportivo Lisboa e Águias, encerrou o calendário da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB) do mês de setembro, domingo 30, com o seu 6º passeio de bicicleta percorridos pela cidade de Lisboa.

O evento teve concentração nas instalações do Clube Desportivo Lisboa e Águias, no Bairro da Boavista pelas 8 horas. Uma hora depois era dada a partida aos cerca de 250 participantes, antes da mesma, existiu um grande momento, o pelotão fazia um minuto de silêncio em homenagem a Alves Barbosa, grande ciclista nacional, falecido este sábado aos 86 anos de idade.

O passeio iniciou-se depois de uma grande salva de palmas, com os participantes a percorrerem o Bairro da Boavista, passando pelo Pina Manique, Buraca, Benfica, Av. Uruguai, Largo da Luz, Sete Rios, Av. Forças Armadas, Av. 5 de Outubro, Av. Berna, Praça de Espanha, Av. António Augusto de Aguiar, Marques de Pombal, Av. Liberdade, Restauradores, Rossio.

Aqui contornando o mesmo, foi a subida até ao Marques de Pombal em direção à Praça de Espanha, seguindo em direção ao Areeiro, Av. Gago Coutinho, Rotunda do Relógio, Av. Berlim, entrando pelo Bairro da Encarnação, direito a Sacavém, Parque das Nações, e na Matinha foi tempo de paragens e reabastecimento, sendo dado águas e fruta a todos os participantes.

De regresso às pedaladas, seguiu-se direito a Santa Apolónia, Terreiro do Paço, Cais do Sodré, Av. Brasília, Belém, Algés, Av. Vasco da Gama, Restelo, Alfragide, e a chegada ao Bairro da Boavista a ocorrer cerca das 12.45, onde veio a terminar este grande passeio.

Um olhar pelas pedaladas:

A organização de um evento cicloturistico nem sempre é tão fácil como muitos pensam, e só quem organiza dá o valor que o evento tem, e o trabalho que dá, por isso temos de enaltecer o trabalho das organizações, em colocarem um pelotão na estrada, já que muito trabalho existe antes, durante, e após o mesmo.

Temos de dar os parabéns a esta organização pelo excelente trabalho feito em prol da modalidade, souberam receberem quem por lá passou, tanto antes como depois. Souberam ao longo trajeto manter a velocidade do verdadeiro cicloturismo, onde o passeio pode ser superado por todos, acompanhando os participantes com elementos da sua equipa, tanto à frente, no meio, como na retaguarda.

Temos de referenciar também, o excelente trabalho feito pelos batedores da PSP, na segurança de todo o pelotão, quando se realiza um passeio pela capital, estiveram também de parabéns todos os agentes presentes na totalidade de cinco, em conjunto com os Bombeiros Voluntários de Algés, que apenas assistiram uma queda sem nada de especial.

Mas, num passeio de cicloturismo também se destacam muitas vezes outros participantes, não pertencendo à organização, juntam-se à mesma e apoiam nos cruzamentos mais difíceis, um deles é o caso de José Gonçalves, o celebre “Estica” que apoia, mas neste evento vi outros elementos a fazer esse trabalho, elementos do Vitória Clube Lisboa, que também apoiaram, o que em muito beneficia os passeios, e demostra a solidariedade entre todos e equipas.

Foi sem dúvida um excelente passeio, um exemplo a seguir noutros eventos, os locais de passagem muito bonitos, já que existiu da parte da organização um bom gosto pelo trajeto, o tempo, também excelente, o que proporcionou a todos umas fortes pedaladas, uma manhã de domingo salutar, onde no final esperava todos os participantes um belo petisco para retomar forças, deixando no ar a satisfação de terem participado, e o reconhecimento pela excelente organização do Lisboa e Águias, ficando assim os parabéns pelos excelentes momentos passados.

Por hora pouco mais para dizer, de referir um passeio de referência, onde deixamos também os nossos agradecimentos pela forma como fomos recebidos, desejando bons passeios, boas pedaladas, terminando apenas como uma palavra, “Parabéns”.


 

“Galeria Multimédia” divulgação das Fotos do “6º Passeio Lisboa e Águias.2018”

Já estão on-line na “Galeria Multimédia”, “6º Passeio Lisboa e Águias.2018” realizado hoje em Lisboa, as mesmas podem ser visualizadas em: https://photos.google.com/share/AF1QipOvg2YiTqJU1vSqfwlO1RNm0JomoJHGH9ZYV3y20yXxzbYQEGEwcmAaD_ByycIB3Q?key=QTI5Zk9kS3JBOVAzNTBZNE8xaW1iYU9vUGhiajJB

sábado, 29 de setembro de 2018

“Este domingo mais um direto no Facebook…”

Este domingo o Notícias do Pedal-TV vai marcar presença em Lisboa, no “6ª Passeio de Cicloturismo Clube Desportivo Lisboa e Águias”

A partir das 8.30 horas da manhã iremos estar em direto para o Facebook nas instalações do Clube Desportivo Lisboa e Águias, com mais um grande passeio de bicicleta, muita festa e animação.

Entrevistas, a partida, o pelotão na estrada, entre outros momentos, poderão ser vistos em direto.

Se não vai participar neste grande passeio, assista a bons momentos que este evento promete.

Não se esqueça, 8.30 horas aqui em direto para todos.

Nota da Redação.

“Anna van der Breggen sagra-se campeã mundial de estrada”

Campeonatos decorrem na cidade austríaca de Innsbruck

Por: Lusa

Foto: EPA 1/3

 A ciclista holandesa Anna van der Breggen sagrou-se este sábado campeã mundial de estrada, ao vencer a prova de fundo de elite feminina dos campeonatos, que decorrem na cidade austríaca de Innsbruck.

Van der Breggen, de 28 anos, campeã olímpica em título, conquistou a terceira medalha nos Mundiais de estrada, a primeira de ouro, depois de ter terminado em segundo lugar nas provas de contrarrelógio individual -- atrás da compatriota Annemiek Van Vleuten - e por equipas.

A holandesa distanciou-se do grupo da frente a 39 quilómetros da meta, impondo-se com o tempo de 4:11.04 horas, menos 3.42 minutos do que a segunda mais rápida, a australiana Amanda Spratt, que subiu pela primeira vez ao pódio, aos 31 anos.

A italiana Tatiana Guderzo, de 34 anos, concluiu os 155,6 quilómetros da prova a 5.26 minutos da vencedora, conquistando a medalha de bronze, nove anos depois de se ter sagrado campeã do mundo.

Fonte: Record on-line
 

“Peter Sagan renova com a Bora-hansgrohe até 2021”

Tricampeão do Mundo ficou "encantado" com a sua continuidade na equipa alemã

Por: Lusa

Foto: EPA 1/3

 O tricampeão mundial de ciclismo em estrada Peter Sagan, que até domingo será portador da camisola arco-íris, renovou com a Bora-hansgrohe até 2021, anunciou este sábado a equipa profissional alemã.

De acordo com a equipa, que se manifestou satisfeita com a continuidade da "estrela do ciclismo atual", o eslovaco Peter Sagan, de 28 anos, "sente-se em casa" na Bora-hansgrohe.

Peter Sagan ficou "encantado" com a sua continuidade na equipa alemã, assumindo que foi "uma decisão fácil" de tomar, "mesmo tendo ainda mais uma temporada do atual contrato para cumprir".

"Eu vivi dois anos notáveis com esta equipa e não gostaria de ter de mudar. Senti sempre apoio e confiança, mesmo nos momentos mais difíceis. Estou confiante de que os próximos anos vão ser tão bem sucedidos quanto os dois primeiros", disse Sagan.

A Bora-hansgrohe também prolongou até 2021 os contratos de Juraj Sagan, irmão de Peter, do polaco Maciej Bodnar, do italiano Daniel Oss e do alemão Marcus Burghardt.

Antes, já tinham prolongando o vínculo contratual até 2020, os austríacos Patrick Konrad, Gregor Mühlberger, Lukas Pöstlberger e Felix Großschartner.

Fonte: Record on-line

“Equipa Portugal/Quarteto de elite preparado para a dificuldade do Mundial”

Por: José Carlos Gomes

A Equipa Portugal de elite cumpriu hoje o segundo dia de treino de conjunto na Áustria, reconhecendo, mais uma vez, o circuito final da prova de fundo do Campeonato Mundial de Estrada, que vai realizar-se neste domingo, entre Kufstein e Innsbruck.

Nelson Oliveira, Rúben Guerreiro, Riui Costa e Tiago Machado saíram à estrada, seguidos pelo selecionador nacional, José Poeira, para avaliar aqueles que, teoricamente, serão os pontos decisivos da corrida, de modo a finalizar todos os detalhes, técnicos e até mecânicos para que Portugal possa lutar pelo terceiro top 10 da história em provas de fundo de elite do Campeonato do Mundo.

Amanhã, os corredores irão encontrar uma longa e dura prova, 252,9 quilómetros entre Kufstein e Innsbruck, com partida às 8h40 (hora portuguesa). O início é semelhante às provas de fundo de sub-23 e juniores, esperando-se uma primeira seleção de valores para os 5 quilómetros da subida de Gnadenwald, ainda antes da entrada no circuito olímpico, o que acontecerá quando estiverem percorridos 90 quilómetros.

Já dentro de Innsbruck, a subida de 7,9 quilómetros (5,7 por cento de inclinação média) até Patscherkofel será feita sete vezes. Na última volta, após aquela dificuldade, os corredores vão subir para Gramartboden, um "muro" com 2,8 quilómetros de extensão e 11,5 por cento de inclinação média e rampas que chegam aos 28 por cento de pendente. Do topo até à chegada são 8,5 quilómetros, maioritariamente em descida e com curvas perigosas.

A longa distância, um acumulado de subida de 4670 metros e a extrema dureza da escalada mais próxima da meta são ingredientes que devem impedir Peter Sagan de vencer o quarto Mundial consecutivo. Homens mais talhados para a montanha e para as provas por etapas terão na Áustria a oportunidade de ouro para vestir a camisola arco-íris. Os portugueses querem estar no lote restrito daqueles que podem bater-se pelas posições cimeiras.

“A corrida vai ser muito dura. A subida mais longa, que será passada sete vezes, tem caraterísticas diferentes da subida curta e muito inclinada do final. Entre uma e outra há uma descida que pode ser aproveitada para alguns corredores tentarem surpreender adversários mais talhados para as últimas rampas. Será necessário uma grande concentração e a escolha adequada de andamentos, além, naturalmente, da capacidade física para discutir um dos mundiais mais difíceis de sempre. Acredito na nossa equipa, composta por quatro corredores com provas dadas, o que nos permite pensar numa classificação no top 10”, afiança José Poeira.

Tiago Machado também destaca a qualidade do coletivo nacional. “Somos quatro bons corredores, por isso estamos a representar o nosso país. Este é dos mundiais mais adequados para as nossas caraterísticas. Resta saber, durante a prova, qual o nosso real estado de forma. Pessoalmente, acho que recuperei bem da Vuelta e gostava de ser útil à estratégia da equipa”, afirma o famalicense.

Rúben Guerreiro deu boas indicações nas provas das últimas semanas e está confiante para Innsbruck. “Espero fazer um bom mundial, num percurso duro que se enquadra nas minhas caraterísticas. Quero corresponder às expectativas da Seleção e estar com os mais fortes. Nas últimas provas consegui bons resultados e acredito que poderei confirmar a boa forma nesta prova. Tentarei não ter falhas e manter a condição física toda a prova”, promete o corredor.

Depois do quinto lugar no contrarrelógio, Nelson Oliveira está galvanizado para a prova de fundo. “Embora queiramos sempre mais e as duas provas serem totalmente diferentes, ter estado bem no contrarrelógio motivo para as dificuldades da corrida de fundo. Estes devem ser dos mundiais mais duros de sempre, mas acredito que tudo correrá bem para a nossa Seleção”, diz o bairradino.

Rui Costa, que rubricou os três melhores resultados lusos de sempre na prova de fundo – vitória em 2013, nono lugar em 2015 e 11.º em 2012 – preparou com afinco a corrida deste domingo e, apesar das dificuldades, vai estar atento a uma oportunidade de brilhar.

“Fiz tudo o que estava ao meu alcance para preparar esta corrida. O facto de não ter corrida muito pode ser uma desvantagem, mas acredito que me encontro bem. Não como estarão os adversários, mas espero estar com os melhores. A subida mais longa é muito difícil na segunda metade. A última subida é qualquer coisa de brutal. Vai ser muito complicada, de tal maneira que optei por usar um andamento de 36 x 32. Vai ser complicado chegar ali com sete horas de corrida e dar o máximo. Não é uma escalada que me seja favorável, pelo que, ao longo da prova, terei de estudar uma tática que me favoreça. Este vai ser um Mundial que se decide ao longo das voltas. Vai ser o culminar de estar bem, passar as dificuldades, sofrer e tentar ter uma pontinha de sorte na parte final”, explica Rui Costa.

Fonte: FPC

“Hoje inicio as atualizações com grande tristeza, “Um grande amigo que partiu…”

Faleceu Alves Barbosa, um grande ciclista

Por: José Morais

Imagens: Arquivo Google

Alves Barbosa, deixo-nos hoje aos 86 anos de idade, uma das maiores figuras do ciclismo português, para a história na modalidade.

Um dos melhores corredores de sempre, foi treinador e dirigente, natural da Figueira da Foz, mas a residente atualmente em Montemor-o-Velho, foi sem dúvida um corredor de grande prestígio na década de 1950, tendo conquistado a Volta a Portugal em 1951, 1956 e 1958, numa época em que as regras eram diferentes, participou ainda na disputa aa Volta a França, em 1956, pela seleção do Luxemburgo, onde alcançou um décimo lugar.

Apesar de amigo, Ribeiro da Silva era o seu grande rival na década de 1950, sendo uma figura cuja popularidade ultrapassou as fronteiras do ciclismo, tendo mesmo sido protagonista de cinema, numa altura em que os filmes portugueses eram muito apreciados pelo público.

Tive a honra de pedalar com Alves Barbosa alguns anos, era um grande companheiro, agora que nos deixou, temos de relembrar o homem que foi, e o grande ciclista.

Neste momento de consternação, a família enlutada ficam as sentidas condolências.

Para o Alves Barbosa, até sempre, descansa em paz. 









 

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

“My LX Triathlon Experience muda para a Doca Pesca, em Belém”

Lisboa recebe a 7 de outubro a maior prova amadora de triatlo alguma vez realizada em Portugal

Inicialmente previsto para a Praça do Comércio, a 7 de outubro, o My LX Triathlon Experience viu o local de partida transferido para a Doca Pesca, igualmente em Lisboa mas na zona de Belém. O evento arranca às 11h30, um dia depois do Campeonato da Europa de Clubes, que se realiza também em Lisboa, e no qual o Benfica vai tentar revalidar o título.

Organizada pela Federação de Triatlo de Portugal, aquela que é considera a maior prova amadora da modalidade alguma vez realizada no nosso país, tem como objetivo mostrar que esta é um desporto simples e acessível a todos. O percurso é composto por 250 metros de natação no rio Tejo, 7 quilómetros a pedalar 1.700 metros de corrida, com a meta da prova amadora a estar instalada junto ao Monumento ao Combatente.

Além da inscrição individual, também é possível participar com equipas de dois ou três elementos. Os interessados podem consultar o site oficial da prova, que disponibiliza planos de treinos, dicas de nutrição e conselhos de triatletas de sucesso como Vanessa Fernandes, João Silva ou João Pereira. As inscrições custam 15 euros na modalidade individual e 30 euros, se inscrever uma equipa.

"O My LX Triathlon Experience pretende chamar mais pessoas para o triatlo e isso só se consegue se as levarmos a experimentar uma prova. De fora parece muito difícil, mas o grau de dificuldade depende das distâncias. Esta competição tem distâncias curtas e torna-se muito acessível a qualquer pessoa com o mínimo de treino. É, também, uma prova muito divertida porque estamos sempre a mudar de modalidade, o que quebra a monotonia e aumenta a motivação", salientou Vasco Rodrigues, presidente da FTP.

"A FTP está determinada em garantir que esta primeira experiência seja especial, focando-se essencialmente na segurança e acessibilidade da prova, com um modelo de evento com partidas faseadas e um dispositivo reforçado de segurança na água e nos restantes segmentos", concluiu o dirigente.

Fonte: Record on-line

“Portugueses cobiçam pódio do Ironman de Cascais”

Prova decorre no próximo domingo

Por: Lusa

Foto: Miguel Barreira 1/3

 Ana Filipa Santos, Bruno Pais e João Silva prometeram esta sexta-feira dar tudo para conseguir subir ao pódio do Ironman Cascais 70.3, prova que decorre no próximo domingo e vai contar com um número recorde de 2.657 participantes.

A campeã nacional de triatlo longo e atleta do Rio Maior assumiu que participar nesta prova é já "um objetivo concretizado", reconhecendo que quer mais do que apenas estar presente.

"Seria extraordinário conseguir uma vitória e vou dar o melhor de mim para isso", afirmou Ana Filipa Santos.

Bruno Pais, que na quinta-feira anunciou o fim da carreira profissional, fará em Cascais a sua última prova nessa condição e garantiu que vai tentar repetir o terceiro lugar alcançado no ano passado.

"Quero dar o meu melhor e chegar ao final da prova feliz. Vão estar aqui alguns dos melhores atletas do mundo, será muito complicado entrar no pódio, mas se facilitarem eu agradeço e vou tentar aproveitar", disse o ainda triatleta do Estoril.

Já João Silva, triatleta do Benfica, vai estrear-se nesta distância e, por isso, mesmo não quis alongar-se em prognósticos, garantindo, no entanto, que vai dar o seu melhor.

"É uma primeira competição nesta distância, por isso não tenho referências. A parte de bicicleta vai ser muito dura, assim como a corrida, e acredito que isso vai fazer a diferença no final", explicou.

O início da prova está agendado para as 07:27, na Baía de Cascais, com os homens a entrarem na água para os 1,9 quilómetros de natação, a que se seguirão as mulheres, três minutos mais tarde, às 07:30.

O percurso de ciclismo percorre toda a Avenida Marginal, passando por Oeiras, Alcântara, Estoril e seguindo depois para a Serra de Sintra, num total de 90,1 quilómetros. Para terminar, seguem-se os 21,1 quilómetros de corrida, que atravessarão a Vila de Cascais, entrando na Marginal e regressando à baía de Cascais.

Na conferência de imprensa de apresentação da prova esta sexta-feira, o diretor do Ironman 70.3 Cascais, Jorge Pereira, sublinhou que, tal como a primeira, a segunda edição da prova está esgotada, o que, considerou, "é revelador do sucesso desta prova", que entre os 2.657 inscritos terá 50 profissionais.

Carlos Carreira, presidente da Câmara Municipal de Cascais, que acolhe pela segunda vez a prova, assinalou o retorno esperado de sete milhões de euros e que a "criação de riqueza permite ter mais capacidade de apoiar os mais fragilizados".

Fonte: Record on-line

“Federação confirma candidatura da W52-FC Porto ao segundo escalão”

Diretor da equipa, Nuno Ribeiro, já tinha anunciado a intenção

Por: Lusa

Foto: Pedro Trindade

A Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) confirmou esta sexta-feira a candidatura da W52-FC Porto ao estatuto de equipa continental profissional, segundo escalão da União Ciclista Internacional (UCI).

O diretor dos vencedores da última Volta a Portugal, Nuno Ribeiro, já tinha, em declarações à RTP tinha anunciado a intenção de os dragões subirem de divisão.

Em comunicado, a FPC informou ainda que existem mais nove candidaturas para equipas continentais (terceiro escalão): Bike Clube de Portugal (correu com o nome Liberty Seguros em 2018), Boavista CC (Rádio Popular-Boavista), CC Aldeia de Paio Pires (LA Alumínios), CC Tavira (Sporting-Tavira), CD Fullracing (Efapel), Louletano DC (Aviludo-Louletano), Velo Clube do Centro (Miranda-Morágua), CC FJP (Vito-Feirense) e CD Feirense.

O organismo revelou ainda o calendário de provas internacionais que se vão disputar em Portugal, com a Volta ao Algarve a ser a primeira e a com classe mais elevada, disputando-se de 20 a 24 de fevereiro.

Em março correm-se a Clássica da Arrábida, em 17, e a Volta ao Alentejo, de 20 a 24, com o Grande Prémio Beiras e Serra da Estrela a correr-se de 12 a 14 de abril.

Em 1 de maio, corre-se a Clássica Aldeias do Xisto, mantendo-se o Grande Prémio Internacional de Torres Vedras - Troféu Joaquim Agostinho como principal antecâmara da Volta a Portugal e disputa-se de 11 a 14 de julho.

 

A Volta a Portugal vai disputar-se de 31 de julho a 11 de agosto

De acordo com a FPC, o Grande Prémio Estrada Nacional 2, que teve a sua primeira edição em 2018, ainda não tem data, mas ainda poderá ser incluído no calendário da UCI

Fonte: Record on-line

“Domingos Gonçalves regressa à Caja Rural”

Ciclista de Barcelos estava na Rádio Popular-Boavista

Por: Lusa

Foto: Lusa

Domingos Gonçalves, campeão nacional de fundo e de contrarrelógio, vai correr pela Caja Rural em 2019, anunciou esta sexta-feira a equipa espanhola.

O ciclista de Barcelos, de 29 anos, regressa assim ao conjunto Continental Profissional (segundo escalão), ao serviço do qual já tinha estado em 2016, depois de duas temporadas na Rádio Popular-Boavista, do escalão inferior.

Em comunicado, a Caja Rural considera que Domingos Gonçalves regressa "mais maduro e com vontade de continuar a crescer".

Domingos Gonçalves viveu, em 2018, uma das melhores temporadas da carreira, com a conquista dos títulos nacionais de fundo e de contrarrelógio - este já tinha vencido em 2017 - e de uma etapa na Volta a Portugal, na qual foi nono classificado, além da prata no crono nos Jogos do Mediterrâneo.

"A verdade é que 2018 foi um grande ano para mim e terminar a temporada a disputar os Mundiais de contrarrelógio foi um prazer", disse o português, que terminou na 41.ª posição a prova em Innsbruck, na Áustria.

O barcelense disse ainda estar "muito contente por regressar" à equipa espanhola, da qual tem "boas recordações".

Na Caja Rural, em 2019, Domingos Gonçalves deverá encontrar Joaquim Silva, que tem mais um ano de contrato com o conjunto espanhol.

Fonte: Record on-line