segunda-feira, 17 de outubro de 2016

“Filipe Cardoso troca Efapel por equipa que lhe oferece mais liberdade”

Filipe Cardoso anunciou hoje que não vai continuar na Efapel, uma decisão que o ciclista português diz ter tomado pela liberdade que vai poder ter na sua nova equipa, cujo nome não quis revelar à agência Lusa.

Foto: DR

“Costuma dizer-se que o que se passa em Las Vegas fica em Las Vegas… O que acontece dentro de uma equipa deve ficar lá. Apenas senti que era o momento de mudar de ‘cores’”, começou por dizer Filipe Cardoso à Lusa.

Depois de seis épocas na Efapel, nas quais sempre trabalhou para outros, aquele que é um dos ciclistas mais carismáticos do pelotão nacional deixou-se seduzir por um novo projeto, que lhe ofereceu a possibilidade de disputar as corridas com liberdade.

“Neste momento, ainda falta o mais importante, que é assinar o contrato. Até lá não faz sentido anunciar nada. Fui aliciado pelas condições, pelo interesse que mostraram em ter-me na equipa, por alguns dos ciclistas que o plantel vai ter”, enumerou o corredor de Santa Maria da Feira.

Aos 32 anos, Filipe Cardoso, que assumiu à Lusa gostar de estabilidade, mas não de comodismo, abraça um novo desafio profissional, depois das passagens pela Efapel (2011-2016), LA-Paredes Rota dos Móveis (2010) e Liberty Seguros (2006-2009).

Fonte: SAPO Desporto c/Lusa  

“3ª Rota da Castanha”

Vale de Cambra - Aveiro

6 Novembro 2016

A 3ª Rota da Castanha em BTT é organizada pela Secção de BTT Intercaimabike de Vale de Cambra,

e está integrada nas atividades da Feira da Castanha, a realizar na freguesia de São Pedro de Castelões.

Como este evento pretendemos dar a conhecer a nossa terra, as suas gentes, a natureza envolvente e a rica gastronomia.

Percursos: Rota 40km (~1000D+) - Passeio 25km (525D+)

Prémios: troféus para a maior equipa e para os 3 primeiros classificados da Rota dos seguintes escalões:

•Femininos à geral

•Masculinos Juniores/Sub23 (dos 16 aos 22 anos)

•Masculinos Elite (23-29 anos)

•Masculinos Master 30 (30-39 anos)

•Masculinos Masters 40 (40-49 anos)

•Masculinos Masters 50 (> =50 anos)

Os inscritos confirmados, habilitam-se a sorteios

Local: Vale de Cambra, (junto ás piscinas municipais) - Coordenadas: 40.840368, -8.399456

Inscrições: até 2 de Novembro

-A inscrição é de 8€ (sem almoço) ou de 13€ (incluído o almoço).

-Atleta feminino gratuito.

-Acompanhantes (almoço 6€)

NIB para Pagamento: 0035 0831 00028077906 92 - Nuno Rodrigues

Após inscrição e pagamento para o NIB indicado, envio p.f. o comprovativo para o email intercaimabike@gmail.com  com informação do nome do atleta.

Fonte: INTERCAIMABIKE

“Yoann Offredo vai representar a Wanty na próxima época”


Anunciou a equipa belga

Por: Lusa

Foto: Facebook Yoann Offredo

O ciclista Yoann Offredo representará na próxima temporada a Wanty, anunciou esta segunda-feira a equipa belga, que contratou o francês por dois anos.
Em fim de contrato com a Française-des-Jeux (FDJ), equipa que compete na principal categoria de ciclismo, Yoann Offredo e a formação belga Wanty - do escalão imediatamente inferior - definiram a transferência durante o Mundial de Estrada, em Doha, no Qatar.

"É a minha primeira experiência no estrangeiro. A Bélgica é o berço do ciclismo", disse o ciclista, a propósito da primeira mudança na carreira.
Yoann Offredo, de 29 anos, estreou-se na competição em 2008 e, desde então, apenas representou a FDJ, alcançando, em 2013, um quinto lugar no campeonato nacional francês de estrada.
O ciclista francês é o sétimo reforço da Wanty, depois de a formação belga ter contratado os compatriotas Guillaume Levarlet e Fabien Doubey, o holandês Wesley Kreder e os belgas Xandro Meurisse, Van Keirsbulck e Pieter Vanspeybroeck.

Fonte: Record on-line

“Campeonato do Mundo de Biatle em Sarasota na Flórida” (Estados Unidos da América)

Estão de partida para a Flórida nos Estados Unidos da América, os 5 atletas torrejanos que vão representar a selecção nacional da Federação Portuguesa de Pentatlo Moderno, no Campeonato do Mundo de Biatle, no dia 23/Outubro.

Depois dos excelentes resultados alcançados em Julho no Campeonato da Europa em Setúbal e nas 4 etapas do Circuito Nacional de Biatle (uma delas realizada em Torres Novas em Maio passado), João Nuno Batista em Infantis, Ricardo Batista e José Pedro Vieira em Juvenis, Ricardo Rego em Séniores, e ainda Marco Sousa em Master A vão rumar até Sarasota na Flórida - Estados Unidos da América, liderados pelo seu treinador Paulo Antunes, para tentarem mais uma vez honrar e dignificar Torres Novas e Portugal.

Recorde-se que o Biatle é uma prova aonde os atletas realizam num formato contínuo 3 segmentos sucessivos de Corrida-Natação-Corrida. As distâncias variam entre os 400m/1600m de corrida, em dois parciais iguais e os 50m/200m de natação, consoante os escalões etários.

Boa sorte para todos…


Curso de Grau III de Treinadores de Triatlo em Madrid

A Faculdade de Ciências da Atividade Física e do Desporto (INEF) da Universidade Politécnica de Madrid albergou o Curso de Grau III de Treinadores de Triatlo. Perto de uma centena de participantes tiveram formação nos dias 14, 15 e 16 de Outubro com a finalidade de não só obter o grau de nível III de treinador como de contribuir ativamente para o desenvolvimento qualitativo da modalidade.

Entre o grande número de participantes esteve presente o treinador da Escola de Triatlo do Clube de Natação de Torres Novas, PAULO ANTUNES, com mais 14 treinadores portugueses. Este curso é uma formação essencial para a prática da modalidade e para o crescimento dos resultados dos nossos atletas.

Entretanto, as inscrições para a época 2017 já começaram! Basta saber nadar e aparecer nas Piscinas Municipais de Torres Novas, às Terças e Sextas a partir das 18 horas.

Fonte: Escola de Triatlo do Clube de Natação de Torres Novas

“Rede de bicicletas partilhadas em Lisboa arranca no Parque das Nações no início de 2017”

A Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) anunciou hoje que a rede de bicicletas partilhadas vai começar por funcionar no Parque das Nações, no primeiro semestre de 2017, para depois ser alargada ao resto da cidade.

“O que os cidadãos e os lisboetas pretendem é que o sistema entre definitivamente em operação e isso acreditamos que [aconteça] no primeiro semestre do ano que vem”, afirmou o presidente da EMEL, Luís Natal Marques, à agência Lusa.

O responsável precisou que o projeto vai começar por funcionar numa zona piloto: “Estamos a pensar no Parque das Nações, uma zona mais contida da cidade, e talvez seja por aí que devamos começar”.

Em causa está uma rede de 1.410 bicicletas (940 elétricas e 470 convencionais) distribuídas por 140 estações: 92 no planalto central da cidade, 27 na baixa e frente ribeirinha, 15 no Parque das Nações e seis no eixo central (que abrange as avenidas Fontes Pereira de Melo e da Liberdade).

Em outubro do ano passado, a EMEL lançou um concurso público para “aquisição, implementação e operação do Sistema de Bicicletas Públicas Partilhadas na cidade de Lisboa”, com um valor base de 28,9 milhões de euros e um prazo contratual de 108 meses (nove anos).

Porém, devido à exclusão por questões formais das dez candidaturas apresentadas - que eram, essencialmente, de empresas estrangeiras -, a EMEL decidiu lançar um novo concurso.

“Neste momento, a empresa está escolhida, que é a Órbita, e estamos a fazer a recolha de toda a documentação necessária para submeter ao Tribunal de Contas essa operação”, apontou Luís Natal Marques, admitindo que isso só agora acontece devido a contratempos na celebração do contrato.

O responsável frisou que “a concorrência” levou a que o preço base do concurso baixasse em 20% para 23,09 milhões de euros.

“Consideramos ser um bom preço para o cálculo que inicialmente fizemos”, referiu.

À exceção do preço, “está tudo como inicialmente foi idealizado”, indicou o presidente da EMEL, realçando que se continua a prever que as receitas provenham da bilhética e da publicidade.

De acordo com o plano de negócio do projeto, o passe anual deverá custar 36 euros e o bilhete diário dez euros, pelo que a empresa perspetiva uma receita de 897.321 euros por ano.

Pela publicidade, a EMEL tenciona cobrar 350 euros por bicicleta o que deverá representar um encaixe financeiro anual superior a 400 mil euros.

“É uma operação para uma cidade que é capital europeia e que pensamos que a merece. Os cidadãos também têm direito a essa forma de mobilidade, que é uma mobilidade suave, e que grande parte das cidades europeias mais importantes têm”, concluiu Luís Natal Marques.

Fonte: Sapo

“Seleção Nacional/Liberty Seguros/ Campeonato Mundial de Estrada”

Vento do deserto leva aspirações portuguesas

A Seleção Nacional/Liberty Seguros não resistiu ao forte vento e às quedas que dizimaram o pelotão no troço do deserto da prova de fundo do Campeonato Mundial de Estrada, disputado em Doha, Catar, com vitória do eslovaco Peter Sagan, que revalidou o título.

Com cerca de 80 dos 257,5 quilómetros percorridos, a prova, até aí monótona, ganhou vida. As equipas da Noruega, da Grã-Bretanha e da Bélgica aproveitaram a viragem de regresso à cidade e o vento forte do deserto para acelerarem.

A alta velocidade criou dificuldades físicas que precipitaram muitas quedas e deixaram o pelotão em pedaços. Um dos acidentados foi o chefe de fila de Portugal, José Gonçalves, vítima de queda aos 85 quilómetros de corrida. Viria a desistir, devido a fortes dores no ombro esquerdo, na passagem pelo segundo ponto de assistência.

A movimentação do deserto deixou fora da discussão das medalhas alguns dos principais candidatos, apanhados desprevenidos. Foi o caso dos velocistas alemães André Greipel, Marcel Kittel e John Degenkolb, do francês Nacer Bouhanni ou do holandês Dylan Groenewegen.

Em compensação, entre os 26 homens do pelotão da frente ficaram nomes como Peter Sagan, Tom Boonen, Elia Viviani, Mark Cavendish, Alexander Kristoff, Greg van Avermaet ou Michael Matthews. A equipa belga, em clara superioridade no grupo dianteiro, optou por controlar a corrida, levando o minipelotão para um sprint, onde, teoricamente, estaria em desvantagem. Se tivesse optado por colocar os seus elementos a atacar à vez, obrigaria os rivais a desgastar-se na perseguição. Como não o fez, os velocistas puxaram pelos galões.

Peter Sagan impôs-se com classe ao fim de 5h40m43s de corrida, relegando o britânico Mark Cavendish para a segunda posição e o belga Tom Boonen para o terceiro posto. O pódio acabou formado por corredores que já sabiam o que é vestir de arco-íris.

Além da queda de José Gonçalves, a passagem pelo deserto fez mossa em Sérgio Paulinho e em Nelson Oliveira, atrasando-os irremediavelmente. Sérgio Paulinho acabaria por abandonar na primeira passagem pela meta, a cerca de 100 quilómetros do final, enquanto Oliveira resistiria até faltarem 60 quilómetros para a conclusão da corrida. Os portugueses engrossaram a lista de 144 desistentes entre os 197 que partiram.

“Foi uma corrida atípica, pelo calor, pelo vento e pela distância. O deserto era igual para todos, mas foi muito mau para alguns. Temos de encarar a realidade como ela é”, reconhece o selecionador nacional, José Poeira.

José Gonçalves conta que queda deu-se “numa altura em que havia muita tensão no pelotão e muitas quedas. Agora há que recuperar”, afirma.

“O vento foi mais forte do que se previa. Até nem estávamos mal colocados, mas as seleções mais fortes e numerosas levaram vantagem na hora da colocação. Ainda andei algum tempo no segundo grupo, mas não consegui aguentar e esperei pelo terceiro, acabando por encostar, porque a diferença já era muito grande e não íamos a lado nenhum”, admite Nelson Oliveira.

Sérgio Paulinho frisou a inexperiência da equipa nacional neste tipo de provas. “As equipas mais fortes romperam ao máximo a corrida e não tivemos a mesma experiência das equipas de especialistas para estarmos mais à frente”, explica.

Fonte: FPC

“Delmino Pereira: «A Volta não tem equipas de nível que justifiquem a subida» ”

Foi esta a explicação dada pela UCI para a prova não ser promovida

Por: Ana Paula Marques

Foto: Amândia Queirós

Delmino Pereira esteve no congresso da UCI à margem dos Mundiais do Qatar, onde ficou conhecido o calendário internacional. Lá ficou a saber as razões pelas quais a Volta a Portugal não foi promovida de 2.1 para 2.HC. "Bom, há uma razão. Pedimos essa justificação e está relacionada com o facto de a Volta não ter um nível de equipas presentes que justifiquem a subida para uma prova HC. Foi essa a principal justificação da Comissão de Estrada da UCI", disse aos jornalistas o presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC). "É uma situação que obviamente me desagrada, mas teremos que lutar para que ela conquiste esse espaço".
O líder federativo expôs à UCI o ponto de vista das entidades nacionais. "Também expliquei que se a prova não sobe de nível mais dificuldades terá em atrair equipas de nível", reconhecendo que a corrida rainha nacional (em 2017 disputa-se de 4 a 15 de agosto) tem outros entraves para ter um pelotão de maior qualidade. "Na ‘janela’ entre a Volta a França e Espanha há cada vez mais provas internacionais. Estamos por isso numa situação complexa que requer também um plano de afirmação da nossa Volta, pois ela terá que ter um maior prestígio internacional".

Fonte: Record on-line

“Amalie Dideriksen campeã mundial de estrada”

Primeiro título sénior da dinamarquesa

Por: Lusa

Foto: EPA

A dinamarquesa Amalie Dideriksen, de 20 anos, sagrou-se campeã mundial de ciclismo de estrada, nos Mundiais da modalidade, que decorrem em Doha, no Qatar.
Amalie Dideriksen, que percorreu os 134,1 quilómetros em 3:10.27 horas, impôs-se no sprint final à holandesa Kirsten Wild e à finlandesa Lotta Lepisto, segunda e terceira classificadas, respetivamente.

"Esta vitória foi uma surpresa, a Wild era a grande favorita, mas fui mais rápida no sprint e consegui vencer", afirmou Dideriksen no final da prova.
A britânica Lizzie Deignan, que defendia o título, terminou na quarta posição.
Amalie Dideriksen junta o título ao de bicampeã mundial na categoria de juniores, em 2013 e 2014.

 

Fonte: Record on-line

“Algarra vai coordenar CAR da Anadia”

Treinador espanhol volta a trabalhar com a federação

Por: António Varela e Ana Paula Marques

Foto: DR

Foi com José Luís Algarra que o ciclismo português conheceu um grande desenvolvimento, não só pelas suas funções como coordenador técnico durante dez anos (1996-2006), como formador de treinadores e diretores desportivos. Ora, o conceituado técnico espanhol, com várias obras publicadas, professor universitário, vai voltar a trabalhar com a Federação Portuguesa (FPC), sendo esta uma das bandeiras do novo mandato de Delmino Pereira, reconduzido já no cargo.
De acordo com o presidente da FPC, que tomou posse recentemente, José Luís Algarra será contratado para dar novo impulso à formação, em todas as suas vertentes, aproveitando para tal o Centro de Alto Rendimento da Anadia, onde o ciclismo tem a sua base de trabalho no que respeita às diversas seleções nacionais. "Virá para coordenar um projeto de formação, controlo de treino no CAR. Vamos iniciar a montagem de um centro de treino, até para outras seleções", esclareceu ao nosso jornal Delmino Pereira. "Trata-se de um projeto progressivo que abrange todas as vertentes, a implementar nos próximos quatro anos e que começará a ser posto em prática em 2017."
Poeira intocável
O presidente da FPC faz questão de esclarecer que as futuras funções de José Luís Algarra não colidirão com as de José Poeira. "Não têm nada a ver com o cargo de selecionador nacional".

Fonte: Record on-line