terça-feira, 2 de abril de 2019

“GP Beiras e Serra da Estrela com 18 equipas e passagem na Torre”

Quarta edição decorre entre 12 e 14 de abril

Por: Lusa

A quarta edição do Grande Prémio Internacional Beiras e Serra da Estrela, que se realiza de 12 a 14 de abril, vai contar com 18 equipas de ciclismo e vai passar pela Torre.

"Este é um prémio com categoria 2.1 [da União Ciclista Internacional, último que permite equipas do WorldTour]. Teremos cá equipas de bastante valor. Teremos um pelotão com 18 equipas de várias nacionalidades", afirmou esta segunda-feira Carlos Pereira, diretor da prova.

Este responsável falava em Belmonte, distrito de Castelo Branco, onde hoje foi apresentada a quarta edição da prova, que percorrerá mais de 500 quilómetros, passando por 16 concelhos dos distritos de Castelo Branco e da Guarda.

De acordo com Carlos Pereira, a prova vai ter três etapas, "todas elas difíceis", "com bastante montanha", sendo que a última é considera a "etapa rainha" por integrar a passagem na Torre, na Serra da Estrela.

Sublinhando que este prémio tem "grande importância" no calendário da Federação Portuguesa de Ciclismo, Carlos Pereira destacou que todos os ciclistas e todas as equipas querem ganhar.

Entre as equipas que deverão estar na prova, destaque para a W52-FC Porto, a Israel Cycling Academy e a norte-americana Rally UHC, todas do escalão continental profissional (segunda divisão).

De resto, em prova estarão as oito equipas continentais portuguesas: Rádio Popular-Boavista, LA-Alumínios, Miranda-Mortágua, Efapel, Oliveirense-Inoutbuild, Vito-Feirense, Aviludo-Louletano e Sporting-Tavira.

Do mesmo escalão, devem estar presentes a EvoPro (Irlanda), VIB Sports (Barhein), Monkey Town (Holanda), Amore & Vita-Prodir (Letónia), Hurom (Polónia), Massi Vivo (Paraguai) e Lokosphinx (Rússia), que conquistou no ano passado a prova, por Dmitry Strakhov.

Em relação aos ciclistas, Carlos Pereira destacou, entre outros, Raúl Alarcon e Gustavo Veloso (W52-FCPorto), Jóni Brandão (Efapel) ou Tiago Machado (Sporting-Tavira).

"A grande luta vai ser entre os portugueses, que já têm este território como seu e não querem deixar que o prémio vá para fora, até porque ganhar o Grande Prémio das Beiras e Serra da Estrela já é um feito bastante grande", disse.

A prova começa no dia 12 de abril, com a ligação entre Vilar Formoso e Pinhel, num trajeto de 155 quilómetros, classificado como de "média dificuldade".

A segunda etapa decorre no dia 13, com partida em Manteigas e chegada no Fundão, num total de 197 quilómetros, e cuja dificuldade é considerada "média alta".

A derradeira etapa tem 177 quilómetros, está classificada como sendo de dificuldade "média alta" e realiza-se no dia 14, com partida em Celorico da Beira, passagem pela Torre e meta na Covilhã.

De acordo com José Manuel Biscaia, secretário-geral da Associação de Municípios da Cova da Beira (AMCB), entidade que promove este prémio, haverá mais de 750 pessoas envolvidas, mais de 100 viaturas a acompanhar a prova, mais de 3.000 dormidas na região e cerca de 9.000 refeições servidas, segundo apontou.

Citando um estudo referente à edição de 2018, este responsável explicou que a estimativa aponta para que o valor potencial do evento seja na ordem dos 2,1 milhões de euros, quando o investimento ronda cerca de 210 mil euros.

"Estamos aqui a servir-nos de um evento chamado ciclismo para, essencialmente, divulgar o nosso território e promovê-lo; promovê-lo nacional e internacionalmente", disse.

José Manuel Biscaia frisou ainda que a organização continua a pensar alargar esta prova ao território espanhol, estando previsto que no próximo ano haja uma etapa em Salamanca.

Presente na conferência de imprensa, o presidente do Turismo do Centro, Pedro Machado, sublinhou a importância deste evento ao nível da estratégia de promoção e valorização turística da marca "Centro" e mais em particular do destino Serra da Estela, nomeadamente em termos do turismo ativo e do turismo desportivo.

Uma ideia partilhada pelo presidente da AMCB e da Câmara de Belmonte, António Dias Rocha, que se mostrou confiante de que a edição deste ano terá o mesmo sucesso, que tiveram as anteriores.

Fonte: Record on-line

“Moreira de Cónegos de regresso às competições de BTT Cross Country Olímpico”

Moreira de Cónegos recebe no dia 14 de abril a segunda prova do Campeonato do Minho BTT XCO - SCORE Tech com a realização do 1.º BTT XCO Trilhos Cónegos - Farmácia Pereira da Silva. Numa organização conjunta da Associação de Ciclismo do Minho e da Morávia - Associação Juvenil de Moreira de Cónegos, o 1.º BTT Trilhos Cónegos assinala o regresso do BTT XCO à vila vimaranense.

O programa da segunda etapa do Campeonato do Minho de BTT XCO - SCORE Tech começará às 10 horas com o início das provas de Pupilos/Benjamins e Iniciados. Às 11 horas começará a prova de Infantis e Juvenis. A cerimónia protocolar de Escolas está marcada para as 12 horas.

Pelas 13 horas começará a prova para cadetes, femininos, paraciclismo e promoção e às 14h30 a corrida elites, sub23, juniores e masters. A cerimónia protocolar está prevista para as 16h00.

A participação na prova é gratuita para atletas federados sendo também aberta à participação na vertente de promoção (custo de inscrição inclui seguro de acidentes pessoais).

O 1º BTT Trilhos Cónegos conta com o apoio do Município de Guimarães, Farmácia Pereira da Silva, Federação Portuguesa de Ciclismo, Score Tech, Raiz Carisma - Soluções de Publicidade, Cision, Arrecadações da Quintã, POPP Design e AFAcycles.

O ano de 2019, com a realização do 1º BTT Trilhos Cónegos, assinala o regresso do BTT Cross Country Olímpico à vila vimaranense de Moreira de Cónegos e novamente numa organização conjunta da Associação de Ciclismo e da Morávia.

Depois de três edições da prova de Moreira de Cónegos integradas no Campeonato do Minho de BTT (2006, 2007 e 2008), a vila vimaranense acolheu em 2011 o Campeonato Nacional de BTT XCO em que o atleta olímpico David Rosa e Irina Coelho foram os vencedores em elites.

Nessa competição, quatro títulos de Campeão Nacional, quatro de Vice-Campeão e três terceiros lugares foi o excelente balanço da prestação de atletas e equipas do Minho. Joana Monteiro (juniores), Joana Barbosa (sub 23), Sérgio Valente (veteranos A) e Rui Lavarinhas (veteranos B ) foram os minhotos que conquistaram os títulos de Campeões Nacionais de BTT - XCO em Moreira de Cónegos.

No ano seguinte Moreira de Cónegos recebeu o XCO Internacional de Moreira de Cónegos - Troféu Objetivo 2012, competição que contribuiu para a qualificação de Portugal para os Jogos Olímpicos de Londres. David Rosa e Lucia Vazquez Crespo foram os vencedores em elites.

Em 2010 Moreira de Cónegos recebeu o final da última e decisiva etapa da 5ª Volta a Portugal de Juniores. João Leal (Crédito Agrícola/Alcobaça) sagrou-se vencedor da competição tendo Carlos Ribeiro (Silva & Vinha/ADRAP) triunfado na última etapa que ligou Guimarães a Moreira de Cónegos, numa etapa com a extensão de 96,6 quilómetros que começou no Multiusos de Guimarães.

Fonte: ACM

“Agenda de Ciclismo”

Taça Nacional de Esperanças arranca na Cidade Europeia do Desporto

Por: José Carlos Gomes

O Grande Prémio Portimão Cidade Europeia do Desporto, conjunto de duas provas a disputar sábado e domingo, marca o arranque da primeira edição da Taça Nacional de Esperanças, troféu que junta no mesmo pelotão os corredores sub-23 e juniores.

A primeira das duas provas deste fim-de-semana vai ligar a zona ribeirinha de Portimão ao Alvor, através de um percurso de 114,2 quilómetros que tem a marca “ondulada” da orografia do Algarve. A partida acontece às 15h00, prevendo-se o final para pouco antes das 18h00.

A corrida de domingo parte também da zona Ribeirinha de Portimão, às 10h00, terminando, depois de ultrapassados 109,9 quilómetros, na Mexilhoeira Grande, cerca das 12h45. O perfil orográfico é semelhante ao da véspera, mas a chegada, num topo exigente, poderá retirar da discussão alguns sprinters mais puros.

A Taça Nacional de Esperanças é uma competição de regularidade criada pela Federação Portuguesa de Ciclismo em 2019 com o intuito de dar mais dias de competição aos sub-23 das equipas de clube e de, simultaneamente, permitir aos juniores integrar um pelotão com um maior grau de exigência. Apesar de as duas categorias correrem juntas e disputarem uma geral absoluta, haverá também uma classificação para juniores.

Além do GP Portimão Cidade Europeia do Desporto, a Taça Nacional de Esperanças conta com duas corridas nos dias 10 e 11 de agosto, na Murtosa e na Curia.
 

XCO Internacional em Marrazes

A segunda prova da Taça de Portugal de Cross Country Olímpico (XCO), corrida de classe 1 UCI, disputa-se no próximo domingo em Marrazes, Leiria. São esperados cerca de 300 participantes para uma jornada de forte competitividade, em que a conquista de pontos para o ranking de qualificação olímpica está na mente dos mais fortes.

As corridas começam às 9h00 com a prova de cadetes. Às 10h15 entram em pista os juniores masculinos e todas as categorias femininas, exceto as cadetes que correram antes. Os masters defrontam-se às 12h15. A prova de elite está marcada para as 14h15.

As escolas de ciclismo de estrada da zona Norte têm um Encontro Inter-Regional marcado para a manhã de domingo, em Galegos, Penafiel. Os mais ciclistas mais pequenos começam a pedalar às 9h30.


Mais eventos oficiais

6 de abril: Circuito NGPS, Chaves

6 de abril: Troféu de Paraciclismo da Vila de Porto de Mós

6 de abril: 2.ª Prova da Taça Regional de Setúbal de BMX, Setúbal

7 de abril: Maratona BTT Cidade de Braga

7 de abril: 2.º Granfondo de Lisboa

7 de abril: Prémio Decathlon Amadora/LX Cycling, Amadora

7 de abril: VI Maratona BTT Vila de Ourique – Rota do Porco Alentejano, Ourique

7 de abril: 3.ª Prova da Taça da Madeira de DHI

Fonte: FPC

“IX Duatlo de Famalicão recebe Campeonato Nacional Individual Duatlo Cross”

No dia 31 de março houve Campeonato Nacional Individual de Duatlo Cross, o Campeonato Nacional Individual de Paratriatlo e uma Prova Aberta.

Famalicão é um excelente lugar para a prática de duatlo, com boas condições desportivas e trilhos muito atrativos para os amantes do BTT, o que ficou demonstrado pelos quase 700 participantes inscritos na prova.

Com o tempo a favor, a partida do IX de Famalicão deu-se cerca das 10h. Os atletas puderam contar com um percurso diferente do ano passado, com novos trilhos fisicamente exigentes. A primeira corrida foi realizada no centro da cidade de Vila Nova de Famalicão, um percurso plano em asfalto, com um trajeto de duas voltas e o BTT foi feito num piso misto entre asfalto e terra batida, combinando zonas rápidas, técnicas e um pouco duras. A segunda corrida foi realizada com uma volta no Parque da Devesa.

Esta prova contou com um elevado nível competitivo com Pauline Vie e Rui Dolores a alcançarem o primeiro lugar, em femininos e masculinos respetivamente, ambos revalidando o título de Campeões Nacionais Individuais de Duatlo Cross 2019.

Rui Dolores, do AMICICLO GRÂNDOLA, alcançou a primeira posição com 01:06:17, seguido de Nelson Gomes, do G. D. GOMA, com 01:06:45, enquanto Tiago Maia, Sporting Clube de Espinho, subiu ao terceiro lugar do pódio, com o tempo de 01:07:43.

«Para Rui Dolores, o percurso da primeira corrida foi muito rápido ‘mantendo-se num grupo de seis atletas que chegaram juntos à primeira transição’. O percurso de 19km em BTT foi diferente do que foi realizado em 2018, pouco técnico, mas fisicamente exigente, como considerou Rui. «Consegui fazer a diferença na primeira subida, ganhando uma pequena vantagem que mantive até ao final da prova», conta. O Campeão Nacional de Duatlo Cross realça também o nível elevado da prova, com uma diferença de apenas 3 minutos no TOP 10.»

Na competição feminina, foi Pauline Vie, do Alhandra Sporting Club, a primeira a cortar a meta com o tempo de 01:18:49. Rita Maria Lopes, do Boavista FC, ficou na segunda posição com 01:20:52 e Beatriz Ferreira, do Núcleo do Sporting da Golegã, fechou o pódio individual no terceiro lugar, com 01:23:28.

«A vencedora da prova considerou a prova bem organizada, embora tivesse preferido que a primeira corrida não fosse em estrada e um percurso de BTT mais técnico. «A segunda corrida foi dura, o piso muito irregular». Quanto à sua prestação, Pauline Vie refere que ‘na primeira corrida formou-se um grupo de três atletas, mas na bike conseguiu distânciar-se e gerir melhor o esforço’. Na última corrida foi dar tudo, embora já não houvesse muito para dar, como confessou! A atleta do Alhandra ficou satisfeita com a sua prestação, já que tinha sofrido uma queda num treino dois dias antes, mas como reconheceu «gosto pela competição é tanto que supera todas as dificuldades!»

 

Campeonato Nacional Individual de Paratriatlo

O Duatlo de Famalicão recebeu o Campeonato Individual de Paratriatlo com Luís Ferreira, do Clube de Triatlo de Viseu, a subir ao mais alto lugar no pódio com o tempo de 01:46:06 na categoria PTDF.

 

Classificações por equipas do IX Duatlo de Famalicão:

A melhor equipa feminina a participar neste IX Duatlo de Famalicão foi o Núcleo do Sporting da Golegã, com Beatriz Ferreira, que concluiu a prova em 01:23:28, Filipa Gonçalves com 01:26:47 e Ana Vintém, com 01:31:43.

O G. D. GOMA alcançou a segunda posição por equipas, com Alberta Pereira que terminou em 01:32:23, Adriana Gomes que fez a prova em 01:34:24 e Paula Soares com 01:38:47. Na terceira posição ficou a Escola Triatlo Santo António Évora, com Mariana Talhinhas com 01:35:44, Ana Torres com 20 01:38:36 e Vitória Hudak com 01:54:27.

No setor masculino, foi o OutSystems Olímpico de Oeiras que conquistou a primeira posição com Rui Narigueta, que passou a meta com 01:08:06, Nuno Silva com 01:08:40 e Nuno Carvalho com 01:08:57. O segundo lugar foi alcançado pelo Amiciclo de Grâdola, com Rui Dolores que venceu também em absolutos com 01:06:17, Octávio Vicente com 01:09:13 e João Jesus com 01:10:28. O terceiro lugar no pódio foi alcançado pelo GCA Donas – TRIATLO, com Sérgio Santos que fez o tempo de 01:08:44, Roger Vicente que concluiu a prova em 01:10:06 e Rodrigo Amoreira que passou a meta com 01:13:06.

No final, houve grande satisfação das entidades envolvidas na organização e dos participantes na prova que elogiaram qualidade da prova que este ano aumentou o número de inscritos, batendo o recorde de participantes.

O IX Duatlo de Famalicão foi uma organização da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e da Associação Amigos do Pedal, com o apoio técnico da Federação de Triatlo de Portugal e das associações locais.

Fonte: FTP

“Armstrong recebeu um milhão de dólares para correr na Austrália”

Verba refere-se ao Tour Down Under de 2009

Na condição de patrocinador do Tour Down Under, o Governo da Austrália do Sul revelou que o antigo ciclista Lance Armstrong recebeu um milhão de dólares (cerca de 892 mil euros) para correr a edição de 2009. Armstrong também cobrou nos anos de 2010 e 2011, mas o montante não foi revelado, pelo que as suas comissões foram estimadas em três milhões de dólares (2.676.000 euros), segundo a Comissão de Reforma Independente do Ciclismo.

Pressões políticas exigem que os números sejam divulgados, mas os detalhes do contrato entre as partes tinha uma cláusula de confidencialidade, que só expirou agora, ao fim de 10 anos. Os acordos de 2010 e 2011 só deverão ser revelados voluntariamente daqui a um e dois anos, respetivamente.

Armstrong suspendeu a carreira em 2005, para regressar à estrada no Tour Down Under de 2009, realizando a última corrida profissional na edição de 2011, antes de ter confessado, em 2013, que se dopava, sendo depois banido. Além do avultado ‘cachet’, Armstrong recebeu uma passagem aérea de ida e volta em primeira classe, hospedagem, alimentação e outras despesas.

Fonte: Record on-line

“Ciclistas roubados após queda na Volta à Catalunha”

Dan Martin e Romain Bardet queixaram-se de furtos

Por: Fábio Lima

Conquistada no último domingo pelo colombiano Miguel Ángel López, da Astana, a Volta à Catalunha foi pródiga em momentos menos bonitos a envolver os adeptos da região, eles que tantas vezes são elogiados pela sua forma ferverosa de viver o desporto em geral.

Ora, depois da cena inacreditável a envolver Domingos Gonçalves, agora chegam-nos relatos de dois ciclistas que foram roubados... em plena última etapa, pouco depois de uma queda coletiva.

O primeiro a denunciar um furto foi Dan Martin, colega de equipa de Rui Costa na UAE Team. "Ao tipo que me roubou o Garmin quando me estava a levantar depois da queda, peço-lhe só que me envie os dados da sessão, pois necessito de atualizar o Training Peaks", escreveu o irlandês nas redes sociais, que nessa mesma publicação recebeu uma resposta da Garmin a... oferecer um novo relógio.

Pouco depois surgiu o relato do francês Romain Bardet, da AG2R, que pela mesma via se queixou de ter ficado sem um dos seus ciclocomputadores. "Parece que houve alguém que não saiu de mãos a abanar graças à nossa desgraça", escreveu o francês, que neste tipo de produtos terá investido qualquer coisa como 400 euros.

Fonte: Record on-line

“Carlos Santos 3º na Taça de Paraciclismo”

Por: Joaquim Marques

O 3º lugar foi a posição conquistada por Carlos Santos, do Alcobaça Clube de Ciclismo/Crédito Agrícola na 1ª Prova da Taça de Portugal de Paraciclismo, Categoria C5, um contra-relógio individual de 23,4 quilómetros, que teve lugar no passado sábado 30 de março na Zambujeira do Mar, concelho de Odemira.

A par das dificuldades próprias das suas deficiências os paraciclistas tiveram que enfrentar as adversidades de um piso em mau estado e o vento.

A Taça de Portugal de Paraciclismo conta este ano com um número record de participações desde que foi criada esta vertente do ciclismo que reúne um conjunto de homens e mulheres portadores de algumas deficiências físicas ou neurológicas. Carlos Santos, natural da Vestiaria, compete na categoria C5 que reúne atletas com problemas de coordenação motora, limitação muscular ou amputações, que não impedem a utilização de bicicletas convencionais.

A categoria C1 apresenta a limitação mais severa aos movimentos, enquanto C5 é a classe com menores limitações para o desporto, apresentando ao nível dos membros superiores.

Fonte: Alcobaça Clube de Ciclismo

“Tiago Santos venceu em Alpiarça”

Por: Joaquim Marques

A vitória de Tiago Santos, no escalão de juvenis masculinos, marcou a presença do Alcobaça Clube de Ciclismo/Crédito Agrícola no Encontro Inter-Regional de Escolas de Ciclismo que teve lugar no passado domingo 31 de março, em Alpiarça que juntou quase 200 atletas em representação de 18 clubes.

Tiago Santos disputou uma prova de contra-relógio e uma prova em linha sendo o melhor classificado em ambas as vertentes e conquistou um indiscutível 1º lugar no escalão, enquanto Tomás Henriques ficou em 4º lugar, Jorge Rosa foi 26º, Amílcar Madeira 35º e David Casal foi 39º.

No escalão de infantis, João Gomes ficou em 19º lugar enquanto no escalão de iniciados femininos Madalena Santos ficou em 3º lugar e por fim no escalão de benjamins Madalena Ferreira ficou em 2º lugar e Matilde Ferreira ficou na 3ª posição e no escalão de pupilos Miguel Madeira ficou em 15º lugar.

Menos sorte teve Ana Fernandes, do escalão de juvenis femininos, que sofreu uma aparatosa queda tendo que ser transportada ao Hospital, onde teve que passar a noite em observação.

Na classificação por equipas o Alcobaça Clube de Ciclismo/Crédito Agrícola ficou na 7ª posição entre as 20 equipas que estiveram presentes nesta prova que começou com sol e acabou com chuva.

Fonte: Alcobaça Clube de Ciclismo

“Alcobaça em 9º lugar na Taça de Juniores”

Por: Joaquim Marques

O 9º lugar é a posição do Alcobaça Clube de Ciclismo/Crédito Agrícola no ranking da Taça de Portugal de Juniores que teve uma jornada dupla, disputada no concelho de Odemira.

A formação alcobacense colocou três atletas no lote dos melhores 50 juniores do pais, com Gabriel Casal a ocupar o 14º lugar, Rodrigo Fonseca na 36ª posição e Miguel Correia no 47º lugar.

A Taça de Portugal de Juniores começou no sábado 30 de março com um contra-relógio individual de 23,4km, disputada no sábado na Zambujeira do Mar enquanto no domingo foi disputada uma prova em linha de 129 quilómetros, entre Vila Nova de Milfontes e Odemira.

Gabriel Casal alcançou o 9º lugar na prova de contra-relógio disputado no sábado e, no domingo dias 30 e 31 março, viria a classificar-se em 13º lugar na dura prova em linha que começou com sol e calor e terminou em Odemira debaixo de chuva, numa etapa de muito desnível e com muitas quedas.

Desde o início a formação alcobacense foi à luta, esteve presente em todas as fugas e respondeu a todos os ataques, mas quando eram percorridos 40 quilómetros da prova, o pelotão fragmentou-se com dois dos atletas alcobacenses a perderem o contacto com a cabeça do pelotão, tornando a luta dos restantes quatro mais difícil, num pelotão muito competitivo.

No final o treinador Jorge Caldeira manifestava a sua “satisfação” pelo trabalho desenvolvido realçado que “os atletas cumpriram o que lhes foi pedido e foram à luta”.

Rodrigo Fonseca que no contra-relógio ficou em 45º lugar terminou a prova em linha na 20ª posição e ficou em 36º lugar no ranking. Miguel Correia, que ficou em 73º lugar no contra-relógio, na prova em linha foi 37º e garantiu o 47º lugar no ranking da Taça.

Carlos Jorge que não trazia quaisquer pontos da primeira prova da Taça, no contra-relógio ficou na 69ª posição e na prova em linha ficou em 54º lugar, enquanto Carlos Fernandes que foi 79º no contra-relógio e 88º na prova em linha e Rafael Mateus que foi 96º no contra-relógio ficou na prova em linha ficou na 84ª posição, todos abaixo da linha dos 50 melhores, num pelotão de 106 corredores em representação de 18 equipas.

Fonte: Alcobaça Clube de Ciclismo