quarta-feira, 31 de julho de 2019

“Nova edição mensal da Revista Notícias do Pedal”

A “Revista Notícias do Pedal” acabou de lançar a edição número 287, de julho, a mesma contém uma grande diversidade de notícias, nas mais diversas modalidades, descubra e conheça a mesma, e ainda outras novidades, e outros projetos, e participe.

A sua notícia é importante para nós…

Temos espaço para divulgar o seu evento antes e após a realização do mesmo, pode divulgar ainda tudo o que se relaciona com a bicicleta, como um acontecimento, um passeio onde participou, uma novidade.

 
Temos espaço diário, e mensal, e damos liberdade aos nossos leitores, de se pronunciarem, e fazerem as suas divulgações, para que isso aconteça, basta enviarem um pequeno texto, algumas fotos, ou cartazes, e nós tratamos do resto.



Todas as notícias podem ser enviadas para os nossos mails:




A nossa publicação pode ser visualizada em: www.noticiasdopedal.com onde vai encontrar todos os nossos projetos e links para os mesmos.

Temos o nosso espaço diário em:



 Boas leituras…

“81ª Volta a Portugal/1ª Etapa”

Partida:

Miranda do Corvo

A primeira referência a Miranda do Corvo num documento data de finais do século X, embora as evidências arqueológicas apontem para uma ocupação muito anterior. O documento em causa terá sido redigido no Mosteiro de Lorvão, em 998, e atesta a existência de uma estrutura militar em Miranda do Corvo, ao fazer referência a uma torre. 

Sabe-se hoje que houve ocupação em Vila Nova na época pré-histórica e em Chão de Lamas na proto-história. As recentes escavações arqueológicas no casal romano da Eira Velha, em Lamas, trouxeram à luz do dia os vestígios de uma comunidade do tipo casal agrícola, intimamente ligado aos grandes eixos viários da época romana.

A ocupação mais antiga identificada durante os trabalhos arqueológicos realizados no Alto do Calvário aponta para a Idade Média e trata-se da necrópole de sepulturas escavadas na rocha. 


Os resultados dos trabalhos arqueológicos colocaram a descoberto:  

Uma estrutura pétrea, de finais da Idade Média, que assegurava o acesso à torre; 

Um derrube composto por silhares de grandes dimensões, datável do século XVII, que correspondia a parte da muralha do castelo; 

Uma necrópole de sepulturas escavadas na rocha, anterior ao século XII; 

A existência na zona Oeste do cabeço, no largo do Calvário, próximo das escadas que nos levam ao Cristo Rei, de duas sepulturas nas quais os indivíduos foram enterrados “de acordo com a tradição islâmica, em decúbito lateral direito, a olhar para Este”, ainda não datáveis. 

 Através destes vestígios, consegue-se hoje corroborar que este espaço é utilizado há pelo menos 900 anos como necrópole, senão mais. 

O povoado de Miranda do Corvo terá surgido em torno do castelo. Daqui era possível vigiar e defender duas importantes vias de comunicação: a antiga via romana que passava por Corvo e ligava Sellium (Tomar) a Aeminium (Coimbra) e a via que ligava o interior da Península ao Ocidente, a via Colimbriana. Provirá desta função de vigilância o nome de Miranda, do latim mirandus (atalaia)? 


Sobranceira à vila, esta atalaia assentava no alto de um cabeço, sendo provável que a povoação se tenha desenvolvido em torno do atual Alto do Calvário. Apesar da sua importância na linha defensiva do Mondego, durante e após a ‘Reconquista’ da cidade de Coimbra, são escassas as informações sobre a sua história. 

Sabemos que ano de 1116, a região foi severamente atacada durante uma expedição almorávida, sendo apenas travada às portas de Coimbra. O castelo de Miranda do Corvo terá sido destruído, existindo relato do séc. XII, do seu cerco e conquista, da forte destruição, do elevado número de mortes e dos prisioneiros realizados. 

O Castelo terá permanecido em ruína, não se conhecendo a exata data da sua reconstrução. Em 1136 os habitantes de Miranda receberam foral de D. Afonso Henriques, o qual foi depois confirmado por D. Afonso II.  

Em 1383, existe referência ao facto de João Afonso Teles ter aberto as portas a D. João I de Castela quando este seguia para Lisboa para contestar o Mestre de Aviz. 


Ao longo dos séculos a construção foi-se arruinando. O Livro das Posturas da Câmara Municipal de Miranda do Corvo refere a existência de um aluimento do que restava do castelo, em maio de 1799. Deste ano, data ainda a publicação de posturas sobre o roubo das pedras através das quais o município proíbe a população de retirar pedras para construção própria. Muitas destas pedras foram utilizadas nas obras de renovação da Ponte do Corvo, sobre a ribeira do Alhêda, obra que se iniciou nesta data. 

A terceira invasão francesa trouxe novamente ao concelho algum protagonismo pela sua localização na linha estratégica de movimentação dos exércitos. Parte do combate de Casal Novo, que decorreu na madrugada de 14 de Março de 1811, deu-se na freguesia de Lamas. As consequências da guerra fizeram-se sentir no concelho de forma muito significativa, com a carestia de géneros, a destruição e os campos estéreis, em parte devido à política de terra queimada, e pela grande epidemia que assolou as freguesias durante os meses seguintes. 

O concelho abrangia então vasta área, que ia quase do Ceira, perto de Coimbra, até à ribeira de Alje, a sul das serras, compreendendo aproximadamente as atuais freguesias de Miranda, Lamas, Vila Nova e Campelo, que passou para Figueiró dos Vinhos, nos começos do regime liberal. 


Chegada:

Leiria, uma cidade com história.

O Concelho de Leiria ocupa uma posição privilegiada no quadro do nosso país e particularmente no plano regional.

Confina a Norte com o Concelho de Pombal, a Este também com o de Pombal e com o de Ourém, a Sul com o da Batalha e o de Porto de Mós, a Oeste é limitado pelo Concelho da Marinha Grande e pelo Oceano Atlântico.

Fica inserido na Região Centro e apresenta-se como área de grande influência socioeconómica e fortemente representativa do total da região.

A cidade de Leiria, sede de concelho e capital de distrito, fica a uma distância de 146 quilómetros de Lisboa e de 72 quilómetros de Coimbra, sendo a sua localização um dos elementos principais que concorre para o seu crescimento e desenvolvimento. Leiria é servida por um importante conjunto de infra-estruturas rodoviárias, nomeadamente a A1, a A8, a A17, a A19, o IC2 e as EN 109, 242 e 113.

Leiria é o centro de uma região que junta à agricultura e à pecuária tradicionais as indústrias de moldes, alimentos compostos para animais, moagem, serração de madeiras, resinagem, cimentos, metais, cerâmica, plásticos, serração de mármores, construção civil, comércio e turismo citadino e ambiental.

Fonte: Podium

“Volta a Portugal/Samuel Caldeira: «Sensação é fantástica»”

Português admite que não contava com a vitória no prólogo

Por: Lusa

Foto: LUSA

Depois da vitória no prólogo inaugural da Volta a Portugal, Samuel Caldeira referiu que o trinfo no primeiro dia de prova não era um objetivo seu. Contudo, o ciclista da W52-FC Porto admite que a sensação é "fantástica" e que agora pode "saborear algo com que não contava".

"A sensação é fantástica. É saborear esta noite e amanhã [quinta-feira] a Volta continua e temos muito trabalho pela frente.

[Defender a camisola amarela] Tenho outros objetivos e prioridades na equipa. Não era um objetivo, mas sabia que hoje podia fazer um grande tempo.

[Sobre a última etapa que venceu, em 2017] São sentimentos diferentes, e vestir de amarelo era um sonho que eu não tinha [para hoje].

Senti ansiedade, e saber que há quem pode fazer um tempo melhor. Depois, é o sentimento de que posso mesmo ganhar a etapa.

São seis quilómetros e nem dá para pensar em muita coisa. Arranquei a dar tudo e não geri nada.

[Defesa da liderança] Não muda nada dentro da equipa, temos os objetivos bem definidos e eu sou o mesmo ciclista. O que muda é saborear algo com que não contava.

O Gustavo Veloso é um grande especialista neste exercício, saberia que poderia ser ele a vestir de amarelo. Mas tive sempre um pingo de esperança de que poderia ser eu", disse.

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal/José Gonçalves apoia irmão Domingos e até "dava umas pedaladas""

Prova arrancou esta quarta-feira com um prólogo em Viseu

Por: Lusa

Foto: DR

O português José Gonçalves (Katusha Alpecin) esteve esta quarta-feira em Viseu a apoiar o irmão, Domingos, a representar a Caja Rural-Seguros RGA na 81.ª Volta a Portugal, que arranca com um prólogo de seis quilómetros.

"O meu irmão está na corrida e é um dos principais corredores por quem venho torcer. Hoje pode ser um bom dia para ele, faz bons contrarrelógios", disse à Lusa o ciclista dos suíços da Katusha Alpecin, do pelotão WorldTour, à margem da partida para o prólogo.

Segundo o ciclista, o irmão gémeo, campeão português de fundo por duas vezes e uma no 'crono', "está bem e tem de tentar um dia ou outro vencer uma etapa", um feito que já conseguiu em 2018.

A prova ajudou Domingos a dar o 'salto' para a Caja Rural, em Espanha, e José Gonçalves elogia a força da Volta para "dar outra visibilidade ao ciclismo português", até pelas equipas estrangeiras "que olham para os corredores e podem ajudar" a uma saída para outros patamares.

A descansar depois de participar na Volta a França, e antes de embarcar noutra 'grande', a Volta a Espanha, José tem estado "a recuperar" de uma "competição muito dura", mas admitiu que "qualquer português quer correr a Volta".

"Não sou diferente, gostava de voltar. (...) Mas gostava de dar umas pedaladas, isso gostava", brincou.

A 81.ª edição da Volta a Portugal arrancou hoje em Viseu, passando depois por 10 etapas e um dia de descanso, em pontos 'míticos' como a Torre (quarta etapa) ou a Senhora da Graça (nona etapa) antes de terminar num contrarrelógio entre Vila Nova de Gaia e o Porto, que acolhe um final de etapa pela primeira vez em 30 anos.

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal/Incerteza na Katusha dá motivação para "dar tudo"”

Prova começou esta quarta-feira em Viseu

Por: Lusa

Foto: DR

O português José Gonçalves, da Katusha Alpecin, admitiu esta quarta-feira que a incerteza em torno do futuro da equipa russa de WorldTour "mexe um pouco" com os ciclistas, mas dá também motivação a "dar tudo" para mostrar resultados.

Segundo o português de 30 anos, a incerteza na formação russa, com licença suíça, tem de funcionar em favor dos ciclistas: "Também sabemos que se a equipa acabar temos de dar o nosso melhor para as outras equipas olharem para nós", disse.

Em Viseu, à margem do arranque da 81.ª edição da Volta a Portugal, na qual participa o irmão, Domingos (Caja Rural-Seguros RGA), José Gonçalves, que participou na Volta a França pela primeira vez, defende que os corredores da Katusha devem "dar tudo na estrada para ter continuidade no ciclismo", seja com a equipa atual ou noutra estrutura.

Para já, o calendário de José Gonçalves inclui a participação noutra grande volta, uma vez que está na lista para participar na Volta a Espanha, e antes tem já confirmada a participação na Clássica de San Sebastián, no sábado.

Na segunda-feira, o diretor da equipa, o português José Azevedo, admitiu à Lusa que as negociações para assegurar a continuidade da estrutura estão em curso, mas não há ainda "decisão nenhuma".

À agência Lusa, José Azevedo disse não poder "entrar em detalhes", mas revelou que "há possibilidades que existem" e que estão a ser trabalhadas por pessoas da sua equipa, mostrando-se esperançado de que as negociações "acabem de uma forma positiva".

A notícia de que a Katusha Alpecin iria extinguir-se no final do ano, devido à debandada de patrocinadores - um deles a Alpecin -, foi avançada pelo L'Équipe durante a primeira semana da 106.ª Volta a França e prontamente desmentida pelo português, que qualififcou de "rumor" o cenário descrito pelo diário desportivo francês.

Fonte: Record on-line

“VOLTA A PORTUGAL/PRÓLOGO EM VISEU IMPÕE PRIMEIRAS DIFERENÇAS NA 81.ª EDIÇÃO DA VOLTA A PORTUGAL”

A 81.ª edição da Volta a Portugal em bicicleta arrancou hoje com um prólogo em Viseu, com seis quilómetros de distância.

A 81.ª edição da Volta a Portugal em bicicleta arrancou hoje com um prólogo em Viseu, com seis quilómetros de distância a definirem as primeiras diferenças entre um pelotão de 19 equipas e 132 ciclistas.

Pela terceira vez nesta década, Viseu vai dar o ‘tiro’ de partida para a ‘Portuguesa’, depois de 2010 e 2015, com seis quilómetros, praticamente planos, na Avenida da Europa, em torno da zona histórica da cidade.

A componente técnica será a chave do primeiro dia, que vai já colocar as primeiras diferenças entre o pelotão e no qual os candidatos à vitória final devem acautelar a perda de tempo.

Na partida de 2019 não estará o campeão das duas últimas edições, o espanhol Raúl Alarcón (W52-FC Porto), que se lesionou a um mês da corrida e falha a prova, mas estarão três anteriores campeões.

Dois deles representam os ‘dragões’, o espanhol Gustavo Veloso, campeão em 2014 e 2015 e o último a partir, pelas 17:25, e o português Ricardo Mestre, em 2011, enquanto o também espanhol Alejandro Marque venceu em 2013 e agora corre pela Sporting-Tavira.

A 81.ª edição da Volta a Portugal arranca hoje em Viseu, passando depois por 10 etapas e um dia de descanso, em pontos ‘míticos’ como a Torre (quarta etapa) ou a Senhora da Graça (nona etapa) antes de terminar num contrarrelógio entre Vila Nova de Gaia e o Porto, que acolhe um final de etapa pela primeira vez em 30 anos.

Fonte: Sapo on-line

“Volta a Portugal/Primeira Amarela decidida por centésimos”

Foi um Samuel Caldeira tranquilo e paciente que aguardou o final do Prólogo de Viseu para depois, confirmado o melhor registo nos seis quilómetros, rasgar um enorme sorriso de vencedor.

Caldeira esteve sentado na cadeira reservada ao corredor com a melhor marca durante bastante tempo, uma vez que foi dos primeiros a fazer o percurso. Quando o companheiro de equipa na W52-FC Porto, Gustavo Veloso, o último na estrada, cruzou a linha de chegada estava resolvido o impasse e encontrado o primeiro vencedor da Volta 2019, mas não fosse a decisão dos centésimos e os três primeiros classificados estariam empatados.

Atrás de Samuel Caldeira terminou um suíço, Gian Friesecke, e o espanhol Gustavo Veloso. Os três fizeram 7m 28s com uma média voadora que ultrapassou os 48 Km/h.

O percurso escolhido para esta luta contra o cronómetro repetiu o trajeto estreado em 2015, com um traçado maioritariamente plano e com bom asfalto. As zonas técnicas do contrarrelógio estavam nas curvas estreitas e no tapete empedrado da zona história de Viseu, com muitos entusiastas a aplaudir efusivamente a passagem dos 132 participantes.

Neste início de Volta a nota dominante, para além do triunfo do sprinter da W52-FC Porto, é a liderança coletiva da equipa azul e branca para a qual contribuiu o facto de terminar o Prólogo com três homens nas cinco primeiras posições.
 

Montanha já na 1ª etapa

Com o início de agosto chega a primeira etapa da 81ª Volta a Portugal Santander que apadrinha a estreia de Miranda do Corvo na principal prova do ciclismo português.

Os candidatos e os trepadores hão de ficar alerta logo nos primeiros quilómetros na Serra da Lousã onde está uma contagem de primeira categoria. O percurso acidentado de 174,7 quilómetros passa ainda por Alvaiázere e Pombal até chegar a Leiria, cidade que já foi final de etapa da Volta 18 vezes e que, ao final da tarde desta quinta-feira, estará de braços abertos para receber o pelotão da 81ª Volta a Portugal Santander.

Fonte: Podium

“Rúben Guerreiro terminou em 15.º na Volta à Valónia”

Ficou a 25 segundos do vencedor Loic Vliegem

Por: Lusa

O ciclista português Rúben Guerreiro, da Katusha, concluiu na 15.ª posição a Volta à Valónia, que esta quarta-feira terminou em Thuin, com a vitória de Loic Vliegen, da Wanty.

Guerreiro ficou a 25 segundos de Vliegen, que gastou 22:12.13 horas para as cinco etapas.

O pódio final foi totalmente belga, com os lugares de honra a ir para Tosh van der Sande (Lotto Soudal) e Dries de Bondt (Corendon), ambos a oito segundos.

Fonte: Record on-line

terça-feira, 30 de julho de 2019

“81ª Volta a Portugal/Prólogo”

Partida e chegada:

Viseu

Somos uma cidade feliz, sempre pronta a receber quem vive e visita esta cidade no coração de Portugal.
Não podemos apresentar Viseu como destino de um atributo só. O que nos distingue é o mix de uma oferta completa que respira identidade e autenticidade.

Pode conhecer o nosso património e história com mistérios como a Cava de Viriato, pode passear pelos nossos jardins e parques, conhecer e desfrutar do nosso Centro Histórico, deparar-se com uma atitude urbana com marcas como o street art e agendar visitas especiais nos eventos que marcam a agenda cultural e criativa de Viseu ao longo de todo o ano.

A qualidade de vida que caracteriza a nossa cidade contagia quem nos visita. Vai sentir-se em casa!

"Bem-haja" é a saudação que nos caracteriza em Viseu e com ela deixamos este convite a visitar a melhor cidade para viver em Portugal!

Fonte: Podium

“81ª Volta a Portugal Santander/Apresentação”

De 31 de Julho a 11 de Agosto

Por: José Morais/Joaquim Gomes/Podium

Foto: Podium

A Volta a Portugal em Bicicleta, na sua 81ª edição, este ano promete, vamos ter mais uma Volta a Portugal um pouco saltitona, mas a dificuldades de colocar a mesma na estrada a isso dá origem, e vai sem dúvida muito positiva, a mesma a começar em Viseu, vem dar um salto às portas da capital, e volta para o norte, com o regresso da Etapa Rainha, a Torre na 4ª etapa, o que muito vem beneficiar a Volta, e os amantes da mesma.

Mas, será que a 10ª e última etapa, o contra-relógio entre Vila Nova de Gaia e o Porto, irá definir o vencedor, ou que na véspera na 9ª etapa, a subida ao alto da Senhora da Graça, ditará o vencedor, cá estaremos para ver, por agora ficam as palavras de Joaquim Gomes, diretor da Volta a Portugal.

“A 81ª Volta a Portugal Santander que recupera a importante presença do Nordeste Transmontano consegue, de forma equilibrada, unir com fases de adaptação, transição e recuperação os dias mais exigentes da prova, em que se destacam os finais na Serra da Estrela, Serra do Larouco e Sr.ª da Graça. Entendendo a Volta como um fenómeno social com responsabilidades bem mais abrangentes, em analogia com aquelas que se esgotam no campo desportivo, conseguimos, ainda e cumprindo um dos seus grandes desígnios, promover estreias absolutas, como o caso das partidas de Miranda do Corvo e Pampilhosa da Serra. Algo que, após 92 anos de história, se torna cada vez mais difícil.

Ainda no campo desportivo importa referir algumas alterações regulamentares que pretendem promover maior distinção dos velocistas, na luta pela classificação por pontos. Algo que as características intrínsecas do nosso território e, em particular, de muitas das nossas cidades, têm, ano após ano, arredado, os melhores “sprinters”, do símbolo de guia que lhes estaria, legitimamente, destinado, a Camisola Verde.

A terminar, e ainda que bem longe das saudosas três semanas de competição, a Volta continua, pelos diversos fatores que a influenciam, a apresentar um elevadíssimo grau de exigência. E é este facto que vai, após 10 dias de competição, fazer do CRI de V. N. de Gaia -Porto, colocado estrategicamente no último dia de prova, uma das etapas mais importantes da corrida, dignificando o regresso destes dois municípios, há muito notabilizados na história da Volta.


Palavra do Diretor de Prova

"Em suma, esta é uma Volta marcada decisivamente pelo regresso do final na Torre, utilizando a famosa vertente da Covilhã - Penhas da Saúde - Torre, mas onde as chamadas etapas de transição, muitas vezes marcadas pelo intenso calor e orografia adversa, se podem tornar mais “madrastas” que as etapas teoricamente mais difíceis."

Joaquim Gomes”

Fonte: Podium

“VISEU NA GRANDE PARTIDA DA VOLTA A PORTUGAL"

Começa esta quarta-feira a 81ª Volta a Portugal Santander. A competição que vai terminar a 11 de agosto, no Porto, começa com um Prólogo de seis quilómetros com partida e chegada à majestosa Avenida da Europa, na cidade de Viriato. Será a terceira vez no historial da prova que Viseu dá início às pedaladas da Volta a Portugal, tal como aconteceu em 2010 e 2015.


A TORRE, O FINAL NO PORTO E TANTOS OUTROS REGRESSOS…

Com dois municípios estreantes, Miranda do Corvo e Pampilhosa da Serra, a 81ª Volta a Portugal Santander aí está! No calor de 31 de julho a 11 de agosto, o país volta a agitar-se no frenesim das bicicletas com 1531 quilómetros de competição repartidos entre Viseu e o Porto. Numa edição de regressos - há 30 anos que a Avenida dos Aliados não recebia o final da prova -, faz-se homenagem à tão carismática Serra da Estrela que volta a ter um final de etapa na Torre


ESPANHÓIS ABREM E FECHAM PRÓLOGO,

Cristian Mota será o primeiro corredor a sair para a estrada no Prólogo de Viseu. O jovem corredor de 22 anos, da Miranda-Mortágua, parte esta quarta-feira, às 15h14, para o contrarrelógio individual de seis quilómetros. O último homem na estrada será Gustavo Veloso (W52-FC Porto), às 17h25.

“Apesar da curta extensão do Prólogo poderão surgir diferenças acentuadas entre os principais candidatos.”  Joaquim Gomes, diretor 81ª Volta a Portugal Santander


PELOTÃO CONFIRMADO COM 132 CORREDORES

Na reunião do Colégio de Comissários que, como sempre, acontece na véspera de começar a prova foram confirmadas as 19 equipas já anunciadas. À exceção da colombiana Medellin que alinha com seis elementos, os restantes conjuntos alinham com sete homens, o número máximo permitido pela UCI União Ciclista Internacional, o que perfaz um grupo de 132 elementos.


RTP APRESENTOU EQUIPAS NO “HÁ VOLTA”

Parceira desde sempre da Volta a Portugal, a RTP será, uma vez mais, a estação oficial da competição acompanhando com uma vasta equipa todas as frentes do evento. Só na vertente competitiva, a Rádio e Televisão de Portugal mobilizou quase uma centena de profissionais.  Esta terça-feira as 19 equipas participantes desfilaram no programa “Há Volta” na Apresentação Oficial de Equipas, emissão feita em direto a partir do centro de Viseu.


O MAIS VELHO E O MAIS NOVO

Oscar Sevilla, da equipa Medellin, é o corredor mais experiente na 81ª Volta a Portugal Santander. O espanhol veterano vai completar 43 anos em setembro. O mais jovem no pelotão é o português Pedro Miguel Lopes, da Oliveirense-InOutBuild, que completou há poucos dias 20 anos e que se estreia na Volta a Portugal em Bicicleta. Na equipa de Oliveira de Azeméis existem outros dois corredores com a mesma idade.

Fonte: Podium

“Alcobaça em 9º lugar na Volta ao Minho”

Por: Joaquim Marques

O 9º lugar na classificação por equipas foi a posição alcançada pelo Alcobaça Clube de Ciclismo/Crédito Agrícola na 31ª Volta ao Minho, uma prova para o escalão de juniores, que decorreu entre os dias 25 e 28 deste mês de Julho com a presença de 24 equipas, das quais 7 eram estrangeiras.

Na classificação final, decidida em Castro Laboreiro, Miguel Correia ficou em 27º lugar da classificação final, Rodrigo Fonseca ficou na 32ª posição, Gabriel Casal ficou em 37º lugar, Carlos Jorge ficou no lugar 102 enquanto Carlos Fernandes e Rafael Mateus desistiram no final da 1ª etapa. O colombiano Jhonatan Chaves, do Team Ingenieria de Vías/Monsalud, foi do vencedor da 31ª Volta ao Minho Júnior.

A formação alcobacense iniciou a sua participação nesta importante prova com o 14º lugar no prólogo de 6,4 km disputado em Melgaço, mas na segunda etapa com um percurso de 69,6 km entre Guimarães e Santo António de Mesão Frio subiu para o 9º lugar e na segunda etapa de 97 quilómetros disputada em Vieira do Minho subiu para o 7º lugar, e na derradeira etapa de 105,6km disputado entre Melgaço e a terminar numa longa subida para Castro Laboreiro caiu para o 13º lugar, e somados os tempos finaliza a prova com o 9º lugar na classificação final de equipas.

Não sendo um resultado brilhante é ainda assim uma classificação relevante pois é uma equipa curta e que trabalha apenas com atletas e valores naturais da sua formação e mesmo assim conseguiu ser a quarta melhor equipa portuguesa a participar nesta prova.

Alinharam à partida 150 corredores, mas 47 viriam a desistir ao longo dos quatro dias de provas, disputadas nas zonas duras do Minho com muito sobe e desce e das 24 equipas que alinharam só 19 terminaram com atletas que lhe permitiram classificação por equipas.

Fonte: Alcobaça Clube de Ciclismo

“Campeonato do Mundo de 24H Solo de BTT, no Brasil”

PEDRO MAIA É VICE-CAMPEÃO DO MUNDO

Por: Ana Santos

Português pedalou mais de 23 horas seguidas em prova de ultra resistência em mountain bike

Pedro Maia sagrou-se vice-campeão, na categoria +60, no Campeonato do Mundo de 24H Solo de Mountain Bike, que se realizou este fim-de-semana no Mato Grosso do Sul, no Brasil. Durante 23 horas e 22 minutos, o atleta português de 60 anos de idade, fez 10 voltas num percurso de 30 km.

O Campeonato Mundial WEMBO de MTB 24 Horas Solo 2019, é um desafio à resistência física de qualquer atleta, mas que Pedro Maia conseguiu ultrapassar. As 24 Horas de Mountain Bike são realizada num formato de competição onde o objetivo é completar o maior número de voltas possíveis dentro do período de 24 horas. A prova teve início às 12 horas de sábado, 27 de julho, e terminou à mesma hora no domingo, 28 de julho (hora local).

Pedro Maia conta com o apoio da Europ Assistance e da Generali ao longo da sua carreira tem ganho alguns títulos, nomeadamente, de Campeão e Vice-Campeão do Mundo em 2016 e 2014, respetivamente, e de Campeão Europeu em 2013.


SOBRE O GRUPO EUROP ASSISTANCE

Criado em 1963, o Grupo Europ Assistance foi pioneiro nos serviços de assistência, apoiando clientes em mais de 200 países graças a uma rede de 750.000 parceiros e 39 filiais e sucursais. A nossa missão é levar ajuda às pessoas em situações de aflição, a qualquer hora em qualquer lugar. Com uma oferta abrangente de soluções que garantem os riscos associados às áreas de negócio automóvel, viagem, saúde, nomeadamente assistência sénior, lar & família, proteção de identidade, telemedicina e Conciergerie. A visão dos mais de 7.765 colaboradores é ser a empresa de assistência mais confiável do mundo. A Europ Assistance faz parte do Grupo Generali, um dos líderes mundiais de seguros.


SOBRE O GRUPO GENERALI

A Generali é um dos maiores fornecedores globais de seguros e de gestão de ativos. Fundada em 1831, está presente em 50 países no mundo, com uma receita total de prémios de mais de € 66 biliões em 2018. Com quase 71.000 colaboradores atendendo a 61 milhões de clientes, o Grupo ocupa uma posição de liderança na Europa e uma presença crescente na Ásia e na América Latina. A ambição da Generali é ser Life Time Partner, parceira para a vida, dos seus clientes, oferecendo soluções inovadoras e personalizadas graças a uma rede de distribuição inigualável.

Fonte: LPM Comunicação

“Bernardo foi 25º no GP do Minho”

Texto: AfterTwo //works

Fotos: Marcelo Lopes

A equipa junior da Academia Joaquim Agostinho/UDO foi a terceira melhor entre as Portuguesas presentes no 31º Grande Prémio do Minho, competição disputada entre a passada quinta-feira e este domingo. A prova minhota é sempre uma das mais aguardadas do calendário Nacional, pelo nível organizativo e qualidade competitiva do pelotão internacional que a compõe.

No prólogo inaugural em Melgaço, a equipa torriense fez uma abordagem cautelosa, concluindo os 6,4 km do percurso em 10 minutos e 38 segundos na 15ª posição. A primeira etapa percorreu 69 km entre Guimarães e o alto de Santo Antonino em Mesão Frio, onde cedo se começou a notar a supremacia das equipas estrangeiras que impuseram um ritmo frenético ao pelotão.

A jornada acabaria com uma média superior a 40 km por hora, tendo Bernardo Luís sido o melhor atleta torriense na 31ª posição. Ao segundo dia de prova a organização viu-se forçada a alterar o percurso por razões meteorológicas, mas o ritmo não abrandou. João Ferreira alcançou a melhor classificação da equipa em toda a prova ao cruzar a meta na 17ª posição a escassos 3 segundos do vencedor, galgando 39 lugares na tabela geral.

Também Daniel Fortes e Henrique Frois tiveram um desempenho positivo ajudando a catapultar a equipa para a 8ª posição coletiva. O último dia começou de forma positiva, com Henrique Frois a cruzar a 1ª Meta de Montanha na 3ª posição e Miguel Carvalho a vencer a 2ª Meta Volante instalada em Melgaço.

Com as equipas estrangeiras a controlar todas as tentativas de fuga, a etapa foi decidida na exigente subida ao Castro Laboreiro onde Bernardo Luís foi 26º a 1 minuto e 47 segundos do vencedor. Com este resultado, Bernardo foi o melhor elemento da equipa em toda a competição, concluindo na 25ª posição. João Ferreira foi outro dos elementos em destaque ao ser o 6º melhor júnior de primeiro ano na prova Minhota.

No rescaldo final da competição a equipa de Torres Vedras foi a 7ª da geral coletiva entre as 24 participantes e a 3ª melhor Portuguesa.  Na classificação individual, João Ferreira foi o 33º, Daniel Fortes 50º, Miguel Carvalho 59º, André Silva 66º e Duarte Bento 76º.

Fonte: Academia Joaquim Agostinho

 

“Assembleia da República aprovou Projeto de Resolução”

A Assembleia da República aprovou, por unanimidade, um projeto de resolução que recomenda ao Governo uma avaliação da necessidade de melhor proteger as atividades desenvolvidas pelas federações desportivas e de impedir a realização de eventos que coloquem em causa o direito das federações.

A iniciativa surgiu após as diligências da Associação de Ciclismo do Minho que defende a obrigatoriedade de todos os eventos desportivos serem previamente oficializados pelas federações detentoras do Estatuto de Utilidade Pública Desportiva. Em causa está, segundo a ACM, a necessidade de garantir o cumprimento das normas de segurança, da salvaguarda e defesa da verdade e da ética desportiva e de impedir a violação de regras técnicas das modalidades que, a não acontecer, pode resultar em prejuízo e risco para os atletas.

O Projeto de Resolução foi apresentado pelo Partido Social Democrata e na votação em plenário da Assembleia da República recolheu a unanimidade dos deputados do PSD, PS, BE, CDS-PP, PCP, PEV, PAN e do deputado independente Paulo Trigo Pereira. Previamente, a Projeto de Resolução (nº 2048/XIII - 4ª) foi apreciado pela Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto da Assembleia da República.

“Decorridos 4 anos sobre a entrada em vigor do diploma [que define as formas de proteção do nome, imagem e atividades desenvolvidas pelas federações desportivas], constata-se que, apesar de diversas virtualidades (…) tem sido pública a existência de situações em que a fiscalização e aplicação do diploma não está a corresponder às legítimas expetativas das federações desportivas”, refere o Projeto de Resolução subscrito pelo líder parlamentar do PSD, Fernando Negrão, eleito deputado pelo círculo de Braga.

Nesse sentido, o documento recomenda ao Governo uma avaliação da implementação da legislação, “em particular da sua fiscalização e capacidade para impedir a realização de eventos que coloquem em causa o direito das federações desportivas a verem as suas atividades devidamente salvaguardadas”. Simultaneamente, o Projeto de Resolução sugere que “considerando a constante mutação do fenómeno desportivo”, o Governo “avalie a necessidade de proteger de forma mais efetiva e, porventura, mais abrangente, em particular, as atividades desenvolvidas pelas federações desportivas”.

Recorde-se que a Associação de Ciclismo do Minho tem defendido a obrigatoriedade de todos os eventos desportivos serem oficializados pelas federações detentoras do Estatuto de Utilidade Pública Desportiva, tendo oportunamente apresentado um conjunto de propostas ao Secretário de Estado do Desporto e Juventude, João Paulo Rebelo.

De acordo com a associação minhota, “existem cada vez mais eventos que fogem à tutela das federações e nos quais não existe qualquer garantia do cumprimento das normas de segurança, da salvaguarda e defesa da verdade e da ética desportiva e da existência, por exemplo, de seguros obrigatórios e de várias licenças e autorizações”.

“Esses eventos são um sério problema do desporto atual e uma grave ameaça ao desenvolvimento desportivo, não apenas do ciclismo, configurando uma flagrante e incompreensível concorrência desleal em relação a eventos desportivos devidamente oficializados pelas federações dotadas do Estatuto de Utilidade Pública Desportiva”, explica José Luís Ribeiro, Presidente da Associação de Ciclismo do Minho.

Segundo o dirigente da ACM, nos referidos eventos “não é verificada, no que ao ciclismo diz respeito, a adequação das atividades aos participantes em função, por exemplo, das idades, distâncias e nível de dificuldade, entre outros fatores”, além de que “como temos vindo a alertar, desde 2014, persistem sinais preocupantes em relação ao doping em eventos e competições não reconhecidas pelas federações desportivas e que poderão estar a contribuir para a sua proliferação”. De igual modo, refere a ACM, “vemos com preocupação problemas de segurança e de violação de regras técnicas relevantes da modalidade, em potencial prejuízo e risco dos atletas”.

“Temos assistido ao aparecimento de um considerável número de eventos que se evadem às competências conferidas pelo Estado às Federações Desportivas dotadas do Estatuto de Utilidade Pública Desportiva, circunstância que, resultando de uma evolução do fenómeno desportivo, não deixa de induzir sérios riscos aos princípios e valores subjacentes à prática desportiva, entre os quais, os princípios da ética, da defesa do espírito desportivo, da verdade desportiva e da formação integral de todos os participantes”, argumenta José Luís Ribeiro.

O Presidente da Associação de Ciclismo do Minho considera que “é urgente e imperioso enquadrar definitivamente todos os eventos nas respetivas Federações dotadas do Estatuto de Utilidade Pública Desportiva pelo que, acompanhando a evolução do fenómeno desportivo e antecipando o futuro, estamos determinados, com o apoio da Federação Portuguesa de Ciclismo e de outras federações que sentem o mesmo problema, em conseguir uma solução para o problema”.

Refira-se que a Associação de Ciclismo do Minho liderou anteriormente o movimento que exigiu a eliminação da discriminação das modalidades praticadas na via pública no acesso à comparticipação do Estado, concedida através de verbas dos jogos sociais, para com os custos do policiamento. As modalidades praticadas na via pública não tinham direito aos apoios do Estado para o policiamento porque a legislação apenas contemplava as modalidades praticadas em recintos desportivos. Em outubro de 2012, na sequência das diligências da Associação de Ciclismo do Minho, foi publicado um novo regime de policiamento que passou a incluir as atividades realizadas na via pública no leque de apoios, tendo sido o 12º Circuito de Palmeira / Prémio Peixoto Alves a primeira prova de ciclismo de estrada a beneficiar da comparticipação do Estado com os custos do policiamento.

Fonte: ACM

“ASFIC no circuito A-dos Barbas”

A formação de ciclismo de Rio Maior, ASFIC – Grupo Parapedra / Dinazoo / Riomagic, deslocou-se no sábado, 27 de julho, a A-dos Barbas, freguesia de Maceira, concelho de Leiria, para participar no circuito de ciclismo daquela localidade, pertencente à Federação de Ciclismo de Santarém.

A ASFIC Grupo Parapedra / Dinazoo / Riomagic apresentou-se neste circuito com os ciclistas João Portela, Humberto Careca, Jorge Letras, João Letras, Edgar Oliveira, Calos Ochoa, Diogo Sampaio, Daniel Ferreira e Alexandre Mota.

O circuito foi composto por 10 voltas de 9,3 km, perfazendo um total de 93 km e participaram na prova, mais de 100 atletas de várias equipas, de norte a sul do País.

A ASFIC entrou na corrida com a ambição de discutir a vitória, mas a forte vontade de vencer da equipa da casa e alguns azares da ASFIC, levou a corrida a ser sempre controlada pela equipa da casa, que perante o seu publico e com o apoio do mesmo, foram os mais fortes na corrida.

A corrida viria a ser discutida ao sprint com a equipa da casa a ser a mais forte e a vencer, cortando João Letras a meta em 3º Lugar, Jorge Letras em 6º Lugar e Humberto Careca em 11º lugar.

Com a excelente classificação dos seus atletas, a ASFIC alcançou o 1.º lugar por equipas.

A vitória por equipas é sempre o prémio do entendimento entre os atletas, que unidos alcançam o lugar mais alto do pódio.

A ASFIC cedo se viu sem o seu líder da equipa, João Portela abandonou a corrida devido a uma lesão que já o afeta a várias semanas. Daniel Ferreira também abandonou a corrida por avaria mecânica na sua bicicleta e João Letras, embora com a bicicleta com um ligeiro problema mecânico conseguiu acabar a corrida com a discussão pela vitória.

A ASFIC embora tenha esta época obtido excelentes resultados desportivos, não tem conseguido estar na sua máxima força, pois vários atletas têm sofrido lesões ou acidentes. Anibal santo ainda não correu este ano por problemas na coluna. Ricardo Gonçalves sofreu um acidente de viação quando treinava e fraturou uma clavícula, tendo sido posteriormente operado, encontrando-se a recuperar.  Daniel Ferreira sofreu um acidente na prova de Marvão, da qual resultou um dedo partido, o que também o afastou de algumas corridas. João Portela está com uma lesão no joelho, que levou a sua paragem no inicio do mês, que o impede de treinar e vai forçar a sua paragem por tempo indeterminado.

Até ao final da época ainda faltam cerca de 6 provas, a equipa mesmo não indo estar na máxima força, e sem o seu líder, promete lutar pela vitória em todas as corridas.

Fonte: ASFIC - GRUPO PARAPEDRA /DINAZOO / RIOMAGIC