domingo, 4 de março de 2018

“RUI COSTA: «CAIR UMA VEZ JÁ É MAU MAS DUAS É DEMAIS»”

Português lamenta azar na Paris Nice

Foto: DR

Rui Costa (UAE-Team Emirates) lamentou as duas quedas sofridas este domingo no Paris Nice, que fizeram com que não fosse além da 153.ª posição, a 17.33 minutos de Démare.

"Cair uma vez já é mau, mas duas é demais. Eu tive o azar de ir duas vezes ao chão. Tenho dores no joelho. Nada bom começar assim uma corrida tão importante como o Paris-Nice. Vamos ver como acordo amanhã [segunda-feira]", lamentou Rui Costa, na sua página oficial na rede social Facebook.

A segunda das oito etapas que compõem a edição de 2018 do Paris-Nice realiza-se na segunda-feira, entre Orsonville e Vierzon, na extensão de 187 quilómetros.

Fonte: Record on-line

“Rui Costa cai e é 153.º na primeira etapa do Paris Nice”

Arnaud Démare vence com photo-finish

Rui Costa não começou bem o Paris-Nice, conhecida como a Corrida do Sol, ao cortar a meta em 153.º, a 17,33 minutos. O ciclista da UAE esteve envolvido numa queda a faltarem sensivelmente 30 quilómetros para a meta. Já Tiago Machado, da Katusha, foi 85.º, a 1.38 minutos.

O campeão do Mundo de 2013 explicou depois nas redes sociais que caiu, não uma, mas duas vezes. "Cair uma vez já é mau, mas duas é demais. Tenho dores no joelho. Nada bom começar assim uma corrida tão importante como o Paris-Nice. Vamos ver como acordo amanhã".

A etapa foi ganha pelo francês Arnaud Dámare, da FDJ, depois de um sprint renhido com o espanhol Gorka Izagirre, da Bahrain. Foi necessário mesmo recurso ao photo-finish para se decidir o vencedor.

Fonte: Record on-line

“DANIELA REIS 30.ª EM 'CLÁSSICA' NA BÉLGICA”

Portuguesa concluiu a prova integrada no pelotão

Por: Lusa

Foto: Luis Magone

A ciclista portuguesa Daniela Reis (Doltcini-Van Eyck Sport) terminou este domingo na 30.ª posição a clássica belga Omloop Van de Westhoek.

A portuguesa concluiu a prova integrada no pelotão, a 10 segundos da vencedora, a holandesa Floortje Mackaij (Sunweb), que gastou 2:46.14 horas.

A prova, disputada numa distância de 136,8 km, entre Nieuwpoort e Ichtegem, era pontuável para o WorldTour.

Fonte: Record on-line

“Efapel/Rafael Silva termina em terceiro na Clássica da Primavera”

.          Equipa coloca dois ciclistas entre os seis primeiros

          Henrique Casimiro esteve muito activo na fuga

          Trabalho colectivo irrepreensível durante toda a prova

A Equipa de Ciclismo EFAPEL fechou a participação na 22ª edição da Clássica da Primavera com dois ciclistas entre os cinco primeiros. Rafael Silva fechou na terceira posição, enquanto Daniel Mestre acabou em sexto. Esta foi a primeira competição de março, mais uma oportunidade que a formação liderada por Américo Silva aproveitou para mostrar uma excelente união e foi capaz de desenvolver um trabalho que levou as decisões para a linha de meta.

Num dia em que a chuva ameaçava depois de vários dias a cair com intensidade, a manhã estava soalheira e antecipava uma Clássica da Primavera sem as dificuldades extras colocadas pela meteorologia. A acontecer, seria sempre no final. Foi perante esta situação que o pelotão partiu para enfrentar 150 quilómetros, com sete subidas ao Monte de São Félix (contagem de montanha de terceira categoria).

Durante a corrida, um grupo de nove ciclistas, entre os quais, Henrique Casimiro, escapou e andou na frente. A Equipa EFAPEL tinha a noção que, perante o leque de corredores que formavam este grupo, o representante da equipa tinha menos condições para discutir a vitória na meta estabelecida na Póvoa de Varzim. Deste modo, os restantes elementos da EFAPEL empreenderam a perseguição e fecharam o fosso que separava os escapados do grupo perseguidor.

Com a fuga alcançada, um ataque já perto do final fez com que Domingos Gonçalves fosse o primeiro a cortar a meta. Rafael Silva discutiu o sprint e concluiu em terceiro, com Daniel Mestre a seguir, em sexto.

“O balanço que fazemos da nossa participação na Clássica da Primavera é muito positivo. Trabalhámos com ideias de tentar discutir a corrida e vencer. Fizemos tudo o que estava ao nosso alcance para ganhar, mas não conseguimos porque os adversários foram mais fortes. Temos de lhes dar os parabéns e enaltecer o terceiro lugar alcançado pelo Rafael”, afirmou o director desportivo, Américo Silva.

Rafael Silva não esconde que o objectivo era vencer. “Corremos para ganhar e a equipa assumiu as despesas para que eu pudesse discutir a vitória ao sprint. Mas na última passagem pelo Monte de São Félix, o Domingos (Gonçalves) arrancou e não foi possível encostar. No sprint ainda arranquei de longe para tentar apanhá-lo mas não consegui”, explicou.

Concluída a participação da Clássica da Primavera, a Equipa EFAPEL volta correr no próximo fim-de-semana e, mais uma vez, numa prova de um dia. É a Clássica da Arrábida que se realiza no domingo, dia 11 de março.

 

Classificação na XXII Clássica da Primavera

    Domingos Gonçalves    RP-Boavista        3h37m19s

    Samuel Caldeira        W52-FC Porto    a 2s

    Rafael Silva            EFAPEL        m.t.


    Daniel Mestre        EFAPEL        m.t.

19º    Henrique Casimiro        EFAPEL        a 12s

22º    Pedro Paulinho        EFAPEL        a 1m52s

24º    Bruno Silva            EFAPEL        a 3m12s

27º    Jesus del Pino        EFAPEL        a 4m58s

41º    Sérgio Paulinho        EFAPEL        a 6m14s

52º    David Arroyo        EFAPEL        a 11m42s

56º    Marcos Jurado        EFAPEL        a 13m06s

Fonte: Efapel

 

“Taça de Portugal de XCO/Mário Costa e Joana Monteiro triunfam em Vila Franca”

Por: José Carlos Gomes

Mário Costa e Joana Monteiro, ambos da Brújula Bike Racing Team, entraram a ganhar na edição de 2018 da Taça de Portugal de Cross Country Olímpico (XCO), vencendo hoje a primeira prova pontuável para o troféu, o XCO Internacional de Vila Franca, Viana do Castelo.

A corrida de elite masculina assistiu a um mano a mano entre David Rosa (Tropix) e Mário Costa, que se destacaram da concorrência e discutiram o triunfo. Mário Costa conseguiu levar a melhor, cortando a meta na frente. David Rosa quebrou na última volta e cedeu o segundo lugar a Ricardo Marinheiro (Quinta das Arcas/Jetclass/Xarão), que ficou a 1m14s do vencedor. Rosa foi o terceiro, a 2m05s.

Joana Monteiro suportou a concorrência espanhola para vencer isolada, relegando as espanholas Lara García (Exto-La Gramola Team) e Lucia Vázquez (ProRebordosa/LROpticas/RJGroup) para a segunda e terceira posições, a 48 segundos e 3m21s, respetivamente.

As corridas de juniores foram ganhas por Guilherme Mota (CPR A-do-Barbas), que venceu uma batalha apertada com Rafael Rita (BTT Loulé/Elevis), e Raquel Queirós (Quinta das Arcas/Jetclass/Xarão), que teve um triunfo bem mais folgado. Os melhores cadetes foram Diogo Neves e Daniela Campos (BTT Loulé/Elevis).

Entre os veteranos masculinos impuseram-se o master 30 André Filipe (CPR A-do-Barbas), o master 40 João Santos (Róódinhas/Santos Silva) e o master 50 Rodolfo Lopes (ASC/Focus Team/Vila do Conde). Raquel Marques (ASC/Focus Team/Vila do Conde) e Filomena Paulo (Róódinhas/Santos Silva) ganharam em master 30 e em master 40 femininas, respetivamente.

Fábio Luiz (Marrazes/Gui/Brejinho/Bike Zone Leiria) foi o único paraciclista presente.


O BTT/Elevis ganhou por equipas

A segunda prova da Taça de Portugal de XCO vai realizar-se na pista permanente do Jamor, no Complexo Desportivo Nacional, no dia 8 de abril.

Fonte: FPC

“Clássica da Primavera/Domingos Gonçalves poderoso na Póvoa de Varzim”

Fonte: José Carlos Gomes

Domingos Gonçalves (Rádio Popular-Boavista) conquistou hoje a 22.ª edição da Clássica da Primavera, prova de 145,2 quilómetros, disputada na Póvoa de Varzim, sob frio, vento e chuva.

O corredor minhoto da formação boavisteira puxou das capacidades de corredor de clássicas para surpreender os velocistas, que esperavam uma discussão sprint. Domingos Gonçalves concluiu a corrida com 3h37m18s, deixando aos homens mais rápidos o papel de ver ao longe a comemoração da vitória. O segundo classificado foi Samuel Caldeira (W52-FC Porto) e Rafael Silva (Efapel) fechou o pódio.

A corrida foi animada por um grupo de nove corredores, que esteve adiantado grande parte da prova. Sete dos nove escapados originais ainda entraram na última das sete voltas ao seletivo circuito na frente, com cerca de um minuto de vantagem sobre o pelotão.

As equipas com interesse numa chegada ao sprint aceleraram a marcha no pelotão e acabaram com a fuga. No entanto, quando se esperava o predomínio dos sprinters, Domingos Gonçalves surpreendeu a concorrência e ergueu os braços.

Venceslau Fernandes (Liberty Seguros-Carglass) esteve envolvido na principal fuga da corrida, mas ainda guardou energia para ser o melhor sub-23 na chegada, vencendo a classificação da juventude. David Ribeiro (LA Alumínios) venceu a classificação dos trepadores e Martín Lestido (Supermercados Froiz) ganhou as metas volantes. Por equipas impôs-se a W52-FC Porto.

O pelotão português volta a encontrar-se no próximo domingo, na Clássica da Arrábida – Cyclin’Portugal, prova internacional de classe 1.2, na qual as equipas continentais e de clube portuguesas vão ter pela frente a Equipa Portugal, as formações continentais profissionais Caja Rural-Seguros RGA e Euskadi Basque Country-Murias e as continentais Lokosphinx e Team Wiggins.


Classificação

Póvoa de Varzim – Póvoa de Varzim, 145,2 km

1.º Domingos Gonçalves (Rádio Popular-Boavista), 3h37m18s

2.º Samuel Caldeira (W52-FC Porto), a 2s

3.º Rafael Silva (Efapel), mt

4.º Daniel Freitas (W52-FC Porto), mt

5.º Alejandro Marque (Sporting-Tavira), mt

6.º Daniel Mestre (Efapel), mt

7.º Óscar Hernández (Aviludo-Louletano-Uli), mt

8.º Edgar Pinto (Vito-Feirense-BlackJack), mt

9.º Aleksandr Grigorev (Sporting-Tavira), mt

10.º Ángel Sánchez (W52-FC Porto), mt

Fonte: FPC

“Campeonato do Mundo de Pista/Ivo Oliveira quarto na disciplina olímpica de omnium”

Por: José Carlos Gomes

O português Ivo Oliveira terminou este sábado na quarta posição o concurso olímpico de omnium no Campeonato do Mundo de Pista, em Apeldoorn, Holanda. É um resultado sem paralelo para Portugal em disciplinas olímpicas na categoria de elite.

Numa competição de omnium com grande equilíbrio, Ivo Oliveira começou com o décimo lugar em scratch, bateu toda a concorrência e foi o melhor na tempo race. Com estes resultados, terminou a primeira metade do concurso no segundo lugar, empatado com o primeiro, Simone Conssoni.

A segunda metade da competição começou muito mal para o corredor português, que não foi além do 23.º e penúltimo posto em eliminação, tornando muito improvável a possibilidade de chegar ao pódio. Ivo Oliveira começou a corrida por pontos na oitava posição, mas aí tudo mudou face ao desempenho de eliminação.

O corredor luso esteve muito ativo na corrida por pontos, ganhando uma volta e mais onze pontos em sprints, o que o colocou na quarta posição final, com 94 pontos, a dez do pódio. A vitória foi para o polaco Szymon Sajnok, com 111 pontos, mais quatro do que o holandês Jan Willem van Schip e mais sete do que o italiano Simone Consonni, que o acompanharam no pódio.

“Este resultado é um motivo de orgulho para Portugal, o nosso melhor resultado em omnium em Campeonatos do Mundo, muito perto do pódio. Saímos muito felizes deste Mundial”, resume o selecionador, Gabriel Mendes.

O Campeonato do Mundo terminou neste domingo, mas a participação lusa encerrou no sábado. Foi o Mundial de elite de maior sucesso para a Equipa Portugal. Destaca-se, naturalmente, a medalha de prata de Ivo Oliveira em perseguição individual, mas também foram alcançados os melhores resultados de sempre em scratch, quinta posição de Rui Oliveira, e corrida por pontos, 14.º lugar de João Matias.

Fonte: FPC