domingo, 24 de setembro de 2017

“Agradecimento…”

Texto e fotos: José Morais

Hoje foi dia de ir acompanhar as pedalas até ao Bairro da Boavista, para os lados do Pina Manique, no 5º Passeio do Clube Desportivo Lisboa e Águias, foi um belo passeio, uma excelente organização, como o Grupo já nos habituou.

No final, a organização surpreendeu-me com uma lembrança, a qual agradeço, querendo aqui deixar o meu muito obrigado por este mimo.

Foi um fim-de-semana cheio de muita adrenalina e trabalho, no sábado à noite a presença mais uma vez na Subida à Glória, domingo o passeio dos Águias, agora artigos feitos, fotos publicadas, e atualizações feitas, é tempo de descanso, apenas relembrar mais uma vez, e agradecer ao Lisboa e Águias.

Obrigado…

“Terminou em festa o 3.º Lés-a-Lés Off-Road sob o signo da reflorestação das áreas ardidas”

Atravessar Portugal em defesa da floresta

Um enorme sucesso a 3.ª edição da grande aventura organizada pela Federação de Motociclismo de Portugal, ligando Boticas a Lagoa em travessia nacional por caminhos de terra batida, estradões mais rolantes ou trilhos mais enduristas, que visitou alguns dos mais recônditos locais do mapa lusitano. Sucesso bem patente nos rostos cobertos de pó, com evidentes sinais de fatiga disfarçados por sorrisos de quem viveu três dias de prazer de condução em ‘off-road’ e espírito de camaradagem, recheados de estórias para todos os gostos, dos furos à falta de gasolina, dos enganos no percurso que levaram a aldeias perdidas onde não faltou a oferta de uma cerveja gelada ou bom copo de tinto até às sempre enriquecedoras conversas com as populações visitadas. E que deixou nos mais de 250 motociclistas que chegaram a terras algarvias sentimento de ‘missão cumprida’, participando de forma ativa da Campanha Reflorestar Portugal de Lés-a-Lés.

Chamada de atenção para a importância das árvores autóctones na revitalização das áreas ardidas, este verão como em anos anteriores, explicando à população as mais-valias de optar por espécies mais adaptadas a cada região, do carvalho-roble à azinheira, do sobreiro à cerejeira-brava, do carvalho-negral ao choupo branco, ou ainda do pinheiro-manso ao medronheiro. Estas duas espécies foram as aconselhadas pelos especialistas para o algarvio concelho de Silves, entregues de forma simbólica a Jorge Ponciano, chefe de gabinete da presidente, Nélson Correia, responsável da Proteção Civil, que as plantaram na Quinta Pedagógica. Espaço onde a sensibilidade ambiental é instigada de forma divertida desde as mais tenras idades, e que poderá receber boa parte das 400 árvores que serão plantadas no concelho, em novembro.

Ponto final da aventura que ontem partiu de Arraiolos para 291 quilómetros através dos rápidos e divertidos estradões tipicamente alentejanos onde a velocidade exponenciou o gozo de condução entre sobreiros, permitindo vislumbrar, aqui e ali, pastos extremamente secos e gado alimentado a ração e feno. Piso duro a que se seguiu boa dose de areia, com complicações acrescidas para as motos de grande porte, logo a seguir à travessia do Tejo com passagem rápida pelo distrito de Santarém antes da reentrada nos mais rápidos trajetos portalegrenses, rumo à serra algarvia. Onde a visão do mar deu dose extra de força anímica rumo a Lagoa onde houve festa rija com sotaque internacional, dos 45 espanhóis (e muitos catalães…) ao participante alemão, passando pelos 5 suíços, 4 franceses, 2 belgas e 1 irlandês. Pelotão heterogéneo também nas motos, com predominância repartida entre as Honda CRF 1000 Africa Twin e BMW R1200 GS, ma onde não faltaram Yamaha Téneré e Super Téneré, imensas KTM, de todas as cilindradas, Husqvarna, Sherco, um grupo de ‘clássicas’ Africa Twin 650, e as nacionais AJP, das mais leves PR5 à ‘africana’ PR7. E Vespa!

Como a PX 125 (com kit Polini 177 cc) que Iñigo Carrasco levou até à meta, passando o pórtico de chegada, em Lagoa, sob enorme chuva de aplausos. Festa merecida depois dos contratempos que afetaram o galego de Vigo que, juntamente com o amigo Jose Horjales, participaram pelo 3.º ano na maratona que liga dois extremos do mapa nacional. E se, no primeiro ano, “a desistência foi forçada logo no primeiro dia, com muita sujidade na gasolina, para em 2016 terminar sem problemas ao contrário do Jose que ficou a 70 quilómetros do final”. Por isso, voltaram a insistir este ano, e se Iñigo chegou ao final sem contratempos de maior “apenas muitas limpezas do filtro de ar devido ao pó”, já Jose “voltou a ficar pelo caminho com o motor a acusar o peso dos anos, sem compressão suficiente para seguir caminho”.

O clima de festa que coroou a chegada do galego repetiu-se com outros participantes, cada um com sua história particular de superação, deixando de lado receios da extensão ou da previsível exigência técnica para se abalançarem em tamanha empreitada. Aventura para Homens de barba rija que várias mulheres cumpriram sem qualquer tipo de temor. Das seis à partida, apenas uma ficou pelo caminho, na parte mais dura do evento da FMP, com subida em pedra logo a seguir à Régua, onde um pé mal apoiado valeu lesão na tíbia. Desânimo que não faz esmorecer “vontade de regressar” e descobrir Portugal em todo o seu esplendor, entre Trás-os-Montes e o Algarve. Como o fez a jovem feirense, Márcia Monteiro, que aos comandos da pequena AJP PR5 250 cumpriu todo o percurso “com mais ou menos dificuldades, em três dias bem divertidos, de descoberta de paisagens que só não são mais espetaculares devido aos incêndios que enegreceram muitas das serras portuguesas”.

Motivo que foi mote para a bem-sucedida Campanha Reflorestar Portugal de Lés-a-Lés, deixando árvores autóctones em vários concelhos, em simbolismo que será materializado mais tarde, na altura ideal para a sua plantação, com entrega de vários milhares de jovens árvores. Para que, daqui a alguns anos, esta aventura de descoberta possa encontrar paisagens mais verdes, trilhos mais frescos, reforçando o prazer de conhecer um País de beleza ímpar.

Fonte: Gabinete de Imprensa Portugal de Lés-a-Lés/Parceria Notícias do Pedal




“Gabriela Ribeiro conquista bronze no Funchal”

Foto: ETU

Gabriela Ribeiro foi terceira classificada na Taça da Europa de Triatlo do Funchal. A jovem internacional portuguesa esteve entre as melhores triatletas da Elite feminina na etapa madeirense da competição e disputou os lugares cimeiros ao longo de toda a prova. Sendo destronada apenas pela vencedora, a britânica Beth Potter, e pela segunda classificada, a austríaca Therese Feuersinger.

Na frente feminina foram várias as triatletas portuguesas que marcaram presença na competição e mostraram qualidade para enveredar as cores nacionais. Helena Carvalho liderou a prova durantes os momentos iniciais e, mostrando o seu enorme valor na água, foi a primeira mulher a completar os 750m de natação que compuseram o primeiro segmento da prova. A poucos segundos de Carvalho surgia Gabriela Ribeiro que, igualmente com uma boa natação, garantiu presença no exclusivo lote de triatletas que formou o primeiro grupo de ciclismo. Após a conclusão dos rápidos 20km de segmento as perseguidoras não foram capazes de anular a desvantagem para o grupo da liderança, tendo o mesmo chegado isolado à segunda transição. Durante a corrida final de 5km, Gabriela Ribeiro manteve a vontade e determinação de conseguir um bom resultado para Portugal e cortou a meta com o terceiro melhor tempo. Helena Carvalho acusou o desgaste do fim de semana anterior aquando da disputa do Campeonato do Mundo da modalidade e concluiu a prova num honroso 10º lugar.

A competir no principal grupo perseguidor, Madalena Amaral Almeida, foi a segunda melhor portuguesa em competição. Com um excelente registo na corrida a triatleta lusa conquistou o 5º lugar na prova. Andreia Ferrum foi 17ª, Mariana Vargem 23ª, Rita Fardilha terminou no 25º lugar, Ana Ramos foi 26ª, Liliana Alexandre completou a prova na 27ª posição e Carolina Serra na 28ª.

Na frente masculina também foram muitos os portugueses em ação. Pedro Afonso Gaspar foi o primeiro a destacar-se ao liderar a natação em parceria com o poláco Michal Oliwa. Ao longo do rápido e intenso segmento de ciclismo formou-se um grande grupo na frente da prova onde integraram os principais nomes candidatos à vitória e onde pudemos encontrar mais alguns triatletas portugueses. Alexandre Nobre, o melhor entre eles, concluiu a competição no 10º lugar, liderando a comitiva portuguesa durante os 5km finais. João Ferreira cortou a meta a apenas 5 segundos de Nobre, no 11º posto. Ricardo Batista foi 14º e José Vieira, ainda dentro do top20 da Elite masculina, foi 18º.

Pedro Afonso Gaspar, com uma corrida menos conseguida, terminou a prova na 27ª posição. Entre os outros nomes portugueses em prova Luis Lopes cortou a meta na 39ª posição, André Dias foi 41º, Luis Pedro Ferreira foi 46º, Tiago Pinto concluiu no 49º lugar, Diogo Nóbrega no 52º, Nuno Ribeiro foi 55º  e Gil Maia completou a prova no 58º posto. Tiago Fonseca foi forçado a abandonar, não concluindo a competição.

A etapa funchalense da Taça da Europa de Triatlo foi disputada durante a tarde de hoje, 23 de Setembro, e trouxe triatletas de todo o mundo para a disputa de importantes pontos internacionais. Ficou marcada pela competição intensa e pela beleza da paisagem natural do Funchal, oferecendo a possibilidade de competir num cenário único que reuniu as melhores condições possíveis para a disputa de competições internacionais de triatlo.

Fonte: FTP

“Mundiais: Historial de vencedores”

Peter Sagan conquistou este domingo o título pela terceira vez

Foto: Reuters

2017 - Peter Sagan (Eslováquia)

2016 - Peter Sagan (Eslováquia)

2015 - Peter Sagan (Eslováquia)

2014 - Michal Kwiatkowski (Polónia)

2013 - Rui Costa (PORTUGAL)

2012 - Philippe Gilbert (Bélgica)

2011 - Mark Cavendish (Grã-Bretanha)

2010 - Thor Hushovd (Noruega)

2009 - Cadel Evans (Austrália)

2008 - Alessandro Ballan (Itália)

2007 - Paolo Bettini (Itália)

2006 - Paolo Bettini (Itália)

2005 - Tom Boonen (Bélgica)

2004 - Óscar Freire (Espanha)

2003 - Igor Astarloa (Espanha)

2002 - Mario Cipollini (Itália)

2001 - Óscar Freire (Espanha)

2000 - Romans Vainsteins (Lituânia)

1999 - Óscar Freire (Espanha)

1998 - Óscar Camenzind (Suíça)

1997 - Laurent Brochard (França)

1996 - Johan Museeuw (Bélgica)

1995 - Abraham Olano (Espanha)

1994 - Luc Leblanc (França)

1993 - Lance Armstrong (EUA)

1992 - Gianni Bugno (Itália)

1991 - Gianni Bugno (Itália)

1990 - Rudy Dhaenens (Bélgica)

1989 - Greg Lemond (EUA)

1988 - Maurizio Fondriest (Itália)

1987 - Stephen Roche (Irlanda)

1986 - Moreno Argentin (Itália)

1985 - Joop Zoetemelk (Holanda)

1984 - Claude Criquelion (Bélgica)

1983 - Greg Lemond (EUA)

1982 - Giuseppe Saronni (Itália)

1981 - Freddy Maertens (Bélgica)

1980 - Bernard Hinault (França)

1979 - Jan Raas (Holanda)

1978 - Gerrie Knetemann (Holanda)

1977 - Francesco Moser (Itália)

1976 - Freddy Maertens (Bélgica)

1975 - Hennie Kuiper (Holanda)

1974 - Eddy Merckx (Bélgica)

1973 - Felice Gimondi (Itália)

1972 - Marino Basso (Itália)

1971 - Eddy Merckx (Bélgica)

1970 - Jean-Pierre Monsere (Bélgica)

1969 - Harm Ottenbros (Holanda)

1968 - Vittorio Adorni (Itália)

1967 - Eddy Merckx (Bélgica)

1966 - Rudi Altig (Alemanha)

1965 - Tom Simpson (Grã-Bretanha)

1964 - Jan Janssen (Holanda)

1963 - Benoni Beheyt (Bélgica)

1962 - Jan Stablinski (França)

1961 - Rik Van Looy (Bélgica)

1960 - Rik Van Looy (Bélgica)

1959 - André Darrigade (França)

1958 - Ercole Baldini (Itália)

1957 - Rik Van Steenbergen (Bélgica)

1956 - Rik Van Steenbergen (Bélgica)

1955 - Stan Ockers (Bélgica)

1954 - Louison Bobet (França)

1953 - Fausto Coppi (Itália)

1952 - Heinze Muller (Alemanha)

1951 - Ferdi Kubler (Suíça)

1950 - Briek Schotte (Bélgica)

1949 - Rik Van Steenbergen (Bélgica)

1948 - Briek Schotte (Bélgica)

1947 - Theo Middelkamp (Holanda)

1946 - Hans Knecht (Suíça)

1939-1945 - Não se realizou

1938 - Marcel Kint (Bélgica)

1937 - Eloi Meulenberg (Bélgica)

1936 - Antonin Magne (França)

1935 - Jean Aerts (Bélgica)

1934 - Karel Kaers (Bélgica)

1933 - Georges Speicher (França)

1932 - Alfredo Binda (Itália)

1931 - Learco Guerra (Itália)

1930 - Alfredo Binda (Itália)

1929 - Georges Ronsee (Bélgica)

1928 - Georges Ronsee (Bélgica)

1927 - Alfredo Binda (Itália)

- Três:

Peter Sagan (2015, 2016 e 2017)

Oscar Freire (1999, 2001 e 2004)

Eddy Merckx (1967, 1971 e 1974)

Rik van Steenbergen (1949, 1956 e 1957)

Alfredo Binda (1927, 1930 e 1932)

- Duas:

Paolo Bettini (2006 e 2007)

Gianni Bugno (1991 e 1992)

Greg Lemond (1983 e 1989)

Freddy Maertens (1976 e 1981)

Rik can Looy (1960 e 1961)

Briek Schotte (1948 e 1950)

Georges Ronsse (1928 e 1929)

Nota: Entre 1939 e 1945, os campeonatos do mundo não se disputaram, devido à II Guerra Mundial.

Fonte: Record on-line

“Êxito no Passeio de Bicicleta “Guimarães à noite” (Semana Europeia da Mobilidade) ”

Com um balanço muito positivo, mais de uma centena e meia de pessoas participaram no Passeio de Bicicleta “Guimarães à noite” organizado pela Associação de Ciclismo do Minho no âmbito do programa da Semana Europeia da Mobilidade promovido pela Câmara Municipal de Guimarães, Laboratório da Paisagem e pela Unidade de Missão "Candidatura de Guimarães a Capital Verde Europeia".

Os vimaranenses José Mendes (ciclista profissional da Bora - Hansgrohe) e David Martins (piloto de Down Hill da Getpro / Linhas Afemar / Torcatense) associaram-se à iniciativa de sensibilização e promoção da mobilidade sustentável, assim como Amadeu Portilha (Vice-Presidente e vereador do Desporto e do Ambiente da Câmara Municipal de Guimarães) e José Bastos (Vereador da Cultura da autarquia vimaranense).

Com partida e chegada no Largo Cónego José Maria Gomes, junto à Câmara Municipal de Guimarães, o passeio promovido pela Associação de Ciclismo do Minho contemplou um percurso de dificuldade baixa, procurando-se assim incentivar a participação de todos os interessados, independentemente da idade e da condição física. Em simultâneo, foi organizada no Largo Cónego José Maria Gomes, em parceria com a AFAcycles, uma exposição e demonstração de bicicletas elétricas. O Passeio contou com a colaboração da Polícia Municipal de Guimarães, Federação Portuguesa de Ciclismo, Arrecadações da Quintã, Salvaggio, AFAcycles, Raiz Carisma - Soluções de Publicidade, POPP Design e Cision.

A Semana Europeia da Mobilidade é uma iniciativa promovida pela União Europeia que tem como principal objetivo consciencializar os cidadãos europeus para a importância e implicações que a melhoria das condições de mobilidade urbana podem ter na evolução da qualidade de vida nas cidades, no ambiente e saúde pública.

Sob o slogan “A partilhar chegamos mais longe”, a campanha deste ano foca-se essencialmente no tema "Mobilidade verde, partilhada e inteligente", pretendendo promover soluções de mobilidade partilhada e realçar os benefícios dos meios de transportes mais ecológicos.

A mobilidade partilhada dá prioridade à importância da chegada a um destino, frequentemente com um custo individual e social menor comparativamente à utilização de um veículo particular. Como consequência, o poder de compra dos agregados familiares aumenta na medida em que não têm de comprar e manter um carro. As novas tecnologias através das suas aplicações e plataformas online contribuem para tornar a mobilidade mais eficiente e, desta forma, economizar dinheiro e ajudar o ambiente.

Diversos estudos demostram que optar por uma mobilidade partilhada pode ter um impacte positivo nas cidades e vilas. Por exemplo, cada carro partilhado equivale a 15 carros particulares que não circulam na estrada. Por outro lado, esta partilha permite-nos com maior facilidade conjugar diferentes modos de transporte: carro, bicicleta, transportes públicos.

A Semana Europeia da Mobilidade é uma campanha anual sobre mobilidade urbana sustentável, organizada com o apoio da Direção Geral da Mobilidade e dos Transportes da Comissão Europeia, coordenada em Portugal pela Agência Portuguesa do Ambiente, e que será organizada em Guimarães pelo Laboratório da Paisagem, Município de Guimarães e a Unidade Operacional de Transporte Local da Estrutura de Missão da Candidatura de Guimarães a Capital Verde Europeia 2020.

O objetivo é alertar para os benefícios de um correto planeamento e da utilização racional dos transportes para a economia local, sabendo-se que a transição para modos de mobilidade alternativos conduz à diminuição dos impactos negativos do uso individual do automóvel, o que, por sua vez, permite a redução dos custos que lhe estão associados.

Fonte: ACM

“Taça de Portugal de Downhill”

Vasco Bica e Margarida Bandeira conquistam Taça de Portugal

Por: José Carlos Gomes

Vasco Bica (MS Racing Portugal) e Margarida Bandeira (Montanha Clube/LouzanPark) sagraram-se hoje vencedores da Taça de Portugal de Downhill (DHI), depois de disputada a sexta e última prova pontuável, na Madeira.

A correr em casa, o madeirense Emanuel Pombo (Ciclo Madeira Clube Desportivo) não deu hipóteses à concorrência na prova deste domingo, fazendo a descida final em 2m46,556s. Vasco Bica foi o segundo mais rápido, a 3,286s, e, assim, carimbou a conquista da Taça de Portugal.

Vasco Bica terminou o troféu de regularidade no topo da geral de elite, com 872 pontos, seguido por Emanuel Pombo, com 733, e por Francisco Pardal (Penacova DH/UD Lorvanense), com 726.

Em elite feminina a vencedora da última corrida pontuável também não foi a primeira na geral da Taça. A mais veloz na pista madeirense foi Ana Costa (Casa do Povo de Abrunheira), com 3m39,451s. Margarida Bandeira foi a segunda classificada, a 4,253s, um desempenho que lhe permitiu a vitória na Taça de Portugal. Margarida Bandeira fechou a classificação geral com 990 pontos, mais 85 do que Ana Costa e mais 346 do que Filipa Peres (MS Racing Portugal).

Nas categorias jovens, os vencedores da competição deste domingo foram os mesmos que ergueram a Taça de Portugal. Aconteceu com o júnior Tiago Ladeira (Casa do Povo de Abrunheira) e com o cadete Gonçalo Bandeira (Montanha Clube/LouzanPark).

João Freitas (Ciclo Madeira Clube Desportivo) foi o melhor master 30 na última prova, mas a geral foi conquistada pelo colega de equipa Daniel Pombo. Pedro Santos (Penacova DH/UD Lorvanense) triunfou hoje em masters 40, mas a Taça vai para a vitrina de Rui Cruz (MCF/Xdream/Município de São Brás). José Pestana (Freguesia do Caniço) foi o único master 50 hoje em pista, mas foi o ausente José Salgueiro (MCF/Xdream/Município de São Brás) quem se impôs na geral. Ana Martins (Penacova DH/UD Lorvanense), que também não correu na Madeira, ganhou a Taça em masters femininas.

A Taça de Portugal por equipas foi conquistada pelo coletivo MCF/Xdream/Município de São Brás.

Fonte: FPC

“Campeonato do Mundo de Estrada/Rui Costa 19.º no mundial de Bergen”

Por: José Carlos Gomes

O português Rui Costa esteve na luta pelo título mundial até aos metros finais da prova de 267,5 quilómetros, hoje disputada em Bergen, Noruega, terminando na 19.ª posição, com o mesmo tempo do vencedor, o eslovaco Peter Sagan, que fez história, ao ser o primeiro corredor a conquistar três mundiais seguidos.

A longa extensão não inibiu os corredores de pedalar a alta velocidade. Os melhores terminaram com uma impressionante média de 41,346 km/h, que se deveu, sobretudo, à alta intensidade dos últimos 90 quilómetros.

O ritmo frenético da fase decisiva da corrida foi provocado pelas seleções mais numerosas que não contavam com qualquer sprinter para discutir o título mundial. Apesar desses esforços, que iam ao encontro dos interesses portugueses, o pelotão manteve-se numeroso. A última volta iniciou-se com 124 homens no grupo da frente.

Sabia-se que a última subida seria muito atacada e que faria alguma triagem de valores. Isso aconteceu, mas o maior “corte” foi provocado por uma queda, em plena escalada, que partiu o pelotão ao meio. Bem colocado, Rui Costa foi o único elemento da Equipa Portugal a conseguir passar o percalço na dianteira.

O francês Julian Alaphilippe e o italiano Gianni Moscon destacaram-se na passagem pela colina de Salmon Hill, mas a perseguição no que restava do pelotão foi feroz. Rui Costa ainda tentou a sua sorte, mas percebeu que o minipelotão que integrava não lhe daria hipóteses de isolar-se.

As medalhas foram discutidas por um grupo de 29 corredores, entre os quais sobressaíram, com naturalidade, os velocistas. Peter Sagan aproveitou para fazer história, ganhando o terceiro título mundial consecutivo, após um duelo com a estrela local, o norueguês Alexander Kristoff. O terceiro foi o australiano Michael Matthews.

Rui Costa manteve-se atento até aos últimos metros, mas não tem a mesma ponta final que os velocistas, sendo o 19.º a cortar a meta, com o mesmo tempo do vencedor, 6h28m11s. “Acabou por acontecer o que eu temia. A corrida foi muito dura, sobretudo desde a altura em que a Holanda e a Bélgica pegaram na corrida, a cerca de 90 quilómetros do fim, mas a subida não era suficientemente extensa para fazer a diferença. Passou um grupo pequeno, mas estavam lá alguns sprinters. Ainda tentei atacar, mas não era possível. Saio com a consciência de que estava em bem e de que dei o meu máximo, mas o percurso não era o ideal”, considera Rui Costa.

 

A Seleção teve um desempenho consistente. Apenas José Gonçalves e Rúben Guerreiro não entraram na última volta no grupo dos candidatos. Os restantes elementos ficaram presos no “corte” provocado pela queda da última volta. “A queda foi uma pena, pois impediu-nos de chegar mais adiante e de ajudar o Rui na parte decisiva”, comentou Ricardo Vilela.

Nelson Oliveira foi o 55.º classificado, Tiago Machado foi 64.º e Ricardo Vilela foi 65.º, todos a 2m32s do vencedor. José Gonçalves terminou na 130.ª posição, a 11m53s, e Rúben Guerreiro, a contas com uma dor abdominal, não terminou a corrida.

“Este Mundial tornou duro pela distância e pelo ritmo, mas não o suficiente para eliminar os sprinters. Estivemos ativos na frente da corrida, quando já poucos corredores mantinham aspirações. O Rui tentou atacar, mas é um corredor muito marcado e, portanto, nunca teve margem para se isolar”, descreve o selecionador nacional, José Poeira.

Fonte: FPC

“POWERADE MADRID-LISBOA TERMINA NO PARQUE DAS NAÇÕES"

Equipa Berria Factory Team terminou os 770km que ligam Madrid e Lisboa em 31 horas, 20 minutos e 01 segundo

Equipa Município de Coruche – Craks do Pedal foi a melhor entre os portugueses ficando em 9º lugar da geral

Por: Ana Mazarelo

24 de setembro – A equipa espanhola Berria Factory Team, composta por Juan Pedro Trujillo, Rafael Márquez, Miguel Gómez y Francisco Mancebo é a vencedora da 5ª edição da corrida BTT POWERADE Non Stop Madrid-Lisboa, que percorreu os 770km que separam as duas capitais ibéricas em 31 horas, 20 minutos e 01 segundo.

O pódio fechou com a equipa MMR Bikes em segundo lugar e Burgohondo a Fondo em terceiro.

A melhor equipa portuguesa, Município de Coruche – Craks do Pedal, composta por Hugo Raposo, João Aranha, Rúben Rosário e Pedro Rasquete, passou a meta do Parque das Nações em Lisboa com 35 horas, 31 minutos e 37 segundos, registando o 6º melhor tempo da categoria e o 9º da geral.

Em relação à categoria mais exigente da prova, “Solo”, o pódio foi dominado pelo pelotão espanhol, consagrando Jordi Pereira com o tempo de 41 horas e 21 minutos.

Relembre-se que a prova começou com 750 participantes, entre os quais 81 atletas que percorreram os 770km a solo, sem descanso.

A prova contou com várias referências do desporto e do ciclismo a nível nacional. Este ano, a equipa Bike Angels, formada pelos irmãos Sérgio e Nelson Rosado e o ator Alexandre Silva, contou um segundo grupo, a equipa vencedora das últimas 3 voltas a Portugal - W52-FC Porto-Mestre da Cor – formada por Ricardo Mestre e João Rodrigues. As duas equipas Bike Angels, constituída também pelos atletas Nuno Branco, Pedro Duque e Sérgio Pinho, sendo dividida em quatro elementos cada, cortaram a meta em 45 horas e 03 minutos, totalizando o 87º e 88º lugar na geral e o 42º e 43º na categoria.

A equipa de Ciclismo Marco Chagas, composta pelo ex-ciclista e por Rui Duro, Hélder Dias e Pedro Serra percorreu os trilhos ibéricos em 37 horas e 27 minutos, ficando em 12º lugar da categoria e em 18º da geral.

A quinta edição da Powerade Non Stop Madrid-Lisboa saiu de Las Rozas em Madrid esta sexta-feira às 12 horas, passando por dez estações de hidratação ao longo do percurso.

Cruzar a península ibérica de bicicleta todo-terreno por mais de 770 quilómetros em trilhos, sem parar, de dia e de noite e por relevos acentuados até a meta em Lisboa é um desafio de grande exigência que faz da Powerade Non Stop Madrid Lisboa a mais dura e longa prova do mundo com estas características. A prova tem vindo a atrair cada vez mais desportistas, com 750 ciclistas presentes nesta edição. O percurso desenvolve-se desde Madrid, passando por Castilla-León, Extremadura, Alentejo, Ribatejo e finalmente Lisboa.

Fonte: POWERADE

 

“Subida à Glória trouxe bicicletas para o centro de Lisboa”

Competição noturna dominada pelos mais novos

Fotos: José Morais

A Subida à Glória Jogos Santa Casa tomou de assalto o coração de Lisboa e animou ainda mais a noite de sábado 23 da capital alfacinha. Entre os muitos corajosos e amantes das duas rodas, que pedalaram os 265 metros da Calçada da Glória, o destaque vai para os jovens Tiago Simões e Marta Branco, os vencedores das finais masculina e feminina.

“Nunca me tinha preparado para este tipo de provas, habitualmente faço XCO e maratonas, mas hoje vi que tenho aptidão para isto”, disse o emocionado Tiago Simões, de 19 anos, após triunfar na final discutida com Pedro Garcia, o vencedor de 2016. “O meu grande objetivo era ganhar ao Ricardo Marinheiro e consegui isso na meia-final. Para o ano cá estarei para tentar bater o recorde dele”, prometeu o jovem de Cernache, Coimbra, que começou a praticar BTT há três anos.

A vencedora é Bicampeã Nacional de BTT, em Juniores, tem 18 anos e é de Guimarães. Marta Branco é também a mais jovem vencedora da Subida à Glória Jogos Santa Casa. “Foi espetacular ganhar na primeira vez que fiz esta prova! Estamos a subir, a dar tudo e sentimos a motivação do público… é fantástico”, disse orgulhosa e ainda acrescentou: “Fiquei com vontade de repetir, não sei como explicar: fiquei com o bichinho!” Marta Branco teve a proeza de ganhar a final à vencedora do ano passado, a espanhola Chuss Barros.

Numa noite de temperatura muito agradável na capital, a festa das duas rodas contou com a participação entusiasta de Fernando Pimenta, o canoísta que recentemente se sagrou Campeão do Mundo em K1 5000. No fim de subir a Calçada da Glória partilhou as sensações da estreia na prova mais pequena do mundo. “Gosto muito de andar de bicicleta, mas esta subida… é muito difícil! Ainda bem que se continua a fazer esta prova, é uma tradição muito bonita!”

Os Jogos Santa Casa apoiaram pelo terceiro ano consecutivo a Subida à Glória, numa iniciativa integrada na Semana Europeia do Desporto que teve a organização Podium Events. Entre os muitos participantes, que encaram esta noite como puro divertimento, destacou-se Fernando Portugal, do Vitória Clube de Lisboa, que ao pedalar mascarado de ”velho corcunda e barrigudo” venceu o Prémio da Originalidade.

Fonte: Podium

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“Campeonato do Mundo de Estrada/Pedro Miguel Lopes 24.º na prova de fundo para juniores”

Por: José Carlos Gomes

A Equipa Portugal teve uma prestação convincente na prova de fundo para juniores do Mundial de Estrada em Bergen, Noruega. Pedro Miguel Lopes, 24.º, e Afonso Silva, 43.º, entraram no pelotão principal, a 55 segundos do dinamarquês Julius Johansen, que venceu isolado ao cabo dos 133,8 quilómetros de corrida.

A corrida realizada na manhã sábado 23, foi disputada a um ritmo sempre elevado, que cresceu ainda mais na passagem pelas subidas, nas duas últimas voltas. Foi nessa altura que o pelotão se desfez completamente, com dois dos três corredores lusos a conseguirem manter-se no grupo principal até ao risco de meta.

Indiferente às movimentações que se sucediam nas suas costas, o dinamarquês Julius Johansen pedalou para uma categórica vitória em solitário, beneficiando da desorganização italiana. Os transalpinos contavam com três ciclistas em posições intermédias entre o dinamarquês e o pelotão, mas não souberam trabalhar em equipa e quase perdiam o pódio, uma vez que conseguiram a segunda e a terceira posições, por intermédio de Luca Rastelli e de Michele Gazzoli, mas já com o mesmo tempo do pelotão, que os alcançou na reta da meta.

Os ciclistas portugueses, com menos rodagem internacional do que os adversários das seleções mais fortes, cumpriram a meta de se manterem o mais possível no grupo principal. Pedro Miguel Lopes alcançou mesmo um bom 24.º lugar. Afonso Silva foi 43.º. Pedro José Lopes cedeu 11m07s para o vencedor, fechando a prova na 102.ª posição, prejudicado por problemas mecânicos que o levaram a atrasar-se na descida do circuito.

Fonte: FPC

“5º Passeio do Clube Desportivo Lisboa e Águias”

Passeio ao rubro cheio de muito convívio

Texto e fotos: José Morais    

Terminamos o mês de setembro, com mais um grande passeio de bicicleta pela cidade de Lisboa, calmamente e descontraidamente, os participantes puderam descobrir neste domingo uma capital calma, banhada por sol, e alegraram as Avenidas e ruas por onde a longa caravana passou, composta por cerca de 200 amantes das duas rodas sem motor.

A organização esteve a cargo do Clube Desportivo Lisboa e Águias-CDLA, num evento que fazia parte do calendário oficial da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), os quais tiveram uma salutar manhã desportiva, cheia de muita pedalada e adrenalina, com os participantes a ficarem ao rubro, com a atividade que lhe proporcionaram.

O evento teve concentração pelas 8 horas no Complexo desportivo e Águias, no Bairro da Boavista, junto ao Estádio do Pina Manique, a partida foi dada pouco passava das 9 horas, pela frente um percurso de cerca de 60 quilómetros, percorrido pela bonita capital, de nome Lisboa.


Depois de ter sido percorrido o Bairro da Boavista, seguiu-se em direção ao Pina Manique, Buraca, Benfica, Estrada do Lumiar, Largo da Luz, Benfica, Sete Rios, Alameda da Universidades, Campo Grande, Entre Campos, Campo Pequeno, Saldanha, Fonte Pereira de Melo, Marques Pombal, aqui feita inversão de marcha pelo mesmo percurso até ao Campo Grande, entrando depois na Av. da Igreja, Av. Rio de Janeiro, Av. Brasil, Rotunda do Relógio, Av. Berlim, Bairro Encarnação, Sacavém, Expo e Matinha, aqui foi tempo de uma paragem para um abastecimento composto de águas e fruta.

Retomadas as pedaladas pela Av. Infante D. Henrique, Terreiro do Paço, Ribeira das Naus, Cais do Sodré, Av. Brasília, Algés, Av. Vasco da Gama, Cabos de Avila, Parque de Campismo, Pina Manique, Monsanto, e a chegada ao local da partida que ocorreu pouco passava das 12,30 horas.  


O postal ilustrado:

O Cicloturismo é uma juncão de bicicleta e turismo, uma forma de andar de bicicleta, sem pressas e sem atropelos, descontraindo e aliviando o stress, muitos são os passeios realizados por esse país fora, muitas são as organizações, e muitas delas já á muitos anos a organizar, mas ainda com alguma falta de organização, faltando ainda limar algumas arestas, de que ano para ano se vão mantendo.

Mas, existem algumas equipas que se iniciaram na modalidade não á muitos anos, organizam pela 5ª vez, e conseguem elaborar passeios sem dúvida de louvar, apesar de ter alguns pontos com mais algumas dificuldades, são acessíveis a todos, já que a velocidade feita, é a de verdadeiro cicloturismo.

Os Águias, colocaram na estrada este domingo o seu 5º passeio, acompanhado desde o 1º ao 3º, regressamos no 5º, e mais um ano continuamos surpreendidos pela forma como organizaram, pela maneira como souberam receber antes e depois, e principalmente como a maneira que dirigiram as pedaladas.

E como muitos de nós sabemos, muitas vezes na estrada não é o cicloturismo que desejamos que é praticado, hoje existiu esse cicloturismo que muitos desejam, e é raro muitas existir no final um parecer favorável, e um elogio feito por parte dos agentes reguladores de trânsito que fazem o acompanhamento, e este domingo ele mais existiu e bem afirmativo da parte dos batedores da PSP de Lisboa, que bastante elogiaram, como deram os parabéns não só á organização pela forma como o passeio foi dirigido, como pelo comportamento da parte dos participantes, o que é importante para a modalidade, e que favorece nos pareceres que as forças de segurança depois elaboram, mas também aqui temos de referir mais um excelente trabalho feito pela PSP, na segurança dada a toda a caravana, num trajeto sempre difícil, como é percorrer as principais Avenidas e ruas da capital.

Foi um passeio bonito, num dia que acordou muito bom, temperatura amena de manhã com o sol a aquecer mais tarde, um trajeto acessível a todos, maiores dificuldades, talvez mesmo no final entre Algés e o alto do Restelo, mesmo assim superado por todos. Pedalou-se a uma velocidade de cicloturismo, algumas extensão do pelotão às vezes, mas com a cabeça do mesmo a controlar, tentando sempre reagrupar o mesmo.

No final, alem das tradicionais lembranças para todos, e depois de um belo banho, ainda existiu tempo para um belo petisco, onde os participantes puderam confraternizar tarde dentro, relembrando assim mais umas belas pedalas.

A finalizar, só temos de dar os parabéns à organização, pelo excelente trabalho feito neste evento, pela dedicação e divulgação que os Águias fazem á modalidade, continuem assim, são organizações destas que a modalidade necessita, ficando os votos de bons passeios, boas pedaladas, esperando podermos marcar presença na próxima edição.

Fonte: Notícias do Pedal/FPCUB

“Galeria Multimédia” divulgação das Fotos do “5º Passeio Clube Desportivo Lisboa e Águias.2017”

Já estão on-line na “Galeria Multimédia”, as fotos do “5º Passeio Clube Desportivo Lisboa e Águias.2017” realizado este domingo em Lisboa, as mesmas podem ser visualizadas em: https://photos.google.com/share/AF1QipPVCJXOLF18rNMBPVIWa5KOkVW3OPh_oS14263cIb0Ph_-3Nx8R7FbokrEEm6Eypw?key=aFV4RFo3MEZ1WUQtQ193MDN3Vm5XRnRpb0ZjaWN3