sábado, 17 de fevereiro de 2018

“V Duatlo de Fátima 2018”

O V Duatlo de Fátima decidiu os campeões nacionais juvenis da modalidade. Os títulos ficaram entregues a Carolina Campos e João Martins.

No dia 17 de fevereiro de 2018 realizou-se o V Duatlo de Fátima, que foi a primeira etapa do Campeonato Nacional Jovem de Clubes e Iniciados e prova única do Campeonato Nacional de Juvenis. O dia estava com boas condições meteorológicas para o duatlo, com um clima ameno e sem ameaça de chuva, apesar de algumas nuvens no céu. O V Duatlo de Fátima cross teve 420 participantes nas categorias de benjamins, infantis, iniciados e juvenis. Houve igualmente uma prova aberta na distância de super sprint.

Com uma excelente organização levada a cabo pelo Fátima Escola de Triatlo, a partida e chegada realizou-se junto ao estádio do Papa Francisco. O percurso das corridas era plano, feito maioritariamente em estrada; quanto ao ciclismo, apesar do pouco desnível, contou com uma componente algo técnica para os escalões de iniciados e juvenis.

Na categoria de juvenis, as vencedoras femininas foram Carolina Campos, que se sagrou campeã nacional da sua categoria. A triatleta, do Núcleo do Sporting da Golegã, completou os 2000 metros de corrida, os 8000 metros de ciclismo e os 1000 metros de corrida em 00:33:37. Seguiu-se Luana Quaresma, do Alhandra Sporting Clube, com a marca de 00:34:49. Rafaela Cananó Silva, do Clube de Natação do Cartaxo, ocupou o terceiro lugar no pódio, com o tempo 00:35:02.

Na competição masculina, foi a vez de João Martins alcançar o primeiro lugar conseguindo o título de campeão nacional de juvenis. O triatleta do SFRAA Triatlo terminou a prova em 00:30:03. O segundo lugar pertenceu a João Nuno Marote, do Ludens Clube de Machico, que passou a meta em 00:30:19. Duarte Santos passou a meta aos 00:30:25: o atleta do Clube de Natação de Torres Novas ocupou o terceiro lugar no pódio.

Dos 34 clubes presentes, o primeiro lugar pertenceu ao Alhandra Sporting Club que obteve 1618 pontos; o Sport Lisboa Benfica, que teve um total de 1591 pontos, ficou em segundo lugar, sendo o Clube de Natação o terceiro classificado com 863 pontos.

Carolina Campos e João Martins são os novos campeões nacionais de Duatlo de juvenis, já que o Duatlo de Fátima integra a prova única do campeonato nacional. Fomos conhecer melhor a vida destes jovens atletas.

Com 14 anos e aluna do quadro de excelência do 9º ano, Carolina Campos é Campeã Nacional de Duatlo dos juvenis. Foi ela própria que nos explicou como consegue bons resultados escolares e desportivos em simultâneo: «não é fácil conciliar os estudos com o treino, mas como eu gosto de Triatlo, que pratico há 6 anos, não me custa». Embora nunca se possa prever o que vai acontecer numa prova, a nossa triatleta tinha alguma esperança de vencer esta competição, já que ‘dá o sempre o seu melhor em tudo o que faz’. Em relação ao percurso, Carolina explica que a corrida lhe custou um bocadinho, mas que o BTT foi muito bom. Quanto aos objetivos futuros, o sonho de integrar a seleção nacional de triatlo não está fora do seu horizonte, mas haverá tempo para decidir uma carreira dentro ou fora do desporto.

O outro vencedor do Duatlo de Fátima na categoria de juvenis chama-se João Martins, um aluno do 9º ano, também com 14 anos. «Estava confiante nesta prova, mas não sabia que iria ser vencedor», afirmou o nosso campeão à FTP. Começou no desporto muito cedo, a praticar natação desde bebé, e mais tarde, no primeiro ano da escola, a mãe levou-o a experimentar triatlo. Gostou tanto que nunca praticou outra modalidade e já lá vão oito anos no tri-desporto. No triatlo cruzou-se com Vasco Vilaça, um atleta que o inspirou e o continua a motivar em treinos e provas. Mesmo com uma vida atarefada, João consegue tempo para a vida social que é feita entre os amigos da escola e os do Triatlo, partilhando com estes últimos objetivos comuns e com quem tem maior convivência na altura das competições.

O dia-a-dia destes e de outros triatletas mais jovens não é fácil, mas «é uma questão de organização», como explica João Martins. É necessário dedicar tempo e ter empenho para conseguir responder às tarefas escolares e aos treinos. Carolina acorda às 7h da manhã para estar na escola às 8h20 e treina de tarde, das 18h30 às 20h45. João, que treina natação na piscina do Jamor logo de manhã, levanta-se às 5h30, para iniciar o período escolar às 8h15. O campeão de Duatlo de Juvenis faz treinos bi-diários, treinando também depois das aulas terminarem.

A vida dos jovens triatletas (destes e de outros que têm que conciliar a escola com treinos diários) exige deles múltiplas tarefas diárias. Esta exigência prepara-os também para outras situações do dia-a-dia, levando a que sejam muito focados na atitude geral perante a vida. Parabéns a todos estes (tão) jovens heróis!

Fonte: FTP

“JOSÉ AZEVEDO SOBRE FROOME: "ELE NÃO ESTÁ SUSPENSO, POR ISSO PODE CORRER"

Manager da Katusha categórico

Por: Ana Paula Marques

O assunto na ordem do dia no pelotão mundial continua a ser Chris Froome. Agora, por ter decidido competir - fá-lo na Volta a Andaluzia -, mesmo estando a ser investigado pelo positivo que teve na Volta a Espanha de 2017, prova que ganhou, depois da vitória meses antes no Tour.

Há quem critique o facto de o britânico poder correr, mas há quem tenha uma opinião diferente, mesmo que sejam pessoas da mesma equipa. É o caso de José Azevedo, manager da Katusha, que difere do parecer do ciclista alemão Tony Martin, um dos que mais apontou o dedo ao facto de nenhum organismo ter decidido suspender o corredor, e mesmo de ele não ter optado por não competir.

"É verdade que ele está a ser investigado, mas não é menos verdade que as instituições que decidem, nomeadamente a UCI e a AMA [Agência Mundial Antidopagem], não o suspenderam. Posto isto, o Chris Froome pode competir, nada mais do que isso", referiu a Record José Azevedo, que comanda a equipa na Volta ao Algarve.

Há outros que criticaram o facto de a própria equipa de Froome, a Sky, não ter ela decidido suspender o atleta até que o caso esteja resolvido. "Para mim não é respeitoso estar a opinar sobre o que se passa nas outras equipas, sobre as decisões que tomam. Não tenho nada a ver com isso. Eu também não gostaria que criticassem ou opinassem sobre o que se passa na minha".

Mas numa coisa o manager da Katusha concorda com o que a maioria dos intervenientes na modalidade desejam. "Logicamente, quanto mais rápido o caso for resolvido, tanto melhor. Melhor para o próprio Froome, para a equipa dele, para o ciclismo em geral".

Fonte: Record on-line

“RUI COSTA SOBE A 10.º NA VOLTA A OMÔ

Alexey Lutsenko é o novo líder da prova

Por: Lusa

O colombiano Miguel Angel Lopez (Astana) venceu este sábado a quinta e penúltima etapa da Volta a Omã, à frente do seu colega cazaque Alexey Lutsenko, que assumiu a liderança, enquanto Rui Costa (EAU Emirates) subiu ao décimo lugar.

No topo da Montanha Verde, ponto final da etapa de 152 quilómetros iniciada em Sama'il e Jabal al-Akhdhar, com 152 quilómetros, Moreno e Lutsenko chegaram ligeiramente destacados, em 3:43.58 horas, com 12 segundos de avanço sobre o espanhol Jesus Herrada (Cofidis).

Rui Costa, único português em prova, concluiu a etapa no décimo lugar, a 49 segundos, e subiu quatro posições na geral, fechando agora o top-10, a igual distância do líder.

No domingo, a última etapa, praticamente sem dificuldades, terá 135 quilómetros com partida e chegada em Mascate.

Fonte: Record on-line

“VOLTA À ANDALUZIA: WELLENS GANHA ETAPA E É O NOVO LÍDER”

Belga da Lotto Saudal triunfou na chegada a Alcalá de los Gazules

Por: Lusa

Foto: EPA

O belga Tim Wellens, da Lotto Saudal, venceu este sábado a quarta etapa da Volta Ciclista à Andaluzia, entre Sevilha e Alcalá de los Gazules, Cádis, passando a liderar a geral com sete segundos de vantagem.

O único português ainda em prova, José Mendes, da Burgos-BH, não se deu mal com a dureza da etapa, entrando em 17.º (a 35 segundos de Wellens), para subir a 18.º da geral (a 1.47).

A etapa, de 191,2 quilómetros, com duas contagens de montanha de segunda categoria a meio da tirada, foi movimentada logo a partir da saída de Sevilha, cedo se formando um grupo de 13 unidades em fuga.

Na subida de Las Palomas o grupo foi-se fragmentando, até ficarem na frente apenas o costa-riquenho Andrey Amador e o espanhol Héctor Carretero, ambos da Movistar, com uma vantagem de 1.50 minutos, o que colocava o ciclista da América Central como líder virtual.

No pelotão, era a Astana e a Sky, do então líder Wout Poels, que encabeçavam o ritmo forte da perseguição.

A Sky viria a sofrer um forte revés, a três quilómetros da meta, com o furo de Chris Froome, que o deixa sem hipóteses para a vitória final. Perdeu 1.19 e desceu para 16.º.

Na aproximação a Alcalá de los Gazules, terminou a aventura de Amador e foi o momento de entrarem em cena os melhores ciclistas do pelotão, com o espanhol Mikel Landa (Movistar) a atacar fortíssimo numa zona de pavê, a que só Wellens conseguiu responder.

Wellens conseguiu mesmo surpreender o líder da Movistar com uma 'sapatada' nos últimos 800 metros, para ganhar com cinco segundos de avanço.

A apenas uma etapa do fim da prova - será um contrarrelógio de 14 quilómetros, em Barbate - Wellens tem sete segundos para defender de Landa, 11 sobre o holandês Wout Poels, da Sky, e 14 sobre o dinamarquês da Astana Jakob Fuglsang.

Fonte: Record on-line

“AMARO ANTUNES FORA DA VOLTA A ANDALUZIA: «TIVE DE IR AO HOSPITAL»”

Desistência do vice-campeão da Volta a Portugal após queda na Andaluzia

Por: Alexandre Reis

O azar bateu à porta de Amaro Antunes (CCC). Depois do brilharete, na véspera, na Volta à Andaluzia – foi 9º na 2ª etapa –, o vice-campeão da Volta a Portugal sofreu ontem uma aparatosa queda e foi obrigado a desistir, pois ficou bastante maltratado.

"Foi ao km 11. Um atleta caiu à minha frente e deu-se uma queda coletiva. Tive de ir ao hospital, com várias escoriações e duas unhas arrancadas. Agora, que a anestesia está a passar sinto bastantes dores nos dedos, mas os exames não revelaram nenhuma fratura. Espero voltar a correr em março", considerou Amaro Antunes, em declarações a Record.

Fonte: Record on-line

“Volta Algarve/Efapel/Bruno Silva protagoniza fuga do dia com mais cinco ciclistas”

          Bruno Silva venceu a primeira meta volante do dia e foi segundo na última

          Ciclista ainda discutiu as melhores posições nos prémios de montanha

          EFAPEL mantém estatuto de melhor formação lusa

Bruno Silva foi uma das figuras da quarta etapa da Volta ao Algarve. No dia em que a vitória foi discutida ao sprint, com o triunfo de Dylan Groenewegen, o ciclista da Equipa EFAPEL foi um dos seis corredores que protagonizou a fuga do dia. Entre este sexteto, o atleta da formação liderada por Américo Silva esteve em evidência na discussão dos objectivos intermédios e a passagem em primeiro na primeira meta volante da etapa. Daniel Mestre acabou por ser o melhor representante da EFAPEL na linha de meta colocada em Tavira.

A etapa que ligou Almodôvar, no Baixo Alentejo, e Tavira, foi a mais longa desta edição da Algarvia. Pela frente, os ciclistas tiveram 199,2 quilómetros. O começo aconteceu num local especial para a equipa. Dois dos ciclistas da EFAPEL, Henrique Casimiro e Daniel Mestre, são da vila que recebeu a caravana velocipédica internacional. O forte apoio sentido foi a ignição para Bruno Silva saltar para a frente juntamente com mais cinco ciclistas e protagonizar a fuga do dia.

“Conseguimos voltar a estar em destaque. Procurámos protagonismo. Tivemos o Bruno Silva na fuga e, a partir desse momento, tentámos lutar pelos objectivos intermédios como as metas volantes. Tínhamos de aproveitar. Além disso, mantivemos o estatuto e continuamos a ser a melhor equipa portuguesa”, afirmou o director desportivo da Equipa EFAPEL, Américo Silva.

Amanhã realiza-se o último dia de competição na 44ª Volta ao Algarve. E que dia. São 173,5 quilómetros que começam em Faro e terminam no Alto do Malhão. A etapa não só será decisiva para a classificação geral individual como a icónica subida algarvia costuma proporcionar excelentes espectáculos de ciclismo. Pelo meio há duas metas volantes (São Brás de Alportel e Barrosas) e cinco contagens de montanha. Três (Picota, Alto da Ameixieira e Vermelhos), enquanto as outras duas são de segunda e coincidem com o Alto do Malhão. Há uma primeira passagem ao quilómetro 99,6 e, mais tarde, na meta.

 

Classificação na quarta etapa

    Dylan Groenewegen    Lotto NL Jumbo    4h33m49

    Matteo Pellucchi        Bora-Hansgrohe    m.t.

    John Degenkolb        Trek Segafredo    m.t.


36º    Daniel Mestre        EFAPEL        a 3s

48º    Rafael Silva            EFAPEL        m.t.

77º    Henrique Casimiro        EFAPEL        m.t.

111º    Jesus del Pino        EFAPEL        m.t.

122º    Marcos Jurado        EFAPEL        m.t.

157º    Pedro Paulinho        EFAPEL        a 2m56s

162º    Bruno Silva            EFAPEL        a 7m52s

Classificação geral individual

    Geraint Thomas        Team Sky        14h35m50s

    Michal Kwiatkowski        Team Sky        a 19s

    Nelson Oliveira        Movistar Team    a 32s


29º    Daniel Mestre        EFAPEL        a 3m11s

37º    Henrique Casimiro        EFAPEL        a 4m12s

54º    Jesus del Pino        EFAPEL        a 5m21s

85º    Rafael Silva            EFAPEL        a 9m36s

154º    Marcos Jurado        EFAPEL        a 24m14s

158º    Bruno Silva            EFAPEL        a 26m41s

161º    Pedro Paulinho        EFAPEL        a 30m58s

Fonte: Efapel

 

 

“Volta ao Algarve/Dylan Groenewegen impõe-se em Tavira”

Por: José Carlos Gomes

O holandês Dylan Groenewegen (Team LottoNL-Jumbo) ganhou hoje a quarta etapa da Volta ao Algarve, uma viagem de 199,2 quilómetros entre Almodôvar e Tavira, onde uma multidão entusiasta assistiu a um emocionante sprint, que não beliscou a liderança do britânico Geraint Thomas (Team Sky).

A aproximação à chegada foi arrepiante, com as equipas dos sprinters a imporem um ritmo forte, que culminou numa discussão empolgante entre Dylan Groenewegen e o italiano Matteo Pelucchi (Bora-hansgrohe). O holandês, já vencedor da primeira etapa, em Lagos, levou a melhor, mostrando ser um dos sprinters em melhor forma no pelotão WorldTour neste início de temporada. O terceiro foi o alemão John Degenkolb (Trek-Segafredo).

Esta foi a etapa mais longa da prova, disputada a alta velocidade – média de 43,650 km/h -, muito por culpa do sexteto que abalou do pelotão com apenas 4 quilómetros percorridos. Benjamin King (Team Dimension Data), Rory Sutherland (UAE Team Emirates), Julen Amezqueta (Caja Rural-Seguros RGA), Bruno Silva (Efapel), Aleksandr Grigorev (Sporting-Tavira) e João Rodrigues (W52-FC Porto) foram os grandes animadores da jornada. Já nos derradeiros 20 quilómetros receberam a companhia de Philippe Gilbert (Quick-Step Floors), Dylan Teuns (BMC Racing Team) e Jasha Sutterlin (Movistar Team), que deram novo ânimo à iniciativa e obrigaram o pelotão a trabalho redobrado para anular a fuga, a dois quilómetros e meio da meta.

“É bom voltar a vencer no Algarve. Os meus colegas de equipa proporcionaram-me um bom lançamento do sprint e consegui ser o mais forte. Começo o ano a ganhar e espero aproveitar esta forma nas próximas corridas. É bom correr no Algarve, o tempo é ótimo, a qualidade do pelotão é elevada e vencer no começo de época é sempre importante para um sprinter”, considera Dylan Groenewegen.

O galês Geraint Thomas foi o 22.º a cortar a meta, integrado no pelotão, a 3 segundos de Gronewegen, mantendo a Camisola Amarela Algarve. O corredor da Team Sky dispõe de 19 segundos de vantagem sobre o companheiro de equipa Michal Kwiatkowski e de 32 segundos sobre Nelson Oliveira (Movistar Team), corredores que ocupam as posições seguintes na geral.

A vitória na etapa permitiu a Dylan Groenewegen recuperar a Camisola Vermlha Cofidis, dos pontos. A fuga deu a Benjamin King um reforço da liderança na montanha, simbolizada pela Camisola Amarela Liberty Seguros. O holandês Sam Oomen (Team Subweb) é, desde o primeiro dia, dono da Camisola Branca Águas do Algarve, símbolo de melhor jovem. Por equipas manda a Team Sky.

 

Etapa de amanhã

A hegemonia da Team Sky será colocada à prova na quinta e última etapa, uma tirada de 173,5 quilómetros a disputar neste domingo. A partida está marcada para as 12h20, marcando o regresso da cidade de Faro ao itinerário da Volta ao Algarve. A meta, que deverá ser transposta cerca das 17h00, coincide com uma contagem de montanha, no alto do Malhão.

O percurso contempla mais quatro prémios de montanha: Picota (3.ª cat, Km 63,3), Ameixieira (3.ª cat, Km 99,6), Malhão (2.ª cat, Km 132,6) e Vermelhos (3.ª cat, Km 153,2). São Brás de Alportel, ao quilómetro 16,8, e Barrosas, ao quilómetro 127,6, recebem as duas metas volantes do dia.

Prevê-se uma etapa em que os pretendentes à geral terão de atacar para destronar os homens da Sky, mas a luta pela etapa poderá também incluir nomes fortes já afastados da luta pela geral, como é o caso de Daniel Martin, Louis Meintjes ou Richie Porte.

“A minha missão é levar a camisola amarela até ao final. Apesar das várias subidas da última etapa será a derradeira ascensão ao Malhão que irá sentenciar a prova. Conto com o apoio dos meus colegas de equipa. Estamos forte e confiantes, até porque temos uma boa margem sobre os nossos adversários. Tanto eu como o Kwiatkowski temos boas hipóteses e qualquer um de nós pode ganhar a corrida e o importante é que a camisola amarela fique na Team Sky”, antecipa Geraint Thomas.


Homenagem a Antigos Vencedores

Seis antigos vencedores da Volta ao Algarve foram hoje homenageados pela organização. Adelino Teixeira, Alexandre Ruas, Belmiro Silva, Eduardo Correia, Firmino Bernardino e Joaquim Andrade subiram ao pódio, com as camisolas amarelas que conquistaram no ano da vitória, antes da consagração dos melhores da quarta etapa da 44.ª Volta ao Algarve.

Belmiro Silva é o recordista de vitórias na Volta ao Algarve, único corredor com três triunfos palmarés, 1977, 1981 e 1984. O recorde está em risco, porque Geraint Thomas pode, neste domingo, igualar o corredor português.


Algarve Granfondo Cofidis

Tavira viveu hoje uma grande festa de ciclismo. Milhares de pessoas assistiram ao final da etapa da Volta ao Algarve e 800 ciclistas amadores participaram no Algarve Granfondo Cofidis, dando cor e movimento à cidade do Gilão ao longo de toda a jornada, unindo o ciclismo de competição e o ciclismo para todos.


Classificações

4.ª Etapa/Stage 4: Almodôvar - Tavira, 199,2 km

1.º Dylan Groenewegen (Team LottoNL-Jumbo), 4h33m49s

2.º Matteo Pelucchi (Bora-hansgtohe), mt

3.º John Degenkolb (Trek-Segafredo), mt

4.º Florian Senechal (Quick-Step Floors), mt

5.º Jurgen Roelandts (BMC Racing Team), mt

6.º Timothy Dupont (Wanty Groupe Gobert), mt

7.º Hugo Hofstetter (Cofidis, Solutions Crédits), mt

8.º Jasper de Buyst (Lotto Soudal), mt

9.º Loic Vliegen (BMC Racing Team), mt

10.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), mt

 

Geral Individual/General Classification

1.º Geraint Thomas (Team Sky), 14h35m5os

2.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), a 19s

3.º Nelson OLiveira (Movistar Team), a 32s

4.º Bob Jungels (Quick-Step Floors), a 52s

5.º Tejay van Garderen (BMC Racing Team), a 53s

6.º Bauke Mollema (Trek-Segafredo), a 1m01s

7.º Jaime Rosón (Movistar Team), a 1m18s

8.º Maximilian Schachmann (Quick-Step Floors), a 1m19s

9.º Felix Grosschartner (Bora-hansgrohe), a 1m20s

10.º Vasil Kiryienka (Team Sky), a 1m24s

Fonte: FPC