quinta-feira, 8 de agosto de 2019

“Alexandre Ruas no Granfondo Alpiagra 2019”

Alpiarça dia 8 de setembro de 2019
Texto: José Morais
Cartaz: Granfondo Alpiagra
Estão abertas as inscrições para o Granfondo de Alpiarça, numa organização do Núcleo de Amigos do Cicloturismo de Alpiarça, evento que contará com a participação do ciclista Alexandre Ruas.
O evento é constituído por três níveis, o grande de 150 quilómetros, o médio de 120 quilómetros, e o mini de 50 quilómetros, e ainda uma caminhada de 5 quilómetros
Inscrições e informações em 
www.trilhoperdido.com
Marque já na sua agenda, um evento que promete, recomendado pela Revista Notícias do Pedal.

“Shimano 24 horas de ciclismo de Le Mans 2019”

Sandy Casar vai começar a corrida para as 540 equipes da 11ª edição!

Fiel ao ciclomotor de Le Mans ou pilotos à procura de novas aventuras, os ciclistas estarão presentes no Shimano 24 Horas da 11ª edição do ciclismo. O máximo de 540 equipes autorizadas a dar o pontapé inicial foi alcançado em algumas semanas, entre novembro e janeiro.

2574 pilotos de 12 nacionalidades vão avançar no circuito de Bugatti no sábado, dia 24 de agosto, às 15h. 80 cavaleiros enfrentarão o «Dunlop uphill» solitário, mas a maioria será dividida em equipas de 2 a 8 membros. De ciclistas experientes aos desportistas de domingo, todos irão viver no seu próprio ritmo as suas “24 Horas de Le Mans… bicicleta ”em um ambiente alegre e descontraído.

Piloto profissional de 1999 a 2013 com o “Française des Jeux” e vencedor de três etapas no Tour de France, Sandy Casar vai começar a corrida com uma partida “tipo Le Mans”, um momento emocionante com todos os pilotos alinhados frente de suas motos e da cerimônia do hino. Ele vai andar "por diversão" em uma das equipes da Polícia Nacional. A bicicleta Pianista amador e virtuoso, François-René Duchâble lhe dará a bandeira francesa, depois de um passeio em sua “bicicleta de piano” na linha reta dos poços.

Muitas personalidades também desfrutarão do prazer de um revezamento noturno em Le Mans, entre elas Jérémy Roy piloto de 2003 a 2018), que vai competir em uma equipe de 4 pilotos com a Shimano France. O mentor do evento, Roger Legeay (piloto profissional de 1973 a 1982 e gerente esportivo da equipe Crédit Agricole), vestirá a camisa "Je double, je mécarte" da organização francesa de segurança rodoviária. Gerente de esportes da equipe de ciclismo Arkea-Samsic, Sébastien Hinault (piloto profissional de 1997 a 2014) pode surfar com ele! Detentor do recorde de distância em solo com 590 milhas cobertas em 2017, Evens Stievenart estará no jogo após seu recente recorde em par no lendário Race Across America: 3069 milhas em mais de seis dias.

Para a vitória geral, os olhos serão voltados para a equipe da Socopa, 2ª em 2018 e 2017, Distinxion Alençon, 3º. em 2018 ou os holandeses da Sarto Endurance Team, costumavam alcançar pódios de corrida de ciclismo de resistência na Europa.

Para os não concorrentes e famílias, não perca o evento matinal "La Matinale Le Maine Libre", no sábado das 10h30 às 11h30. O calendário foi adiantado este ano para permitir que o maior número, adultos e crianças, para compartilhar um momento amigável em um ambiente mítico ... de bicicleta. Espera-se que mais de 1500 pessoas descubram o Circuito Bugatti durante este passeio de uma hora. Este encontro de cicloturismo está aberto a todos com todo tipo de bicicletas. O acesso é gratuito para crianças menores de 10 anos.

Os espectadores terão acesso gratuito ao local e exposições propostas na Vila. Áreas dedicadas serão configurar para eles em cada lado do Dunlop, o lugar perfeito para desfrutar do início da corrida. Todos os ingredientes serão reunidos ter um ótimo dia com a família.

Mais informações em www.24heuresvelo.fr/en/

Fonte: 24heuresvelo

“Vincenzo Nibali reforça a equipa norte-americana Trek-Segafredo”

Ciclista italiano alinhava na Bahrain Mérida

Por: Lusa

Foto: EPA

O ciclista italiano Vincenzo Nibali, que alinhava na Bahrain Mérida, foi hoje anunciado como reforço da equipa norte-americana Trek-Segafredo para os próximos dois anos.

"Segui o meu coração e optei por esta equipa, sabendo que este é um projeto muito sério e competitivo", afirmou Vincenzo Nibali, de 34 anos, um dos sete ciclistas que soma triunfos nas três grandes voltas (triunfou na Vuelta em 2010, no Tour em 2014, e no Giro em 2013 e 2016).

A Trek-Segafredo anunciou também a contratação do irmão mais novo de Vincenzo, António Nibali, que desde 2017 representava a Bahrain Mérida.

O diretor-geral da Trek-Segafredo, Luca Guercilena, classificou Vincenzo Nibali como "um grande campeão" e António, de 26 anos, como "um ciclista sólido e com grande margem de progressão".

Fonte: Record on-line

“Enric Mas junta-se a Nélson Oliveira na Movistar Team”

Ciclista espanhol assina contrato para as próximas três temporadas

Por: Lusa

O ciclista espanhol Enric Mas, de 24 anos, vai representar a Movistar Team, na qual alinha o português Nélson Oliveira, nas próximas três temporadas, anunciou esta quinta-feira a equipa orientada por Eusébio Unzúe.

Mas, que alinhava na equipa belga Deceuninck-Quick Step, estreou-se este ano na Volta a França, tendo terminado em terceiro lugar na classificação da juventude, depois de a ter liderado durante vários dias.

Em 2018, Enric Mas, formado na Fundación Contador, conseguiu o maior feito da sua carreira, ao ser segundo classificado na Volta a Espanha.

Fonte: Record on-line

“Equipa Portugal/André Carvalho 39.º no Europeu de contrarrelógio para sub-23”

Por: José Carlos Gomes

Os corredores portugueses voltaram a sentir dificuldades face ao percurso dos contrarrelógios do Campeonato da Europa de Estrada, em Alkmaar, Holanda. O melhor resultado, na segunda jornada da competição, pertenceu a André Carvalho, 39.º na prova de sub-23.

O corredor de Vila Nova de Famalicão estreou-se nesta disciplina em Campeonatos da Europa de Sub-23. Apesar de encarar o contrarrelógio essencialmente como parte do trabalho para se apresentar bem na prova de fundo, André Carvalho deu o máximo, terminando na 39.ª posição, a 2m19s do vencedor, o dinamarquês Johan Price-Pejtersen, que “voou” à média de 51,92 km/h para estabelecer um registo de 25m53. Seguiu-se o campeão mundial da disciplina e compatriota do vencedor de hoje, Mikkel Bjerg, a 12 segundos, e o suíço Stefan Bissegger, a 13.

“Sinto que ainda não tenho a consistência necessária nos contrarrelógios, disciplina que exige muito trabalho. Durante a prova de hoje tive momentos bons e outros em que me senti a ir abaixo, mas consegui sempre recuperar. Em alguns momentos talvez tivesse melhor rendimento se tirasse um ‘dente’ para trabalhar mais em cadência”, explica André Carvalho.

Jorge Magalhães também representou a Equipa Portugal no contrarrelógio de sub-23, ficando na 42.ª posição, a 2m29s do vencedor. “O terreno era muito chão. Numa prova assim, sabemos que vamos a dar tudo, pensamos que até estamos bem, mas acabamos por perceber que nos falta aquela ‘perna grande’ para desenvolver mais andamento”, admite o corredor.

Daniela Reis competiu no contrarrelógio de elite, cumprindo o plano de utilizar o exercício individual para preparar a prova de fundo. Acabaria por fechar a classificação, no 31.º lugar, a 5m05s da holandesa Ellen van Dijk, que confirmou o favoritismo, impondo-se com 28m07s. A medalha de prata foi para a alemã Lisa Klein, a 30 segundos, e a de bronze para a holandesa Lucinda Brand, com mais 52 segundos do que a compatriota.

“A Daniela teve um dia difícil, mas a participação no contrarrelógio visava sobretudo preparar de forma mais eficaz a prova de fundo, que vai exigir ritmo, pois acabará por tornar-se dura. Além do vento e da alta velocidade, haverá algumas viragens que obrigarão a mudanças de ritmo”, esclarece a selecionadora nacional de ciclismo feminino, Ana Rita Vigário.


Provas de fundo começam na sexta-feira

A Equipa Portugal terá uma jornada preenchida, nesta sexta-feira, com o arranque das provas de fundo. Às 8h00 começa a corrida de juniores femininas, que terá 69 quilómetros, com a participação de Daniela Campos. O tiro de partida para os 92 quilómetros da prova de sub-23 femininas, na qual alinhará Maria Martins, está marcado para as 11h00. César Costa, Daniel Dias, Diogo Narciso, João Carvalho, João Macedo e Pedro Silva vão disputar os 115 quilómetros da corrida de juniores masculinos, a partir das 15h00.

Além do vento, que tem marcado toda a semana, as corridas de fundo serão marcadas pela chuva. O percurso plano irá tornar-se duro pela junção das condições meteorológicas e da ação das seleções mais poderosas.

Fonte: FPC

“81ª Volta a Portugal/8ª Etapa”

Partida:

Viana do Castelo

Viana do Castelo é a cidade atlântica mais ao Norte de Portugal, situando-se a cerca de 25 minutos do aeroporto internacional do Porto.

Servida por funcionais auto-estradas e por um porto de mar, é fácil e cómodo chegar à cidade, onde os visitantes podem fruir uma notável qualidade de vida, quer por via da tranquilidade e segurança do seu viver urbano, quer pela riqueza do seu património natural, monumental e histórico, quer, ainda, pela existência de excelentes equipamentos culturais, desportivos e sociais.

A presença do rio, do monte e do mar, conferem à cidade dotes paisagísticos de excelência que encantam os sentidos, proporcionam um clima psicológico de descompressão e são propícios à ocupação sadia e aprazível dos tempos livres.

Uma rede de transportes urbanos, que inclui pequenos autocarros elétricos a circular nas ruas do casco medieval, desincentiva a utilização do automóvel individual e favorece a qualidade ambiental. O Anel Viário contornando o núcleo mais antigo da cidade e a distribuição de vários parques de estacionamento subterrâneo ao longo dessa via, permitem aliviar a zona medieval do aparcamento de automóveis à superfície, afastando-os da zona nobre da urbe e facilitando, em consequência, a mobilidade pedonal.

A cidade tem, também, uma boa capacidade hoteleira, que está em acelerado crescimento, quer para acolher turistas, quer para receber congressos, seminários e outras reuniões de turismo, negócios ou de estudo, condições que são apoiadas pela existência de modernos e funcionais auditórios para realização desses encontros.

Um conjunto de modernizados espaços culturais - teatros, cinemas, biblioteca, museus - proporciona condições de enriquecimento cultural a residentes e visitantes, enquanto a presença do rio e do mar oferece especiais condições de acolhimento a veleiros de recreio e à prática de todas as modalidades de desportos náuticos.

A riqueza inigualável da etnografia vianesa, que faz da cidade a capital do folclore português, a originalidade e funcionalidade do seu artesanato, com especial relevo para a louça e os bordados, a assídua e qualificada animação cultural, são outros atributos que fazem de Viana do Castelo uma cidade extremamente atrativa para todas as vertentes de Turismo.

É bom viver em Viana do Castelo!


Chegada:

Felgueiras

O Município de Felgueiras localiza-se na Região do Tâmega e Sousa, constituída por 11 municípios, com uma área de 1.831 Km2, correspondente a 8,6% da Região Norte de Portugal. No concelho de Felgueiras, residem cerca de 58 mil habitantes, cuja população é uma das mais jovens do país e da Europa. Felgueiras integra quatro centros urbanos: as cidades de Felgueiras e da Lixa e as vilas de Barrosas e da Longra.

Felgueiras encontra-se em acelerado desenvolvimento, afirmando-se pelo talento, pela singular vocação e competência empreendedora. O trabalho das suas gentes permitiu construir o maior núcleo de calçado do país, cuja produção é maioritariamente para exportação, com um impacto relevante em Felgueiras, na região e no país. Este concelho é o maior produtor de Vinho Verde da região com cerca de 14 milhões de litros o que representa cerca de 15% da produção total. É também o maior exportador nacional de kiwi e de espargo, produtos incorporados na restauração local, tendo uma dinâmica económica expressiva na doçaria, na restauração, no artesanato e no comércio local em geral. O turismo, setor transversal, posiciona-se estrategicamente para gerar sinergias intersetoriais que acrescentam valor para o desenvolvimento sustentável e para a projeção da marca Felgueiras.

Venha conhecer uma terra com forte identidade cultural e industrial. Nas terras de Felgerias Rubeas irá encontrar o precioso legado de povoados da idade do Bronze (II.º Milénio a.C) e da romanização (Séculos I – VI), o Caminho de Santiago, a Rota do Românico, os ecos do renascimento e da epopeia lusitana que deu “novos mundos ao mundo” onde se eleva o navegador felgueirense Nicolau Coelho, do barroco, do neoclassicismo e do estilo brasileiro na arquitetura, o património industrial do calçado, do Pão-de-Ló e do Vinho Verde. As rotas de Felgueiras integram uma interessante harmonização da herança cultural, da natureza e dos produtos endógenos distintivos resultantes do empreendedorismo felgueirense.

Em Felgueiras, poderá conhecer o empreendedorismo mais avançado nas indústrias do calçado e da agricultura (vinho, kiwi e espargo), admirar a arte da tradição artesanal: bordado Terra de Sousa (tão conhecido como bordado da Lixa), rendas de Filé, instrumentos manuais de corda e o calçado manual.


A visitar

Sugerimos a visita à VillaRomana de Sendim; aos cinco monumentos que integram a Rota do Românico, elevando-se o Mosteiro de Pombeiro; às empresas do Roteiro de Turismo Empresarial (Fábricas de Calçado, a Quintas de Enoturismo, a casas Pão-de-ló de Margaride e a casas de bordados); à Casa da Cultura Leonardo Coimbra e ao monte e santuário de St.ª Quitéria. Muitos outros atrativos encontrará nos nossos Percursos Pedestres. O hipismo é também uma experiência a não perder. Encontrará programação das diferentes artes do espetáculo na Casa das Artes e nas praças das cidades da Lixa e de Felgueiras. As festas e romarias acontecem em todo o concelho!


Gastronomia e Vinhos

O Pão-de-Ló de Margaride sobressai pela genuinidade e distinta qualidade. Este doce mantém a sua receita desde 1730 e foi escolhido para ser servido à mesa da Família Real Portuguesa.

Saberes enraizados na tradição, plenos e intensos dos produtos genuínos e de qualidade desta terra fazem da Gastronomia e Vinhos de Felgueiras um privilégio que lhe dedicamos à mesa dos restaurantes, e nos eventos de degustação e promoção, destacando-se: Sabores IN (4 fins de semana entre maio/junho); Fim-de-Semana Gastronómico e Festival do Pão-de-Ló (no fim-de-semana anterior à Páscoa).

Nas quintas poderá pisar o terroire degustar vinhos de excelência. Destacam-se, à mesa, o Cabrito Assado no Forno a Lenha, o Bacalhau no Forno, o Pão-de-Ló e as Cavacas de Margaride e as Lérias. Estas sugestões são harmonizadas com os Vinhos de excelência produzidos em Felgueiras, incluindo alguns de agricultura biodinâmica.

Venha experimentar, saborear e sentir… Felgueiras!

Fonte: Podium

“Volta a Portugal/Cerimónia de pódio da sétima etapa cancelada devido ao mau tempo”

Tirada foi ganha por Luís Gomes

Fonte: Lusa

A cerimónia de consagração do vencedor da sétima etapa e dos líderes da Volta a Portugal em bicicleta foi adiada para sexta-feira, devido às condições meteorológicas na Serra do Larouco, anunciou a organização.

"A etapa está quase a terminar há condições para, a nível competitivo, a tirada acabar no segundo ponto mais alto do território continental português, mas, devido às condições meteorológicas, a cerimónia de pódio será adiada para Viana do Castelo, à partida da oitava etapa", lê-se nas redes sociais da prova.

A sétima etapa da corrida partiu de Bragança e terminou no alto da Serra do Larouco, em Montalegre, após 156,2 quilómetros, com Luís Gomes (Rádio Popular-Boavista) a ser o primeiro a cortar a meta.

Viana do Castelo vai ser o palco para a partida da oitava e antepenúltima etapa da Volta, que vai levar o pelotão a percorrer 156,6 quilómetros até Santa Quitéria, em Felgueiras.

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal/ProTouch com diretor português 'emprestado' e ambições em Portugal”

José Ferreira Rodrigues dá uma ajuda na vontade de afirmação na Europa

Por: Lusa

Foto: Lusa

A equipa sul-africana ProTouch está a correr a 81.ª Volta a Portugal em bicicleta com um diretor desportivo português 'emprestado', José Ferreira Rodrigues, que dá uma ajuda na vontade de afirmação na Europa.

A equipa "procurava um diretor de nível 3", conta à Lusa José Ferreira Rodrigues, que aproveitou a oportunidade mesmo com a dificuldade de não falar inglês. "Com espírito, tudo se consegue", atira o técnico que em Portugal lidera a Fortunna-Maia.

Assim, juntou-se à formação da África do Sul naquela que descreve como "a primeira aventura da vida deles" na Europa, que os deixou "surpreendidos", até porque muitos "vêm às escuras".

Apesar de as coisas estarem a correr "razoavelmente bem", conta, há alguns problemas com a logística, por "[falta de] capacidade material para poder corresponder ao valor humano que têm".

Ainda assim, a ambição é alta numa formação que tem menos de um ano, mas lidera o 'ranking' UCI de África e já coloca três atletas na seleção sul-africana para os Jogos Africanos, Jayde Julius, Clint Henricks e Kent Main, presentes na Volta.

"Eles querem fazer história em Portugal. (...) Continuamos a sonhar que é possível ganhar uma etapa. Têm o objetivo de criar raízes na Europa e tornarem-se uma equipa mais capaz, mais forte, e poder competir com os europeus", revela o diretor.

A correr no escalão Continental, há a ambição na ProTouch de crescer, tendo como exemplo a Dimension Data, equipa do mesmo país que compete no WorldTour, mas há muito que está ainda "no segredo dos deuses", revela.

"Há essa crença, estão a fazer abordagens, até a pensar numa parceria com uma equipa que já exista. Está em aberto, não há grandes certezas, mas há a vontade", conta.


Depois de ir percebendo "dia a dia o que faziam e como faziam", foi trabalhando sete ciclistas "para todos os terrenos", ainda que lhes falte "experiência para uma prova importantíssima".

Conta com um par de "jovens que podem fazer coisas interessantes" no futuro, se derem o 'salto', um apoio com a outra equipa africana, a angolana Bai Sicasal-Petro de Luanda, "sempre unidos para terminar as etapas", e a vontade de revelarem que têm "muita capacidade".

"Muitas vezes, a capacidade de sofrimento é que faz a diferença", comenta o antigo ciclista.

Jayde Julius tem sido um dos mais combativos, depois de ter estado, na terceira etapa, numa fuga que quase chegou isolada à meta, e destacou à Lusa a "prova de grande escala" em que participam.

Já Kent Main vê esta como "uma grande experiência de aprendizagem", na "maior prova que qualquer um já fez", mas vão estar "à caça todos os dias" com vontade de "entrar nas fugas e estar na discussão das etapas", completa o colega de equipa.

"O José é um homem com uma grande paixão. Temos desfrutado da experiência dele e de estar com ele. Conhece a corrida, já a fez, e ajuda imenso a equipa. Dá-nos ótimas dicas e ajuda-nos a preparar. É essa experiência e paixão que nos tenta passar", revela.

Ferreira Rodrigues, antigo massagista que aproveita esse tempo para privar mais com os atletas, é também alguém "com grande calma nos momentos difíceis, o que torna tudo mais fácil", assevera Kent Main.

"Ensinou-nos muito, definitivamente. Aprendemos todos os dias, até porque somos todos jovens numa equipa pequena. Deu-nos crença em nós mesmos, quer que ganhemos aqui uma etapa e acreditamos nisso", acrescenta.

Julius lembra a terceira etapa, em que o diretor o ajudou "a gerir o esforço", para lembrar que "as pequenas coisas fazem uma grande diferença, e a sua inteligência ajuda imenso".

"Com a minha experiência, vou percebendo e tentando minimizar os prejuízos que possam vir a ter. Querem ganhar alguma coisa, sinto que têm essa vontade, e estou aqui para colaborar", remata José Ferreira Rodrigues.

Fonte: Record on-line

“81ª Volta a Portugal Santander”

A Volta está ao rubro/Vendaval no Larouco fez aparecer nova Camisola Amarela

Joni Brandão é o novo líder da 81ª Volta a Portugal Santander. Com a chegada a Montalegre, Serra do Larouco, o corredor da Efapel assumiu o primeiro lugar da classificação geral com uma diferença escassa, um segundo apenas, para João Rodrigues (W52-FC Porto). O anterior comandante, Gustavo Veloso, caiu para a terceira posição e está agora a 15 segundos da nova Camisola Amarela Santander.

A 7ª etapa, que começou em Bragança, revolucionou as contas da Volta ao terminar com um Prémio de Montanha de 1ª categoria instalado no segundo ponto mais alto do território continental português. Luís Gomes (Radio Popular Boavista) venceu no topo da Serra do Larouco envolvido num intenso nevoeiro, mas nem assim a Camisola Azul Liberty Seguros deixou de brilhar porque, cada vez mais, é o “Rei dos Trepadores”. Gomes terminou dois segundos à frente de Hugo Sancho (Miranda-Mortágua) e do suíço Matthias Reutmann (Swiss Race Academy).

Os primeiros classificados em Montalegre surgiram de um grupo em fuga desde o quilómetro 25 que o pelotão, comandado quase sempre pelo FC Porto, não anulou. A vantagem dos fugitivos chegou aos dez minutos mas, estando atrasados na classificação geral e como as principais contas se faziam apenas no fim, não houve grande reação. Seriam os derradeiros nove quilómetros da subida final que iam definir a classificação. Gustavo Veloso já antes tinha demonstrado algumas dificuldades e na subida não conseguiu acompanhar o momento em que Joni Brandão arrancou à procura de ganhar tempo aos principais adversários. João Rodrigues, companheiro de equipa de Veloso e segundo da geral à partida em Bragança, respondeu mas na meta perdeu 11 segundos para Brandão, o que deu ao corredor da Efapel a nova liderança da Volta.

O mau tempo no topo do Larouco levou a organização a adiar a cerimónia de pódio para as 12h45 desta sexta-feira, momentos antes da partida da 8ª etapa, em Viana do Castelo. Esta decisão não permitiu ver em Montalegre os novos líderes. Ao nível da Juventude também houve alteração: o espanhol Unai Quadrado (Equipo Euskadi) é o melhor jovem em prova, Camisola da Juventude Jogos Santa Casa. A W52-FC Porto perdeu a Amarela e a classificação coletiva por troca com a Rádio Popular-Boavista, mas continua com a Verde Rubis Gás dos Pontos com Daniel Mestre.

 
Volta vai continuar a subir

Na 8ª e antepenúltima etapa, os corredores saem de Viana do Castelo em direção a Felgueiras. Até à meta, no Monte de Stª Quitéria, vão percorrer 156,6 quilómetros. Este final de etapa é mais um dos regressos à Volta porque desde 2008 que o município felgueirense não recebia a prova.

Fonte: Podium