terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

“Valverde consegue primeira vitória como campeão do mundo”

Espanhol triunfou na terceira etapa da prova árabe

Por: Lusa

O ciclista espanhol Alejandro Valverde (Movistar) conseguiu esta terça-feira a primeira vitória como campeão do mundo, ao triunfar na terceira etapa da Volta aos Emirados Árabes Unidos.

Depois de se ter sagrado campeão do mundo em setembro de 2018, Valverde não tinha conseguido qualquer outra vitória, até esta tarde, quando se impôs na ligação entre Al Ain e Jebel Hafeet, cumprindo os 179 quilómetros em 4:44.50 horas.

Após recuperar na subida para a meta, Valverde impôs-se ao esloveno Primoz Roglic (Jumbo-Visma) e ao francês David Gaudu (Groupama-FDJ), segundo e terceiro classificados, respetivamente, que terminaram com o mesmo tempo.

Dos dois portugueses em prova, Rui Costa (UAE-Emirates) foi o melhor, terminando no 20.º posto, a 1.04 minutos do vencedor, enquanto Nelson Oliveira (Movistar) foi o 64.º a cruzar a meta, 7.55 minutos depois de Valverde.

Na geral, Roglic manteve a liderança, agora com 14 segundos de avanço sobre Valverde, que subiu 15 posições, e 39 sobre Gaudu. Rui Costa ganhou 36 lugares e instalou-se no 24.º posto, a 1.46 do esloveno, ao passo que Nelson Oliveira, que fechava o top-20 na véspera, caiu para 59.º, a 8.19.

Na quarta-feira corre-se a quarta etapa, entre Palm Jumeirah e a barragem de Hatta, num percurso de 205 quilómetros, com novo final em alto.

Fonte: Record on-line

“XI Duatlo de Arronches recebe Campeonato Nacional de Clubes de Duatlo”

Arronches recebeu dia 23 de fevereiro o Campeonato Nacional de Clubes de Duatlo num ambiente acolhedor e competitivo, com vitória para o Alhandra Sporting Club e para Clube de Natação Torres Novas.
O percurso realizou-se na distância sprint entre o Estádio Municipal de Arronches ‘Francisco Palmeiro’, local central da prova, a vila de Arronches e as localidades de Esperança e Nave Fria. Apesar de incluir várias vertentes – o Campeonato Nacional, o Paratriatlo e a prova aberta – tudo foi integrado numa única competição, com a prova aberta numa partida separada.

O Duatlo contou com o aplauso do público desde o início até à entrega de prémios, que foi realizado ainda durante o dia garantindo a presença de um elevado número de pessoas.

O Alhandra Sporting Club venceu a prova feminina da segunda etapa do Campeonato Nacional de Clubes de Duatlo, com Inês Rico, a conquistar também o primeiro lugar da geral e terminando a prova em 01:03:48, Pauline Vie, com 01:07:08 e Ana Filipa Sampaio com 01:12:37.

Rafael Ribeiro, treinador do Alhandra Sporting Club, destaca as prestações das atletas do Alhandra, com especial relevo para a cadete Inês Rico, com vitória absoluta. «Vim a Arronches com uma grande ambição, já que no ano passado a competição não correu como era esperado devido a problemas técnicos na bicicleta», explica Inês Rico, que também referiu que deu tudo na primeira corrida para seguidamente trabalhar com cabeça no percurso de ciclismo e conseguir alcançar a vitória.

«Relativamente ao Campeonato Nacional de Duatlo, é necessário esperar para saber onde será realizada a próxima etapa» afirma Rafael Ribeiro que, para já, está focado na prova seguinte do calendário nacional de triatlo que será realizada em Cuba, no dia 10 de março, uma competição pontuável para a Taça de Portugal.

Na segunda posição ficou o Clube de Natação Torres Novas com Madalena Almeida com 01:04:40, Joana Miranda com 01:13:05 e Margarida Razões Silva com o tempo de 01:20:38.

O Núcleo do Sporting da Golegã subiu ao terceiro lugar do pódio com Liliana Veríssimo que fez o tempo de 01:10:21, Ana Vintém que passou a meta em 01:17:11 e Filipa Gonçalves que concluiu a competição em 01:19:45.

 

Vitória para o Clube de Natação Torres Novas

O primeiro lugar do campeonato foi conquistado pelo Clube de Natação de Torres Novas com José Pedro Vieira que concluiu a competição em 00:56:56, Gonçalo Mendes que terminou em 00:57:42 e Ricardo Batista que passou a meta aos 00:57:43.

Paulo Antunes, treinador do Clube de Natação Torres Novas, explica que, apesar de importantes, os duatlos não são prioritários, mas encarados antes como provas de preparação para os triatlos. «A vitória acontece naturalmente, fruto da qualidade dos nossos jovens atletas», diz Paulo Antunes.

Segundo o técnico, os objetivos desta época passam pela obtenção de resultados individuais, pela luta pelo título de Campeões Nacionais de Clubes de Duatlo e Triatlo, principalmente no setor masculino. Apesar de a equipa feminina ter sido reforçada pela Madalena Almeida, uma atleta de enorme qualidade, não tem a mesma profundidade do coletivo masculina: «Neste caso a meta é sempre conseguir alcançar a melhor classificação possível!».

O OutSystems Olímpico de Oeiras ficou na segunda posição com José Cabeça que fez o tempo de 00:57:01, Rui Narigueta com 00:57:46 e Pedro Eloy com 00:57:47.

Em terceiro lugar ficou o Estoril Praia Credibom, com Rafael Domingos a conquistar também o primeiro lugar da geral com 00:56:12, Diogo Silva com 00:57:17 e Filipe Marques com 00:59:19.

 

Pódio feminino de clubes:

1° Alhandra Sporting Club

2° Clube Natação Torres Novas

3° Núcleo Sporting da Golegã

Pódio masculino de clubes:

1° Clube Natação Torres Novas

2° OutSystems Olímpico de Oeiras

3° Estoril Praia Credibom

 

XI Duatlo de Arronches: resultados absolutos

Rafael Domingos, do Estoril Praia Credibom, foi o vencedor absoluto do XI Duatlo de Arronches. «Esta foi uma prova diferente do habitual, com a primeira corrida a passar com muitas voltas na vila, com um percurso muito acidentado», diz Rafael Domingos. No final, o atleta do Estoril Triatlo Credibom faz um balanço positivo,’ gostei muito de ir a Arronches’!

Gil Maia, da ASSOCIAÇÃO LINCE TRIATHLON, classificou-se na segunda posição da geral, enquanto Marco Miguel, do Clube Praças Armada, obteve o terceiro lugar da competição.

Inês Rico, do Alhandra Sporting Club, foi a vencedora do XI Duatlo de Arronches, com Ana Filipa Santos, do Rio Maior Triatlo – Escola de Triatlo a conquistar a segunda posição e Madalena Almeida, do Clube de Natação Torres Novas, a subir ao terceiro lugar do pódio.

 

O Campeonato Nacional Individual de Paratriatlo em Arronches

O Duatlo de Arronches recebeu também o Campeonato Individual de Paratriatlo que contou com a presença de Luís Ferreira, do Clube de Triatlo de Viseu, na categoria PTDF, Filipe Marques, da Associação Naval Amorense, na categoria PTS5 e Gabriel Macchi, do GCA Donas – TRIATLO, na categoria PTVI2.

No Campeonato Nacional de Paratriatlo, Gabriel Macchi, do GCA Donas–TRIATLO ganhou na categoria PTVI2 , concluindo a prova em 01:01:13, Filipe Marques, da Triatlo – Associação Naval Amorense, venceu na categoria PTS5, terminado a prova em 01:03:46, Luís Ferreira, do Clube Triatlo de Viseu venceu com a categoria PTDF, fazendo a prova em 01:15:25 e José Manuel Mendonça, do Ludens Clube de Machico, ganhou na categoria PTS3, terminando a competição em 01:35:57.

A FTP dá os parabéns aos atletas pela sua disponibilidade e por mais uma prova superada neste campeonato.

 

Para o ano será a XII edição do Duatlo de Arronches

Esta foi uma prova organizada pela Câmara Municipal de Arronches, com o apoio técnico da Federação de Triatlo de Portugal e das associações locais. «O balanço é extremamente positivo a todos os níveis», afirma João Crespo, vice-presidente da Câmara Municipal de Arronches.

«É nosso entendimento que a parceria com a FTP é uma mais valia para o concelho na medida em que, para além da promoção de uma modalidade desportiva, permite atrair até ao concelho de Arronches várias centenas de pessoas entre atletas e acompanhantes».

O vice-presidente do Município de Arronches realça o facto deste evento contribuir também, e de modo decisivo, para a economia local, nomeadamente, ao nível da restauração e hotelaria. João Crespo acrescenta que é uma forma de divulgar as ofertas desportivas e turísticas do concelho, referindo a satisfação pelo aumento de participantes nesta edição de 2019.

Outro aspeto que o vice-presidente valoriza «prende-se com o facto de esta prova ser referida como uma competição de referência no calendário da FTP, nomeadamente ao nível da organização, da beleza e da dificuldade dos seus percursos».

Para o autarca, os objetivos para o próximo Duatlo são manter os níveis de qualidade da prova e, essencialmente, aumentar o número de participantes na mesma. E remata: «Naturalmente que para alcançar estes objetivos contamos com a continuidade da parceria com a FTP que tão bons frutos tem dado ao longo de 11 edições do Duatlo de Arronches.» 

Segundo o delegado técnico da Federação de Triatlo de Portugal, a competição «correu muito bem do ponto organizativo, houve sinergias muito positivas entre o Município de Arronches e todas as entidades envolvidas, como a GNR que garantiu a segurança, os bombeiros voluntários e a própria FTP».

O mesmo profissional afirma que ‘o Duatlo de Arronches é uma prova com excelentes condições para se transformar numa prova maior, inclusive de cariz internacional, pois os recursos disponibilizados pelo município assim como toda a estrutura existente viabilizam essa possibilidade’.

Muitos parabéns aos seus atletas pelos resultados!

A próxima competição do calendário nacional será realizada no Alentejo, no III Triatlo de Cuba, uma etapa da Taça de Portugal de Triatlo.

Fonte: FTP
 

“Fafe no arranque da época de ciclismo de estrada de juniores”

A época desportiva de ciclismo de estrada para a categoria de juniores arranca no dia 2 de março com a realização do Prémio Cidade de Fafe, uma organização da Associação de Ciclismo do Minho com o apoio da Câmara Municipal de Fafe.

A prova será disputada ao longo de 85,4 quilómetros, com passagens pelos concelhos de Fafe, Póvoa de Lanhoso e Guimarães, sendo pontuável para a Taça do Minho de Ciclismo de Estrada - Arrecadações da Quintã.

O Prémio Cidade de Fafe começará às 15h00 na Praça 25 de Abril e terminará no mesmo local pelas 17h14.

Após a partida simbólica a caravana seguirá por um percurso que terá passagens pelas seguintes localidades: Fafe (15h00 - Praça 25 de Abril - Partida simbólica), Rua Montenegro, Rua do Retiro, S. Comba de Fornelos, EN 207 (partida real), Travassós (15h05), Requeixo, Vila Cova (15h11), Freitas, Serafão (15h16), Arosa, Taíde (15h26), Porto D´Ave, Ralde EN 205, Fontarcada, Póvoa de Lanhoso (15h37), S. Martinho do Campo, Santo Emilião, Donim (15h50), Briteiros, S. Cláudio de Barco, Caldas das Taipas (16h00), Vila de Ponte (16h03), EM 583, N207 (Garfe - 16h36), Arosa, Serafão, Freitas, Vila Cova (16h53), Requeixo, Travassós (16h59), Santa Comba de Fornelos, Golães (final de subida - 17h07), CM 1677, Fafe, Rua Serpa Pinto (pelo sentido proibido), Praça 25 de Abril - Meta final (17h14 - junto ao monumento).

No ano passado, Pedro Teixeira venceu destacado o Prémio Cidade de Fafe, prova de abertura da época desportiva de ciclismo de estrada para a categoria de juniores pontuável para a Taça do Minho de Ciclismo de Estrada - Arrecadações da Quintã. A formação Seissa | KTM-Bikeseven | Matias&Araújo | Frulact venceu a classificação coletiva.

Com um percurso de 85,4 quilómetros, cumprido numa média superior a 38,5 kms/hora, foi disputado por um pelotão de 88 jovens corredores que foram muito aplaudidos e incentivados por muito público ao longo de todo o percurso que começou e terminou na praça 25 de Abril, em pleno centro de Fafe.

Além do Prémio de Ciclismo Cidade de Fafe (Prova de Abertura de Juniores - Zona A / Taça do Minho de Ciclismo de Estrada - Arrecadações da Quintã), o concelho de Fafe acolherá este ano a Taça de Portugal - Cadetes (Prémio de Freguesia de Golães / Troféu José Martins no dia 27 de abril), o Prémio Festas do Concelho de Fafe - Juniores (13 de julho), o Prémio Fafe - Sala de Visitas do Minho (7 de setembro) e ainda o 18º BTT DHI Freguesia de Armil (7 de abril) atividades apoiadas, como habitualmente, pela Câmara Municipal de Fafe. O concelho fafense assumirá ainda destaque na edição deste ano da Volta a Portugal em Bicicleta.

O Prémio de Ciclismo Cidade de Fafe é organizado pela Associação de Ciclismo do Minho com o apoio da Câmara Municipal de Fafe, Federação Portuguesa de Ciclismo, Arrecadações da Quintã, Cision, Raiz Carisma - Soluções de Publicidade, POPP Design, Score Tech, Guimarpeixe, Jopedois, Auto Terror, Polícia Municipal de Fafe, Bombeiros Voluntários de Fafe e Infraestruturas de Portugal.

Fonte: ACM

“Época Júnior Começou em Espanha”

Texto: AfterTwo //works

Fotos: Organização “Copa de España”

A equipa júnior da Academia Joaquim Agostinho\UDO participou este sábado no 53º Circuito do Guadiana, prova com início e final em Don Benito, localidade da província espanhola de Badajoz. Na competição que marcou a estreia da equipa em 2019, os ciclistas “torrienses” enfrentaram os melhores atletas espanhóis da categoria em duas voltas ao percurso num total e 88 quilómetros. 

Numa corrida que se manteve bastante agitada de início ao fim, os primeiros quilómetros começaram com o debutante Daniel Gonçalves a tomar a iniciativa numa fuga a solo que se viria a manter apenas por cinco quilómetros. A primeira das duas grandes dificuldades do dia estava instalada ao quilómetro vinte e dois, onde os atletas tinham pela frente a carismática subida ao Alto de Magacela.

A ascensão de cerca de dois quilómetros desenvolve-se pelas ruas estreitas da localidade com rampas finais a atingirem os 15% de inclinação e iria revelar-se decisiva para as contas finais da prova. O público concentra-se maioritariamente nesta zona que os espanhóis consideram uma das mais animadas passagens de toda a competição nacional e onde é muito importante entrar bem colocado para evitar constrangimentos.

Foi precisamente antes desta zona que todas as aspirações da equipa caíram literalmente por terra, ao ficarem envolvidos numa queda que vitimou quatro elementos e deixaram os restantes muito mal colocados e longe da discussão da corrida. Assim, André Silva em 58º, Henrique Frois 68º, Daniel Fortes 71º, Daniel Gonçalves 78º e Duarte Bento em 85º chegaram á meta envolvidos num segundo grupo, a 1 minuto e 56 segundos do vencedor, o espanhol Juan Rosal da Kometa Cycling Team.

Daniel Gonçalves, que fez a sua primeira prova enquanto júnior, considerou que "a este nível a nda - se muito rápido, a colocação e concentração é fundamental. A margem de erro é muito reduzida mas o trabalho está a ser bem feito.

Falta limar umas arestas na condição física e no trabalho coletivo, a época ainda agora começou. Saio motivado para continuar a trabalhar e no futuro poder ombrear com os melhores e ser vir a equipa o melhor possível. "

 Fonte: Academia Joaquim Agostinho\UDO

“37ª Volta ao Alentejo”

Cada vez mais próxima dos 40 anos, a “Alentejana” apresenta-se, este ano, em Montemor-o-Novo associada, mais uma vez, ao Crédito Agrícola que há oito anos consecutivos empresta o nome à prova. O percurso de 2019 regressa a Ponte de Sor, após 26 anos de ausência, mantém a difícil passagem no Cabeço do Mouro (Portalegre) e um muito decisivo contrarrelógio individual em Castelo de Vide. Após 802,1 quilómetros, o paralelo da majestosa Praça do Giraldo, em Évora, abre-se ao sprint final e às comemorações dos vencedores. 

Com mais de 70% dos municípios alentejanos envolvidos, a 37ª Volta ao Alentejo Crédito Agrícola promete um itinerário que, entre 20 e 24 de março, cruza o Alto e o Baixo Alentejo com o Litoral Alentejano e o Alentejo Central, regressando a Ponte de Sor após 26 anos de ausência.

O último vestígio da competição na cidade do norte alentejano remonta a 1993 quando coroou o 11º vencedor, Jorge Silva. Este ano, a CIMAC - Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central, que delega a organização técnica na Podium Events, desafia o pelotão a partir de Montemor-o-Novo para percorrer pouco mais de 800 quilómetros de imponentes planícies, pejadas de oliveiras e sobreiros, interrompidas a espaços pelos suaves e ondulantes montes alentejanos, até culminar na cidade museu de Évora – onde será coroado pela 23ª vez o vencedor da “Alentejana”.

O contrarrelógio, que incrementou no ano passado o formato da “Alentejana”, veio para ficar. “Apesar de desfrutarmos de cerca de 30 mil quilómetros quadrados numa das mais belas regiões do país, o Alentejo, manifestamente plano - salvo no norte alentejano onde só estaremos um dia - acaba por necessitar, para incutir mais competitividade à prova, de um contrarrelógio individual” é a convicção do Diretor de Prova, Joaquim Gomes. 

 

O MAPA DA EPOPEIA A PEDAL

A 37ª Volta ao Alentejo Crédito Agrícola começa por desafiar a resistência dos corredores nas três primeiras etapas, depois convida os trepadores a ultrapassar a mais íngreme das subidas, o Cabeço do Mouro (Portalegre), para em seguida tirar as teimas num contrarrelógio individual, em Castelo de Vide, que antecede a etapa de consagração.   

A edição de 2019 da “Alentejana” inaugura-se em Montemor-o-Novo, cidade castelar que só uma vez na história deu princípio à prova, na 11ª edição em 1993. A etapa mais longa desta edição cruza o Alentejo Central a caminho de Moura, nesta edição a porta de entrada do Baixo Alentejo, onde vão terminar os 208,1 km da etapa. Com três metas volantes – Viana do Alentejo, Vidigueira e Reguengos de Monsaraz – e uma montanha de 4ª categoria no concelho de Portel, a conclusão da etapa acontece perto das 15h55.  

Da vila raiana de Mértola partirá o segundo dia de competição que conduz o pelotão à Costa Alentejana, sem vislumbrar qualquer montanha. Os 182,2 km serão “animados” por três Metas Volantes – Castro Verde, Aljustrel e Porto Covo – até alcançar Odemira, perto das 16 horas.

A terceira etapa despede-se do Litoral Alentejano a partir de Santiago do Cacém, de onde os corredores saem com destino a Mora. As Metas Volantes estão em Grândola, Vendas Novas e Arraiolos, e há duas contagens para o Prémio de Montanha, a primeira em Alcácer do Sal e a seguinte em Montemor-o-Novo, ambas de 4ª categoria.

O terceiro dia de competição cumpre-se após 176,5 km com chegada prevista à linha de meta pelo melhor horário às 15h48. O fim-de-semana começa em Ponte de Sor, que regressa ao convívio da “Alentejana” após 26 anos de ausência. O quarto dia de prova começa com uma etapa relativamente pequena mas com a exigência de duas montanhas, uma de 4ª categoria no Crato e a 5,4 km da meta uma contagem de 2ª categoria no Cabeço do Mouro. Antes da chegada a Portalegre, perto das 12h20, os corredores ainda têm a Meta Volante de Alter do Chão.   

A jornada dupla de sábado tem no período da tarde o contrarrelógio de Castelo de Vide. A pitoresca vila, colocada no alto de um monte com muralhas medievais, proporciona uma muito decisiva luta contra o cronómetro de 8,4 km. À semelhança de 2018, arranca da variante à N246-1 para ascender à Ermida da Sr.ª da Penha, vencida a Serra de S. Paulo, para terminar junto ao Parque João José da Luz no centro urbano. 

As derradeiras emoções da 37ª Volta ao Alentejo Crédito Agrícola vivem-se a partir de Portalegre, de onde o pelotão parte para os 152 km finais, com Metas Volantes em Monforte, Borba e Redondo. A chegada e a entrega das camisolas, definitivos símbolos de líder, e do último Chapéu Alentejano acontece pelo quarto ano consecutivo na Praça do Giraldo, em Évora.

O autarca eborense Carlos Pinto de Sá sublinha que “neste ano em que arranca a 37ª edição da Volta ao Alentejo, a cidade de Évora prepara-se para um momento singular na sua existência, marcado pela afirmação da sua candidatura a Capital Europeia de Cultura.” “Esta candidatura, à semelhança da Alentejana, pretende ligar e congregar o Alentejo em torno dos grandes desígnios que fazem desta, uma região única no Mundo”, acrescenta o também presidente da CIMAC - Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central.

 

Luís Mendonça

Nascido e criado em Paredes, geografia de outros valores do ciclismo nacional, Luís Mendonça iniciou-se como júnior mas o interesse pela fisioterapia falou mais alto e obrigou-o a um interregno na modalidade para estudar, altura em que também se experimentou como barman e modelo. Regressou ao pelotão em 2013, já com 27 anos e sem grandes propósitos, mas o protagonismo acabou por chegar: venceu a edição do ano passado da Volta ao Alentejo, conseguindo ainda em 2018 um terceiro lugar na Volta a Madrid e um oitavo posto nos Nacionais.

Hoje com 33 anos, sente-se com vigor para acompanhar o ritmo do pelotão por mais algumas temporadas, ambicionando um futuro sempre ligado à modalidade, seja como fisioterapeuta ou, quem sabe, como diretor desportivo. “A Volta ao Alentejo é a prova mais dura da época – qualquer pessoa no pelotão confirma – porque vive-se cada etapa como se fosse uma Clássica, são quilómetros bastante nervosos com algumas quedas pois é complicado passar naquelas aldeias, com ruas mais estreitas, a alta velocidade.

O nível competitivo é altíssimo! É um pelotão ambicioso e internacional, de gente talentosa que não facilita. Sempre sonhei vencer uma etapa nesta prova porque sempre achei que era à medida das minhas características. No ano passado, comecei por acreditar que podia ser o melhor português - estava nesse despique com o Ricardo Mestre da W52-FC Porto.

Depois percebi que podia entrar no Top 10, fui elevando a fasquia e de repente sai-me a Volta! Não ganhei nenhuma etapa e ganhei a prova. Realmente foi extraordinário! Trouxe-me uma moral muito grande e transformou-me como atleta. Levei para casa um Chapéu Alentejano mas soube tão bem como certamente a Bota de Ouro para o Ronaldo.

Foi muito saboroso desfrutar deste triunfo que nunca, nem por sombras, sonhei poder ganhar. Sei que a concorrência é grande, o pelotão nacional é bom e recomenda-se. Tem ótimos atletas, está num patamar altíssimo e creio que, agora sim, durante mais anos consecutivos podem ser portugueses a ganhar esta prova.”

 

RESUMO ETAPAS 2019:

1ª Etapa - 20.3 - Partida Simbólica: 10h35 – Montemor-o-Novo/Moura – 208,1km - Chegada Prevista: 15h54.

2ª Etapa - 21.3 - Partida Simbólica: 11h20 – Mértola/Odemira – 182,8km - Chegada Prevista: 15h57.

3ª Etapa - 22.3 - Partida Simbólica: 11h25 – Santiago do Cacém/ Mora – 176,5km - Chegada Prevista: 15h48.

4ª Etapa - 23.3 - Partida Simbólica: 10h30 - Ponte de Sor/Portalegre – 74,3km - Chegada Prevista: 12h23.

5ª Etapa - 23.3 - 1º Corredor: 16h00 – Castelo de Vide/Castelo de Vide – 8,4km - Chegada Prevista: 18h27.

6ª Etapa - 24.3 - Partida Simbólica: 11h20 – Portalegre/Évora – 152km - Chegada Prevista: 15h12.

 

ÚLTIMOS VENCEDORES DA VOLTA AO ALENTEJO 2018:

Luís Mendonça (Aviludo/Louletano/ULI); 2017 – Carlos Barbero (Movistar Team); 2016 – Enric Mas (Klein Constantia); 2015 – Pawel Bernas (Activejet Team); 2014 – Carlos Barbero (Euskadi); Há 10 anos (2009) – Maxime Bouet (Agritubel); Há 20 anos (1999) – José Luís Rubiera (Kelme); Há 30 anos (1989) – Fernando Carvalho (Louletano/Vale de Lobo).

 

EQUIPAS NA 37ª VOLTA AO ALENTEJO CRÉDITO AGRÍCOLA:

Para cumprir o desígnio de levar mais longe o território alentejano através da visibilidade mediática proporcionada pela prova e seus participantes, a 37ª Volta ao Alentejo Crédito Agrícola tem inscritas 18 equipas de diversas geografias. Neste lote estão todos os conjuntos profissionais portugueses e outras tantas formações vindas de fora. 

 

Equipas Participantes:

Aviludo – Louletano (Por.) - Escalão: Continental

Efapel (Por.) - Escalão: Continental

LA Alumínios-LA Sport (Por.) - Escalão: Continental

Miranda – Mortágua (Por.) - Escalão: Continental

Rádio Popular – Boavista (Por.) - Escalão: Continental

Sporting – Tavira (Por.) - Escalão: Continental

UD Oliveirense- Inoutbuild (Por.) - Escalão: Continental

Vito - Feirense - PNB (Por.) - Escalão: Continental

W52-FC Porto (Por.) - Escalão: Continental Profissional

Euskadi Basque Country - Murias (Esp.) - Escalão: Continental Profissional

Bai-Sicasal-Petro (Ang.) – Escalão: Continental

Differdange Geba (Lux.) – Escalão: Continental

Fundacion Euskadi (Esp.) - Escalão: Continental

Lokosphinx (Rússia) - Escalão: Continental

SRA (Suíça) – Escalão: Continental

Team Wiggins (Reino Unido) - Escalão: Continental

UNO X (Nor.) – Escalão: Continental

Seleção U23 Great Britain (Reino Unido) – Escalão: Sub 23.

PREMIAR OS MELHORES:

Camisola Amarela Crédito Agrícola: Símbolo da liderança da classificação geral individual, é entregue diária e provisoriamente ao corredor melhor classificado no somatório de tempos de cada etapa e, no final, ficará com o melhor entre os melhores.

No ano passado fez-se história ao levar Luís Mendonça ao pódio 12 anos depois da última vitória portuguesa; Camisola Preta KIA: Pelo 3º ano consecutivo a KIA patrocina a liderança da classificação por pontos que é entregue ao corredor que somar o maior número de pontos obtidos em cada dia de competição e nas metas volantes; Camisola Castanha Delta Cafés; Na Volta ao Alentejo também se distinguem os trepadores.

Este símbolo de “Rei da Montanha” é entregue todos os dias a quem mais pontuar nas contagens dos prémios de montanha. Este ano, os trepadores têm cinco oportunidades de pontuar para esta classificação; Camisola Branca Fundação INATEL: Os corredores nascidos após 1 de janeiro de 1996 têm uma classificação própria.

A liderança da juventude tem em conta o tempo no conjunto de todas as etapas, observando igualmente as bonificações por pontos e as penalizações. O jovem que menos tempo somar ao longo dos cinco dias de competição envergará a camisola branca.

A competição é uma organização conjunta da CIMAC - Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central e da Podium Events com o patrocínio de Crédito Agrícola; KIA; Delta Cafés; Fundação INATEL; RTP; Vitalis; KTM Bikes; PROZIS, Europcar, Doublet, Cosmos Viagens, PACTO, Reguengos de Monsaraz – Capital dos Vinhos de Portugal, Jornal de Notícias; Antena 1; Cision; Centro de Informação Geoespacial do Exército; Infraestruturas de Portugal; GESAMB e com o apoio institucional de Turismo do Alentejo e Ribatejo; CIMBAL – Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo; CIMAL – Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral e da Junta de Freguesia de Alcáçovas – Arte Chocalheira – Património Cultural Imaterial da UNESCO; e as Câmaras Municipais de Montemor-o-Novo, Moura, Mértola, Odemira, Santiago do Cacém, Mora, Ponte de Sor, Portalegre, Castelo de Vide e Évora.

 

Fernando Carvalho

Descendente de dois nomes do ciclismo da década de 50 – Joaquim e Alberto –, Fernando Carvalho, 56 anos, é natural de São Paio de Oleiros, em Santa Maria da Feira. Começou na modalidade aos 13 e chegou ao profissionalismo em 1982 na Ovarense.

Até à “reforma” em 1995, além de outros triunfos, venceu a Volta a Portugal de 1990 depois de, no ano anterior, ter arrecadado os troféus na Volta ao Algarve e na “Alentejana”. Atualmente reside na cidade espanhola de Ponferrada, onde vende produtos típicos de Portugal como o bacalhau. “Quando venci a Volta ao Alentejo, em 1989, estava em excelente forma. Já tinha vencido a Volta ao Algarve e estava numa equipa forte, com muitos ciclistas com grandes possibilidades de vencer.

Lembro-me perfeitamente do primeiro dia: estava a chover, era uma etapa muito pequena [um contrarrelógio individual de 13,5 km entre Castelo de Vide e Marvão] e a intempérie reduziu a um pequeno grupo os possíveis vencedores, onde estavam muitos colegas do Louletano/Vale de Lobo.

Logo nesse dia vesti a Camisola Amarela e a Volta foi discutida entre mim e o companheiro de equipa Marco Chagas. Foram nove etapas e no final [em Elvas] saí vencedor. Orgulho-me de ter vencido a “Alentejana, apesar de não ser o meu tipo de corrida.

Não sendo o melhor trepador, rolador ou contrarrelogista, era certamente o segundo ou terceiro melhor. Era um corredor completo mas gostava mais de montanha, era intempestivo e atacava com frequência para impor ritmo à competição e gerar espetáculo.

Acho que isso faz falta ao ciclismo atual, ter etapas monumentais. Na nossa época, e na anterior a mim, o ciclismo era mais disputado”. Da região, Fernando Carvalho só podia guardar boas memórias. “Recordo-me muito bem do carinho e do orgulho dos alentejanos nesta prova que sempre valorizou e trouxe visibilidade ao território.”

Fonte: Podium

“Alcobaça Clube de Ciclismo/Bttistas do Alcobaça começam época com Podium”

Por: Luís Sousa Alves

Dois lugares no podium foram conquistados por dois atletas da Secção de BTT do Alcobaça Clube de Ciclismo/Crédito Agrícola que no passado domingo marcaram presença na 9ª edição das 3 Horas de Resistência de BTT do Juncal.

Os Fincadas, secção de BTT da U.R.D.Juncalense, organizaram mais uma resistência de 3 horas em BTT e esta foi a prova que o Alcobaça Clube Ciclismo/Crédito Agrícola escolheu para inaugurar o seu calendário de provas para 2019.

E não podia ter acontecido melhor escolha. São Pedro brindou os atletas com um verdadeiro dia de verão e a organização brindou todos os atletas com um percurso divertido, espectacular, com single-tracks para todos os gostos, muito público mas, com uma dureza que deixou marcas em todos os participantes.

O percurso de, sensivelmente, 5km com 120m de desnível positivo faz grande mossa em todos os atletas ao fim de 3 horas a darem o seu melhor. E foi sem dúvida isso, dar o melhor, que os atletas do Alcobaça Clube Ciclismo/Crédito Agrícola fizeram e no final todo o esforço traduziu-se em boas classificações individuais, onde é de destacar dois pódios. João Andrade venceu o escalão Master 50 e Filipe Soares fez 3º no escalão júnior.

O clube de Alcobaça apresentou-se no Juncal com 12 atletas que obtiveram os seguintes resultados: Luís Gil, 6º lugar em Masters 55; João Andrade, 1º lugar e Carlos Delgado, 8º lugar em Masters 50; Luís Alves, 10º lugar em Masters 45; Luís Vata, 19º lugar em Masters 40; Alex Souto, 14º lugar em Masters 35; Luís Bartolomeu, 15º lugar e Bruno Silva, 17º lugar em Masters 30; João Paulo, 5º lugar, Paulo Vendeiro, 8º lugar e Pedro Souto, 10º lugar em Elites; Filipe Soares, 3º lugar em juniores.

Esta prova foi encarada como um teste à condição física dos atletas e como mais uma nova etapa na integração dos novos atletas que chegaram este ano à equipa alcobacense.

A principal aposta do Alcobaça Clube Ciclismo/Crédito Agrícola vai ser o Troféu BTT do Oeste que começa em Maio, precisamente em Alcobaça.

Uma nota final à excelente organização d´Os Fincadas.
Fonte: Alcobaça Clube de Ciclismo

“9ª MARATONA BTT BROA DE AVINTES”

1ª Prova Taça Regional XCM Porto

O atleta do Intercaimabike, Nuno Almeida, participou na 9ª MARATONA BTT BROA DE AVINTES a contar para a 1ª Prova Taça Regional XCM Porto.

Uma prova que de início não era para alinhar, pois as pernas ainda estavam doridas da semana anterior, mas lá foi desfrutar destes trilhos, num percurso com 67kms e 1900 acumulado e muito singletrack técnico.

Arranque como sempre, e tudo ao lume, pernas duras, músculos a latejar, mas lá se entrou nos trilhos e tudo acalmou.

Subidas curtas e duras, descidas técnicas ora em estradão, ora em singletrack, e com a visto do Douro para apaziguar o cansaço, e depois de muitas "lutas" pelo caminho, umas contra si mesmo, outras com adversários do escalão (sempre salutares), pois só assim se evolui neste desporto, lá chegou à meta com a satisfação de dever cumprido, depois de dar o que tinha e ainda um bocadinho mais, resultou no 6º federado do escalão Master 45, 4:01 de pedal com 16.6km/h de velocidade média.

A organização está de parabéns, marcações top, cruzamentos bem patrulhados e disponibilidade do pessoal.

Agora toca a tentar recuperar para Domingo, para ir a Cantanhede à 1ª prova da taça regional Centro de XCM / Rota de São Tiago

Agradecimento especial aos nossos patrocinadores: JPM, Quintadacompanhia, LojasdaVisão, Tavaresauto, Polisport, Tecober, RPBikeShop, cofides, MunicipioValedeCambra, FreguesiaSãoPedrodeCastelões, IntercaimaFCpm, Intercaimabike, JoãoSilva.

Fonte: Intercaimabike