terça-feira, 31 de dezembro de 2019

“Bom Ano de 2020”

Esta a última publicação de 2019, despedimos de todos desejando um 2020 cheio de tudo que mais desejarem, voltaremos já dentro do novo ano, no dia 2 de janeiro, com muita força e vontade de trabalhar, com muitas novidades.

Boas Festas

“Nova edição mensal da Revista Notícias do Pedal/Última de 2019”

A “Revista Notícias do Pedal” acabou de lançar a edição número 292, de dezembro, a mesma contém uma grande diversidade de notícias, nas mais diversas modalidades, descubra e conheça a mesma, e ainda outras novidades, e outros projetos, e participe.

A sua notícia é importante para nós…

Temos espaço para divulgar o seu evento antes e após a realização do mesmo, pode divulgar ainda tudo o que se relaciona com a bicicleta, como um acontecimento, um passeio onde participou, uma novidade.

 

Temos espaço diário, e mensal, e damos liberdade aos nossos leitores, de se pronunciarem, e fazerem as suas divulgações, para que isso aconteça, basta enviarem um pequeno texto, algumas fotos, ou cartazes, e nós tratamos do resto.

 

Todas as notícias podem ser enviadas para os nossos mails:

 


 

A nossa publicação pode ser visualizada em: www.noticiasdopedal.com onde vai encontrar todos os nossos projetos e links para os mesmos.

Temos o nosso espaço diário em:


 

 Boas leituras… Votos de um bom 2020

“Miguel Salgueiro despede-se com Vitória”

Texto: AfterTwo //works

Fotos: João Calado-FPCiclismo e Clube Trilheiros e Amigos

O atleta Miguel Salgueiro venceu categoricamente a 5ª e última prova da Taça de Portugal sub-23 de Ciclocross disputada este domingo no Parque Urbano de Paços Ferreira.

O ciclista de Odivelas assinalou desta forma memorável a sua despedida da Sicasal Constantinos, equipa que representou durante as duas últimas épocas e pela qual conquistou numerosos triunfos e pódios em vertentes tão distintas do ciclismo, como estrada, XCO, ciclocross e até pista.

Na última corrida pela equipa de Torres Vedras, Salgueiro andou sempre no grupo da frente, tendo concluído na 2ª posição da geral com apenas 12 segundos de diferença para Márcio Barbosa da Aviludo/Louletano, que venceu a competição.

Apesar de apenas ter participado em 3 das 5 provas, Miguel Salgueiro conseguiu terminar na 2ª posição do ranking final sub-23 da Taça 2019, numa época que demonstrou ser sempre o mais forte entre os mais jovens e uma verdadeira ameaça à classe elite. Com apenas 20 anos, celebrados no passado mês de junho, o atleta vai subir ao escalão profissional na época 2020, abraçando o projeto da equipa LA Sport liderado pelo torriense Hernâni Brôco.


Iúri regressou à pista

Ainda condicionado pela lesão contraída em Hong Kong ao serviço da Equipa Portugal, Iúri Leitão regressou à competição para participar no Campeonato Nacional de Omnium, obtendo o 5º posto na prova disputada na pista do Velódromo Nacional em Sangalhos. O ciclista vianense da Sicasal Constantinos encerrou desta forma o ciclo de ligação à equipa de Torres Vedras, onde obteve alguns resultados históricos, como a vitória na última etapa da Volta a Portugal do Futuro em 2018 e o primeiro e único triunfo pela equipa torriense perante os atletas profissionais, obtido este ano no festival de pista da Malveira.

Wilson Esperança amealhou 55 pontos na pista de Sangalhos, terminando na 8ª posição a competição que coroou Ivo Oliveira como novo campeão nacional da modalidade.
Fonte: Academia Joaquim Agostinho

“Dois ciclistas da Astana atropelados durante estágio em Espanha”

Yevgeniy Gidich e Vadim Pronskiy foram transportados ao hospital

Por: André Antunes Pereira         

Foto: Astana

Yevgeniy Gidich e Vadim Pronskiy, jovens ciclistas da Astana, foram esta segunda-feira atropelados por um carro durante um estágio de pré-temporada que a equipa do Cazaquistão está a realizarm em Calpe, Espanha.

O incidente ocorreu durante um treino em Altea (província de Alicante) e obrigou a que os corredores fossem transportados ao hospital. A equipa cazaque, que por estes dias está concentrada em Calpe, não adiantou pormenores mas confirmou, através do Twitter, que os ciclistas sofreram ferimentos: Gidich sofreu apenas alguns arranhões mas Pronskiy contraiu uma "lesão grave no joelho".

Também no Twitter, a equipa do World Tour que em fevereiro vai estar em Portugal e integrar o pelotão da Volta ao Algarve aproveitou para pedir o respeito de todos os condutores pelos ciclistas: "Que este acidente seja mais um aviso para que todos fiquem concentrados no trânsito e respeitem os outros utilizadores da estrada".

Fonte: Record on-line

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

“Triatlo: evolução para chegar às medalhas”

Triatlo aposta forte em juventude e experiência para chegar à glória nos Jogos, o que não sucede desde 2008... com Vanessa Fernandes

Por: Filipe Balreira

A 18 de agosto de 2008, a maior parte da população ficou colada à televisão e a vibrar com a performance de Vanessa Fernandes nos Jogos Olímpicos de Pequim e que terminou com a medalha de prata ao peito da atleta oriunda de Perosinho.

O feito inédito de Vanessa levou a um acréscimo de praticantes na modalidade e, passados mais de dez anos, Portugal olha com otimismo para um possível regresso às medalhas nos Jogos do próximo ano em Tóquio. Uma das pessoas que esperam lá estar e orgulhar o país é mesmo Melanie Santos que, a Record, aborda como tem vivido a reta final de apuramento para a competição. Tudo com vista a tentar imitar um dos seus exemplos, Vanessa Fernandes.

"Fico contente pelos resultados que tenho obtido e por ser vista como uma das grandes esperanças nacionais para Tóquio’2020, mas não sinto pressão acrescida por esse motivo. Aliás, é importante estarmos em provas de alto nível, mas eu vejo isso como se fosse uma competição como outra qualquer. Podemos estar nos Jogos Olímpicos, mas encarar como se fosse uma prova normal.

Isto para que nos corra bem", admite a triatleta, de 24 anos, que tinha somente 13 quando viu o brilharete daquela que acabou por ser sua companheira de modalidade no Benfica. "Comparam-me à Vanessa e fico satisfeita por isso, mas não penso muito nesse facto nem fico obcecada em conseguir resultados por esse motivo", considera, antes de analisar as hipóteses de chegar às medalhas em Tóquio:

"Penso que posso fazer um bom resultado, sim, mas é sempre uma competição difícil. Existe um lote de 35 atletas que podem lutar por vencer e posso estar nesse grupo, mas depende de várias coisas", anotou, perspetivando aquela que pode ser a sua primeira presença nos Jogos Olímpicos.

De resto, a triatleta, de 24 anos, enumera dois aspetos importantes quando convidada a comentar a evolução da modalidade em Portugal nos últimos anos. "Temos tido muito apoio da federação e vemos cada vez mais praticantes. Existe espírito de grupo com uma mistura de atletas jovens e mais experientes."


Reconhecimento do terreno

Uma delegação com triatletas portugueses esteve presente já durante este ano de forma a perceberem como serão as condições das provas no terreno nipónico, já que o calor pode ser um problema no verão, e Melanie realça a importância desse reconhecimento do terreno.

"Todos os aspetos acabam por ser importantes neste nível e temos tido uma boa preparação", referiu.

Recorde-se que, nos Jogos de 2020, as provas individuais masculina e feminina, que se disputam a 27 e 28 de julho, foram antecipadas para as 6h30 devido ao calor previsto.


João Pereira inspira Melanie

Melanie alinha pelo Benfica e é precisamente no clube da Luz que tem uma das inspirações na modalidade, João Pereira. O triatleta, de 31 anos, tem conseguido bons resultados pelos encarnados e ficou principalmente conhecido pelo 5º lugar registado nos últimos Jogos Olímpicos, no Rio de Janeiro. Em 2016, João alcançou marca próxima das medalhas e Melanie assume que pede conselhos tanto a ele como a atletas mais velhos.

"Os mais velhos ajudam-nos muito. Na Seleção Nacional existe muita camaradagem e toda a gente se apoia e dá conselhos. Isso acontece muito e é positivo. Já o João dá-me conselhos sobre os Jogos. Em 2012 ele falhou a qualificação, tal como eu em 2016 e, por isso, percebemo-nos nesse aspeto", confessa.


FACTOS E NÚMEROS

FUNDAÇÃO. Federação Portuguesa de Triatlo foi fundada em 1989, sucedendo à Associação Portuguesa de Triatlo, que tinha sido criada dois anos antes.


INTEGRAÇÃO. A FPT colocou em marcha o programa Tri-Try Jamor, que serve de promoção da atividade física através da prática de triatlo dirigida a atletas amadores, que funciona em parceria com o Instituto Português do Desporto e Juventude.


ESTREIA. Este ano, realizou-se pela primeira vez em Portugal a Taça do Mundo de Paratriatlo na distância sprint. A competição acabou por ter lugar no Funchal.


CLUBES. O número de praticantes da modalidade no País tem tido um franco crescimento nos últimos anos e, em 2018, estavam registados 115 clubes associados.

 
PRATA. Vanessa Fernandes conquistou até agora a única medalha portuguesa em Jogos Olímpicos. Em Pequim’2008, a triatleta ganhou a medalha de prata.

Fonte: Record on-line

“Vasco Rodrigues: «Temos atletas com potencial a nível mundial no triatlo»”

Líder da Federação Portuguesa de Triatlo confiante

Foto: Pedro Ferreira

A pouco menos de oito meses do arranque dos Jogos Olímpicos em Tóquio, a preparação da comitiva portuguesa no que diz respeito ao triatlo continua a bom ritmo e o próprio presidente da federação, Vasco Rodrigues, fez um ponto de situação ao nosso jornal.

"Perspetivando os Jogos Olímpicos do próximo ano, nós temos um último grande desafio que terá lugar no fim de semana de 8 e 9 de maio e que acaba por ser o apuramento de estafetas mistas para os Jogos Olímpicos", revela o líder da Federação Portuguesa de Triatlo (FPT), apontando o grande foco da entidade neste momento: "O grande objetivo é segurarmos a qualificação para a etapa de estafetas.

Temos uma equipa feminina e uma masculina que têm um apuramento praticamente concluído e não podemos falhar essa oportunidade. Assim teríamos uma equidade de género, o que é importante, e o triatlo português estaria representado em várias categorias. Temos atletas com um grande potencial a nível mundial. Uma qualidade muito significativa mesmo... Depois, na linha de partida, é um desafio para toda a gente". De resto, Vasco Rodrigues aponta igualmente ao que a comitiva lusa poderá fazer em Tóquio. "Temos esperança em conseguir um diploma olímpico ou até uma medalha", assegura o dirigente.

A verdade é que a competitividade na maior prova de países no Mundo é elevada e Vasco refere isso mesmo: "O triatlo está cada vez mais competitivo, mas estamos dentro do lote de possíveis vencedores em provas. Ao todo são 55 atletas masculinos e femininos e existem cerca de 35 com aspirações a chegar ao pódio.

Nós tentamos controlar sempre as variáveis". Tendo isso em conta, o presidente da FPT revela melhorias no apoio dado aos triatletas portugueses. "A Seleção de triatlo é cada vez mais transversal. Temos nutricionistas, especialistas, fisioterapeutas... Acima de tudo queremos ajudar na adaptação às condições extremas no Japão, procurando aclimatar-se o melhor possível", deixou claro.


Mundial serve de exemplo

No Japão, os triatletas em competição vão encontrar condições climatéricas adversas devido ao grande calor que se vai fazer sentir e Vasco Rodrigues comparou o cenário ao Mundial de 2016, em Cozumel (México). "Obviamente há atletas que se adaptam melhor e temos o caso do João Silva, que gosta de correr com calor. A prova mais parecida com esta foi a final do Mundial em 2016, em que atletas sucumbiram", concluiu.

Fonte: Record on-line

“Filipe Marques: «Tive só um ano para me superar»”

Aos 21 anos, o triatleta é uma das grandes esperanças lusas para os Jogos Paralímpicos e explica a carreira que teve como base passagens pelo futebol e natação

Por: Filipe Balreira

Foto: Paulo Calado

RECORD - Tem uma carreira ainda curta no triatlo. Considera que 2019 foi o seu melhor a nível de resultados e surpreendeu-o?

FILIPE MARQUES – Sim, este ano acabou por ser mais um rumo ao meu objetivo de tentar a qualificação para os Jogos’2020 e o próximo será o derradeiro desafio. Em 2019, tive alguns bons resultados e que até surpreenderam pela positiva, mas acredito que em 2020 possa melhorar e desenvolver a minha qualidade de trabalho e desempenho.

R - Sendo que só começou no projeto olímpico do triatlo em 2018, considera que os Jogos’2020 é um objetivo para ser alcançado no imediato ou perspetiva isso como uma preparação já a pensar na qualificação para 2024?

FM – Eu já estou há muitos anos no triatlo, mas só integrei o projeto exatamente a partir desse ano. A qualificação este ano está complicada, pois a concorrência também é muita, só que continuo a achar que ainda posso conseguir chegar ao objetivo na primeira metade do ano que aí vem. Claro que se não conseguir a qualificação já em 2020, o meu foco passa a ser em 2024, pois para aí ainda tenho uma esperança maior. Espero passar por essa grande experiência.

R - Que resultados terá de alcançar para conseguir já chegar a Tóquio’2020?

FM – Existem três provas de qualificação a contar para o apuramento. Este ano, até tive competições que não me correram tão bem, mas vou ter provas em julho ou agosto que podem servir para melhorar a minha pontuação de forma a que consiga o desejado apuramento.

R - Em relação ao triatlo, como surgiu a sua entrada na modalidade? O que o cativou?

FM - Já pratico triatlo há mais ou menos oito ou nove anos, mas nem foi a primeira modalidade que pratiquei, na verdade. Comecei cedo no futebol, mas não correu bem nessa altura e passei para a natação. Na natação, uma pessoa – que até acabou por ser o meu primeiro treinador no triatlo – levou a que fosse para o triatlo e foi assim que tudo começou. Acabei por gostar ao experimentar e ele ajudou-me muito.

R - Era uma modalidade que já acompanhava quando era mais jovem ou até passou a gostar depois da boa prestação da Vanessa Fernandes em 2008, nos Jogos Olímpicos de Pequim?

FM - Eu comecei creio que em 2011 e nem ligava muito à modalidade. Não conhecia muito sobre ela, aliás. Conhecia a Vanessa por isso, mas acabava por ser uma modalidade que, na altura, eu não acompanhava com grande atenção. Depois lá gostei e passei a acompanhar muito mais.

R - Ficou surpreendido com o triatlo quando experimentou?

FM - Nessa altura, o meu treinador começou a falar comigo e aprendi basicamente o que era o triatlo e fui-me adaptando aos poucos e aprendendo vários aspetos importantes. Pensei basicamente que podia continuar naquele desporto por vários anos ainda, o que aconteceu.

R - Quais foram as principais dificuldades que teve na adaptação, sendo que fez uma mudança da natação para o triatlo? Foi difícil ou acabou por ser gradual?

FM - A adaptação nessa mudança foi gradual. Por exemplo, eu já tinha uma bicicleta, mas era fraquinha e, pronto, lá tive de investir. Também o triatlo é um desporto em que se tem de investir muito. Houve a necessidade de comprar uma bicicleta nova e não só… o triatlo é um desporto muito exigente. Ora, nós temos de treinar em três modalidades, conseguir ser bons ou eficientes em todas e isso torna-se difícil. Assim, quando começamos a treinar mais e a evoluir, torna-se mais fácil integrar esta modalidade.

R - No seu caso específico, tem ‘pé cavo’. Em que medida é que isso dificultou a forma de se integrar na modalidade e nas suas especificidades?

FM - Sim, a minha limitação nesse sentido acaba por ser uma dificuldade maior para mim na etapa de corrida. Ao início, não era uma grande limitação e quase nem se notava, mas com o passar da idade, e mais na altura da adolescência, é que começou a piorar, por assim dizer...

R - E o facto de ter começado no projeto olímpico em 2018 acabou por prejudicá-lo a nível de competição por iniciar mais tarde que alguns adversários seus ou não sentiu isso dessa forma?

FM - Acaba por ser mais difícil, sem dúvida. É uma desvantagem em relação a adversários que começaram mais cedo nos seus projetos. Tive só um ano para começar a aprender como tudo funcionava e tive de me superar, pois foi um bocado difícil e ainda estou em aprendizagem, e nesse aspeto sinto um pouco, sim.

R - Nessa aprendizagem, quais foram os seus maiores apoios?

FM - Nessa altura, a federação de triatlo foi um grande suporte para mim. De resto, a federação tem-me ajudado muito, quer a nível financeiro, quer a nível de equipamentos, tais como as bicicletas. E nunca me tem faltado nada.

Fonte: Record on-line

“Filipe Marques: «A nova geração pode lutar por títulos»”

Jovem triatleta de olho no futuro

Por: Filipe Balreira

RECORD - Foi um dos primeiros atletas inseridos no projeto do paratriatlo por parte da federação e é visto como uma das caras do projeto. Sente uma maior pressão a nível de resultados por esse facto ou funciona como uma motivação?

FILIPE MARQUES – Claro que gostava de ter mais atletas portugueses neste projeto, mas tenho orgulho em poder representar o paratriatlo do nosso país. Não julgo que sinta pressão por esse motivo. Vou tentar fazer o meu melhor sempre.

R - Como vê a evolução da modalidade em Portugal nos últimos anos? Existem melhores condições?

FM – Ao longo dos últimos anos, o triatlo passou a contar com um aumento significativo no que diz respeito ao número de participantes. Além disso, é fácil ver que tem existido uma evolução positiva em relação ao nível de condições na participação de atletas em Portugal.

R - Considera que os atletas portugueses estão cada vez mais habilitados para discutirem medalhas e lugares cimeiros com praticantes de outros países e até mesmo em competições com a importância dos Jogos Olímpicos?

FM - Eu acho que sim. Digo isto até porque temos no nosso país o atual campeão do Mundo de juniores [Ricardo Batista] e o João Pereira, que nos últimos Jogos Olímpicos alcançou a 5ª posição, ficando assim muito perto do pódio. Logo, eu acho que nos próximos anos Portugal pode ter uma grande esperança em conseguir medalhas. A nova geração pode lutar por títulos. Isso pode ocorrer até já nos Jogos Olímpicos de 2020, em Tóquio, ou até mais para a frente, nos de 2024, em Paris.

R - Quem vê como exemplos ou referências para si no triatlo?

FM - Nesse perspetiva, tenho o João Pereira, a Melanie [Santos], o Ricardo Batista, que foi recentemente campeão do Mundo de juniores e basicamente acabam por ser esses que enumerei.

R - Que conselhos é que eles lhe dão e de que forma é que o conseguem motivar?

FM - Eu estive com o João Pereira em Yokohama, por exemplo. Nessa altura, foi no Campeonato do Mundo e ele deu-me conselhos importantes naqueles dias em relação à forma como devia treinar e sobre eu fazer o que mais gosto. Basicamente, disse-me para ter paciência e esperar pelo meu momento.

Fonte: Record on-line

“Filipe Marques: «Ficou fácil conciliar triatlo com faculdade»”


Apoio dado pelas bolsas dos Jogos Santa Casa ajuda

RECORD - Concilia atualmente a carreira no triatlo com a vertente académica?

FILIPE MARQUES – Sim. Atualmente, estou a tirar um curso superior e tenho conseguido conciliar bem os dois aspetos, também graças ao apoio dado pelas bolsas dos Jogos Santa Casa, pois ajuda no que diz respeito ao pagamento de propinas e em outras matérias. Com o passar dos anos, foi ficando mais fácil conciliar a faculdade com o triatlo. Treino no Jamor e estudo também numa zona próxima, por isso acaba por ser facilitado.

R - Acha que existem cada vez mais apoios por parte das faculdades para com os atletas-estudantes?

FM – Sem dúvida! Com o estatuto de alto rendimento, posso ter um horário melhor, fazer as cadeiras com alguma flexibilidade e os professores têm a consciência de que nós temos de treinar. Logo, não nos sobrecarregam com trabalhos e em relação aos horários.

R - Quais são os seus objetivos na carreira e em especial para o ano que se avizinha?

FM – Neste momento, pela minha cabeça passa o objetivo de chegar aos próximos Jogos, mas também existem os Campeonatos do Mundo a cada ano e mesmo o Europeu, que tem tido lugar no Funchal nos últimos dois anos e são sempre provas que me motivam bastante e nas quais tento chegar às medalhas...

Fonte: Record on-line

domingo, 29 de dezembro de 2019

“JOÃO MATIAS 4º NO CAMPEONATO NACIONAL DE OMNIUM”

João Matias fechou, este sábado, em quarto lugar no Campeonato Nacional de Pista, na disciplina de omnium. O corredor da Vito-Feirense-Pnb terminou a prova com 123 pontos, os mesmos do terceiro lugar alcançado por César Martingil (Sporting-Tavira). Ivo Oliveira (UAE Team Emirates) conquistou o título nacional, com 145 pontos, seguido do irmão gémeo Rui Oliveira, com 137.

Matias iniciou o omnium com um segundo lugar na primeira prova pontuável do scratch, seguido de um quarto lugar na corrida tempo e um sétimo lugar em eliminação, fechando a disciplina olímpica na quarta posição, após a disputa da corrida por pontos.

Fonte: EQUIPA PROFISSIONAL DE CICLISMO VITO-FEIRENSE-PNB

“Taça de Portugal de Ciclocrosse/Mário Costa e Ana Santos são os vencedores da Taça de Ciclocrosse”

Por: André Antunes

Mário Costa (AXPO/FirstBike Team/Vila do Conde) sagrou-se hoje vencedor da Taça de Portugal de Ciclocrosse, na categoria de elite, após ter terminado a quinta jornada no quarto lugar, no Parque urbano de Paços de Ferreira. Ana Santos venceu novamente nas femininas, fechando a Taça com o pleno de vitórias.

Márcio Barbosa (Aviludo-Louletano) foi o vencedor da prova de elite masculina em Paços de Ferreira, seguido por Miguel Salgueiro (Sicasal/Constantinos), que ficou a 12 segundos. O terceiro classificado foi Roberto Ferreira (BTT Seia), a 16 segundos. O quarto lugar de Mário Costa permitiu-lhe confirmar a vitória final da Taça, fechando a competição com 225 pontos. Márcio Barbosa ascendeu ao segundo lugar da geral, com 195 pontos, enquanto que Roberto Ferreira fechou no último lugar do pódio, com 170 pontos.

Na prova das femininas, Ana Santos (AXPO/FirstBike Team/Vila do Conde) destacou-se mais uma vez, conquistando novo triunfo, com 1m43s de diferença para a sua colega de equipa Joana Monteiro (AXPO/FirstBike Team/Vila do Conde). Em terceiro lugar terminou Daniela Pereira (Saertex Portugal/Edaetech), a 2m04s.

A jovem vilacondense conquistou a Taça de Portugal com um total de 300 pontos. Em segundo lugar terminou Daniela Pereira, com 175 pontos, seguida por Joana Monteiro na terceira posição, com 150 pontos.

O melhor sub-23 do dia foi Miguel Salgueiro, no entanto, não foi suficiente para destronar Pedro Lopes (UD Oliveirense/InOutBuild) do primeiro lugar da geral da Taça. Pedro Lopes é o vencedor da categoria, com 198 pontos amealhados, nas cinco jornadas realizadas.

Nas sub-23 femininas, Rafaela Ramalho (Maiatos) selou a conquista da Taça com nova vitória em Paços de Ferreira. Em juniores, João Cruz (AXPO/FirstBike Team/ Vila do Conde) foi o vencedor final da Taça. Tomás Mota (ACD Milharado/DriveonHolidays/Mafra) e Mariana Libano (Maiatos) conquistaram a Taça em cadetes.

Nas categorias de veteranos, consagrou-se vencedor da Taça o master 30 Michel Machado (Vasconha BTT Vouzela), os masters 40 Rogério Matos (Rompe Trilhos/Ajpcar) e Estela Lago (Bike O Facho), o master 50 António Sousa e o master 60 Joaquim Pinto (Silva&Vinha/ADRAP/Sentir Penafiel).

Cesar Cardoso (AC Andorrana/ Sant Juliá de Lória) venceu a prova em juvenis, uma categoria não pontuável para as contas da Taça de Portugal.

O ciclocrosse está de volta no dia 12 de janeiro, com a realização do Campeonato Nacional, em Vila Real.

Fonte: FPC

“Ciclismo de Pista/Ivo Oliveira e Maria Martins são campeões de Omnium”

Por: André Antunes

Ivo Oliveira (UAE Team Emirates) e Maria Martins (Sopela Women´s Team) foram os nomes mais fortes, no Campeonato Nacional de Omnium, realizado no Velódromo Nacional, em Sangalhos, Anadia.

O concurso de omnium masculino começou com uma vitória de Rui Oliveira em scratch, seguido por João Matias e Ivo Oliveira. Seguiu-se a corrida tempo, com novo triunfo de Rui Oliveira. Na terceira disciplina do concurso, na prova de eliminação, foi Ivo Oliveira quem levou a melhor, superando o irmão no final.

Restava a corrida por pontos para decidir o vencedor. Rui Oliveira partia para a última corrida em vantagem, com 118 pontos, contra os 114 pontos do seu irmão. Na prova final, Ivo Oliveira somou 31 pontos e garantiu o título de campeão nacional de omnium. Rui Oliveira conquistou apenas 19 pontos e perdeu a hipótese de renovar o título de campeão.

Ivo Oliveira terminou o concurso com 145 pontos, em segundo lugar ficou Rui Oliveira, com 137 pontos e César Martingil (Sporting CP/Tavira) fechou no último lugar do pódio, com 123 pontos.

No concurso de omnium feminino foi Maria Martins quem se destacou. A ribatejana venceu as quatro disciplinas de forma autoritária. Acabou o concurso com 285 pontos, seguida por Liliana Jesus e Patrícia Rosa (C E Gonçalves/Azeitonense) com 138 e 129 pontos, respetivamente. No final, Maria Martins acabou por garantir a revalidação do título de campeã nacional de omnium.

O ciclismo de pista estará de volta no dia 18 de janeiro, com o Troféu Internacional de Pista Bento Pessoa, sendo esta a primeira prova da Taça de Portugal.

Fonte: FPC

sábado, 28 de dezembro de 2019

“Cicloturismo em retrospetiva 2019”

Texto: José Morais

Fotos: Arquivo Revista Notícias do Pedal

O cicloturismo em 2019 teve alguns eventos muito positivos, nós marcamos presença em 12 eventos, muito bem conseguidos, com os participantes a dar os parabéns às organizações.

Iniciámos o ano logo no dia 6 de janeiro em Lisboa, no Primeiro Passeio do ano numa organização da FPCUB, o frio marcou o evento, com as temperaturas na casa dos 2 graus, não impediu que cerca de 300 amantes da bicicleta comparecessem, porem, muito aquém de outros anos, um passeio que começou a estar em decadência na opinião de muitos participantes, talvez por falta de incentivos, algo que muitos já pedem, uma remodelação.

No dia 24 de fevereiro, marcamos presença em Fátima, a 18ª edição da Bênção Nacional dos Ciclistas juntou mais de um milhar de participantes, naquele que é considerado o maior altar do mundo, onde os ciclistas vão pedir proteção à Virgem, numa excelente organização da União de Ciclismo de Leiria.

A 10 de março, marcamos presença em Pombal, no 23º passeio do Clube de Cicloturismo de Pombal, um passeio de tradições, de relembrar que em 2014 este passeio foi distinguido com o prémio Notícias do Pedal, por ser o melhor passeio realizado, este ano contou com cerca de centena e meia de participantes, numa organização a esmerar-se no evento.

Maio foi mês de bom passeio, marcamos presença desta vez em Palmela no dia 12, no 32ª passeio organizado pela Associação Desportiva Palmelense, três centenas pedalaram pelo concelho, num doa mais antigos passeios realizados. Com uma excelente organização, a mesma destaca-se pela forma como organiza, e o bem receber de todos os amantes das bicicletas.

O junho chegou com mais dois grandes passeios, o primeiro foi em Marinhais no 14º evento dos Cansados de Marinhais realizado no dia 2, que mais um ano souberam receber e surpreender todos os participantes, que juntou mais de três centenas. Um balão, uma avioneta, marcaram este evento, que acabou em grande festa, onde até um pedido de casamento teve. O segundo na Costa da Caparica, numa organização do Clube de Campismo de Lisboa, apenas 120 participantes, mas a muita chuva e nevoeiro deu origem a este número, porem o passeio foi excelente, e a organização esmerou-se mais um ano.

Julho foi altura de evento marcante, novamente Pombal foi o destino, nos dias 20 e 21 marcamos presença em mais umas 14 horas a pedalar em Pombal, entre as 22 horas de sábado, e as 12 de domingo. Cerca de duas centenas de participantes, muitas pedaladas, muita animação, com o Clube de Cicloturismo de Pombal o organizador, a esmerar-se mais um ano em dar o seu melhor, organizando um evento único no país.

A 14ª edição do Afonsoeiro/Canha/Afonsoeiro, numa organização do Grupo de Cicloturismo do Afonsoeiro/Móveis Jolar, foi mais um êxito realizado no dia 18 de agosto, cerca de três centenas de participantes compareceram mesmo sendo altura de férias, o que animou o passeio, mais uma vez com uma organização de luxo, a qual se vais esmerando ainda mais de ano para ano.

Chegamos a setembro, e marcamos presença em dois eventos, um na entrega do Prémio Nacional Mobilidade em Bicicleta realizado no dia 18, numa organização da FPCUB. Este ano muito especial para o Notícias do Pedal, já que 14 anos depois da criação do prémio, fomos galardoados com o mesmo, na categoria de Comunicação Social. Mas ainda neste mês marcamos presença no 7º passeio do Clube Desportivo Lisboa e Águias no dia 29, um passeio que foi realizado por Lisboa, juntou mais de 200 participantes, com uma organização impecável, excelente a forma de receber, e como organizaram o passeio, sem dúvida muito positivo.

No mês de outubro marcamos presença em dois eventos, o primeiro do dia 5 em Manique, no 3º passeio Team 31 Manique, juntou cerca de uma centena de participantes, passearam pelo concelho de Cascais, sendo sem dúvida um excelente passeio, com a organização ainda jovem a organizar, de forma exemplar, e a melhorar de ano para ano, o que em muito beneficia a modalidade.

Mas, a fechar o ano das nossas presenças, Santarém foi o local escolhido, mais propriamente em Alcanhões, onde o Cantinho do Avô realizou o seu 3º passeio cheio de muito êxito. Participaram mais de duas centenas de amantes da bicicleta, oriundos da zona de Santarém, área da Grande Lisboa, Alentejo, Leiria e Algarve. Num dia marcado pelo excelente tempo que se fez sentir, foi um magnifico passeio, o saber receber antes, durante, e após o evento, um passeio 5 estrelas, sendo mais um grupo muito recente nas organizações, mas que já se sou impor, e marca presença muito positiva, o que em tudo beneficia a modalidade.

 assim tão positivo, apesar dos eventos que participamos, faltam muitos apoios, e motivação, é certo de que atualmente existem outros tipos de eventos, que dá origem a que este tipo de passeios possa vir a ter menos participantes, será necessário restruturar, fazer mudanças, será necessário pensar e mudar mentalidades, pensar nos eventos que se faziam antigamente, nas clássicas que desapareceram que muito amantes da bicicleta juntava, e ai sim, podemos ter um cicloturismo mais forte, mais apelativo, um modalidade que pode voltar novamente a crescer.

Votos de um bom 2020, desejo bons passeios, boas pedaladas.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

“XV Curso de Treinadores de Triatlo Grau I”

Curso de Treinadores de Triatlo Grau I inicia no dia 17 de janeiro de 2020 em Odivelas.

A Federação de Triatlo de Portugal, em parceria com o Município de Odivelas que em 2020 será Cidade Europeia do Desporto, vem por este meio comunicar a realização do XV curso de Treinadores de Triatlo de Grau I, com início a 17/1/2020.

Esta formação pretende complementar a importante implementação do TriTry, o programa de dinamização de triatlo no município, o primeiro passo para quem quer tornar-se triatleta.

Este curso de treinador de Triatlo de Grau I é dirigido a profissionais, e não só, que pretendam intervir na formação inicial de jovens triatletas Jovens e Age-Group que se iniciam na modalidade.


Encontra-se divido em 3 componentes:

Geral – 40h, online, com a nossa parceira de formação Gnosies (detentores de TPTD de modalidades individuais e licenciados em Ciências do Desporto terão equivalência);

Específica – 40h presenciais nos dias 17/1 e 24/1 das 18h30 às 22h e 18,19,25 e 26/1  das 9h às 18h. Se ultrapassar o limite de 10% de faltas, será excluído do curso. A componente específica decorrerá no Pavilhão Polivalente de Odivelas – Rua Aquilino Ribeiro e inclui atividades teóricas e práticas

Estágio – 550h, aproximadamente uma época desportiva, em que se pretende que trabalhem no terreno, em treino e acompanhamento a competições.


Limite de vagas: 25 formandos

Chamamos atenção para os seguintes Critérios de seleção:

Licenciados em Ciências do Desporto, ou detentores de TPTD de outra modalidade individual;

Inscrição proposta por um clube filiado na Federação de Triatlo de Portugal;

Outras inscrições compatíveis, desde que habilitados com o 12º ano.

Os candidatos selecionados serão contatados até dia 10/1, para confirmarem a sua inscrição através de pagamento.

A inscrição só será válida após efetuar o pagamento no valor de 100€.

Fonte: FTP

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

“BUGA 2/Soltráfego vence concurso para sistema de bikesharing de Aveiro”

Por: Pedro Pereira

A Câmara Municipal de Aveiro adjudicou o novo sistema público de bicicletas partilhadas, a BUGA 2, ao consórcio formado pela Soltráfego, MEO e Light mobie. O projeto, no valor de cerca de 584 mil euros, prevê o fornecimento de 204 bicicletas, 20 estações com 308 docas/lugares e um sistema integrado e inteligente de gestão das bicicletas, a ser desenvolvido pela Soltráfego, e que tem como base a solução Bicicard. Trata-se de uma solução de terceira geração assente numa plataforma web e tecnologia RFID. Inclui bicicletas (convencionais ou eléctricas), o parqueamento, o quiosque internet com interface de utilizador e o software que permite a gestão centralizada do sistema e a consulta on-line da disponibilidade de bicicletas, através da internet ou nos terminais de acesso.

A Câmara de Aveiro já anunciou que a BUGA 2, que será paga, irá funcionar em sintonia com o primeiro sistema de bicicletas partilhadas de Aveiro, a BUGA 1 (que continuará a ser gratuito) e que prevê instalar ainda uma terceira fase do projeto, uma ação para a promoção da utilização da bicicleta privada nos percursos casa-trabalho em todo o município. A BUGA 2 irá também integrar o projeto de Mobility as Service (MaaS) que está a ser desenvolvido pela autarquia aveirense e que pretende integrar todos os serviços de mobilidade numa única plataforma agregadora.

A Soltráfego termina o ano de 2019 com mais um projeto de bikesharing, depois de este ano ter ganho, individualmente ou em parceria, os concursos para os sistemas partilhados de bicicletas de Santo Tirso, Covilhã, Alenquer, Seia e Lousada.

Fonte: Transportes em Revista on-line

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

“Hora de descanso e gozar o Natal…”

Olá a todos, há manhã dia 24 é véspera de Natal, e dia de descanso passado com a família, dia 25 dia de Natal mais um dia em família.

Desta forma, serão dois dias ausentes sem notícias, com o PC desligado, regressamos dia 26 retomando as notícias, ficando aqui mais uma vez os botos de um Feliz Natal.

Boas Festas a todos.

“Mistério na Bora Hansgrohe: ciclista desaparecido há ano e meio”

Leopold Konig foi visto pela última vez, em competição, em março de 2018

Por: Luís Magalhães

Foto: Getty Images

Leopold Konig, ciclista checo da Bora Hansgrohe, está desaparecido desde março de 2018. A última vez que foi visto foi no dia 11 desse mês, no final da quinta etapa da prova Tirreno-Adriático, tendo terminado na 144.ª posição. Depois disso, nem rasto do atleta que termina o seu contrato com a equipa alemã daqui a poucos dias.

Konig, de 32 anos, está ausente há ano e meio e as especulações na imprensa indicam que se possa tratar de um problema de saúde, tendo em conta que o ciclista tem problemas num dos joelhos, desde 2016. Ele que era apontado ao topo do ciclismo mundial no início da década, terminando três grandes voltas nos dez primeiros classificados, entre 2013 e 2015, ano em que assinou contrato com a super equipa, Sky.

Em 2017 mudou-se para a Bora Hansgrohe e depois da tal etapa, a 11 de março de 2018, nunca mais ninguém lhe colocou a vista em cima. Cenário, aliás, confirmado por Ralph Denk, diretor da equipa alemã. "Não sabemos se já se retirou", referiu recentemente, dando a ideia de que o ciclista se terá reformado sem avisar a própria equipa.

Fonte: Record on-line