quarta-feira, 9 de outubro de 2019

“Passeio de BTT Arcobike em Arco de Baúlhe”

No dia 27 de outubro realiza-se em Arco de Baúlhe o 8.º Passeio BTT ArcoBike. A iniciativa tem o apoio da Associação de Ciclismo do Minho e as inscrições são limitadas.

A concentração para o 8.º Passeio BTT ARCOBIKE será na Escola E.B2/3 do Arco de Baúlhe (Cabeceiras de Basto) e a organização, a cargo do ArcoBike, promete para o passeio de BTT os melhores trilhos da região de Basto. O percurso do passeio terá a extensão de 35 quilómetros, de dificuldade fácil/média. Será atribuído prémio ao grupo mais numeroso. As inscrições são limitadas e devem ser formalizadas no site do ArcoBike Clube (www.arcobike.pt).

O custo de participação é de 10€. Todos os participantes terão direito a pequeno-almoço, reforços líquidos e sólidos, seguro de acidentes pessoais, banhos, lavagem das bikes, brinde e várias surpresas. O valor do almoço é 7,50€ (participante e/ou acompanhante).  

O 8.º Passeio BTT ArcoBike conta com o apoio da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, da União de Freguesias do Arco de Baúlhe e Vila Nune, da Cruz Vermelha Portuguesa - Delegação do Arco de Baúlhe, da Federação Portuguesa de Ciclismo/UVP e da Associação de Ciclismo do Minho.

“Venha desfrutar dos melhores trilhos das Terras de Basto, na fronteira do Minho com Trás-os-Montes, seguido de um belo repasto onde serão servidos os melhores vinhos e carnes da região” é o apelo da organização.

Fonte: ACM

“Traficante diz que Pantani foi assassinado”

Revelação surpreendente foi feita por Fabio Miradossa

No dia em que foi para o ar um documentário sobre Marco Pantani numa cadeia de televisão italiana, o traficante que fornecia a droga ao italiano afirmou que o antigo ciclista não morreu devido à cocaína. "Ele foi morto", frisou Fabio Miradossa.

Marco Pantani foi encontrado sem vida, aos 34 anos, a 14 de fevereiro de 2004, num quarto do hotel Le Rose, em Rimini, e morreu de paragem cardíaca devido ao abuso de drogas. "Marco não morreu de cocaína. Talvez quem o matou não quisesse fazê-lo. Não sei porquê, na época, juízes e polícia não investigaram a fundo. O Marco estava lúcido", disse Miradossa.

Fonte: Record on-line