sábado, 29 de setembro de 2018

“Este domingo mais um direto no Facebook…”

Este domingo o Notícias do Pedal-TV vai marcar presença em Lisboa, no “6ª Passeio de Cicloturismo Clube Desportivo Lisboa e Águias”

A partir das 8.30 horas da manhã iremos estar em direto para o Facebook nas instalações do Clube Desportivo Lisboa e Águias, com mais um grande passeio de bicicleta, muita festa e animação.

Entrevistas, a partida, o pelotão na estrada, entre outros momentos, poderão ser vistos em direto.

Se não vai participar neste grande passeio, assista a bons momentos que este evento promete.

Não se esqueça, 8.30 horas aqui em direto para todos.

Nota da Redação.

“Anna van der Breggen sagra-se campeã mundial de estrada”

Campeonatos decorrem na cidade austríaca de Innsbruck

Por: Lusa

Foto: EPA 1/3

 A ciclista holandesa Anna van der Breggen sagrou-se este sábado campeã mundial de estrada, ao vencer a prova de fundo de elite feminina dos campeonatos, que decorrem na cidade austríaca de Innsbruck.

Van der Breggen, de 28 anos, campeã olímpica em título, conquistou a terceira medalha nos Mundiais de estrada, a primeira de ouro, depois de ter terminado em segundo lugar nas provas de contrarrelógio individual -- atrás da compatriota Annemiek Van Vleuten - e por equipas.

A holandesa distanciou-se do grupo da frente a 39 quilómetros da meta, impondo-se com o tempo de 4:11.04 horas, menos 3.42 minutos do que a segunda mais rápida, a australiana Amanda Spratt, que subiu pela primeira vez ao pódio, aos 31 anos.

A italiana Tatiana Guderzo, de 34 anos, concluiu os 155,6 quilómetros da prova a 5.26 minutos da vencedora, conquistando a medalha de bronze, nove anos depois de se ter sagrado campeã do mundo.

Fonte: Record on-line
 

“Peter Sagan renova com a Bora-hansgrohe até 2021”

Tricampeão do Mundo ficou "encantado" com a sua continuidade na equipa alemã

Por: Lusa

Foto: EPA 1/3

 O tricampeão mundial de ciclismo em estrada Peter Sagan, que até domingo será portador da camisola arco-íris, renovou com a Bora-hansgrohe até 2021, anunciou este sábado a equipa profissional alemã.

De acordo com a equipa, que se manifestou satisfeita com a continuidade da "estrela do ciclismo atual", o eslovaco Peter Sagan, de 28 anos, "sente-se em casa" na Bora-hansgrohe.

Peter Sagan ficou "encantado" com a sua continuidade na equipa alemã, assumindo que foi "uma decisão fácil" de tomar, "mesmo tendo ainda mais uma temporada do atual contrato para cumprir".

"Eu vivi dois anos notáveis com esta equipa e não gostaria de ter de mudar. Senti sempre apoio e confiança, mesmo nos momentos mais difíceis. Estou confiante de que os próximos anos vão ser tão bem sucedidos quanto os dois primeiros", disse Sagan.

A Bora-hansgrohe também prolongou até 2021 os contratos de Juraj Sagan, irmão de Peter, do polaco Maciej Bodnar, do italiano Daniel Oss e do alemão Marcus Burghardt.

Antes, já tinham prolongando o vínculo contratual até 2020, os austríacos Patrick Konrad, Gregor Mühlberger, Lukas Pöstlberger e Felix Großschartner.

Fonte: Record on-line

“Equipa Portugal/Quarteto de elite preparado para a dificuldade do Mundial”

Por: José Carlos Gomes

A Equipa Portugal de elite cumpriu hoje o segundo dia de treino de conjunto na Áustria, reconhecendo, mais uma vez, o circuito final da prova de fundo do Campeonato Mundial de Estrada, que vai realizar-se neste domingo, entre Kufstein e Innsbruck.

Nelson Oliveira, Rúben Guerreiro, Riui Costa e Tiago Machado saíram à estrada, seguidos pelo selecionador nacional, José Poeira, para avaliar aqueles que, teoricamente, serão os pontos decisivos da corrida, de modo a finalizar todos os detalhes, técnicos e até mecânicos para que Portugal possa lutar pelo terceiro top 10 da história em provas de fundo de elite do Campeonato do Mundo.

Amanhã, os corredores irão encontrar uma longa e dura prova, 252,9 quilómetros entre Kufstein e Innsbruck, com partida às 8h40 (hora portuguesa). O início é semelhante às provas de fundo de sub-23 e juniores, esperando-se uma primeira seleção de valores para os 5 quilómetros da subida de Gnadenwald, ainda antes da entrada no circuito olímpico, o que acontecerá quando estiverem percorridos 90 quilómetros.

Já dentro de Innsbruck, a subida de 7,9 quilómetros (5,7 por cento de inclinação média) até Patscherkofel será feita sete vezes. Na última volta, após aquela dificuldade, os corredores vão subir para Gramartboden, um "muro" com 2,8 quilómetros de extensão e 11,5 por cento de inclinação média e rampas que chegam aos 28 por cento de pendente. Do topo até à chegada são 8,5 quilómetros, maioritariamente em descida e com curvas perigosas.

A longa distância, um acumulado de subida de 4670 metros e a extrema dureza da escalada mais próxima da meta são ingredientes que devem impedir Peter Sagan de vencer o quarto Mundial consecutivo. Homens mais talhados para a montanha e para as provas por etapas terão na Áustria a oportunidade de ouro para vestir a camisola arco-íris. Os portugueses querem estar no lote restrito daqueles que podem bater-se pelas posições cimeiras.

“A corrida vai ser muito dura. A subida mais longa, que será passada sete vezes, tem caraterísticas diferentes da subida curta e muito inclinada do final. Entre uma e outra há uma descida que pode ser aproveitada para alguns corredores tentarem surpreender adversários mais talhados para as últimas rampas. Será necessário uma grande concentração e a escolha adequada de andamentos, além, naturalmente, da capacidade física para discutir um dos mundiais mais difíceis de sempre. Acredito na nossa equipa, composta por quatro corredores com provas dadas, o que nos permite pensar numa classificação no top 10”, afiança José Poeira.

Tiago Machado também destaca a qualidade do coletivo nacional. “Somos quatro bons corredores, por isso estamos a representar o nosso país. Este é dos mundiais mais adequados para as nossas caraterísticas. Resta saber, durante a prova, qual o nosso real estado de forma. Pessoalmente, acho que recuperei bem da Vuelta e gostava de ser útil à estratégia da equipa”, afirma o famalicense.

Rúben Guerreiro deu boas indicações nas provas das últimas semanas e está confiante para Innsbruck. “Espero fazer um bom mundial, num percurso duro que se enquadra nas minhas caraterísticas. Quero corresponder às expectativas da Seleção e estar com os mais fortes. Nas últimas provas consegui bons resultados e acredito que poderei confirmar a boa forma nesta prova. Tentarei não ter falhas e manter a condição física toda a prova”, promete o corredor.

Depois do quinto lugar no contrarrelógio, Nelson Oliveira está galvanizado para a prova de fundo. “Embora queiramos sempre mais e as duas provas serem totalmente diferentes, ter estado bem no contrarrelógio motivo para as dificuldades da corrida de fundo. Estes devem ser dos mundiais mais duros de sempre, mas acredito que tudo correrá bem para a nossa Seleção”, diz o bairradino.

Rui Costa, que rubricou os três melhores resultados lusos de sempre na prova de fundo – vitória em 2013, nono lugar em 2015 e 11.º em 2012 – preparou com afinco a corrida deste domingo e, apesar das dificuldades, vai estar atento a uma oportunidade de brilhar.

“Fiz tudo o que estava ao meu alcance para preparar esta corrida. O facto de não ter corrida muito pode ser uma desvantagem, mas acredito que me encontro bem. Não como estarão os adversários, mas espero estar com os melhores. A subida mais longa é muito difícil na segunda metade. A última subida é qualquer coisa de brutal. Vai ser muito complicada, de tal maneira que optei por usar um andamento de 36 x 32. Vai ser complicado chegar ali com sete horas de corrida e dar o máximo. Não é uma escalada que me seja favorável, pelo que, ao longo da prova, terei de estudar uma tática que me favoreça. Este vai ser um Mundial que se decide ao longo das voltas. Vai ser o culminar de estar bem, passar as dificuldades, sofrer e tentar ter uma pontinha de sorte na parte final”, explica Rui Costa.

Fonte: FPC

“Hoje inicio as atualizações com grande tristeza, “Um grande amigo que partiu…”

Faleceu Alves Barbosa, um grande ciclista

Por: José Morais

Imagens: Arquivo Google

Alves Barbosa, deixo-nos hoje aos 86 anos de idade, uma das maiores figuras do ciclismo português, para a história na modalidade.

Um dos melhores corredores de sempre, foi treinador e dirigente, natural da Figueira da Foz, mas a residente atualmente em Montemor-o-Velho, foi sem dúvida um corredor de grande prestígio na década de 1950, tendo conquistado a Volta a Portugal em 1951, 1956 e 1958, numa época em que as regras eram diferentes, participou ainda na disputa aa Volta a França, em 1956, pela seleção do Luxemburgo, onde alcançou um décimo lugar.

Apesar de amigo, Ribeiro da Silva era o seu grande rival na década de 1950, sendo uma figura cuja popularidade ultrapassou as fronteiras do ciclismo, tendo mesmo sido protagonista de cinema, numa altura em que os filmes portugueses eram muito apreciados pelo público.

Tive a honra de pedalar com Alves Barbosa alguns anos, era um grande companheiro, agora que nos deixou, temos de relembrar o homem que foi, e o grande ciclista.

Neste momento de consternação, a família enlutada ficam as sentidas condolências.

Para o Alves Barbosa, até sempre, descansa em paz.