sábado, 13 de junho de 2026

“Santiago Mesa bisa em Valongo e Fábio Costa mantém liderança do Grande Prémio JN”


Fotos: Igor Martins / Jornal de Notícias

Santiago Mesa (Anicolor / Campicarn) é o vencedor da quarta e penúltima etapa do 35.º Grande Prémio Jornal de Notícias / Leilosoc. Após conquistar a vitória em Vila Nova de Famalicão, o colombiano voltou a vencer uma tirada ao sprint. Fábio Costa (Feira dos Sófas-Boavista) mantém a liderança e parte amanhã de Amarelo para o dia das decisões, com um contrarrelógio individual na Maia.


O sprinter da Anicolor / Campicarn, na reta final em subida, conseguiu terminar à frente de Miguel Salgueiro (Team Tavira-Crédito Agrícola) e de Tomás Contte (Aviludo-Louletano-Loulé), que por esta ordem fecharam o pódio do dia.

A caravana do Grande Prémio JN mudou-se este sábado para Valongo, para a mais longa tirada da corrida, com 171,1 quilómetros, com partida e chegada na Avenida 5 de Outubro. A viagem foi animada por uma fuga com nove corredores, onde estiveram André Carvalho (Aviludo-Louletano-Loulé), Gonçalo Leaça e João Martins (Credibom-LA Alumínios-Marcos Car), Francisco Pereira (Feirense Beeceler), André Ribeiro (GI Group Holding-Simoldes-UDO), Daniel Dias (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), José Bicho (Team Tavira-Crédito Agrícola), Daniil Kazakov (Technosylva-Rower-Bembibre) e Gonçalo Rodrigues (Óbidos Cycling Team).


O grupo chegou a dispor de mais de três minutos de vantagem sobre o pelotão, mas a perseguição liderada pela Anicolor / Campicarn e pela equipa do líder, acabou por anular a aventura a cerca de oito quilómetros do final.

Depois de algumas movimentações após as duas contagens de montanha de segunda categoria, foi com o pelotão compacto que foi feita a aproximação à meta, para discutir a vitória, de novo ao sprint. Santiago Mesa impôs-se de novo e conquistou a segunda vitória na 35.ª edição do Grande Prémio JN.

“Estou muito feliz. Tínhamos três etapas durante a corrida para lutar por vitórias, até agora conseguimos ganhar duas. O plano para hoje passava por eu tentar a segunda vitória. Foi uma etapa muito longa e dura, para controlar a fugar tivemos de ir muito rápido, mas geri o esforço para conseguir a vitória e correu bem. Amanhã temos os homens mais fortes para o contrarrelógio, vamos tentar ganhar a Geral. Da minha parte, está feito”, relatou Santiago Mesa.


Fábio Costa terminou na sexta posição a tirada deste sábado, ao integrar o grupo principal até à meta. Segurou a liderança, com quatro segundos de vantagem sobre Afonso Silva (Team Tavira-Crédito Agrícola) e cinco sobre Tomás Contte.

Com esta vitória, Santiago Mesa regressa à liderança da Geral por Pontos. Ivan Loaisa continua líder da Geral da Montanha, tal como José Moreira (GI Group Holding-Simoldes-UDO), que segue no comando da classificação das Metas Volantes. João Oliveira (Credibom-LA Alumínios-Marcos Car) também permanece no topo da Geral dos Pontos Quentes e Maris Jesse (Technosylva Rower Bembibre) continua a ser o melhor jovem. A Geral coletiva voltou para as mãos da Anicolor / Campicarn.

O Grande Prémio JN / Leilosoc termina este domingo na Maia, com um contrarrelógio individual de 15,8 quilómetros.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Paul Seixas cai no Tour Auvergne-Rhône-Alpes - estrela da Decathlon a mais de 4 minutos do pelotão e com a corrida em risco”


Por: Miguel Marques

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Paul Seixas sofreu uma queda ao quilómetro 37 da 7ª etapa do Tour Auvergne-Rhône-Alpes e enfrenta agora uma longa perseguição para regressar ao pelotão, com a diferença a superar os quatro minutos.

O corredor da Decathlon CMA CGM caiu numa descida a cerca de 96 quilómetros da meta, demorando algum tempo a voltar à bicicleta. As imagens mostraram Seixas entre arbustos a ser assistido por oficiais, com o capacete retirado. Alguns colegas aperceberam-se, outros foram avisados pelo carro e de imediato esperaram pelo favorito nº1 à partida da corrida.

Com a corrida a prosseguir, a diferença cresceu para mais de três minutos, não obstante do esforço dos roladores Daan Hoole e Stefan Bisseger na perseguição. A 82 quilómetros do final, Seixas seguia a 4:00 do pelotão, numa fase em que a fuga ainda não se tinha definido.

Ainda não há detalhes sobre como ocorreu a queda do jovem de 19 anos, nem se sofreu quaisquer lesões.

 

Seixas falava em endurecer a corrida

 

Antes da etapa 7, Seixas afirmara que queria tornar a tirada dura para colocar o novo líder, Luke Tuckwell, sob pressão e prometeu emoção na parte final.

Disse: “Vamos mesmo ter de tornar a corrida dura. Quando não é, há homens que tentam entrar nas fugas. Agora, vamos ter de controlar. Somos só seis, com dois grandes rouleurs. É um pouco complicado, mas fazemos o que podemos. Vamos entrar em algo muito interessante este fim de semana”.

Tuckwell não é um desconhecido total para Seixas, mas no Tour de l’Avenir do ano passado os papéis inverteram-se: Seixas lutou pela vitória enquanto Tuckwell assinou um modesto top 10, depois de ter sido 2º na Volta à Itália sub-23 uns meses antes.

“Sinceramente, não conheço assim tão bem o (Luke) Tuckwell”, admitiu Seixas sobre o nova camisola amarela. “Não está entre os principais favoritos, mas fez uma boa etapa. Mostra que tem sido sólido. Veremos como corre este fim de semana, mas vai ser bem mais duro”.

“Resultados 7a etapa do Tour Auvergne-Rhône-Alpes: Isaac del Toro vence no Grand Colombier, Seixas cai e recupera fazer ser 7o, João Almeida abandona”


Por: Miguel Marques

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Isaac del Toro venceu a 7ª etapa do Tour Auvergne-Rhône-Alpes e deu sinais positivos para Tadej Pogacar com à vista à Volta a França, num dia marcado pela queda e recuperação impressionante de Paul Seixas.

O guião da 7ª etapa do Tour Auvergne-Rhône-Alpes estava bem escrito e prometia espetáculo desde início, com 6 subidas categorizadas e final no conhecido Grand Colombier, onde nomes como Tadej Pogacar, Primoz Roglic ou Thibaut Pinot já tinham erguido os braços. A jornada foi para a estrada com uma série de baixas, entre elas João Almeida, Jorgen Nordhagen, Oscar Onley e Ben Healy.

Depois do dia negativo ontem, Kevin Vauquelin foi um dos primeiros a atacar na fase inicial da etapa, mas a primeira subida do dia, o Col de la Crusille (2.9km à 4.2%), não trouxe fumo branco quanto à fuga, serviu apenas para Clément Braz Afonso somar mais uns pontos e reforçar a liderança da montanha. O homem da Groupama viria a somar a pontuação máxima na subida seguinte, antes de ir ao chão e ficar atrasado na corrida.

Logo a seguir, formou-se um grupo perseguidor com 6 elementos, entre eles Valentin Paret-Peintre, Jordan Jegat e Clément Berthet. Os atacantes nem teriam tempo para aquecer, uma vez que a corrida seria neutralizada a 109km da meta, no topo da Côte de Saint-Maurice-de-Rotherens, devido à presença de gravilha na descida.

Quando a corrida regressou, más notícias para Paul Seixas, o líder da Decathlon caiu e ficou algum tempo no chão, retomou a corrida, ao lado de Daan Hoole e Stefan Bissegger, mas a 80km da meta já perdia 4 minutos para o pelotão, que rodava compacto novamente.

Os acontecimentos sucediam-se em catadupa e, depois de muitas tentativas, formava-se finalmente a fuga do dia, ou pelo menos o mais próximo disso, com 10 elementos na frente: Quinn Simmons, Laurens de Plus, Carlos Rodríguez, Valentin Paret-Peintre, Pello Bilbao, George Bennett, Sergio Samitier, Clément Braz Afonso e Clément Berthet. A UAE assumia o comando do pelotão à entrada da subida de Lacets du Grand Colombier, uma declaração de intenções de Isaac del Toro.

A fuga não conseguia distanciar-se do pelotão e perdia elementos, restando apenas Bennett, Valentin Paret-Peintre, Rodríguez e De Plus, ao passo que, lá mais para trás, surgiam notícias animadores, Paul Seixas estava apenas a 2 minutos do grupo principal, aproveitando algum cone de vento dos carros, e já tinha a companhia de Aurélien Paret-Peintre e Nicolas Prodhomme.

A Decathlon concluiu a missão a 37km da meta, momento em que Seixas regressou ao pelotão, depois do falhanço tático de ontem, hoje foram uma verdadeira equipa, restava saber qual era o estado físico do luso descendente de cara às 2 subidas finais. A UAE manteve o comando do grupo, não houve ataques na penúltima subida e tudo estava reservado para o Grand Colombier, onde já não chegaria a fuga, apanhada a 13km da meta.

A Lidl-Trek entrou a top na subida final, impondo um forte ritmo e destruindo o pelotão. Paul Seixas cedeu a 8km da meta, juntamente com o camisola amarela Luke Tuckwell, mas não ficava definitivamente para trás, quantas vidas tem este rapaz?

O ritmo da Lidl queimou muita gente, mas também queimou a própria equipa e, 600 metros depois de Seixas, Mattias Skjelmose também descolava do pelotão. A Visma era a única equipa com mais do que um elemento e assumiu o ritmo, com Ben Tulett, antes de Juan Ayuso arrancar.

Tulett seguiu com o espanhol numa fase inicial, mas quando se apercebeu que não tinha o colega Jorgenson na roda, esperou e assumiu a perseguição no segundo grupo na estrada. Ainda aguentou 3 quilómetros até deixar o líder por sua conta, numa altura em que Ayuso já lhes ganhava 25 segundos e Seixas perdia apenas 15.

Ao analisar este cenário, Isaac del Toro atacou e foi à procura de Ayuso, sem resposta dos rivais. O mexicano colocou o "olhar matador" e chegou ao homem da Lidl-Trek a 1600 metros da meta, descarregando-o logo de seguida. Atrás Johannesen e Uijtdebroeks colocavam Jorgenson em dificuldades.

A comer metros, Isaac del Toro cortou a meta com 3h41m41s de esforço e conseguiu a sua primeira vitória profissional em França. Juan Ayuso foi 2º, a 24 segundos, e Tobias Johannessen 3º, a 38. Jorgenson e Uijtdebroeks chegaram apenas 3 segundos depois. Paul Seixas minimizou perdas e cedeu 1:21 na meta, bem melhor que o líder Luke Tuckwell, 11º, a 2:33, conseguindo ainda, no entanto, segurar a amarela.

“Wout Van Aert tem uma infeção na ferida do cotovelo e está em risco de falhar a Volta a França”


Por: Miguel Marques

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Os últimos dias têm sido particularmente atribulados para Wout van Aert e para a Team Visma | Lease a Bike. Entre uma queda sofrida durante um treino, um início discreto no Tour Auvergne-Rhône-Alpes, ficando para trás logo nas primeiras subidas, até recuperar para conquistar uma vitória de etapa de grande nível e, posteriormente, o agravamento das lesões, o belga viveu um período marcado por emoções contraditórias.

O corredor de 31 anos, vencedor do Paris-Roubaix nesta temporada, viu-se obrigado a abandonar a prova francesa antes da chegada da alta montanha e regressar ao seu país para realizar exames complementares ao cotovelo. As dores sentidas durante a quinta etapa levantaram preocupações e levaram a equipa médica a reavaliar a situação. Apesar do triunfo alcançado nessa mesma jornada, a estrutura neerlandesa confirmou que as consequências da queda continuavam a afetar o desempenho do ciclista.

O incidente remonta a 1 de junho, quando Van Aert caiu durante um treino, poucos dias antes do arranque daquela que seria uma das suas principais corridas de preparação para a Volta a França, tendo ainda os Campeonatos Nacionais belgas no calendário antes de 4 de julho. Embora tenha recebido autorização para competir, o belga mostrou algumas limitações, nomeadamente no contrarrelógio coletivo da terceira etapa, onde perdeu o contacto com os colegas mais cedo do que o previsto. Ainda assim, respondeu da melhor forma possível ao conquistar a quinta etapa num sprint massivo. Contudo, esse acabou por ser o único momento verdadeiramente positivo da semana.

 

Infeção obriga a travar preparação

 

De acordo com informações avançadas pelo HLN, os exames realizados na Bélgica revelaram uma infeção na ferida localizada no cotovelo. O problema obrigará o corredor a interromper temporariamente os treinos, enquanto a evolução da lesão é acompanhada de perto pelos responsáveis médicos.

A situação surge numa fase particularmente delicada da preparação da Visma para a Volta a França. A equipa tem prevista uma concentração em altitude em Tignes, considerada fundamental para afinar a condição física antes da Grande Partida em Barcelona, mas a participação de Van Aert nesse estágio ficou agora envolta em incerteza. Também a presença do belga na própria Grande Boucle deixou de ser uma garantia absoluta, dependendo da resposta ao tratamento e da velocidade da recuperação.

O relógio corre contra Van Aert e contra a formação neerlandesa. Qualquer atraso no regresso ao trabalho poderá comprometer a preparação para uma corrida que começa a 4 de julho, com um contrarrelógio por equipas de 20 quilómetros, maioritariamente plano, mas com final em subida.

 

Visma vê crescer os problemas antes do Tour

 

A Team Visma | Lease a Bike pretende apresentar-se na Volta a França com Jonas Vingegaard como principal aposta para a classificação geral. O dinamarquês, vencedor da Volta a Itália deste ano, deverá voltar a medir forças com Tadej Pogacar na luta pela camisola amarela.

Nesse contexto, Van Aert era visto como uma peça fundamental da estratégia da equipa, graças à sua versatilidade e capacidade para apoiar o líder tanto em etapas de média montanha como nos dias mais exigentes da alta montanha.

Além do duelo esperado entre Vingegaard e Pogacar, a corrida deverá contar ainda com candidatos como Paul Seixas, Remco Evenepoel e Florian Lipowitz, entre outros nomes de destaque do pelotão internacional.

Como se não bastassem os problemas físicos de Van Aert, a Visma também foi afetada por casos de doença durante o Tour Auvergne-Rhône-Alpes. Os noruegueses Jorgen Nordhagen e Per Strand Hagenes abandonaram a competição antes da sétima etapa, reduzindo significativamente o apoio disponível para Matteo Jorgenson nas duas etapas de montanha finais.

“Flávio Pacheco é o sexto classificado no contrarrelógio do Campeonato da Europa de Paraciclismo”


Foto: Paraciclismomaniago.it

O paraciclista português Flávio Pacheco esteve hoje em grande destaque no Campeonato da Europa de Paraciclismo, ao alcançar o sexto lugar na prova de contrarrelógio individual da classe H4. Já Luís Xavier, em C5, foi o

11.º classificado. A competição começou esta sexta-feira em Maniago, Itália e decorre até domingo.

Num percurso bem conhecido para Flávio Pacheco, onde já competiu na Taça do Mundo realizada no mesmo traçado, o ano passado, o atleta demonstrou evolução, com uma prestação de elevado nível entre os melhores especialistas europeus da disciplina, esta manhã. Ficou a 3m22s do vencedor, o suíço Fabian Recher, que conquistou o ouro após concluir o percurso em 25m47s. O pódio em H4 ficou completo com o polaco Rafał Wilk, medalha de prata e o bronze foi para o austríaco Alexander Gritsch.


“Este resultado assume particular importância para Portugal, uma vez que permite somar uma valiosa quantidade de pontos para o Ranking das Nações, fundamental no processo de qualificação para os Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028”, sublinhou o Selecionador Nacional, Telmo Pinão. Paralelamente, a prestação alcançada reforça e revalida a permanência do atleta no Projeto Paralímpico LA28, por mais uma temporada.

Telmo Pinão destacou não apenas a evolução física apresentada pelo atleta, mas também a maturidade competitiva demonstrada ao longo da prova, referindo que “Flávio Pacheco voltou a evidenciar uma evolução muito consistente. Além da melhoria dos seus indicadores físicos, tem vindo a demonstrar uma leitura de corrida e uma capacidade estratégica cada vez mais apuradas. Num percurso exigente, conseguiu gerir muito bem o esforço, registando apenas uma ligeira quebra entre a primeira e a segunda volta. Estamos a falar de apenas três segundos, uma diferença mínima, que acabou por afastá-lo do quinto lugar europeu. Ainda assim, é um resultado de enorme valor e que confirma o crescimento sustentado do atleta no panorama internacional”.


Durante a tarde, foi Luís Xavier que entrou em ação no Campeonato da Europa de Paraciclismo, disputando a prova de contrarrelógio da classe C5.

Num percurso igualmente exigente, com três voltas ao circuito europeu, o atleta luso alcançou o 11.º lugar entre um grupo com 19 dos melhores paraciclistas europeus da categoria, ficando, mais uma vez, muito próximo de um lugar no top-10. Apesar da ainda reduzida experiência internacional na modalidade, Telmo Pinão reconhece uma evolução muito consistente, “confirmando o potencial já evidenciado nas mais recentes competições internacionais. Luís Xavier voltou a realizar uma prova de elevado nível. É um atleta que ainda está em fase de crescimento dentro do paraciclismo de alta competição, mas que tem vindo a evoluir muito rapidamente. Hoje foi evidente a melhoria na sua posição sobre a bicicleta, na capacidade de condução e na gestão técnica do percurso. São aspetos que fazem muita diferença numa prova de contrarrelógio deste nível”.

O responsável técnico acrescentou ainda que o resultado alcançado deixa excelentes perspetivas para a prova de fundo, que terá lugar no próximo domingo: “Este 11.º lugar é um resultado muito positivo e enquadra-se perfeitamente no processo evolutivo do atleta. Sabemos que Luís Xavier é um corredor que se adapta particularmente bem às provas de fundo e acreditamos que poderá discutir lugares ainda mais ambiciosos na corrida de domingo”.

Em C5 o pódio foi composto pelo austríaco Franz-josef Lasser, vencedor e medalha de ouro, seguindo-se o francês Eliott Pierre e em terceiro lugar o neerlandês Daniel Abraham Gebru.

A participação portuguesa no Campeonato da Europa de Paraciclismo prossegue nos próximos dois dias, com o objetivo de continuar a somar pontos importantes para o ranking internacional e consolidar o caminho rumo aos Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028.

Nas provas de fundo, Flávio Pacheco competirá amanhã, sábado, pelas 15h00 e Luís Xavier alinhará à partida no domingo, também pelas 15h00 (hora de Portugal).

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Beatriz Guerra afetada por queda no arranque da Taça do Mundo de XCO”


Fotos: Francisco Mateus

A Seleção Nacional de BTT começou hoje a terceira etapa da Taça do Mundo, em Leogang, na Áustria. Apenas a Sub-23 feminina Beatriz Guerra esteve em prova neste primeiro dia, para competir na disciplina de short track (XCC), onde uma queda inicial comprometeu todo o seu desempenho, ficando o resultado aquém das expetativas.


A atleta portuguesa acabaria por terminar em 36.º lugar da classificação, com menos quatro voltas, somando apenas 25 pontos no final da corrida. A vencedora da prova em Sub-23 femininas foi a suíça Monique Halter (Thomus Akros - Youngstars), que arrecadou a medalha de ouro, com a prata para a neerlandesa Bloeme Kalis e o bronze para a austríaca Katrin Embacher (KTM Factory MTB Team).


Pedro Vigário, Selecionador Nacional de BTT, disse que Beatriz Guerra “teve um mau início, porque ficou numa queda logo no arranque da prova, o que lhe condicionou completamente a corrida. Esteve melhor comparativamente com a corrida anterior, apesar de o resultado não o espelhar”.

A Seleção Nacional de BTT volta à ação no domingo, para as provas de cross-country olímpico (XCO). Beatriz Guerra vai competir às 7h30 (hora portuguesa), seguindo-se os também Sub-23 Duarte Galvão e João Fonseca, às 9h10, e Raquel Queirós, na corrida Elite feminina, às 10h55.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Seleção Nacional de Juniores cumpre mais um dia no LVM Saarland Trofeo”


A Seleção Nacional de Juniores de Estrada cumpriu hoje mais uma etapa do

38.º LVM Saarland Trofeo, que decorre na Alemanha até domingo, prova que conta para a Taça das Nações. Guilherme Ribeiro foi o corredor luso que chegou primeiro à meta, na 30.ª posição e a 59 segundos do vencedor, o neerlandês Liam Brugman, que passou a assumir a liderança da prova.

A segunda etapa começou esta sexta-feira em Meisenthal, para uma viagem de 111,3 quilómetros, que terminou em França, em Epping. Houve várias movimentações, que deram origem a algumas fugas. A meio do percurso, a corrida partiu e os corredores da Seleção Nacional conseguiram manter-se integrados nos primeiros grupos.

Contudo, além de alguns problemas mecânicos, também o ritmo elevado do pelotão trouxe dificuldades acrescidas à Seleção Nacional, que esta sexta-feira teve um dia menos positivo.

A vitória sorriu ao neerlandês Liam Brugman, novo líder da competição, chegando oito segundos depois o compatriota Splinter Van’t Hoff e em terceiro lugar o norueguês Sindre Orholm-Lonseth. Guilherme Ribeiro (30.º), Simão Pedrosa (41.º), Rodrigo Conceição (57.º) e Afonso Falcão (59.º) chegaram todos 59 segundos depois, integrados no pelotão. Leonardo Garcia (105.º) e Guilherme Lameira (113.º) chegaram depois.

Simão Pedrosa continua a ser o corredor da Seleção Nacional mais bem posicionado na Geral, em 22.º lugar. Guilherme Ribeiro é o 25.º, Rodrigo Conceição 43.º e Afonso Falcão 63.º, os quatro estão a 1m09s da liderança. Leonardo Garcia é o 103.º classificado da Geral e Guilherme Lameira mantém o 110.º lugar.

Ricardo Sênos, Selecionador Nacional de Estrada de Juniores, referiu que nesta segunda etapa “faltou a garra e ambição de ontem. Para amanhã, vamos ver como vão sair as coisas. Se corrermos com a mesma atitude de hoje, vai ser mais um dia em que não vamos poder esperar pelos resultados que ambicionamos”.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

Ficha Técnica

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