quarta-feira, 10 de junho de 2026

“Tadej Pogacar perde elemento chave das montanhas para a Volta a França”


Por: Ivan Silva

Em parceria com: https://ciclismoatual.com

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Tadej Pogacar continua a afinar a preparação para a Volta a França de 2026, numa fase em que o esloveno parece cada vez mais moldado para as Grandes Voltas. Depois de anos a dominar tanto nas clássicas como nas corridas por etapas, o líder da UAE Team Emirates - XRG surge agora mais leve e preparado para fazer a diferença nas grandes montanhas. Contudo, a pouco mais de três semanas do arranque da Grande Boucle, chegaram más notícias para o campeão esloveno.

Segundo várias informações vindas de Espanha, Marc Soler não deverá estar presente na partida da Volta a França, marcada para 4 de julho, continuando ainda a recuperar da fratura da bacia sofrida durante a Volta a Itália. A ausência representa um duro revés para Pogacar, mas também deixa Soler numa verdadeira corrida contra o tempo para conseguir recuperar a tempo da Volta a Espanha.

 

Soler volta a falhar os planos da Emirates

 

Nas últimas temporadas, Soler assumiu-se como uma das peças mais importantes no bloco de apoio a Pogacar na Volta a França. O espanhol oferece garantias tanto na alta montanha como em terrenos mais acidentados, sendo um corredor extremamente útil nas fases decisivas da corrida. A possível ausência do catalão volta a expor os problemas físicos que têm condicionado a equipa da Emirates ao longo de 2026.

Aliás, esta não será a primeira vez esta temporada que Pogacar se vê privado de alguns dos seus principais gregários nas grandes corridas do calendário. Em provas como a Milan-Sanremo, a Volta à Flandres e Paris-Roubaix, a equipa da Emirates apresentou-se já desfalcada devido aos problemas físicos de vários corredores importantes, entre eles Jhonatan Narváez, Tim Wellens, Jay Vine e Jan Christen.

 

A queda que mudou a Volta a Itália de Soler

 

Os problemas físicos da formação atingiram o ponto mais crítico logo na 2ª etapa da Volta a Itália, marcada por uma violenta queda que envolveu Adam Yates, Jay Vine e Marc Soler. Yates ainda conseguiu terminar a etapa, mas acabaria por abandonar antes da jornada seguinte. Já Vine e Soler ficaram imediatamente fora de corrida.

O australiano sofreu uma fratura no cotovelo e uma concussão, enquanto Soler teve consequências mais graves, com uma fratura da bacia que obrigou mesmo a internamento hospitalar. De acordo com os últimos relatos, o espanhol deverá realizar novos exames médicos na próxima semana, numa tentativa de perceber a evolução da recuperação e definir um possível calendário para o regresso à competição.

 

Pogacar aponta baterias à Volta a França

 

Enquanto isso, Pogacar prepara o regresso à competição na Volta à Suíça, onde estará à partida a 17 de junho. Depois de ter conquistado recentemente a Volta à Romandia, o esloveno pretende utilizar a corrida helvética como último grande teste antes da Volta a França, ao mesmo tempo que procura acrescentar mais uma vitória a uma temporada que continua a impressionar o mundo do ciclismo.

“João Almeida expõe mistério clínico: “Havia dados estranhos no sangue” no regresso às corridas”


Por: José Morais

João Almeida voltou finalmente ao pelotão após mais de dois meses afastado, consequência de um vírus persistente que o tem debilitado desde março. O regresso está a acontecer no Tour Auvergne–Rhône-Alpes, antiga Critérium du Dauphiné, onde o português tem sentido na pele o peso da paragem prolongada. Ainda assim, garante que tudo faz parte de um processo que está longe de o desmotivar.

O ciclista de 27 anos revelou que a origem do problema continua envolta em dúvidas. “Encontrámos valores muito estranhos nas análises ao sangue. Não há muito mais que possa dizer. Primeiro tentei manter os treinos para perceber se melhorava, mas acabou por ser impossível continuar. Tive mesmo de parar”, explicou na zona mista antes da quarta etapa, concluída no 139.º lugar, a mais de quatro minutos do vencedor.

Apesar das dificuldades, Almeida mantém uma leitura positiva da situação. “Está a ser duro, como já esperava. Sabia que a minha condição física não seria boa. Sinto-me bem na bicicleta, só falta mesmo a forma. Mas noto evolução todos os dias, e isso é um excelente sinal”, sublinhou.

O português destacou ainda o desempenho no contrarrelógio coletivo, que descreveu como “muito bom”, reforçando a confiança para o que aí vem. Com o Giro já fora dos planos e o Tour igualmente descartado, o foco está agora totalmente na Vuelta de 2025, onde acredita poder lutar pelos primeiros lugares. “Esse é o objetivo, e acredito que é possível”, afirmou com convicção.

“Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua com 7.º lugar de Leangel Linarez na 1.ª etapa do Grande Prémio JN/Leilosoc 2026”


A primeira etapa do Grande Prémio JN/Leilosoc de 2026, com 149,2 quilómetros, foi marcada por uma fuga logo aos 10 quilómetros, que reuniu seis ciclistas. A Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua assumiu a perseguição e, ao longo da corrida, o grupo de fugitivos perdeu gradualmente elementos, a fuga foi completamente anulada a menos de 10 quilómetros para o final.

A chegada foi discutida ao sprint, com Leangel Linarez a terminar em 7.º lugar, fruto de um grande trabalho de equipa do princípio ao fim. Num excelente trabalho de equipa, a Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua voltou a fechar o dia com mais um top 10. Apesar de ficar a sensação de que podia ter vindo mais, fica o orgulho pelo trabalho coletivo e a confiança para as próximas etapas.

 

Declaração de Leangel Linarez:

 

“Hoje foi um sprint muito rápido, com muitas mudanças de velocidade. Fico um pouco triste por não conseguir finalizar o grande trabalho que a equipa fez do início ao fim, controlando a fuga e a corrida durante todo o dia. Agradeço toda a confiança que depositam em mim. Hoje toca felicitar os rivais, que foram mais fortes ao sprint, e corrigir pequenos detalhes que nos penalizaram um pouco. Vamos só na primeira etapa e certamente teremos outras oportunidades.”

O Grande Prémio JN/Leilosoc prossegue amanhã com a 2.ª etapa, com partida às 12h40 e chegada prevista para 16h22 em Vila Nova de Famalicão ao longo de 142,1 quilómetros. A exigência do percurso fará-se sentir com dois Prémios de Montanha de terceira categoria, que prometem marcar diferenças na corrida.

 

Etapa 1 – Viana do Castelo > Viana do Castelo (149,2 km)

 

1º. Joan Cadena (Technosylva Rower Bembibre Cycling Team), 3h28m58s

7º. Leangel Linares (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), m.t.

28º. João Matias (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), m.t.

43º. Angel Rebollido (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), m.t.

44º. Bruno Silva (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), m.t.

45º. Francisco Morais (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), m.t.

46º. Daniel Dias (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), m.t.

75º. Simão Lucas (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 17s

83º. César Martingil (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 28s

 

Classificação Geral após a 1.ª etapa

 

1º. Joan Cadena (Technosylva Rower Bembibre Cycling Team), 3h28m48s

7º. Leangel Linares (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 10s

28º. João Matias (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 10s

43º. Angel Rebollido (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 10s

44º. Bruno Silva (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 10s

45º. Francisco Morais (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 10s

46º. Daniel Dias (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 10s

75º. Simão Lucas (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 27s

83º. César Martingil (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 38s

 

Classificação geral por equipas:

 

1ª. EFAPEL Cycling, 10h26m54s

8ª. Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua, m.t.

Fonte: Equipa Ciclismo Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua

“Resultados da 4a etapa do Tour Auvergne-Rhône-Alpes - Quinn Simmons dá a vitória à Lidl-Trek, com a Visma a deixar escapar uma oportunidade de ouro”


Por: Ivan Silva

Em parceria com: https://ciclismoatual.com

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A 4ª etapa da Tour Auvergne-Rhône-Alpes foi uma luta entre o pelotão e a fuga pela vitória no dia. No fim, venceu a fuga com Quinn Simmons (Lidl-Trek) a impor-se num sprint de um grupo reduzido, com o pelotão a passar a linha de meta apenas 4 segundos depois.

O dia tinha um perfil favorável às fugas e, por isso, a velocidade foi muito alta desde o tiro de partida. Algumas equipas controlaram de perto quem podia sair, mas o pelotão deixou de mandar quando a corrida entrou na fase mais dura. Na subida para a Côte de Chougoirand, com uma extensão de 7,7 quilómetros, um grupo atacou e destacou-se na frente da corrida.

Seguiam na cabeça da corrida 12 corredores, Quinn Simmons, Finn Fisher-Black, Andreas Kron, Pablo Castrillo, Raúl García Pierna, Lars Crap, Jordan Jegat, Mattéo Vercher, Jan Castellon, Marco Frigo, Samuel Watson e George Bennett.

O grupo manteve um ritmo elevado ao longo de toda a etapa e resistiu ao pelotão apesar da perseguição de várias equipas. Bahrain Victorious, Team Visma | Lease a Bike, Cofidis e Tudor dividiram o trabalho lá atrás, com a Jayco a não entrar na perseguição apesar da presença de Michael Matthews.

A INEOS também não trabalhou para Dorian Godon, justificação dada pela presença de Samuel Watson lá na frente, mas uma queda do campeão britânico deitou por terra os planos da equipa. Mais tarde Bennett cedeu e saiu da fuga e, até final, a perseguição prosseguiu sem efeitos práticos.

À entrada do último quilómetro a vantagem rondava ainda os 10 segundos e, com Castrillo a sacrificar as suas hipóteses no quilómetro final, o grupo resistiu e discutiu a vitória ao sprint.

Quinn Simmons sprintou para o triunfo, batendo Finn Fisher-Black e Mattéo Vercher na linha de meta. Atrás, Wout Van Aert venceu o sprint do pelotão, coroando mais um dia positivo, ainda que sem o resultado desejado para a Visma.

“Galhano conquista Taça de Portugal de Masters num final decidido em Reguengos de Monsaraz”


Fotos: Carla Velhinho / FPC

A Taça de Portugal de Masters 2026 ficou concluída esta quarta-feira, em Reguengos de Monsaraz, com a realização da última prova do calendário, numa jornada marcada pelas elevadas temperaturas e pela vitória de Henrique Silva (Grupo Parapedra - MAF - Riomagic / CRP), em Elites Amadores. Quanto ao troféu da Taça de Portugal, foi entregue a Tiago Galhano (Team Danado & Peçamodovar / AMCP C. Verde), líder à partida, confirmando o triunfo final da competição, na mesma categoria.


Henrique Silva foi hoje o mais forte, ao completar os 122,4 quilómetros em 2h52m14s, impondo-se ao sprint a Marco Costa (DBL Bike) e a Tiago Galhano, num final muito disputado entre um grupo restrito de corredores.

Nos diferentes escalões etários, a etapa de encerramento confirmou o elevado equilíbrio competitivo, com triunfos de Tiago Miranda (Viveiros Vítor Lourenço / Sintra C. Ciclismo) em Master 30, Diogo Silva (Domuswood / AD Portomosense) em Master 35, Hélder Loureiro (Grupo Parapedra - MAF - Riomagic / CRP) em Master 40 e Paulo Simões, da mesma equipa, na categoria de Master 45. Todos disputaram o mesmo percurso dos Elites Amadores, na desafiante distância de 122,4 quilómetros.


Em Master 50, com um percurso de 82,2 quilómetros pela frente, o mais forte foi Vítor Mota (Penacova / Firstbike / Reconco / RaceSpirit) e João Martins (AdecT / CMSantos.pt) venceu em Master 55. Nos escalões mais experientes e com um percurso de 42,2 quilómetros, Leonardo Sousa (Penacova / Firstbike / Reconco / RaceSpirit) triunfou em Master 60. João Pinto (Boavista - Feira dos Sofás) foi o melhor em Master 65 e Jorge Letras (Grupo Parapedra - MAF - Riomagic / CRP) conquistou a vitória em Master +70.

À partida para a derradeira jornada da Taça de Portugal de Masters, Tiago Galhano partia na liderança, em Elites Amadores, com 120 pontos. Ao terminar hoje em terceiro lugar, garantiu a vitória final na competição, com 133 pontos. O segundo classificado da Taça foi Marco Costa, também segundo classificado nesta quarta-feira, em Reguengos de Monsaraz, com 110 pontos. O vencedor do dia, Henrique Silva, ficou em terceiro lugar do ranking da Taça de Portugal de Masters, ao somar 95 pontos.


Quanto às restantes categorias, em Master 30 a vitória da Taça foi alcançada por Rúben Pais (Escola de Ciclismo de Oeiras / Parracho / Mr. Print), com 155 pontos. Em Master 35, Diogo Silva (Domuswood / AD Portomosense) confirmou a conquista final, ao passo que em Master 40, o título foi entregue a Hélder Loureiro (Grupo Parapedra - MAF - Riomagic / CRP). Já em Master 45, foi Bruno Passos (Vulcal - Centro Ciclista do Centro) quem trouxe o troféu.

Na categoria de Master 50, António Faísco (UCA / Terralem Lda / Pracer Perfis) garantiu o primeiro lugar da classificação final da Taça, e logo a seguir, em Master 55, o vencedor foi Rui Brito (Casa Benfica Almodôvar). Em Master 60, Luís Gomes (Team Vertentability - JDC) assegurou o triunfo, com José Magalhães (Skoda Irmãos Leite / Tourencinho) a vencer em Master 65, com 165 pontos. No escalão Master +70, Jorge Letras, que também venceu hoje em Reguengos de Monsaraz confirmou igualmente a conquista da Taça.

Na classificação da Taça de Portugal de Masters por Equipas, a Casa Benfica de Almodôvar sagrou-se vencedora, com 82 pontos, superando o Grupo Parapedra - MAF - Riomagic / CRP (80 pontos) e a Team Danado & Peçamodovar / AMCP C. Verde (34 pontos), que completaram o pódio coletivo, respetivamente.

A etapa de Reguengos de Monsaraz voltou a evidenciar a exigência dos percursos e das condições climatéricas, refletidas no desgaste do pelotão, mas também a elevada competitividade entre atletas e equipas, com várias decisões a serem discutidas até aos momentos finais.

Com o encerramento da competição, hoje em cenário alentejano, conclui-se mais uma edição da Taça de Portugal de Masters, prova que reforça o seu estatuto no calendário velocipédico nacional, destacando-se pela forte adesão, pela qualidade organizativa e pelo crescente nível competitivo em todos os escalões.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Joan Cadena é o primeiro Camisola Amarela do Grande Prémio JN / Leilosoc”


Fotos: Igor Martins / JN

Joan Cadena (Technosylva Rower Bembibre) venceu hoje, ao sprint, a primeira etapa da 35.ª edição do Grande Prémio JN / Leilosoc e é o primeiro Camisola Amarela da corrida. A tirada inaugural teve partida e chegada em Viana do Castelo, junto à Praia Norte, num final emocionante e em alta velocidade, onde o espanhol foi o mais forte.


A primeira viagem do Grande Prémio JN de 2026 teve 149,2 quilómetros e foi marcada por uma fuga logo aos 10 quilómetros, que juntou seis unidades: João António (Aviludo-Louletano-Loulé), João Oliveira (Credibom-LA Alumínios-Marcos Car), Pedro Andrade (Feirense Beeceler), José Moreira (GI Group Holding-Simoldes-UDO) e Gonçalo Amaral e Ivan Loaisa (Technosylva-Rower-Bembibre).


A diferença para o pelotão esteve muito próxima dos dois minutos, com a fuga a dominar todas as classificações intermédias do dia. A Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua uniu-se à Anicolor / Campicarn para assumir a perseguição e o grupo de fugitivos foi perdendo gradualmente elementos, resistindo apenas João António na frente da corrida. Seria alcançado pelo pelotão a menos de 10 quilómetros para o final.

A aproximação à meta foi feita com o pelotão compacto, onde as decisões ficariam para o sprint. Joan Cadena fez o “três de três” para a Technosylva-Rower-Bembibre, ao vencer pela terceira vez consecutiva nesta chegada a Viana do Castelo e é o primeiro líder da corrida.


Tomás Contte (Aviludo-Louletano-Loulé) foi o segundo classificado do dia e Diogo Narciso (Credibom-LA Alumínios-Marcos Car) fechou o pódio, ambos com o tempo do vencedor, 3h28m58s. Na Geral, ordenada da mesma forma, o argentino tem 4 segundos de desvantagem para o líder, ao passo que Narciso fica a seis segundos do comando.

Num dia cheio de significado para a formação Sub-23, com a conquista da terceira vitória consecutiva em Viana do Castelo, Joan Cadena referiu: “Foi uma loucura, uma chegada muito rápida. Sabia que se estivesse bem colocado podia conseguir triunfar e assim foi. Coloquei-me bem e entrei bem na última curva. É um sonho vestir de Amarelo. Tive um início de ano difícil e começar a prova a vencer é incrível”.

Joan Cadena comanda também a Geral por Pontos e é o melhor na Juventude, Ivan Loaisa é o primeiro Rei da Montanha, ao vencer a segunda categoria do dia, e lidera, em simultâneo, a Geral dos Pontos Quentes. Já José Moreira, após ser o mais forte nas Metas Volantes de Monção e Valença, passa a ser o líder desta classificação. A Geral coletiva tem a Efapel Cycing no comando.

O Grande Prémio JN prossegue amanhã com a segunda etapa, que vai ter partida (12h40) e chegada (16h22) na cidade minhota de Vila Nova de Famalicão, ao longo de 142,1 quilómetros. A exigência do percurso vai fazer-se sentir com os dois Prémios de Montanha de terceira categoria, que prometem fazer diferenças.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Portugal em competição na Taça das Nações de Juniores na Alemanha”


A Seleção Nacional de Juniores regressa à competição na Taça das Nações da categoria já esta quinta-feira, no LVM Saarland Trofeo, que decorre na Alemanha até domingo.

A 38.ª edição da prova germânica terá cinco etapas ao longo de quatro dias, num total de quase 450 quilómetros. O percurso inclui um pequeno contrarrelógio individual plano, que contrasta com as quatro etapas em linha de perfil ondulado.

Ricardo Senos, Selecionador Nacional de Juniores, vai liderar a mesma comitiva que marcou presença na última prova da Taça das Nações: Afonso Falcão (Landeiro/Marinados/Matias&Araújo), Guilherme Lameira (Paredes/Reconco), Guilherme Ribeiro e Leonardo Garcia (Willebrord Wil Vooruit), Rodrigo Conceição (Blackjack-Bairrada) e Simão Pedrosa (Tensai/Sambiental/Santa Marta).

“O objetivo passa sempre por pontuar. Independentemente da corrida, queremos fazer o melhor possível e tentar somar os pontos que forem possíveis”, assume o Selecionador Nacional, destacando também a evolução do grupo após a última participação na Taça das Nações. “É um processo. Nota-se que os corredores já estão mais adaptados a este nível de competição, mais calmos e organizados”.

Sobre a prova, Ricardo Senos antevê um percurso exigente, apesar da ausência de grandes subidas. “Não tem grandes subidas, mas é uma corrida com um perfil mais ondulado, que se adequa melhor às nossas características”, explicou, apontando ainda o contrarrelógio como momento crítico. “Será sempre um dia difícil para nós. As outras seleções têm estruturas muito fortes e nós temos de jogar com aquilo que temos”.

A prova terá início na quinta-feira, com uma etapa de 121 quilómetros, entre Spiesen e Neunkirchen-Furpach, com início às 16h30 de Portugal Continental e chegada prevista para as 19h. Segue-se uma tirada de 111,3 quilómetros, com partida às 16h, em Meisenthal, e final em Epping (França), às 18h30.

O sábado será de jornada dupla, com um primeiro setor em formato de contrarrelógio de 10 quilómetros, em Medelsheim, a partir das 8h. À tarde, o jovem pelotão terá pela frente uma etapa em linha de 93,5 quilómetros, entre Blieskastel (15h30) e Blickweiler (18h). A corrida termina com uma etapa de 112,6 quilómetros, com partida em Habkirchen (9h30) e chegada em Reinheim (12h15).

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“A TRAVESSIA 2026”


Por: Sara Grilo

A Fundação Princesa Charlène do Mónaco anunciou a nova edição do The Crossing, a iniciativa desportiva e solidária que, a 19 de junho, irá ligar Viareggio ao Principado do Mónaco num extraordinário desafio em mar aberto com mais de 225 quilómetros.

Oito equipas, cada uma composta por quatro atletas, irão enfrentar a travessia utilizando Bicicletas Aquáticas especiais, bicicletas flutuantes concebidas para circular na água. Entre os participantes estão nomes de destaque do ciclismo internacional como Chris Froome, Jakob Fuglsang e Filippo Pozzato, que irão colocar a sua experiência e visibilidade ao serviço de uma causa importante.


Para a edição de 2026, a Scicon Sports voltará a estar ao lado do evento como parceira e apoiante, renovando um laço profundamente enraizado na própria história da iniciativa.

Fonte: Scicon Sports

Ficha Técnica

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