domingo, 21 de junho de 2026

“Escândalo no Tour da Suíça: Van der Poel “paga caro” por despir-se em direto”


Por: José Morais

Mathieu van der Poel protagonizou um dos momentos mais comentados do Tour da Suíça e não foi apenas pelo contrarrelógio brilhante que quase lhe deu a vitória. O holandês, exausto e sufocado pelo calor extremo, acabou por ser sancionado pela UCI depois de se despir parcialmente enquanto recuperava na tradicional “cadeira quente”.

 

Um contrarrelógio monstruoso… e decidido por quatro centésimos

 

Van der Poel assinou o melhor contrarrelógio da sua carreira, completando os 23,7 km em 26:28, a impressionantes 53,3 km/h de média.

Só Tadej Pogacar num duelo digno de titãs conseguiu superá-lo por 0,04 segundos, uma diferença microscópica que incendiou o ambiente na meta.

 

O momento polémico: calor sufocante, fato pela cintura e câmaras em direto

 

Exausto, ofegante e à procura de ar, Van der Poel sentou-se na “cadeira quente” para acompanhar os restantes adversários.

Com o calor a apertar, decidiu baixar as mangas e o topo do fato de contrarrelógio até à cintura, ficando de tronco nu diante das câmaras.

O gesto, natural para muitos, tornou-se rapidamente viral nas redes sociais, gerando memes, comentários e debates sobre o calor extremo que marcou a etapa.

 

A UCI não perdoou: 500 francos por “comportamento inadequado”

 

Os comissários da UCI, atentos ao detalhe, aplicaram uma multa de 500 francos suíços (cerca de 520 euros), citando o Artigo 2.12.007, que penaliza:

“Comportamento inadequado, incluindo despir-se em público”

“Ataque à imagem do desporto”

A decisão gerou indignação entre adeptos, que acusam a UCI de rigidez absurda num dia marcado por temperaturas sufocantes.

 

Redes sociais ao rubro: árbitros criticados, organização na mira

 

A polémica não ficou pela multa. Nas redes sociais, multiplicaram-se críticas:

à falta de sensibilidade dos comissários perante o calor extremo

à ausência de climatização na zona da “cadeira quente”

ao excesso de zelo num momento claramente motivado por desconforto físico

Para muitos, a UCI voltou a mostrar que aplica o regulamento com frieza suíça, mesmo quando o bom senso sugeriria outra abordagem.

 

Síntese

 

Van der Poel brilhou na estrada, quase venceu Pogacar…, mas acabou por ser notícia pelo tronco nu e pela multa que incendiou o debate sobre o regulamento e o bom senso no ciclismo moderno.

“Jasper Philipsen vira o jogo nos metros finais e arranca triunfo épico no Tour da Bélgica”


Jasper Philipsen assinou uma reviravolta de manual na última etapa do Tour da Bélgica, conquistando não só o sprint decisivo em Hoeilaart como também a classificação geral, frustrando o sonho de glória do espanhol Alex Aranburu.

O belga da Alpecin-Deceuninck, de 28 anos, entrou na quinta etapa a apenas dois segundos do líder e sabia que só um final perfeito lhe abriria caminho para o título. E foi exatamente isso que entregou. Num sprint explosivo após 183,5 km entre Gingelom e Hoeilaart, Philipsen impôs a sua potência habitual e cruzou a meta em 4h08m31s, superando Jenno Berckmoes e Max Kanter.

 

Um desfecho digno de thriller

 

A etapa final parecia escrita para um sprint massivo, mas o enredo ganhou tensão extra com ataques sucessivos e um pelotão em permanente turbulência.

Uma fuga de sete corredores animou a primeira metade do percurso, mas nunca ameaçou os favoritos. A 43 km do fim, o pelotão já estava compacto, embora longe de estar calmo.

O ritmo acelerou, ataques surgiram de todos os lados e até nomes fortes como Tim Merlier ficaram para trás. O norueguês Jonas Abrahamsen tentou incendiar a corrida com investidas repetidas, enquanto veteranos como Dylan van Baarle tentavam surpreender com movimentos tardios.

 

O momento decisivo

 

A 500 metros da meta, Abrahamsen ainda tentou um último golpe, mas foi neutralizado.

Sem “comboios” organizados e com o caos instalado, Philipsen encontrou espaço no lado esquerdo da estrada e lançou um sprint irresistível.

Graças aos segundos de bonificação, o belga garantiu também a vitória na geral, deixando Aranburu que não conseguiu posicionarse para disputar o sprint com a sensação amarga de ter deixado escapar o triunfo por detalhes.

 

O que este triunfo significa

 

Jasper Philipsen reforça o estatuto de um dos sprinters mais dominantes da atualidade.

Ganha confiança extra antes do Tour de França.

Aranburu confirma consistência, mas sai com a frustração de ter estado tão perto da vitória final.

“Tom Pidcock domina nas alturas de Andorra e frustra sonho de Carlos Verona na sua própria clássica”


Por: José Morais

A seguir está uma versão totalmente reescrita, com estrutura jornalística, linguagem mais fluida e narrativa mais envolvente. Mantive os factos essenciais, mas mudei completamente frases, ordem e construção textual.

 

Pidcock impõe autoridade no Coll de la Botella e impede triunfo histórico de Verona

 

Tom Pidcock assinou uma exibição de força na Andorra MoraBanc Clàssica, conquistando a segunda edição da prova depois de superar Carlos Verona e Sepp Kuss num final explosivo no Coll de la Botella. O britânico coroou um dia perfeito para a Q36.5 Pro Cycling, que controlou a corrida com precisão cirúrgica para entregar o seu líder no cenário ideal.

 

Verona quase faz história… mas Pidcock não perdoou

 

Carlos Verona, representante da Lidl-Trek e também um dos rostos da organização do evento, esteve a poucos metros de protagonizar a grande surpresa do dia. O espanhol resistiu até ao limite, atacou no momento certo e chegou a sonhar com a vitória na “sua” corrida, mas Pidcock respondeu com autoridade e fechou a porta a qualquer ousadia.

 

A corrida: fuga numerosa, ritmo infernal e seleções sucessivas

 

A prova começou com uma fuga alargada de quinze ciclistas, onde Jefferson Cepeda (EF Education–EasyPost) assumiu protagonismo. O grupo passou o Port d’Envalira com cerca de minuto e meio de vantagem, enquanto o pelotão mantinha a calma, consciente de que o terreno mais duro ainda estava por vir.

A Q36.5 acelerou no Coll d’Ordino, partindo a fuga em dois blocos. Cepeda, Joan Bou, Fougner e Faura chegaram a ter quase dois minutos, mas a descida voltou a juntar os fugitivos. Atrás, Visma-Lease a Bike e Lidl-Trek mantinham vigilância apertada.

No Coll de Pardines, o desgaste começou a fazer estragos. O setor de sterrato reduziu a fuga a apenas dois sobreviventes: Cepeda e Bou. No pelotão, nomes como Pidcock, Kuss e Derek_Gee mantinham-se sempre bem posicionados.

 

A subida decisiva: ataques, desgaste e um trio final

 

A 25 km da meta, Julien Bernard (Lidl-Trek) lançou o primeiro grande ataque, alcançou os fugitivos e seguiu sozinho. Entrou no Coll de la Botella com 50 segundos de vantagem, mas o ritmo imposto por Q36.5 e Visma-Lease a Bike reduziu rapidamente o espaço.

O grupo dos favoritos ficou reduzido a sete ciclistas. A perfuração de Derek Gee retirou um dos nomes fortes da luta. Resistiam Pidcock, Kuss, Harper, Tulett, Simon Carr e Verona.

 

O ataque de Kuss e o duelo final

 

A três quilómetros do fim, Sepp Kuss abriu hostilidades. Harper tentou responder, mas o norte-americano insistiu e levou consigo Pidcock e Verona. O trio isolou-se e preparou o desfecho.

Verona tentou surpreender com um arranque explosivo, mas Pidcock leu o movimento, respondeu de imediato e lançou o sprint final com potência suficiente para erguer os braços em Andorra. Kuss completou o pódio.

 

Classificação final (Top 10)

 

Tom Pidcock — 3:42:25

Carlos Verona — +0:02

Sepp Kuss — +0:10

Chris Harper — +0:11

Ben Tulett — +0:13

Simon Carr — +1:08

Jokin Murguialday — +1:08

Julien Bernard — +1:27

Ion Izagirre — +1:30

Toms Skujiņš — +1:35

“Tadej Pogacar domina a Suíça e envia aviso claro ao Tour de France”


Pogacar domina a Suíça e envia aviso claro ao Tour de França

 

Por: José Morais

Tadej Pogacar voltou a transformar a Suíça no seu palco particular. O esloveno da UAE Team Emirates encerrou a corrida com mais uma exibição de autoridade, garantindo não apenas a vitória na etapa decisiva, mas também a conquista da classificação geral do Tour da Suíça um território que, até esta temporada, permanecia inexpugnável para ele.

Durante anos, o país alpino resistiu ao talento do esloveno. Mas 2024 mudou tudo: cinco triunfos na Romandia, quatro no Tour da Suíça e domínio absoluto nas duas provas mais prestigiadas do calendário helvético. Pogacar fecha assim o capítulo suíço com chave de ouro e, a menos de duas semanas do início do Tour de França, apresenta-se em estado de forma quase irretocável.

 

O Col de la Croix, palco de desgaste e seleção

 

A etapa decisiva teve um protagonista geográfico: o temido Col de la Croix. Com 19,1 km a 7% de inclinação média, a subida repetida quatro vezes moldou o enredo do dia. Logo na primeira passagem, um grupo de 11 ciclistas conseguiu escapar, obrigando a UAE a assumir o peso da perseguição sob um calor sufocante que levou vários atletas ao abandono.

Na terceira ascensão, a equipa emirados decidiu apertar o cerco. Politt assumiu a dianteira do grupo dos favoritos e impôs um ritmo que eliminou nomes como Van der Poel e Eulálio. A corrida começava a ganhar contornos de batalha tática.

 

A ofensiva final: Pogacar faz o que Pogacar sabe

 

A Decathlon AG2R La Mondiale tentou aproveitar o desgaste dos rivais e acelerou forte após o trabalho de Politt, reduzindo o pelotão a um punhado de sobreviventes. Mas, assim que a estrada voltou a subir, a UAE retomou o comando e preparou o terreno para o golpe final.

Sem esperar por grandes elaborações estratégicas, Pogacar lançou o ataque. Carapaz foi o único capaz de responder ainda que à distância, mas a diferença de potência era evidente. O esloveno subiu como se estivesse em treino, ultrapassando fugitivos um a um até chegar isolado a Villars-sur-Ollon.

 

Uma vitória com peso simbólico

 

Vestido de amarelo, Pogacar cruzou a meta para celebrar a 121ª vitória da carreira. Mais do que um triunfo, foi uma declaração: o líder da UAE chega ao Tour com a lição feita, confiança em alta e uma forma física que assusta adversários.

Barcelona, que receberá o Grand Départ dentro de poucos dias, já sabe o que a espera: um Pogacar afiado, ambicioso e pronto para transformar a próxima Grande Volta em mais um capítulo lendário da sua trajetória.

“Paula Blasi domina a Volta à Catalunha e reforça candidatura ao Tour de França”


Por: José Morais

A catalã Paula Blasi vive um momento que poucos ciclistas alcançam na carreira. Depois de uma atuação irrepreensível em La Molina, a líder da UAE Team ADQ confirmou sem sobressaltos a vitória geral na Volta à Catalunha Feminina, ampliando um currículo que já a coloca entre as figuras mais temidas do pelotão internacional.

A presença de Blasi no Tour de França deste verão parece mais do que provável quase inevitável. A equipa ainda não oficializou a convocação, mas dentro do pelotão ninguém imagina um Tour sem a vencedora da Amstel Gold Race, da Vuelta a España, do Tour dos Pirenéus e, agora, da Volta à Catalunha. De Cauberg ao Angliru, passando pelo Tourmalet e por La Molina, Blasi coleciona triunfos em montanhas que moldam campeãs.

A conquista na Catalunha teve sabor especial: foi a sua primeira vitória numa grande volta disputada em casa. Depois de desmontar a concorrência no Coll de la Creueta, bastou-lhe controlar os 111 quilómetros entre Mataró e Barcelona para selar o título e alcançar a sétima vitória da temporada.

 

Ostiz brilha, mas Vos leva a etapa final

 

Se Blasi monopolizou os holofotes na classificação geral, o último dia também ofereceu espaço para outra protagonista: Paula Ostiz. A ciclista da Movistar lançou-se numa fuga ambiciosa logo no início, acompanhada por Natalie Revelo, Oda Aune Gissinger e Isabella Bertold. O grupo trabalhou de forma exemplar e Ostiz resistiu até aos quilómetros finais, quando apenas Gissinger ainda a acompanhava.

A aventura terminou a quatro quilómetros da meta, quando as equipas dos sprinters assumiram o comando e neutralizaram a fuga. No sprint final, Marianne Vos a eterna referência do ciclismo feminino impôs a sua classe e garantiu a segunda vitória da Visma na edição de 2026.

 

O que esperar agora?

 

Com a Catalunha riscada da lista, Blasi entra definitivamente no radar como uma das grandes favoritas à camisola amarela em agosto. A consistência, a força nas montanhas e a frieza tática fazem dela um nome incontornável na discussão pelo Tour.

“Marlen Reusser domina a montanha e conquista triunfo histórico no Tour de Suíça Feminino”


Por: José Morais

A suíça Marlen Reusser escreveu mais um capítulo marcante na sua carreira ao vencer, com autoridade, a etapa rainha do Tour de Suíça Feminino, garantindo também o triunfo final na classificação geral. A ciclista da Movistar brilhou diante do seu público em Villars-sur-Ollon, num dia em que o calor extremo e o desgaste acumulado fizeram várias vítimas no pelotão incluindo a favorita Elisa Longo Borghini, que viveu um autêntico pesadelo.

 

Uma etapa rainha digna do nome

 

O percurso de 100,4 km incluía duas passagens pelo exigente Col de la Croix (19,1 km a 7%), que rapidamente separaram as mais fortes do restante grupo. Mas foi na subida final, com 11 km de inclinação constante, que a corrida se decidiu de forma definitiva.

Reusser, de 34 anos, lançou o ataque decisivo a cerca de 6 km da meta. Sem resposta possível por parte das rivais, abriu caminho para cruzar a linha isolada, com o tempo de 3h07m20s e média de 32,3 km/h uma demonstração de força que arrancou aplausos da multidão suíça.

 

Kerbaol e Niewiadoma completam o pódio


Atrás da campeã, Cédrine Kerbaol (EF Education) e Kasia Niewiadoma (Canyon) lutaram entre si pelo pódio, terminando ambas a sete segundos da vencedora. As posições acabaram por refletir exatamente o pódio final da prova.

 

O colapso inesperado de Longo Borghini

 

Se o dia foi de festa para Reusser, para Elisa Longo Borghini foi o oposto. A italiana, apontada como principal rival da suíça, não resistiu ao calor e ao ritmo imposto na montanha, chegando mais de 10 minutos depois da vencedora um dos maiores colapsos da sua carreira recente.

 

Um hat-trick para a história

 

Com esta vitória, Reusser conquista o seu terceiro título no Tour de Suíça Feminino, reforçando o estatuto de ícone do ciclismo suíço. Campeã mundial de contrarrelógio e tetracampeã europeia, ela deixa claro que chega ao Tour de France com ambições máximas.

“Tragédia na Estrada: Jovem Ciclista Italiana de 14 Anos Morre em Violento Choque Frontal”


O ciclismo italiano volta a enfrentar um golpe devastador, a morte de Adele Cobelli, atleta de apenas 14 anos, considerada uma das grandes promessas do desporto juvenil no Trentino. A jovem perdeu a vida após um embate frontal com um automóvel numa estrada local, um episódio que reacende o debate sobre a segurança dos ciclistas e expõe, mais uma vez, a fragilidade das vidas que se movem sobre duas rodas.

 

Um acidente que abalou a comunidade desportiva

 

Adele, que completaria 15 anos em dezembro, integrava a equipa Team Bike Movement Trentino Erbe e era vista como um talento em ascensão. Morava em Lavis, onde a sua família gere uma conhecida exploração agrícola na zona de Masi di Pressano.

O acidente ocorreu durante uma descida habitual para os ciclistas da região. Ao contornar uma curva estreita conhecida entre os moradores como Estacionamento Pressano Adele acabou por colidir frontalmente com um carro conduzido por um jovem local que seguia na direção oposta.

 

Impacto brutal e morte imediata

 

A violência do choque projetou a ciclista contra um muro que separa a estrada de um terreno agrícola. As equipas de emergência chegaram rapidamente, mas nada puderam fazer: os ferimentos eram incompatíveis com a vida, e o óbito foi declarado no local.

O episódio soma-se às recentes perdas de Matteo Lorenzi e Sara Piffer, jovens ciclistas também vítimas de acidentes rodoviários na mesma região, deixando o movimento desportivo trentino mergulhado em consternação.

“Tomás Mateus no pódio da Geral e Guilherme Santos em destaque na Vuelta al Besaya”


Tomás Mateus (ElectroMercantil GR-100) e Guilherme Santos (Blackjack | Bairrada) continuam em evidência na 40.ª edição da Vuelta Ciclista al Besaya, uma das principais provas espanholas do calendário Sub-19.

Tomás Mateus terminou a terceira etapa na sexta posição, a 25 segundos do vencedor, Simon Defrance (Soudal Quick-Step U19), e subiu ao terceiro lugar da Classificação Geral, a apenas 35 segundos do líder, que passou a ser o vencedor da tirada deste sábado.

Guilherme Santos, que ontem venceu a segunda etapa, foi 37.º na tirada deste sábado, a 4m37s do vencedor, e ocupa agora o 16.º lugar da Geral, a 4m27s. O corredor da Blackjack | Bairrada é ainda terceiro na Classificação da Regularidade, com 35 pontos.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Miguel Pereira é Campeão Nacional de Contrarrelógio em Elites Amadores”


Fotos: João Calado / FPC

Miguel Pereira conquistou este sábado o título nacional de contrarrelógio individual na categoria de Elites Amadores, ao vencer a prova disputada no Bombarral, no arranque dos Campeonatos Nacionais de Masters.

O corredor da Vulcal - Centro Ciclista do Centro completou o percurso em 23m06s, superando por escassa margem Tiago Galhano (Team Danado & Peçamodovar / AMCP C. Verde) e Bruno Rosa (Casa Benfica Almodôvar), que ficaram a 4 e 13 segundos do Campeão Nacional, respetivamente, numa das classificações mais equilibradas do dia.

Os Campeonatos Nacionais de Masters arrancaram, assim, com a realização do contrarrelógio individual, num percurso exigente de 16,8 quilómetros e que consagrou os especialistas em todas as categorias.

Na categoria de Master 30, Rúben Pais (Escola de Ciclismo de Oeiras / Parracho / MR. Print / Reconco) venceu com 22m41s, registando um dos melhores tempos do dia. O vice-campeão foi Diogo Pereira (Bússola BTT / Peixovar), a 53 segundos e o bronze foi para Renato Macedo (Clube Desportivo Pataiense), a 57 segundos.


Quanto aos Master 35, o título de Campeão Nacional de Contrarrelógio nesta categoria foi conquistado por Fábio Abreu (C.E. Gonçalves / Reconco / Azeitonense), com o tempo de 23m22s.

Já em Master 40, Hélder Loureiro (Grupo Parapedra - MAF - Riomagic / CRP) destacou-se, ao vencer com o melhor registo absoluto entre todas as categorias: cumpriu em 21m32s os 16,8 quilómetros do percurso.

Na categoria de Master 45, Martinho Saragoça (Clube de Ciclismo de Castelo Branco) arrecadou o título de Campeão Nacional com 22m55s. Em Master 50, Vítor Mota (Penacova | Firstbike | Reconco | Racspirit) foi o mais forte, com o tempo de 22m39s.

A categoria de Master 55 foi ganha por Alberto Amaral (Academia de Ciclismo do Alto Minho - Sport Clube Vianense), com o tempo de 23m43s e que lhe trouxe o título de Campeão Nacional.

Em Master 60, Vítor Lourenço (Viveiros Vítor Lourenço / Sintra C. Ciclismo) vestiu a Camisola de Campeão Nacional, após concluir a prova com 25m37s. Na categoria de Master 65, Joaquim Pinto (Silva & Vinha / ADRAP / Sentir Penafiel) foi o mais rápido, com 26m37s. Por fim, em Master +70, Manuel Domingos (Team Danado & Peçamodovar / AMCP C. Verde) conquistou o título, com 30m02s.

A competição prossegue este domingo, para atribuir os títulos nacionais de Masters na prova de fundo, um circuito com partida (10h30) e chegada em Torres Vedras, junto à estátua de Joaquim Agostinho. Os Masters 60, 65 e +70 serão os primeiros a terminar, após concluírem os 70 quilómetros do percurso (12h25). Seguem-se os Masters 50 e 55, que cumprem 87 quilómetros, depois os Masters 40 e 45 enfrentam 121 quilómetros, e para terminar, os Masters 30 e 35 terão 138 quilómetros, quatro voltas (14h12).

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

Ficha Técnica

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