domingo, 22 de março de 2026

“Enea Sambinello brilha no Troféu Internacional da Arrábida”


Fotos: Rodrigo Rodrigues / FPC

Enea Sambinello (UAE Team Emirates Gen-Z) venceu, este domingo, a edição de 2026 do Troféu Internacional da Arrábida. O jovem italiano foi o mais forte na subida para o Castelo de Sesimbra, destacando-se no grupo reduzido que atacou na última contagem de montanha.

Daan Dijkman confirmou o domínio da UAE Team Emirates Gen-Z, terminando na segunda posição, a seis segundos do colega de equipa. Tiago Antunes (Efapel Cycling) fechou o pódio, a nove segundos, tendo sido o melhor português em prova.

A tirada de 153,9 quilómetros partiu do Largo de São João, em Palmela, ruma a Sesimbra às 12h e teve um início calmo, com poucas tentativas de fuga nos primeiros quilómetros. As movimentações começaram ao fim de 20 quilómetros, com Afonso Lopes (Feira dos Sofás-Boavista), Daniel Dias (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua) e Iván Belmonte (Cortizo) a destacarem-se do pelotão.

Rui Silva (Porminho Sub‑23), Rúben Rodrigues (Feira dos Sofás-Boavista), Mikel Uncilla (Caja Rural-Alea) e Niels Tenniglo (Earth Consulters/Maia/Frutas Monte Cristo) seguiram o exemplo do trio, que chegou a ter mais de quatro minutos de vantagem sobre o pelotão. A junção deu-se ao fim de 40 quilómetros, mas o grupo de sete fugitivos viu a diferença a diminuir com o aproximar da maior dificuldade do dia


Foi na aproximação à contagem de montanha da Serra da Arrábida que o grupo foi alcançado, ainda que Mikel Uncilla tenha aguentado mesmo té ao topo na frente.

A verdadeira movimentação decisiva, porém, aconteceu na última subida pontuável do dia, com Daan Dijkman e Enea Sambinello (UAE Team Emirates Gen‑Z), Nicolás Tivani (Aviludo-Louletano-Loulé), Adrian Bustamante (GI Group Holding-Simoldes-UDO), Tiago Antunes (Efapel Cycling) e Afonso Silva (Team Tavira/Crédito Agrícola) a escaparem.

O grupo ficaria reduzido após uma queda que afetou Bustamante e Afonso Silva, mas o vencedor seria mesmo um dos nomes do ataque final. Mais precisamente Enea Sambinello, seguido do colega Daan Dijkman e do português Tiago Antunes, por esta ordem.

Nas restantes classificações, nota para Mikel Uncilla (Caja Rural - Alea), que venceu a montanha depois de ter integrado a fuga do dia, e de novo para Enea Sambinello, que também festejou na juventude. A UAE Team Emirates Gen-Z, que já tinha festejada na Arrábida em 2025 com Luca Giaimi, venceu a classificação por equipas.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Flávio Pacheco supera condições extremas e alcança mais um sétimo lugar na primeira Taça do Mundo de Paraciclismo”


Flávio Pacheco alcançou o sétimo lugar na prova de fundo da primeira Taça do Mundo de Paraciclismo, que terminou hoje em Chiang Mai, na Tailândia. A corrida ficou marcada por condições extremamente adversas, sobretudo devido ao calor intenso que se fez sentir, com temperaturas a atingir os 39 graus. Ainda assim, o paraciclista português voltou a demonstrar grande serenidade e capacidade de superação perante todas as dificuldades.

Flávio Pacheco competiu na categoria H4 e concluiu a prova de fundo com o tempo de 01h41m47s, alcançando um brilhante sétimo lugar entre alguns dos melhores paraciclistas do mundo. Repetiu, assim, o resultado já obtido na prova de contrarrelógio. O suíço Fabian Recher foi o vencedor, terminando em 01h24m16s, o austríaco Thomas Fruhwirth foi o segundo classificado e o americano Travis Gaertner ficou em terceiro lugar.

Inicialmente prevista para sete voltas, a corrida acabou por ser reduzida pela organização para seis, numa decisão de última hora motivada por razões de segurança face às elevadas temperaturas. No total, os atletas percorreram cerca de 50 quilómetros.

Apesar das condições exigentes, Flávio Pacheco cumpriu com distinção o objetivo traçado para esta competição. O selecionador nacional, Telmo Pinão, tinha definido como meta a obtenção de, pelo menos, um oitavo lugar em cada uma das corridas, objetivo que foi superado.

No final, Telmo Pinão destacou a prestação do atleta, referindo que Flávio Pacheco “voltou a demonstrar as suas capacidades físicas atuais, bem como uma abordagem à corrida completamente diferente, especialmente na fase inicial. Conseguiu posicionar-se bem e manteve-se sempre atento e persistente até cortar a meta. Continuamos com bons indicadores para as próximas competições que se avizinham”.

Refira-se que esta foi a primeira Taça do Mundo UCI de três que se realizam este ano. A primeira jornada terminou hoje na Tailândia, após o contrarrelógio de sexta-feira passada e a prova de fundo deste domingo, onde os resultados alcançados por Flávio Pacheco são muito importantes para o ranking das nações e pela luta, atá ao fim deste ano, pela primeira vaga para os Jogos Paralímpicos LA 28.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua compete em duas provas UCI este fim de semana, em Portugal e em Espanha”


Pela primeira vez na sua história, a Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua volta a dividir esforços além-fronteiras, alinhando simultaneamente em duas provas UCI no mesmo dia: o Troféu Internacional da Arrábida, em território nacional, e o Gran Premio Primavera de Ontur, em Espanha, já este domingo, 22 de março. Um marco histórico que demonstra a ambição e a capacidade organizativa da formação beirã.

Para o Troféu Internacional da Arrábida, a formação de Mortágua apresenta o seguinte alinhamento: Daniel Dias, Bruno Silva, Francisco Alves, Gonçalo Carvalho, Simão Lucas e Diego Lopez. A corrida regressa às estradas de Palmela e de todo o território da Arrábida, com partida marcada para as 12h00 no Largo de São João, em Palmela, e chegada prevista para as 15h40, junto ao Castelo de Sesimbra.

Ao longo de 153,9 quilómetros, o pelotão atravessa a planície vinhateira em direção a Pontes e Pinhal Novo, regressa depois a Palmela, onde surge o primeiro Prémio de Montanha no Alto de São Paulo (km 53,9), segue para Vale de Rasca e enfrenta a grande subida da Serra da Arrábida, local do segundo Prémio de Montanha (km 86,0), antes de entrar no circuito final em Sesimbra, com passagens por Fornos, Caixas e Aiana. A curta mas exigente rampa da Assenta (km 138,9), com 500 metros a 12%, marca o último Prémio de Montanha do dia e poderá ser decisiva antes da meta em Sesimbra.

Em Espanha, a Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua estará presente no Gran Premio Primavera Ontur – Diputación de Albacete com César Martingil, Rafael Barbas, João Matias, Ángel Sanchez, Lois de Jesus e Francisco Morais. Na sua 72.ª edição, a prova integra pela primeira vez o calendário internacional da UCI, em categoria Men Elite 1.2, no âmbito da Challenge Futura. Serão cerca de 168 quilómetros, com partida às 9h30, ligando Ontur a várias localidades da região, como Fuente-Álamo, Montealegre del Castillo, Pétrola, Corral Rubio, Albatana e Tobarra. Uma das grandes novidades desta edição é a inclusão de oito setores de sterrato, totalizando cerca de 34 quilómetros em caminhos de terra, que, combinados com o vento e as condições meteorológicas, prometem uma corrida mais dura, seletiva e ao estilo das grandes clássicas europeias.

Com dois blocos competitivos equilibrados, a Tavfer - Ovos Matinados -  Mortágua entra no fim de semana com ambição de ser protagonista nas duas frentes, mostrar a sua identidade combativa e continuar a somar experiência e resultados em provas de elevado nível.

Fonte: Equipa Ciclismo Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua

“Daniela Campos volta a vencer e reforça liderança da Taça de Portugal Feminina”


Fotos: Fábio Mestrinho / FPC

A segunda etapa da Taça de Portugal Feminina de Estrada 2026 disputou- se este domingo em Portimão. A grande figura do dia voltou a ser Daniela Campos, que repetiu o triunfo alcançado ontem, desta vez isolada, consolidando assim a sua posição como líder da Taça na categoria Elite.

A algarvia, natural de Boliqueime, já tinha sido a mais forte na véspera, ao sprint, mas desta vez conseguiu vantagem suficiente na fase decisiva para chegar destacada, cortando a meta em 02h33m53s, num percurso com partida na zona ribeirinha de Portimão e chegada em Mexilhoeira Grande, que totalizou 93,2 quilómetros para as categorias Elite e Sub23.

Atrás de Daniela Campos, Ana Caramelo (Matos Mobility-Flexaco-IHS) voltou a ser a adversária mais direta, terminando a nove segundos da vencedora, reforçando também o segundo lugar no ranking geral. O pódio do dia ficou completo com Celina Carpinteiro (CDASJ / Cyclin’Team / Município de Albufeira), que terminou a 05m32s de diferença.



Nas Sub23 a corrida foi novamente dominada por Marta Carvalho (Cantabria Deporte / Rio Miera), que somou a segunda vitória consecutiva ao vencer um duelo com Carolina Galaviz (Maiatos Cycling Team), ambas registando 02h35m17s. Logo atrás, Daniela Simão (Matos Mobility- Flexaco-IHS) fechou o pódio, a sete segundos. Tal como nas Elites, Marta

Carvalho reforça, assim, a liderança da Taça, acumulando já 100 pontos, fruto de duas vitórias nestas duas etapas do fim de semana.

Quanto às Sub19 a história foi diferente. Assistiuse a uma mudança de liderança com a vitória de hoje de Eva Emídio (Atum General / Tavira / Madre Fruta), que se impôs ao concluir em 02h05m50s, com 02m59 de vantagem sobre Mariana Resende (Penacova / Race Spirit Cycling Team) e 03m03s de Bruna Carmo, sua colega de equipa. Com esta vitória, Eva Emídio ascende ao topo do ranking, somando agora 75 pontos, ultrapassando Ana Bueno (Maiatos Cycling Team), vencedora da primeira etapa, mas oitava classificada hoje em Portimão.

Entre as Sub17, o domínio pertenceu mais uma vez a Lara Lourenço (Penacova / Race Spirit Cycling Team), que voltou a vencer, desta vez com o tempo de 01h38m07s, repetindo o triunfo alcançado em Albufeira. Ao seu lado cortou a meta Lúcia Martins (CDASJ / Cyclin’Team / Município de Albufeira), enquanto Carolina Bernardo (Cantanhede Cycling / VESAM) foi terceira. Lara segue destacada no ranking, somando agora 100 pontos.


Nas categorias de Masters repetiram-se vários dos resultados do dia anterior. Em Master 30, Patrícia Rosa (Atum General / Tavira / Madre Fruta) voltou a impor-se, igualando a vitória conquistada em Albufeira.

Em Master 40, a vitória pertenceu a Ângela Gonçalves (Korpo Activo / Penacova), à frente de Ana Neves (Bike & Nutrition Shop) e Sónia Rodrigues (Atum General / Tavira / Madre Fruta), que havia vencido na véspera. Com este resultado, Ângela sobe à liderança da Taça, acumulando 85 pontos

Em Master 50, Sylvia Read (CDASJ / Cyclin’Team / Município de Albufeira) foi a mais rápida, terminando em 01h38m37s, enquanto Marisa Costa (Korpo Activo / Penacova) concluiu o percurso 02m37s depois. Ambas seguem igualadas no topo do ranking, com 85 pontos cada. Já em Master 60, a hegemonia de Leontina Palhas (Team Vertentability / JDC) permanece intacta.

No balanço coletivo, a etapa foi vencida pela Matos Mobility-Flexaco-IHS, seguida pela formação da casa, CDASJ / Cyclin’Team / Município de Albufeira e pela Penacova / Race Spirit Cycling Team. No ranking geral, as equipas Matos Mobility e Penacova permanecem empatadas no topo, cada uma com 40 pontos, ao fim das duas etapas disputadas.

A Taça de Portugal Feminina de Estrada segue agora para a terceira prova, agendada para o dia 19 de abril, em Grândola.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Vi-o no chão quando caímos… a próxima vez que o vi foi na meta” - Wout van Aert estupefacto com a reviravolta de Tadej Pogacar na Milan-Sanremo”


Por: Miguel Marques

Em parceria com: https://ciclismoatual.com

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A Milan-Sanremo de Wout van Aert terminou com um lugar no pódio, mas a sua corrida foi moldada pelo mesmo momento que definiu todo o Monumento: a queda a alta velocidade na aproximação à Cipressa.

 

O belga esteve entre os vários corredores envolvidos no incidente, tal como o vencedor final, Tadej Pogacar. Numa corrida em que o tempo é tudo, a queda empurrou Van Aert para uma missão imediata de contenção de danos, a perseguir em vez de moldar a fase decisiva.

Apesar do contratempo, conseguiu regressar à luta e garantir um lugar no top 3.

Ainda assim, foi o que aconteceu a seguir que deixou a impressão mais forte. “Vi-o ao meu lado no chão quando caímos e, da próxima vez que o vi, foi na meta”, disse Van Aert em conversa com a Cycling Pro Net.

 

Queda transforma a corrida de Van Aert numa missão de recuperação

 

O incidente perturbou não só o ritmo da corrida, mas também as ambições de Van Aert.

Em vez de estar em posição de responder aos ataques-chave na Cipressa e no Poggio, foi forçado a depender da equipa para o recolocar na corrida. “No final, senti que estive sempre a correr em desvantagem”, explicou. “Só nos últimos dois ou três quilómetros percebi que ainda estávamos a disputar o pódio”.

Essa mudança de mentalidade evidenciou o quanto a queda alterou a sua corrida. De candidato à vitória, Van Aert passou a focar-se em salvar o melhor resultado possível. “As circunstâncias são as que são e, ainda assim, chegámos ao máximo possível. Estou satisfeito com isso”.

 

Pódio sabe a prémio após final caótico

 

Mesmo com essa perspetiva, o resultado exigiu um esforço considerável.

Depois de perder terreno e gastar energia preciosa na perseguição, Van Aert ainda tinha o suficiente para discutir o pódio a partir do grupo reduzido atrás dos líderes. “Nunca sabe a vitória quando terminas em terceiro”, clarificou. “Mas foi muito infeliz. Primeiro, a queda, e depois ainda demorou bastante até eu conseguir continuar com uma nova bicicleta”.

Esse atraso foi caro numa corrida em que segundos decidem tudo. “A equipa fez um grande trabalho ao ficar comigo e trazer-me de volta. A única coisa que podia fazer era tentar lutar pelo melhor resultado possível”.

 

Recuperação de Pogacar deixa rivais sem respostas

 

Enquanto Van Aert lutava para regressar, Pogacar reescrevia a corrida na frente.

Depois de também ir ao chão na mesma queda, o esloveno conseguiu regressar ao pelotão, atacar na Cipressa e no Poggio e, no fim, vencer num photo finish perante Tom Pidcock.

Para Van Aert, a escala dessa recuperação foi difícil de processar em tempo real. “Não faço ideia do que ele fez pelo meio, mas deve ter sido impressionante”, afirmou. “Foi uma queda bastante dura e o facto de ainda assim ter conseguido chegar à frente daquela forma é forte”.

O contraste entre as suas corridas evidenciou o quão decisivo foi esse momento. Ambos foram ao chão, mas só um conseguiu transformar o revés em vitória.

 

Há sinais positivos apesar da oportunidade perdida

 

Apesar das circunstâncias, Van Aert conseguiu retirar motivação da sua exibição. “Acho que a confiança já era boa à entrada desta corrida”, disse. “Levo muitos pontos positivos da minha performance, e é bom que as próximas corridas cheguem em breve”.

A Milan-Sanremo pode não ter trazido o resultado que ambicionava, mas a sua prestação mostrou que a condição está onde precisa de estar para o resto da primavera. Ainda assim, a imagem que define a sua corrida continua a ser aquele momento antes da Cipressa.

De estar deitado ao lado de Pogacar após a queda a vê-lo no lugar mais alto do pódio, Van Aert viveu os dois lados de um Monumento que pode virar num instante.

“Resultados GP Jean-Pierre Monséré 2026 - Dylan Groenewegen vence ao sprint após neutralização tardia da fuga”


Por: Letícia Martins

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Dylan Groenewegen, da Unibet Rose Rockets, somou mais um triunfo esta época, de grande prestígio, ao vencer o GP Jean-Pierre Monseré, impondo-se a um pelotão World Tour repleto de sprinters.

A corrida foi plana e incluiu um circuito com alguns setores de paralelepípedos, pouco seletivos, mas suficientes para tornar a prova tática. Sente Sentjens e Kamil Malecki atacaram a 39 quilómetros da meta, movimento forte que abriu uma vantagem sólida sobre o pelotão e lhes deu margem à entrada do último troço empedrado.

No setor final sucederam-se os ataques e a Jayco marcou presença em força, com Dries De Bondt e Pascal Ackermann na ofensiva, juntando-se-lhes Stan Van Tricht (Quick-Step), Simon Dehairs (Alpecin) e Zak Erzen (Bahrain). O grupo chegou aos dois da frente, o que levou várias equipas a deixarem de trabalhar atrás.

Nos últimos 3 quilómetros, Iuri Leitão tentou, sem sucesso, fazer a ponte em solitário. O grupo dianteiro levava apenas alguns segundos de avanço à entrada do sprint, pressão que levou Pascal Ackermann a lançar primeiro a sua aceleração. O movimento serviu de rampa aos rivais e, ao mesmo tempo, a Unibet Rose Rockets apresentou um lançamento perfeito desde trás, com Dylan Groenewegen a disparar entre os últimos lugares para assinar uma vitória soberba, alcançando e ultrapassando os escapados nos derradeiros metros.

Ficha Técnica

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