Flávio Pacheco alcançou o sétimo lugar na prova de fundo da primeira Taça do Mundo de Paraciclismo, que terminou hoje em Chiang Mai, na Tailândia. A corrida ficou marcada por condições extremamente adversas, sobretudo devido ao calor intenso que se fez sentir, com temperaturas a atingir os 39 graus. Ainda assim, o paraciclista português voltou a demonstrar grande serenidade e capacidade de superação perante todas as dificuldades.
Flávio Pacheco competiu na
categoria H4 e concluiu a prova de fundo com o tempo de 01h41m47s, alcançando
um brilhante sétimo lugar entre alguns dos melhores paraciclistas do mundo.
Repetiu, assim, o resultado já obtido na prova de contrarrelógio. O suíço
Fabian Recher foi o vencedor, terminando em 01h24m16s, o austríaco Thomas
Fruhwirth foi o segundo classificado e o americano Travis Gaertner ficou em
terceiro lugar.
Inicialmente prevista para
sete voltas, a corrida acabou por ser reduzida pela organização para seis, numa
decisão de última hora motivada por razões de segurança face às elevadas
temperaturas. No total, os atletas percorreram cerca de 50 quilómetros.
Apesar das condições
exigentes, Flávio Pacheco cumpriu com distinção o objetivo traçado para esta
competição. O selecionador nacional, Telmo Pinão, tinha definido como meta a
obtenção de, pelo menos, um oitavo lugar em cada uma das corridas, objetivo que
foi superado.
No final, Telmo Pinão destacou
a prestação do atleta, referindo que Flávio Pacheco “voltou a demonstrar as
suas capacidades físicas atuais, bem como uma abordagem à corrida completamente
diferente, especialmente na fase inicial. Conseguiu posicionar-se bem e
manteve-se sempre atento e persistente até cortar a meta. Continuamos com bons
indicadores para as próximas competições que se avizinham”.
Refira-se que esta foi a
primeira Taça do Mundo UCI de três que se realizam este ano. A primeira jornada
terminou hoje na Tailândia, após o contrarrelógio de sexta-feira passada e a
prova de fundo deste domingo, onde os resultados alcançados por Flávio Pacheco
são muito importantes para o ranking das nações e pela luta, atá ao fim deste
ano, pela primeira vaga para os Jogos Paralímpicos LA 28.
Fonte: Federação Portuguesa
Ciclismo

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