domingo, 21 de junho de 2026

“Escândalo no Tour da Suíça: Van der Poel “paga caro” por despir-se em direto”


Por: José Morais

Mathieu van der Poel protagonizou um dos momentos mais comentados do Tour da Suíça e não foi apenas pelo contrarrelógio brilhante que quase lhe deu a vitória. O holandês, exausto e sufocado pelo calor extremo, acabou por ser sancionado pela UCI depois de se despir parcialmente enquanto recuperava na tradicional “cadeira quente”.

 

Um contrarrelógio monstruoso… e decidido por quatro centésimos

 

Van der Poel assinou o melhor contrarrelógio da sua carreira, completando os 23,7 km em 26:28, a impressionantes 53,3 km/h de média.

Só Tadej Pogacar num duelo digno de titãs conseguiu superá-lo por 0,04 segundos, uma diferença microscópica que incendiou o ambiente na meta.

 

O momento polémico: calor sufocante, fato pela cintura e câmaras em direto

 

Exausto, ofegante e à procura de ar, Van der Poel sentou-se na “cadeira quente” para acompanhar os restantes adversários.

Com o calor a apertar, decidiu baixar as mangas e o topo do fato de contrarrelógio até à cintura, ficando de tronco nu diante das câmaras.

O gesto, natural para muitos, tornou-se rapidamente viral nas redes sociais, gerando memes, comentários e debates sobre o calor extremo que marcou a etapa.

 

A UCI não perdoou: 500 francos por “comportamento inadequado”

 

Os comissários da UCI, atentos ao detalhe, aplicaram uma multa de 500 francos suíços (cerca de 520 euros), citando o Artigo 2.12.007, que penaliza:

“Comportamento inadequado, incluindo despir-se em público”

“Ataque à imagem do desporto”

A decisão gerou indignação entre adeptos, que acusam a UCI de rigidez absurda num dia marcado por temperaturas sufocantes.

 

Redes sociais ao rubro: árbitros criticados, organização na mira

 

A polémica não ficou pela multa. Nas redes sociais, multiplicaram-se críticas:

à falta de sensibilidade dos comissários perante o calor extremo

à ausência de climatização na zona da “cadeira quente”

ao excesso de zelo num momento claramente motivado por desconforto físico

Para muitos, a UCI voltou a mostrar que aplica o regulamento com frieza suíça, mesmo quando o bom senso sugeriria outra abordagem.

 

Síntese

 

Van der Poel brilhou na estrada, quase venceu Pogacar…, mas acabou por ser notícia pelo tronco nu e pela multa que incendiou o debate sobre o regulamento e o bom senso no ciclismo moderno.

“Jasper Philipsen vira o jogo nos metros finais e arranca triunfo épico no Tour da Bélgica”


Jasper Philipsen assinou uma reviravolta de manual na última etapa do Tour da Bélgica, conquistando não só o sprint decisivo em Hoeilaart como também a classificação geral, frustrando o sonho de glória do espanhol Alex Aranburu.

O belga da Alpecin-Deceuninck, de 28 anos, entrou na quinta etapa a apenas dois segundos do líder e sabia que só um final perfeito lhe abriria caminho para o título. E foi exatamente isso que entregou. Num sprint explosivo após 183,5 km entre Gingelom e Hoeilaart, Philipsen impôs a sua potência habitual e cruzou a meta em 4h08m31s, superando Jenno Berckmoes e Max Kanter.

 

Um desfecho digno de thriller

 

A etapa final parecia escrita para um sprint massivo, mas o enredo ganhou tensão extra com ataques sucessivos e um pelotão em permanente turbulência.

Uma fuga de sete corredores animou a primeira metade do percurso, mas nunca ameaçou os favoritos. A 43 km do fim, o pelotão já estava compacto, embora longe de estar calmo.

O ritmo acelerou, ataques surgiram de todos os lados e até nomes fortes como Tim Merlier ficaram para trás. O norueguês Jonas Abrahamsen tentou incendiar a corrida com investidas repetidas, enquanto veteranos como Dylan van Baarle tentavam surpreender com movimentos tardios.

 

O momento decisivo

 

A 500 metros da meta, Abrahamsen ainda tentou um último golpe, mas foi neutralizado.

Sem “comboios” organizados e com o caos instalado, Philipsen encontrou espaço no lado esquerdo da estrada e lançou um sprint irresistível.

Graças aos segundos de bonificação, o belga garantiu também a vitória na geral, deixando Aranburu que não conseguiu posicionarse para disputar o sprint com a sensação amarga de ter deixado escapar o triunfo por detalhes.

 

O que este triunfo significa

 

Jasper Philipsen reforça o estatuto de um dos sprinters mais dominantes da atualidade.

Ganha confiança extra antes do Tour de França.

Aranburu confirma consistência, mas sai com a frustração de ter estado tão perto da vitória final.

“Tom Pidcock domina nas alturas de Andorra e frustra sonho de Carlos Verona na sua própria clássica”


Por: José Morais

A seguir está uma versão totalmente reescrita, com estrutura jornalística, linguagem mais fluida e narrativa mais envolvente. Mantive os factos essenciais, mas mudei completamente frases, ordem e construção textual.

 

Pidcock impõe autoridade no Coll de la Botella e impede triunfo histórico de Verona

 

Tom Pidcock assinou uma exibição de força na Andorra MoraBanc Clàssica, conquistando a segunda edição da prova depois de superar Carlos Verona e Sepp Kuss num final explosivo no Coll de la Botella. O britânico coroou um dia perfeito para a Q36.5 Pro Cycling, que controlou a corrida com precisão cirúrgica para entregar o seu líder no cenário ideal.

 

Verona quase faz história… mas Pidcock não perdoou

 

Carlos Verona, representante da Lidl-Trek e também um dos rostos da organização do evento, esteve a poucos metros de protagonizar a grande surpresa do dia. O espanhol resistiu até ao limite, atacou no momento certo e chegou a sonhar com a vitória na “sua” corrida, mas Pidcock respondeu com autoridade e fechou a porta a qualquer ousadia.

 

A corrida: fuga numerosa, ritmo infernal e seleções sucessivas

 

A prova começou com uma fuga alargada de quinze ciclistas, onde Jefferson Cepeda (EF Education–EasyPost) assumiu protagonismo. O grupo passou o Port d’Envalira com cerca de minuto e meio de vantagem, enquanto o pelotão mantinha a calma, consciente de que o terreno mais duro ainda estava por vir.

A Q36.5 acelerou no Coll d’Ordino, partindo a fuga em dois blocos. Cepeda, Joan Bou, Fougner e Faura chegaram a ter quase dois minutos, mas a descida voltou a juntar os fugitivos. Atrás, Visma-Lease a Bike e Lidl-Trek mantinham vigilância apertada.

No Coll de Pardines, o desgaste começou a fazer estragos. O setor de sterrato reduziu a fuga a apenas dois sobreviventes: Cepeda e Bou. No pelotão, nomes como Pidcock, Kuss e Derek_Gee mantinham-se sempre bem posicionados.

 

A subida decisiva: ataques, desgaste e um trio final

 

A 25 km da meta, Julien Bernard (Lidl-Trek) lançou o primeiro grande ataque, alcançou os fugitivos e seguiu sozinho. Entrou no Coll de la Botella com 50 segundos de vantagem, mas o ritmo imposto por Q36.5 e Visma-Lease a Bike reduziu rapidamente o espaço.

O grupo dos favoritos ficou reduzido a sete ciclistas. A perfuração de Derek Gee retirou um dos nomes fortes da luta. Resistiam Pidcock, Kuss, Harper, Tulett, Simon Carr e Verona.

 

O ataque de Kuss e o duelo final

 

A três quilómetros do fim, Sepp Kuss abriu hostilidades. Harper tentou responder, mas o norte-americano insistiu e levou consigo Pidcock e Verona. O trio isolou-se e preparou o desfecho.

Verona tentou surpreender com um arranque explosivo, mas Pidcock leu o movimento, respondeu de imediato e lançou o sprint final com potência suficiente para erguer os braços em Andorra. Kuss completou o pódio.

 

Classificação final (Top 10)

 

Tom Pidcock — 3:42:25

Carlos Verona — +0:02

Sepp Kuss — +0:10

Chris Harper — +0:11

Ben Tulett — +0:13

Simon Carr — +1:08

Jokin Murguialday — +1:08

Julien Bernard — +1:27

Ion Izagirre — +1:30

Toms Skujiņš — +1:35

“Tadej Pogacar domina a Suíça e envia aviso claro ao Tour de France”


Pogacar domina a Suíça e envia aviso claro ao Tour de França

 

Por: José Morais

Tadej Pogacar voltou a transformar a Suíça no seu palco particular. O esloveno da UAE Team Emirates encerrou a corrida com mais uma exibição de autoridade, garantindo não apenas a vitória na etapa decisiva, mas também a conquista da classificação geral do Tour da Suíça um território que, até esta temporada, permanecia inexpugnável para ele.

Durante anos, o país alpino resistiu ao talento do esloveno. Mas 2024 mudou tudo: cinco triunfos na Romandia, quatro no Tour da Suíça e domínio absoluto nas duas provas mais prestigiadas do calendário helvético. Pogacar fecha assim o capítulo suíço com chave de ouro e, a menos de duas semanas do início do Tour de França, apresenta-se em estado de forma quase irretocável.

 

O Col de la Croix, palco de desgaste e seleção

 

A etapa decisiva teve um protagonista geográfico: o temido Col de la Croix. Com 19,1 km a 7% de inclinação média, a subida repetida quatro vezes moldou o enredo do dia. Logo na primeira passagem, um grupo de 11 ciclistas conseguiu escapar, obrigando a UAE a assumir o peso da perseguição sob um calor sufocante que levou vários atletas ao abandono.

Na terceira ascensão, a equipa emirados decidiu apertar o cerco. Politt assumiu a dianteira do grupo dos favoritos e impôs um ritmo que eliminou nomes como Van der Poel e Eulálio. A corrida começava a ganhar contornos de batalha tática.

 

A ofensiva final: Pogacar faz o que Pogacar sabe

 

A Decathlon AG2R La Mondiale tentou aproveitar o desgaste dos rivais e acelerou forte após o trabalho de Politt, reduzindo o pelotão a um punhado de sobreviventes. Mas, assim que a estrada voltou a subir, a UAE retomou o comando e preparou o terreno para o golpe final.

Sem esperar por grandes elaborações estratégicas, Pogacar lançou o ataque. Carapaz foi o único capaz de responder ainda que à distância, mas a diferença de potência era evidente. O esloveno subiu como se estivesse em treino, ultrapassando fugitivos um a um até chegar isolado a Villars-sur-Ollon.

 

Uma vitória com peso simbólico

 

Vestido de amarelo, Pogacar cruzou a meta para celebrar a 121ª vitória da carreira. Mais do que um triunfo, foi uma declaração: o líder da UAE chega ao Tour com a lição feita, confiança em alta e uma forma física que assusta adversários.

Barcelona, que receberá o Grand Départ dentro de poucos dias, já sabe o que a espera: um Pogacar afiado, ambicioso e pronto para transformar a próxima Grande Volta em mais um capítulo lendário da sua trajetória.

“Paula Blasi domina a Volta à Catalunha e reforça candidatura ao Tour de França”


Por: José Morais

A catalã Paula Blasi vive um momento que poucos ciclistas alcançam na carreira. Depois de uma atuação irrepreensível em La Molina, a líder da UAE Team ADQ confirmou sem sobressaltos a vitória geral na Volta à Catalunha Feminina, ampliando um currículo que já a coloca entre as figuras mais temidas do pelotão internacional.

A presença de Blasi no Tour de França deste verão parece mais do que provável quase inevitável. A equipa ainda não oficializou a convocação, mas dentro do pelotão ninguém imagina um Tour sem a vencedora da Amstel Gold Race, da Vuelta a España, do Tour dos Pirenéus e, agora, da Volta à Catalunha. De Cauberg ao Angliru, passando pelo Tourmalet e por La Molina, Blasi coleciona triunfos em montanhas que moldam campeãs.

A conquista na Catalunha teve sabor especial: foi a sua primeira vitória numa grande volta disputada em casa. Depois de desmontar a concorrência no Coll de la Creueta, bastou-lhe controlar os 111 quilómetros entre Mataró e Barcelona para selar o título e alcançar a sétima vitória da temporada.

 

Ostiz brilha, mas Vos leva a etapa final

 

Se Blasi monopolizou os holofotes na classificação geral, o último dia também ofereceu espaço para outra protagonista: Paula Ostiz. A ciclista da Movistar lançou-se numa fuga ambiciosa logo no início, acompanhada por Natalie Revelo, Oda Aune Gissinger e Isabella Bertold. O grupo trabalhou de forma exemplar e Ostiz resistiu até aos quilómetros finais, quando apenas Gissinger ainda a acompanhava.

A aventura terminou a quatro quilómetros da meta, quando as equipas dos sprinters assumiram o comando e neutralizaram a fuga. No sprint final, Marianne Vos a eterna referência do ciclismo feminino impôs a sua classe e garantiu a segunda vitória da Visma na edição de 2026.

 

O que esperar agora?

 

Com a Catalunha riscada da lista, Blasi entra definitivamente no radar como uma das grandes favoritas à camisola amarela em agosto. A consistência, a força nas montanhas e a frieza tática fazem dela um nome incontornável na discussão pelo Tour.

“Marlen Reusser domina a montanha e conquista triunfo histórico no Tour de Suíça Feminino”


Por: José Morais

A suíça Marlen Reusser escreveu mais um capítulo marcante na sua carreira ao vencer, com autoridade, a etapa rainha do Tour de Suíça Feminino, garantindo também o triunfo final na classificação geral. A ciclista da Movistar brilhou diante do seu público em Villars-sur-Ollon, num dia em que o calor extremo e o desgaste acumulado fizeram várias vítimas no pelotão incluindo a favorita Elisa Longo Borghini, que viveu um autêntico pesadelo.

 

Uma etapa rainha digna do nome

 

O percurso de 100,4 km incluía duas passagens pelo exigente Col de la Croix (19,1 km a 7%), que rapidamente separaram as mais fortes do restante grupo. Mas foi na subida final, com 11 km de inclinação constante, que a corrida se decidiu de forma definitiva.

Reusser, de 34 anos, lançou o ataque decisivo a cerca de 6 km da meta. Sem resposta possível por parte das rivais, abriu caminho para cruzar a linha isolada, com o tempo de 3h07m20s e média de 32,3 km/h uma demonstração de força que arrancou aplausos da multidão suíça.

 

Kerbaol e Niewiadoma completam o pódio


Atrás da campeã, Cédrine Kerbaol (EF Education) e Kasia Niewiadoma (Canyon) lutaram entre si pelo pódio, terminando ambas a sete segundos da vencedora. As posições acabaram por refletir exatamente o pódio final da prova.

 

O colapso inesperado de Longo Borghini

 

Se o dia foi de festa para Reusser, para Elisa Longo Borghini foi o oposto. A italiana, apontada como principal rival da suíça, não resistiu ao calor e ao ritmo imposto na montanha, chegando mais de 10 minutos depois da vencedora um dos maiores colapsos da sua carreira recente.

 

Um hat-trick para a história

 

Com esta vitória, Reusser conquista o seu terceiro título no Tour de Suíça Feminino, reforçando o estatuto de ícone do ciclismo suíço. Campeã mundial de contrarrelógio e tetracampeã europeia, ela deixa claro que chega ao Tour de France com ambições máximas.

“Tragédia na Estrada: Jovem Ciclista Italiana de 14 Anos Morre em Violento Choque Frontal”


O ciclismo italiano volta a enfrentar um golpe devastador, a morte de Adele Cobelli, atleta de apenas 14 anos, considerada uma das grandes promessas do desporto juvenil no Trentino. A jovem perdeu a vida após um embate frontal com um automóvel numa estrada local, um episódio que reacende o debate sobre a segurança dos ciclistas e expõe, mais uma vez, a fragilidade das vidas que se movem sobre duas rodas.

 

Um acidente que abalou a comunidade desportiva

 

Adele, que completaria 15 anos em dezembro, integrava a equipa Team Bike Movement Trentino Erbe e era vista como um talento em ascensão. Morava em Lavis, onde a sua família gere uma conhecida exploração agrícola na zona de Masi di Pressano.

O acidente ocorreu durante uma descida habitual para os ciclistas da região. Ao contornar uma curva estreita conhecida entre os moradores como Estacionamento Pressano Adele acabou por colidir frontalmente com um carro conduzido por um jovem local que seguia na direção oposta.

 

Impacto brutal e morte imediata

 

A violência do choque projetou a ciclista contra um muro que separa a estrada de um terreno agrícola. As equipas de emergência chegaram rapidamente, mas nada puderam fazer: os ferimentos eram incompatíveis com a vida, e o óbito foi declarado no local.

O episódio soma-se às recentes perdas de Matteo Lorenzi e Sara Piffer, jovens ciclistas também vítimas de acidentes rodoviários na mesma região, deixando o movimento desportivo trentino mergulhado em consternação.

“Tomás Mateus no pódio da Geral e Guilherme Santos em destaque na Vuelta al Besaya”


Tomás Mateus (ElectroMercantil GR-100) e Guilherme Santos (Blackjack | Bairrada) continuam em evidência na 40.ª edição da Vuelta Ciclista al Besaya, uma das principais provas espanholas do calendário Sub-19.

Tomás Mateus terminou a terceira etapa na sexta posição, a 25 segundos do vencedor, Simon Defrance (Soudal Quick-Step U19), e subiu ao terceiro lugar da Classificação Geral, a apenas 35 segundos do líder, que passou a ser o vencedor da tirada deste sábado.

Guilherme Santos, que ontem venceu a segunda etapa, foi 37.º na tirada deste sábado, a 4m37s do vencedor, e ocupa agora o 16.º lugar da Geral, a 4m27s. O corredor da Blackjack | Bairrada é ainda terceiro na Classificação da Regularidade, com 35 pontos.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Miguel Pereira é Campeão Nacional de Contrarrelógio em Elites Amadores”


Fotos: João Calado / FPC

Miguel Pereira conquistou este sábado o título nacional de contrarrelógio individual na categoria de Elites Amadores, ao vencer a prova disputada no Bombarral, no arranque dos Campeonatos Nacionais de Masters.

O corredor da Vulcal - Centro Ciclista do Centro completou o percurso em 23m06s, superando por escassa margem Tiago Galhano (Team Danado & Peçamodovar / AMCP C. Verde) e Bruno Rosa (Casa Benfica Almodôvar), que ficaram a 4 e 13 segundos do Campeão Nacional, respetivamente, numa das classificações mais equilibradas do dia.

Os Campeonatos Nacionais de Masters arrancaram, assim, com a realização do contrarrelógio individual, num percurso exigente de 16,8 quilómetros e que consagrou os especialistas em todas as categorias.

Na categoria de Master 30, Rúben Pais (Escola de Ciclismo de Oeiras / Parracho / MR. Print / Reconco) venceu com 22m41s, registando um dos melhores tempos do dia. O vice-campeão foi Diogo Pereira (Bússola BTT / Peixovar), a 53 segundos e o bronze foi para Renato Macedo (Clube Desportivo Pataiense), a 57 segundos.


Quanto aos Master 35, o título de Campeão Nacional de Contrarrelógio nesta categoria foi conquistado por Fábio Abreu (C.E. Gonçalves / Reconco / Azeitonense), com o tempo de 23m22s.

Já em Master 40, Hélder Loureiro (Grupo Parapedra - MAF - Riomagic / CRP) destacou-se, ao vencer com o melhor registo absoluto entre todas as categorias: cumpriu em 21m32s os 16,8 quilómetros do percurso.

Na categoria de Master 45, Martinho Saragoça (Clube de Ciclismo de Castelo Branco) arrecadou o título de Campeão Nacional com 22m55s. Em Master 50, Vítor Mota (Penacova | Firstbike | Reconco | Racspirit) foi o mais forte, com o tempo de 22m39s.

A categoria de Master 55 foi ganha por Alberto Amaral (Academia de Ciclismo do Alto Minho - Sport Clube Vianense), com o tempo de 23m43s e que lhe trouxe o título de Campeão Nacional.

Em Master 60, Vítor Lourenço (Viveiros Vítor Lourenço / Sintra C. Ciclismo) vestiu a Camisola de Campeão Nacional, após concluir a prova com 25m37s. Na categoria de Master 65, Joaquim Pinto (Silva & Vinha / ADRAP / Sentir Penafiel) foi o mais rápido, com 26m37s. Por fim, em Master +70, Manuel Domingos (Team Danado & Peçamodovar / AMCP C. Verde) conquistou o título, com 30m02s.

A competição prossegue este domingo, para atribuir os títulos nacionais de Masters na prova de fundo, um circuito com partida (10h30) e chegada em Torres Vedras, junto à estátua de Joaquim Agostinho. Os Masters 60, 65 e +70 serão os primeiros a terminar, após concluírem os 70 quilómetros do percurso (12h25). Seguem-se os Masters 50 e 55, que cumprem 87 quilómetros, depois os Masters 40 e 45 enfrentam 121 quilómetros, e para terminar, os Masters 30 e 35 terão 138 quilómetros, quatro voltas (14h12).

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

sábado, 20 de junho de 2026

“Tadej Pogacar vence contrarrelógio por milésimos e reforça domínio absoluto no Tour da Suíça”


Por: José Morais

Pogacar voltou a mostrar porque é o nome mais temido do pelotão. O esloveno da UAE Team Emirates XRG conquistou este sábado a quarta etapa do Tour da Suíça, um exigente contrarrelógio individual decidido ao limite literalmente por frações de segundo.

O líder da geral, que já tinha vencido a etapa inaugural, voltou a impor a sua lei ao superar Mathieu van der Poel (Alpecin–Premier Tech) por menos de um segundo, num duelo que manteve o suspense até ao último metro.

 

Uma luta ao milésimo

 

Num percurso onde cada curva e cada pedalada contavam, Pogacar exibiu frieza e potência. Van der Poel, especialista em explosão e técnica, esteve perto de estragar a festa ao esloveno, mas acabou por ceder por uma margem mínima.

O norueguês Tobias Foss (Netcompany INEOS) fechou o pódio da etapa, a seis segundos do vencedor, consolidando também a sua presença entre os mais fortes da classificação.

 

Pogacar cada vez mais dono da corrida

 

Com esta vitória, Pogacar não só amplia a vantagem na geral como reforça a sensação de que está a disputar o Tour da Suíça num nível à parte. A consistência, a capacidade de decisão e a frieza nos momentos-chave continuam a colocá-lo num patamar difícil de alcançar pelos rivais.

“Mariana Vargem entra no top-10 entre as melhores do mundo no triatlo”


Mariana Vargem, 66.ª do ranking mundial, foi a melhor representante feminina nacional na etapa do Mundial de Triatlo disputada em Quiberon, França, ao terminar este sábado na oitava posição, com o tempo de 59:07.

Maria Tomé fechou a classificação no 18º lugar, enquanto Madalena Almeida foi 38ª.

“Estou muito feliz com este oitavo lugar. É a segunda vez que vamos competir a este nível. Dei por mim a correr com as melhores do mundo.

Até dei por mim a pensar: será que este é o meu nível? Será que devo estar aqui? Será que vou descolar. Dei o meu melhor e estou muito feliz por ter chegado ao sprint com uma campeã olímpica. Espero que seja a primeira de muita” Mariana Vargem.

Fonte: Federação Triatlo Portugal

“Paula Blasi domina La Molina e vira o jogo na Volta a Catalunha”


A catalã Paula Blasi transformou a etapa rainha da Volta a Catalunha feminina num espetáculo solo de força e estratégia. A ciclista da UAE Team ADQ atacou a 14 km da meta, deixou todas as rivais para trás e cruzou sozinha a linha de chegada em La Molina, assumindo também a liderança geral da prova.

 

Uma exibição de autoridade nas montanhas

 

A etapa, com partida em Sant Vicenç de Castellet e chegada na estação de esqui de La Molina, foi marcada por um ritmo intenso desde Montserrat até os Pirineus. Blasi, de 23 anos e natural de Esplugues de Llobregat, brilhou diante da sua torcida e venceu os 130 km em 4h03min19s, abrindo 1min20s sobre a francesa Célia Gery e 1min36s sobre a canadense Sidney Swierenga.

 

O ataque decisivo

 

O ponto-chave da corrida foi o Coll de la Creueta, subida de categoria especial com 21 km e inclinação média de 5%.

Blasi tentou quatro ataques na montanha:

Primeiras investidas duas acelerações consecutivas que não surtiram efeito imediato.

Resposta da AG Insurance a belga Julie Van de Velde tentou surpreender, mas foi neutralizada.

Terceiro movimento Blasi alcançou e ultrapassou Van de Velde e Olha Kulynich.

Ataque final a 5,4 km do topo, abriu espaço definitivo; Gery tentou seguir, mas cedeu pouco depois.

Daí até La Molina, a catalã apenas ampliou a vantagem, descendo com técnica e subindo a rampa final com autoridade.

 

Uma temporada de ouro

 

A vitória em La Molina é a décima da carreira e a sexta da temporada, que já inclui:

Tudo isso apesar de um contratempo insólito: a sua bicicleta oficial, avaliada em cerca de 16 mil euros, foi roubada na noite anterior. Blasi correu com uma bike reserva e mesmo assim dominou.

“Mundial Triatlo: Vilaça de Prata e Ricardo Batista de Bronze em Quiberon”


Vasco Vilaça reforçou a liderança do Campeonato do Mundo de 2026, ao garantir a medalha de Prata em Quiberon, França, numa prova em que Ricardo Batista ascendeu ao terceiro lugar, ao assegurar a medalha de Bronze.

“Dizem que não há duas sem três e eu bem acreditei na terceira. Nesta série mundial foi a prova em que me senti melhor, acreditei até ao fim, controlei a prova toda. Não gosto de arranjar desculpas, mas tropecei ali no final. Eu estou a sonhar, espero que os portugueses possam sonhar comigo. O sonho é poder chegar a Pontevedra, em Espanha tão perto de Portugal, e ter lá os portugueses comigo a sonhar por estarmos no lugar mais alto do pódio no campeonato do Mundo de triatlo” – VASCO VILAÇA.

Vasco Vilaça e Ricardo Batista foram segundo e terceiro classificados na quarta prova do Mundial de triatlo, este sábado, em Quiberon, França, ganha pelo atleta da casa Dorian Coninx. Vasco Vilaça liderou a prova durante grande parte do trajeto, concluído ao sprint, com o português a ficar perto de uma queda a poucos metros do final. Passou na meta com 53 minutos e 17 segundos, a um segundo do vencedor.

Faltam mais cinco provas até à última em Pontevedra (23 a 27 de setembro). Segue-se Hamburgo (11 e 12 de julho), seguida de Londres (Inglaterra, 25 julho), Weihai (China, 29 agosto) e Karlovy Vary (Chéquia, 13 setembro).

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Marlen Reusser domina o contrarrelógio e leva a luta pelo Tour da Suíça ao limite”


Reusser arrasa no contrarrelógio e assume o comando antes da etapa decisiva

 

Por: José Morais

Marlen Reusser deu um verdadeiro espetáculo em Aarburg. A suíça da Movistar Team voou nos 23,7 km do contrarrelógio individual, conquistou a vitória do dia e tomou a liderança geral do Tour de Suíça feminino, deixando Elisa Longo Borghini a dez segundos antes da etapa rainha.

A campeã mundial da especialidade confirmou o favoritismo com uma exibição de autoridade: parou o cronómetro em 29:36, a uma média impressionante de 48 km/h, superando a jovem britânica Zoe Backstedt por 11 segundos e a francesa Loes Adegeest por 54.

Longo Borghini, que partiu com a camisola amarela, lutou até ao último metro, mas o quinto lugar do dia a 1:04 não foi suficiente para manter o comando. A melhor espanhola foi Sara Martín, 16.ª a 1:35.

Na geral, Reusser entra na etapa final com 9 segundos de vantagem sobre a italiana e 1:20 sobre Cedrine Kerbaol. Suíça e Itália prometem um duelo eletrizante na montanha decisiva de domingo.

 

Backstedt surpreende e baralha as contas

 

A australiana Brodie Chapman (UAE), campeã nacional de contrarrelógio, foi quem primeiro estabeleceu um tempo de referência: 30:45, média de 46,2 km/h. Mas a marca caiu rapidamente.

Zoe Backstedt, campeã mundial sub-23, foi a primeira a romper a barreira da meia hora, registando 29:47 e deixando claro que as favoritas teriam de se superar. Nem Franziska Koch nem Loes Adegeest conseguiram aproximar-se da britânica.

 

Reusser brilha em casa e vira a classificação

 

Quando as grandes candidatas finalmente partiram, a tensão aumentou. Reusser mostrou desde cedo que estava num dia inspirado: liderou no primeiro ponto intermédio e manteve o ritmo até ao fim, batendo Backstedt por cinco segundos.

Restava saber o que faria Longo Borghini. A italiana deu tudo, mas não conseguiu igualar o ritmo da suíça, que já celebrava com a família a conquista da camisola amarela e o triunfo no contrarrelógio.

 

Decisão final este domingo

 

O Tour de Suíça termina com a etapa rainha, 100,4 km entre Villars-sur-Ollon e Villars-sur-Ollon, onde a montanha decidirá quem leva o troféu para casa.

“Guilherme Santos vence e lidera Vuelta al Besaya e Tomás Mateus está no top-10”


Foto: Vuelta Ciclista Internacional al Besaya / Blackjack | Bairrada

O ciclismo português esteve em evidência na segunda etapa da 40.ª Vuelta Ciclista Internacional al Besaya, uma das provas por etapas de maior prestígio do calendário espanhol de Sub-19, com Guilherme Santos a conquistar a vitória e Tomás Mateus a terminar entre os primeiros.

Guilherme Santos, da formação portuguesa Blackjack | Bairrada, venceu a etapa disputada ontem, sexta-feira, com partida e chegada a Renedo de Piélagos, num percurso de 110,4 quilómetros marcado pela chuva e por um ritmo elevado.

O jovem português integrou o grupo de quatro corredores que decidiu a jornada e foi o mais forte no sprint final, concluindo a etapa em 2h32m14s. Aitor Mata, do MMR Academy, terminou na segunda posição, enquanto Mathis Vandenheede, da Soudal Quick-Step, completou o pódio.

Tomás Mateus, que representa a formação espanhola Electromercantil GR-100, também realizou uma excelente etapa. O português concluiu a jornada em sexto lugar, integrado no primeiro grupo perseguidor, a 16 segundos do vencedor.

Com este resultado, Guilherme Santos assumiu igualmente a liderança da Classificação Geral Individual, somando 5h04m13s após as duas primeiras etapas. Vic De Smet e Simon Defrance, ambos da Soudal Quick-Step, seguem na segunda e terceira posições, respetivamente, a dez segundos do português.

Tomás Mateus ocupa o oitavo lugar da Classificação Geral, a apenas 20 segundos da liderança, colocando dois corredores portugueses entre os dez primeiros da competição.

A Vuelta Ciclista Internacional al Besaya, que decorre na região espanhola da Cantábria, conta com quatro etapas e termina este domingo. A terceira jornada realiza-se este sábado, num percurso de 107,6 quilómetros, com partida e chegada em Polanco.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“33º Passeio de Cicloturismo ao Concelho de Cascais”


Trajouce prepara mais um grande passeio de bicicleta

 

Dia 19 de Julho de 2026

 

Por: José Morais

É uma das grandes clássicas no cicloturismo nacional, atualmente um dos passeios ainda sobreviventes, que junta sempre um número considerados de participantes.

Temos de relembrar, que este evento em tempos áureos, chegou a juntar um milhar de cicloturistas, com a atual situação da modalidade, podemos considerar, que ainda possui sem dúvida uma participação bastante positiva.

A organização é do Grupo Musical e Desportivo 9 de Abril de Trajouce, que promete uma saudável manhã desportiva, com fortes pedaladas, por um concelho sem dúvida muito interessante, onde os participantes vão ter o mar e a Serra de Sintra com pano de fundo, e a passagem emblemática pela célebre e bonita Baía de Cascais.

O passeio terá um percurso com cerca de 50 quilómetros, percorridos pelo concelho de Cascais, com concentração a partir das 8 horas na sede do Grupo Musical e Desportivo 9 de Abril de Trajouce, e a partida marca para as 9 horas.

 

Informações e inscrições:

 

Tel.: Manuel Barão: 966 351 045 das 18 às 22 horas

Tel.: Nuno Santos: 938 046 268 das 18 às 22 Horas

Mail: cicloturismotrajouce@gmail.com

As inscrições devem de ser feitas até 17 de julho, para garantir lembranças de participação.

Marque já na sua agenda, e venha participar neste grande passeio que muito promete, que terá no final o tradicional petisco para conviver entre todos.

Um passeio recomendado pela Revista Notícias do Pedal, que irá marcar presença, e fazer reportagem completa do evento. 

“Tour de France corta prémios e acende debate sobre sustentabilidade financeira do ciclismo”


Por: José Morais

O Tour de France 2026 vai distribuir menos dinheiro do que na edição anterior. O recuo é pequeno menos 2.450 euros face aos 2.305.250 euros pagos em 2025, mas confirma uma tendência que muitos no pelotão já vinham observando: os prémios da maior corrida do mundo estão a encolher, mesmo enquanto os custos das equipas e da organização continuam a subir.

 

Redução dos prémios

 

A diminuição pode parecer simbólica no universo multimilionário do ciclismo profissional, mas contrasta com o crescimento constante dos orçamentos das equipas, da logística e das despesas operacionais de uma prova de três semanas.

Ainda assim, o Tour mantém a sua estrutura tradicional de distribuição financeira, premiando desempenhos diários e classificações gerais.

 

Como são distribuídos os prémios

 

Os valores são repartidos pelas 21 etapas, através de múltiplas classificações:

Resultados das etapas os dez primeiros recebem prémios monetários.

Sprints intermédios o vencedor leva um bónus adicional.

Montanha pontos e prémios para os melhores escaladores.

Classificação geral o maior prémio individual.

Camisas distintivas bónus diários para quem veste as cores icónicas da prova.

Equipa mais combativa e mais rápida distinções coletivas com prémios próprios.

 

O maior prémio continua intocado

 

O vencedor da classificação geral individual mantém o prémio de 500.000 euros.

Apesar disso, a tradição do ciclismo dita que a maioria das equipas divide os ganhos entre todos os ciclistas e staff, reforçando o caráter coletivo da modalidade.

 

Bónus das camisolas

 

Camisola amarela: 500 euros por dia

Camisola verde, bolinha e branca: 300 euros por dia

 

O que está por trás deste corte

 

A redução, embora pequena, levanta questões sobre o equilíbrio económico do ciclismo moderno:

Os custos das equipas aumentam ano após ano.

As receitas televisivas e comerciais do Tour continuam robustas.

Os prémios, porém, não acompanham essa evolução.

O debate está lançado: deve o ciclismo rever o modelo de distribuição de receitas para garantir maior sustentabilidade?

“Guarda recebe os Campeonatos Nacionais de Ciclismo de Estrada de 2026 entre 26 e 28 de junho”


Fotos: Município da Guarda

A cidade da Guarda vai receber, entre os dias 26 e 28 de junho, os Campeonatos Nacionais de Ciclismo de Estrada 2026, reunindo os melhores corredores portugueses numa das competições mais importantes do calendário velocipédico nacional. A apresentação oficial decorreu esta sexta-feira, no Café-Concerto do Teatro Municipal da Guarda.

Durante três dias, a cidade mais alta de Portugal será o palco das decisões que irão consagrar os novos Campeões Nacionais nas categorias de Elites, Sub-23, Femininas e Paraciclismo, nas disciplinas de Contrarrelógio Individual e Prova de Fundo.


Mais do que uma competição, os Campeonatos Nacionais representam o momento em que os melhores corredores nacionais disputam o direito de envergar, durante uma temporada, a emblemática camisola com as cores da bandeira de Portugal, um dos maiores símbolos de prestígio do ciclismo nacional.

 

Três dias para decidir os Campeões Nacionais de 2026

 

A edição de 2026 arranca na sexta-feira, 26 de junho, com as provas de Contrarrelógio Individual. No sábado disputam-se as provas de fundo das categorias Feminina e Sub-23 Masculinos, enquanto o domingo ficará reservado ao Paraciclismo e à aguardada prova de fundo de Elites Masculinos.


A competição contará com transmissão em direto na RTP2 das provas de fundo dos Sub-23 Masculinos e Elites Masculinos, além de cobertura dedicada através da RTP Play e dos canais digitais da Federação Portuguesa de Ciclismo.

 

Uma das provas mais emblemáticas do ciclismo nacional

 

Para Cândido Barbosa, Presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, a realização dos Campeonatos Nacionais na Guarda representa “uma oportunidade extraordinária para levar o melhor do ciclismo português a um território com uma identidade única e profundamente ligado aos valores do esforço, da superação e da resiliência”.

O dirigente destaca ainda que a competição reunirá alguns dos melhores corredores nacionais, incluindo atletas que representam Portugal nas principais provas internacionais, considerando que o evento será “uma grande celebração do ciclismo, do território e do desporto nacional”, reforçando o papel dos Campeonatos Nacionais como uma das provas mais emblemáticas do calendário velocipédico português.


Também Sérgio Costa, Presidente da Câmara Municipal da Guarda, sublinhou o significado da realização da competição na cidade mais alta de Portugal, afirmando que a Guarda recebe os Campeonatos Nacionais “com enorme orgulho”, num evento que reforça a posição do concelho enquanto território de excelência para a realização de grandes competições desportivas.

O autarca considera que a prova representa muito mais do que um acontecimento desportivo, constituindo uma oportunidade para promover o território, dinamizar a economia local e mostrar ao país “a força, a resiliência e a autenticidade das gentes da Guarda”. Acrescenta ainda que a presença de atletas, equipas, dirigentes, comunicação social e visitantes contribuirá para reforçar a centralidade regional da Guarda e a sua afirmação crescente no panorama nacional.

 

Percursos exigentes na Cidade mais alta de Portugal

 

Os percursos dos Campeonatos Nacionais foram desenhados para explorar as características únicas do território guardense, marcado pela altitude, pelos constantes desníveis e pela proximidade à Serra da Estrela.

O Contrarrelógio Individual terá partida e chegada em Casal de Cinza, desenvolvendo-se ao longo de um percurso de 21,6 quilómetros para a maioria das categorias e de 27,6 quilómetros para os Elites Masculinos.

As provas de fundo terão como centro nevrálgico o Parque Urbano do Rio Diz e serão disputadas num circuito de 34,8 quilómetros que atravessa várias freguesias do concelho da Guarda.

Segundo o Coordenador Técnico Nacional e Diretor de Prova, Sérgio Sousa, apesar de tecnicamente acessíveis, os percursos serão marcados pelo desgaste contínuo, pelos desníveis constantes e pela possível influência do vento e das temperaturas elevadas, fatores que poderão revelar-se determinantes na definição dos novos Campeões Nacionais.

 

Programa Oficial

Sexta-feira, 26 de junho

Contrarrelógio Individual

 

14h00 - 14h30 | Paraciclismo (21,6 km) 14h40 - 15h10 | Feminino (21,6 km)

15h30 - 16h00 | Sub-23 Masculino (21,6 km) 16h10 - 16h30 | Elite Masculinos (27,6 km)

 

Sábado, 27 de junho

Provas de Fundo

 

 

09h00 - 12h00 | Masters (67,6 km) e Elite Feminina (102,4 km) 13h15 - 17h15 | Sub-23 Masculino (146,2 km)

 

Domingo, 28 de junho

Provas de Fundo

 

09h00 - 10h30 | Paraciclismo (1h30) 12h00 - 16h50 | Elite Masculino (181 km)

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo


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