segunda-feira, 9 de março de 2026

“Resultados 1ª etapa do Tirreno-Adriatico 2026: Filippo Ganna arrasa no CRl de abertura, Roglic ganha tempo a del Toro”


Por: Letícia Martins

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Filippo Ganna impôs-se com autoridade na etapa de abertura do Tirreno-Adriatico 2026 na tarde de segunda-feira, rubricando um contrarrelógio individual clássico em Lido di Camaiore.

O corredor da INEOS Grenadiers parou o cronómetro em 12 minutos e 8 segundos no traçado costeiro de 11,5 quilómetros, a uma média de 56,2 km/h, garantindo a vitória na etapa e a primeira camisola de líder da corrida.

O percurso ao longo do litoral da Toscana apresentou poucas dificuldades técnicas, com um exercício rápido de ida e volta, apenas interrompido pelo ponto de viragem a meio e um “S” dentro do último quilómetro.

Ganna arrasa a melhor marca anterior

Durante grande parte da tarde, o melhor tempo mudou várias vezes à medida que a prova se aproximava dos nomes decisivos. Alan Hatherly fixou primeiro a referência com 12:38, antes de Magnus Sheffield ser o primeiro a superá-la. Max Walscheid superou depois o norte-americano e assumiu a liderança com 12:34,50.

Thymen Arensman elevou novamente a fasquia com um registo potente de 12:30, parecendo encaminhar-se para a vitória quando os últimos favoritos saíam da rampa.

Contudo, Ganna apresentou-se num patamar acima. O italiano fez o melhor intermédio e acelerou na segunda metade do percurso para superar confortavelmente a marca de Arensman e selar o triunfo.

 

Arensman lidera entre os homens da geral e Carapaz perde tempo

 

Atrás do vencedor, Arensman terminou em segundo, a 22 segundos, confirmando a boa forma de início de época e posicionando-se bem na classificação geral.

Jonathan Milan foi uma das surpresas da tarde ao terminar em quinto com 12:37, uma exibição notável do sprinter italiano num traçado claramente favorável aos especialistas do exercício individual.

Entre os principais candidatos à geral, Primoz Roglic assinou um contrarrelógio sólido para ser sétimo, limitando perdas num terreno talhado para os roladores mais potentes.

Antonio Tiberi também esteve em bom plano e foi nono, enquanto Isaac del Toro fechou o top 10. Richard Carapaz teve um arranque bem mais complicado, cedendo tempo considerável para os melhores e ficando desde já pressionado na classificação geral.

Mathieu van der Poel, por seu lado, adotou uma abordagem conservadora e concluiu longe na tabela, focado nas próximas etapas em linha.

 

Um dos contrarrelógios mais rápidos da época

 

A performance de Ganna evidenciou o ritmo extremo da etapa inaugural. A média de 56,2 km/h tornou a abertura da Tirreno-Adriatico no contrarrelógio mais veloz disputado até agora em 2026.

Com o italiano a envergar a primeira camisola de líder, começa a desenhar-se a hierarquia da classificação geral antes da primeira etapa em linha da semana.

“É assim que sou, aceitem ou deixem” - Demi Vollering sobre como a sua personalidade entrou em conflito com a SD Worx”


Por: Letícia Martins

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A Team SD Worx - Protime contou durante muito tempo com Demi Vollering, Lotte Kopecky e Lorena Wiebes no auge a liderarem a formação. Para lá dos atritos internos, Vollering procurava continuar a evoluir apesar do domínio absoluto da equipa na modalidade, e isso foi parte da razão pela qual saiu.

“Sentia que tínhamos batido numa parede. Perguntava muitas vezes ‘qual é o plano para sermos ainda mais bem-sucedidas?’ E a resposta da equipa era ‘porquê? Somos a melhor equipa feminina do mundo.’ Mas para mim isso não chegava. Queria dar os passos seguintes”, disse Vollering em entrevista ao AD.

Outros episódios também conduziram ao desgaste da relação, com destaque para a Volta a França Feminina 2024, que a neerlandesa perdeu por escassos segundos; depois de ceder tempo importante numa etapa acidentada, sem apoio da equipa após uma queda.

Foi uma situação difícil de gerir, mas sempre possível numa equipa com tantas ciclistas capazes de vencer e com ambições próprias. “Esperavam de mim uma certa imagem, que eu fosse muito fria”, explicou.

“A Lotte Kopecky e a Anna van der Breggen são personalidades muito diferentes da minha. Tudo bem, mas eu não queria deixar de ser quem sou. Pensei: talvez noutro lado consiga ser mais eu própria.”

 

Pesadelos durante a Volta a Espanha Feminina

 

Ela também fala abertamente sobre as suas lutas, como aconteceu no ano passado durante a Volta a Espanha Feminina. “Mesmo antes de partir para Espanha, visitei alguém próximo que estava num estado muito mau. Durante a Vuelta tive pesadelos”, revela.

“Preocupava-me imenso com essa pessoa, e numa corrida por etapas não há tempo nenhum para lidar com isso. Consegui continuar a render, consegui continuar a ganhar. Mas fez-me pensar na força mental. Vencio corridas porque sou forte mentalmente, mas há pessoas que lutam tanto consigo próprias que simplesmente deixam de conseguir ganhar. Pensei ‘sou a líder, não posso mostrar emoção’, mas na verdade isso também é força.”

É uma viagem de navegação pelos muitos altos e baixos de ser ciclista profissional, sobretudo no topo, sempre sob enorme pressão para performar, tanto dela própria como da equipa e dos patrocinadores que dependem dos seus resultados e exposição.

No fim de contas, Vollering decidiu não tentar passar a imagem de pessoa fria. “Eu sou assim, aceitem ou não. Como atletas de elite fazemos imenso trabalho físico, mas no final a componente mental é a maior parte. Se aqui em cima algo não está bem, os resultados nunca aparecem.”

Isso mudou de forma significativa após a sua transferência para a FDJ United-SUEZ, onde conseguiu ser mais plenamente ela própria, contribuindo para maior estabilidade e consistência.

“Quando aquela reunião online (a primeira com a equipa antes de assinar, ed.) terminou, fechei o portátil e senti imediatamente aquela faísca. Aquela felicidade. De repente tinha um grande sorriso na cara e nem sabia bem de onde vinha. Mas soube: é isto. Era a intuição que procurava e que não tinha encontrado noutras equipas. Fiquei tão feliz por ter esperado.”

“Resultados 2ª etapa do Paris-Nice 2026: Max Kanter estreia-se a vencer no World tour e Juan Ayuso ganha tempo a Vingegaard”


Por: Miguel Marques

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Max Kanter impôs-se ao sprint no pelotão na 2ª etapa do Paris-Nice 2026, triunfando em Montargis depois de o pelotão ter alcançado o atacante tardio Daan Hoole já dentro do último quilómetro.

O corredor da XDS Astana Team foi o mais forte no caótico sprint final, batendo Laurence Pithie na linha após um desfecho tenso que chegou a ameaçar a oportunidade dos sprinters. Apesar do drama final, Luke Lamperti defendeu com sucesso a liderança conquistada no dia de abertura.

 

Hoole quase rouba a etapa

 

Durante grande parte da tarde, a etapa seguiu um guião previsível. Uma fuga madrugadora encabeçada por Casper Pedersen e Mathis Le Berre animou a fase inicial, antes de o pelotão neutralizar a movimentação a cerca de 60 quilómetros da meta.

A calma quebrou-se quando Hoole atacou a partir do pelotão a cerca de 21 quilómetros do fim. O neerlandês abriu rapidamente um fosso perante a hesitação das equipas de sprint, chegando a dispor de cerca de vinte segundos e forçando uma perseguição séria no pelotão. Pelo meio, houve sprint intermédio, com Juan Ayuso a arrecadar 4 segundos de bonificação, enquanto Jonas Vingegaard se mostrava despreocupado na parte traseira do pelotão.

Hoole manteve o andamentos até aos derradeiros quilómetros e ainda entrou com pequena vantagem, alimentando por instantes a hipótese de um triunfo a solo. Porém, o pelotão acabou por engolir o fugitivo já dentro do último quilómetro, quando os comboios de sprint lançaram o embalamento para a meta.

 

Sprint decide a etapa

 

Com Hoole apanhado sob a flamme rouge, a decisão deu-se, como previsto, num sprint massivo. A XDS Astana apareceu de rompante na frente, com Mike Teunissen a fazer o lançamento, Kanter produziu a aceleração mais forte nos metros finais para selar a vitória, cortando a meta à frente de Pithie após uma aproximação rápida e técnica.

Atrás, o pelotão atravessou um último quilómetro tenso, na sequência de uma aproximação nervosa marcada por várias quedas na fase final da etapa.

 

Lamperti segura a camisola amarela

 

Embora a vitória de etapa tenha sorrido a Kanter, a classificação geral manteve-se inalterada no topo. Lamperti, que começou o dia de amarelo após vencer a etapa inaugural, posicionou-se com segurança no final para conservar a liderança.

A corrida segue agora para a 3ª etapa, onde o contrarrelógio coletivo deverá provocar a primeira grande reviravolta na geral.

“Prémios europeus triatlo 2025: Anabela Santos árbitra do ano”


Anabela Santos foi considerada árbitra do ano 2025 para a European Triathlon Union (ETU), a Federação Europeia da modalidade. O anúncio foi feito este sábado, 7 de março, em Bucareste, na Roménia, durante a gala anual da ETU.

Este reconhecimento assinala uma vida dedicada à arbitragem e à valorização da modalidade. Anabela Santos é delegada técnica da World Triathlon desde 2021, liderou o Conselho de Arbitragem de Portugal entre 2016 e 2021, e foi a primeira árbitra portuguesa a marcar presença em Jogos Olímpicos, no Rio 2016.

Fonte: Federação Triatlo Portugal

“SETE DIAS ENTRE DOIS MARES: TIRRENO–ADRIATICO PROMETE ESPETÁCULO NO EUROSPORT E NA HBO MAX. VAN DER POEL, ROGLIČ E VAN AERT LIDERAM PELOTÃO DE LUXO”


Por: Vasco Simões

Foto: Getty Images

 A Tirreno–Adriatico regressa à estrada entre 9 e 15 de março, reunindo algumas das maiores estrelas do pelotão internacional numa das corridas por etapas mais prestigiadas do início da temporada. Conhecida como a “Corrida dos Dois Mares”, a prova liga o mar Tirreno ao Adriático ao longo de sete etapas e cerca de 1.165,5 quilómetros, começando em Lido di Camaiore e terminando, como manda a tradição, em San Benedetto del Tronto.

A 61.ª edição arranca com um contrarrelógio individual de 11,5 quilómetros em Lido di Camaiore, um percurso plano junto à costa que deverá favorecer especialistas da disciplina e começar a definir as primeiras diferenças na classificação geral. Nos dias seguintes, o pelotão enfrenta etapas variadas com terreno ondulado e finais potencialmente explosivos, desenhados para corredores capazes de atacar em subidas curtas.

À medida que a corrida avança para o interior de Itália, o percurso torna-se progressivamente mais seletivo. Entre as etapas decisivas destaca-se a jornada com final em Camerino, considerada a mais exigente da semana e com potencial para criar diferenças importantes entre os candidatos ao triunfo final.

A prova encerra com a tradicional etapa plana em circuito em San Benedetto del Tronto, geralmente decidida ao sprint e que ao longo dos anos se tornou uma das imagens de marca da corrida. Depois de uma semana de competição intensa, esta última jornada costuma confirmar o vencedor da classificação geral e oferecer uma última oportunidade aos homens rápidos.

A lista de inscritos da edição de 2026 apresenta um elenco de luxo liderado por Mathieu van der Poel (Alpecin-Premier Tech). Entre os candidatos à classificação geral destacam-se ainda nomes como Primož Roglič e Jai Hindley da Red Bull–BORA–hansgrohe, Antonio Tiberi da Bahrain Victorious, ou os jovens talentos da UAE Team Emirates XRG, Isaac del Toro e Jan Christen.

A corrida contará ainda com vários corredores capazes de animar as etapas mais rápidas e explosivas, incluindo Wout van Aert, Matteo Jorgenson, Jonathan Milan, Julian Alaphilippe ou Richard Carapaz. A edião da Tirreno–Adriatico não conta com ciclistas portugueses no pelotão.

Nas últimas edições, venceram corredores como Juan Ayuso, vencedor em 2025, Jonas Vingegaard, que levou a geral em 2024, e Primoz Roglic, vencedor em 2023. Antes deles, Tadej Pogacar assinou um duplo triunfo consecutivo ao ganhar a corrida em 2021 e 2022, consolidando a prova italiana como um terreno habitual para os grandes aspirantes às voltas por etapas.

A Tirreno–Adriático poderá ser acompanhada ao longo de toda a semana no Eurosport 2 e na plataforma de streaming HBO Max, com transmissão das sete etapas da prova. As tardes prometem ser de grande ação para os fãs de ciclismo, com a corrida italiana a arrancar diariamente por volta das 12h00, seguindo-se, após a conclusão da etapa, cerca das 15h00, a transmissão da Paris–Nice, garantindo assim uma programação contínua dedicada às grandes corridas por etapas desta fase da temporada.

 

Calendário da Tirreno–Adriático 2026

 

9 março (segunda-feira) – Etapa 1 (CRI) | Lido di Camaiore – Lido di Camaiore | 11,5 km

10 março (terça-feira) – Etapa 2 | Camaiore – San Gimignano | 206 km

11 março (quarta-feira) – Etapa 3 | Cortona – Magliano de' Marsi | 221 km

12 março (quinta-feira) – Etapa 4 | Tagliacozzo – Martinsicuro | 213 km

13 março (sexta-feira) – Etapa 5 | Marotta-Mondolfo – Mombaroccio | 184 km

14 março (sábado) – Etapa 6 | San Severino Marche – Camerino | 188 km

15 março (domingo) – Etapa 7 | Civitanova Marche – San Benedetto del Tronto | 142 km

Fonte: Eurosport

“CRP Ribafria em destaque na Taça de Portugal de Ciclismo Master”


Decorreu no fim de semana de 7 e 8 de março a primeira e segunda etapa da Taça de Portugal de Ciclismo Master, competição composta por seis provas pontuáveis, que reúne cerca de 25 equipas nacionais e aproximadamente 200 atletas. No final das seis etapas são distinguidos os atletas que somarem mais pontos em cada categoria.

Ao contrário de outras provas do calendário, nesta competição não conta apenas a classificação geral, assumindo também grande importância as classificações por escalão e respetiva pontuação.

No dia 7 de março, disputou-se em Mértola a primeira etapa, com uma distância de 100 km, reunindo um pelotão de cerca de 150 atletas das categorias Elite, M30, M35, M40 e M45.


A equipa CRP Ribafria | Grupo Parapedra – MAF – Riomagic apresentou-se à partida com a sua formação completa. A corrida teve início cerca das 14h00, com partida das Minas de São Domingos.

Desde os primeiros quilómetros o ritmo foi elevado e o pelotão mostrou-se bastante ativo, verificando-se alguma fragmentação na passagem por Mértola. Após cerca de 40 km, formou-se uma fuga com dois atletas do CRP Ribafria, Luís Teixeira e Diogo Pereira. Mais tarde, após cerca de 25 km, juntou-se ao grupo um conjunto de quatro atletas, entre os quais Ricardo Sequeira, também da equipa ribafrienses.


A cerca de 15 km da meta, o grupo acabaria por ser alcançado pelo pelotão. A etapa terminou ao sprint, com João Letras a alcançar o 2.º lugar da classificação geral e 2.º na categoria Elite. Na mesma categoria, Henrique Silva terminou em 7.º lugar e Carlos Martins em 8.º lugar.

Nas restantes categorias, Ricardo Sequeira – 5.º classificado M35, Hélder Loureiro – 3.º classificado M40, Paulo Simões – 3.º classificado M45


Na classificação coletiva, o CRP Ribafria terminou a etapa no 3.º lugar.

No dia 8 de março, disputou-se em Ourique a segunda etapa da Taça de Portugal, com uma distância de 110 km e um pelotão igualmente composto por cerca de 150 atletas.


A corrida teve início pelas 10h00, sendo marcada por um ritmo elevado durante a primeira hora. Após cerca de 50 km, formou-se uma fuga de cinco atletas, onde estava inserido Ricardo Sequeira, do CRP Ribafria.

Quando estavam percorridos cerca de 70 km, e com os fugitivos a manterem uma vantagem próxima dos dois minutos, ocorreu uma queda grave no pelotão, envolvendo um atleta que teve de ser transportado para o hospital, o que obrigou à neutralização da corrida para a chegada de nova ambulância.


A prova esteve neutralizada durante cerca de 15 minutos, sendo posteriormente retomada com o grupo da frente a manter a vantagem.

Dos cinco atletas em fuga, apenas um foi alcançado pelo pelotão, chegando os restantes isolados à meta. Ricardo Sequeira terminou na 4.ª posição da geral, vencendo a categoria M35.

Na chegada do pelotão, Hélder Loureiro – vencedor da categoria M40, Paulo Simões – 3.º classificado M45, Henrique Silva – 4.º classificado Elite e João Letras – 6.º classificado Elite.


Na classificação coletiva, o CRP Ribafria alcançou o 2.º lugar.

Após a realização das duas primeiras etapas da Taça de Portugal, os atletas do CRP Ribafria | Grupo Parapedra – MAF – Riomagic ocupam posições de destaque:

Ricardo Sequeira – líder da categoria M35

Hélder Loureiro – líder da categoria M40

João Letras – 2.º classificado Elite

Paulo Simões – 3.º classificado M45

Coletivamente, a equipa ocupa atualmente o 2.º lugar da classificação geral.

A próxima etapa da Taça de Portugal de Ciclismo Master está marcada para o dia 26 de abril.

O CRP Ribafria aproveita ainda para desejar rápida recuperação a todos os atletas envolvidos nas quedas registadas durante as provas.

Fonte: CRP Ribafria | Grupo Parapedra – MAF – Riomagic

“TRIATLO de SANTO ANDRÉ (Santiago do Cacém)”


Triatlo Torres Novas No Pódio Feminino e Masculino em Santo André

 

Por: Paulo José Catarino Vieira

Iniciou-se finalmente, a nova época de triatlo ao nível competitivo, para o Clube de Natação de Torres Novas. Depois de adiada a 15/fevereiro, realizou-se este domingo, 8 de março, o Triatlo de Santo André, 1ªetapa da Taça de Portugal de Triatlo, disputada entre a baía de Sines e Vila Nova de Santo André.

Numa prova que serviu sobretudo para apuramento e observação de atletas para integrarem as seleções nacionais de elites e juniores, para as taças de europa de Quarteira, Monte Gordo e Torremolinos, os atletas do Clube de Natação de Torres Novas apresentaram-se em competição para disputar os lugares cimeiros da geral individual feminina e masculina.


No setor masculino, Gustavo do Canto, Vasco Canadas e Tomé Tomé, e Cassilda Carvalho no setor feminino, não sentiram grandes dificuldades no segmento de natação, e saíram na frente para os 20km de ciclismo. A prova disputada na distância sprint, terminou com o segmento de 5km corrida, a definir os seguintes lugares individuais.

 

Na classificação geral feminina:

 

• Cassilda Carvalho – 3º lugar (2ª sub23)

• Catarina Santos – 4º lugar (1ª júnior)

• Francisca Leirião – 10º lugar (2ª cadete)

 

Na classificação geral masculina:

 

• Gustavo do Canto – 4º lugar (2º sub23)

• Francisco Carvalho – 10º lugar (3º júnior)

• Vasco Canadas – 14º lugar (8º sub23)

• Tomé Tomé – 21º lugar (8º júnior)

• Rodrigo Narigueta – 23º lugar (3º cadete)

• Rodrigo Correia – 31º lugar (6º cadete)

Com estes resultados, o Clube de Natação de Torres Novas alcançou na classificação por equipas, o 2º lugar no pódio feminino e o 3º lugar no pódio masculino.

Fonte: Clube de Natação de Torres Novas

“Taça de Portugal de Masters sorri a Bruno Rosa em Ourique”


Foto: Patrícia Almeida/FPC

Bruno Rosa (C.B. Almodôvar/Banco Primus/Swick) venceu este domingo a segunda prova pontuável da Taça de Portugal de Masters, disputada em Ourique.

O elite amador completou os 109,9 quilómetros em 2h30m32s, impondose sobre Tiago Galhano (Team Danado & Peçamodovar/AMCP C. Verde), segundo a 20 segundos, e André Rodrigues (Viveiros Vítor Lourenço/Sintra C. Ciclismo), terceiro a 25 segundos.

Em masters 30, o triunfo pertenceu a Renato Macedo (Clube Desportivo Pataiense), seguido por Daniel Marques (C.B. Almodôvar/Banco Primus/Swick) e Sérgio Oliveira (Estofos Marques/Soutense/Garagem Paciência). Em M35, venceu Ricardo Sequeira (Grupo Parapedra–MAF– Riomagic/CRP), com Diogo Silva (Domuswood/AD Portomosense) em segundo e Nuno Almeida (Penacova/Firstbike/Reconco/RaceSpirit) em terceiro.

Nos masters 40, venceu Hélder Loureiro (Grupo Parapedra–MAF– Riomagic/CRP), seguido de Stefan Pinheiro (Estofos Marques/Soutense/Garagem Paciência) e Nuno Mendes (C.B. Almodôvar/Banco Primus/Swick). Em M45, destacouse Bruno Passos (Vulcal–Centro Ciclista do Centro), com Luís Lameira e Paulo Simões a completarem o pódio.

Entre os Masters 50, o vencedor foi Vítor Mota (Penacova/Firstbike/Reconco/RaceSpirit), à frente de António Faisco (UCA/Terralem/Pracer Perfis) e Pedro Sousa (C.B. Almodôvar/Banco Primus/Swick). Em M55, repetiu a vitória Rui Brito (C.B. Almodôvar/Banco Primus/Swick).

Nos restantes escalões, Luís Gomes (Team Vertentability–JDC) foi o mais forte em M60, José Magalhães (Skoda Irmãos Leite/Tourencinho) venceu em M65 e Jorge Letras foi o melhor em M70+.

Coletivamente, repetiuse também a vitória da véspera, com a C.B. Almodôvar/Banco Primus/Swick a imporse na classificação por equipas, seguida do Grupo ParapedraMAFRiomagic/CRP e da Skoda Irmãos Leite/Tourencinho.

Após duas provas, Tiago Galhano lidera o ranking da Taça de Portugal entre elites amadores, com 75 pontos. Nos M30, há quatro nomes empatados no topo, todos com 70 pontos: Ricardo Gil, Daniel Marques, Rúben Pais e Sérgio Oliveira. Em M35, manda Ricardo Sequeira; em M40, Hélder Loureiro e Nuno Mendes partilham a liderança; em M45, comanda Bruno Passos. Em M50, o primeiro é António Faisco, e em M55 lidera Rui Brito. Coletivamente, a C.B. Almodôvar/Banco Primus/Swick segue na frente das equipas.

A terceira prova pontuável da Taça de Portugal de Masters terá lugar no dia 26 de abril.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Tavfer-Ovos-Matinados-Mortágua Mostra Garra na Clássica Mais Antiga do País”


A Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua rubricou uma corrida combativa na Clássica da Primavera, a prova mais antiga de Portugal, disputada ao longo de 145,8 km pelas freguesias de Laúndos, Terroso e Navais. Sete metas volantes e sete prémios de montanha de 3.ª categoria, com destaque para as icónicas subidas ao Monte de São Félix, garantiram uma corrida intensa em circuito.

No arranque, formou-se um numeroso grupo de fuga com cerca de 20 atletas, incluindo Leangel Linarez e Gonçalo Carvalho. Gonçalo enfrentou um problema mecânico e regressou ao pelotão, seguido mais tarde por Leangel, que não conseguiu manter o ritmo do grupo fugitivo. A equipa assumiu de imediato a perseguição no pelotão e, em poucos quilómetros, neutralizou o grupo inicial.


Posteriormente, uma reduzida fuga de 4/5 elementos formou-se, com Angel na composição, mas também foi apanhada. Restou à formação mortaguense controlar no pelotão e deixar outras equipas gerirem a corrida até às derradeiras passagens por São Félix. Rafael Barbas foi o melhor representante da Tavfer, concluindo na 18.ª posição.

 

Declaração de Rafael Barbas:

 

"Fizemos todos uma grande corrida, estivemos sempre ativos e com uma excelente dinâmica. No entanto, com os vários percalços mecânicos, não conseguimos discutir a vitória nem com o Leangel nem com o Matias, faz parte, mas deixa-nos com um sabor amargo na boca. O trabalho foi feito e bem feito nestes últimos meses, só que a sorte não tem estado do nosso lado. Quanto a mim, depois do dia de ontem em que não estive ao meu nível, hoje senti-me muito bem. Consegui passar a última ascensão ao São Félix no grupo da frente, e são essas boas sensações que levo comigo para continuar a trabalhar. A época ainda agora começou."


A Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua agradece o apoio de todos os patrocinadores, staff e adeptos que tornam possível esta jornada competitiva. A temporada 2026 continua com ambição e determinação!

 

Clássica da Primavera

8 de Março

 

1.º German Tivani (Aviludo-Loulé-Loulé), 3h33m02s

18.º Rafael Barbas (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 6s

22.º Gonçalo Carvalho (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a mt

35.º João Matias (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 52s

38.º Angel Sanchez (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 54s

48.º Leangel Meneses (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 2m39s

60.º Lois Guisande (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 6m16s

83.º Daniel Dias (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 6m37s

Galeria

 

Dia da Mulher, 8 de março!

 

Um dia importante que deve ser sempre celebrado. A nossa equipa tem muito a agradecer às mulheres, na figura de Leonor Silva, a presidente do clube e única mulher como presidente de uma equipa continental UCI portuguesa.

Uma mulher forte, com determinação, que representa os valores da equipa e leva a sua missão todos os dias em frente. Obrigada a esta grande mulher por tudo!

Fonte: Equipa Ciclismo Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua

“Gonçalo Amado e Beatriz Guerra entram a vencer na Taça de Portugal de XCO”


Fotos: Marcelo Lopes/FPC

Gonçalo Amado e Beatriz Guerra, ambos da Guilhabreu MTB Team, foram os grandes vencedores da primeira etapa da Taça de Portugal de XCO, disputada este domingo no 2.º Internacional XCO Paredes de Coura, prova UCI C2 realizada na pista de Vascões.

Na elite masculina, Gonçalo Amado impôs-se com autoridade, completando o percurso em 1h30m13s. O corredor da Guilhabreu deixou a concorrência a uma margem confortável, com Roberto Ferreira a terminar a 1m45s e João Cruz (SCOTT Portugal JCC Racing Team) a 2m04s.

Na elite feminina, Beatriz Guerra venceu isolada, ao fim de 1h18m37s. A espanhola Lara Lois (CdM Xesteiras) foi segunda, a 3m53s, e Lorena Patiño (Misser Project) completou o pódio, a 7m40s. A portuguesa iniciou também a Taça de Portugal como líder absoluta entre as sub23.

Entre os sub23 masculinos, destaque para Duarte Galvão (TRIUMTERMICA/Águias de Alpiarça), que foi quarto na classificação absoluta da elite. João Fonseca (Clube BTT Matosinhos) foi segundo e Vasco Silva (Guilhabreu MTB Team) fechou o top3.


Nas corridas jovens, destaque para Maria Coimbra (Guilhabreu MTB Team) e Hugo Ramalho (Guilhabreu MTB Team), vencedores entre os sub19, e para Jimena Riveiro (CC Farto) e Rafael Inácio (Escola de Ciclismo de Oeiras/Parracho), que triunfaram nos sub17.

No     paraciclismo,       Roberto      Soares       (Bombos    S. Sebastião/Bolflex/ElectroMinho) começou a Taça com uma vitória.

Já nos masters, os primeiros líderes da Taça de Portugal são Andreia Lopes (M30F, AEBTT Rio), Rui Carvalho (M30M, Clube Ciclismo Castelo Branco), Lurdes Gonçalves (M40F), Rogério Matos (M40M), Marisa Costa (M50F), António Passos (M50M) e Fernando Gonçalves (M60M).

Coletivamente, a Guilhabreu MTB Team iniciou a temporada da melhor forma, vencendo por equipas graças ao domínio nas categorias de elite e jovens.

A Taça de Portugal de XCO regressa a 12 de abril, com a segunda prova pontuável: o XCO Abrantes, também de categoria UCI C2.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

Ficha Técnica

  • Titulo: Revista Notícias do Pedal
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  • Subdiretor: Helena Ricardo Morais
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  • Redacção: José Morais
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