quinta-feira, 25 de outubro de 2018

“Lance Armstrong vai disputar a Rota dos Conquistadores na Costa Rica”

Norte-americano vai gravar a sua aventura para produzir um documentário

Por: Lusa

Foto: Reuters

O norte-americano Lance Armstrong vai disputar a Rota dos Conquistadores, entre 1 e 3 de novembro, na Costa Rica, numa que é considerada das provas de ciclismo mais difíceis a nível internacional, anunciou esta quinta-feira a organização.

Armstrong competirá nas três etapas da Rota dos Conquistadores, que contemplam um total de 226 quilómetros entre zonas montanhosas, rios, florestas e ruas de gravilha, que atravessam a Costa Rica do Pacífico até ao Caribe.

O norte-americano, que perdeu os sete títulos conquistados na Volta a França por doping, entre 1999 e 2005, vai gravar a sua aventura na Costa Rica para produzir um documentário.

"Estas imagens de Lance no nosso país vão servir-nos de muito no futuro, ele virá com este grupo especializado para segui-lo nesta aventura, já que ele mesmo vai gravar a sua travessia", revela a organização.

Esta será a 26.ª edição da Rota dos Conquistadores, que, em cada ano, convida dezenas de ciclistas de diversas partes do mundo, sendo que, em 2017, o vencedor foi o espanhol Josep Betalú, que irá tentar revalidar o título este ano.

Fonte: Record on-line

“Fernando Gaviria junta-se a Rui Costa e gémeos Oliveira na UAE Team Emirates”

Ciclista colombiano fazia parte dos quadros da Quick Step desde 2016

Por: Lusa

Foto: EPA

O ciclista colombiano Fernando Gaviria, que fazia parte dos quadros da Quick Step desde 2016, assinou um contrato válido por três anos com a UAE Team Emirates, anunciou esta quinta-feira a equipa em comunicado.

Gaviria terá como companheiro de equipa o português Rui Costa, na equipa desde 2014 e que renovou esta semana com a UAE Team Emirates, bem como os gémeos Ivo e Rui Oliveira, que assinaram contrato na semana passada.

"Mudei de equipa após ter sempre corrido com o mesmo grupo, o que me dá a possibilidade de dar um salto na carreira. Com esta nova camisola, não o vou esconder, quero as maiores vitórias. Agradeço à UAE Team Emirates a confiança que depositou em mim", disse Gaviria.

O colombiano, ciclista profissional desde 2015, foi bicampeão do mundo de ciclismo em pista (2015 e 2016) e possui 34 vitórias no total da carreira, entre as quais duas etapas e um dia com a camisola amarela na Volta a França de 2018, bem como também quatro tiradas e a vitória na classificação por pontos na Volta a Itália de 2017.

Fonte: Record on-line

“Ex-técnico da equipa de Lance Armstrong expulso do ciclismo para sempre”

Johan Bruyneel contribuiu no programa de doping que ajudou o norte-americano a vencer 7 vezes o Tour

Por: Lusa

O ex-técnico da equipa de Lance Armstrong afirmou ter sido expulso do ciclismo para a vida, por ter contribuído num programa de doping que ajudou Armstrong a vencer a Tour de França sete vezes.

Johan Bruyneel, que já estava a cumprir uma suspensão de 10 anos, confirmou que o Tribunal de Arbitragem do Desporto, com sede na Suíça, estendeu a proibição de qualquer contacto com o ciclismo para toda a vida, numa carta publicada pelos meios de comunicação social, na quarta-feira.

Este foi o resultado de uma contestação por parte da Agência Mundial Antidoping que argumentou que os 10 anos de penalização atribuídos a Bruyneel não eram suficientes e que a pena deveria ser mais longa.

No início deste ano, o ex-técnico também foi condenado por um tribunal dos EUA a pagar 1,2 milhões de dólares (um milhão de euros) por danos relacionados com o programa de doping.

O ex-ciclista profissional americano Lance Armstrong, já tinha chegado a um acordo de 5 milhões de dólares (4,4 milhões de euros) com o governo.

Fonte: Record on-line

“Movimento por um ciclismo credível pede demissão de líder da Agência antidoping”

Craing Reedir alvo de várias críticas

Por: Lusa

Foto: Filipe Farinha

O movimento por um ciclismo credível (MPCC) pediu esta quarta-feira a demissão do presidente da Agência Mundial Antidopagem (AMA), Craing Reedir, acusado de ser responsável de uma situação que "descredibiliza o conjunto do mundo desportivo".

Em carta aberta, a assembleia-geral do MPCC aponta várias insuficiências a Craing Reedir, entre as quais a de não incluir o Tramadol na lista de substâncias proibidas, apesar dos pedidos nesse sentido de várias organizações desportivas.

"O MPCC defende a proibição desta substância por razões éticas, mas também em virtude da saúde e segurança dos atletas. Deixar as coisas como estão, ameaça a saúde dos nossos atletas", defendem.

O organismo, criado em 2007, deplora ainda a decisão da AMA de levantar a suspensão à Agência Russa Antidopagem (RUSADA), que tinha sido punida pela participação num esquema de doping institucional, praticado entre 2011 e 2015.

O antigo diretor do laboratório de Moscovo Grigory Rodchenkov, um dos principais denunciantes do esquema de dopagem institucionalizado na Rússia, com conhecimento e apoio estatal, qualificou então a decisão da AMA como "a maior traição jamais feita contra a história olímpica e os atletas honestos".

O MPCC lembra que as duas condições importas para o levantamento da suspensão -- o reconhecimento das conclusões do relatório McLaren e o acesso aos laboratórios anti-doping --, estão ambas por cumprir.

Além disso, o MPCC põe em causa a forma como a AMA lidou com o caso de doping envolvendo Chris Froome - o ciclista britânico quatro vezes vencedor da Volta à França, testou positivo, numa análise, à substância salbutamol, um broncodilatador.

"Tratou-se de um fiasco para a AMA (...) colocando a AMA em contradição com as suas próprias regras, lançando o descrédito sobre a luta anti-doping", escrevem.

"O MPCC apela a que se retirem consequências de uma situação que descredibiliza o conjunto do mundo desportivo e põe em causa o fundamento das regras internacionais, pedindo a demissão do presidente da AMA", assinalam.

Fonte: Record on-line

“Volta a França de 2019 nas alturas com cinco chegadas a tocar o céu”

Prova decorre de 6 a 28 de Julho

Por: Lusa

Foto: Reuters

A edição de 2019 da Volta à França, em que se comemora o centenário da camisola amarela, conta com cinco chegadas em alto, incluindo três a mais de 2.000 metros, foi esta quinta-feira revelado na apresentação, em Paris.

O 106.º Tour, que arranca a 6 de julho, em Bruxelas, e termina a 28, nos Campos Elísios, depois de percorridos 3.460 quilómetros, divididos por 21 etapas, é "um hino à excelência", de acordo com o diretor da prova, Christian Prudhomme.

Os pontos altos da prova serão as chegadas ao Tourmalet, nos Pirenéus, à 14.ª etapa, e a Val Thorens, nos Alpes, à 20.ª e penúltima, que passa a ser, com os seus 2.365 metros, o terceiro final mais perto do céu desde a criação da Volta a França, em 1903.

No menu de imponentes subidas, consta também a do Iseran, uma ascensão lendária, face aos seus 2.770 metros, em 26 de julho, à 19.ª etapa e segunda de três alpinas, sendo feita pelo lado mais difícil, de Maurienne, pela primeira vez desde 1963.

A saga de etapas decisivas, lá bem no alto, arranca em 12 de julho, à sétima, com a quarta chegada, desde 2012, à estação de Haute-Saône, com a introdução de "um quilómetro suplementar à média de 9.5% de inclinação, com um muro de 20%".

A montanha marca todo o Tour e até o único contrarrelógio individual, à 13.ª etapa, com princípio e fim em Pau, num total de 27 quilómetros.

Depois do exercício a solo e do Tourmalet, o último ato pirenaico, à 15.ª tirada, também promete emoções e espetáculo, com a subida inédita ao Prat d'Albis (11,8 km, a 6,9%).

Quanto aos Alpes, e antes de Iseran e Val Thorens, as hostilidades começam à 18.ª etapa, em que o pelotão terá de subir o Vars, o Izoard e o Galibier, os três a mais de 2.000 metros, algo inédito desde 2011, antes da descida para Valloire, onde Eddy Merckx venceu a única chegada.

A primeira aparição da montanha está marcada para a sexta etapa, com a chegada a La Planche des Belles Filles, depois de cinco dias planos, com arranque em Bruxelas, que, à segunda tirada, recebe um contrarrelógio por equipas, de 27 quilómetros.

"Há menos ascensões de categoria especial, mas há 30 entre categoria especial, primeira e segunda, mais quatro do que em 2018 e sete em relação a 2017", explicou Prudhomme.

Apesar de ser uma prova para trepadores, os sprinters terão, teoricamente, sete ocasiões para ganhar etapas.

Em 2018, o Tour foi conquistado pelo britânico Geraint Thomas (Sky), que sucedeu ao compatriota Chris Froome, vencedor em 2015, 2016 e 2017, depois de já ter triunfado em 2013.

Fonte: Record on-line

“Volta a Franca: Foi apresentada a edição de 2019 do Tour de França”

Prova realiza-se entre os dias 3 e 28 de julho de 2019.

Já se conhece o percurso para o Tour de França de 2019. A prova foi apresentada, nesta quarta-feira.

A mítica prova do ciclismo mundial arranca na Bélgica no dia 6 de julho e passa, entre outros picos, pelo Tourmalet nos Pirenéus. O percurso do próximo ano promete, como é habitual, muita montanha.

A edição de 2019 vai homenagear o belga Eddy Merckx, cinquenta anos depois da sua primeira vitória no Tour, na etapa inicial em Bruxelas.

Tour de 2019

Também vão ser celebrados os 100 anos da 'camisola amarela', símbolo do líder e do vencedor, que foi envergada pela primeira vez no Tour de 1919 por Eugene Christophe.

A Volta à França realiza-se entre os dias 3 e 28 de julho de 2019.

Veja as etapas do Tour de 2019

06-julho 1. Bruxelles-Bruxelles 192 km

07-julho 2. Bruxelles-Bruxelles (clm) 27 km

08-julho 3. Binche-Epernay 214 km

09-julho 4. Reims-Nancy 215 km

10-julho 5. Saint-Dié-des-Vosges - Colmar 169 km

11-julho 6. Mulhouse - Planche des belles filles 157 km

12-julho 7. Belfort - Châlon-sur-Saône 230 km

13-julho 8. Mâcon - Saint-Etienne 199 km

14-julho 9. Saint-Etienne - Brioude 170 km

15-julho 10. Saint-Flour - Albi 218 km

16-julho Albi .

17-julho 11. Albi-Toulouse 167 km

18-julho 12. Toulouse - Bagnères-de-Bigorre 202 km

19-julho 13. Pau-Pau (clm) 27 km

20-julho 14. Tarbes-Col du Tourmalet 117 km

21-julho 15. Limoux-Foix 185 km

22-julho Nîmes .

23-julho 16. Nîmes-Nîmes 177 km

24-julho 17. Pont du Gard - Gap 206 km

25-julho 18. Embrun-Valloire 207 km

26-julho 19. Saint-Jean-de-Maurienne - Tignes 123 km

27-julho 20. Albertville - Val-Thorens 131 km

28-julho 21. Rambouillet - Paris 127 km.

Fonte: Sapo on-line

“Hutchinson DH / Atleta FreeRide: Rémy Métailler no Redbull Rampage 2018”

Por: Nuno Candeias

Remy Métailler é indubitavelmente um dos mais talentosos pilotos da sua geração, ele corre para a Hutchinson desde Janeiro 2018. Desde 2013 que Remy está a residir em Whistler, casa mãe de um dos mais maravilhosos  bike parks do mundo, desde modo consegue concentrar a sua energia no DH urbano, videos e produção de conteúdos, teste de produtos e preparação para o Red Bull Rampage. Ele tem participado nas mais importantes competições mundiais e os seus videos têm milhões de visualizações.

Em 2018, Um dos pilotos Canadianos mais francês juntou-se à Hutchinson e desde então tem tirado o maior partido das encostas do Whistler Bike Park, não poupando na borracha. Sendo aliás já uma lenda na modalidade (freeride/ DH), Remy tem permitido às equipas da Hutchinson tirar partido da sua experiência e feedback no desenvolvimento de produto. A sua ajuda tem sido também muito importante  do desenvolvimento de conteúdos para os Media.

A 26 Outubro, o pneu Toro 2.35 montado na frente e na traseira irá acompanhar Remy num dos mais arriscadas pistas de downhill do mundo: Red Bull Rampage. Para a sua 3ª participação neste grandioso evento de freeride, Remy deposita a maior confiança na aderência do pneu Toro durante a travagem e dos seus tacos laterais quando necessita acelerar. “ é de facto muito fácil apoiar e controlar a bike e ter o pneu sempre colado no solo. A aderência do pneu é deveras impressionante; ser conduzido por este pneu é um verdadeiro prazer.“

Para seguir o progresso do Rémy’s: acompanha as redes sociais da Hutchinson social e a competição em directo no dia 26 através da Red Bull TV!

Sobre o evento Red Bull Rampage

Esta competição reune os melhores 21 pilotos do mundo. A sua missão é simples: criar as suas próprias linhas de trilho nas escarpas do deserto, e depois conseguir segui-las durante a prova pondo em prática suas manobras e habilidades, claro.

O que podemos esperar ?

Os 21 pilotos têm de criar as suas linhas de passagem na montanha sempre nos limites da escarpas. Cada descida será única. Antes do inicio da competição, os pilotos passam 4 horas ao dia a desenvolver  as suas linhas de trilho. Depois têm outras 4 horas por dia para testar e prepararem-se para a prova mais intensa do planeta.

Como acompanhar a competição?

Para a ocasição, uma equipa de comentadores de classe mundial Mal Masekala, Pat Parnell, Tina Dixon e Cam McCaul acompanhar o evento.

O evento vai ser transmitido em directo dia 26 Outubro na Red Bull TV

Fonte: Sociedade Comercial do Vouga

“Atualização do Canal NP-TV com o Vídeo do “10º Passeio Clube Campismo Caravanismo Torres Vedras.2018”

A Revista Notícias do Pedal acaba de atualizar o seu canal de televisão “Notícias do Pedal-TV” no YouTube e no MEO/KANAL com o Vídeo do “10º Passeio Clube Campismo Caravanismo Torres Vedras.2018”


Para ver o vídeo no MEO/KANAL, quem possuir MEO, pode aceder carregando na tecla verde do comando, inserir o código 531450, e ver no MEO/KANAL este e outros filmes, podendo consultar toda a programação. Podem ver ainda através do seguinte link: https://kanal.pt/lista-canais/comunicao-social/lisboa/vila-franca-de-xira/?display=grid&order=updated