domingo, 29 de setembro de 2019

“Javier Noya vence Ironman 70.3 Portugal Cascais e Filipe Azevedo fecha o pódio”

Espanhol e pentacampeão mundial de triatlo vence prova que passou por Cascais, Oeiras, Lisboa e Sintra

Por: Lusa

Foto: Facebook

O espanhol e pentacampeão mundial de triatlo, Javier Noya, venceu a terceira edição do Ironman 70.3 Portugal Cascais, à frente do francês Dylan Magnien e do português Filipe Azevedo, que repetiu o terceiro lugar conquistado há um ano.

O atleta espanhol, de 36 anos, completou o percurso de 1,9 quilómetros de natação, 90 de ciclismo e 21 de atletismo, que passou por Cascais, Oeiras, Lisboa e Sintra, em 3:51.11 minutos, menos 4.32 minutos do que o gaulês e segundo classificado.

"Senti-me bem em toda a prova. Cometi um erro no percurso de ciclismo, enganei-me e fiz um quilómetro a mais, mas consegui retificar, mantive-me concentrado e estive bem no atletismo para fazer uma boa prova. Não era um percurso fácil, sobretudo a segunda parte do ciclismo, que era muito complicada, mas poupei forças no princípio para apertar nas zonas mais duras do percurso", afirmou Javier Noya, que se estreou no Ironman 70.3 Portugal Cascais com a vitória.

Já Filipe Azevedo, o melhor português em competição, cortou a meta em terceiro lugar, ao cabo de 3:56.48, e, apesar de ter repetido o feito de 2018, ambicionava melhor performance em Cascais.

"Este ano tinha como objetivo lutar por uma posição melhor. Sabia que o Javier Gomez Noya é um dos melhores atletas do mundo e seria complicado ganhar-lhe, mas também sabia que, fazendo uma boa prova, podia alcançar o segundo lugar. Tinha tudo bem encaminhado para isso, mas, no início do percurso de ciclismo, perdi toda a minha nutrição. E quando comecei a correr, à passagem dos 10 quilómetros, comecei a sofrer por causa disso e foi tentar aguentar até ao fim", contou.

Apesar do percalço e de não ter conseguido concretizar o objetivo inicial, Filipe Azevedo mostrou-se "muito feliz por ser o melhor português" em prova. "O terceiro lugar outra vez é um bom resultado final", concluiu o atual vice-campeão da Europa de média distância e campeão do Ironman 70.3 de Xangai, na China, em 2018.

Entre as senhoras, a britânica Ema Pallant conquistou o primeiro lugar do pódio, ao concluir a prova em 4:18.21 horas, com uma confortável vantagem sobre a espanhola Anna Noguera, segunda classificada com 4:27.52.

O terceiro lugar ficou na posse da alemã Anna-Lena Pohl, com 4:36.41 minutos, enquanto Vanessa Pereira, a melhor portuguesa em prova, terminou na sétima posição, com 4:55.48.

Fonte: Record on-line

“ASFIC VENCE CIRCUITO DE ÉVORA”

Decorreu hoje, dia 29 de Setembro, na cidade de Évora, o IV Circuíto UCA, a prova foi realizada num circuito fechado, com uma extensão de 3600 metros, que foi percorrido por 15 voltas, perfazendo uma distância total de 54 km.

A ASFIC Grupo Parapedra / Dinazoo / Riomagic participou nesta prova apenas com 3 unidades, João Letras, Jorge Letras e Carlos Ochoa.

A prova teve inicio cerca da 10h30, e logo desde o inicio surgiram vários ataques, mas sempre a serem neutralizados pelo pelotão.

A passagem da 8 volta, o atleta da ASFIC, João Letras, atacou forte no pelotão e com ele apenas seguiu o seu irmão, Jorge letras e outro atleta, que logo ganharam uma pequena vantagem ao pelotão.

Até ao fim da prova, os 3 atletas em fuga conseguiram sempre ganhar vantagem sobre o pelotão, e não ser alcançados.

Na ultima volta, Jorge letras atacou no grupo da fuga e conseguiu isolar-se, cortando a meta isolado, festejando o dia do seu aniversário, com uma vitória.

Logo atras, cortaram a meta os outros dois companheiros de fuga, com João letras a cortar a meta em 3º lugar.

Jorge Letras venceram ainda no escalão M30 e João letras o escalão Elite e as 2 metas volantes da prova.

Os atletas da ASFIC continuam sempre em grande evidência, lutando sempre pelas vitórias em todas as corridas, honrando sempre a camisola da ASFIC e seus patrocinadores.

Fonte: ASFIC - GRUPO PARAPEDRA /DINAZOO / RIOMAGIC

 

“Equipa Portugal/Rui Costa brilha com décimo lugar em Yorkshire”

Por: José Carlos Gomes

O português Rui Costa fez mais uma corrida brilhante, hoje, na prova de fundo para elite do Campeonato do Mundo de Estrada, na região inglesa de Yorkshire, terminando na décima posição, a 1m10s do vencedor, o dinamarquês Mads Pedersen.

A viagem, entre Leeds e Harrogate, teve 261,8 quilómetros, quase menos 20 quilómetros do que estava previsto. A alteração deveu-se às condições meteorológicas, com muita chuva e frio, que levaram a organização a anular duas das três subidas que deveriam ser ultrapassadas antes do circuito de Harrogate. Em contrapartida, os corredores deram nove voltas ao circuito e não as sete estabelecidas inicialmente.

A alteração do traçado fez com que a corrida acabasse por ser diferente do esperado, com um numeroso pelotão a entrar nos arruamentos de Harrogate. O que não se modificou foi a forma de correr de Rui Costa, sempre bem colocado no pelotão principal, na luta por um lugar entre os melhores.

A corrida foi lançada apenas no circuito urbano. Logo na primeira das nove voltas foi anulada a fuga de doze elementos que comandava a prova praticamente desde a partida. O pelotão compacto não significou uma corrida fácil. O ritmo foi sendo endurecido e muitos corredores foram sucumbindo à intensidade da corrida, ao frio e à chuva persistente.

Depois de terem trabalhado na fase inicial em prol do coletivo, José Gonçalves, Nelson Oliveira e Rui Oliveira abandonaram a corrida. A cerca de 80 quilómetros do fim, a Equipa Portugal ficava com Rúben Guerreiro e com Rui Costa em prova. A 40 quilómetros da chegada foi a vez de Rúben Guerreiro não resistir, sendo um dos 149 desistentes.

“Tive pena de, mais uma vez, não terminar o Mundial, mas era impossível. Trabalhei bastante para ajudar a colocar o Rui, ainda antes do circuito. Apesar de as sensações serem boas, a dada altura senti-me completamente vazio e não consegui seguir no grupo”, explica Rúben Guerreiro.

A corrida foi verdadeiramente atacada a 65 quilómetros do final, quando o suíço Stefan Küng e o estadunidense Lawson Craddock se isolaram, recebendo, 20 quilómetros adiante, a companhia de Mads Pedersen, Mike Teunissen e Gianni Moscon. Craddock cedo perdeu o contacto com a frente, o mesmo acontecendo a Teunissen.

A 33 quilómetros do final deu-se a movimentação que revolucionou a prova. O holandês Mathieu van der Poel, grande favorito, atacou e levou na roda Matteo Trentin. Formou-se, então, uma frente de corrida com os Trentin, van der Poel, Moscon, Küng e Pedersen. O representante da Holanda, com a impulsividade que se lhe reconhece, fez a maior parte das despesas e deixou o pelotão a uma distância irrecuperável, apesar dos esforços da Bélgica, que serviram para reduzir o grupo principal, de onde nunca saiu Rui Costa, sempre atento e bem colocado, apesar de já não ter companheiros de equipa.

À entrada para a última volta, Mathieu van der Poel pagou caro o esforço até então despendido, ficando para trás. Gianni Moscon foi o sacrificado de Itália, levando o grupo enquanto pôde, de modo a deixar Matteo Trentin na discussão do título. A luta pela camisola arco-íris foi a três. Mads Pedersen impôs-se ao fim de 6h27m28s (média de 40,370 km/h), seguindo-se Trentin, com o mesmo tempo, e Stefan Küng, a 2 segundos. O eslovaco Peter Sagan adiantou-se ao grupo principal sendo quarto, a 45 segundos. Rui Costa chegou no grupo seguinte, sendo décimo classificado, a 1m10s do vencedor.

Este é o quarto top 10 do poveiro em provas de fundo do Mundial: venceu em 2013, foi nono em 2015, décimo em 2018 e em 2019. “Foi preciso estar muito forte psicologicamente para encarar um Mundial como este, porque foi um dia de muita chuva e frio. Durante uma prova tão longa como esta, muitas coisas nos passam pela cabeça. As sensações foram boas no início, mas a meio não estava tão bem. Foi preciso ultrapassar esses momentos mais difíceis, esse sofrimento, para chegar melhor aos últimos quilómetros. A corrida fez-se muito dura com o frio e com a chuva”, afirma Rui Costa.

O corredor português preferia que o percurso não tivesse sido alterado. “O traçado previsto iria ser muito mais duro, talvez deixando mais cedo para trás alguns corredores que chegaram aqui na frente. Em todo o caso, um Mundial é sempre duro e hoje viu-se o quão difícil é estar com os melhores. Fico contente com mais este top 10. Sempre que venho à Seleção tento estar nas melhores condições para representar o país, penso que voltei a dignificar as cores de Portugal”, conclui o campeão mundial de 2013.

O selecionador nacional, José Poeira, ficou com a sensação do dever cumprido na prova de fundo para elite. “Nos últimos anos partimos sempre com a ambição de ficar nos dez primeiros e hoje, mais uma vez, conseguimo-lo. A corrida tornou-se muito dura, devido às condições climatéricas. Muitos corredores que vinham para ganhar acabaram por desistir. Nós resistimos. Foi pena aquela fuga, que nos tirou alguns lugares. Apesar de os colegas terem ajudado o Rui Costa em determinada fase da corrida, ele ficou sozinho durante muito tempo. Nessa circunstância não podia ter feito mais do que fez. Esteve muito bem”, salienta José Poeira.

Fonte: FPC

“Equipa Portugal/Maria Martins vítima da estratégia ofensiva da Holanda”

Por: José Carlos Gomes

A seleção holandesa dominou a prova de fundo feminina do Campeonato do Mundo de Estrada, usando uma estratégia ofensiva que dinamitou o pelotão muito cedo, arredando da corrida grande parte das corredoras, entre as quais Maria Martins.

A viagem de 149,4 quilómetros, entre Bradford e Harrogate, ficou marcada pelas duas subidas antes da entrada no circuito urbano. A primeira, logo ao quilómetro 15,4, em Norwood, permitiu à Holanda fazer um ensaio, partindo o pelotão e deixando para trás muitas corredoras, que não voltariam a recuperar e teriam de abandonar. Foi o caso de Maria Martins, uma das 63 desistentes.

Ao quilómetro 47,8, na subida de Lofthouse, a estratégia ofensiva das holandesas foi mais além. O ritmo forte das primeiras rampas, serviu de lançamento para um ataque poderoso de Annemiek van Vleuten, que se isolou e pedalou em solitário mais de 100 quilómetros, conquistando de forma autoritária a camisola arco-íris.

A nova campeã mundial sucede à compatriota Anna van der Breggen, que, há um ano, impôs-se também com um ataque de muito longe. Desta vez, van der Breggen teve de contentar-se com a medalha de prata, a 2m15s de Annemiek van Vleuten. A terceira foi a australiana Amanda Spratt, a 2m28s.

Fonte: FPC

Lisboa e Águias promove forte pedalada por Lisboa

Texto e fotos: José Morais

O 7º passeio de cicloturismo do Clube Desportivo Lisboa e Águias, foi a estrada este domingo 29 de setembro, percorrendo um percurso com cerca de 60 quilómetros, pela capital.

O evento que teve concentração nas instalações do Clube Desportivo Lisboa e Águias, no Bairro da Boavista pelas 8 horas, começou a rolar uma hora depois, com um pelotão de cerca de 20s participantes, oriundos da área da grande Lisboa, Margem Sul, ainda de Alcanhões, Santarém e Marinhais, estas as equipas de mais longe.

O passeio foi percorrido pelo Bairro da Boavista, passando pelo Pina Manique, Buraca, Benfica, Av. Uruguai, Largo da Luz, Sete Rios, Av. Forças Armadas, Av. 5 de Outubro, Av. Berna, Praça de Espanha, Av. António Augusto de Aguiar, Marques de Pombal.

Aqui contornando o mesmo, seguiu pela Av. António Augusto de Aguiar em direção à Praça de Espanha, seguindo em direção ao Areeiro, Av. Gago Coutinho, Rotunda do Relógio, Av. Berlim, entrando pelo Bairro da Encarnação, direito a Sacavém, Parque das Nações, e na Matinha foi tempo de paragens e reabastecimento, sendo dado águas e fruta a todos os participantes.

De regresso às pedaladas, seguiu-se direito a Santa Apolónia, Terreiro do Paço, Cais do Sodré, Belém, Algés, Av. Vasco da Gama, Restelo, Alfragide, e a chegada ao Bairro da Boavista a ocorrer cerca das 12.45, onde veio a terminar este grande passeio.

 

Pedalada a pedalada:

Temos de dar os parabéns a esta organização mais um ano pelo excelente trabalho feito em prol da modalidade, souberam receberem quem por lá passou, tanto antes como depois. Souberam ao longo trajeto manter a velocidade do verdadeiro cicloturismo, onde o passeio pode ser superado por todos, acompanhando os participantes com elementos da sua equipa, tanto à frente, no meio, ou na retaguarda.

Não só a organização, mas temos também de referenciar o excelente trabalho feito pelos cinco batedores da PSP Trânsito de Lisboa, pela segurança dada a todo o pelotão, já que quando se realiza um passeio pela capital, e neste domingo ainda com outros eventos a decorrer, é sempre difícil manter a segurança,

A organização de um evento cicloturistico nem sempre é tão fácil como muitos pensam, e só quem organiza dá o valor a que o evento tem, e o trabalho que dá, por isso temos de enaltecer o trabalho das organizações que se esmeram por organizar passeios de bicicleta, em colocarem um pelotão na estrada, já que muito trabalho existe antes, durante, e após o mesmo, e felizmente temos de lhes chamar carolas, aqueles que querem manter a modalidade viva.

Foi sem dúvida um excelente passeio, um exemplo a seguir noutros eventos, os locais de passagem muito bonitos, muitas vezes aplaudidos em especial por muitos turistas, já que existiu da parte da organização um bom gosto pelo trajeto, o tempo, também esteve excelente, o que proporcionou a todos umas fortes pedaladas, uma manhã de domingo salutar, onde no final esperava todos os participantes um belo petisco para retomar forças, deixando no ar a satisfação de terem participado, e o reconhecimento pela excelente organização do Lisboa e Águias, ficando assim os parabéns pelos excelentes momentos passados.

Por hora pouco mais para dizer, de referir um passeio de referência, onde deixamos também os nossos agradecimentos pela forma como fomos recebidos, desejando bons passeios, boas pedaladas, terminando apenas como uma palavra, “Parabéns”.