terça-feira, 5 de maio de 2026

“Afonso Eulálio volta ao Giro com ambição reforçada e papel-chave na Bahrain Victorious”


Por: José Morais

Afonso Eulálio está de regresso ao Giro d’Itália, repetindo a presença na prova onde, no ano passado, assinou uma das exibições mais marcantes da sua jovem carreira. A Bahrain Victorious confirmou a escolha do ciclista português para integrar o oito que, a partir de sextafeira, em Nessebar, na Bulgária, irá proteger o líder designado, o colombiano Santiago Buitrago.

O diretor desportivo Franco Pellizotti sublinhou, em comunicado, que tanto Edoardo Zambanini como Afonso Eulálio chegam ao Giro “em excelente condição”, podendo assumir um papel determinante nas etapas de média montanha e nos terrenos mais irregulares, onde o talento do figueirense costuma sobressair.

Com apenas 24 anos, Eulálio regressa à corrida que o projetou internacionalmente, depois de ter brilhado na 17.ª etapa da edição passada. Nesse dia, coroou em solitário o mítico Mortirolo uma das subidas mais duras e emblemáticas da prova e terminou no 10.º lugar, num desempenho que lhe valeu elogios generalizados. A aventura acabaria por ser interrompida dois dias depois, devido ao desgaste acumulado, mas a impressão deixada foi suficiente para reforçar a confiança da equipa no seu potencial.

Agora, o português volta com uma missão clara: ser um dos pilares na proteção de Buitrago, num Giro onde a Bahrain Victorious apresenta uma formação construída “para apoiar o colombiano no objetivo da classificação geral”.

O oito da equipa inclui ainda nomes de peso, como o italiano Damiano Caruso que se despede este ano da corrida onde foi vicecampeão em 2021 e quinto classificado em 2023, o australiano Robert Stannard, o belga Alec Segaert, o croata Fran Miholjevic e o neerlandês Mathijs Paasschens.

A 109.ª edição do Giro d’Itália arranca esta sextafeira, em Nessebar, e termina a 31 de maio, em Roma, prometendo três semanas de alta intensidade, montanhas históricas e oportunidades para talentos emergentes como Afonso Eulálio confirmarem o seu crescimento no pelotão internacional.

“Não querem acabar como Jorgenson” Tadej Pogacar acusado de exibir tendências de Lance Armstrong perante alguns ciclistas no pelotão”


Por: Miguel Marques

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Tadej Pogacar é uma das figuras mais populares do ciclismo, mas simultaneamente uma das mais polarizadoras. A sua dominação da modalidade deve-se ao enorme talento em cima da bicicleta e a um fortíssimo coletivo da UAE Team Emirates - XRG; porém, o comentador neerlandês Thijs Zonneveld argumenta que a sua forma de mandar no pelotão tem traços semelhantes aos de Lance Armstrong nos anos 2000.

O norte-americano venceu então sete Voltas a França consecutivas, de 1999 a 2005, exercendo um controlo de ferro sobre a corrida, quase sinónimo do seu nome. Zonneveld comparou Pogacar a Armstrong no sentido de perseguir corredores que falaram sobre as suas táticas ou as da sua equipa.

A Volta a França de 2025 foi um exemplo claro, com Pogacar a responder pessoalmente aos ataques de Matteo Jorgenson ao longo de toda a prova. Isso prolongou-se já tarde na corrida, quando o norte-americano, da Team Visma | Lease a Bike, já não estava na luta pela geral e tentava entrar em fugas.

“Vai ser muito difícil para ele quando a UAE partir com uma equipa forte. Simplesmente não o vão deixar ganhar. Não querem acabar como o Jorgenson”, disse Zonneveld no podcast In de Waaier. Estas ações surgiram na sequência do que Jorgenson fizera anteriormente na corrida.

Na 7ª etapa, Pogacar acusou diretamente Jorgenson de o impedir de apanhar um bidon na zona de abastecimento. “Não sei qual é a intenção deles. Fazem isto muitas vezes. Vão para a frente na zona de abastecimento como se fossem os únicos a precisar de bidons”, disse Pogacar na altura.

“Íamos em fila na zona de abastecimento. Indiquei a minha intenção de agarrar um bidon do meu cuidador. Ele estava a vinte metros atrás do corredor da Team Visma | Lease a Bike. O Jorgenson decidiu passar pela direita porque queria tirar um bidon. Não tive alternativa senão dar-lhe um empurrão”.

 

Tadej Pogacar é ‘armstrongiano’?

 

Em 2004, Armstrong perseguiu de forma célebre o italiano Filippo Simeoni quando este tentou entrar numa fuga no Tour e, mais tarde, fez um gesto de “lábios fechados” para a câmara de TV. Foi uma mensagem clara após Simeoni testemunhar num caso de dopagem relacionado com o Dr. Michele Ferrari, que integrava o círculo de Armstrong.

O domínio atual de Pogacar no World Tour permite-lhe, como se viu na Volta a França, sair do seu caminho para impedir o sucesso de outros corredores. É algo que também pode funcionar como tática psicológica.

“Eles influenciam o desenrolar das corridas mesmo quando ganha alguém que não seja o Pogacar. Por isso é que os corredores querem estar entre os que ele aprecia. É bastante armstrongiano, embora isso tenha sido num nível totalmente diferente”.

A recente Volta à Romandia reacendeu essas preocupações. Após a 1ª etapa, em que Pogacar, Lenny Martínez, Jorgen Nordhagen e Florian Lipowitz se destacaram na subida final do dia, o alemão recusou colaborar. Na entrevista pós-corrida, Pogacar elogiou os outros dois, deixando claro o reparo a Lipowitz por não ter trabalhado.

“Ele é um tipo simpático, mas dá umas alfinetadas. Se trabalhas com ele, és ‘gajo porreiro’. Recebes um comentário no Strava como o Seixas recebeu (depois da Liege-Bastogne-Liege) ou um braço por cima do ombro como aconteceu com o Nordhagen. Se não trabalhas com ele, levas uma picada na entrevista e ficas na lista negra”.

De acordo com o analista, isto pode criar um ambiente no pelotão em que os corredores acabam por colaborar com Pogacar, mesmo contra as suas próprias hipóteses de vencer, com receio de retaliação futura do Campeão do Mundo e da UAE.

Recentemente, Mathieu van der Poel recebeu fortes críticas pelas opções táticas ao colaborar totalmente com o esloveno na Volta à Flandres, cedendo no Oude Kwaremont, num cenário praticamente idêntico ao de há 12 meses.

No entanto, Zonneveld defende que a popularidade de Pogacar acaba por ensombrar este tipo de ações no pelotão, enquanto as críticas recaem muitas vezes sobre os rivais. “O Pogacar é socialmente muito mais hábil [do que Jonas Vingegaard]. Por isso tem amigos em todo o lado e é visto como o simpático”.

“A procurar reavivar o legado de Bernard Hinault, Paul Seixas será o primeiro adolescente a correr a Volta a França desde a década de 1930”


Por: Miguel Marques

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Paul Seixas ainda não completou 20 anos, mas já é visto por muitos como um dos melhores ciclistas do mundo. Por isso, não surpreende que a Decathlon CMA CGM tenha ajustado os seus planos para este verão e leve a sua joia ao coração da Volta a França, para medir forças com Tadej Pogacar, entre outros. Para perceber quão inédito é ver um ciclista tão jovem na Volta a França, é preciso recuar quase uma década inteira.

Enquanto o último adolescente na Volta a França foi o alemão Georg Umbenhauer (19 anos e 290 dias) em 1932, Seixas (19 anos e 283 dias) será o participante mais jovem desde Fabio Battesini, em 1931. O italiano, com 19 anos e 131 dias no arranque, venceu uma etapa na estreia e foi uma das figuras da primeira semana com mais um pódio. Paul Seixas aponta, no mínimo, a seguir as pegadas de Battesini este verão.

“Tenho apenas 19 anos, mas como já disse, a idade não é uma barreira nem uma desculpa. Esta decisão, tomada em conjunto com a direção da equipa, foi cuidadosamente ponderada e construída coletivamente nos últimos dias”, comentou Seixas sobre a escolha de participar já em 2026 no comunicado de imprensa de hoje da equipa.

Olhando para o seu palmarés em 2026, com vitórias na La Flèche Wallone e na Volta ao País Basco, e pódios na Strade Bianche e na Liege-Bastogne-Liege, onde só Tadej Pogacar se mostrou um nível acima de Seixas, percebe-se porque o francês de 19 anos é automaticamente encarado como um dos três principais favoritos e porque muitos adeptos franceses já se preparam para acolher o tão aguardado sucessor do legado de Bernard Hinault, autor de cinco triunfos na Volta a França no final da década de 1970 e nos anos 1980.

“Nelson Oliveira regressa ao Giro e reforça estatuto histórico: português soma 23.ª grande Volta”


Por: José Morais

Nelson Oliveira volta a marcar presença no Giro d’Italia, naquela que será a sua quarta participação na prova e a 23.ª grande Volta da carreira um recorde absoluto entre ciclistas portugueses. O corredor da Movistar, de 37 anos, integra o bloco escolhido pela equipa espanhola para apoiar o estreante Enric Mas, referência máxima do conjunto azul para a edição deste ano.

O experiente ciclista de Vilarinho do Bairro (Anadia) regressa à corsa rosa cinco anos depois, tendo já competido na prova em 2012, 2013 e 2019. A Movistar sublinha, em comunicado, que o papel de Oliveira será determinante no controlo da corrida e na gestão dos momentos decisivos, sobretudo na proteção Enric Mas, que se estreia no Giro aos 31 anos após três pódios na Vuelta (2018, 2021 e 2022).

Com nove participações no Tour de France e dez na Volta a Espanha, Nelson Oliveira é um dos gregários mais respeitados do pelotão internacional, reconhecido pela capacidade de trabalho, leitura tática e fiabilidade em etapas longas e exigentes.

A formação espanhola apresenta-se na 109.ª edição do Giro com um elenco que combina experiência e juventude: Javier Romo, Iván García Cortina, Juan Pedro López, Einer Rubio, Orluis Aular e Lorenzo Milesi completam a equipa que parte de Nessebar, na Bulgária, esta sexta-feira.

A corrida termina a 31 de maio, em Roma, onde Oliveira espera concluir mais um capítulo de uma carreira marcada pela consistência e pela longevidade ao mais alto nível.

“Resultados 3a etapa da Volta a Espanha Feminina 2026: Cédrine Kerbaol dá novo triunfo à EF com ataque a solo nos 2kms finais”


Por: Miguel Marques

Foto: © Unipublic/Agência Criativa Cxcling/Aritz Arambarri

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A 3ª etapa da Volta a Espanha Feminina foi um dia duro em cima da bicicleta, com bastantes subidas; e nas ruas da A Coruña foi Cédrine Kerbaol quem ergueu os braços em triunfo. A ciclista da EF Education-Oatly conseguiu a vitória após um ataque tardio, resistindo ao grupo das favoritas.

Chegar ao final da etapa galega esteve longe de ser simples. Com a última hora repleta de pequenas subidas, muitas corredoras cederam. Franziska Koch e Lotte Kopecky, primeira e terceira à partida, enfrentaram dificuldades nas derradeiras ascensões, onde se sucederam ataques repetidos de Katarzyna Niewiadoma.

Depois de a escapada de Sterre Vervloet ter sido anulada, as candidatas à geral e as especialistas das clássicas mediram forças no terreno acidentado. Pauline Ferrand-Prévot e a campeã olímpica Kristen Faulkner também mexeram, com a segunda a abrir um espaço perigoso, entretanto fechado graças ao trabalho da SD Worx e da FDJ United - Suez.

As duas equipas procuraram um final ao sprint, mas tal não foi possível. O desfecho incluía um longo setor de empedrado e uma pequena rampa ascendente que abriu o jogo e, a 2,2 quilómetros da meta, Kerbaol atacou desde a dianteira do pelotão. Sem a força imediata para organizar a perseguição, a francesa conseguiu manter a vantagem e conquistar a etapa, a segunda da EF, depois de Noëmi Ruegg ter vencido no dia de abertura.

Lotte Kopecky sprintou para o segundo lugar e reduziu a diferença para Koch na luta pela camisola vermelha, enquanto Sarah van Dam foi terceira.

“O CRP Ribafria | Grupo Parapedra – MAF – Riomagic conquistou o 1.º lugar coletivo na VII Volta ao Nordeste em bicicleta”


O CRP Ribafria | Grupo Parapedra – MAF – Riomagic conquistou o 1.º lugar coletivo na VII Volta ao Nordeste em bicicleta, disputada entre os dias 30 de abril e 3 de maio, numa prova composta por um prólogo e três etapas em linha.

A competição iniciou-se em Macedo de Cavaleiros com um prólogo de 5 quilómetros, onde Hélder Loureiro alcançou o 3.º melhor tempo, apesar de um erro por falta de sinalização por parte de organização, que o obrigou a corrigir o percurso. Carlos Martins registou o 2.º melhor tempo, enquanto Miguel Nunes terminou na 6.ª posição.


A primeira etapa, com partida em Vinhais e chegada a Izeda (124 km), ficou marcada pela postura ofensiva da equipa, que colocou três corredores em fuga numa fase inicial. Apesar de anulada pelo pelotão, o CRP Ribafria voltou a destacar-se no grupo da frente, com Hélder Loureiro, Carlos Martins e Miguel Nunes entre os principais protagonistas. A etapa foi decidida ao sprint, com a vitória do camisola amarela, a mostrar estar forte. Hélder Loureiro alcançou o 2.º lugar. Miguel Nunes assumiu a liderança da montanha e da classificação por pontos, enquanto a equipa terminou o dia na 2.ª posição coletiva.


Na segunda etapa, entre Mirandela e Vila Flor (79 km), repetiu-se o cenário competitivo, com várias tentativas de fuga neutralizadas. Miguel Nunes venceu dois prémios de montanha, consolidando a liderança dessa classificação, enquanto Henrique Silva assumiu a liderança dos pontos. A equipa manteve o 2.º lugar coletivo.


A terceira e última etapa, entre Miranda do Douro e Vimioso (83 km), ficou marcada por incidentes nos momentos decisivos. Já na fase final, a cerca de 200 metros da meta e quando Helder Loureiro e o camisola amarela estavam na frente, um erro de indicação no percurso por parte de um membro da organização, levou os dois a saírem da rota correta, resultando numa queda após contacto entre ambos. Pouco depois, a cerca de 100 metros da meta, Carlos Martins quando se encontrava na discussão da etapa com dois adversários, caiu após colisão com um elemento das forças de segurança que se atravessou a sua frente.


Ainda assim, apesar dos contratempos, o CRP Ribafria alcançou resultados de relevo: Miguel Nunes terminou no 2.º lugar da classificação geral e venceu a classificação da montanha, sendo ainda 2.º classificado em elites. Ricardo Sequeira foi 2.º classificado em M30, Luís Teixeira 3.º na mesma categoria e Hélder Loureiro venceu em M40.

 

A equipa garantiu o 1.º lugar coletivo final

 


A participação fica, no entanto, fortemente marcada por duras críticas à organização, que aparenta querer restringir a prova aos atletas da sua própria associação. Esta é, aliás, a única competição onde se verificam valores de inscrição significativamente mais elevados para participantes externos, sobretudo para aqueles que se deslocam de maiores distâncias.


A estes fatores juntam-se erros graves ao nível organizativo. Após a falha inicial na sinalização e indicação no prólogo (corrigida apenas tardiamente) sucederam-se novos incidentes, desta vez na chegada da última etapa. Estes erros acabaram por provocar alterações na classificação geral, e gerando uma evidente injustiça, particularmente para os três atletas envolvidos na queda.

Fonte: CRP Ribafria | Grupo Parapedra – MAF – Riomagic




“Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua Gonçalo Carvalho fecha GP Anicolor no top 10 após última etapa muito dura”


A última etapa do Grande Prémio Anicolor, entre Mortágua e Águeda, ficou marcada por condições climatéricas muito adversas, chuva intensa e um ritmo de sofrimento que levou vários atletas a abandonar a prova por razões de segurança e de gestão física.

A corrida começou com Daniel Dias em destaque numa fuga que passou a primeira contagem de montanha, mas o pelotão reagiu rapidamente e anulou a movimentação. O mau tempo, o frio e o desgaste acumulado provocaram várias desistências ao longo do dia, tornando a tirada ainda mais seletiva.

A Tavfer Ovos Matinados Mortágua, no entanto, manteve-se combativa até ao final. Daniel Dias ainda ajudou Gonçalo Carvalho a regressar ao grupo principal depois de um contratempo mecânico, mas acabou por sofrer uma queda e abandonar a etapa. Gonçalo seguiu em luta, geriu o esforço e terminou em 6.º lugar na etapa, fechando a classificação geral na 8.ª posição, um resultado que orgulhou toda a estrutura e confirmou a evolução da equipa ao longo da corrida.

 

Declaração de Gonçalo Carvalho:

 

“Num dia especial de Dia da Mãe, partimos de Mortágua para uma etapa que já se previa muito exigente. Sabia que ia ser um dia duríssimo, onde a chuva tornou o dia de hoje mais duro. Tive um início complicado, com uma avaria na subida que me obrigou a trocar de bicicleta duas vezes, mas mantive a calma e, com a ajuda do Daniel Dias, consegui regressar ao pelotão. A partir daí, foi gerir o esforço e manter-me no grupo principal até à meta. Finalizo em 6.º lugar na etapa e 8.º na geral. Agradeço à equipa por estes 3 dias de grande entreajuda.”

 

Declaração de Xavier Silva:

 

“Não foi um dia fácil, tivemos de gerir os atletas, tivemos percalços, mas a equipa deu o seu melhor e o top 10 do Gonçalo mostra o seu bom momento de forma, o esforço da equipa e o trabalho desenvolvido. A prova era muito dura, estivemos sempre na frente nas etapas, na fuga, nas discussões das etapas, com top 10 na primeira etapa, 2.º e 3.º lugar na segunda etapa e novamente top 10 na última etapa, terminando com o 8.º lugar na geral do Gonçalo Carvalho.”

A Tavfer Ovos Matinados Mortágua sai do Grande Prémio Anicolor com mais um sinal claro de consistência, espírito de sacrifício e capacidade de competir com os melhores, num balanço muito positivo para a equipa.

 

Classificação da etapa

 

1º. Alexis Guerin (Anicolor-Campicarn), em 4h46m14s

6º. Gonçalo Carvalho (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 1m33s

50º. César Martingil (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 45m59s

DNF. Daniel Dias (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua)

DNF. Francisco Morais (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua)

DNF. Bruno Silva (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua)

DNF. Francisco Alves (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua)

DNF. Leangel Linarez (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua)

 

Classificação geral

 

1º. Alexis Guerin (Anicolor-Campicarn), em 13h23m54s

8º. Gonçalo Carvalho (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 1m40s

52º. César Martingil (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 1h03m00s

Fonte: Equipa Ciclismo: Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua

Ficha Técnica

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