terça-feira, 21 de julho de 2026

“Ciclistas exigem travão aos controlos noturnos: sindicato denuncia práticas ‘invasivas’ no Tour de França”


Por: José Morais

O sindicato que representa os ciclistas profissionais voltou a colocar pressão sobre as entidades antidopagem, depois de terem sido realizados testes durante a madrugada a Tadej Pogacar e Jonas Vingegaard na última edição do Tour de França. A associação Cyclistes Professionnels Associés (CPA) pede uma revisão urgente das práticas adotadas, defendendo que o combate ao doping não pode colidir com direitos básicos dos atletas.

Num comunicado divulgado esta semana, o CPA reforça que continua “firmemente comprometido com uma política antidopagem rigorosa e eficaz”, mas alerta para a necessidade de garantir que todos os procedimentos respeitam normas legais claras e não ultrapassam limites considerados razoáveis. A organização considera que acordar ciclistas a meio da noite para recolha de amostras é uma medida que merece “uma reflexão séria”, sobretudo numa competição de desgaste extremo como a Volta a França.

O sindicato recorda que o Código Mundial Antidopagem foi criado para proteger a saúde dos desportistas e assegurar condições equitativas entre concorrentes princípios que, segundo o CPA, ficam comprometidos quando o descanso dos atletas é interrompido por controlos inesperados.

A associação chama ainda atenção para o desequilíbrio financeiro no setor: enquanto o ciclismo, através da International Testing Agency (ITA), investe cerca de 10 milhões de euros anuais em recolha e análise de amostras, a Agência Mundial Antidopagem (AMA) destina apenas cerca de 5 milhões de dólares por ano à investigação científica que permite desenvolver novos métodos de deteção aplicáveis a todas as modalidades.

Perante estes números, o CPA questiona a estratégia atual: será mais eficaz multiplicar controlos surpresa ou reforçar a investigação que permite detetar substâncias com maior precisão? A organização conclui que o futuro passa por uma abordagem dupla “uma luta forte contra o doping é essencial, mas uma luta inteligente é igualmente indispensável”.

“Suspensão anulada: amnistia da JMJ devolve carreira a Frederico Figueiredo”


Por: José Morais

A suspensão de seis anos que afastava o ciclista Frederico Figueiredo das competições foi oficialmente anulada pelo Tribunal Arbitral do Desporto, após a aplicação da lei de amnistia aprovada durante a Jornada Mundial da Juventude. A decisão encerra um processo que marcou profundamente o pelotão nacional e reabre a porta ao regresso do trepador lisboeta.

 

Reviravolta jurídica que muda o caso

 

O TAD considerou “procedente” o recurso apresentado pelo corredor de 35 anos, anulando a sanção aplicada pela Autoridade Antidopagem de Portugal, que o havia punido por alegadas anomalias no passaporte biológico.

A lei de amnistia Lei n.º 38-A/2023, promulgada a 2 de agosto perdoa infrações cometidas por atletas com menos de 30 anos à data dos factos. Figueiredo cumpria esse critério nos anos apontados pela ADoP: 2018, 2019 e, eventualmente, 2020.

 

O que estava em causa

 

O ciclista sempre negou qualquer prática ilícita e, numa publicação nas redes sociais, garantiu que as irregularidades apontadas eram injustificadas. A decisão agora conhecida declara “amnistiadas” todas as infrações imputadas, extinguindo o processo disciplinar e obrigando a ADoP ao pagamento de mais de 11 mil euros em custas.

 

Carreira marcada por resultados de topo

 

A suspensão anulada tinha retirado do atleta todos os resultados obtidos após 11 de agosto de 2018 incluindo o segundo lugar na Volta a Portugal 2022, onde venceu uma etapa e a classificação da montanha.

Figueiredo soma ainda um terceiro lugar na Volta de 2020 e três triunfos consecutivos no GP Joaquim Agostinho. Ao longo da carreira, representou equipas como Rádio Popular, Sporting-Tavira e Anicolor-Campicarn.

 

O que esperar agora

 

Com a sanção anulada, o ciclista volta a estar elegível para competir, abrindo espaço para um possível regresso ao pelotão nacional ou internacional. A decisão também reacende o debate sobre o impacto da amnistia da JMJ no desporto português.

“Tour de França: Remco Evenepoel impõe lei própria no regresso do cronómetro e deixa a montanha em ebulição”


Por: José Morais

A 16.ª etapa do Tour de França transformou-se numa demonstração de força de Remco Evenepoel, num dia marcado pelo regresso do contrarrelógio puro, pela queda de um candidato ao pódio e pela confirmação de que a última semana promete ser um campo de batalha emocional e físico.

 

O contrarrelógio que reacendeu uma disciplina esquecida

 

Com o Lago Léman como cenário, o Tour entrou na sua fase decisiva com um contrarrelógio de 26,1 km entre Évian-les-Bains e Thonon-les-Bains. Uma especialidade que já foi rainha e que Miguel Indurain elevou ao estatuto de espetáculo televisivo regressou ao protagonismo depois de anos de redução quase simbólica.

Remco Evenepoel, campeão mundial da disciplina, tratou de recordar ao mundo o valor do exercício: foi o mais rápido a subir, o mais técnico a descer e o mais poderoso no plano. Uma atuação que não deixou margem para dúvidas e que o projeta para a semana alpina com confiança reforçada.

 

Segurança volta ao centro das atenções

 

O dia ficou também marcado por um episódio preocupante: Brandon McNulty envolveuse num acidente com um veículo não associado à corrida durante o reconhecimento do percurso.

Segundo Mauro Gianetti, CEO da UAE Team Emirates – XRG, o norteamericano “não conseguiu evitar o impacto quando o carro travou subitamente”.

Num evento que mobiliza centenas de milhares de pessoas, a segurança dos ciclistas já tantas vezes posta em causa regressa ao debate. E não há margem para complacência.

 

Juan Ayuso em queda livre

 

Se o cronómetro era, no papel, a oportunidade perfeita para Juan Ayuso recuperar o tempo perdido no Planalto de Solaison, a realidade foi cruel. Desde o primeiro ponto intermédio, o espanhol mostrou falta de ritmo e incapacidade de acompanhar os melhores.

Mais do que o tempo perdido, preocupa a tendência: Ayuso parece entrar numa espiral negativa precisamente na fase decisiva da corrida. O pódio, que há poucos dias parecia ao alcance, começa a desaparecer no horizonte.

 

Lipowitz abandona após queda aparatosa

 

O alemão Florian Lipowitz, terceiro no Tour de 2025, sofreu uma queda violenta após uma descida técnica e abandonou com o braço imobilizado.

A imagem evocou inevitavelmente o acidente de Jonas Vingegaard: perda da roda dianteira, impacto no meiofio e fim abrupto da corrida.

A luta pelo pódio perde um protagonista, mas o contrarrelógio acabou por equilibrar ainda mais a disputa entre os restantes candidatos.

 

Remco Evenepoel, o relógio humano

 

Quando o cronómetro chegou a zero e Evenepoel saiu da rampa, a sensação era quase consensual: seria preciso um milagre para o belga não vencer. E assim foi.

Arriscou mais do que Tadej Pogacar, líder da geral, mas nunca perdeu o controlo. A precisão, a potência e a frieza transformaram o percurso num palco para mais uma exibição que reforça o estatuto de Evenepoel como um dos maiores especialistas da história.

“MUSEU DO CICLISMO JOAQUIM AGOSTINHO ACOLHEU WORKSHOP DE NUTRIÇÃO COM DANIELA CUNHA”


Na manhã do passado sábado, 18 de julho, o Museu do Ciclismo Joaquim Agostinho, situado em Torres Vedras, foi palco de uma sessão formativa dedicada à nutrição aplicada ao Ciclismo e à Atividade Física, desenvolvida em parceria com a especialista Daniela Cunha. A atividade reuniu atletas, praticantes recreativos e entusiastas do desporto interessados em compreender de que forma uma alimentação adequada pode transformar o desempenho em cima da bicicleta e no dia a dia.

Ao longo da formação, os participantes exploraram os pilares fundamentais da nutrição desportiva, abordando temas cruciais como a gestão dos níveis de energia durante o esforço, a importância da hidratação antes, durante e após o treino, e o impacto direto dos nutrientes na recuperação muscular. A nutricionista Daniela Cunha, na ocasião, desmistificou vários conceitos comuns e apresentou estratégias simples, sustentáveis e cientificamente validadas para integrar hábitos alimentares equilibrados na rotina diária de quem pratica exercício.

Um dos momentos altos do workshop foi a sua componente prática. Num formato interativo e dinâmico, foram partilhadas e preparadas receitas funcionais de execução rápida ideais para consumo nas diferentes fases do treino , demonstrando como a nutrição desportiva pode ser simultaneamente eficaz, acessível e saborosa.

Com a realização da atividade, o Museu do Ciclismo Joaquim Agostinho reforçou a sua missão pedagógica e de promoção de estilos de vida saudáveis, afirmando-se não apenas como um espaço de salvaguarda da memória e história do ciclismo, mas também como um ponto de encontro ativo para a formação e capacitação da comunidade desportiva local.

Fonte: Câmara Municipal Torres Vedras

segunda-feira, 20 de julho de 2026

“Jonas Vingegaard sofre queda grave no Tour e recusa culpar controlo antidoping madrugador”


Por: José Morais

Jonas Vingegaard afastou qualquer ligação entre o controlo antidoping realizado de madrugada e a queda que o retirou do Tour de France. O dinamarquês, então segundo da geral, enfrenta agora uma cirurgia à clavícula devido à severidade da fratura.

O corredor da Visma–Lease a Bike foi ao chão a cerca de 20 quilómetros da meta no Planalto de Solaison, num incidente que envolveu vários ciclistas junto a um meiofio. Visivelmente abalado, permaneceu sentado no asfalto antes de caminhar até à ambulância, com o braço direito imobilizado.

Apesar de ter sido submetido a um controlo antidoping por volta das duas da manhã, Vingegaard rejeitou qualquer relação entre a falta de descanso e o acidente. “Quedas fazem parte do ciclismo. Não vou atribuir isto ao controlo”, afirmou o dinamarquês à televisão TV2, numa posição que reforça a ideia de que o azar é um elemento inevitável da modalidade.

Os exames posteriores confirmaram uma clavícula partida e múltiplas escoriações. A equipa comunicou que, devido à gravidade da fratura, os médicos recomendaram cirurgia. A Visma pediu apoio dos adeptos e desejou uma recuperação rápida ao seu líder.

A saída de Vingegaard altera profundamente o duelo que vinha marcando o Tour. Tadej Pogacar, líder da classificação geral, lamentou a perda do rival: “Sem o Jonas, o Tour não será igual”. O esloveno também passou por um controlo antidoping nas primeiras horas da manhã, tal como o dinamarquês.

Sepp Kuss e Isaac del Toro, igualmente envolvidos na queda, conseguiram continuar. O grupo de Pogacar chegou a abrandar o ritmo ao saber do acidente, retomando depois a velocidade normal quando ficou claro que Vingegaard não regressaria ao pelotão.

A desistência abriu espaço para mudanças no pódio provisório: Remco Evenepoel, vencedor da etapa, ascendeu ao segundo lugar, a cinco minutos de Pogacar, enquanto Del Toro subiu ao terceiro posto, a 5:58 do líder.

“Novo website oficial reúne toda a informação sobre a Volta a Portugal”


A 87.ª Volta a Portugal em Bicicleta já dispõe de um espaço digital inteiramente dedicado à maior prova do ciclismo nacional.

Disponível em www.avoltaportugal.com o novo website oficial reúne toda a informação sobre a competição, afirmando-se como a principal plataforma de consulta para adeptos, jornalistas, equipas e restantes agentes da modalidade.

Mais do que acompanhar a atualidade da prova, o portal foi concebido para preservar e valorizar a história da Volta a Portugal, disponibilizando conteúdos exclusivos e uma vasta informação sobre uma competição que se aproxima do seu centenário.

Entre os conteúdos já disponíveis destacam-se o percurso completo da edição de 2026, os detalhes de cada etapa, notícias atualizadas, curiosidades, um dicionário com os principais termos do ciclismo, informações sobre as camisolas oficiais, estatísticas, palmarés, bem como um espaço dedicado à história da Volta, onde é possível revisitar alguns dos momentos mais marcantes da prova desde a sua criação, em 1927.

O website integra ainda uma componente editorial reforçada, com notícias, reportagens e conteúdos multimédia que permitem conhecer melhor os protagonistas, os territórios percorridos pela corrida e algumas das histórias que fazem da Volta a Portugal uma das mais emblemáticas competições desportivas do país.

Enquanto entidade organizadora da Volta a Portugal em Bicicleta, a Federação Portuguesa de Ciclismo passa a concentrar neste portal toda a informação institucional e editorial da prova, reforçando a identidade própria da competição e disponibilizando aos adeptos um ponto de acesso único a toda a informação relacionada com a prova.

Assim, sempre que pretender acompanhar a atualidade da prova, consultar o percurso, descobrir curiosidades sobre a história da Volta ou aceder às mais recentes notícias e conteúdos exclusivos, o ponto de encontro é o website oficial da competição.

Visite o website oficial da Volta a Portugal em Bicicleta em: www.avoltaportugal.com

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Triatlo Longo: Triatlo Clube TAP campeão nacional de clubes”


O Triatlo Clube TAP sagrou-se campeão nacional de clubes de triatlo longo, nos sectores masculino e feminino, ao vencer o Triatlo Longo de Caminha, disputado este domingo (19 julho). Filipe Azevedo e Vanessa Pereira foram os mais rápidos.

No sector masculino, os homens da TAP superiorizaram-se ao Vasco da Gamas de Sines, em cerca de três minutos, enquanto o SC Espinho fechou o pódio a sete minutos dos vencedores.

Entre as mulheres, beneficiando de ter conseguido alcançar os três primeiros lugares do pódio individual, o Clube TAP garantiu o primeiro lugar colectivo. O CNATRIL, histórico campeão na distância no sector feminino, terminou no segundo lugar, enquanto o Outsystems Olímpico de Oeiras fechou o pódio.

Todos os resultados aqui: XIV Triatlo Longo de Caminha: https://www.federacao-triatlo.pt/ftp2015/competicoes/resultados/resultados-2026/xiv-triatlo-longo-de-caminha/

Fonte: Federação de Triatlo de Portugal

“Destaques agosto Eurosport”


Por: Vasco Simões

Foto: Eurosport

O Eurosport não fecha portas para férias em agosto! Muito pelo contrário. Este mês, os fãs de desporto vão poder contar com uma seleção de eventos icónicos, como La Vuelta a España.

Depois do Giro e do Tour, é a vez de La Vuelta a España brilhar. A última grande Volta da temporada começa a 22 de agosto, no Mónaco, e termina a 13 de setembro, em Granada. Pelo caminho, o pelotão enfrenta 3.275 quilómetros repletos de etapas exigentes e muita montanha. Quem irá vestir a camisola vermelha na capital espanhola? A 81.ª edição de La Vuelta é imperdível! Para além desta grande competição, há muito mais ciclismo de estrada para ver.

 Fonte: Eurosport

domingo, 19 de julho de 2026

“Testes antidoping de madrugada geram indignação no Tour de France e abalam favoritos”


Por: José Morais

Os líderes do Tour de França viveram uma madrugada inesperada e tensa. Jonas Vingegaard e Tadej Pogacar, protagonistas da luta pelo título, foram submetidos a controlos antidoping em horários improváveis um às duas da manhã, outro às cinco numa operação que deixou ambas as equipas revoltadas pela perturbação do descanso em plena fase decisiva da prova.

 

Noite interrompida para os dois principais candidatos ao título

 

De acordo com o jornal Le Parisien, Jonas Vingegaard foi surpreendido por agentes antidoping por volta das 2h00, enquanto Tadej Pogacar recebeu a visita às 5h00. O esloveno, que costuma adormecer tarde, admitiu que não conseguiu voltar a dormir antes da etapa seguinte, uma das mais exigentes do Tour.

“Alguém bateu à minha porta às duas da manhã. Fiquei muito surpreendido. Os testes são necessários, mas quando começam a afetar o sono e o desempenho…”, lamentou Vingegaard aos jornalistas da Eurosport.

 

Pogacar também não escondeu o desconforto:

 

“Dormi quatro horas. Fui examinado às cinco da manhã. Normalmente fazem isto de manhã, mas desta vez escolheram a noite. Acabei por ouvir músicas do Eminem para passar o tempo.”

 

Regulamento permite, mas timing irrita equipas

 

Os controlos noturnos são autorizados desde 2016, podendo ser realizados entre as 23h00 e as 6h00. Ainda assim, tanto a UAE Team Emirates como a Visma-Lease a Bike consideram que acordar os dois principais candidatos ao título no meio das montanhas compromete a recuperação física num momento crucial da competição.

As equipas sublinham que não existe qualquer suspeita sobre os ciclistas trata-se de procedimentos rotineiros, mas criticam a escolha do horário, sobretudo na véspera de uma etapa determinante.

 

Pressão máxima antes de um dia decisivo

 

Com o Tour de France ao rubro e diferenças mínimas entre os líderes, cada detalhe conta. A interrupção do descanso de Pogacar e Vingegaard reacende o debate sobre o equilíbrio entre rigor antidoping e proteção do rendimento dos atletas.

“Explosão no Tour: Remco Evenepoel brilha no caos que derrubou o duelo Pogacar‑Vingegaard”


Por: José Morais

O essencial: Remco Evenepoel transformou o Planalto de Solaison num palco de redenção, vencendo uma etapa marcada por polémica, tensão e um abandono que abalou o Tour. Jonas Vingegaard, vítima de uma queda violenta, deixou a corrida e encerrou abruptamente o duelo que vinha definindo a era moderna do ciclismo. Tadej Pogacar, sem necessidade de atacar, controlou tudo e abriu caminho para Isaac del Toro subir na geral.

 

O despertar que ninguém queria

 

As primeiras horas do dia foram um choque para os dois gigantes do Tour. Entre as 02h00 e as 05h00, agentes antidoping bateram à porta de Pogacar e Vingegaard, interrompendo o descanso numa das jornadas mais duras da edição.

As equipas UAE Team Emirates e Visma reagiram com indignação: num Tour decidido ao milímetro, tirar horas de sono aos líderes é quase mexer no resultado.

A polémica dos “vampiros” dominou a manhã até ser engolida por algo muito mais grave.

 

Uma etapa que virou tempestade

 

Os 183,9 km entre Champagnole e o Planalto de Solaison começaram com ataques incessantes. Só depois de muita luta surgiu uma fuga de 24 ciclistas, com nomes de peso como Carapaz, Pidcock, Bernal, Rubio e Balderstone.

A UAE deixou a vantagem crescer, mas sempre com Adam Yates a controlar. A Visma, por sua vez, montou uma operação de desgaste perfeita: seis homens a trabalhar para Vingegaard, ritmo infernal e a promessa de um duelo épico na subida final.

Parecia tudo alinhado para o grande confronto.

 

O plano da Visma desmorona

 

A cerca de 20 km da meta, numa rotunda, o Tour mudou de rumo.

Vingegaard caiu com violência, ficou no chão a agarrar o ombro e não voltou a montar a bicicleta. Pouco depois, era evacuado de ambulância. O pelotão congelou. A Visma, que preparara a etapa inteira para o ataque decisivo, ficou sem líder.

O Tour perdeu o seu antagonista principal.

O duelo PogacarVingegaard terminou ali.

 

Solaison decide quem sobe ao pódio

 

Com Quinn Simmons ainda isolado na frente, o grupo dos favoritos entrou na subida final 11,3 km a 9% com a Red Bull a assumir o comando.

Yates voltou ao serviço de Pogacar e Del Toro.

A UAE tinha um plano: controlar a etapa e colocar Del Toro no pódio da geral.

Pogacar acelerou a sete quilómetros do topo, não para atacar, mas para selecionar o grupo. Ayuso cedeu, Carapaz perdeu contacto, Skjelmose ficou para trás.

Só Evenepoel resistiu.

 

Evenepoel muda tudo

 

Com Vingegaard fora, Evenepoel percebeu que o Tour acabara de abrir uma porta inesperada. Precisava ganhar tempo a Seixas e não hesitou em colaborar com Pogacar e Del Toro.

A UAE tentou jogar com a superioridade numérica, mas o belga não se deixou encurralar.

No último quilómetro, Del Toro atacou Evenepoel respondeu, fechou o movimento e ainda teve força para vencer a etapa.

O belga destruiu o plano da UAE e assinou uma das vitórias mais marcantes da edição.

 

O que fica deste dia brutal

 

Evenepoel vence e reforça a posição na geral.

Del Toro confirma que é candidato real ao pódio.

Seixas mantém-se entre os melhores.

Ayuso volta a fraquejar no momento decisivo.

Simmons quase concretiza uma façanha memorável.

Visma sai destroçada e sem líder.

Pogacar não ganha a etapa, mas ganha o Tour: controla tudo e todos, e perde o único rival capaz de o ameaçar.

Foi um dia cruel, intenso e histórico.

Começou com batidas à porta de madrugada e terminou com Evenepoel a erguer os braços e Vingegaard a abandonar numa ambulância.

O Tour segue.

O duelo eterno, esse, acabou.

“Ana Santos e Ricardo Marinheiro festejam dobradinha no Campeonato Nacional de XCO”


Fotos: Rodrigo Rodrigues / FPC

Ricardo Marinheiro (Clube BTT Matosinhos) e Ana Santos (Cannondale Factory Racing) conquistaram, este domingo, os títulos de Campeões Nacionais de cross-country olímpico (XCO), no Fundão. Depois de terem vencido também o Campeonato Nacional de XCC no sábado, os dois atletas encerraram o fim de semana com uma dobradinha nos Campeonatos Nacionais.

Na prova feminina, Ana Santos impôs-se com autoridade, tendo completado o percurso em 1h44m12s. Raquel Queirós (SPAC), campeã nacional em título, terminou no segundo lugar, a 3m07s, enquanto Joana Monteiro foi terceira classificada, a 9m44s da vencedora.


Já na corrida masculina, Ricardo Marinheiro conquistou a camisola de Campeão Nacional após concluir a prova em 1h29m59s. João Cruz (SCOTT Portugal JCC Racing Team) assegurou o segundo lugar, a 1m30s, e Gonçalo Amado (Guilhabreu MTB Team) completou o pódio, a 3m17s.

Entre os sub-23, Beatriz Guerra (Guilhabreu MTB Team) voltou a confirmar o favoritismo ao conquistar o título nacional feminino, superando Beatriz Sousa (24horas Altimetria | ONTRACK) e Catarina Espada (Escola de Ciclismo de Oeiras/Parracho). Nos masculinos, João Fonseca (Clube BTT Matosinhos) foi o mais forte, tendo batido Tomás Pais (Escola de Ciclismo de Oeiras/Parracho) e Rodrigo Araújo (Clube BTT Matosinhos).


Nas categorias de formação, Hugo Ramalho (Guilhabreu MTB Team) e Maria Coimbra (Guilhabreu MTB Team) conquistaram os títulos nacionais de sub-19. Em sub-17, os Campeões Nacionais foram Afonso Barros (BTT Loulé / Elevis) e Dalila Sá (Clube BTT Matosinhos). Já na categoria de paraciclismo, Ricardo Mendes (SAERTEX Portugal / CRIAZinvent) foi o vencedor.

Em masters, Ana Machado (Bombos S. Sebastião/Bolflex/ElectroMinho) e Rui Carvalho (Clube de Ciclismo de Castelo Branco) triunfaram em M30, Ângela Gonçalves (SAERTEX Portugal / CRIAZinvent) e Rúben Nunes (AXPO / FirstBike Team / Vila do Conde) em M40, Marisa Costa (Korpo Activo / Penacova) e Hugo Velho (Vasconha BTT Vouzela) em M50, Adelino Cruz (CDASJ/Cyclin'Team/Município Albufeira) em M60 e Carlos Correia (BTT Loulé / Elevis) em M70.

Destaque ainda para a classificação coletiva, na qual o Clube BTT Matosinhos levou a melhor, terminando na frente da Guilhabreu MTB Team e da Escola de Ciclismo de Oeiras/Parracho.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Guilherme Santos vence na Penha e conquista o Grande Prémio do Minho”


Fotos: Tiago Pereira / GP Minho

O português Guilherme Santos (Blackjack-Bairrada) venceu este domingo a quarta e última etapa do 36.º Grande Prémio do Minho e garantiu também a vitória final na classificação geral da corrida júnior. O corredor português foi o mais rápido na chegada ao Alto da Penha, em Guimarães, concluindo com sucesso a reviravolta na classificação geral no derradeiro dia de competição.

A etapa decisiva ligou o Campo de São Mamede à Penha ao longo de 98,9 quilómetros e incluía três prémios de montanha, dois deles na subida final para a meta. Guilherme Santos completou o percurso em 2h33m16s, batendo Benjamin Fourie (Picusa Academy) por cinco segundos. Samuel Allen (Recambios Callejo) foi terceiro, a 41 segundos.


À partida para a última etapa, Guilherme Santos ocupava a terceira posição da classificação geral, a 1m03s do líder Sjoerd Spanjaard (Willebrord Wil Vooruit). O resultado obtido na subida à Penha permitiu-lhe assumir a liderança e vencer a corrida com oito segundos de vantagem sobre Benjamin Fourie. O neerlandês Sjoerd Spanjaard, que liderava a prova desde a etapa inaugural, terminou no terceiro lugar final, a 20 segundos do vencedor.

Na classificação coletiva, a Blackjack-Bairrada também levou a melhor, terminando a prova com apenas cinco segundos de vantagem sobre a Picusa Academy. A Willebrord Wil Vooruit fechou o pódio coletivo, a 6m21s.


Quanto às classificações complementares, Guilherme Santos venceu a classificação por pontos. Samuel Allen (Recambios Callejo) conquistou a classificação da montanha, enquanto Gustavo Oliveira (Blackjack-Bairrada) arrecadou a classificação dos sprints especiais. Entre os juniores de primeiro ano, o vencedor foi Francisco Cardoso (Academia Efapel de Ciclismo). Simão Pedrosa (Tensai/Sambiental/Santa Marta) terminou como melhor atleta ACM.

A 36.ª edição do Grande Prémio do Minho ficou assim concluída após quatro etapas disputadas entre Braga, Melgaço, Vila Nova de Famalicão e Guimarães, com Guilherme Santos a suceder a Rodrigo Jesus.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Taça do Mundo triatlo: Melanie regressa com 11º lugar em Edmonton”


Melanie Santos terminou em 11.º lugar a Taça do Mundo de Edmonton, cerca de a 02.04 minutos da vencedora, a norte-americana Taylor Knibb.

Melanie Santos, que regressou recentemente à competição após lesão prolongada, concluiu a prova canadiana em 01:00.39 horas.

Knibb conquistou esta Taça do Mundo, em 58.35 minutos, com 01.04 minutos de vantagem sobre a húngara Márta Kropkó, segunda classificada, e 01.41 sobre as italianas Paola Sacchi e Beatrice Mallozzi, terceira e quarta classificadas, respetivamente.

Fonte: Federação Triatlo Portugal

“CRP Ribafria | Grupo Parapedra – MAF – Riomagic conquista individual e coletivamente de forma brilhante a 51.ª Volta à Madeira em Bicicleta”


O CRP Ribafria | Grupo Parapedra – MAF – Riomagic conquistou de forma categórica a 51.ª Volta à Madeira em Bicicleta, disputada entre os dias 15 e 19 de julho, alcançando um dos maiores feitos da história recente da equipa.

Ao longo de seis etapas, quatro em linha, um contrarrelógio individual e um circuito final, a formação dos Tefes assumiu desde o primeiro dia o controlo da corrida, demonstrando uma superioridade coletiva e individual que lhe permitiu dominar praticamente todas as classificações da prova.


A equipa alinhou na Madeira com Miguel Nunes, Ricardo Sequeira, Hélder Loureiro, Carlos Martins, Diogo Pereira, Henrique Silva, Tiago Crespo e Luís Teixeira, apresentando um bloco extremamente sólido, unido e preparado para lutar pela vitória.

O primeiro grande momento surgiu logo na etapa inaugural, entre Machico e o Terreiro da Luta, onde Diogo Pereira atacou na subida final para conquistar uma brilhante vitória isolada, assumindo imediatamente a liderança da classificação geral, da classificação por pontos e da montanha. Apesar da queda sofrida por Miguel Nunes nos metros finais, quando seguia integrado no grupo perseguidor, o corredor revelou enorme capacidade de superação, recuperando rapidamente para continuar a desempenhar um papel decisivo na estratégia coletiva da equipa durante toda a competição.


Na segunda etapa, entre Ribeira Brava e Canhas, Diogo Pereira voltou a mostrar a sua superioridade, conquistando nova vitória e aumentando significativamente a vantagem sobre os seus adversários. Miguel Nunes, ainda condicionado pela queda da véspera, realizou um trabalho exemplar em apoio ao líder, contribuindo decisivamente para o reforço da liderança da equipa.


A terceira etapa, entre Santana e São Vicente, disputada sob condições extremamente difíceis, voltou a evidenciar a força coletiva do CRP Ribafria. Depois de um extraordinário trabalho dos seus companheiros, com especial destaque para Miguel Nunes, Diogo Pereira voltou a levantar os braços na meta. Miguel terminou na terceira posição da etapa, subindo igualmente ao terceiro lugar da classificação geral.


Na quarta etapa, entre a Estrela da Calheta e a Fonte do Bispo, a longa subida final voltou a selecionar os mais fortes. Diogo Pereira conquistou nova vitória, aumentando ainda mais a vantagem na liderança da Volta. Miguel Nunes, já bastante desgastado pela queda sofrida na primeira etapa e pelo enorme trabalho desenvolvido ao serviço da equipa, perdeu uma posição na geral, mas manteve-se entre os melhores da prova.


Durante a tarde realizou-se o contrarrelógio individual entre o Areeiro e Câmara de Lobos. A classificação geral manteve-se praticamente inalterada, com Luís Teixeira a alcançar um excelente terceiro lugar e Diogo Pereira um quarto lugar e a defender de forma irrepreensível a camisola amarela.

A derradeira etapa, disputada num circuito citadino no Funchal, terminou da melhor forma para o CRP Ribafria. Miguel Nunes integrou a fuga decisiva, colaborou até final e conquistou uma magnífica vitória de etapa, enquanto o restante coletivo controlou o pelotão para garantir em definitivo o triunfo na classificação geral.


Diogo Pereira venceu a Classificação Geral Individual, conquistando igualmente a Classificação por Pontos e a Classificação da Montanha, confirmando uma prestação verdadeiramente irrepreensível.

 

Na classificação geral individual, o CRP Ribafria colocou ainda cinco atletas no Top 10:

 


* 1.º Diogo Pereira

* 4.º Miguel Nunes

* 6.º Carlos Martins

* 7.º Ricardo Sequeira

* 8.º Hélder Loureiro

 

Nas categorias Masters, o domínio foi igualmente evidente:

 

Ricardo Sequeira – Vencedor Master 30

Luís Teixeira – 3.º classificado Master 30

Hélder Loureiro – Vencedor Master 40

A formação conquistou ainda a Classificação Coletiva, confirmando o extraordinário trabalho desenvolvido por toda a estrutura ao longo da competição.


 

Balanço Final

 

51.ª Volta à Madeira – Vencedores Absolutos

5 vitórias em 6 etapas

Vencedor da Classificação Geral Individual

Vencedor da Classificação por Pontos

Vencedor da Classificação da Montanha

Vencedor da Classificação Coletiva

Vencedor Master 30

3.º classificado Master 30

Vencedor Master 40

Cinco atletas no Top 10 da classificação geral

Mais do que um conjunto de resultados extraordinários, esta Volta à Madeira ficará para sempre na memória de todos aqueles que fazem parte da família do CRP Ribafria | Grupo Parapedra – MAF – Riomagic.


Foi uma semana de enorme exigência física e mental, de sofrimento, espírito de sacrifício, entreajuda e união. Uma semana onde cada atleta colocou os interesses da equipa acima dos objetivos individuais. Cada ataque, cada fuga anulada, cada bidão entregue, cada ritmo imposto na frente do pelotão e cada palavra de incentivo demonstraram aquilo que verdadeiramente distingue esta equipa: o espírito de grupo.

A todos os nossos atletas, o nosso mais profundo e sentido obrigado. Obrigado pela entrega sem limites, pela coragem, pela capacidade de superar a dor, pelo profissionalismo e pela honra com que defenderam estas cores. Vocês são os verdadeiros protagonistas desta conquista e um exemplo do que significa correr por um coletivo.

Uma palavra igualmente muito especial para os nossos diretores. O vosso trabalho, muitas vezes invisível para quem está de fora, foi absolutamente decisivo. São horas sem descanso, quilómetros percorridos, problemas resolvidos em silêncio e uma dedicação permanente para que nada falhe. Esta vitória é igualmente vossa.

Agradecemos ainda aos nossos patrocinadores, parceiros, familiares, amigos e a todos os que acompanham e apoiam a equipa sempre, especialmente ao longo destes dias. Sentimos esse apoio em cada etapa e levámo-lo connosco até à meta.

Esta não foi apenas a vitória de um corredor. Não foi apenas a vitória de uma equipa. Foi a vitória de um só coração, uma família unida por um objetivo comum.

Obrigado a todos por escreverem connosco uma das páginas mais bonitas da história do CRP Ribafria | Grupo Parapedra – MAF – Riomagic.

A Madeira ficará para sempre gravada nos nossos corações.

SOMOS FEITOS DE ALMA

Fonte: Equipa Ciclismo CRP Ribafria | Grupo Parapedra – MAF – Riomagic

“Pedalar com História: Trajouce voltou a encher as ruas do concelho de Cascais, no seu clássico passeio de cicloturismo”


Por: José Morais

Fotos: Arquivo Revista Notícias do Pedal

O 33.º Passeio de Cicloturismo de Trajouce voltou a transformar a manhã de domingo numa celebração sobre duas rodas a pedal, reunindo cerca de duas centenas de cicloturistas num percurso que mostrou uma vez mais, porque este evento continua a ser um dos mais acarinhados do concelho de Cascais.


 

Uma tradição que resiste e continua a crescer

 

Organizado pelo Grupo Musical e Desportivo 9 de Abril de Trajouce, o passeio arrancou pouco depois das 9 horas, num ambiente descontraído onde se misturavam reencontros, afinações de última hora e a habitual boa disposição.

Apesar de já ter reunido mais de mil cicloturistas em edições passadas, o número atual de participantes confirma que o evento mantém vitalidade e importância no calendário desportivo local, quando a modalidade não está nos melhores momentos, com equipa de mais longe a deslocarem-se, como Marinhais, Estremoz, Carvoeiro, ou Algarve, entre outros.


 

Um percurso que é um postal ilustrado de Cascais

 

Foram cerca de 50 quilómetros pedalados por algumas das zonas mais emblemáticas do concelho, passando por:


Mato Cheirinho

Tires

Caparide

São João do Estoril

Estoril

Areia

Guincho

Cascais

Carcavelos

Rebelva

São Domingos de Rana

 


Em tempo de paragem

 

O abastecimento no Guincho com água, fruta e bolos foi um dos momentos mais apreciados, não só pelo descanso, mas pela paisagem única, com o mar e a Serra de Sintra a servirem de cenário natural.


Mais um ano que a organização introduziu novamente um autocarro cedido pela Câmara Municipal de Cascais, para acompanhantes, permitindo que familiares e amigos acompanhassem a caravana e desfrutassem das vistas privilegiadas ao longo do trajeto.

 

Final saboroso e convívio à moda de Trajouce

 


A chegada ocorreu por volta das 12h30, seguindo-se o tradicional convívio com entremeadas e couratos, sumos e águas, e até um caldo verde, que já fazem parte da identidade do evento.

Todos os participantes receberam uma lembrança, reforçando o espírito comunitário que caracteriza este passeio.


 

Segurança exemplar

 

A PSP garantiu a segurança da caravana ao longo de todo o percurso, controlando zonas de maior trânsito e assegurando que o passeio decorresse sem incidentes.

Os Bombeiros, sempre presentes no fecho da caravana, não tiveram necessidade de intervir sinal de um evento bem organizado e de participantes conscientes.


 

Uma manhã perfeita para pedalar

 

Temperatura amena, sol generoso e felizmente pouco vento no Guincho, ao contrário de outras edições.

A velocidade moderada e o controlo rigoroso da organização permitiram que todos desfrutassem do passeio sem dificuldades.


 

Destaques que valorizam ainda mais o passeio

 

Percurso turístico único, ideal para quem quer conhecer Cascais de forma ativa

Ambiente familiar, que transforma o evento numa verdadeira festa comunitária

Organização exemplar, com logística afinada e atenção aos detalhes

Novidade do autocarro mais um ano, que aproximou ainda mais participantes e acompanhantes

Cenários de cortar a respiração, perfeitos para fotografia e memória futura


 

Rumo à 34.ª edição

 

O Passeio de Cicloturismo de Trajouce continua a ser um dos favoritos dos amantes da modalidade, e a expectativa para a próxima edição já se faz sentir.


Da nossa parte, fica o agradecimento pela forma calorosa como a reportagem foi recebida e pela excelente organização que, ano após ano, mantém viva esta tradição.

Ficam os votos de bons passeios, boas pedaladas e até 2027.

Pode visualizar as fotos do passeio em: https://photos.google.com/share/AF1QipNc679GF2OSXkggRrk-oRWa3Vi8OA00plrUWGGEyVwT6YVD_EWUtzPZBRhye7HYZw?key=dTlSbzlPcDdqaDFiYVhHaW04S19abEdQMU9Md3ZR

Ficha Técnica

  • Titulo: Revista Notícias do Pedal
  • Diretor: José Manuel Cunha Morais
  • Subdiretor: Helena Ricardo Morais
  • Periodicidade: Diária
  • Registado: Entidade Reguladora para a Comunicação Social com o nº: 125457
  • Proprietário e Editor: José Manuel Cunha Morais
  • Morada: Rua do Meirinha, 6 Mogos, 2625-608 Vialonga
  • Redacção: José Morais
  • Fotografia e Vídeo: José Morais, Helena Morais
  • Assistência direção, área informática: Hugo Morais
  • Sede de Redacção: Rua do Meirinha, 6 Mogos, 2625-608 Vialonga
  • Contactos: Telefone / Fax: 219525458 - Email: josemanuelmorais@sapo.pt noticiasdopedal@gmail.com - geral.revistanoticiasdopedal.com