quarta-feira, 29 de julho de 2026

“Wout Van Aert regressa em grande e domina a abertura do Tour da Dinamarca”


Por: José Morais

Wout van Aert voltou a erguer os braços e desta vez não houve espaço para dúvidas. O belga da Visma assumiu o comando do Tour da Dinamarca ao vencer, com autoridade, o sprint de um grupo reduzido na etapa inaugural, confirmando que a desistência no Tour de França ficou definitivamente para trás.

 

Uma etapa nervosa, marcada por quedas, fugas e ritmo elevado

 

O dia começou com 192,2 quilómetros em Aalborg, num percurso aparentemente simples, mas que se revelou traiçoeiro. Três subidas curtas nos últimos 40 quilómetros e um acumulado modesto de altitude não impediram que a corrida se fragmentasse repetidamente.

A primeira metade foi dominada por tentativas de fuga protagonizadas sobretudo por ciclistas dinamarqueses. Só após várias investidas surgiu um quinteto consistente: Daniel Stampe, Matias Malmberg, Manuel Oioli, Mads Landbo e Marius Hobolth. A vantagem nunca ultrapassou os dois minutos e acabou anulada a 72 quilómetros do final.

Pouco depois, uma queda envolvendo cerca de 40 corredores dividiu o pelotão em duas partes, deixando Van Aert momentaneamente atrasado. O esforço coordenado da Unibet Rose Rockets permitiu reconstituir o grupo principal 12 quilómetros mais tarde.

 

Dinamarqueses insistem, mas o pelotão não perdoa

 

A corrida reacendeu-se com nova fuga, desta vez com Mads Andersen, Matias Malmberg e Sebastian Nielsen. O italiano Samuele Zoccarato tentou juntar-se ao trio, mas ficou pelo caminho. Nielsen ainda resistiu isolado na primeira subida a Mølleparken (700 m a 6%), mas o desgaste acumulado falou mais alto.

Na segunda passagem pela meta, o pelotão já tinha os fugitivos à vista e neutralizou-os a 10,8 quilómetros do fim. A partir daí, a seleção natural fez o resto: favoritos como Christophe Laporte voltaram à dianteira, preparando o terreno para um final explosivo.

 

Van Aert decide quando quer e vence como sabe

 

No sprint final, Tim Torn Teutenberg parecia bem colocado para lançar o ataque decisivo, mas Van Aert surgiu pelo centro da estrada com a potência que o caracteriza. O campeão belga cruzou a meta em primeiro, seguido por Lukas Kubis, campeão eslovaco, e Henrik Pedersen, da Uno-X.

Com esta vitória a 54.ª da carreira Van Aert torna-se o primeiro líder da edição 2026 do Tour da Dinamarca.

 

O que vem aí

 

A segunda etapa, entre Glyngøre e Skive, terá 183,8 quilómetros e três voltas a um circuito com uma subida curta de 700 metros a 2,9%. Um perfil que promete nova batalha entre sprinters e clássicos.

“Markel Beloki assume o comando do Tour de l’Ain”


Por: José Morais

O espanhol de 21 anos viveu um dia de afirmação absoluta no Tour de l’Ain. Markel Beloki, jovem promessa da EF Education–EasyPost, transformou uma fuga ousada numa vitória categórica na segunda etapa e, com ela, conquistou a liderança geral da prova francesa. Foi o seu primeiro triunfo como ciclista profissional um marco que confirma o talento já anunciado quando venceu o Tour da Alsácia em 2025 e o título espanhol júnior de contrarrelógio em 2023.

 

Etapa marcada pelo Col de Portes e pela coragem

 

A jornada entre Saint-Vulbas e Lagnieu, com 161,9 km, prometia abalar a classificação geral graças à dupla ascensão ao Col de Portes (14,6 km a 5,4%). Depois de um primeiro dia reservado aos sprinters, o terreno montanhoso abriu espaço para os escaladores e para quem ousasse atacar de longe.

Nos primeiros 70 km, o pelotão manteve-se compacto. Só na aproximação à primeira subida surgiu a fuga inicial, composta por Jason Tesson, Kenny Molly, Morné van Niekerk e Maximilien Juillard este último a passar em primeiro no topo da montanha. Atrás, Wout Poels e a formação Unibet tentaram controlar, mas só na segunda passagem pelo Col de Portes a perseguição resultou.

 

Beloki muda o ritmo… e muda a corrida

 

A EF Education acelerou de forma decisiva na segunda subida. A seleção natural deixou na frente um grupo reduzido, onde Beloki se juntou ao equatoriano Jefferson Alexander Cepeda vencedor do Tour de l’Ain em 2024 e ao brasileiro Henrique Bravo, da Soudal Devo.

Beloki começou por trabalhar para Cepeda, mas rapidamente percebeu que tinha melhores pernas. Avançou com Bravo e Jamie Meehan, antes de serem alcançados pelos franceses Axel Mariaul e Rémi Arsac. O grupo parecia destinado a discutir a etapa ao sprint… até que Beloki decidiu escrever outro final.

A menos de 10 km da meta, o espanhol lançou um ataque seco, irresistível. Ninguém respondeu. Cruzou a meta isolado, com 54 segundos de vantagem sobre o grupo perseguidor, onde Noa Isidore foi segundo e Nicola Conci terceiro.

 

Último dia promete decisão em alta montanha

 

A etapa final, entre Oyonnax e Lélex Monts-Jura (131,5 km), inclui sete subidas categorizadas e termina no duríssimo Col de Menthières primeira categoria, 9,1 km a 7%. Beloki parte de amarelo, mas terá de defender a liderança num terreno que pode virar a corrida do avesso.

“Triunfo de Raça: Thomas Silva domina Lubián e volta a erguer os braços na Castilha y León”


Por: José Morais

Thomas Silva, da XDS Astana, voltou a mostrar que atravessa uma semana de ouro. Depois da vitória em Ordizia, o uruguaio assinou nova exibição ao conquistar a XL Clássica Ciclista Castilha y León, cruzando a meta em 4h23m41s, a impressionantes 43,3 km/h de média.

 

A fuga madrugadora que incendiou a corrida

 

Logo após os 5,3 km neutralizados em Benavente, o pelotão lançou-se rumo a Santa Cristina de la Polvorosa e a fuga do dia nasceu quase de imediato. Oito ciclistas animaram a frente da corrida:

Ronan Augé: Unibet Rose Rockets

Rayan Boulahoite: TotalEnergies

Adrián Benito: Polti VisitMalta

Leangel Linárez: Tavfer Ovos Matinados Mortágua

Lucas Grieco: AVC Aix-en-Provence

Viacheslav Ivanov: Feirense Beeceler

Edson Corbadora: Victoria Sports

Jaume Espuis: Meridian Racing

Linárez brilhou nas metas intermédias de Mózar e El Puente de Sanabria, enquanto Ivanov colecionou pontos decisivos na montanha, vencendo em Ferreras de Arriba (4.ª cat.) e Padornelo (2.ª cat.). Foi aí que a fuga começou a ruir, deixando apenas Benito, Boulahoite e Ivanov na dianteira.

 

Astana assume o comando e muda o rumo da corrida

 

Na primeira passagem por Lubián e já a subir para A Canda, o trio começou a perder terreno. O ritmo imposto pela XDS Astana reduziu a vantagem e Ivanov ainda garantiu pontos suficientes para vencer a classificação da montanha.

A fuga desfez-se por completo em Castromil, onde Boulahoite tentou resistir sozinho. Mas o esforço foi curto: a Euskaltel Euskadi acelerou e neutralizou o francês antes da Ponte Hermisende.

 

Ataques bascos, tensão máxima e um final explosivo

 

A equipa basca não se ficou por aí. Lançou sucessivos ataques em Hermisende e nas encostas de Castrelos, preparando um final nervoso que deixou cerca de 25 ciclistas na luta pela vitória.

Ao entrar em Lubián, Scaroni endureceu o ritmo, obrigando Roger Adrià (Movistar) a responder. O cenário estava montado para um final de força pura.

Foi então que Thomas Silva escolheu o momento perfeito: arrancou com autoridade, abriu espaço e selou uma vitória categórica, repetindo o gesto triunfal do dia anterior.

Roger Adrià foi segundo, Cristian Scaroni completou o pódio e a XDS Astana saiu da Castilha y León com uma atuação coletiva de enorme impacto.

“Pódio em Debate: Patrick Lefevere lança dúvidas sobre o brilho dos novos talentos do Tour”


Por: José Morais

O Tour de França terminou, mas o pós corrida continua a fervilhar. Entre análises, projeções e leituras técnicas, uma voz experiente voltou a marcar posição: Patrick Lefevere, figura histórica do ciclismo mundial, decidiu olhar com lupa para dois dos nomes que mais surpreenderam nesta edição Paul Seixas e Isaac Del Toro.

 

A ascensão meteórica de Paul Seixas

 

Lefevere, antigo mentor de Remco Evenepoel, não escondeu o espanto perante o desempenho do jovem francês de 19 anos. Mas, ao mesmo tempo, deixou claro que não teria tomado a mesma decisão da equipa Decathlon.

Seixas no Tour “Impressiona-me, mas eu não o levaria ao Tour tão jovem”, afirmou.

O francês terminou em 4.º lugar, sem quedas graves e com uma consistência notável ao longo das três semanas.

Patrick Lefevere reconheceu que o desgaste dos últimos dias era “normal”, mas insistiu que “não se deve saltar etapas” na formação de um talento desta dimensão.

Mesmo assim, o belga admitiu que, com Vingegaard e Lipowitz em prova, Seixas talvez tivesse sido 6.º, resultado que, no seu entender, continuaria a ser extraordinário para alguém com tão pouca experiência.

 

A polémica: Del Toro teria chegado ao pódio sem Pogacar?

 

A crítica mais dura surgiu quando Patrick Lefevere analisou o desempenho de Isaac Del Toro, terceiro classificado, vencedor de etapa e melhor jovem.

Del_Toro no pódio “Sem Pogacar, Del Toro provavelmente não teria chegado ao pódio e certamente não teria vencido a etapa”, disparou.

O mexicano enfrentou problemas de saúde na última semana, mas Patrick Lefevere sublinhou que Pogacar foi decisivo: protegeu-o na etapa da vitória e colocou-o em posição favorável nas montanhas.

Ainda assim, o veterano reconheceu que Del Toro não foi apenas passageiro no “comboio” esloveno:

Atacou Seixas quando sentiu o terceiro lugar ameaçado.

Soube responder nos momentos críticos.

E mostrou personalidade competitiva quando a corrida apertou.

Ou seja, para Patrick Lefevere, o apoio de Pogacar foi determinante, mas não suficiente para apagar o mérito próprio do jovem talento da UAE.

 

Evenepoel: o antigo pupilo que surpreendeu

 

No fecho da entrevista, Patrick Lefevere voltou-se para Remco Evenepoel, ciclista que treinou e acompanhou de perto durante anos.

Admitiu que tinha dúvidas sobre a capacidade de Remco para manter o nível durante três semanas.

Mas reconheceu que o belga “provou que ele estava errado”.

E deixou no ar uma previsão: quando Pogacar mostrar fragilidade, Evenepoel poderá finalmente disputar o Tour “de igual para igual”.

 

Para onde segue o debate?

 

As palavras de Patrick Lefevere reacendem uma discussão antiga no ciclismo: até que ponto o talento puro explica resultados extraordinários e quanto depende do contexto, da equipa e das estrelas que os rodeiam?

“Lance Armstrong consagra Tadej Pogacar e reacende o debate: “Estamos a assistir ao domínio absoluto de um fenómeno”


Por: José Morais

A afirmação é contundente e veio de quem conhece como poucos os bastidores, as glórias e as sombras do ciclismo mundial. No podcast The Move, Lance Armstrong declarou que Tadej Pogacar já ocupa o topo da hierarquia histórica da modalidade, ultrapassando nomes que moldaram gerações. Para o antigo corredor norteamericano, a versatilidade do esloveno capaz de vencer em qualquer terreno, em qualquer época e em qualquer tipo de corrida é o argumento decisivo.

 

Um elogio que ecoa além do Tour

 

Lance Armstrong não esperou que o debate amadurecesse: após a quinta vitória consecutiva de Tadej Pogacar na Volta a França, alcançada no domingo em Paris, o excampeão foi taxativo. A conquista coloca o esloveno ao lado de Eddy Merckx, Bernard Hinault, Jacques Anquetil e Miguel Indurain todos com cinco triunfos na prova francesa. Mas Lance Armstrong vai mais longe: para ele, Tadej Pogacar já ultrapassou esse panteão.

Durante a emissão, acompanhada por George Hincapie, Johan Bruyneel e Bradley Wiggins, Armstrong reforçou a ideia de que o esloveno está num patamar inédito. “Este miúdo é o melhor de todos os tempos. Ele faz tudo. E faz tudo bem”, afirmou, sublinhando que nenhuma disciplina parece fora do alcance do líder da UAE Team Emirates.

 

Um ciclista sem fronteiras

 

Lance Armstrong descreveu Tadej Pogacar como um corredor total: competitivo no empedrado, devastador nas montanhas, eficaz no plano e brilhante em clássicas como a Strade Bianche. “Coloquem-lhe um dorsal em qualquer corrida. Ele quer competir. E domina”, reforçou.

A análise surge num momento em que o ciclismo vive uma nova era de polivalência, com corredores capazes de transitar entre grandes voltas, clássicas e provas de um dia com naturalidade. Tadej Pogacar, aos 27 anos, é o expoente máximo dessa tendência.

 

O passado que não se apaga

 

Lance Armstrong, despojado dos seus sete títulos do Tour após a investigação da Agência Antidopagem dos Estados Unidos, reconheceu que o debate sobre os “maiores de sempre” mudou. “A minha história não interessa. Este tipo é o GOAT. Vimo-lo hoje, a controlar tudo”, disse.

Desde a confissão pública de doping, em 2013, Lance Armstrong reconstruiu a sua presença mediática através de comentários, análises e do podcast que mantém uma audiência fiel durante o Tour.

 

Contexto histórico e impacto

 

A consagração pública de Lance Armstrong não é apenas um elogio: é um marco simbólico. Vinda de uma figura controversa, mas profundamente conhecedora do ciclismo profissional, a declaração reforça a perceção de que Tadej Pogacar está a redefinir limites e a reescrever a narrativa da modalidade.

“Agenda”


Cartaxo recebe Campeonatos Nacionais da Juventude no fim de semana

 

Fotos: Licínio Florêncio / FPC (Arquivo 2025)

O Cartaxo vai receber, entre 31 de julho e 2 de agosto, os Campeonatos Nacionais da Juventude de Estrada, reunindo os melhores jovens corredores portugueses na luta pelos títulos nacionais de contrarrelógio e fundo nas categorias de Juvenis (Sub-15), Cadetes (Sub-17) e Juniores (Sub-19).

A competição arranca esta sexta-feira (31 de julho) com os contrarrelógios individuais. As Cadetes femininas serão as primeiras a partir, às 15h30, seguindo-se as Juniores femininas, às 15h55, os Cadetes masculinos, às 16h10, e os Juniores masculinos, às 17h15. As provas terão partida na Quinta das Pratas e chegada à Avenida 25 de Abril, num percurso de 13,4 quilómetros para Cadetes e Juniores femininas e Cadetes masculinos, enquanto os Juniores masculinos irão enfrentar uma distância de 16,8 quilómetros. As cerimónias protocolares estão previstas para as 18h40.

O sábado (1 de agosto) será dedicado às provas de fundo das categorias femininas e dos Juvenis masculinos. A jornada começa às 10h00 com a corrida das Juvenis femininas, que disputarão 25,2 quilómetros distribuídos por sete voltas a um circuito de 3,6 quilómetros. Às 11h15 arrancam os Juvenis masculinos, para um total de 32,4 quilómetros.


Durante a tarde entram em ação as Cadetes e Juniores femininos, ambas com partida às 15h30. As Cadetes terão pela frente 55,2 quilómetros, correspondentes a três voltas ao circuito principal de 18,4 quilómetros, enquanto as Juniores cumprirão quatro voltas, totalizando 73,6 quilómetros.

As decisões masculinas das provas de fundo ficam reservadas para domingo (dia 2 de agosto). Os Cadetes masculinos partem às 10h00 para um percurso de 73,6 quilómetros, correspondente a quatro voltas ao circuito de 18,4 quilómetros. Já os Juniores masculinos encerram o programa competitivo a partir das 15h00, enfrentando 110,4 quilómetros distribuídos por seis voltas ao mesmo percurso.

Ao longo de três dias de competição, nos quais são esperados mais de 350 participantes, serão atribuídos os títulos nacionais de contrarrelógio e fundo das diferentes categorias da juventude, num dos momentos mais importantes da época para o ciclismo jovem nacional.

 

Mais eventos oficiais:

 

28 de julho: Circuito Rio Meão, Santa Maria da Feira

28 de julho: Circuito de Ciclismo em Honra de S. Tiago 2026, Rio Meão 1 de agosto: E#6 Estrada Terceira 2026, Praia da Vitória

1 de agosto: 1.º Prémio Alexandre Pereira - Santo André, Santo André 1 de agosto: DHI#5 Santa Maria 2026

1 de agosto: Circuito da Silveira, Silveira

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“AS INSCRIÇÕES ESTÃO ABERTAS PARA O LAGOS DE COVADONGA CHALLENGE 2027”


Por: Daniel Peña Roldán

• O Lagos de Covadonga Challenge celebrará a sua 35.ª edição a 5 de junho de 2027, e o período de inscrições para os participantes já abriu. Uma marcha organizada pelo Navastur Club com a colaboração da Unipublic.

• A corrida voltará a apresentar as suas duas rotas clássicas, Medio Fondo (99 km) e Gran Fondo (111 km), culminando com a mítica subida aos Lagos de Covadonga.

As inscrições estão agora abertas para a 35.ª edição do Lagos de Covadonga Challenge, que terá lugar a 5 de junho de 2027. O evento de ciclismo, um dos mais emblemáticos do calendário nacional, vai voltar a reunir milhares de fãs de ciclismo numa rota que combina a beleza das paisagens asturianas com o desafio de uma das ascensões mais lendárias do ciclismo mundial.

Os participantes poderão inscrever-se através do site da marcha, escolhendo entre as diferentes modalidades disponíveis. As tarifas serão de €79 para inscrições com camisola comemorativa e €69 para inscrições sem camisola. Os ciclistas não federados devem pagar o suplemento de 14€ correspondente ao seguro obrigatório de um dia. Como novidade, dois bilhetes VIP para a La Vuelta 26 serão sorteados entre os primeiros 500 inscritos para a marcha.

A corrida manterá os seus dois percursos habituais, adaptados a diferentes níveis de procura. A modalidade Gran Fondo terá 111 quilómetros e mais de 2.300 metros de desnível positivo, começando em Cangas de Onís e terminando nos Lagos de Covadonga. A rota atravessará alguns dos enclaves mais representativos do leste das Astúrias e incluirá subidas tão exigentes como o Alto de la Tornería, o Alto de Riensena e a Collada Zardón, antes de enfrentar o desafio final: a subida aos Lagos de Covadonga.

Por sua vez, o Meio Fondo oferecerá um percurso de 99 quilómetros e cerca de 1.300 metros de desnível positivo, partilhando grande parte do percurso com a longa distância e terminando em Covadonga, ao pé da subida mais emblemática do dia.

Como todos os anos, o protagonista principal será a ascensão final aos Lagos de Covadonga, palco de algumas das páginas mais memoráveis da história do ciclismo e um destino de sonho para milhares de adeptos.

As inscrições para o Lagos de Covadonga Challenge 2027 já estão disponíveis neste link: https://in.timeto.com/desafio-lagos-de-covadonga2027?id=6a462f15a16ae94fcef32577&token=gNxaAqO3Tr64gMkAzx7VfgH4YFTxhgop0K5LXvSLlue

Fonte: Unipublic

Ficha Técnica

  • Titulo: Revista Notícias do Pedal
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  • Subdiretor: Helena Ricardo Morais
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  • Registado: Entidade Reguladora para a Comunicação Social com o nº: 125457
  • Proprietário e Editor: José Manuel Cunha Morais
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