sábado, 22 de agosto de 2026

“Portugal de Ouro e Bronze no contrarrelógio dos Jogos do Mediterrâneo Taranto 2026”


Fotos: Comité Olímpico de Portugal

Mais um momento histórico para o ciclismo português. Tiago Antunes e Rafael Reis são os primeiros medalhados da Equipa Portugal nos Jogos do Mediterrâneo Taranto 2026, com Ouro e Bronze, respetivamente, no contrarrelógio individual. A prova realizou-se este sábado em Itália e este é o primeiro pódio para a Missão portuguesa, com duas medalhas para o ciclismo luso.


No setor feminino, as duas representantes de Portugal fecharam o top-10 no contrarrelógio individual, com Raquel Queirós a terminar na nona posição e Beatriz Roxo em 10.º lugar.

Rafael Reis, que regressou aos Jogos do Mediterrâneo como campeão em título do contrarrelógio individual - ao conquistar o Ouro em Oran 2022, “passou o testemunho” para mãos portuguesas. Tiago Antunes foi o mais rápido e Taranto ouviu o Hino Nacional pela primeira vez, com o ciclismo a trazer o primeiro Ouro. Os dois corredores lusos abriram, assim, este sábado, o medalheiro da Equipa Portugal nos Jogos do Mediterrâneo Taranto 2026.


Pelas ruas da cidade italiana de Taranto, Tiago Antunes foi o mais rápido, ao terminar os 17 quilómetros do percurso em 20m05s, sendo oito segundos mais veloz do que o corredor do Chipre Bogdan Zabelinskiy, segundo classificado e Medalha de Prata, e do que Rafael Reis, que fechou o pódio com o terceiro lugar neste sábado.

“É verdade que este ano tenho feito uma grande temporada e chegar aqui com uma medalha é muito importante. Representar o nosso país é incrível, mas conseguir a medalha era um objetivo que tínhamos e correu bastante bem”, começou por dizer Tiago Antunes, 29 anos e presente nos Jogos do Mediterrâneo pela segunda vez. Admitiu que sonhou com o Ouro, porque “sabíamos que Portugal tinha muitas possibilidades, quer no contrarrelógio como na prova de estrada. Para já conseguimos tirar duas medalhas, o que é muito positivo. Esta medalha representa uma grande vitória, ganhar por Portugal simboliza ainda mais aquilo que é uma vitória e estou muito feliz”, rematou.


Já Rafael Reis, que conquistou a segunda medalha nos Jogos do Mediterrâneo, lembrou que venceu há quatro anos, mas trazia em mente o objetivo de revalidar o título: “Antes da prova falámos e concordámos que podia ser possível trazermos medalhas os dois. Tentámos e sem dúvida que Tiago Antunes está num excelente momento, está um corredor consolidado e tem-no mostrado ao longo da época, merece a vitória e a estrada mostrou isso mesmo. Estou muito contente também pelo Tiago, é um bom ciclista e um bom amigo. Ganhei há quatro anos e agora tenho a Medalha de Bronze, mas confesso que nesta fase da minha carreira o importante é ganhar. Ainda assim, obviamente que estou contente com este Bronze e por termos conseguido estar os dois no pódio”.

Valter Sousa, Selecionador Nacional de Elites e Sub-23 masculinos e Coordenador das Seleções Nacionais, é quem lidera a comitiva. Disse que “as expetativas eram altas e sabíamos que tínhamos capacidade para chegar ao pódio”. No reconhecimento do percurso, “percebemos que seria um contrarrelógio técnico, com mais de 40 viragens, características que se adaptavam muito bem ao Tiago. Conseguir o Ouro e o Bronze é um excelente resultado para Portugal, com o Rafael a fazer também uma grande prova num percurso menos favorável às suas características”, explicou.


O contrarrelógio individual feminino foi também disputado no mesmo percurso de 17 quilómetros e teve Raquel Queirós e Beatriz Roxo a vestir as cores de Portugal. Queirós foi a nona classificada do dia, com mais 02m17s do que a vencedora, a francesa Amandine Muller, a quem foi entregue o Ouro. A vencedora terminou o “crono” em 22m37s. Já Beatriz Roxo foi a 10.ª classificada na prova, ficando a 02m33s da campeã. No pódio estiveram ainda a espanhola Sandra Alonso Dominguez, Medalha de Prata e o Bronze ficou com a eslovena Nika Bobnar.

“No setor feminino, a Raquel e a Beatriz estiveram dentro das nossas expetativas, perante uma concorrência muito forte, e tinham condições para lutar pelo diploma. Foi pena o furo da Beatriz, que acabou por condicionar a sua prestação”, declarou Valter Sousa.

As provas de fundo realizam-se na segunda-feira, dia 24 de agosto, no Circuito Valle d'Itria. A prova feminina tem início às 08h00, seguindo-se a corrida masculina, às 12h00 (horas de Portugal).

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Jasper Philipsen dispara no sprint e vira o jogo no Renewi Tour”


Por: José Morais

O belga Jasper Philipsen assumiu definitivamente o controlo do Renewi Tour ao vencer, com autoridade, a quarta etapa e ao desalojar Jenno Berckmoes da liderança geral. A jornada entre Bilzen e Hoeselt voltou a expor a força do sprinter da Alpecin, que somou o segundo triunfo consecutivo e vestiu a camisola azul na véspera da decisão final.

Num final explosivo, Philipsen impôs-se com clareza, deixando Olav Kooij (Decathlon) sem resposta e relegando Alessandro Borgo (Bahrain) para o terceiro posto. A aceleração do belga nos últimos metros confirmou o domínio que tem exibido ao longo da prova e redesenhou por completo a classificação geral.

Rui Oliveira, o único português em competição, enfrentou uma etapa dura e terminou no 109.º lugar, a 6m17s do vencedor. Na geral, o corredor da UAE Emirates segue agora no 115.º posto, a 27m54s do novo líder.

“Ataque fulminante de Del Toro com ajuda de António Morgado vira a Alemanha do avesso e Pellizzari aproveita para erguer os braços"


Por: José Morais

O Tour de Deutschland ganhou novos contornos na terceira etapa, marcada por um ataque devastador de Isaac del Toro que reescreveu a classificação geral e abriu caminho para a vitória do seu amigo Giulio Pellizzari. O italiano cruzou a meta em Bad Dürkheim com a bênção explícita do mexicano, que preferiu consolidar a liderança e reforçar uma parceria que tem marcado esta temporada.

 

A etapa que partiu o pelotão ao meio

 

Com 3.117 metros de desnível acumulado, o dia começou a selecionar cedo. As ascensões a Lolosruhe e Kalmit foram suficientes para reduzir o grupo e destacar Miguel Heidemann, que somou pontos importantes na montanha, ultrapassando o colega Ole Theiler na classificação dos trepadores.

A fuga inicial durou até perto da metade da etapa, quando Nelson Oliveira decidiu arriscar sozinho. O português chegou a ameaçar a liderança de Louis Barre, mantendo mais de um minuto de vantagem, mas a UAE Team Emirates acelerou de forma calculada ao aproximar-se do Rotsteig, a subida decisiva de 1,7 km.

 

O ataque que mudou tudo

 

Nils Politt preparou o terreno, António Morgado lançou o ataque, e Del Toro disparou a 35 km da meta, apanhando Barre completamente fora de posição. O francês tentou reagir, mas foi engolido pelo grupo perseguidor.

Pellizzari, vindo de trás, fez a ponte até Del Toro e juntos alcançaram Nelson Oliveira, formando o trio que decidiria tanto a etapa como a geral.

 

A dupla que não quebrou

 

A Visma tentou limitar danos com Kelderman e Lemmen, mas a vantagem dos líderes só cresceu. Oliveira cedeu em Annaberg, deixando Pellizzari e Del Toro isolados na frente.

Barre ainda tentou salvar a camisola amarela com um ataque tardio, enquanto Marc Hirschi lançou uma perseguição feroz nos últimos oito quilómetros. O suíço ganhou tempo e até um segundo de bonificação, mas não o suficiente para ameaçar os dois da frente.

Del Toro, pragmático, somou três segundos de bónus no sprint intermédio; Pellizzari, ambicioso, acelerou no último quilómetro. O mexicano não respondeu. A vitória era do amigo.

 

Hirschi chegou 33 segundos depois. Barre, 48 segundos mais tarde.

 

Del Toro com a geral praticamente selada

 

O segundo lugar na etapa deu a Del Toro seis segundos de bónus, suficientes para virar a classificação geral de forma decisiva. Barre inicia a última etapa a 51 segundos do mexicano uma diferença que, salvo catástrofe, não será recuperada.

O Tour de Deutschland parece encaminhar-se para uma consagração de Del Toro, enquanto Pellizzari celebra uma vitória que nasceu tanto das pernas como da amizade.

“Tadej Pogacar Rasga o Ar em Mônaco: Contrarrelógio de Arranque Decide‑se em 0,09 Segundos”


Por: José Morais

Tadej Pogacar abriu a Volta a Espanha 2026 com uma demonstração de precisão cirúrgica: venceu o contrarrelógio inaugural, um percurso explosivo de 9,4 km pelas ruas técnicas de Mônaco, por uma diferença microscópica de 0,09 segundos sobre Ethan Hayter. Uma vitória tão curta que parece desafiar a própria física.

 

A dança milimétrica dos cronómetros

 

A tarde começou com Jordan Labrosse (Decathlon) a estabelecer o primeiro tempo realmente competitivo: 11:20, suficiente para o manter no topo durante largos minutos. O colega Sander De Pestel melhorou ligeiramente, mas seria Matthew Brennan a assumir o comando com 11:13, inaugurando a primeira grande referência do dia.

A liderança britânica durou até Arthur Kluckers (Tudor) baixar o tempo para 11:08. A Decathlon respondeu de imediato: Oscar Chamberlain registou 11:06, e logo depois Leo Bisiaux fez ainda melhor, 11:05, alimentando a esperança de domínio coletivo.

 

Mas o contrarrelógio não perdoa ilusões. Callum Thornley (Red Bull) entrou decidido e cravou 11:02, empurrando todos para baixo da tabela.

 

O golpe emocional de Tarling

 

O momento mais marcante veio de Joshua Tarling (INEOS). Competindo em homenagem ao irmão falecido, o britânico voou pelo circuito e parou o relógio em 11:01, assumindo a liderança com uma mistura de dor e grandeza desportiva.

Parecia o início de um conto de fadas até Ethan Hayter (Soudal) destruir a marca com 10:57, um tempo que parecia definitivo.

 

Pogacar, o homem que não aceita limites

 

Com Wout van Aert a terminar nove segundos atrás do melhor tempo, restava apenas um nome capaz de virar o destino: Tadej Pogacar.

O esloveno lançou-se como se a etapa fosse o último dia da corrida. Cada curva, cada aceleração, cada metro foi calculado com a precisão de um relojoeiro. No final, o cronómetro exibiu uma diferença quase invisível: 0,09 segundos.

Suficiente para vencer. Suficiente para vestir o primeiro camisola vermelha. Suficiente para anunciar ao pelotão que esta Vuelta será corrida ao ritmo de Pogacar.

“João Almeida entra na Vuelta em modo sobrevivência: “A época virou‑me do avesso”


Por: José Morais

João Almeida chega à Volta a Espanha de 2026 com a sensação de que tudo o que podia correr mal… correu mesmo. O português da UAE EmiratesXRG admite que parte para a última grande prova do ano com confiança reduzida, depois de uma temporada marcada por doenças, análises sanguíneas irregulares e quedas que o afastaram das ambições iniciais.

 

Um líder travado pelos imprevistos

 

O plano era claro: depois de um início de ano sólido segundo na Volta à Comunidade Valenciana e terceiro no Algarve Almeida preparava-se para assumir a liderança da equipa no Giro d’Itália. Mas uma doença inesperada e valores anómalos nas análises obrigaram-no a parar durante semanas, empurrando o foco para a Vuelta.

 

Regressos difíceis e quedas inoportunas

 

O retorno à competição não trouxe o alívio esperado. Na Volta ao AuvergneRhôneAlpes, Almeida abandonou após a sexta etapa. Na Volta à Polónia, uma queda voltou a travar o progresso, obrigando-o a desistir antes da etapa seguinte. A sucessão de azares deixou o português a duvidar da própria condição física.

 

Missão Pogacar acima de tudo

 

Apesar das incertezas, Almeida garante que a prioridade é clara: ajudar Tadej Pogacar a conquistar a única grande Volta que lhe falta. “Se depois disso ainda conseguir um bom resultado para mim… tanto melhor”, afirmou o português, consciente de que o papel de apoio será central na estratégia da UAE.

“Beatriz Guerra foi 33.ª classificada no arranque da Taça do Mundo de Les Gets”


Beatriz Guerra terminou esta sexta-feira em 33.º lugar a prova de Cross-Country Curto (XCC) em sub-23 femininas, na etapa da Taça do Mundo de Les Gets, em França, que começou hoje e decorre até ao próximo domingo, dia 23.

Esta sexta-feira foi o primeiro dia daquela que é a sétima etapa da época. Les Gets reúne provas da Taça do Mundo de XCC, Cross-Country Olímpico (XCO) e Downhill, situando-se esta localidade francesa na região alpina da Alta Saboia, uma das mais emblemáticas do circuito internacional de BTT.

Beatriz Guerra concluiu hoje a sua corrida em XCC na 33.ª posição, sendo raras as possibilidades de a disputar em Portugal, visto que esta é uma vertente que só está presente nas Taças e Campeonatos do Mundo e Europa, fechada ao top-40 do ranking mundial, onde a atleta portuguesa se enquadra.


Mário Costa, técnico responsável pela Seleção Nacional, explicou que a prova “correu bem, conforme tínhamos previsto e dentro das nossas expectativas. O 33.º lugar de Beatriz Guerra, a poucos segundos de fechar a volta da vencedora, revela a boa gestão que fez ao longo da corrida. Teve uma partida excelente, corrigiu vários aspectos durante a prova, mas no final faltou alguma energia para terminar melhor. Ainda assim, tudo correu como era esperado”. O técnico acrescentou ainda que há algum tempo que a atleta não competia e este “retomar de intensidade vai ser bom para a sua corrida de XCO de domingo, onde, seguramente, vai estar melhor”.

A italiana Valentina Corvi (Canyon XC Racing) foi a vencedora da prova, seguida da suíça Monique Halter (Thomus Maxon) e a terceira classificada foi a compatriota Anina Hutter.


Amanhã será dia de treinos, para preparar as competições de domingo, na vertente de XCO e onde vão estar em prova os quatro corredores ao serviço da Seleção Nacional de BTT: em sub-23 Beatriz Guerra entra em ação às 8h00 e Tomás Pais, que fará a estreia numa etapa da Taça do Mundo, compete às 10h00. Na corrida de elite masculina, Roberto Ferreira e João Cruz encerram o programa nacional, às 14h00.

A etapa de Les Gets assume particular importância no calendário, por anteceder o Campeonato do Mundo de BTT, que se realiza entre 26 e 30 de agosto, em Val di Sole, Itália.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Equipas espanholas dominam primeiro dia de Voltas Jovens na Chamusca”


A 18.ª Volta a Portugal de Cadetes e a 5.ª Volta a Portugal Feminina Sub-19 tiveram início esta sexta-feira, com um contrarrelógio por equipas de 12,6 quilómetros, na Chamusca, dominado por duas formações espanholas.

Com 167 participantes à partida, distribuídos por 25 equipas, os cadetes foram os primeiros a entrar em competição, a partir das 15h30. As formações partiram com um intervalo de quatro minutos entre si e o objetivo era simples: percorrer os 12,6 quilómetros no menor tempo possível, sendo o tempo de cada equipa registado à passagem do primeiro corredor na linha de chegada. Para efeitos da classificação geral, foi considerado o tempo efetivo de cada corredor.


A Tensai/Sambiental/Santa Marta - Mix deu o mote, com o primeiro tempo de referência, mas os 16m41,121s não tardaram a ser ultrapassados. A Juanginer-Ulevel-Vitaldinsport concluiu o percurso em 15m34,240s, quase 45 segundos abaixo do registo que vigorava até então, assumindo uma liderança que já não perderia.


Javier Sancho encabeçou a formação espanhola na linha de meta, depois de cumprir os 12,6 quilómetros à média de 48,565 km/h. O domínio da Juanginer-Ulevel-Vitaldinsport foi total, com os sete corredores da equipa a receberem o mesmo tempo e a ocuparem os primeiros sete lugares da classificação geral.

A equipa belga Wielerclub Onder-Ons Parike terminou na segunda posição da etapa, a 12,830 segundos, comandada por Robin Dooms. O pódio ficou completo com a Landeiro | Matinados | Matias & Araújo, liderada na chegada por Miguel Correia, a 31,413 segundos, sendo a melhor formação portuguesa.


Na geral individual, Javier Sancho é o primeiro líder da 18.ª Volta a Portugal de Cadetes, com os seis companheiros da Juanginer-Ulevel-Vitaldinsport creditados com o mesmo tempo. Robin Dooms é o primeiro adversário, na oitava posição, a 12,830 segundos, enquanto Miguel Correia,

13.º a 31,413 segundos, é o melhor português.

 

Domínio espanhol manteve-se nas femininas

 

O cenário repetiu-se pouco depois na Volta a Portugal Feminina Sub-19. As 99 jovens ciclistas partiram para a estrada às 17h15, num percurso idêntico ao dos cadetes. Desta feita, foi a Mirat Team, liderada por Vega Iglesias, que não deu hipótese à concorrência com um registo de 17m54,835s e uma média de 42,235 km/h.

A Tenerife Bike-Point La Sede, comandada por Clara de la Roca, esteve na frente durante grande parte da prova, mas acabou ultrapassada na fase final. A formação terminou na segunda posição, a 12,974 segundos da Mirat Team. O pódio ficou completo com a Korpo Activo / Penacova – Mix, liderada na chegada por Mara Castillo, a 27,954 segundos do melhor registo.

Nas contas da geral, Vega Iglesias dispõe de oito segundos sobre as companheiras Chavela Gonzalez e Jimena Laiz, segunda e terceira classificadas, sendo que a Mirat Team colocou cinco corredoras nos cinco primeiros lugares. Clara de la Roca é a primeira adversária fora da formação espanhola, na sexta posição, a 13 segundos, enquanto Manuela Maciel, 14.ª a 40 segundos, é a melhor portuguesa.

As duas provas prosseguem este sábado com uma etapa em linha entre Azambuja e Salvaterra de Magos. Os cadetes vão cumprir 85,6 quilómetros, com 830 metros de desnível positivo, partindo às 10h. Às 15h30 será a vez das femininas Sub-19 enfrentarem um percurso de 60,7 quilómetros e 550 metros de acumulado.

 

Líderes das camisolas da VP Cadetes

 

Camisola Amarela IDPJ - Javier Sancho (Juanginer-Ulevel-Vitaldinsport)

Camisola Verde EBRO - Robin Dooms (Wielerclub Onder-Ons Parike)

Camisola Azul SABSEG - Miguel Correia (Landeiro | Matinados | Matias & Araújo)

Camisola Branca Vitalis - Albert Jorques (Juanginer-Ulevel-Vitaldinsport)

 

Líderes das camisolas da VP Feminina Sub-19

 

Camisola Amarela IDPJ - Vega Iglesias (Mirat Team)

Camisola Verde EBRO - Clara de la Roca (Tenerife Bike-Point La Sede) Camisola Azul SABSEG - Mara Castillo (Korpo Activo / Penacova – Mix) Camisola Branca Vitalis - Vega Iglesias (Mirat Team)

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

“Julian Alaphilippe fecha o capítulo: estrela francesa abandona o ciclismo após Tour dramático”


Por: José Morais

Julian Alaphilippe decidiu pôr fim, de forma imediata, à sua carreira no ciclismo profissional. O Tour de France de 2026, onde alinhou pela oitava vez, tornouse o derradeiro palco de um dos corredores mais marcantes da última década. A notícia, avançada por L’Équipe e Wielerflits, confirma aquilo que o francês já deixara transparecer na etapa rainha: a chama estava a apagarse.

 

O adeus anunciado nas montanhas

 

Na mítica etapa 20, exausto e emocionalmente esgotado, Alaphilippe admitiu que já não via futuro na alta competição. O francês de 34 anos confessou que o prazer de correr desaparecera e que o ciclismo moderno já não o representava.

“Só quero segurar o meu filho nos braços”, disse, num desabafo que soou a despedida. “Talvez tenha sido a minha última corrida. Aproveitei tudo o que pude.”

A temporada já mostrava sinais de declínio: duas tentativas de fuga no Tour sem sucesso, dificuldades evidentes nas subidas e apenas um resultado relevante o quinto lugar no GP Gippingen. Provas que outrora dominava, como a Amstel Gold Race ou a Flèche Wallonne, tornaramse impossíveis de concluir.

 

Contrato até 2027, carreira até 2026

 

Apesar de ter renovado com a Tudor até 2027, Alaphilippe optou por não cumprir o último ano de contrato. Fontes próximas garantem que não voltará a competir em 2026, e a equipa suíça mantém silêncio absoluto. A sua presença nas clássicas canadenses, anunciada recentemente, foi cancelada.

 

Um palmarés que marcou uma era

 

O francês deixa o pelotão com um legado que poucos conseguem igualar:

Bicampeão mundial (2020 e 2021)

Milão–Sanremo 2019

Flèche Wallonne (2018, 2019, 2021)

Strade Bianche 2019

Clássica de San Sebastián 2019

GP Québec 2025

Seis vitórias no Tour de France, onde vestiu a amarela durante grande parte da edição de 2019

Alaphilippe foi, durante anos, sinónimo de espetáculo: ataques explosivos, descidas arriscadas, vitórias emocionantes e uma personalidade que conquistou adeptos em todo o mundo.

 

Fim de carreira, início de outra vida

 

O francês sai sem drama, mas com sinceridade. Sai porque já não sente o ciclismo como antes. Sai porque a vida fora da bicicleta o chama. Sai porque, às vezes, o maior ato de coragem é saber parar.

“Sprint de fogo na Alemanha: Magagnotti dispara para a vitória e Iúri Leitão garante lugar no pódio”


Por: José Morais

A segunda etapa da Volta à Alemanha ganhou intensidade e drama na chegada a Offenbach an der Queich, onde o italiano Alessio Magagnotti voltou a mostrar o poderio da Red Bull-BORA-hansgrohe. Num sprint explosivo, deixou para trás o francês Paul Magnier e o português Iúri Leitão, que assinou um sólido terceiro lugar no dia seguinte à renovação do seu contrato com a Caja Rural-Seguros RGA até 2028.

A tirada, longa e nervosa, percorreu 197 quilómetros desde Schwäbisch Hall e terminou com os três primeiros a cruzarem a meta com o mesmo tempo: 4:40.13 horas. Leitão, campeão olímpico de pista, voltou a provar que está em excelente forma, mesmo numa etapa marcada pela velocidade pura.

Entre os restantes portugueses, Nelson Oliveira (Movistar) foi 43.º e António Morgado (UAE Emirates) 81.º, ambos com o mesmo tempo do vencedor. O francês Louis Barré, da Visma-Lease a Bike, segurou a liderança geral, mantendo seis segundos de vantagem sobre o mexicano Isaac Del Toro e 18 sobre o italiano Giulio Ciccone.

Na classificação geral, Nelson Oliveira é o melhor luso, ocupando o 25.º lugar, a 45 segundos. Morgado segue em 33.º, a 1.22 minutos, enquanto Leitão, mais focado nas chegadas rápidas, está em 83.º, a 16.17 minutos.

A corrida continua este sábado com uma etapa de 170,8 quilómetros entre Herxheim bei Landau/Pfalz e Bad Dürkheim, onde se espera nova batalha entre sprinters e candidatos à geral.

“Quatro portugueses nos Jogos do Mediterrâneo Triatlo”


Os Jogos do Mediterrâneo, onde o Triatlo vai estar representado por quatro atletas, começaram esta sexta-feira (dia 21 de agosto) na cidade italiana de Taranto. A nossa Seleção Nacional vai estar representada por:

Afonso Ferreira (prova individual masculina e estafeta mista)

Gustavo do Canto (prova individual masculina e estafeta mista)

Inês Rico (prova individual feminina e estafeta mista)

Matilde Santos (prova individual feminina e estafeta mista)

As competições irão decorrer em formato de circuito pela cidade de Taranto, sendo a prova individual na tarde de 29 de agosto e a prova de estafeta mista no dia 31 de agosto.

Na edição de 2018, em Tarragona, o triatlo trouxe para casa duas medalhas de ouro, por Melanie Santos e João Pereira.

Portugal vai estar nos Jogos do Mediterrâneo com 168 atletas, em 30 modalidades. O evento encerra a 3 de setembro.

Fonte: Federação Triatlo Portugal

“Seis corredores representam o ciclismo português nos Jogos do Mediterrâneo Taranto 2026”


O ciclismo luso vai estar representado por seis atletas nos Jogos do Mediterrâneo Taranto 2026. A Equipa Portugal será composta por quatro corredores masculinos e duas corredoras femininas, que vão competir nas provas de contrarrelógio individual e de fundo, agendadas para 22 e 24 de agosto, respetivamente.

A edição dos Jogos do Mediterrâneo de 2026 arrancou ontem em Taranto, Itália, terminando dia 3 de setembro. A convocatória nacional integra Afonso Silva (Team Tavira-Crédito Agrícola), Pedro Silva (Feira dos Sofás-Boavista), Rafael Reis (Anicolor / Campicarn) e Tiago Antunes (Efapel Cycling) no setor masculino. Em femininos, Portugal será representado por Beatriz Roxo (ODL Team) e Raquel Queirós (Atum General/Tavira/Madre Fruta). A comitiva será liderada por Valter Sousa, Selecionador Nacional de Elites e Sub-23 masculinos e Coordenador das Seleções Nacionais.

A estreia lusa acontece já amanhã, 22 de agosto, com os contrarrelógios individuais no Circuito Citadino, em Taranto. Beatriz Roxo e Raquel Queirós entram em ação às 10h00, enquanto Afonso Silva, Pedro Silva, Rafael Reis e Tiago Antunes competem a partir das 12h00 (horas de Portugal).


Um dos destaques da Seleção Nacional é Rafael Reis, que regressa aos Jogos do Mediterrâneo como campeão em título do contrarrelógio individual. O corredor português conquistou a medalha de ouro em Oran 2022, edição onde também Daniela Campos trouxe uma medalha, neste caso prata, na prova de fundo.

“Partimos para o contrarrelógio masculino com ambição. Rafael Reis é o campeão em título dos Jogos do Mediterrâneo e tem mostrado novamente esta época a sua qualidade nesta especialidade. Tiago Antunes chega também num excelente momento, depois do segundo lugar no contrarrelógio da Volta a Portugal. Sabemos que a concorrência é forte, com ciclistas como Luca Giaimi, vice-campeão italiano de contrarrelógio, mas acreditamos que os dois portugueses têm condições para estar na discussão pelas medalhas”, afirmou Valter Sousa.

No setor feminino, “Beatriz Roxo e Raquel Queirós têm ainda pouca experiência internacional nesta especialidade. O objetivo será fazer uma prova consistente, aproveitarem esta oportunidade para continuarem a evoluir e procurar a melhor classificação possível, perante uma oposição que conta também com atletas de grande experiência internacional, como Elena Cecchini”, explicou o Selecionador Nacional, também relativamente ao dia de amanhã.


As corridas de fundo realizam-se na segunda-feira, dia 24 de agosto, no Circuito Valle d’Itria. A prova feminina tem início às 08h00, seguindo-se a corrida masculina às 12h00.

A 20.ª edição dos Jogos do Mediterrâneo assinala a terceira presença de Portugal na competição, depois de Tarragona 2018 e Oran 2022. O ciclismo nacional volta a integrar a missão portuguesa com a ambição de lutar pelos lugares cimeiros e reforçar o palmarés da modalidade.

Portugal vai estar representado nesta edição com 168 atletas de 30 modalidades, sendo que 32 destes atletas já estiveram em Oran 2022, onde, no total, foram conquistadas 25 medalhas (sete ouro, 10 prata e oito bronze).

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“PLÁTANO DE CANARIAS, PATROCINADOR OFICIAL DA LA VUELTA”


Por: Daniel Peña Roldán

• A marca promove o Prémio Combatividade em cada etapa e reforça assim o seu papel como "fruto do desporto espanhol", ao associar a sua imagem ao esforço, resistência e disciplina do ciclista mais combativo de cada dia, escolhido por voto popular dos adeptos

• Esta ação reforça a sua presença e notoriedade numa época sazonal complexa, devido às mudanças nos padrões alimentares típicas do verão.

Plátano de Canarias, patrocinador oficial da La Vuelta, dá mais um passo em frente no seu compromisso com o patrocínio desportivo ao associar a sua marca ao Prémio Combatividade, o prémio que reconhece cada etapa ao ciclista que mais contribuiu para o espetáculo da corrida através de ataques, fugas, tentativas de vitória ou uma atitude particularmente ofensiva.

"Com este patrocínio reforçamos a nossa presença num período-chave para os produtores, e fazemo-lo num dos recintos desportivos mais seguidos de Espanha. O Prémio Combatividade representa perfeitamente os valores que partilhamos com o desporto, o esforço, a resistência e o autoaperfeiçoamento", disse Sergio Cáceres, gestor e diretor de marketing da Plátano de Canarias.

 

Um prémio que é símbolo de resistência

 

O Prémio Combatividade distingue, palco a palco, o corredor cuja dedicação define o carácter do dia: esforço, resistência e disciplina postos ao serviço do espetáculo. Ao contrário de outras classificações, este reconhecimento é decidido por voto popular; Os adeptos votam diariamente no seu ciclista mais combativo, transformando o prémio num ponto de ligação direta entre o público e a corrida.

Este mecanismo de votação diária coloca o Plátano de Canarias num ambiente de máxima audiência e interação com o público, num dos eventos desportivos mais seguidos do calendário, com uma presença diária na transmissão de cada etapa durante as três semanas de competição.

 

La Vuelta, o maior evento desportivo Marca España

 

A La Vuelta é considerada o maior evento desportivo da Marca España, uma plataforma de projeção nacional e internacional que este ano de 2026 terá início no Mónaco no sábado, 22 de agosto, e terminará no domingo, 13 de setembro, em Granada, após 21 etapas de viagem. Este quadro de máxima exposição torna o patrocínio uma oportunidade natural para se conectar com milhões de adeptos desportivos em toda Espanha.

Fonte: Unipublic

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

“Lisboa a Pedalar à antiga: O Dia em que a cidade volta ao passado”

Dia 19 de Setembro, a Ideia que se transformou em movimento

 

Por: José Morais

A iniciativa não nasceu de uma simples proposta. Nasceu de um gesto de coragem, daqueles que rompem a rotina e desafiam o peso das estruturas.

Foi apresentada ao comando da Polícia Municipal de Lisboa como uma ideia discreta, quase tímida e, ainda assim, detonou algo maior. O que começou como sugestão tornouse força em marcha, ganhando velocidade onde muitos esperariam resistência.

Dentro do Comando, a ideia não apenas avançou: explodiu. Recebeu aprovação imediata, sem hesitações, alimentada por uma energia coletiva rara. Transformou-se num projeto que passar a ser de todos.

E o mais surpreendente: nasceu de uma equipa pequena, quase invisível na dimensão da organização. Um feito inédito na Polícia Municipal de Lisboa e um sinal claro de que, às vezes, basta uma faísca para incendiar uma mudança.

Agora, chega a fase decisiva: sair para a rua. Tornarse pública. Ganhar voz, rosto e impacto. É o momento de alcançar o maior número possível de pessoas, amplificar a mensagem e transformar esta faísca inicial num movimento capaz de deixar marca.

Pedalar à antiga ganha nova vida no coração de Lisboa, com um passeio que transforma a cidade num cenário de época e celebra a mobilidade sustentável.

No dia 19 de setembro, Lisboa vai trocar o ritmo apressado do quotidiano pelo charme das bicicletas clássicas.

A Polícia Municipal de Lisboa integra a Semana Europeia da Mobilidade 2026 com um evento que promete juntar tradição, nostalgia e cidadania ativa: um passeio de bicicletas antigas, aberto ao público e limitado a 60 participantes.

A concentração está marcada para as 9h30, no Comando da Polícia Municipal, na Rua Cardeal Saraiva. A partir daí, o pelotão segue pelas ciclovias que atravessam alguns dos pontos mais emblemáticos da cidade: Avenida Calouste Gulbenkian, Praça de Espanha, Avenida de Berna, Campo Pequeno, Avenida da República, Saldanha, Avenida Fontes Pereira de Melo, Marquês de Pombal e Avenida da Liberdade.

O passeio termina junto ao Consulado de Espanha, na Avenida da Liberdade, onde a manhã ganha animação com banda sonora, com atuações do Grupo Coral Dona Ajuda e da Banda do Regimento de Sapadores Bombeiros, depois da música, há lanche e um saco de brindes para todos os participantes.

A inscrição é gratuita, mas exige bicicleta antiga e traje de época. Para garantir lugar, basta enviar um e-mail para pm.policiamento.comunitario@cm-lisboa.pt com a frase “QUERO PARTICIPAR”.

O evento tem a organização da Câmara Municipal de Lisboa e Polícia Municipal de Lisboa, e a Co - Organização da Freguesia de Santo António.

Uma iniciativa que une memória, mobilidade e comunidade e que convida Lisboa a pedalar rumo a um futuro mais sustentável.

Participe, um passeio que conta com o apoio da Revista Notícias do Pedal e Revista País Magazine.


“Seleção Nacional de BTT em competição na Taça do Mundo de Les Gets”


A Seleção Nacional de BTT vai disputar, entre esta sexta-feira e domingo, a etapa da Taça do Mundo de Les Gets, em França. Portugal estará representado por quatro atletas nas provas de cross-country curto (XCC) e cross-country olímpico (XCO), naquela que será a última competição antes do Campeonato do Mundo.

Na elite masculina, Roberto Ferreira e João Cruz (SCOTT Portugal JCC Racing Team) serão os representantes da Seleção Nacional. Entre os sub-23 vão competir Beatriz Guerra (Guilhabreu MTB Team) e Tomás Pais (Escola de Ciclismo de Oeiras/Parracho), que fará a estreia numa etapa da Taça do Mundo.

A participação portuguesa começa esta sexta-feira, com Beatriz Guerra na prova de XCC sub-23 feminina, às 9h35 de Portugal Continental. No domingo, os quatro corredores disputam o XCO: Beatriz Guerra entra em ação às 8h00, Tomás Pais compete às 10h00 e Roberto Ferreira e João Cruz encerram o programa nacional às 14h00, na corrida de elite masculina.

A etapa de Les Gets assume particular importância por anteceder o Campeonato do Mundo de BTT, que se realiza entre 26 e 30 de agosto, em Val di Sole, Itália.

“Esta é a Taça do Mundo que antecede o Campeonato do Mundo e é importante perceber como estão os nossos ciclistas nesta fase da temporada. O Tomás vai estrear-se numa etapa da Taça do Mundo e está no primeiro ano de sub-23, por isso será importante recolher as primeiras referências dele numa competição deste nível. A Beatriz tem vindo a integrar os trabalhos da Seleção Nacional e queremos prosseguir esse caminho. Vai disputar o short track na sexta-feira e será um bom desafio para ela”, explica Mário Costa.

“No domingo teremos o XCO, primeiro com a Beatriz e o Tomás e depois com os elites Roberto Ferreira e João Cruz, dois atletas com alguma experiência e que vão liderar a nossa equipa. A expectativa em termos de resultados é um pouco incerta, porque alguns atletas não estiveram no Campeonato da Europa, mas acredito que aqueles que estiveram vão apresentar-se melhor. É uma corrida difícil, de alto nível, e as condições meteorológicas na montanha são muito incertas, por isso temos de ajustar vários aspetos, nomeadamente a afinação das bicicletas. Ainda assim, temos tudo preparado para podermos fazer boas corridas”, antevê o técnico responsável pela Seleção Nacional.

A etapa de Les Gets decorre de 20 a 23 de agosto e reúne provas da Taça do Mundo de XCC, XCO e downhill. Situada na região alpina da Alta Saboia, a localidade francesa é uma das mais emblemáticas do circuito internacional de BTT.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Francisco Campos vence Circuito de São Bernardo”


Fotos: CyclingVision

Francisco Campos (Team Tavira/Crédito Agrícola) venceu esta quinta-feira o 32.º Circuito de São Bernardo, disputado em Alcobaça. O corredor completou os 75 quilómetros em 1h39m54s e bateu Hugo Nunes (Credibom-LA Alumínios-Marcos Car), segundo classificado com o mesmo tempo.

Fábio Costa (Feira dos Sofás-Boavista) fechou o pódio, a dois segundos do vencedor, e esteve igualmente em destaque ao conquistar o prémio da montanha e ao registar a volta mais rápida do circuito, em 3m43s.

Na quarta posição da geral, a 13 segundos, João Martins (Credibom-LA Alumínios-Marcos Car) foi o melhor sub-23. Guilherme Mestre (Team Tavira/Crédito Agrícola) e Guilherme Mesquita (Feirense-Beeceler) completaram o pódio do escalão.


Hugo Nunes recebeu ainda o prémio para o maior número de voltas na liderança, depois de ter passado 15 vezes na frente. Tiago Santos (Anicolor/Campicarn) conquistou o Troféu Timóteo de Matos, distinção destinada ao melhor corredor em prova que tenha realizado parte do percurso de formação no Alcobaça Clube de Ciclismo e concluído esse processo no escalão de juniores.

Coletivamente, a vitória pertenceu à Credibom-LA Alumínios-Marcos Car, à frente da Feira dos Sofás-Boavista e da Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Triatlo: Pré-inscrição para curso de treinadores de GIII”


Estamos a planear a realização de um Curso de Treinadores de GIII, com início em novembro.

É muito importante para nós identificar o número de treinadores interessados (o título profissional de GII tem de estar válido), bem como a sua área de residência.

O preenchimento deste formulário não constitui uma inscrição definitiva.

Todos os pré-inscritos serão posteriormente contactados com informações detalhadas sobre o curso, incluindo condições, calendário e procedimentos de inscrição formal.

Formulário: https://forms.gle/GFhF9BdoEbd8LaEk6 

Fonte: Federação Triatlo Portugal

“Voltas jovens regressam à estrada”


Concluída a Volta a Portugal Jogos Santa Casa, é tempo dos mais jovens tomarem conta das estradas nacionais. A partir de quinta-feira, vão decorrer em simultâneo a Volta a Portugal de Cadetes e a Volta a Portugal Feminina Sub-19, ficando reservada para a próxima semana a Volta a Portugal de Juniores.

Com já tem sido hábito, os cadetes e as sub-19 femininas vão percorrer as estradas do Ribatejo e da região Oeste, ao longo de três dias de competição mais de 170 quilómetros, no caso dos cadetes, e mais de 130 quilómetros, no caso das femininas.

Tudo começa na sexta-feira, com um contrarrelógio por equipas de 12,6 quilómetros na Chamusca. A primeira equipa de cadetes parte às 15h30 e a primeira equipa feminina às 17h15. As partidas serão dadas de quatro em quatro minutos e o tempo da equipa será o tempo registado pelo primeiro corredor a corta a linha de chegada. Para efeitos de classificação geral, será registado o tempo efetivo alcançado por cada corredor da equipa na linha de meta.

Segue-se uma etapa em linha entre Azambuja e Salvaterra de Magos. Os cadetes vão percorrer 85,6 quilómetros, num total de 830 metros de desnível positivo, entre as 10h e as 12h25, enquanto as femininas vão enfrentar 60,7 quilómetros e 550 metros de desnível positivo, entre as 15h30 e as 17h10.


Domingo será o dia de todas as decisões, com uma tirada entre as Caldas da Rainha e Montejunto, no Cadaval. A etapa rainha, com uma contagem de primeira categoria na meta, será de 72 quilómetros e 1450 metros de acumulado para os cadetes e de 60 quilómetros e 1230 metros de acumulado para as femininas.

A 18.ª Volta a Portugal de Cadetes conta com um pelotão de 171 corredores, divididos por 22 equipas, provenientes de Portugal, Espanha e Bélgica. Já na 5.ª Volta a Portugal Feminina Sub-19, a lista inclui 108 corredoras de 20 equipas, também elas provenientes de Portugal, Espanha e Bélgica.

Em 2025, a prova de Cadetes foi vencida por Francisco Cardoso (Academia Efapel de Ciclismo), depois de ter saltado para o primeiro lugar na última etapa. Já a prova feminina foi conquistada por Eirini Stampori (Greek Cycling Federation), que dominou desde a primeira etapa.

 

Circuitos animam semana

 

Os habituais circuitos festivos pós-Volta a Portugal também vão estar em destaque ao longo desta semana. O 32.º Circuito de São Bernardo, em Alcobaça, será o primeiro, já esta quinta-feira, a partir das 16h.

No fim de semana, vão para a estrada o 63.º Circuito de Nafarros, a partir das 16h de sábado, e o 84.º Circuito da Malveira, a partir das 14h de domingo. Na Malveira, o programa inclui ainda as provas de pista de perseguição por equipas, às 16h, e eliminação, às 16h45.

 

Mais eventos oficiais:

 

19 de agosto: Passeio em honra do Imaculado Coração de Maria, Bidoeira de Cima

22 de agosto: 73.º Circuito da Moita, Moita

22 de agosto: Campeonato da Madeira de DHU - Brisa Sem Açúcar, Funchal

22 de agosto: Festa S. Pedro - Antes 2026, Antes

24 de agosto: 18.º Grande Prémio de Ciclismo de Portomar / MiraCycling, Portomar

24 de agosto: Passeio Kids - Portomar, Portomar

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

Ficha Técnica

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