quarta-feira, 21 de outubro de 2026

“Movistar quebra o mercado e garante Paula Blasi: A contratação milionária que promete revolucionar o ciclismo feminino”


Por: José Morais

A Movistar confirmou uma das mais impactantes contratações dos últimos anos ao assegurar os serviços de Paula Blasi para as próximas três temporadas. A ciclista espanhola, considerada uma das maiores promessas da modalidade, será a figura central de um ambicioso projeto desportivo que pretende recolocar a equipa espanhola no topo do ciclismo feminino internacional.

A operação foi tudo menos simples. Apesar de ter recebido propostas financeiramente mais vantajosas, Blasi optou por construir o seu futuro na estrutura liderada pela Movistar, privilegiando um ambiente competitivo estável e um plano desportivo desenhado a longo prazo. A decisão representa uma demonstração clara de confiança no projeto da equipa espanhola e uma aposta na continuidade da sua evolução como atleta.

Para concretizar o acordo, a Movistar teve de realizar um investimento de grande dimensão. Além de assegurar um dos contratos mais elevados do pelotão feminino, a equipa suportou os custos necessários para libertar a corredora dos compromissos que ainda mantinha com a UAE Team ADQ. O processo envolveu vários meses de negociações intensas, reviravoltas e momentos de incerteza, chegando mesmo a parecer improvável em determinadas fases.

Um papel determinante foi desempenhado por Sebastián Unzué, que assumiu pessoalmente a liderança das negociações. O responsável da formação espanhola trabalhou de forma persistente para convencer a atleta de que a Movistar era o destino ideal para a próxima etapa da sua carreira. Ao mesmo tempo, o agente Alex Carera, conhecido por representar alguns dos mais influentes nomes do ciclismo mundial, desempenhou um papel essencial na resolução dos aspetos contratuais que permitiram desbloquear a transferência.

Mais do que uma questão financeira, a mudança resulta de uma escolha estratégica por parte da ciclista. Blasi procurava um contexto que lhe permitisse competir ao mais alto nível sem a pressão constante de ter de redefinir o seu futuro em cada temporada. A espanhola privilegiou a confiança, a estabilidade e a possibilidade de crescer dentro de uma estrutura sólida e competitiva.

Com a chegada da nova estrela, a Movistar prepara uma profunda renovação do seu plantel para 2027. O reforço de Paula Blasi será acompanhado por outras contratações destinadas a aumentar a qualidade e a profundidade da equipa, tanto para as Grandes Voltas como para as clássicas do calendário internacional. O objetivo é claro: criar uma formação mais versátil, capaz de lutar pelas maiores corridas do mundo.

No plano competitivo, o Tour de França Feminina surge como uma das principais metas da temporada. A Vuelta Feminina também ocupa lugar de destaque no programa da corredora, embora as alterações recentes ao calendário internacional possam obrigar a ajustes na preparação. Além disso, Blasi mantém ambições muito claras nas clássicas de um dia, especialmente em provas onde acredita ainda ter margem para alcançar resultados de maior relevo.

A chegada da espanhola representa um marco para a Movistar. Não se trata apenas da contratação de uma ciclista de topo, mas da afirmação de uma estratégia que pretende transformar a equipa numa referência absoluta do ciclismo feminino. Depois de meses de negociações, investimentos significativos e enorme trabalho de bastidores, o grande objetivo foi finalmente alcançado.

A Movistar encontrou a líder que procurava. Paula Blasi encontrou o projeto em que acredita. E o ciclismo feminino ganha uma das histórias mais marcantes dos últimos anos.

“Gran Canaria reforça cartaz internacional com duas Estrelas do ciclismo polaco”


Por: José Morais

A Gran Canaria prepara-se para receber mais dois nomes de destaque do ciclismo internacional. O polaco Danny van der Tuuk e a campeã nacional de contrarrelógio Marta Jaskulska vão integrar a Semana Grande Gran Canaria 365, iniciativa que decorrerá entre 21 e 28 de novembro e que pretende afirmar a ilha como um dos principais destinos europeus para treino e turismo desportivo durante todo o ano.

A presença dos dois atletas acrescenta prestígio a um evento que reunirá ciclistas de diferentes especialidades e percursos competitivos. Ao longo de vários dias, os participantes terão oportunidade de explorar algumas das mais emblemáticas estradas da ilha, num cenário reconhecido pelas excelentes condições para a prática do ciclismo.

Danny van der Tuuk chega a Gran Canaria numa fase de afirmação da sua carreira. Nascido nos Países Baixos e atualmente representante da Polónia, o corredor da Euskaltel-Euskadi construiu uma forte ligação ao ciclismo espanhol, depois de várias temporadas ao serviço da equipa Kern Pharma. Em 2025, somou resultados de relevo, destacando-se a conquista da classificação da montanha da Volta à Comunidade Valenciana, além da vitória numa etapa do Gran Prix El Djaizaïr, na Argélia. O ciclista confirmou ainda a sua competitividade ao alcançar o segundo lugar na Classique La Capitale.

No setor feminino, Marta Jaskulska acrescenta experiência e qualidade a uma lista de participantes cada vez mais internacional. A atleta da Human Powered Health tem desenvolvido uma carreira sólida no pelotão mundial, destacando-se sobretudo nas provas contra o cronómetro. Em 2024, alcançou um dos momentos mais importantes da sua trajetória ao conquistar o título de campeã nacional da Polónia de contrarrelógio, consolidando o seu estatuto entre as principais especialistas da modalidade.

A organização considera que a chegada destes dois corredores reforça o alcance global da Semana Grande Gran Canaria 365 e contribui para aproximar atletas profissionais, amadores e adeptos num ambiente de partilha e descoberta.

 

Um Paraíso para Pedalar Durante Todo o Ano

 

Durante a sua estadia, Van der Tuuk e Jaskulska terão contacto com a diversidade de percursos que tornaram Gran Canaria uma referência internacional para o treino de ciclismo. As temperaturas amenas ao longo do inverno europeu, aliadas à combinação entre estradas costeiras e exigentes subidas de montanha, oferecem um cenário privilegiado para quem pretende manter a forma competitiva durante todo o ano.

A Semana Grande Gran Canaria 365, promovida pela DG Eventos com o apoio do Turismo de Gran Canaria através da marca Gran Canaria Tri, Bike & Run, continua assim a fortalecer a imagem da ilha como um destino de excelência para a prática do ciclismo, atraindo cada vez mais atletas de renome internacional.

“Florian Lipowitz no centro da estratégia: Red Bull prepara mudança para atacar Mundiais e clássicas”


Por: José Morais

A Red Bull poderá introduzir alterações significativas no programa competitivo de Florian Lipowitz, numa aposta que visa potenciar o crescimento do ciclista alemão tanto nas clássicas como nas grandes corridas por etapas. A equipa acredita que uma maior presença em provas de um dia poderá ser determinante para transformar o corredor num sério candidato ao título mundial nos próximos anos.

O plano está diretamente ligado ao Campeonato do Mundo de 2027, cuja exigência montanhosa encaixa nas características de Lipowitz. Para Ralph Denk, diretor da formação austríaca, enfrentar com mais frequência corridas intensas e explosivas permitirá ao alemão adquirir experiência decisiva para lutar pelos lugares cimeiros em percursos altamente seletivos.

Durante um encontro com jornalistas, Denk destacou que as clássicas representam um desafio particularmente exigente e podem contribuir para o desenvolvimento global do corredor. Ainda assim, o dirigente sublinhou que qualquer reforço neste tipo de competições terá de ser cuidadosamente integrado no calendário para evitar comprometer a preparação para os grandes objetivos da temporada.

A vontade de evoluir nas corridas de um dia também parte do próprio atleta. Aos 26 anos, Lipowitz pretende tornar-se mais competitivo neste terreno, depois de uma época em que viu frustrada a participação na Volta à Lombardia devido a problemas de saúde. A equipa considerava que o alemão tinha condições para discutir posições de relevo naquela prestigiada clássica italiana.

 

Mundial de 2027 surge como grande objetivo

 

O percurso do Mundial de 2027, marcado por um elevado acumulado de subida e constantes dificuldades montanhosas, é encarado pela Red Bull como uma oportunidade rara para o ciclista germânico. As características do traçado parecem favorecer corredores com grande resistência e capacidade de escalada, precisamente os pontos fortes que têm distinguido Lipowitz nas últimas temporadas.

Depois de terminar longe dos primeiros lugares na edição de 2026, disputada em Montréal, o alemão acredita que poderá dar um salto competitivo significativo nas próximas campanhas. A estrutura da equipa partilha essa convicção e considera que uma preparação mais abrangente poderá aproximá-lo da luta pelas medalhas.

 

Recuperar após uma temporada de contrastes

 

A época de 2026 deixou sentimentos contraditórios. Por um lado, Lipowitz confirmou o seu crescimento entre a elite internacional, acumulando resultados de destaque em várias competições do calendário World Tour. Por outro, viu o sonho de um grande resultado no Tour de France terminar prematuramente após uma queda que provocou uma fratura da clavícula.

Apesar desse contratempo, a primeira metade da temporada foi amplamente positiva. O alemão somou vários lugares de destaque em provas por etapas de elevado nível e conquistou uma importante vitória na Volta à Eslovénia, reforçando a imagem de um corredor cada vez mais consistente e competitivo.

 

Evenepoel e Lipowitz: decisão adiada para 2027

 

Outra questão que permanece em aberto na Red Bull prende-se com a repartição de lideranças entre Florian Lipowitz e Remco Evenepoel nas grandes Voltas da próxima época. O Giro de Itália surge como uma das hipóteses para o alemão assumir o papel principal, mas a estrutura prefere aguardar pela divulgação oficial dos percursos antes de tomar uma decisão definitiva.

Até lá, a prioridade passa por desenhar um calendário mais ambicioso e diversificado para Lipowitz, numa aposta que poderá redefinir a carreira do corredor e colocá-lo na rota dos maiores objetivos do ciclismo internacional.

“Visma procura Roglic e reacende o debate: estratégia visionária ou regresso ao passado?”


Por: José Morais

A possibilidade de Primoz Roglic regressar à Visma | Lease a Bike em 2027 está a ganhar força nos bastidores do ciclismo internacional. Depois de ter deixado a formação neerlandesa no final de 2023, o esloveno volta agora a ser apontado como alvo da equipa onde construiu grande parte do seu extraordinário palmarés. No entanto, a eventual reunião entre ambas as partes levanta questões profundas sobre a direção estratégica da estrutura liderada por Jonas Vingegaard.

 

Contactos confirmados e futuro ainda em aberto

 

Várias fontes ligadas ao pelotão revelam que existiram conversas entre Roglič e a Visma sobre uma possível colaboração para a próxima temporada. O veterano esloveno, que se aproxima do final da carreira, continua sem revelar os seus planos, alimentando especulações sobre o próximo capítulo do seu percurso desportivo.

Ao longo dos últimos meses, o seu nome foi associado a várias equipas, entre elas Tudor Pro Cycling, Q36.5 e Lotto, ao mesmo tempo que surgiram rumores sobre uma eventual retirada da competição. A incerteza mantém-se, mas a hipótese de regressar à equipa onde conquistou algumas das suas maiores vitórias parece estar em cima da mesa.

 

Uma época de contrastes para o campeão esloveno

 

A temporada de Roglič foi marcada por altos e baixos. Depois de resultados discretos nas primeiras corridas do ano, o esloveno atravessou uma fase pouco habitual, acumulando classificações abaixo do nível que o consagrou como um dos grandes nomes da sua geração.

Contudo, quando muitos duvidavam da sua capacidade de recuperação, voltou a mostrar a sua qualidade. Apesar de ter enfrentado contratempos físicos durante a preparação, terminou a Vuelta a Espanha na segunda posição, destacou-se no Campeonato do Mundo e conquistou o título europeu de contrarrelógio. Aos 37 anos, continua a demonstrar uma capacidade competitiva que poucos corredores conseguem manter.

 

O que pode ganhar Roglic com o regresso

 

Do ponto de vista do ciclista, regressar à Visma significaria reencontrar um ambiente familiar, onde conhece métodos de trabalho, dirigentes e elementos da estrutura técnica.

Por outro lado, a mudança também poderá trazer limitações. Num plantel construído em torno de Vingegaard, dificilmente Roglic assumiria total liberdade para definir objetivos e calendário, algo que poderia encontrar numa equipa de menor dimensão. A decisão passará pelo equilíbrio entre conforto, ambição e oportunidade competitiva.

 

Um sinal preocupante para o futuro da Visma?

 

Se a contratação avançar, muitos observadores poderão interpretá-la como um reconhecimento das dificuldades da Visma em preparar a sucessão das suas principais figuras.

 

Enquanto rivais diretos têm apostado fortemente em jovens talentos para liderar os próximos ciclos competitivos, a equipa neerlandesa continua à procura de soluções capazes de garantir sucesso nas Grandes Voltas quando a era Vingegaard chegar ao fim.

Nesse contexto, o eventual regresso de Roglic poderá ser visto não apenas como uma contratação de impacto imediato, mas também como uma admissão de que algumas apostas recentes não corresponderam às expectativas inicialmente criadas.

 

Feridas do passado totalmente saradas?

 

Outro dos pontos de interesse prende-se com a forma como terminou a primeira passagem do esloveno pela equipa. A saída de Roglic ocorreu após episódios de tensão interna e decisões desportivas controversas, especialmente na Vuelta de 2023.

Embora a relação entre as partes pareça hoje mais pacífica, permanece a dúvida sobre a forma como o esloveno encaixaria numa estrutura onde dificilmente voltaria a ocupar o papel de líder absoluto. Aceitaria regressar com um estatuto diferente daquele que teve durante os anos mais gloriosos da carreira?

 

Entre a emoção e a estratégia

 

Roglic conquistou dezenas de vitórias ao serviço da Visma, incluindo triunfos em Grandes Voltas, clássicas e corridas por etapas de prestígio internacional. O seu nome está inevitavelmente ligado a uma das fases mais bem-sucedidas da história da equipa.

Por isso, um eventual reencontro teria um forte componente emocional. Ainda assim, a questão principal mantém-se: estará a Visma a construir o futuro ou simplesmente a revisitar um passado que lhe trouxe enormes alegrias? A resposta poderá definir muito mais do que o destino de Roglic. Poderá revelar, também, a visão da equipa para os próximos anos do ciclismo mundial.

“Medalhada olímpica Daria Pikulik apanha suspensão por falhas no sistema antidopagem”


Por: José Morais

Foto: Instagram

A ciclista polaca Daria Pikulik, uma das figuras em destaque dos Jogos Olímpicos de Paris 2024, esteve afastada da competição durante 18 meses após ter acumulado três infrações relacionadas com a obrigação de indicar corretamente a sua localização para controlos antidopagem.

A informação foi divulgada pela Agência Internacional de Testes (ITA), que revelou que a atleta aceitou a penalização aplicada por incumprimento das regras de monitorização impostas aos desportistas sujeitos ao programa antidopagem.

A suspensão vigorou entre 9 de dezembro de 2024 e 8 de junho de 2026, período durante o qual todos os resultados obtidos pela corredora foram anulados. Apesar da decisão, o processo manteve aberta a possibilidade de recurso para o Tribunal Arbitral do Desporto.

Natural da cidade de Skarżysko-Kamienna, Pikulik, atualmente com 29 anos, construiu o seu palmarés antes da sanção. Entre os resultados mais relevantes destacam-se a medalha de prata no omnium dos Jogos Olímpicos de Paris 2024, o bronze na corrida de fundo dos Campeonatos da Europa disputados no mesmo ano e o terceiro lugar alcançado nos Campeonatos do Mundo de pista de 2020. A estes feitos juntam-se ainda várias medalhas conquistadas em Campeonatos da Europa de pista.

Através das redes sociais, a corredora esclareceu que o seu desaparecimento das competições desde março esteve diretamente ligado ao desenrolar deste processo. Segundo explicou, as falhas de localização ocorreram em dois momentos de 2023 e numa terceira ocasião em 2024, situações que atribuiu a lapsos pessoais e à pressão associada à sua carreira desportiva.

Num testemunho emotivo, Pikulik afirmou ter passado os últimos anos a lutar pela defesa da sua reputação, sublinhando que nunca procurou contornar os regulamentos antidopagem. A ciclista recordou ainda que uma decisão anterior do Tribunal Arbitral do Desporto a considerou responsável por uma das falhas registadas, embora sem impor castigo nessa ocasião.

A atleta reconheceu a dureza do período vivido, tanto para si como para os familiares e amigos mais próximos, e aproveitou a ocasião para pedir desculpa aos adeptos. Ao mesmo tempo, manifestou gratidão pelas inúmeras mensagens de apoio recebidas durante um dos momentos mais difíceis da sua carreira desportiva.

 

De Paris ao afastamento: a queda inesperada de uma vice-campeã olímpica

 

O caso volta a colocar em evidência a importância das regras de localização no combate ao doping. Embora não tenha sido detetada qualquer substância proibida, a repetição de falhas administrativas previstas nos regulamentos internacionais acabou por custar à vice-campeã olímpica um longo período fora da competição, interrompendo a progressão de uma das ciclistas mais promissoras da atualidade.

“5 razões para não baixar demasiado o consumo de hidratos de carbono no triatlo”


No triatlo, os hidratos de carbono continuam a ser o principal combustível para o treino e para a competição. Apesar da popularidade de abordagens restritivas em hidratos de carbono, a evidência científica mostra que reduções excessivas podem comprometer a performance, a recuperação e a saúde do triatleta.

A primeira razão é a manutenção da intensidade de treino. Sessões de qualidade, como intervalos, treinos de ritmo ou blocos exigentes no ciclismo e corrida, dependem fortemente do glicogénio muscular. Quando as reservas estão baixas, o atleta vê-se obrigado a reduzir intensidade, acumula mais fadiga e perde estímulos fundamentais para a evolução da performance.

A segunda razão prende-se com a recuperação entre sessões. O triatlo envolve frequentemente treinos diários ou duplos. Um consumo insuficiente de hidratos de carbono dificulta a reposição de glicogénio, levando a uma recuperação incompleta e a um efeito acumulativo de fadiga que compromete o treino seguinte.

A terceira razão é a proteção da massa muscular. Em contexto de baixa ingestão de hidratos de carbono, o organismo aumenta a utilização de proteína como fonte energética. Isto favorece o catabolismo muscular, especialmente quando o volume de treino é elevado ou existe défice energético, prejudicando força, potência e economia de movimento.

A quarta razão é o impacto no sistema nervoso e na perceção de esforço. Níveis baixos de glicose estão associados a maior fadiga central, pior capacidade de concentração e aumento da perceção de esforço. No triatlo, onde a tomada de decisão e o pacing são determinantes, isto pode traduzir-se em erros estratégicos e quebra de rendimento.

Por fim, a quinta razão é o aumento do risco de baixa disponibilidade energética e RED-S. Reduções crónicas de hidratos de carbono dificultam o alcance das necessidades energéticas totais, aumentando o risco de alterações hormonais, comprometimento da saúde óssea e maior suscetibilidade a lesões e doença.

No triatlo, hidratos de carbono não são um inimigo, mas uma ferramenta estratégica. O foco não deve ser cortar, mas ajustar quantidades, timing e contexto de forma inteligente e individualizada.

Joana Santos Romão (CP: 4894N)

– Founder of ROMÃO sports nutrition

– Performance nutritionist

Fonte: Federação Triatlo Portugal

“PUEBLA VAI RECEBER O MEXICO BY LA VUELTA CHALLENGE EM 2027”


Por: Daniel Peña Roldán

 

Pontos-chave:

• Depois de Ensenada e Morelos, Puebla tornar-se-á a terceira cidade mexicana a acolher esta experiência ciclista ligada à La Vuelta.

• O teste terá lugar a 7 de março de 2027

O México by La Vuelta Challenge chegará a Puebla em março de 2027. A cidade mexicana substituirá Ensenada e Morelos como palco de uma corrida que aproxima a experiência La Vuelta dos fãs de ciclismo no México e combina o desafio desportivo com a descoberta de novos destinos.

A nova edição, patrocinada pelo Bankaool, foi anunciada num evento com a presença de Pepe Chedraui, presidente da câmara de Puebla; Charles Ojalvo, vice-diretor-geral da La Vuelta; Ramón Neme Sastre, presidente do Conselho do México Challenge; e Ricardo Zayas Gallardo, diretor do Instituto Municipal de Desporto de Puebla.

Puebla continuará o percurso do Desafio pelo México, com uma proposta que convida os participantes a superar os seus próprios desafios e a desfrutar da cultura, tradições e atrações turísticas da cidade.

Durante a apresentação, Pepe Chedraui destacou o compromisso de Puebla com o desporto: "Queremos convenções, queremos arte, queremos cultura e, claro, queremos desporto." O presidente da câmara também destacou a oportunidade que o evento representa para impulsionar o turismo e a atividade económica local.

Por sua vez, Charles Ojalvo agradeceu "à confiança do presidente da câmara em trazer o evento para Puebla" e destacou "a sua contribuição para o desenvolvimento do ciclismo no México."

Fonte: Unipublic

Ficha Técnica

  • Titulo: Revista Notícias do Pedal
  • Diretor: José Manuel Cunha Morais
  • Subdiretor: Helena Ricardo Morais
  • Periodicidade: Diária
  • Registado: Entidade Reguladora para a Comunicação Social com o nº: 125457
  • Proprietário e Editor: José Manuel Cunha Morais
  • Morada: Rua do Meirinha, 6 Mogos, 2625-608 Vialonga
  • Redacção: José Morais
  • Fotografia e Vídeo: José Morais, Helena Morais
  • Assistência direção, área informática: Hugo Morais
  • Sede de Redacção: Rua do Meirinha, 6 Mogos, 2625-608 Vialonga
  • Contactos: Telefone / Fax: 219525458 - Email: josemanuelmorais@sapo.pt noticiasdopedal@gmail.com - geral.revistanoticiasdopedal.com