segunda-feira, 30 de maio de 2022

“Clube de Natação de Torres Novas no Triatlo de Oeiras”


Seis atletas do CNTN no top 10 no nacional individual de triatlo sprint

 

Por: Paulo José Catarino Vieira

Na praia da Torre em Oeiras, disputou-se este domingo, 29/maio, o Campeonato Nacional Individual de Triatlo Sprint (750m/natação, 20 kms/ciclismo e 5kms/corrida) com uma prova destinada apenas aos escalões de elites e juniores de ambos os géneros, e o Clube de Natação de Torres Novas a conseguir colocar 3 atletas masculinos e 3 atletas femininos no top 10 desta competição.

Gonçalo Oliveira ficou a um lugar do pódio, na 4ª posição, Lucas Jouin e Guilherme Pires, concluíram nos 7º e 10º lugares, enquanto no setor feminino, Ana Ramos foi a melhor atleta do clube de natação torrejano no 6º lugar, Joana Miranda foi 8º classificada e Beatriz Ferreira 9ª. Fora do top 10, classificaram-se ainda Abel Afonso no 22º lugar, no seu regresso à competição, e na prova feminina, Joana Oliveira terminou na 12ª posição e Catarina Moutinho na 17ª (5ª júnior).

No início da manhã, teve lugar a prova destinada aos grupos de idade, com Luis Moleiro a alcançar o 2º lugar no grupo de idades 20-24 anos, Adriano Correia a vencer o grupo de idades 30-34 anos, Artur Conde a terminar na 34ª posição no mesmo grupo, e David Paiva no seu regresso às provas, a concluir no 6º lugar do grupo de idades 35-39 anos.

Por último, ao início da tarde, teve lugar a prova de seleção Youth (cadetes), com a vitória a sorrir desta vez a Manuel Bartolomeu do CNTN, logo seguido por Pedro Afonso Razões, ambos apurados para a Taça da Europa de juniores que se realiza em Tizsaujvaros na Hungria em meados de julho, Martim Salvador terminou na 5ª posição, Manuel Dias foi 16º e Francisco Borges 19º classificado. Em femininos, Claúdia Orvalho e Mafalda Leirião terminaram na 14ª e 15ª posições.

No próximo sábado, 4/junho, disputa-se a 1ª etapa do nacional de triatlo por clubes em Peniche, e o Clube de Natação de Torres Novas irá começar a defender o título de campeão nacional alcançado na época de 2021.

Fonte: Clube de Natação de Torres Novas

“Vincenzo Nibali "feliz" pelo quarto lugar no Giro mas a temporada "ainda não acabou"”


Ciclista italiano frisa que "há alguns objetivos ainda nos próximos meses"

 

Por: Lusa

Foto: Lusa/EPA

O ciclista italiano Vincenzo Nibali (Astana) mostrou-se "feliz" pelo quarto lugar final na 105.ª edição da Volta a Itália, mas recordou que a época, após a qual se vai retirar, "ainda não acabou".

"Estou feliz por estar aqui, por acabar esta corrida com um bom resultado, quarto na geral, e posso dizer que estou feliz com isso. Foi um Giro duro, mas lindo, que tentei viver dia a dia com o apoio da equipa e de todos os adeptos", explicou, após a 21.ª etapa, um contrarrelógio individual em Verona.

Ter visto tantos adeptos "a gritar o nome desde o início, em cada etapa e até à meta", permitiu-lhe lidar com o "muito cansaço" que sentia, limitando-se a gerir a vantagem para outros candidatos ao quarto posto.

"A chegada à Arena de Verona foi muito emocional, e estou a viver grandes momentos. Tenho sentido imenso apoio de toda a gente", descreveu.

Para a frente, "é tempo de descansar e recuperar", porque pode estar às portas de terminar a carreira, uma em que se tornou um de apenas sete ciclistas a vencer as três grandes Voltas o Giro em 2013 e 2016, o Tour2014 e a Vuelta2010 , mas "a época ainda não acabou".

"Há alguns objetivos ainda nos próximos meses", atirou o 'Tubarão', de 37 anos.

O australiano Jai Hindley (BORA-hansgrohe), de 26 anos, sucedeu ao colombiano Egan Bernal, que tinha triunfado em 2021, e é o segundo australiano a vencer uma grande Volta, depois de Cadel Evans ter conquistado o Tour2011, acabando 1.18 minutos à frente do equatoriano Richard Carapaz (INEOS), segundo classificado, com o espanhol Mikel Landa (Bahrain Victorious) em terceiro, a 3.24, e Nibali em quarto, a 9.02.

O 'crono' final, de 17,4 quilómetros em Verona, foi ganho pelo campeão italiano da especialidade, Matteo Sobrero (BikeExchange-Jayco), com um tempo de 22.24 minutos, à frente de dois neerlandeses, Thymen Arensman (DSM), segundo a 23 segundos, e Mathieu van der Poel (Alpecin-Fenix), terceiro a 40.

Fonte: Record on-line

domingo, 29 de maio de 2022

“Jai Hindley: «Foi muito emotivo na estrada, tinha na cabeça o que tinha acontecido em 2020»”


Australiano venceu a Volta a Itália e revela sentimentos

 

Por: Lusa

Foto: EPA

O australiano Jai Hindley (BORA-hansgrohe) disse este domingo que vencer a Volta a Itália "é um sentimento incrível", após o contrarrelógio final que o consagrou como primeiro ciclista da Austrália a triunfar no Giro.

"É um sentimento incrível. Hoje, foi muito emotivo na estrada. Tinha na cabeça o que tinha acontecido em 2020, não ia deixar que acontecesse de novo. Vencer é mesmo incrível", descreveu o ciclista de 26 anos.

Hindley sucede ao colombiano Egan Bernal, que tinha triunfado em 2021, e é o segundo australiano a vencer uma grande Volta, depois de Cadel Evans ter conquistado o Tour2011, acabando 1.18 minutos à frente do equatoriano Richard Carapaz (INEOS), segundo classificado, com o espanhol Mikel Landa (Bahrain-Victorious) em terceiro, a 3.24.

Em 2020, tal como nesta edição, ganhou a 'maglia rosa' na 20.ª etapa este ano atacou para 'roubá-la' a Carapaz -, mas então perdeu-a para o britânico Tao Geoghegan Hart (INEOS), certificando-se hoje, com um bom 'crono', que o mesmo não se repetia.

Ao longo da sua prova, e da do campeão olímpico de fundo, estava "a receber atualizações, com boas sensações na bicicleta". "Sabia que estava a fazer um 'crono' decente, e queria também ter algumas cautelas. Depois, dei tudo até à meta", confessou.

Emocionado, ia repetindo que este triunfo "é incrível". "Estou muito orgulhoso de ser australiano, e de poder levar este título para casa", atirou.

Richard Carapaz, vencedor em 2019, voltou ao pódio de uma grande Volta, depois de já o ter feito também no Tour e na Vuelta, e celebrou hoje o 29.º aniversário, não com a vitória que queria, mas felicitou Hindley com um abraço, após a consumação do resultado, mesmo que não tenha, pelo menos para já, prestado quaisquer declarações aos jornalistas.

Em terceiro ficou Mikel Landa, "contente" com o último lugar do pódio, que já havia logrado em 2015, agora apostado em "descansar e escolher entre o Tour e a Vuelta" como próximo objetivo. "Hoje, é um dia de celebração, estou cansado depois desta semana muito dura, mas contente com o pódio. Tenho de agradecer à equipa, todos deram 100%", destacou.

O herói do 'Landismo', de 32 anos, quer agora "ver a planificação do resto da temporada", para decidir entre o regresso a França, onde tem dois quartos lugares como melhor resultado, ou a Espanha, onde nunca fez sequer 'top 10' mas já venceu uma etapa.

Vencedor de três etapas e da classificação por pontos, o francês Arnaud Démare (Groupama-FDJ) destacou o "resultado extraordinário a nível pessoal e para a equipa". "É a recompensa para todo o trabalho. Em 2020, foi uma grande luta pela 'maglia ciclamino', e desta vez tive uma grande vantagem. Hoje, ouvi os adeptos a gritarem o meu nome", afirmou.

Outro ciclista com uma classificação secundária e mais do que uma etapa é o holandês Koen Bouwman (Jumbo-Visma), que viveu "três semanas fantásticas", com duas tiradas ganhas e a tabela da montanha.

"Nunca esquecerei este Giro. Desfrutei muito do último dia, muita gente gritou o meu nome. Deu-me arrepios. [...] As duas etapas foram lindas, a classificação da montanha é também fantástica", refletiu.

No 11.º posto ficou o veterano espanhol Alejandro Valverde (Movistar), que se despede no final do ano, com 42 anos, da carreira de ciclista. "Tinha os rivais imediatos muito longe, por isso quis desfrutar do contrarrelógio e sofrer pouco. Estou contente com o resultado final", declarou.

'Bala' analisou ainda a forma "como este Giro 'voou'", olhando para a frente, e para os planos de correr a Clássica de San Sebastián, a Vuelta e a Volta à Lombardia no programa de despedida.

Fonte: Record on-line

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