terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

“Europeu de triatlo multisport em Coimbra nomeado para melhor prova do ano”


Vencedor será conhecido no dia 21 de março

 

Por: Record

O Campeonato Europeu de Triatlo Multisport, que transformou Coimbra na capital europeia da modalidade, em junho de 2024, está entre os três finalistas para a distinção de Melhor Prova de Triatlo da Europa do Ano. O vencedor será anunciado no Jantar de Gala da União Europeia de Triatlo, em Istambul, no dia 21 de março.

Com epicentro no Parque Verde do Mondego, a competição, que reuniu 4.600 atletas, oriundos de 40 países, apresentou todas as vertentes da modalidade - triatlo, duatlo, aquatlo e aquabike - nas distâncias sprint, standard e cross. Os percursos, criteriosamente desenhados, incluíram locais emblemáticos, nomeadamente a Universidade, a Alta e a Baixa de Coimbra, fator decisivo na escolha da cidade pela ETU.

Fonte: Record on-line

“Volta ao Algarve: Vingegaard quis tentar "algo novo" e veio lutar pela geral”


O ciclista dinamarquês escolheu a prova algarvia para iniciar a sua temporada

 

Por: Lusa

Fotos: AFP or licensors

Jonas Vingegaard quer lutar pela vitória na 51.ª Volta ao Algarve, que o ciclista dinamarquês escolheu para arrancar a temporada a experimentar algo novo, mostrando-se desejoso de voltar a competir após seis meses de paragem.

“Fiz o Gran Camiño nos dois últimos anos, é uma boa corrida, gostei muito de lá estar. No entanto, não gostei assim tanto do tempo que fez nos dois últimos anos. Talvez também tenha querido experimentar algo novo. Claro que também pode fazer mau tempo aqui no Algarve, como hoje, por exemplo, mas, por outro lado, queria tentar algo diferente”, justificou o bicampeão do Tour (2022 e 2023).

Após dois anos a enfrentar condições meteorológicas ‘impossíveis’ na prova galega, na qual venceu todas as etapas a contar e a geral, o corredor da Visma-Lease a Bike quis mudar de ares, mas teve azar no dia que escolheu para aterrar no Algarve.

Ainda assim, em conferência de imprensa numa unidade hoteleira de Albufeira, mostrou-se “feliz” por ir estrear-se na ‘Algarvia’ na quarta-feira e desejoso por começar a correr.

“Espero conseguir lutar pela vitória. Temos uma equipa forte, não sou o único capaz de fazer alguma coisa. Vamos, certamente, tentar lutar por isso, mas veremos nos próximos dias”, assumiu.

Sem competir desde 18 de agosto, dia em que subiu ao pódio como vencedor da Volta à Polónia, o também duas vezes vice-campeão da ‘Grande Boucle’ (2021 e 2024) garantiu estar desejoso por voltar a colocar um dorsal.

“Claro que senti falta de competir, adoro correr. É por isso que adoro este emprego. Claro que treinei muito desde então. Precisei de férias mais cedo, por tudo o que me aconteceu”, declarou, numa alusão à queda grave que sofreu na Volta ao País Basco, em abril passado.

Agora, Vingegaard sente-se preparado para este ano e “motivado para esta corrida e para as próximas”, embora confesse que é difícil dizer qual o seu estado de forma, até porque alterou a sua preparação, nomeadamente ao optar por não estagiar em altitude para estar mais “fresco” na primeira parte da época.

“Sinto-me forte neste momento, mas nunca sabemos o que os outros fizeram. É difícil comparar com os outros e tenho de me focar em mim”, pontuou.

Instado pela agência Lusa a indicar quem são os seus principais adversários na 51.ª Volta ao Algarve, que está na estrada entre quarta-feira e domingo, o líder da Visma-Lease a Bike apontou o seu antigo companheiro Primoz Roglic (Red Bull-BORA-hansgrohe), com quem atualmente só fala em corrida – “porque ambos já temos muito com que nos entreter com o treino e as nossas famílias” -, e o português João Almeida.

“Está aqui um pelotão forte, obviamente tenho de estar num nível alto e espero conseguir discutir com eles a geral”, acrescentou, sorrindo ao saber que, na véspera, Almeida (UAE Emirates) disse que a sua presença tornaria esta edição da ‘Algarvia’ mais dura: “Fico satisfeito por ele pensar assim. Espero torná-la mais difícil para ele, mas também espero estar forte aqui e lutar pelo triunfo”.

Numa conferência de imprensa em que os meios internacionais estavam em maioria, o dinamarquês de 28 anos falou muito sobre o nascimento do segundo filho, reconhecendo que agora tem mais coisas em que pensar, e menos sobre o seu previsível duelo com Tadej Pogacar na Volta a França.

“O tempo o dirá”, respondeu sucintamente ao ser questionado sobre se acredita que pode derrotar o seu arquirrival, com quem alternou no primeiro lugar final nas últimas quatro edições, na Volta a França.

No entanto, lá foi repetindo que, com uma melhor preparação – numa nova referência à queda na Volta ao País Basco que o deixou mais de dois meses sem competir -, espera estar num melhor nível na 112.ª ‘Grande Boucle’, agendada entre 05 e 27 de julho.

Até lá, o tímido dinamarquês tem como primeiro objetivo o Paris-Nice (09 a 16 de março), no qual escolheu alinhar para tentar inscrever mais uma das principais corridas por etapas no seu palmarés, já depois de ter vencido o Tirreno-Adriático no ano passado.

Fora dos seus planos estão, para já, as clássicas – “as corridas por etapas continuam a ser o meu objetivo” -, mas não os Mundiais de estrada, previstos entre 21 e 28 de setembro, em Kigali, no Ruanda.

“É algo que estou mesmo a pensar, gostaria de participar. Claro que agora com a incerteza [pelo conflito no ‘vizinho’ Congo] teremos de ver o que a União Ciclista Internacional decide. Depende de como tudo se passar. Uma coisa é o que temos planeado, outra é o que acontece, como bem vimos na época passada”, concluiu.

Fonte: Sapo on-line

“Tadej Pogacar termina em 3º no UAE Tour e olha para a etapa de amanhã: "Há sempre um sprint entre trepadores em Jebel Jais e pode haver surpresas"


Por: Carlos Silva

Em parceria com: https://ciclismoatual.com

Tadej Pogacar era um dos favoritos para o contrarrelógio da segunda etapa dos Emirados Árabes Unidos, mas no final do dia o seu esforço só daria para ficar em terceiro lugar, atrás de Joshua Tarling e Stefan Bissegger. Tal como no dia de abertura, é um vislumbre do lado "humano" do esloveno, mas ele mostrou-se satisfeito com o seu desempenho e já começa a ganhar vantagem sobre os seus rivais na classificação geral;

"Primeiro esforço a sério do ano, um pouco mais longo, primeiro esforço a sério... Estou contente, foi um contrarrelógio bastante rápido e estou contente com a minha velocidade e as pernas. É claro que me falharam as pernas, é esse o objetivo de um esforço total", disse numa entrevista após a corrida.

Devido às condições climatéricas e às regras atípicas da ordem de partida na corrida dos Emirados, Pogacar foi um dos primeiros fazer-se à estrada e durante alguns minuto esteve com o tempo mais rápido do dia. No entanto, isso não duraria muito tempo...

"Foi um bom dia, vamos ver qual será o resultado final, mas vai ser sempre difícil competir com o Tarling e o Bissegger, porque eles são muito bons neste tipo de percurso". No contrarrelógio Pogacar não esteve no seu elemento e terminou em terceiro no dia, com mais 18 segundos do que Joshua Tarling, que é também o novo líder da corrida. No entanto, o ciclista da UAE Team Emirates - XRG ganhou 21 segundos a Pello Bilbao, potencialmente o primeiro dos principais candidatos ao pódio nesta corrida.

Foi um bom dia para o esloveno, que vai entrar na primeira etapa de montanha da corrida já à frente dos seus rivais - no entanto, a subida para Jebel Jais não é muito íngreme e pode revelar-se um excelente terreno para Joshua Tarling se aguentar até perto da meta.

"Amanhã é uma etapa muito boa para mim em Jebel Jais. Boas recordações. Uma vez ganhei lá e como digo, é sempre um dia para o sprint entre os trepadores", continua. "Há sempre um sprint entre trepadores e é engraçado de ver. É uma boa experiência. Pode haver surpresas, estou muito ansioso porque gosto disso".

Pode visualizar este artigo em: https://ciclismoatual.com/ciclismo/tadej-pogacar-termina-em-3o-no-uae-tour-e-olha-para-a-etapa-de-amanha-ha-sempre-um-sprint-entre-trepadores-em-jebel-jais-e-pode-haver-surpresas

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