sábado, 18 de setembro de 2021

“João Almeida vence Volta ao Luxemburgo”


Por: SIF // AMG

O português João Almeida (Deceuninck-QuickStep) conquistou hoje a geral final da 81.ª edição da Volta ao Luxemburgo em bicicleta, após a quinta e última etapa, na qual foi segundo atrás do francês David Gaudu (Groupama-FDJ).

Almeida, que este ano já venceu a Volta à Polónia, somou novo triunfo numa prova por etapas ao acabar com 46 segundos de vantagem para o suíço Marc Hirschi (UAE Emirates), segundo, e 1.05 minutos para o italiano Mattia Cattaneo, seu colega de equipa na Deceuninck-QuickStep.

Na última etapa, Gaudu bateu o luso ao 'sprint' pela vitória, alcançada em 4:30.58 horas, necessárias para cumprir os 183,7 quilómetros entre Mersch e a cidade do Luxemburgo. O também gaulês Pierre Latour (Total Energies) foi terceiro.

O português de 23 anos, campeão nacional de contrarrelógio, venceu duas etapas e a geral final na Polónia e, aqui, venceu no primeiro dia, perdeu a camisola amarela na segunda etapa e recuperou-a no 'crono' da quarta tirada, confirmando o triunfo no último dia, em que selou também o primeiro lugar na classificação da juventude e dos pontos.

Fonte: Lusa

sexta-feira, 17 de setembro de 2021

“João Almeida recupera camisola amarela na Volta ao Luxemburgo”


Foi segundo no contrarrelógio

 

Por: Record

Foto: Reuters

João Almeida foi esta sexta-feira segundo classificado no contrarrelógio da Volta ao Luxemburgo e recuperou a liderança da prova.

O corredor da Deceuninck-QuickStep estava a quatro segundos do suíço Marc Hirschi (UAE Team Emirates), mas aproveitou o 'crono' de 25,4 quilómetros para anular a diferença e recuperar a camisola amarela que tinha conquistado no primeiro dia, mas que entregara ao ciclista helvético no segundo.

João Almeida terminou o contrarrelógio a 2 segundos de Mattia Cattaneo, seu companheiro de equipa, enquanto Marc Hirschi foi 6.º, a 48 segundos do vencedor.

Na geral o ciclista português tem 43 e 50 segundos de vantagem sobre Hirschi e Cattaneo, segundo e terceiro classificados, respetivamente.

A 5.ª e última etapa disputa-se amanhã, entre Mersch e Luxemburgo, na extensão de 183 quilómetros.

Fonte: Record on-line

"Imprevisibilidade" é o que José Poeira espera dos Mundiais de ciclismo de estrada”


Centenário do Campeonato do Mundo, que decorre entre domingo e 26 de setembro, celebra-se na região belga da Flandres

 

Por: Lusa

O selecionador nacional, José Poeira, antecipou esta sexta-feira uns Mundiais de ciclismo de estrada "imprevisíveis", num percurso típico das clássicas da Flandres, desadequado às características dos corredores portugueses, e que permitirá uma nova experiência aos mais jovens.

"[Mundiais] são sempre imprevisíveis. Este é feito num percurso, numa situação de corrida, que é a das clássicas da Flandres, que nem todos [os ciclistas portugueses] estão habituados a fazer. Há uns que se adaptam mais, outros que se adaptam menos, mas é sempre uma corrida que é uma incógnita", disse à Lusa o selecionador português.

O centenário do Campeonato do Mundo, que decorre entre domingo e 26 de setembro, celebra-se na região belga da Flandres, uma das 'pátrias' do ciclismo, que acolhe os mais conceituados corredores do panorama velocipédico internacional com aquilo que de melhor tem para oferecer: "paralelo e estradas estreitinhas", além de "descidas inclinadas, e depois aqueles topos, curtos, mas empinados", nas palavras de José Poeira.

"Há alguns dos nossos ciclistas, como o Rui Oliveira, que tem feito ali algumas competições e até gosta. O Nelson também fez algumas provas ali e também gosta. É uma corrida um bocado de sorte, para além da perspicácia. É muito importante como se está colocado. Não há uma grande certeza do que poderá acontecer, nem para nós, nem para os outros", anteviu o selecionador, referindo-se especificamente à 'prova rainha' dos Mundiais, a de fundo de elites, agendada para 26 de setembro.

Nesse dia, Portugal será representado por João Almeida (Deceuninck-QuickStep), Nélson Oliveira (Movistar), Ruben Guerreiro (EF Education-Nippo), Rui Oliveira (UAE Emirates), Rafael Reis (Efapel) e o estreante André Carvalho (Cofidis).

Mas, antes desse momento alto, há outros a que os adeptos lusos deverão estar particularmente atentos, como o contrarrelógio que, no domingo, inaugura o Campeonato do Mundo, e que terá a participação do incontornável Nélson Oliveira, quarto naquela especialidade nos Mundiais de 2017 e quinto no ano seguinte, e de Rafael Reis, quarto classificado nos sub-23 em Ponferrada2014.

"O Nélson mostrou no europeu que está a andar bem. Foi trabalhar para os colegas, seguiu um plano, e notou-se que está fisicamente bem. É um contrarrelógio longo, como ele gosta, é mais plano -- nesse aspeto não é tão bom. É o que é, vamos ver como ele vai estar nesse dia. E o Rafael, é uma experiência no Mundial em elites, já que em sub-23 ele chegou a correr. É um contrarrelógio longo, vamos ver o que vai fazer", disse.

Com início na praia de Knokke, junto ao Mar do Norte, o 'crono' dos Mundiais Flandres2021 percorre 43,3 quilómetros até Bruges, onde vai ser coroado o sucessor do italiano Filippo Ganna.

"O Nélson já fez muitos resultados nos 10 primeiros. Fez a Volta a Espanha, os Europeus e penso que vai estar bem. Agora, há uma nova vaga de contrarrelogistas mais novos, que apareceu, e temos de contar com eles também", completou.

O selecionador das equipas masculinas de Portugal traçou ainda, nas declarações à agência Lusa, as perspetivas para os mais jovens, nomeadamente os juniores, que espera que "possam melhorar alguma coisa" nos Mundiais, até porque "a experiência acumulada" nos Europeus pode "servir para que estejam melhor" no evento belga.

"É uma novidade, mas pelo menos os dois que correram no europeu na estrada estiveram bem. Se calhar, não finalizaram assim tão bem, mas é uma questão de perspicácia, e de falta de contacto a este nível, e alguma inexperiência, mas fisicamente estavam muito bem. Têm um bom potencial, vamos ver como se comportam na estrada", anteviu, referindo-se aos sub-23.

Miguel Salgueiro (LA Alumínios-LA Sport), Pedro Miguel Lopes (Kelly-Simoldes-UDO), que representaram Portugal nos Europeus, e Fábio Costa (Efapel) alinham na prova sub-23 masculina, com os também 'europeístas' António Morgado e Gonçalo Tavares (Bairrada), que estarão no 'crono', a liderarem nos juniores uma formação completa com Diogo Pinto (Academia Joaquim Agostinho-CYR-UDO) e Lucas Lopes (Póvoa de Varzim-CDC Navais).

Fonte: Record on-line

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