quinta-feira, 5 de março de 2020

“Coronavírus: Prova de ciclismo italiana Strade Bianche cancelada”

Depois de várias equipas terem anunciado a sua ausência devido à epidemia de Covid-19 naquele país

Por: LUsa

Foto: DR Record

A Strade Bianche, prova de ciclismo agendada para este sábado no centro de Itália, foi esta quinta-feira cancelada pela organização, depois de várias equipas terem anunciado a sua ausência devido à epidemia de Covid-19 naquele país.

Em comunicado, a RCS Sport explica que, após ter reunido com os responsáveis pela autarquia de Siena, cidade que acolhia o início e o final da Strade Bianche, concordou cancelar a emblemática prova.

"A RCS Sport pedirá à União Ciclista Internacional, através da Federação Italiana de Ciclismo, para alocar uma nova data no calendário internacional à Strade Bianche", completa a nota.

A organização tinha-se mostrado relutante em aceitar o cancelamento da prova, mesmo depois de o Governo italiano ter decretado que todas as competições desportivas em Itália deveriam realizar-se à porta fechada até 03 de abril, devido à epidemia de Covid-19.

Várias equipas, entre as quais a Jumbo-Visma, a INEOS, a Astana ou a Mitchelton-Scott, tinham já anunciado nas últimas horas que não iriam participar na Strade Bianche como medida de precaução.

O diretor da RCS, Mauro Vegni, evocou na quarta-feira um "plano B" que consistia em adiar as provas italianas -- além da Strade Bianche, também o Tirreno-Adriático (entre 11 a 17 março) e a clássica Milão-San Remo (21 de março) -- para junho, depois do Giro, ou para setembro.

Até ao momento, o organizador ainda não tomou uma decisão sobre as outras duas corridas WorldTour previstas para as próximas semanas em Itália.

O surto de Covid-19, detetado em dezembro, na China, e que pode causar infeções respiratórias como pneumonia, provocou cerca de 3.300 mortos e infetou mais de 95 mil pessoas em 79 países, incluindo oito em Portugal.

A Itália, o país mais afetado na Europa, com 107 mortos e 3.089 casos no país, anunciou na quarta-feira o encerramento de todas as escolas e universidades a partir de hoje e até 15 de março, como medida de precaução face à epidemia de Covid-19.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou o surto de Covid-19 como uma emergência de saúde pública internacional e aumentou o risco para "muito elevado".

Fonte: Record on-line

“Coronavírus: Equipas Ineos e Astana também falham provas de ciclismo em março”

Mitchelton-Scott, CCC e Jumbo Visma já tinham revelado que não estariam em algumas das próximas corridas

Por: Lusa

Foto: Instagram

A Astana e a Ineos juntaram-se às equipas que vão falhar as próximas provas de ciclismo na Europa, devido à propagação do novo corovírus Covid-19.

A britânica Ineos, que justifica a decisão também com a morte de Nicolas Portal, um dos seus diretores desportivos, referiu em comunicado que apenas voltará a correr em 23 de março, na Volta à Catalunha.

Já os cazaques da Astana retiraram-se da competição até 20 de março, falhando, entre outras provas, as clássicas italianas Strade Bianchi e Milão-San Remo e a Paris-Nice.

Antes já outras equipas do WorldTour, como a Mitchelton-Scott, a CCC e a Jumbo Visma, tinham revelado que iam falhar algumas das próximas provas, devido ao Covid-19.

O surto de Covid-19, detetado em dezembro, na China, e que pode causar infeções respiratórias como pneumonia, provocou cerca de 3.200 mortos e infetou mais de 93 mil pessoas em 78 países.

Fonte: Record on-line

quarta-feira, 4 de março de 2020

“Uber reforça frota de bicicletas e trotinetas JUMP em Lisboa”

As bicicletas JUMP, da Uber, estão nas ruas de Lisboa há um ano. Para celebrar o primeiro aniversário na capital portuguesa, a empresa vai reforçar a frota de velocípedes, num total de 250 bicicletas e 400 trotinetas, aumentando assim o número destes veículos para dois mil e 600, respetivamente.

De acordo com a Uber, “durante o último ano, foram realizados mais de 1,5 milhões de quilómetros nos velocípedes JUMP”, permitindo uma redução de entre “120 e 195 toneladas de CO2”.

Recorde-se que com o lançamento das JUMP, em fevereiro de 2019, Lisboa tornou-se na primeira cidade europeia a receber as bicicletas da Uber. Já em novembro, à margem do Web Summit, as trotinetas vieram complementar o serviço de micromobilidade da empresa.

“Um ano depois reforçamos a frota de bicicletas e trotinetas elétricas JUMP para que a nossa aplicação tenha cada vez mais soluções sustentáveis disponíveis para os habitantes e visitantes de Lisboa, ajudando a reduzir a dependência do automóvel próprio”, esclarece Francisco Vilaça, diretor-geral da JUMP em Portugal.

Em janeiro deste ano, a Uber passou ainda a disponibilizar informação sobre os transportes públicos da Área Metropolitana de Lisboa na sua aplicação. “A Uber deixou de ser uma app que serve de intermediário entre utilizadores e motoristas para ser uma plataforma de mobilidade partilhada, com bicicletas e trotinetas elétricas próprias, e sistemas que integram acessos e parcerias com os transportes públicos”, refere a empresa em comunicado.

Além de Lisboa, cidades como Berlim, Madrid, Bruxelas, Málaga, Roma, Paris, Londres, Munique ou Roterdão já disponibilizam os velocípedes JUMP.

Fonte: Transportes em revista

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