Foto: XCM: CyclingVision/FPC
A Seleção Nacional encerrou
este domingo a participação no Campeonato do Mundo de BTT, em Val di Sole,
Itália, com as provas de cross-country olímpico (XCO) das categorias sub-23 e
elite. O melhor resultado português do dia foi alcançado por Ana Santos, que
terminou na 30.ª posição na corrida de elite feminina.
Na prova de sub-23 femininas,
Beatriz Guerra concluiu a corrida na 45.ª posição. O título mundial foi
conquistado pela italiana Valentina Corvi, seguida da suíça Anina Hutter e da
compatriota Monique Halter.
Entre os sub-23 masculinos,
Tomás Pais foi 63.º classificado e João Fonseca terminou na 64.ª posição. O
francês Nael Rouffiac conquistou o título mundial, à frente do compatriota Alix
Andre Gallis e do suíço Nicolas Halter.
Na corrida de elite feminina,
Ana Santos alcançou o 30.º lugar. A suíça Sina Frei sagrou-se campeã do mundo,
com a italiana Martina Berta e a também suíça Nicole Koller a completarem o
pódio.
A prova da elite masculina
encerrou o programa do Mundial. Roberto Ferreira foi o melhor português, na
69.ª posição, enquanto Gonçalo Amado terminou em 74.º e João Cruz em 75.º. O
britânico Thomas Pidcock conquistou o título mundial, seguido do compatriota
Charlie Aldridge e do canadiano Cole Punchard.
“A Beatriz Guerra não teve um
dia fácil. Começou relativamente bem, mas sentiu-se indisposta durante a
corrida, o que condicionou bastante a sua prestação. Não conseguiu atingir o
objetivo a que se propunha, mas deu o máximo até ao final. Nos sub-23 masculinos,
tanto o João Fonseca como o Tomás Pais tiveram uma corrida difícil. O João
começou melhor, mas depois não conseguiu manter o andamento, enquanto o Tomás
foi recuperando algumas posições ao longo da prova. Apesar das dificuldades,
ambos concluíram a corrida sem problemas de maior”, analisou Mário Costa,
técnico responsável pela Seleção Nacional de BTT.
“A Ana Santos esteve em
destaque ao terminar na 30.ª posição da prova de elite feminina, naquele que é
o seu melhor resultado num Campeonato do Mundo. Está de parabéns, porque é uma
prestação que nos dá uma boa referência para os próximos anos e abre perspetivas
de podermos lutar por lugares mais cimeiros no futuro. Já na elite masculina, o
Roberto Ferreira foi o melhor português, seguido por Gonçalo Amado e João Cruz.
Foi uma corrida muito rápida e exigente e acabámos por ficar um pouco abaixo do
resultado que pretendíamos”, concluiu.
Fonte: Federação Portuguesa
Ciclismo

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