Por: José Morais
O triatlo voltou a incendiar
Londres com uma etapa marcada pela intensidade, pela incerteza até aos últimos
metros e por mais uma demonstração de força de Vasco Vilaça, que reforçou o
estatuto de figura maior da modalidade. O português terminou em segundo lugar,
apenas batido no sprint final pelo australiano Matthew Hauser, numa chegada que
fez vibrar o público britânico.
Vasco Vilaça continua no topo do mundo
Apesar de não ter vencido,
Vilaça somou o seu terceiro segundo lugar em seis etapas, às quais junta duas
vitórias, mantendo-se firme na liderança do ranking mundial com 3.850 pontos.
Atrás dele surgem agora o brasileiro Miguel Hidalgo (3.040) e Hauser, que com o
resultado em Londres saltou 18 posições, acumulando 3.000 pontos.
Portugueses
em prova: esforço, superação e mudanças no ranking
A etapa londrina contou ainda
com três portugueses em ação:
Ricardo Batista 24.º lugar, a
1.33 minutos
João Nuno Batista 32.º, a 1.54
Miguel Tiago Silva 42.º, a
2.54
No ranking mundial, Ricardo
Batista caiu do terceiro para o 5.º lugar (2.470 pontos), enquanto João Nuno
ocupa agora a 30.ª posição (1.019).
Prova
feminina: domínio francês e descidas portuguesas
Entre as mulheres, a francesa
Cassandre Beaugrand voltou a mostrar porque é uma das mais completas triatletas
da atualidade, vencendo com o tempo de 56.06 minutos.
As
portuguesas tiveram uma jornada mais discreta:
Maria Tomé 34.º lugar (58.07)
Mariana Vargem 38.º (58.20)
No ranking mundial, Maria Tomé
desceu três posições, ocupando agora o 25.º lugar (1.017 pontos). A liderança
permanece nas mãos da britânica Beth Potter (3.641).

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