quarta-feira, 4 de outubro de 2023

“João Rebelo vence edição recorde do Estrela Extreme Triathlon”


Prova duplicou o número de participantes

 

Por: Record

À terceira edição, o Estrela Extreme Triathlon duplicou o número de participantes, ultrapassando neste fim-de-semana a centena de atletas a desafiarem-se na modalidade de Half Ironman (versões standard, extreme e estafetas de 2 e de 3 elementos), com a exigência e a beleza que a altitude da Serra da Estrela acrescentam à competição.

A par dos 108 atletas que terminaram este desafio, dos 125 inscritos, é de sublinhar, de acordo com a organização, a cargo da Armando Teixeira Outdoor events, "a quantidade de pessoas, entre famílias, equipas de apoio, fãs da modalidade, do desporto ou simplesmente curiosos, que se juntaram à festa no Parque da Várzea, em Manteiga, para aplaudir a partida e a chegada dos atletas, não desmobilizando até o último cortar a meta". Portanto, "este foi um evento que, em relação às outras duas edições, cresceu não só em número de participantes na competição, mas também no que diz respeito ao número de pessoas que fizeram questão de assistir ao evento e também de colaborar com o mesmo, o que se deve a um esforço conjunto da organização e das autarquias de Manteigas e de Gouveia, que têm conseguido mostrar que a Serra da Estrela tem as condições ideais para a prática do desporto de natureza", conclui Armando Teixeira, em nome da organização.

No que diz respeito à vertente competitiva do evento, este ano, João Rebelo, do Vasco da Gama Atlético Clube de Sines, foi o grande vencedor, precisando de 6:37.42 horas para cumprir os 2 km a nadar a 1400 metros de altitude, os 107 km com 2500 metros de desnível positivo de bicicleta e os 21 km com 900 metros de desnível positivo a correr, e cortar a meta à frente de Rafael Gomes, do CAOH, que gastou 6:42 para cumprir o percurso e arrecadar o segundo lugar; e de Adelino Sousa, do Grupo Desportivo da Goma, que garantiu o terceiro lugar em 6:42.55, posição que já havia conquistado no ano passado.


No final, João Rebelo referiu que a parte mais difícil "foi a bicicleta", segmento no qual passou para a segunda posição, mas depois acabou por conseguir recuperar na corrida "e voltar novamente para primeiro". O triatleta de Sines destacou do percurso a beleza da paisagem, que admitiu já ser bem sua conhecida. "Costumo vir aqui treinar todos os anos, pelo que fiz o reconhecimento do percurso. É uma prova muito bonita, na qual eu queria muito participar, por isso, fazer esta prova era um dos objetivos para esta época", partilhou, sem esconder a satisfação de missão cumprida.

Este ano não houve candidatas femininas à vitória na versão Extreme a solo, concentrando-se as senhoras em lutar pelo primeiro lugar na versão Standard do evento, que foi composta por um segmento de 1 km de natação a 1400 metros de altitude; por 53 km de bicicleta com 1000 metros de desnível positivo; e por 15 km de corrida com 600 metros de desnível positivo. Catarina Serrazina, do CRP Riba Fria, foi a mais rápida nesta versão do evento, vencendo a geral feminina em 4:04.47, marca que a posicionou em quinto lugar da geral absoluta, numa prova ganha pelo atleta da LBSQUAD, Pedro Lorena, em 3:27.55. Ricardo Lanceiro, da SFRAA, e Sérgio Suzano, do Grupo Desportivo da Goma, completaram o pódio masculino, respetivamente, em 3:30.03 e 3:53.21. Do lado feminino, a segunda e terceira posição do pódio foram conquistadas, respetivamente, por Maria Andia, atleta espanhola ao serviço do Grupo Desportivo da Goma, com o tempo de 4:28.28; e por Ana Gomes, do NDS-Triatlo MRW Guarda, com o tempo de 4:43.13.

Já no percurso realizado em estafeta de três elementos, a que representou o NDS-Triatlo MRW Guarda foi a mais rápida, vencendo em 6:48.11. O percurso realizado em estafeta de dois elementos foi ganho pela equipa J Moita Sport Center, com o tempo de 7:58.34.

Fonte: Record on-line

“Mark Cavendish adia fim de carreira e continua na Astana em 2024”


Pode voltar a 'atacar' as 35 vitórias em etapas no Tour

 

Por: Lusa

Foto: Reuters

O ciclista britânico Mark Cavendish anunciou esta quarta-feira que vai adiar o fim de carreira e continuar na Astana, do World Tour, em 2024, podendo voltar a 'atacar' as 35 vitórias em etapas no Tour.

"Este ano anunciei que ia terminar a carreira, e estava ansioso por não ter de me levantar para treinar todos os dias, estar longe de casa, e passar tempo com a minha família. (...) Mas, obviamente, ter caído na Volta a França não era como esperava terminar", explica o sprinter, citado em comunicado da equipa cazaque.

Segundo 'Cav', de 38 anos, a equipa "cresceu incrivelmente" e foi desafiado a correr mais um ano, por isso sente-se agora "pronto para o fazer e para acabar com a Astana".

Assim, e sem descartar que depois de pousar a bicicleta possa continuar a ajudar a equipa noutras funções, o regresso à estrada será imediato, o que significa mais uma possibilidade de atacar um recorde a solo no Tour.

Cavendish tem as mesmas 34 vitórias do belga Eddy Merckx, e juntos são recordistas da mais importante prova de ciclismo do mundo, mas em 2023 acabou a abandonar à oitava etapa, ficando sem correr desde então.

"Não é segredo que uma vitória em etapa no Tour era o grande objetivo. Esteve perto na sétima etapa [foi segundo]. Mas uma queda riscou esses planos, e eu acredito que um campeão de verdade não deve terminar assim", explicou o diretor-geral da equipa, Alexandr Vinokurov.

O agora adiado último ano só rendeu uma vitória, mas ainda assim importante, no caso a sua 17.ª vitória numa etapa da Volta a Itália, a 162.ª da carreira na estrada.

No início do ano, a equipa cazaque 'resgatou' o experiente sprinter britânico, considerado por muitos o melhor velocista da história, do desemprego, após a B&B Hotels 'colapsar', depois de a QuickStep o ter feito regressar aos primeiros lugares, ainda que depois tenha perdido lugar para o neerlandês Fabio Jakobsen.

O objetivo de 'desempatar' com Merckx é a última grande fronteira para o 'míssil da Ilha de Man', que tem 54 vitórias em grandes Voltas, atrás apenas de Merckx (64) e do italiano Mario Cipollini (57), além de um título mundial (2011), a Milão-Sanremo de 2009 ou três Scheldeprijs.

Fonte: Record on-line

“Primoz Roglic perto da Bora”


Anúncio será no domingo, após a Lombardia

 

Por: Record

Foto: LUSA/EPA

A imprensa espanhola e italiana garantem que o futuro de Primoz Roglic (de saída da Jumbo), será na Bora: o anúncio será no domingo, após a Lombardia. Ontem, a clássica italiana Tre Valli Varesine foi ganha pelo belga Ilan van Wilder (Soudal), à frente dos favoritos Carapaz (2.º), Vlasov (3.º), Roglic (4.º) e Pogacar (5.º). Rui Costa (Intermarché) foi 16.º, a 45 segundos.

Fonte: Record on-line

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