quinta-feira, 28 de julho de 2022

“Lorena Wiebes vence sprint da quinta etapa da Volta a França feminina”


Ciclista holandesa confirmou ser a mais forte velocista do pelotão numa prova que continua a ser liderada por Marianne Vos

 

Por: Lusa

Foto: AFP

A ciclista holandesa Lorena Wiebes (DSM) venceu esta quinta-feira ao sprint a quinta etapa da Volta a França feminina, na qual a compatriota Marianne Vos (Jumbo-Visma) segurou a liderança da classificação geral individual.

Wiebes confirmou as credenciais como a mais forte velocista do pelotão, aos 23 anos, ao cumprir os 175,6 quilómetros entre Bar-le-Duc e Saint-Dié-des-Vosges em 4:32.16 horas.

No segundo lugar ficou a italiana Elisa Balsamo (Trek-Segafredo), com a camisola amarela a completar o pódio do dia, somando segundos de bonificação.

Vos lidera agora com 20 segundos de vantagem para as mais próximas perseguidoras, a italiana Silvia Persico (Valcar - Travel & Service), segunda, e a polaca Katarzyna Niewiadoma (Canyon-SRAM), terceira.

O dia ficou marcado por mais uma queda coletiva durante a tirada, que vitimou a dinamarquesa Emma Norsgaard (Movistar), forçada a abandonar.

Na sexta-feira, a sexta etapa liga Sélestat a Le Markstein em 127,1 quilómetros, num dia de alta montanha com três contagens de primeira categoria.

Fonte: Record on-line

“Vingegaard recebido como herói em Copenhaga: «Isto é algo que nunca poderia ter imaginado»”


Vencedor do Tour'2022 saudado por milhares na capital dinamarquesa

 

Por: Lusa

Foto: Mads Claus Rasmussen

Arrepiante: Vingegaard recebido como um herói na Dinamarca após vitória no Tour, milhares de adeptos receberam Jonas Vingegaard, em Copenhaga, com o vencedor da Volta a França a mostrar-se surpreendido pelo acolhimento que teve no regresso ao seu país três dias depois de sagrar-se vencedor da prova.

"Muito obrigado a todos por estarem aqui e obrigada a todos os que me apoiaram nas últimas três semanas", declarou o corredor da Jumbo-Visma desde o balcão da Câmara Municipal de Copenhaga, diante dos milhares de pessoas que o esperavam.

No regresso ao seu país, Vingegaard viu, incrédulo, o jato onde viajava ser escoltado por dois caças F-16 das Forças Armadas da Dinamarca, antes de percorrer as principais artérias da capital daquele país nórdico, sendo aplaudido por uma multidão, que saiu à rua para congratular o segundo dinamarquês na história a vencer o Tour.

"Isto é algo que nunca poderia ter imaginado. É inacreditável", confessou o ciclista de 25 anos, assumindo que a manifestação de carinho de que foi alvo foi "fantástica e muito comovedora".

Em declarações aos meios de comunicação dinamarqueses, Vingegaard, visivelmente encantado com a receção oferecida pelos seus compatriotas, disse que ainda lhe parece "uma loucura" ter vencido a 109.ª Volta a França, considerando que ainda não assimilou o seu triunfo.

Com a camisola amarela vestida e ao lado da companheira e da filha, o tímido corredor da Jumbo-Visma teve o seu nome entoado por milhares de compatriotas, que se muniram de pequenas bandeiras para celebrar o seu feito.

As celebrações pela vitória de Vingegaard no Tour vão continuar durante a noite na capital dinamarquesa, antes de, na quinta-feira, se transferirem para Glyngore, localidade onde o ciclista vive.

A 109.ª edição da Volta a França arrancou em 1 de julho, em Copenhaga, e, na altura, o público dinamarquês já tinha emocionado Vingegaard, presenteando-o com um acolhimento efusivo.

Os vídeos da receção do herói dinamarquês foram amplamente partilhados nas redes sociais, com o britânico Thomas Pidcock (INEOS), uma das maiores promessas do ciclismo mundial e vencedor no Alpe d'Huez neste Tour, a mostrar-se espantado.

"Chapeau, Jonas. DEUS!", escreveu numa publicação na sua conta na rede social Twitter.

O ciclista da Jumbo-Visma, que já tinha sido vice-campeão do Tour2021, tornou-se no domingo o segundo dinamarquês a vencer a Grande Boucle após Bjarne Riis em 1996 posteriormente, Riis admitiu ter-se dopado durante essa edição da prova, mas a União Ciclista Internacional manteve o seu nome no palmarés de vencedores.

Fonte: Record on-line

“Injusto… diz a Movistar que está em risco de descer de divisão”


Movistar corre o risco de descer através de um sistema que eles descrevem como "injusto"

 

Por: José Morais

Foto: Sprint Cycling Agency / Movistar Team

A Movistar tem sido regular nas última três épocas, mas sem grandes resultados, o que está em perigo a sua continuação no World Tour, e poderá descer de divisão, injusto, afirma a equipa que seria um fato notável, já que é uma das formações históricas, mas motivado pela implementação do sistema de pontos mal projetados, e os seus baixos e discretos resultados, pode a não vir fazer parte do World Tour.

Existem seis ou sete equipas como nós que estão a tentar ganhar pontos, sendo lamentável afirmou Eusebio Unzué, diretor da equipa da telefónica sobre a possível baixa de escalão, tentamos correr para dar espetáculo no ciclismo, apesar do estilo próprio da equipa não seja necessariamente o maior promotor de entretenimento, disse o responsável da Movistar.


Eusebio Unzué disse que deveria de ser reformado o atual sistema de pontos, e considera o mesmo inédito, que a chave esteja em competições que não são de primeiro nível, não fazendo sentido que para salvar o primeiro escalão, terá de se ir buscar pontos no segundo ou terceiro escalão, e justificou com um bom motivo, dando o exemplo da Arkéa e da Intermarché, que estão salvando a sua categoria marcando principalmente nesse tipo de compromissos, os quais deram prioridade ao calendário do World Tour, não tendo uma soma excecional de unidades.

Eusebio Unzué afirmou que o sistema tida sido criado com boas intenções, mas é muito injusto, e será necessário pensar em conseguir torná-lo mais meritório, lógico e razoável, como proporcional à qualidade dos ciclistas.

Outro dos aspetos negativos do sistema é o fato de que mesmo alguns dos rebaixados poderem manter a sua presença no World Tour pelos convites automáticos, onde as tabelas do segundo escalão ganham sem sequer ter a obrigação de participarem em todo o calendário da elite, e se um ciclista possui 19 ou 20 anos, poderá estar numa posição privilegiada, e acaba por não saber se será pior o melhor, e terminar em último, por isso o sistema terá de mudar para ser mais justo, afirmou o diretor da Movistar Eusebio Unzué.

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