quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

“Segunda Vuelta del Porvenir em risco, Covid-19 o causador”


A Vuelta a San Juan foi cancela pelo segundo ano consecutivo, porem, na Vuelta del Porvenir marcada de 9 a 13 de fevereiro, corre risco, mas a organização da prova já veio dizer que na província de Cuyana, a prova de categoria UCI 2.2 irá para a estrada, o que se acontecer, a Argentina irã pelo menos manter uma competição no calendário da União Internacional de Ciclismo – UCI.

A organização mostra-se feliz e com muitas expetativas na organização da corrida, um evento com grande magnitude, com os olhos em San Luis tanto do país como de outros, e após a primeira realização com sucesso, a organização decidiu redobrar numa nova aposta, e incorporou a prova no calendário na União Ciclismo Internacional – UCI, sendo um orgulho para a província onde se realiza, para a Argentina, ter uma corrida como esta, afirmou Cintia Ramírez, diretora do programa desportivo.

E temos de relembrar que a província de Cuyana tem muita experiência neste tipo de provas, já que por quase uma década eles sediaram o lembrado Tour de San Luis, sendo o primeiro evento mais popular na Argentina, onde chegou a receber ciclistas de renome do ciclismo mundial, o caso de Vincenzo Nibali, Nairo Quintana, ou Alberto Contador, alguns dos ciclistas que brilharam por terras de Puntana.   

A realização da prova que vai decorrer de nove a treze de fevereiro, percorrerá as melhores estradas, rotas e paisagens da província, onde são esperados para participarem seis equipas continentais do país, equipas nacionais e provinciais da Argentina, e equipas estrangeiras a confirmar, no total, participação vinte equipas. 

 

As etapas da prova:

 

Etapa 1

San Luis – Villa Mercedes 168,3 quilómetros

 

Etapa 2:

La Toma – LaToma 185,6 quilômetros

 

Etapa 3:

Estância Grande (CRI)

Etapa 4:

Juana Koslay – La Florida – ElTrapiche – El Volcán – Mirador del Potrero – La Punta – Juana Koslay 164,9 quilômetros

 

Etapa 5:

Circuito com parrtida e chegada no Terminal de San Luis 126 quilômetros

 

Tour Nacional Feminino e Competição Masculina Júnior

 

Entretanto também haverá prova para as categorias elite, sub23, e júnior a decorrer de 12 a 13 de fevereiro, na véspera da quarta e quita etapa da Vuelta del Porvenir, onde as ciclistas farão um circuito idêntico aos homens, onde o primeiro dia será disputado em Juana Koslay, e o segundo em San Luis, e como acontecerá na prova masculina, existirão também prémios monetários para as vencedoras, e ainda haverá em simultâneo a realização de uma prova para ciclistas juniores masculinos.   

“Enric Mas quer ser líder único da Movistar na Volta a França”


Espanhol aponta a pódios no Tour e na Vuelta

 

 Por: Lusa

Foto: Action Images

O ciclista espanhol Enric Mas disse esta quinta-feira que gostaria de ser o único líder da Movistar na Volta a França, que será o seu grande objetivo esta temporada.

"Estamos a trabalhar muito duro estas semanas, porque queria começar muito bem a temporada, para depois ir com mais confiança para o objetivo, que é o Tour. Em França, gostaria de ter toda a equipa para mim e na Vuelta partilhar a liderança com o Alejandro [Valverde] e os corredores que venham", disse, Mas.

O ciclista, de 27 anos, já conseguiu quatro 'top 5' nas grandes Voltas - embora nunca tenha participado no Giro -, com destaque para dois segundos lugares na Vuelta (2018 e 2021) e para o quinto no último Tour.

"Gostaria de estar nos dois pódios [Tour e Vuelta], mas se não puder estar num, porque ganhei o Tour ou a Vuelta, assino já", garantiu o colega do português Nelson Oliveira.

Enric Mas tem sido acusado de ser pouco agressivo nos momentos chave das corridas, o que tem impedido que tenha melhores classificações.

"Nos dois últimos anos, não consegui ser agressivo, mas também foi por falta de forças. Este ano posso e gostaria de ser um pouco mais agressivo do que fui nos últimos anos", referiu.

A equipa espanhola tem a 'tradição' de lideranças divididas nas grandes Voltas, o que, nos últimos anos, tem gerado várias polémicas, como aconteceu na última Vuelta, em que Miguel Ángel López, então terceiro da geral, desistiu na penúltima etapa por estar descontente com ordens dos seus diretores desportivos, que lhe disseram para não perseguir, Mas.

Fonte: Record on-line

quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

“Vacina da Covid obrigatória para todos os atletas profissionais em França”


Por: José Morais

O ciclismo terá de se adaptar às novas regras motivadas pela pandemia, depois de na Austrália haver o caso polemico como o tenista sérvio Novak Djokovic, agora vem a França impor novas regras para os atletas profissionais, onde os ciclistas para participarem, terão de estar vacinados contra a Covid-19, já que o país assim o exigi, com a nova lei aprovada, onde a Ministra dos Desportes Roxana Maracineanu, já veio esclarecer que a França vai ser rigorosa com as novas regras, e não vai haver qualquer privilégio, com o ciclismo profissional a ter se de adaptar.

Com a Vuelta a San Juan na Argentina, ou o Tour Down Under na Austrália que já foram cancelados devido ao aumento de casos positivos, muitas são as equipas que já planeiam abrir a época de 2022 em França, a qual abre o seu calendário já a 30 de janeiro com o Grande Prémio de Marselha, seguindo-se, Etoile de Bessèges de 2 a 6 de fevereiro, o Tour de la Provence de 10 a 13 de fevereiro, o Tour dos Alpes Maritimes et du Var de 18 a 20 de fevereiro, e o Paris-Nice marcado de 6 a 13 de março.

Desta forma, as equipas terão obrigatoriamente de selecionar os seus ciclistas vacinados, como todo o seu staff, e só assim poderão iniciar a época que se inicia a 30 de janeiro em França, já que para praticarem a sua profissão de ciclista, e outras atividades dentro da equipa, terão de ter uma vacina válida, seja atletas franceses ou de outros países, já que os ciclistas também de ter um papel importante a desempenhar, dando o exemplo e convencer não não vacinados, e incentivar a entrar no programa mais rápido de vacinação, disse a Ministra dos Desportes Roxana Maracineanu.

Porem, a regras vão ser ainda mais rigorosas, e a partir de 15 de fevereiro, será obrigatório para que o passe sanitário francês possa ser válido, terão de ter a terceira dose, quatro meses após ter tomado a segunda dose, será uma regra que poderá vir a afetar as equipas e os ciclistas, que esperam poderem participar tanto nas clássicas, como até no Tour de França.

E as novas regras já começaram a fazer mossas, o caso do campeão olímpico do rio 2016, Greg Van Avermaet, que estava programada a sua estreia da época de 2022 na Etoile des Bessèges, porem, o ciclista belga informou que iria adiar a dose de reforço pelo menos até às clássicas, já que culpou as vacinas de ter tido um mau desempenho no final da época de 2021, porem, Greg Van Avermaet, deverá rever a sua decisão se quiser participar nas corridas,

Porem, nesta fase, a União Ciclismo Internacional – UCI, espera-se que publique o seu protocolo médico para 2022 em relação à Covid-19, e o novo impacto da nova variante da Ómicron.

Ficha Técnica

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