terça-feira, 7 de setembro de 2021

“Diogo Sousa triunfou no Prémio de Ciclismo "Fafe - Sala de Visitas do Minho"


Diogo Sousa (Silva & Vinha / ADRAP / Sentir Penafiel) venceu a corrida de cadetes do Prémio de Ciclismo “Fafe – Sala de Visitas do Minho”, prova pontuável para o Campeonato do Minho de Ciclismo de Estrada - Arrecadações da Quintã que decorreu nas imediações do Parque da Cidade de Fafe.

Organizada pela Associação de Ciclismo do Minho, com o apoio da Câmara Municipal de Fafe, a prova realizou-se com todas as condições de segurança e no cumprimento das orientações da Direção-Geral da Saúde e das normas concertadas entre aquela entidade e a Federação Portuguesa de Ciclismo.


Numa iniciativa que contou com cerca de centena e meia de ciclistas, a emoção, a entrega e a luta foram as tónicas dominantes neste regresso às provas de ciclismo da Associação de Ciclismo do Minho depois de uma curta paragem devido às férias.

A corrida de cadetes foi a mais concorrida, com os cerca de 40 ciclistas do pelotão a terem que efetuar 30 voltas ao circuito.

Logo nas voltas iniciais Diogo Sousa (Silva & Vinha / ADRAP / Sentir Penafiel) e Leonardo Neves (CC Barcelos / A.F.F. / Flynx / H.M. Motor) destacaram-se do pelotão e rolaram na frente até bem perto do meio da corrida. Foi então que o primeiro grupo de perseguidores conseguiu alcançar o duo, mas a junção durou pouco tempo. Diogo Sousa voltou a atacar e não teve uma resposta rápida do pelotão, acabando por fazer as últimas voltas isolado na frente.


Já no pelotão a luta era intensa e todos procuravam colocar-se numa boa posição para chegar aos restantes lugares do pódio. No sprint final Ricardo Pinho (Efapel – Escola Ciclismo de Águeda) foi o mais rápido e cortou a meta na segunda posição, enquanto João Martins (CC Barcelos) foi terceiro.

Em femininos, Bruna Moreira (Penafiel Bike Clube) superiorizou-se a Lia Godinho (União Ciclista da Trofa), enquanto coletivamente triunfou a Silva & Vinha / ADRAP / Sentir Penafiel, seguida do CC Barcelos / A.F.F. / Flynx / H.M. Motor e da Tensai / Sambiental / Santa Marta.


Nos escalões de escolas, a Efapel – Escola Ciclismo Águeda ficou em primeiro na classificação coletiva, seguida da formação minhota de Roriz-Barcelos Landeiro / KTM / Matias & Araújo / Frulact e da Silva & Vinha / ADRAP / Sentir Penafiel.

Em termos individuais, Gonçalo Costa (Póvoa de Varzim / CDC Navais) e Juliana Lopes (Vilanovense / Coreva / Duorep) destacaram-se em juvenis, Vasco Silva (Silva & Vinha / ADARP / Sentir Penafiel) e Maria Maia (individual) em infantis, Martim Quitério (CCM – Clube Ciclismo de Mirandela) e Daniela Fernandes (Landeiro / KTM / Matias & Araújo / Frulact) em iniciados e Lourenço Fernandes (Penafiel Bike Clube) em pupilos/benjamins.

 

Diogo Sousa: Um resultado que perseguia

 

“Não contava ganhar, mas era uma coisa que procurava há muito tempo. Hoje proporcionou-se e dei o meu melhor para vencer a corrida”, disse o atleta da equipa Silva & Vinha / ADRAP / Sentir Penafiel.

O jovem corredor explicou que se sentiu bem desde o início da corrida e que, com o passar das voltas, percebeu que era possível ganhar.

“Nas últimas voltas, isolado, custou-me bastante, mas fui buscar forças onde não tinha para terminar em primeiro”, referiu adiantando sentir-se preparado “para continuar a trabalhar e ter uma boa estreia no escalão de juniores”.

Fernando Correia, diretor desportivo da Efapel – Escola de Ciclismo de Águeda manifestou-se bastante satisfeito com o comportamento da equipa, apesar da equipa sair de Fafe sem vitórias individuais, mas com o troféu coletivo.

“É sempre bom ganhar e ainda por cima no Minho onde corremos bastante. Gostamos de correr nesta zona e ganhar por equipas numa prova da Associação de Ciclismo do Minho é muito positivo”, afirmou Fernando Correia.

O Prémio de Ciclismo "Fafe - Sala de Visitas do Minho" foi a penúltima prova pontuável para o Campeonato do Minho de Ciclismo de Estrada - Arrecadações da Quintã de 2021, estando ainda prevista a realização, no dia 10 de outubro, do 35º Prémio Cidade de Barcelos.

Numa organização da Associação de Ciclismo do Minho, o Prémio de Ciclismo ´Fafe - Sala de Visitas do Minho´ foi patrocinado pela Câmara Municipal de Fafe, contando com a colaboração da Federação Portuguesa de Ciclismo, Arrecadações da Quintã, Cision, POPP Agency, Navega Rías Baixas, Raiz Carisma - Soluções de Publicidade, Jopedois, Auto Terror, Ciclismo a Fundo e Cuidar Mais - Clínica Médica e Fisioterapia.

 Fonte: ACM - Associação de Ciclismo do Minho

“Van Aert lidera Bélgica nos Mundiais”


Belgas correm em casa e apostam forte

 

Por: Record

Foto: epa

A Bélgica vai apresentar uma equipa de luxo com os olhos pontos nos títulos, nos Mundiais caseiros, que vão ter lugar de 19 a 26 na Flandres. Wout van Aert (Jumbo), que perdeu ontem a liderança na Volta à Grã-Bretanha para o norte-americano Robin Carpenter (Rally Cycling), vai ser a arma principal dos belgas, que contam ainda com Remco Evenepoel, Yves Lampaert e Tim Declercq (Deceuninck), Tiesj Benoot (DSM), Victor Campenaerts (Qhubeka), Jasper Stuyven (Trek) e Dylan Teuns (Bahrain) .

Fonte: Record on-line

“Rafael Reis “orgulhoso” por integrar seleção portuguesa “muito forte” nos Europeus”


Por: Por: SIF // AMG

Rafael Reis integra a seleção portuguesa que a partir de quarta-feira disputa os Europeus de ciclismo de estrada, em Trento, Itália, não escondendo o “orgulho” de fazer parte de uma equipa “muito forte”.

“Vir à seleção é sempre um orgulho, já venho há muitos anos. Desde a primeira vez que é sempre um sentimento especial. É sempre bom poder estar entre os selecionados, ainda para mais para um Europeu, e com a seleção que vamos ter. Podemos conseguir alcançar algum resultado com um dos nossos”, descreve, em entrevista à agência Lusa.

Para o corredor, “é realmente gratificante” estar entre este sexteto, uma formação “muito forte”, na qual quer “poder ajudar e ser válido para a equipa”.

O ciclista da Efapel é o único representante do pelotão nacional em prova, ao lado de cinco homens do WorldTour: João Almeida (Deceuninck-QuickStep), Rui Costa e Rui Oliveira, da UAE Emirates), Nelson Oliveira (Movistar) e Ruben Guerreiro (EF Education-Nippo).

Os seis ciclistas vão competir, no domingo, último dia dos Europeus, na prova de fundo, num percurso de 179,2 quilómetros de distância, com Almeida e Reis a disputarem o ‘crono’ individual, de 22,4 quilómetros, na quinta-feira.

Sobre o percurso do contrarrelógio, ainda falta o reconhecimento, mas, no papel, Reis diz que “é plano” e que a distância se adequa às suas características. “Vamos dar o nosso melhor. Se estiver no nível em que estive na Volta ao Algarve e na Volta, seguramente vai ser bom”, atira.

Na prova de fundo, o coletivo apresenta várias possibilidades diferentes, a começar por João Almeida, um ciclista “que está bem em qualquer corrida”, com ‘Rafa’ a destacar ainda o amigo Ruben Guerreiro e o campeão do mundo em 2013 Rui Costa.

“Acho que [também] temos uma seleção muito boa para trabalhar para eles, tanto o Nelson Oliveira como eu e o próprio Rui Oliveira, que fez uma boa Vuelta. [...] Temos algumas cartas para jogar e esperamos conseguir aqui alguma coisa”, avalia.

Garantia, de resto, é que “equipa não falta” a Portugal, que cerca de uma semana depois corre os Mundiais, sem que esteja, para já, definida a lista completa de convocados para essa prova, na Bélgica, mesmo que isso dê “uma motivação” a Rafael Reis, que nunca esteve em Mundiais de elite.

O ciclista de 29 anos assinou este ano contrato com a Efapel e tem dado nas vistas: foi segundo no contrarrelógio da Volta ao Algarve, segundo no ‘crono’ dos Nacionais, e acabou a Volta ao Alentejo em terceiro lugar.

Na Volta, teve uma corrida de sonho, tendo somado quatro vitórias em etapas, uma delas o contrarrelógio final e outra o prólogo inicial, acabado no 21.º posto final e vestido a amarela em vários dias.

Para o corredor de Palmela, este é um regresso aos Europeus, nos quais tem melhores resultados a correr contra o relógio: em 2020, foi 20.º e em 2017 tinha sido 24.º, na especialidade. Abandonou a prova de fundo há quatro anos, e no ano passado foi 87.º.

Reis apresenta um currículo vasto pelas seleções jovens, com o bronze na corrida de fundo dos Europeus de juniores de 2010, entre outros resultados honrosos.

No global, o Campeonato da Europa é “um ponto alto” num ano “muito positivo”, depois da “oportunidade e confiança da Efapel” e de ter dado “o máximo” a preparar-se o ano todo. “É uma chave de ouro [para a temporada]”, admite.

O Europeu arranca, em Trento, com dois dias de contrarrelógios, na quarta e quinta-feira, seguindo-se as provas de fundo dos escalões jovens, nos dias 10 e 11, encerrando com a corrida masculina de fundo elite, no dia 12.

Fonte: Lusa

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