segunda-feira, 16 de agosto de 2021

“Equipa Ciclismo Grupo Parapedra/Dinazoo/Riomagic vence em Manique do Intendente”


A formação de ciclismo Grupo Parapedra / Dinazoo / Riomagic, deslocou-se no dia, 15 de Agosto, á localidade de Manique do Intendente, concelho de Azambuja, para participar no circuito de ciclismo daquela localidade.

A equipa apresentou-se neste circuito com 10 elementos da sua formação, Rui Rodrigues, Jorge Letras, João Letras, Edgar Oliveira, Daniel Ferreira, Aníbal Santo, Hélder Pereira, David Garrido, Gonçalo Filipe e Ricardo Gonçalves.

O percurso, no interior da localidade de Manique do Intendente, tinha 1,7 km de distância, sendo percorrido por 30 vezes, o que deu um total percorrido de 51 quilómetros.

Debaixo de uma temperatura a rondar os 33 graus, os atletas partiram cerca das 17 horas.


A corrida rodou sempre a grande velocidade, sempre com vários ataques e tentativas de fuga. Na 15 volta, o Hélder Pereira quando rodava na frente do pelotão, numa curva, foi vítima de uma queda violenta, e devido a gravidade e seu estado de saúde, teve de ser transportado ao hospital distrital de Vila Franca de Xira, onde foi saturado na face e queixo e submetido a um RX, que felizmente veio a revelar não ter sofrido qualquer traumatismo.

Todos os ataques e contra-ataques foram sempre anulados, vindo a corrida a terminar ao sprint por um grupo reduzido composto por cerca de 9 elementos, com o atleta João Letras do Grupo Parapedra / Dinazoo / Riomagic a ser o mais forte e a cortar a meta em 1º lugar.


A Corrida terminou com a media de velocidade acima do 40 km/ h, tendo João Letras vencido também o prémio da volta mais rápida.

A Asfic-Grupo Parapedra/Dinazoo/Riomagic, esteve mais uma vez em evidência, demostrando os atletas da equipa, uma enorme atitude e determinação na conquista de mais uma vitória.

Com mais este resultado alcançado, os atletas da nossa equipa apenas mostram a união, o espírito de equipa e grupo que se vive dentro da equipa, onde a harmonia entre atletas e direção da equipa, se tem traduzido em vitórias, fruto da entrega de todos pelo objetivo da equipa, esquecendo os seus objetivos individuais

Por último queremos agradecer a todos os patrocinadores, que sem eles não era possível ter esta grande equipa, formada destes briosos atletas, que honram sempre a camisola até a última gota do seu suor.

Fonte: Grupo Parapedra/Dinazoo/Riomagic



“Tavfer-Measindot-Mortágua termina Volta a Portugal de grande destaque”


A Equipa Continental UCI Tavfer-Measindot-Mortágua concluiu a sua participação nesta Volta a Portugal, com um contrarrelógio individual de 20,3 quilómetros com partida e chegada a Viseu, a nossa capital de distrito.

Esta era sem dúvida uma Volta a Portugal onde a equipa tinha responsabilidades acrescidas, de em todos os momentos honrar a memória do nosso mentor Pedro Silva, ele que dedicou muitos anos ao ciclismo e em particular a este clube que atingiu este ano 22 anos de idade. Por obra do destino, vimo-lo partir 2 dias antes desta Volta a Portugal se iniciar e foi com enorme dor que iniciamos esta prestação na Volta, mas ao mesmo tempo com a ambição redobrada de querer fazer mais e melhor.


Ao longo desta Volta, o destaque foi uma constante, quer com a presença em fugas com Joaquim Silva, Gaspar Gonçalves, Pedro Pinto, Pedro Paulinho, Tiago Antunes, quer nas etapas mais fáceis com Iúri Leitão e restante equipa a comandar o pelotão, quer também nos lugares cimeiros da Classificação Geral com Joaquim Silva e Tiago Antunes, este que viria no final a ser o 12º classificado, muito perto do Top-10.

Relembrando que apresentávamos uma equipa muito jovem para esta Volta com apenas 25 anos de média de idades, tínhamos os estreantes Iúri leitão e Tiago Antunes, que desde o primeiro dia se mostraram em muito bom nível e sempre prontos quer para assumir responsabilidades, quer para ajudar a equipa em tudo o que fosse necessário.


No final uma família que deu tudo de si ao longo destes quase 15 dias e vê assim culminar a 4ª Volta a Portugal para a equipa. É notório o crescimento ao longo dos anos nesta que é a prova rainha do ciclismo em Portugal. A todos que tornaram possível o nosso muito obrigado.

 

Classificação Etapa

Viseu – Viseu (CRI): 20,3 Kms

 

1.º Rafael Reis (Efapel), 25m24s


27.º Gaspar Gonçalves (Tavfer-Measindot-Mortágua), a 1m43s 34.º Ángel Sanchez (Tavfer-Measindot-Mortágua), a 2m20s 36.º Tiago Antunes (Tavfer-Measindot-Mortágua), a 2m32s 38.º Joaquim Silva (Tavfer-Measindot-Mortágua), a 2m46s 64.º Pedro Paulinho (Tavfer-Measindot-Mortágua, a 3m49s 76.º Pedro Pinto (Tavfer-Measindot-Mortágua), a 4m14s

 

 

Classificação Geral


 

1.º Amaro Antunes (W52/FC Porto), 39h39m33s

12.º Tiago Antunes (Tavfer-Measindot-Mortágua), a 12m16s 18.º Gaspar Gonçalves (Tavfer-Measindot-Mortágua), a 22m20s 19.º Joaquim Silva (Tavfer-Measindot-Mortágua), a 23m24s 62.º Ángel Sanchez (Tavfer-Measindot-Mortágua), a 2h12m48s 66.º Pedro Pinto (Tavfer-Measindot-Mortágua), a 2h14m34s 88.º Pedro Paulinho (Tavfer-Measindot-Mortágua), 3h23m25s


 

Classificação Geral por Equipas

 

1.º Efapel, 118h45m58s

5.º Tavfer-Measindot-Mortágua, a 1h03m15s

Fonte: Tavfer-Measindot-Mortágua







“Mauricio Moreira destroçado: «Gostava muito de ter dado esta vitória à equipa»”


Ciclista da Efapel caiu no contrarrelógio em Viseu e perdeu a Volta... por 10 segundos

 

Por: Record

Foto: João Fonseca

Bem fisicamente, dentro do possível "tenho alguns golpes e o corpo dorido, mas felizmente nada partido", explicou-nos, Mauricio Moreira era, no entanto, um homem destroçado psicologicamente. "É muito duro. Queria muito vencer, não por mim, mas pela equipa, pelos colegas, que mereciam a vitória", confessou ao nosso jornal. "Gostava muito de ter dado esta vitória".

O ciclista da Efapel, que nasceu há 26 anos em Salto, no Uruguai, nega que tenha arriscado demasiado quando se deu a queda. "Acho que entrei bem na curva, com a velocidade certa, mas ‘bateu’ um pouco de vento e aí não consegui controlar a bicicleta", explicou-nos.


Se não fosse este incidente, Moreira refere que venceria a Volta a Portugal de 2021. "Estava a ‘tirar’ já bastante tempo ao Amaro, estávamos a controlar quilómetro a quilómetro. E sabia que ainda tinha margem para progredir".

Refira-se que Mauricio Moreira até podia vencer esta edição da Volta mesmo com a queda de ontem, se não fossem os 40 segundos de penalização que sofreu na etapa da Torre por abastecimento irregular.


Triste estava também Rafael Reis, apesar de ontem em Viseu ter conquistado a sua quarta (!) vitória nesta Volta a Portugal, duas delas os contrarrelógios individuais. "O nosso principal objetivo era eu dar o meu máximo, marcar os quilómetros do percurso, para depois o Mauricio Moreira seguir e claro, estamos tristes porque não fosse este azar da queda acreditamos que era ele quem ganhava esta Volta a Portugal", frisou o ciclista de Palmela.

Fonte: Record on-line

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