A Volta a Portugal 2026 começou esta quarta-feira com a realização do prólogo, numa abertura que marcou o primeiro contacto competitivo dos corredores com a 87.ª edição da prova. Foi um dia dedicado à aferição de sensações e ao primeiro teste individual contra o cronómetro, no qual César Martingil foi o primeiro atleta da equipa a entrar em ação.
O corredor chegou mesmo a sentar-se brevemente no hot seat com o melhor registo provisório, tendo acabado por concluir o exercício como o elemento mais bem classificado da formação. César Martingil percorreu os 6,5 quilómetros em 7m45s, resultado que lhe valeu o 27.º lugar na classificação do prólogo.
No final, César Martingil
destacou as boas sensações deixadas pelo primeiro dia de competição, ainda que
admitindo que gostaria de ter estado mais perto dos lugares cimeiros da
tabela: “Tive boas sensações, não foi o
melhor prólogo em termos de watts. Gostava de ter ficado mais perto do topo da
tabela e tinha a consciência que poderia. Foi o primeiro dia! Amanhã estou
pronto para a luta”, referiu o corredor.
Prólogo -
5 de Agosto
Lisboa –
Lisboa (6 km, contrarrelógio individual)
1º. Julius Johansen (UAE Team
Emirates XRG), a 0s
27º. César Martingil
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 33s
32º. João Matias (Tavfer-Ovos
Matinados-Mortágua), a 36s
58º. Leangel Linarez
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 45s
62º. Rafael Barbas
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 47s
68º. Francisco Morais
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 49
89º. Ángel Sánchez
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 57s
92º. Gonçalo Carvalho
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 59s
Classificação
Geral
1º. Julius Johansen (UAE Team
Emirates XRG), a 0s
27º. César Martingil
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 33s
32º. João Matias (Tavfer-Ovos
Matinados-Mortágua), a 36s
58º. Leangel Meneses
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 45s
62º. Rafael Barbas
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 47s
68º. Francisco Morais
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 49s
89º. Ángel Sánchez
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 57s
92º. Gonçalo Carvalho
(Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), a 59s
Galeria
O 2.º episódio do Alta
Voltagem já está disponível
Descubram a que horas
acordaram o nosso staff e os nossos atletas no dia do prólogo
Seguimos o Martingil no prólogo, passamos pelo
hot seat durante breves momentos e fechamos este episódio com a apresentação
completa do staff.
Não percam o episódio e
subscrevam o canal para acompanhar toda a série
De 2026
para a eternidade. O bidon que guarda a nossa volta
O bidon é um dos símbolos mais fortes da cultura do ciclismo: passa de mão em mão, viaja milhares de quilómetros e guarda as histórias de quem o segura.
Na berma da estrada, é a
criança que estende a mão e recebe o bidon como se fosse um tesouro. No final
das etapas, são as pessoas que correm até aos atletas, coração acelerado, a
tentar agarrar aquele momento que só existe no ciclismo.
Em 2026, a Tavfer-Ovos
Matinados-Mortágua pega nesse ícone e leva-o a outro nível, transformando-o num
verdadeiro item de coleção: o bidon especial da temporada, pensado para ser um
marco na memória dos adeptos.
Neste bidon, que será
oferecido aos fãs durante a Volta a Portugal, cada fã pode recolher as
assinaturas da equipa de 2026, gravando para sempre os nomes que fizeram parte
desta temporada e desta Volta a Portugal.
Este bidon não é apenas
merchandising: é um símbolo da proximidade entre a Tavfer-Ovos
Matinados-Mortágua e os fãs, uma forma de eternizar este ano e de celebrar a
paixão pelo ciclismo.
Um dia, quem o guardar vai
olhar para ele e recordar esta Volta: o calor da estrada, o barulho da
caravana, o sprint na meta, o momento em que um atleta parou para assinar. Uma
memória física da paixão pelo ciclismo e de cada pessoa que pedala, apoia e vive
a nossa equipa.
No fim, fica um objeto
simples, mas com um peso gigante: um bidon que conta uma história de 2026, da
Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua e de todos aqueles que escolheram estar connosco
ao longo da Volta a Portugal.
Fonte: Tavfer-Ovos
Matinados-Mortágua



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