terça-feira, 7 de maio de 2019

“Grande Final Volta a Portugal regressa aos Aliados Contrarrelógio final discutido entre Gaia e Porto”

Foi preciso esperar 30 anos para a cidade do Porto voltar a receber um final de Volta a Portugal em Bicicleta. Finalmente as vontades conjugaram-se e, no próximo 11 de agosto, a Avenida dos Aliados vai, à imagem do que aconteceu no passado, festejar novamente de forma apoteótica o final da competição.

“É uma honra para o Porto voltar a acolher este apaixonante evento, que é justamente considerado uma das grandes festas populares do desporto em Portugal”. As palavras de Rui Moreira, presidente da Câmara Municipal do Porto, revelam o entusiasmo que envolve o final da 81ª Volta a Portugal Santander.

Será a nona vez que o Porto vai ser palco de um fim de Volta. “Era fundamental e imperioso reatarmos esta ligação, recuperando este espetáculo único para a nossa cidade e região. Unindo esforços e sinergias com o Município de Vila Nova de Gaia, nosso parceiro em tantas outras organizações desportivas, preparámos um percurso tão belo quanto exigente e que terá, certamente, o seu momento alto com a chegada e a celebração do vencedor em plena Avenida dos Aliados. Tenho a certeza que vamos proporcionar a todos, participantes, público e organização, um memorável fim de festa”.

Joaquim Gomes, diretor da Volta, acredita que o nome do vencedor da Volta de 2019 será conhecido apenas nos últimos quilómetros do contrarrelógio que vai terminar na Avenida dos Aliados, o que faz aumentar ainda mais as expetativas para o Grande Final da Volta. “Nessa altura ficaram para trás nove etapas que terão selecionado um grupo restrito de possíveis vencedores, mas acredito que vamos ter competição até ao fim e seja preciso esperar por este último dia”.

O percurso do contrarrelógio individual que vai encerrar a Volta tem a extensão de 19,5 quilómetros e vai começar na freguesia de Canidelo, em Gaia. Depois de atravessar a Ponte do Infante, sensivelmente a meio do crono, os ciclistas vão percorrer algumas artérias do centro histórico do Porto até à Avenida dos Aliados. Satisfação é o adjetivo utilizado por Eduardo Rodrigues, presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia, por ver a autarquia envolvida neste final.

“Ano após ano, o evento surge com a mesma força que tem feito com que esta seja considerada a prova rainha do ciclismo nacional. Vila Nova de Gaia e o Porto voltam a provar que juntas são mais fortes, apoiando uma iniciativa que não só apela à prática desportiva, mas também dá a conhecer, de uma forma única, as duas cidades.

Delmino Pereira, Presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo e antigo corredor, também se mostra entusiasmado com o Final da Volta a Norte. “Porto e Gaia são hoje um dos principais polos de atração turística em Portugal. Com a Volta, esses territórios que já gostam muito de desporto, ganham ainda mais expressão.”

Da última chegada aos Aliados, em 1989, o responsável federativo guarda célebres memórias. “Tive o privilégio de, enquanto profissional da bicicleta, participar e testemunhar esse momento que jamais esquecerei. A baixa portuense estava repleta de adeptos da Volta, era uma multidão vibrante e muito entusiasmada que ladeava as ruas do contrarrelógio incentivando todos os atletas. Estou convencido que voltaremos a ter o mesmo entusiamo tantos anos depois.” A 81ª Volta a Portugal Santander corre-se entre 31 de julho e 11 de agosto sendo o percurso total da prova apresentado em Lisboa a 6 de junho.

Fonte: Podium

 

“Edgar Pinto vence última etapa da Volta às Astúrias e termina em quarto”

Competição foi ganha pelo equatoriano Richard Carapaz (Movistar)

Por: Lusa

Foto: DR Record

O ciclista Edgar Pinto (W52-FC Porto) venceu este domingo isolado a terceira e última etapa da Volta às Astúrias, em Espanha, e terminou em quarto a competição ganha pelo equatoriano Richard Carapaz (Movistar).

Os 119 quilómetros entre Cangas del Narcea e Oviedo foram completados pelo português, que se destacou a cinco quilómetros da meta, em 2:50.51 horas, deixando a quatro segundos o pelotão liderado pelo colombiano Carlos Quintero (Manzana Postobon) e no qual David Rodrigues (Rádio Popular-Boavista) foi sétimo.

Richard Caparaz repetiu assim o triunfo de 2018, desta vez com dois minutos de vantagem para o letão Krists Neilands (Israel Cycling Academy) e 2.04 para o russo Aleksandr Vlasov (Gazprom).

Edgar Pinto, o segundo melhor jovem, a seguir ao russo, concluiu a prova espanhola no quarto lugar, a 2.43, enquanto o espanhol Vicente Garcia de Mateos (Aviludo-Louletano) foi quinto, a 2:48, e David Rodrigues foi sexto, a 2.49.

Ainda no 'top-15', destaque para Joaquim Silva (W52-FC Porto), em 12.º, a 4.29, e Luís Fernandes (Aviludo-Louletano), 14.º, a 4.46.

Edgar Pinto foi recentemente quinto classificado na Volta à Turquia.

Fonte: Record on-line

“Rui Costa termina Volta à Romandia em segundo e Roglic repete triunfo”

Ciclista esloveno somou o terceiro triunfo no WorldTour este ano

Por: Lusa

Foto: Reuters 1/5

O ciclista português Rui Costa (UAE Emirates) terminou este domingo a Volta à Romandia em segundo lugar, atrás do esloveno Primoz Roglic (Jumbo-Visma), que repetiu o triunfo de 2018 na prova suíça.

Depois de ganhar a Volta aos Emirados Árabes Unidos e a Tirreno-Adriático, Roglic somou o terceiro triunfo no WorldTour este ano, vencendo duas das quatro etapas em linha e dominando o contrarrelógio de hoje, em Genebra, antes de se apresentar na Volta a Itália com o estatuto de favorito.

Roglic, de 29 anos, terminou a prova com 49 sgeundos de avanço sobre Rui Costa, enquanto o britânico Geraint Thomas (Ineos), vencedor da Volta a França do ano passado, ficou no terceiro lugar, a 1.12 minutos.

O esloveno completou os 16,8 quilómetros do 'crono' em 19.58 minutos, a uma média de 50,6 km/hora e com menos 13 segundos do que o detentor do recorde da hora, o belga Victor Campenaerts (Lotto-Saudal), que foi segundo classificado. Rui Costa foi o sétimo, a 37 segundos.

"A última parte era muito rápida, foi fundamental gerir energias de modo a manter força necessárias para os últimos seis quilómetros em ligeira descida. Ficar em sétimo no contrarrelógio e em segundo na geral é bom para o moral. Bater Roglic era praticamente impossível, por isso o segundo lugar tem mais valor. Agora vou continuar a trabalhar e tentar fazer o melhor na Volta à Suíça", afirmou Rui Costa.

Fonte: Record on-line

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