domingo, 18 de janeiro de 2026

"João Almeida será o principal rival, já mostrou que o consegue bater" - Bruyneel não dá por adquirida a vitória de Jonas Vingegaard na Volta a Itália”


Por: Miguel Marques

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O plano de Jonas Vingegaard para disputar a Volta a Itália e a Volta a França há muito estava no horizonte, mas foi agora confirmado pela Team Visma | Lease a Bike, enquanto o esboço da época ficou definido. O dinamarquês vai tentar completar a coleção das Grandes Voltas já em maio no Giro, e Johan Bruyneel defende que isso também o pode ajudar na perseguição à Volta a França frente a Tadej Pogacar.

“Se tens a oportunidade de vencer as três grandes voltas e, no fim da carreira, podes dizer ‘sou um dos poucos que venceu as três grandes voltas’, tens de agarrá-la”, argumentou Bruyneel no podcast The Move. “Há Merckx, há Froome e Hinault (para citar alguns, outros também o fizeram), mas Indurain nunca venceu as três”.

É, de facto, um feito histórico ao alcance de muito poucos na história do ciclismo, e essa lista não inclui Tadej Pogacar, que venceu o Giro e o Tour, mas nunca a Vuelta. No último outono, Vingegaard triunfou na classificação geral da última Grande Volta da temporada, batendo João Almeida apesar de não estar no melhor nível na segunda metade da corrida, fruto de doença, e o desgaste do Tour também pode ter pesado. Depois de vencer a Vuelta, tornou-se óbvio que o Giro seria o passo seguinte.

Vingegaard inicia a época no UAE Tour, corre a Volta à Catalunha e segue para um estágio em altitude antes da Corsa Rosa, onde o analista belga sustenta que ele é o homem a bater. “Provavelmente vai ganhar o Giro, se a preparação correr bem. É provável que não corra entre o Giro e o Tour. Acho exequível, mas estará a abdicar um pouco, mentalmente, da dominância de Pogacar?”

É possível, mas no ciclismo moderno muita coisa mudou, e os calendários são desenhados para que atingir o pico em duas Grandes Voltas consecutivas já não seja invulgar. Mesmo a dupla Giro–Tour, antes vista como quase impossível ao mais alto nível de forma consecutiva, tem sido tentada com mais frequência e, no caso de Tadej Pogacar em 2024, foi um sucesso absoluto.

E quanto às hipóteses de Vingegaard vencer o Tour, a presença no Giro pode não fazer grande diferença. Nas duas últimas épocas Pogacar esteve um patamar acima de todos, e ficou claro que ganhar o Tour depende da sua consistência e saúde, mais do que da capacidade de escalada de Vingegaard.

“Dizer ‘é altamente improvável que eu possa ganhar o Tour, a menos que hajam circunstâncias. Por isso vou apostar no Giro. Depois logo vejo o que o Tour traz’. Essa seria a minha leitura da sua decisão”, acrescenta Bruyneel.

“Não creio que Pogacar estivesse no mesmo estado de espírito. Porque ele domina. O Tour, a temporada, o mundo do ciclismo inteiro. Vais enfrentar um canibal”.

No Tour, nomes como Remco Evenepoel e Florian Lipowitz podem revelar-se candidatos muito credíveis ao segundo lugar, ou até mais alto se o domínio do esloveno abrandar; mas a presença de Vingegaard no Tour é sempre obrigatória porque um Pogacar saudável nunca é garantia absoluta.

“Tens de estar lá e tentar. Há sempre circunstâncias: não há garantia de que Pogacar vá fazer uma corrida limpa, sem problemas, todos os anos. Ele caiu no ano passado, e podia ter sido muito pior. Tens de estar em posição de pole para vencer”.

E, para Bruyneel, a presença no Giro pode fazer com que Vingegaard entre no Tour com muito menos pressão do que nos últimos anos, caso consiga vencer. Isso pode ser francamente benéfico. “Se ele vai ao Giro e o ganha, começa o Tour quase sem pressão. Tudo o que acontecer está bem. Não é como se tivesse de salvar a época”.

 

Duelo com Almeida em Itália

 

Contudo, não se pode dar por adquirido que Vingegaard triunfe na Corsa Rosa, tendo em conta os rivais à partida, à cabeça João Almeida, a meteorologia instável e as quedas que, nos últimos anos, alteraram significativamente o panorama das lutas pela geral.

“Ele tem de a ganhar, claro. Mas é o segundo melhor corredor de grandes voltas do mundo, não há dúvidas. Tadej Pogacar vai a fundo para o Tour e, para o Jonas, o João Almeida será o principal rival. Já mostrou que o consegue bater”. Em Itália, será provavelmente a UAE a colocar a maior oposição à Visma, mas deverá ser um duelo equilibrado, já que nenhuma das equipas estará com o seu bloco de apoio mais forte.

No entanto, Vingegaard é o homem a bater, no entender de Bruyneel, tendo em conta o que aconteceu em agosto e setembro. “Esse foi um Jonas que, na minha opinião, não estava no seu melhor. Ainda assim, conseguiu vencer, e com bastante autoridade, diria. Foi renhido e não foi ao mesmo tempo. Na última etapa, simplesmente foi-se embora de todos. Alguma vez Almeida o colocou verdadeiramente em apuros? O único que o fez na Vuelta foi Tom Pidcock. Almeida não conseguiu mesmo distanciar Vingegaard”.

“Resultados da Taça do Mundo de Benidorm: Mathieu van der Poel voa em solitário para mais uma vitória dominante”


Por: Miguel Marques

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A Taça do Mundo em Benidorm masculina decorreu num circuito marcado pela longa reta final em ascensão e por uma ampla secção central de areia que premiava a velocidade mais do que a técnica pura.

No arranque, Tibor del Grosso liderou brevemente na primeira subida após Mathieu van der Poel falhar o encaixe do pedal, mas o campeão do mundo recompôs-se de imediato. Del Grosso e Van der Poel impuseram o ritmo inicial, com Toon Aerts, Thibau Nys, Jente Michels Vandeputte e Felipe Orts logo atrás.

A corrida mudou cedo quando Aerts errou no segundo conjunto de tábuas e caiu. Nys evitou-o por pouco, mas o incidente partiu o pelotão. Enquanto os corredores se reorganizavam, Van der Poel escolheu o momento. Na reta final em subida, levantou-se nos pedais e acelerou forte. Del Grosso não conseguiu responder e, após apenas uma volta, Van der Poel já seguia isolado na frente.

Atrás, a queda e a aceleração fraturaram a perseguição. Nys aproximou-se de Del Grosso, enquanto Joris Nieuwenhuis e Mees Hendrikx também entravam na discussão. Van der Poel transformou rapidamente a corrida num exercício a solo, voltas metronómicas e vantagem superior a 30 segundos ao fim de três voltas.

 

Nys afirma-se como o melhor dos restantes

 

A meio, Del Grosso começou a ceder na luta pelo segundo lugar. Nys, Nieuwenhuis e Hendrikx mantinham-se mais perto, mas a dinâmica mudou quando Orts atacou. O espanhol isolou-se, embalado pelo forte apoio em casa, abrindo um pequeno fosso. Nys respondeu, elevou o ritmo para fechar a diferença a Orts e assumiu ele próprio o comando da perseguição.

A duas voltas do fim, Nys abrandou ligeiramente para permitir o regresso de Orts, com a dupla a gerir cerca de 13 segundos sobre o grupo perseguidor, agora puxado por Aerts, com Nieuwenhuis, Hendrikx e Del Grosso a tentarem agarrar a roda. Hendrikx continuava a impressionar em quarto, enquanto Del Grosso continuava em quebra.

Na frente, Van der Poel não vacilou. Os seus tempos por volta quase não caíram face à inicial e a vantagem continuou a crescer, convertendo a corrida numa exibição controlada a solo.

Na volta final, Van der Poel manteve a cadência sozinho, com quase 50 segundos de margem. Atrás, Nys e Orts discutiam o segundo lugar. Nys acabou por fazer a diferença, distanciou-se de Orts e garantiu o segundo posto, confirmando-se como o melhor dos restantes.

Van der Poel cortou a meta com estilo, levantando a roda da frente para celebrar mais uma demonstração dominante em Benidorm. Nys chegou em segundo, enquanto Orts fez a festa do público da casa ao completar o pódio em terceiro.

“Troféu Internacional Artur Lopes 2º dia”


Campeões olímpicos dominam Troféu Internacional Artur Lopes

 

Iúri Leitão e Rui Oliveira voltaram a pedalar lado a lado, 524 dias depois de atingirem o topo do ciclismo mundial, protagonizando um regresso marcante ao Troféu Internacional Artur Lopes, disputado no Velódromo Nacional de Sangalhos, em Anadia.

Este reencontro assumiu um significado especial por ter acontecido na prova que homenageia Artur Lopes, presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo entre 1992 e 2012 e figura determinante na construção do Velódromo Nacional de Sangalhos uma verdadeira incubadora de campeões, cujo legado maior se traduziu na medalha de ouro conquistada pela dupla portuguesa nos Jogos Olímpicos de Paris 2024.

O ponto alto da competição aconteceu este sábado, com a realização da prova de madison, disciplina em que Iúri Leitão e Rui Oliveira se sagraram campeões olímpicos. Foi a primeira vez que competiram juntos desde Paris, já na condição de campeões olímpicos, num momento assinalado com um equipamento de cor especial. A resposta em pista não deixou margem para dúvidas: a dupla “Leitão/Oliveira” controlou a corrida do início ao fim, impondo-se com autoridade.

Na segunda posição ficou a dupla Diogo Narciso e Carlos Salgueiro (Equipa Portugal), com João Matias e Matias Malmberg a fechar o pódio no madison.

Antes do madison, Iúri Leitão ganhou também na Eliminação, com Rui Oliveira a suceder-lhe, ao ser o segundo classificado. Ainda na Eliminação, foi o esloveno Bor Ebner que fechou o pódio deste sábado.


Já esta sexta-feira, no primeiro dia da competição, os dois campeões olímpicos tinham brilhado. Iúri Leitão foi o primeiro a destacar-se, vencendo a prova de scratch, precisamente à frente de Rui Oliveira. A ordem inverteu-se na corrida por pontos, que Rui Oliveira liderou seguido de Iúri Leitão.

Iúri Leitão destacou que foi uma sensação “muito bom poder voltar a correr um ano e meio depois do ouro olímpico em Paris”. “Já andávamos a adiar este momento há muito tempo, mas hoje conseguimos finalmente voltar a correr, com um fato especial, o que tornou o dia ainda mais especial para os dois. É sempre um orgulho correr com o Rui, mas como campeões olímpicos tem um significado ainda mais especial, sobretudo por estarmos em Portugal, a correr onde nos preparamos para todas as provas, inclusivamente para os próprios Jogos Olímpicos”, continuou.

Por seu turno, Rui Oliveira revelou que o facto de já estarem habituados um ao outro e terem “as técnicas bem apuradas”, terá sido o segredo do dia. “Foi nesta casa que crescemos e onde demos os nossos primeiros passos na pista, há mais de 12 anos e é sempre especial correr aqui e com estas cores, como campeões olímpicos e com este público, com a família e os amigos presentes e as bancadas cheias. O nosso objetivo hoje foi dar o espetáculo às pessoas e dar o nosso máximo em pista”, acrescentou.

“É para mim uma grande honra e um grande prazer ter o meu nome associado a uma prova de ciclismo de pista, que eu sempre defendi e sempre encorajei para Portugal, e que tem dado tantos e tão brilhantes campeões ao nosso país. Por isso estou extremamente feliz e de facto para mim será sempre um orgulho que exista o ciclismo de pista e um orgulho que estes campeões continuem a representar Portugal ao mais alto nível”, referiu Artur Lopes.

 

O segundo dia do Troféu Artur Lopes

 

No segundo e último dia do Troféu Internacional de Pista Artur Lopes, além da dupla campeã olímpica, também uma dupla polaca e uma estadunidense estiveram em evidência. Na prova de eliminação, Lily Williams (Human Powered Health) venceu, seguida de Olga Wankiewicz (Mat Atom Deweloper) e Patrycja Lorkowska (Polish National Team).

A prova de madison da elite feminina foi dominada pela dupla Wiktoria Pikulik e Daria Pikulik (Polónia). Lilly Williams e Nienke Veenhoven terminaram na segunda posição e Olga Wankiewicz e Maja Tracka (Polónia) completaram o pódio.

Entre os sub-23, Ramazan Yilmaz (Turkish National Team) venceu a prova de eliminação, seguido de Emre Kaplan (Turkish National Team) e Nejc Peterlin (Eslovénia). Na prova feminina,

sobressaiu Aoife Obrien (Irlanda), com Martyna Szczesna (Mat Atom Deweloper) e Esther Wong (Irlanda) a completarem o pódio por esta ordem.

Nota de destaque ainda para os juniores, cujas provas pontuaram para a Taça de Portugal de Pista. Nos masculinos, João Silva (Paredes / Reconco) venceu o quilómetro contrarrelógio, Nolan Babayou (URT Velo 64) a eliminação e Ege Erulku (Bisvo SK) a perseguição individual. Entre as femininas, Eva Emídio (Atum General/Tavira/Madre Fruta) dominou, tendo vencido as provas das três disciplinas.

Chegou assim ao fim mais uma edição do Troféu Internacional de Pista Artur Lopes, que contou com um total de 94 participantes, oriundos de 17 países diferentes. Ao longo dos dois dias de competição, juniores, sub-23 e elites masculinos e femininas disputaram um total de 34 provas, sendo que, na categoria júnior, disputaram-se as primeiras provas a contar para a Taça de Portugal de 2026.

Recorde-se que no próximo fim-de-semana decorrem os Campeonatos Nacionais de Pista, entre 23 e 25 de janeiro, para as categorias sub-15, sub-17, sub-19, elites e paraciclismo.

 

Pódios completos

 

Elite masculina

Eliminação

 

1.º - Iúri Leitão (Equipa Portugal)

2.º - Rui Oliveira (Equipa Portugal)

3.º - Bor Ebner (Eslovénia)

 

Madison

 

1.º - Iúri Leitão e Rui Oliveira (Equipa Portugal)

2.º - Diogo Narciso e Carlos Salgueiro (Equipa Portugal)

3.       º - João Matias e Matias Malmberg

 

Scratch

 

1.º - Iúri Leitão (Equipa Portugal)

2.º - Rui Oliveira (Equipa Portugal)

3.º - Charlie Tanfield (Great Britain)

 

Corrida por Pontos

 

1.º - Rui Oliveira (Equipa Portugal)

2.º - Iúri Leitão (Equipa Portugal)

3.º - Diogo Narciso (Credibom-LA Alumínios-Marcos Car)

 

Elite feminina

 

Eliminação

 

1.ª - Lily Williams (Human Powered Health)

2.ª - Olga Wankiewicz (Mat Atom Deweloper)

3.ª - Patrycja Lorkowska (Polish National Team)

 

Madison

 

1.ª - Wiktoria Pikulik e Daria Pikulik (Polónia)

2.ª - Lilly Williams e Nienke Veenhoven

3.ª - Olga Wankiewicz e Maja Tracka (Polónia)

 

Scratch

 

1.ª - Lily Williams (Human Powered Health)

2.ª - Wiktoria Pikulik (Poland National Team)

3.ª - Daria Pikulik (Poland National Team)

 

Corrida por Pontos

 

1.ª - Wiktoria Pikulik (Poland National Team)

2.ª - Daria Pikulik (Poland National Team)

3.ª - Lily Williams (Human Powered Health)

 

Sub-23 masculinos

 

Eliminação

 

1.º - Ramazan Yilmaz (Turkish National Team)

2.º - Emre Kaplan (Turkish National Team)

3.º - Nejc Peterlin (Eslovénia)

 

Scratch

 

1.º - Nejc Peterlin (Slovenia)

2.º - Maj Flajs (Slovenia)

3.       º - Mateo Duque (Atom 6-Cycleur D)

 

Sub-23 femininas

 

Eliminação

 

1.ª - Aoife Obrien (Irlanda)

2.ª - Martyna Szczesna (Mat Atom Deweloper)

3.ª - Esther Wong (Irlanda)

 

Scratch

 

1.ª - Maja Tracka (Mat Atom Deweloper)

2.ª - Martyna Szczesna (Mat Atom Deweloper)

3.ª - Eliza Rabazynska (Polish Cycling Team)

 

Juniores masculinos

 

Contrarrelógio

 

1.º - João Silva (Paredes/Reconco)

2.º - Ege Erulku (Bisvo SK)

3.º - Clement Zaia (URT Velo 64)

 

Eliminação

 

1.º - Nolan Babayou (URT Velo 64)

2.º - Rodrigo Abreu (Landeiro | Matina)

3.º - Clement Zaia (URT Velo 64)

 

Perseguição Individual

 

1.º - Ege Erulku (Bisvo SK)

2.º - Louca Maisonneuve (URT Velo 64)

3.º - Nolan Babayou (URT Velo 64)

 

Scratch

 

1.º - Nolan Babayou (Urt Velo 64)

2.º - Ege Erulku (Türkiye)

3.º - João Silva (Paredes/Reconco)

 

Corrida por Pontos

 

1.º - Nolan Babayou (Urt Velo 64)

2.º - Clement Zaia (Urt Velo 64)

3.º - Louca Maisonneuve (Urt Velo 64)

1.ª - Eva Emídio (Atum General/Tavira/Madre Fruta)

2.ª - Juliana Teixeira (Atum General/Tavira/Madre Fruta)

3.ª - Bruna Carmo (Atum General/Tavira/Madre Fruta)

 

Eliminação

 

1.ª - Eva Emídio (Atum General/Tavira/Madre Fruta)

2.ª - Bruna Carmo (Atum General/Tavira/Madre Fruta)

3.ª - Laura Simões (Korpo Ativo/Penacova)

 

Perseguição Individual

 

1.ª - Eva Emídio (Atum General/Tavira/Madre Fruta)

2.ª - Bruna Carmo (Atum General/Tavira/Madre Fruta)

3.ª - Laura Simões (Korpo Ativo / Penacova)

 

Scratch

 

1.ª - Bruna Carmo (Atum General/Tavira/Maria Nova Hotel)

2.ª - Laura Simões (Korpo Activo/Penacova)

3.ª - Eva Emídio (Atum General/Tavira/Maria Nova Hotel)

 

Corrida por Pontos

 

1.ª - Eva Emídio (Atum General/Tavira/Maria Nova Hotel)

2.ª - Juliana Teixeira (Atum General/Tavira/Maria Nova Hotel)

3.ª - Bruna Carmo (Atum General/Tavira/Maria Nova Hotel

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

Ficha Técnica

  • Titulo: Revista Notícias do Pedal
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