domingo, 17 de julho de 2022

“Morkov chegou fora do limite de tempo e está fora do Tour”


Ciclista dinamarquês chegou a Carcassonne mais de uma hora depois do vencedor da 15.ª etapa, o belga Jasper Philipsen

 

Por: Lusa

Foto: EPA

O ciclista dinamarquês Michael Morkov (Quick-Step Alpha Vinyl), que pedalou sozinho durante cerca de 180 quilómetros, chegou hoje fora do limite de tempo na 15.ª etapa e está fora da Volta a França.

Um ano depois de ser segundo na chegada a Carcassonne, atrás do seu colega Mark Cavendish, aquele que é considerado o melhor lançador de ‘sprints’ do pelotão descolou logo na fase inicial da tirada e chegou àquela cidade francesa fora do limite de tempo, hoje dilatado devido às elevadas temperaturas, depois de 180 quilómetros a perseguir o pelotão.

“É triste deixar uma grande corrida como esta. Foi tão indescritivelmente difícil. Sabia que hoje ia ser uma dura luta”, resumiu Morkov.

O ciclista de 37 anos chegou a Carcassonne, onde no ano passado lançou Cavendish para a sua histórica 34.ª vitória no Tour (um recorde que o britânico partilha com Eddy Merckx), mais de uma hora depois do vencedor da 15.ª etapa, o belga Jasper Philipsen (Alpecin-Deceuninck), que cumpriu os 202,5 quilómetros desde Rodez em 04:27.27 horas.

Fonte: Sapo on-line

“Pogacar e os dois abandonos na Jumbo: «Agora estamos empatados. Temos jogo!»”


Esloveno diz que o que falta do Tour vai ser interessante

 

Por: Record com Lusa

Foto: EPA

Com as baixas de Steven Kruijswijk e Primoz Roglic, 'vice' do Tour'2020, as forças ficam igualadas entre a equipa Jumbo-Visma e a UAE Emirates de Tadej Pogacar, que desde há cinco dias está reduzida a seis elementos devido aos casos de covid-19 do neozelandês George Bennett e do norueguês Vegard Stake Laengen.

"Nós perdemos dois homens importantes e agora eles também perderam. Temos jogo! Estamos empatados no número de corredores, creio que aquilo que ainda falta [de Tour] vai ser muito interessante", prognosticou o jovem esloveno.

O bicampeão em título, que ocupa a segunda posição da geral a 2.22 minutos de Vingegaard, abordou ainda a queda do camisola amarela, reconhecendo não saber se o dinamarquês se tinha magoado. "Cair nunca é bom, mas vi-o pedalar e disse-me que está bem. Agora, tem um dia de descanso, estará no máximo depois da amanhã [terça-feira]", disse Pogi.

Fonte: Record on-line

“Vingegaard assume "dificuldade adicional" com abandonos de Roglic e Kruijswijk”


"Perdemos dois colegas importantes"
, disse o ciclista dinamarquês

 

Por: Lusa

Foto: EPA

Jonas Vingegaard e Wout van Aert lamentaram este domingo o azar da Jumbo-Visma, reduzida a seis ciclistas, com o camisola amarela a esclarecer que ficou apenas com "algumas feridas" após ter caído na 15.ª etapa da Volta a França.

"Estou bem. [...] Tenho algumas feridas no lado esquerdo. Caí, mas consegui levantar-me de imediato. Tenho dores, mas é normal depois de uma queda", comentou o dinamarquês da Jumbo-Visma.

O camisola amarela reconheceu que a equipa holandesa teve um dia péssimo, não só pelo seu azar, provocado pelo companheiro Tiesj Benoot, mas também pela perda de Primoz Roglic, que abandonou a Grande Boucle para recuperar das lesões provocadas por uma queda na quinta etapa, e de Steven Kruijswijk, que caiu a 63 quilómetros da meta e foi transportado ao hospital.

"Perdemos dois colegas importantes, dois grandes ciclistas. Não é algo que me agrade. Sem dúvida, será uma dificuldade adicional, mas vamos lutar durante toda a corrida até a Paris", assegurou Vingegaard.

Também Wout van Aert assumiu que "perder dois companheiros no mesmo dia vai obrigar a equipa a mudar a sua Volta a França". "Se calhar, não vamos alterar a nossa estratégia, mas isto vai-nos afetar. Tivemos muito azar hoje. Tínhamos uma equipa forte e ela manter-se-á forte", garantiu o camisola verde.

O belga, que chegou a andar em fuga no início da 15.ª etapa antes de ser mandado parar pela sua equipa, assistiu à queda de Kruijswijk, explicando que alguém travou no pelotão e que o terceiro classificado do Tour'2019 não conseguiu reagir a tempo. "É uma queda estúpida. Vi rapidamente que ele se tinha magoado. Esperei um pouco para tentar levá-lo de volta para o pelotão", contou.

O pelotão regressa à estrada, na terça-feira, para o primeiro de três dias nos Pirenéus. A 16.ª etapa, uma ligação de 178,5 quilómetros entre Carcassonne e Foix, não tem chegada em alto, mas sim duas contagens de primeira categoria, a última das quais a menos de 30 quilómetros da meta.

Fonte: Record on-line

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