domingo, 10 de novembro de 2019

“Equipa Portugal/Portugal continua a reforçar ambição olímpica na pista”

Por: José Carlos Gomes

A Equipa Portugal manteve este sábado, em Glasgow, Escócia, a trajetória de aproximação aos Jogos Olímpicos de Tóquio nas disciplinas de madison masculino e de omnium feminino.

Iuri Leitão e Rui Oliveira voltaram a formar a dupla nacional em madison. Conseguiram a nona posição mercê de uma volta sobre o pelotão e dos pontos alcançados em três sprints. A Equipa Portugal fechou o madison com 25 pontos. Os franceses Benjamin Thomas e Donovan Grondin venceram, com 96 pontos, mais dez do que os britânicos Ethan Hayter e Oliver Wood e mais 12 do que os australianos Sam Welsford e Leigh Howard, que também subiram ao pódio.

Este resultado permitiu a Portugal consolidar a candidatura à qualificação para Tóquio, uma vez que as nações que concorrem mais diretamente por uma vaga nos Jogos Olímpicos ficaram atrás da dupla portuguesa na corrida desta noite.

Também Maria Martins conseguiu um resultado auspicioso com vista ao apuramento do omnium feminino português para os Jogos Olímpicos. A ribatejana foi a 11.ª na prova de Glasgow, com 68 pontos. Maria Martins foi nona em scratch, 15.ª na corrida tempo e quinta na eliminação, apesar de ter caído. Chegou à corrida por pontos no sétimo lugar da geral, mas caiu quatro posições, por não ter pontuado nos sprints e por mão ter conquistado qualquer volta ao pelotão.

 Este resultado, na primeira metade da tabela, foi importante nas contas de qualificação para Tóquio, pois as nações mais próximas de Portugal no ranking, não conseguiram melhor do que Maria Martins.

Na luta pelo pódio no concurso deste sábado, impôs-se a holandesa Kirsten Wild, com 121 pontos, seguida pela usbequistanesa Olga Zabelinskaya, com 115, e pela australiana Anette Edmondson, com 111.

Neste domingo, Iuri Leitão faz a qualificação de scratch às 9h30 e, em caso de apuramento, disputa a final às 12h12. Rui Oliveira compete no concurso olímpico de omnium, entre as 14h30 e as 17h40.

Fonte: FPC

sábado, 9 de novembro de 2019

“Ciclista britânico Froome operado "com sucesso" a anca e cotovelo”

Para retirada de uma placa de um parafuso

Por: Lusa

Foto: Reuters

Chris Froome, quádruplo vencedor da Volta a França, foi operado com sucesso para retirada de uma placa na anca e de um parafuso no cotovelo, anunciou hoje o ciclista britânico, na sua conta Twitter.

"Com material a menos na minha anca e no meu cotovolo", escreveu Froome, a legendar uma fotografia em que está sorridente na cama de um hospital em Saint-Étienne, realçando que "tudo correu perfeitamente".

Froome foi vítima em junho de uma queda que lhe provocou fraturas numa vértebra cervical, no fémur, cotovelo, anca e costelas. O acidente ocorreu aquando de um reconhecimento de percurso antes de uma etapa do Critério do Dauphiné.

Então, temeu-se que fosse o fim da carreira de Froome, de 34 anos, mas ele diz que espera correr no Tour e nos Jogos Olímpicos no próximo ano - colocou mesmo junto à fotografia #roadtoTDF2020 e #roadtotokyo2020 (en route vers Tokyo 2020).

"Faltam oito meses (até ao Tour). Ainda tenho dois ou três meses para corrigir as fraquezas herdadas da queda, mas espero que em alguns meses reencontre o nível da última época", disse Froome, em outubro, aquando da apresentação do percurso da próxima 'Grande Boucle'.

Fonte: Record on-line

“Volta ao Algarve de 2020 termina com contrarrelógio individual”

46.ª edição da prova arranca a 19 de fevereiro

Por: Lusa

Foto: Filipe Farinha / Record

A Volta ao Algarve de 2020, prova de categoria UCI ProSeries que se disputa entre 19 e 23 de fevereiro, terminará com um contrarrelógio individual, final inédito desde 2013, anunciou a Federação Portuguesa de Ciclismo.

A 46.ª edição da prova arranca em 19 de fevereiro, de Portimão, com uma longa tirada que termina em Lagos, onde se prevê uma chegada ao sprint.

A segunda etapa ligará Sagres ao Alto da Fóia, em Monchique, ponto mais elevado do Algarve, com os corredores a terem de subir Alferce e Pomba, antes da Foia, uma 'escalada' de oito quilómetros a 6,3% de inclinação média.

A terceira etapa, marcada para 21 de fevereiro, será uma nova oportunidade para os velocistas, num percurso com cerca de 200 quilómetros, entre Faro e Tavira.

A quarta tirada vai ligar Albufeira ao Alto do Malhão (2,5 quilómetros, com inclinação média de 9,9%), com o circuito final, entre a primeira passagem no Malhão e o final da tirada, a ser mais curto do que o habitual, com cerca de 20 quilómetros.

A prova terminará com um contrarrelógio individual de 20,3 quilómetros, a disputar em Lagoa, no mesmo traçado que no passado recebeu a terceira etapa.

Em 2019, a Volta ao Algarve, prova que tem trazido o pelotão mais valioso a Portugal, foi vencida pelo esloveno Tadej Pogacar (UAE-Emirates).

Fonte: Record on-line

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