sexta-feira, 8 de março de 2019

“Um Domingo Carregado de Pódios”

Texto: AfterTwo //works

Fotos: Autor não identificado

Cadetes e juniores da Academia Joaquim Agostinho/UDO participaram este domingo na terceira edição do Circuito de Ciclismo do Carregado onde obtiveram um desempenho bastante positivo.

A prova de juniores, num total de 63 quilómetros, começou com ritmo elevado e diversas fugas que animaram um pelotão onde os atletas torrienses estiveram sempre muito ativos.

Henrique Fróis foi o maior protagonista da equipa ao integrar uma fuga a três que terminou com sucesso, com o atleta a cruzar a meta na terceira posição a escassos 3 segundos do vencedor.

Na classificação final, a Academia Joaquim Agostinho/UDO colocou quatro atletas no top 20, com Daniel Fortes em 9º, João Ferreira 12º, André Silva 13º e Duarte Bento em 20º, garantindo assim o segundo lugar no pódio coletivo da competição. Bernardo Luís na 25ª posição, Pedro Santos 28ª, Daniel Gonçalves 30ª e Vítor Feliciano na 48ª, fecharam a tabela classificativa dos ciclistas da Academia torriense.


Com vários estreantes no escalão, os cadetes apresentaram-se no Carregado para a primeira prova duma época onde, no entender dos responsáveis pela formação, o principal objetivo é a evolução e a adaptação dos atletas à competição de longa distância, em detrimento da pressão por resultados desportivos. 

Os ciclistas completaram cinco voltas ao percurso num total de 39 quilómetros, com esta primeira experiência a gerar um saldo bastante positivo com um 5º lugar coletivo entre as 11 equipas presentes.

Daniel Jorge (9º), Mário Hipólito (24º) e Rafael Andrade (27º) foram os mais esclarecidos, chegando à meta integrados no pelotão. Um pouco mais atrás chegaram Gonçalo Fino, Afonso Hermenegildo e Pedro Martins em 42º, 46º e 49º respetivamente.


Femininas entram a vencer

Ao conquistarem duas vitórias em quatro pódios individuais, as atletas da Academia foram o grande destaque na vertente feminina do Circuito do Carregado. Mariana Almeida venceu a categoria júnior, enquanto Pauline Vie brilhou em Elite/Sub-23, tendo a companhia da colega Inês Pereira na segunda posição do pódio. Em master 30, Carla Oliveira também se classificou em segundo lugar.

Fonte: Academia Joaquim Agostinho/UDO

“Agenda de Ciclismo”

Fim-de-semana repleto de atividade do Minho ao Algarve

Por: José Carlos Gomes

A época velocipédica de 2019 acelera a toda a velocidade, esperando-se um fim de semana repleto de ciclismo, com mais de mil ciclistas a competirem, em diferentes disciplinas, do Minho ao Algarve.

O pelotão das equipas profissionais e das equipas de clube volta à estrada, no domingo, na Póvoa de Varzim, para disputar a 23.ª edição da Clássica da Primavera. A prova terá 147,2 quilómetros, com partida em frente ao Clube Desportivo da Póvoa, às 10h55, e chegada, no mesmo local, prevista para as 14h30.

O percurso é semelhante ao das edições anteriores, destacando-se as sete passagens pelo Monte de São Félix. O trajeto seletivo tem permitido o sucesso de fugas de corredores possantes, no entanto, também há registo de edições em que tudo se decide ao sprint, ficando a expectativa para o que irá suceder no próximo domingo.

Na mesma data, mas ainda mais a norte, corre-se a primeira etapa da Taça de Portugal de Cross Country Olímpico (XCO), em Vila Franca, Viana do Castelo. Em ano de apuramento olímpico, a competição minhota é de categoria 1 no calendário UCI, apresentando-se como uma oportunidade de ouro de somar pontos rumo à qualificação para Tóquio’2020.

Além dos melhores corredores portugueses, as provas masculina e feminina de elite contarão com corredores de oito países: Bélgica, Espanha, Estónia, França, Grã-Bretanha, Noruega, Polónia e Roménia.

O programa da competição abre com as corridas de cadetes, às 9h00, seguindo-se a prova de juniores masculinos e restantes categorias femininas, às 10h15, a prova de masters e paraciclistas, às 12h15, e a corrida masculina de elite, às 14h30.

O Parque da Bela Vista, em Setúbal, acolhe, sábado e domingo, as duas rondas inaugurais da Taça de Portugal de BMX Race. Mais de cem ciclistas vão competir na jornada dupla, que se inicia às 16h30 de sábado. A prova de domingo está marcada para as 10h30.

A Taça de Portugal de Juniores, na vertente de estrada, também arranca no domingo, 10 de março. O pelotão jovem terá por diante uma prova de 105 quilómetros, com partida, às 11h00, e chegada, às 14h00, na Avenida Nuno Álvares, Castelo Branco. O itinerário ondulado deverá permitir que se estabeleçam algumas diferenças.

As escolas de BTT da região Sul têm o primeiro Encontro Inter-Regional da temporada no próximo domingo, em Campilhos, S. Bartolomeu de Messines. As provas começam às 10h30.


Mais eventos oficiais

8 a 10 de março: Algarve Bike Challenge

10 de março: Maratona BTT Rota do Pastel de Chaves, Chaves

10 de março: Prova de Abertura de Cadetes, Cantanhede

10 de março: Rota do Moleiro, Úl, Oliveira de Azeméis

10 de março: Prova Aberta Taça Cidade Loulé

10 de março: 1.ª Prova Taça da Madeira de Estrada, Caniço, Santa Cruz

Fonte: FPC

“Equipa Portugal/José Poeira reconhece percursos do Mundial de estrada”

Por: José Carlos Gomes

O selecionador nacional, José Poeira, visitou durante esta semana a região inglesa de Yorkshire, avaliando no terreno os percursos das provas de fundo e de contrarrelógio do Campeonato Mundial de Estrada, que vai disputar-se entre 21 e 29 de setembro. O diretor para a área das Seleções Nacionais, Sérgio Sousa, também acompanhou a visita, dado que a mesma permitiu avaliar hipóteses de alojamento para a Equipa Portugal.

Os mundiais de setembro, a disputar numa região de grande paixão pela modalidade, ficarão marcados pelas condições especiais de Yorkshire em termos orográficos e meteorológicos, sendo de prever que a tipologia das estradas também seja um ponto a ter em conta na definição das táticas e no desenrolar das corridas.

José Poeira considera a visita desta semana muito produtiva para o trabalho tendo em vista a competição de setembro. “Ter vindo aqui permitiu descobrir pormenores que, olhando apenas para os gráficos, passariam despercebidos. Globalmente, não desgosto dos percursos. Apesar de não serem dos mais adequados dos últimos anos às caraterísticas dos nossos ciclistas, apresentam condições para que tentemos bater-nos por bons resultados”, avança o selecionador nacional.

A corrida mais esperada do programa, a prova de fundo para elite, vai realizar-se no dia 29 de setembro, unindo Leeds à cidade-sede do Mundial Harrogate. Será uma corrida com 285 quilómetros, com cerca de 190 a disputar em linha e os restantes distribuídos por sete voltas ao circuito urbano de Harrogate. São duas corridas distintas dentro da mesma aquilo que se prevê possa vir a ser proporcionado pela fase inicial e pelo circuito.

“Durante cerca de 100 quilómetros, a partir do quilómetro 60 de prova, os corredores vão andar por estradas muito sinuosas, com subidas íngremes, curvas e viragens muito técnicas. É necessário estar sempre bem colocado, havendo tensão constante, o que vai aumentar o stress competitivo e provocar um desgaste muito grande, antes mesmo do circuito final”, antecipa José Poeira.

Quanto ao circuito final, comum a todas as provas de fundo, o selecionador nacional entende que é “essencialmente urbano. As maiores dificuldades serão técnicas, devido às curvas, viragens e descidas exigentes. Tem também alguns topos. Acabará por ser duro porque os corredores vão ali chegar com quase 200 quilómetros e cada metro que se perca para a roda da frente numa curva ou viragem custa muito a recuperar”.

O contrarrelógio de elite terá 54 quilómetros e vai disputar-se no dia 25 de setembro, entre Northallerton e Harrogate. “É um contrarrelógio que abre mais a possibilidade de bons resultados aos corredores possantes que tiveram a vida mais dificultada nos mundiais de Bergen e de Innsbruck. No entanto, acredito que teremos possibilidade de fazer um bom resultado, especialmente com o Nelson Oliveira. A prova vai obrigar a uma criteriosa escolha dos andamentos a utilizar, porque exige muitas mudanças de ritmo, devido às subidas, mas também às estradas estreitas e sinuosas”, avalia José Poeira.

O selecionador nacional alerta para outra situação que terá de ser levada em conta, tanto nos contrarrelógios como nas provas de fundo: “Aquela é uma região muito marcada pelos ventos cruzados e as corridas passam zonas completamente desabrigadas. Isto irá endurecer os contrarrelógios e pode provocar cortes no pelotão nas provas de fundo”.

Fonte: FPC

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