terça-feira, 2 de maio de 2023

“Triatleta belga sofre múltiplas fraturas em acidente no Cartaxo”


Condutora assumiu desde logo a culpa pelo acidente, alegando que não viu Erwin Vanderplancke

 

Por: Lusa

Foto: World Triathlon

O triatleta belga Erwin Vanderplancke foi vítima de um acidente rodoviário quando efetuava um treino de bicicleta no Cartaxo e sofreu múltiplas fraturas na face e braços, disse esta terça-feira o vice-presidente do Clube de Natação de Torres Novas.

Erwin Vanderplancke, de 28 anos e que representa o Clube de Natação de Torres Novas há duas épocas, conseguiu no sábado o sétimo lugar no Campeonato do Mundo de duatlo em Ibiza, Espanha, mas no dia seguinte, no domingo, foi vítima de um acidente.

"Chegou no domingo e estava a fazer um treino de ciclismo na zona do Cartaxo ao final da tarde, perto de Pontével, quando num cruzamento um carro que estava parado num stop não o viu e avançou para mudar de direção, com o atleta a não conseguir evitar o embate", disse à agência Lusa Paulo Catarino Vieira.

Segundo o vice-presidente, o acidente aconteceu numa zona de descida, com o triatleta a aguardar agora por uma intervenção cirúrgica no hospital de São José, em Lisboa.

"Ele está estável, mas sofreu múltiplas fraturas na zona da face e dos membros superiores. Foi primeiro transportado para o hospital de Santarém e depois transferido para São José, onde aguarda por uma intervenção cirúrgica. Necessita de alguma recuperação para que possam efetuar a cirurgia", salientou.

Paulo Catarino Vieira referiu que a condutora da viatura assumiu desde logo a culpa pelo acidente, alegando que não viu o atleta.

"Este é o terceiro acidente do género que acontece em dois meses com atletas nossos, mas este é o mais grave. É uma situação que preocupa bastante", revelou.

O vice-presidente afirmou que Erwin Vanderplancke reside há vários anos em Portugal e que está no clube há duas épocas, estando também integrado no apuramento para os Jogos Olímpicos Paris2024 pela seleção belga.

Fonte: Record on-line

“Charlotte Kool vence segunda etapa e Marianne Vos lidera Vuelta feminina”


Daniela Campos foi a melhor portuguesa em prova, tendo terminado na 31.ª posição

 

Por: Lusa

Foto: Twitter La Vuelta Feminina

A ciclista holandesa Marianne Vos (Jumbo-Visma) subiu esta terça-feira à liderança da Volta a Espanha feminina, ao ser segunda na segunda etapa, vencida ao sprint pela compatriota Charlotte Kool (DSM).

No final da ligação de 105,8 quilómetros entre Orihela e Pilar de la Horadada, Kool foi a mais rápida no sprint, cruzando a meta após 2:41.27 horas, à frente de Vos e da norte-americana Chloe Dygert (Canyon SRAM Racing), segunda e terceira classificadas, respetivamente.

Na geral, graças às bonificações, Vos passou a vestir a camisola vermelha, com um segundo de avanço sobre Dygert, a regressar à competição mais de um ano depois, e dois sobre a holandesa Riejanne Markus (Jumbo-Visma).

A campeã portuguesa Daniela Campos (Bizkaia Durango) terminou na 31.ª posição, integrada no pelotão e com o mesmo tempo da vencedora, ao contrário das restantes compatriotas em prova.

Vera Vilaça (Massi-Tactic) foi 125.ª, a 4.09 minutos de Kool, Beatriz Roxo (Cantabria Deporte-Rio Miera) foi 142.ª, a 7.58, e Mariana Libano (Soltec) foi 158.ª, a 18.40.

Na geral, Daniela Campos é 60.ª, a 1.49 de Vos, Vera Vilaça é 111.ª, a 5.41 minutos, Beatriz Roxo é 138.º, a 10.33, e Mariana Libano é 157.ª, a 21.22.

Na quarta-feira corre-se a quarta etapa, novamente propícia a um final ao sprint, após os 157,8 quilómetros entre Elche de la Sierra e La Roda.

Fonte: Record on-line

“Joni Brandão, três vezes 'vice' da Volta a Portugal, suspenso por seis anos”


Por: AMG // NFO

Foto: Facebook Joni Brandão

O ciclista Joni Brandão, três vezes segundo classificado da Volta a Portugal, foi hoje suspenso por seis anos pela Autoridade Antidopagem de Portugal (ADoP) por posse de substância e método proibidos.

De acordo com a lista de sanções disciplinares da (ADoP), hoje atualizada, o ciclista que foi segundo nas edições de 2015, 2018 e 2019 da Volta a Portugal vai cumprir uma sanção entre 15 de julho de 2022 e 14 de julho de 2028, por "posse de substância proibida e método proibido", nomeadamente genotropim, insulina, menotropina e menopur.

Brandão, que é arguido no processo ‘Prova Limpa’, foi um dos nomes incontornáveis do ciclismo nacional nos últimos anos, tendo protagonizado, em 2021, uma surpreendente transferência para a W52-FC Porto, a ‘arquirrival’ da que era a sua equipa à data, a Efapel.

O ciclista de Travanca, de 33 anos, perdeu a vitória na Volta de 2019 para João Rodrigues no contrarrelógio da última etapa, depois de ter andado três dias de amarelo. Foi ‘vice’ no ano anterior, atrás de Raúl Alarcón, posteriormente desclassificado por doping, e também em 2015, quando foi superado por Gustavo Veloso.

Figura polémica do pelotão português, foi campeão nacional em 2013 e ganhou na Torre, na Volta de 2020. Começou a carreira na espanhola Burgos-BH (2012), antes de mudar-se para a Efapel, à qual regressou em 2019 depois de duas épocas no Sporting-Tavira.

A suspensão de Joni Brandão é conhecida três semanas depois de a ADoP ter suspendido Ricardo Vilela, que já se encontrava a cumprir uma sanção de três anos, por mais sete, por anomalias no passaporte biológico, e José Gonçalves por quatro anos, por “posse de substância proibida”, no caso somatropina.

Vilela foi um dos seis ciclistas suspensos, em 04 de outubro, por três anos pela ADoP por “posse de substância proibida e método proibido”, juntamente com Rui Vinhas e Ricardo Mestre, vencedores da Volta a Portugal em 2016 e 2011, e Daniel Mestre, José Neves e Samuel Caldeira.

João Rodrigues, vencedor da Volta a Portugal de 2019 e da Volta ao Algarve de 2021, também foi sancionado com três anos pela ADoP, mas viu o seu castigo agravado em quatro pela União Ciclista Internacional (UCI), por anomalias no passaporte biológico.

A ADoP reduziu a suspensão destes sete ciclistas de quatro para três anos por terem “confessado” tal como aconteceu com Daniel Freitas, ex-ciclista da W52-FC Porto e arguido no processo ‘Prova Limpa’, ao contrário do que aconteceu com Brandão e Gonçalves.

Pendentes de desfecho na justiça desportiva continuam os processos do ciclista Jorge Magalhães, assim como de três elementos do ‘staff’ da, entretanto extinta equipa, incluindo o diretor desportivo, Nuno Ribeiro.

Todos eles estão entre os 26 arguidos acusados de tráfico de substâncias e métodos proibidos no âmbito do processo ‘Prova Limpa’, que desmantelou a equipa W52-FC Porto, grande dominadora do ciclismo nacional nos últimos anos.

O Ministério Público acusou 26 arguidos, incluindo o antigo diretor desportivo Nuno Ribeiro e o ‘patrão’ da equipa Adriano Quintanilha de tráfico de substâncias e métodos proibidos, com estes dois a responderem ainda pelo crime de administração de substância e métodos proibidos e a serem acusados, a par do diretor geral Hugo Veloso, de terem elaborado “um esquema” de dopagem para “aumentarem a rentabilidade” dos corredores da equipa.

Único dos 11 antigos ciclistas da W52-FC Porto a não ser constituído arguido, Amaro Antunes, vencedor da Volta a Portugal de 2020, encontra-se a cumprir um castigo de quatro anos por anomalias no passaporte biológico, tendo visto a UCI retirar-lhe, entre outros resultados, a vitória na edição de 2021 da prova ‘rainha’ do calendário nacional.

Fonte: Lusa

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