domingo, 24 de setembro de 2017

“Agradecimento…”

Texto e fotos: José Morais

Hoje foi dia de ir acompanhar as pedalas até ao Bairro da Boavista, para os lados do Pina Manique, no 5º Passeio do Clube Desportivo Lisboa e Águias, foi um belo passeio, uma excelente organização, como o Grupo já nos habituou.

No final, a organização surpreendeu-me com uma lembrança, a qual agradeço, querendo aqui deixar o meu muito obrigado por este mimo.

Foi um fim-de-semana cheio de muita adrenalina e trabalho, no sábado à noite a presença mais uma vez na Subida à Glória, domingo o passeio dos Águias, agora artigos feitos, fotos publicadas, e atualizações feitas, é tempo de descanso, apenas relembrar mais uma vez, e agradecer ao Lisboa e Águias.

Obrigado…

“Terminou em festa o 3.º Lés-a-Lés Off-Road sob o signo da reflorestação das áreas ardidas”

Atravessar Portugal em defesa da floresta

Um enorme sucesso a 3.ª edição da grande aventura organizada pela Federação de Motociclismo de Portugal, ligando Boticas a Lagoa em travessia nacional por caminhos de terra batida, estradões mais rolantes ou trilhos mais enduristas, que visitou alguns dos mais recônditos locais do mapa lusitano. Sucesso bem patente nos rostos cobertos de pó, com evidentes sinais de fatiga disfarçados por sorrisos de quem viveu três dias de prazer de condução em ‘off-road’ e espírito de camaradagem, recheados de estórias para todos os gostos, dos furos à falta de gasolina, dos enganos no percurso que levaram a aldeias perdidas onde não faltou a oferta de uma cerveja gelada ou bom copo de tinto até às sempre enriquecedoras conversas com as populações visitadas. E que deixou nos mais de 250 motociclistas que chegaram a terras algarvias sentimento de ‘missão cumprida’, participando de forma ativa da Campanha Reflorestar Portugal de Lés-a-Lés.

Chamada de atenção para a importância das árvores autóctones na revitalização das áreas ardidas, este verão como em anos anteriores, explicando à população as mais-valias de optar por espécies mais adaptadas a cada região, do carvalho-roble à azinheira, do sobreiro à cerejeira-brava, do carvalho-negral ao choupo branco, ou ainda do pinheiro-manso ao medronheiro. Estas duas espécies foram as aconselhadas pelos especialistas para o algarvio concelho de Silves, entregues de forma simbólica a Jorge Ponciano, chefe de gabinete da presidente, Nélson Correia, responsável da Proteção Civil, que as plantaram na Quinta Pedagógica. Espaço onde a sensibilidade ambiental é instigada de forma divertida desde as mais tenras idades, e que poderá receber boa parte das 400 árvores que serão plantadas no concelho, em novembro.

Ponto final da aventura que ontem partiu de Arraiolos para 291 quilómetros através dos rápidos e divertidos estradões tipicamente alentejanos onde a velocidade exponenciou o gozo de condução entre sobreiros, permitindo vislumbrar, aqui e ali, pastos extremamente secos e gado alimentado a ração e feno. Piso duro a que se seguiu boa dose de areia, com complicações acrescidas para as motos de grande porte, logo a seguir à travessia do Tejo com passagem rápida pelo distrito de Santarém antes da reentrada nos mais rápidos trajetos portalegrenses, rumo à serra algarvia. Onde a visão do mar deu dose extra de força anímica rumo a Lagoa onde houve festa rija com sotaque internacional, dos 45 espanhóis (e muitos catalães…) ao participante alemão, passando pelos 5 suíços, 4 franceses, 2 belgas e 1 irlandês. Pelotão heterogéneo também nas motos, com predominância repartida entre as Honda CRF 1000 Africa Twin e BMW R1200 GS, ma onde não faltaram Yamaha Téneré e Super Téneré, imensas KTM, de todas as cilindradas, Husqvarna, Sherco, um grupo de ‘clássicas’ Africa Twin 650, e as nacionais AJP, das mais leves PR5 à ‘africana’ PR7. E Vespa!

Como a PX 125 (com kit Polini 177 cc) que Iñigo Carrasco levou até à meta, passando o pórtico de chegada, em Lagoa, sob enorme chuva de aplausos. Festa merecida depois dos contratempos que afetaram o galego de Vigo que, juntamente com o amigo Jose Horjales, participaram pelo 3.º ano na maratona que liga dois extremos do mapa nacional. E se, no primeiro ano, “a desistência foi forçada logo no primeiro dia, com muita sujidade na gasolina, para em 2016 terminar sem problemas ao contrário do Jose que ficou a 70 quilómetros do final”. Por isso, voltaram a insistir este ano, e se Iñigo chegou ao final sem contratempos de maior “apenas muitas limpezas do filtro de ar devido ao pó”, já Jose “voltou a ficar pelo caminho com o motor a acusar o peso dos anos, sem compressão suficiente para seguir caminho”.

O clima de festa que coroou a chegada do galego repetiu-se com outros participantes, cada um com sua história particular de superação, deixando de lado receios da extensão ou da previsível exigência técnica para se abalançarem em tamanha empreitada. Aventura para Homens de barba rija que várias mulheres cumpriram sem qualquer tipo de temor. Das seis à partida, apenas uma ficou pelo caminho, na parte mais dura do evento da FMP, com subida em pedra logo a seguir à Régua, onde um pé mal apoiado valeu lesão na tíbia. Desânimo que não faz esmorecer “vontade de regressar” e descobrir Portugal em todo o seu esplendor, entre Trás-os-Montes e o Algarve. Como o fez a jovem feirense, Márcia Monteiro, que aos comandos da pequena AJP PR5 250 cumpriu todo o percurso “com mais ou menos dificuldades, em três dias bem divertidos, de descoberta de paisagens que só não são mais espetaculares devido aos incêndios que enegreceram muitas das serras portuguesas”.

Motivo que foi mote para a bem-sucedida Campanha Reflorestar Portugal de Lés-a-Lés, deixando árvores autóctones em vários concelhos, em simbolismo que será materializado mais tarde, na altura ideal para a sua plantação, com entrega de vários milhares de jovens árvores. Para que, daqui a alguns anos, esta aventura de descoberta possa encontrar paisagens mais verdes, trilhos mais frescos, reforçando o prazer de conhecer um País de beleza ímpar.

Fonte: Gabinete de Imprensa Portugal de Lés-a-Lés/Parceria Notícias do Pedal




“Gabriela Ribeiro conquista bronze no Funchal”

Foto: ETU

Gabriela Ribeiro foi terceira classificada na Taça da Europa de Triatlo do Funchal. A jovem internacional portuguesa esteve entre as melhores triatletas da Elite feminina na etapa madeirense da competição e disputou os lugares cimeiros ao longo de toda a prova. Sendo destronada apenas pela vencedora, a britânica Beth Potter, e pela segunda classificada, a austríaca Therese Feuersinger.

Na frente feminina foram várias as triatletas portuguesas que marcaram presença na competição e mostraram qualidade para enveredar as cores nacionais. Helena Carvalho liderou a prova durantes os momentos iniciais e, mostrando o seu enorme valor na água, foi a primeira mulher a completar os 750m de natação que compuseram o primeiro segmento da prova. A poucos segundos de Carvalho surgia Gabriela Ribeiro que, igualmente com uma boa natação, garantiu presença no exclusivo lote de triatletas que formou o primeiro grupo de ciclismo. Após a conclusão dos rápidos 20km de segmento as perseguidoras não foram capazes de anular a desvantagem para o grupo da liderança, tendo o mesmo chegado isolado à segunda transição. Durante a corrida final de 5km, Gabriela Ribeiro manteve a vontade e determinação de conseguir um bom resultado para Portugal e cortou a meta com o terceiro melhor tempo. Helena Carvalho acusou o desgaste do fim de semana anterior aquando da disputa do Campeonato do Mundo da modalidade e concluiu a prova num honroso 10º lugar.

A competir no principal grupo perseguidor, Madalena Amaral Almeida, foi a segunda melhor portuguesa em competição. Com um excelente registo na corrida a triatleta lusa conquistou o 5º lugar na prova. Andreia Ferrum foi 17ª, Mariana Vargem 23ª, Rita Fardilha terminou no 25º lugar, Ana Ramos foi 26ª, Liliana Alexandre completou a prova na 27ª posição e Carolina Serra na 28ª.

Na frente masculina também foram muitos os portugueses em ação. Pedro Afonso Gaspar foi o primeiro a destacar-se ao liderar a natação em parceria com o poláco Michal Oliwa. Ao longo do rápido e intenso segmento de ciclismo formou-se um grande grupo na frente da prova onde integraram os principais nomes candidatos à vitória e onde pudemos encontrar mais alguns triatletas portugueses. Alexandre Nobre, o melhor entre eles, concluiu a competição no 10º lugar, liderando a comitiva portuguesa durante os 5km finais. João Ferreira cortou a meta a apenas 5 segundos de Nobre, no 11º posto. Ricardo Batista foi 14º e José Vieira, ainda dentro do top20 da Elite masculina, foi 18º.

Pedro Afonso Gaspar, com uma corrida menos conseguida, terminou a prova na 27ª posição. Entre os outros nomes portugueses em prova Luis Lopes cortou a meta na 39ª posição, André Dias foi 41º, Luis Pedro Ferreira foi 46º, Tiago Pinto concluiu no 49º lugar, Diogo Nóbrega no 52º, Nuno Ribeiro foi 55º  e Gil Maia completou a prova no 58º posto. Tiago Fonseca foi forçado a abandonar, não concluindo a competição.

A etapa funchalense da Taça da Europa de Triatlo foi disputada durante a tarde de hoje, 23 de Setembro, e trouxe triatletas de todo o mundo para a disputa de importantes pontos internacionais. Ficou marcada pela competição intensa e pela beleza da paisagem natural do Funchal, oferecendo a possibilidade de competir num cenário único que reuniu as melhores condições possíveis para a disputa de competições internacionais de triatlo.

Fonte: FTP

Ficha Técnica

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