quarta-feira, 14 de julho de 2021

“Rigoberto Urán: «Faltaram-me as forças»”


Ciclista colombiano caiu do segundo para o quarto lugar da geral

 

Por: Lusa

Foto: EPA

O ciclista colombiano Rigoberto Urán (EF Education-Nippo), grande derrotado da 17.ª etapa da Volta a França, prometeu continuar a lutar pelo pódio, após ter ficado sem forças na subida ao Col du Portet.

"Faltaram-me as forças e perdi duas posições muito importantes na geral. Vou continuar a lutar. Amanhã [quinta-feira], é outro dia decisivo", declarou o segundo classificado do Tour2017.

Urán caiu esta quarta-feira do segundo para o quarto lugar da geral, ao perder 1.49 minutos na meta para o vencedor, o camisola amarela Tadej Pogacar e mais de 1.40 para os homens que o seguiam na classificação, Jonas Vingegaard (Jumbo-Visma) e Richard Carapaz (INEOS), agora respetivamente segundo e terceiro na geral e os únicos com uma diferença na casa dos cinco minutos para o esloveno da UAE Emirates.

E a queda até poderia ter sido pior se o seu companheiro Sergio Higuita não o tivesse rebocado durante grande parte da subida: "Ajudou-me muito, sem ele teria perdido o dobro".

O colombiano não foi, contudo, o único a ter um dia mau, com Enric Mas (Movistar), o quinto classificado do Tour'2010, a ceder mais de dois minutos e a perder definitivamente qualquer hipótese de estar no pódio final.

"Foi um dia muito, muito duro. Não encontrei o ritmo em nenhuma das subidas e sofri toda a jornada", assumiu o sétimo classificado, que está já a quase 10 minutos da amarela.

O ciclista que está à frente de Mas na geral, o holandês Wilco Kelderman (Borra-hansgrohe), também perdeu tempo e justificou a sua má jornada com uma queda antes da subida ao Col du Portet.

"É uma pena. Tinha boas sensações nas pernas. O Emanuel Buchmann ajudou-me a reentrar no grupo antes da subida. Apesar de tudo, diria que foi uma boa jornada, porque preservei a minha posição e amanhã espero melhorar a minha classificação", disse.

Já o surpreendente quinto classificado, o australiano Ben O'Connor (AG2R Citroën), mostrou-se "orgulhoso" da sua prestação -- foi quinto na tirada, a 1.26 minutos do vencedor.

"Sentia-me verdadeiramente bem hoje. Tentei seguir o Pogacar e o Vingegaard, mas era demasiado para mim e tentei ficar com o Úran e ainda consegui ganhar-lhe uns segundos no fim. Estou orgulhoso da minha subida", afirmou, notando que o camisola amarela está "noutro nível" e que os restantes estão a lutar apenas pelo pódio.

Fonte: Record on-line

“Pogacar: «O Tour só acaba quando completamos a última volta...»”


Camisola amarela alerta que a prova ainda está em aberto, apesar da sua grande margem para os adversários

 

Por: Lusa

Foto: Lusa/EPA

Tadej Pogacar lembrou esta quarta-feira que a Volta a França só estará ganha quando os ciclistas cortarem a meta nos Campos Elísios, reiterando que a prova ainda está em aberto, apesar da sua grande margem para os adversários.

"O Tour só acaba quando completamos a última volta [ao circuito dos Campos Elísios]. No ciclismo, poder haver muito azar -- só posso bater na madeira. A minha condição é boa, as coisas estão a sair bem, mas há muito percurso pela frente. Amanhã [quinta-feira], a etapa será muito dura e também há o contrarrelógio [no sábado]. Por agora, não penso na vitória final", assegurou o campeão em título da prova francesa.

O esloveno da UAE Emirates explicou que, depois de dias a trabalhar para defender a camisola amarela, com uma estratégia que incluía autorizar fugas, esta quarta-feira, a sua equipa teve "uma etapa mais fácil de controlar", pelo que os seus elementos estavam "em boa condição" para ajudá-lo a tentar "ganhar a etapa", "a mais dura desta Grande Boucle".

'Pogi' triunfou esta quarta-feira de amarelo pela primeira vez no Tour, na 17.ª etapa da 108.ª edição, depois de muito atacar na subida ao Col de Portet, sem conseguir deixar para trás Jonas Vingegaard (Jumbo-Visma) e Richard Carapaz (INEOS), respetivamente segundo e terceiro na tirada e na geral.

"Nós os três destacámo-nos, mas só eu e o Jonas trabalhámos em conjunto. Tentei atacar várias vezes, porque quanto mais tempo [de vantagem] melhor, mas eles estavam muito bem hoje. No final, limitei-me a sprintar nos últimos 50 metros e foi suficiente", descreveu.

O camisola amarela revelou ainda a conversa que teve com Vingegaard na parte final da etapa, contando que o dinamarquês lhe disse que Carapaz, que se recusou a passar na frente do grupo alegadamente por estar no limite, estava a fazer bluff, algo de que o próprio esloveno estava ciente.

Depois de já ter apontado o dinamarquês como o seu grande rival nesta edição, Pogacar elogiou esta quarta-feira o homem que está atrás de si na geral: "O Vingegaard corre de uma forma admirável. A Jumbo-Visma teve muito azar, e ele demonstrou o seu caráter, é um corredor de alto nível. Estou certo de que será ainda melhor nos próximos anos, adoro enfrentá-lo".

Os elogios de Pogacar encontraram eco em Vingegaard, que destacou a fortaleza do jovem esloveno e criticou o equatoriano da INEOS. "Que dia! Segundo na etapa e segundo na classificação. Estou muito feliz. Acho que o Pogacar, o Carapaz e eu estivemos muito equiparados hoje. O Carapaz recusou-se a colaborar connosco e, quando ele acelerou no último quilómetro, não consegui segui-lo. Felizmente, fui forte o suficiente para recolar e batê-lo na estrada. Acho que não teria vencido o Pogacar. Ele é muito forte e está na liderança da geral por um motivo", enalteceu.

Apesar do esforço que despendeu a trabalhar no grupo dos três, numa colaboração estreita com o líder da UAE Emirates, o jovem de 24 anos disse esperar "sobreviver" à etapa de quinta-feira, que termina no alto de Luz Ardiden, e, assim, garantir um lugar no pódio final.

Fonte: Record on-line

“Tour: Tadej Pogacar triunfa na 17.ª etapa e reforça amarela”


Por: AMG

O ciclista esloveno Tadej Pogacar (UAE Emirates) reforçou hoje a liderança da geral da Volta a França, ao vencer a 17.ª etapa da 108.ª edição, no alto do Col du Portet, diante dos seus mais diretos adversários.

O campeão em título, de 22 anos, foi o primeiro a coroar a contagem de montanha de categoria especial, ponto final 178,4 quilómetros desde Muret, cumprindo a tirada em 05:03.31 horas, à frente de Jonas Vingegaard (Jumbo-Visma), segundo a três segundos, e Richard Carapaz (INEOS), terceiro a quatro.

O camisola amarela tem agora 05.39 minutos de vantagem sobre o dinamarquês da Jumbo-Visma, que subiu a segundo da geral, enquanto o equatoriano da INEOS entrou no pódio, a 05.43 do esloveno da UAE Emirates.

Na quinta-feira, o pelotão enfrenta nova jornada de alta montanha, com chegada ao alto de Luz-Ardiden, após 129,7 quilómetros desde Pau, com passagem no emblemático Tourmalet, a outra contagem de categoria especial antes da situada na meta.

Fonte: Lusa

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