domingo, 15 de março de 2026

“Resultados 8ª etapa do Paris-Nice 2026: Lenny Martínez bate o campeão Jonas Vingegaard ao sprint na jornada final”


Por: Miguel Marques

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Lenny Martinez sprintou para a vitória na etapa final do Paris-Nice 2026, batendo Jonas Vingegaard num final a dois em Nice, enquanto o dinamarquês assegurou confortavelmente o triunfo na geral.

O trepador da Bahrain Victorious foi o único a seguir Vingegaard quando o líder da Team Visma | Lease a Bike atacou nas rampas íngremes da Côte du Linguador, ainda durante a etapa. O duo isolou-se rapidamente dos restantes candidatos antes de colaborar na descida e no falso plano até à meta.

Com o grupo perseguidor incapaz de organizar uma caça eficaz, Martinez e Vingegaard entraram nos quilómetros finais com vantagem decisiva e começaram a preparar um sprint para decidir a etapa.

Martinez lançou primeiro, nos últimos centenas de metros, e resistiu ao camisola amarela para conquistar o seu primeiro triunfo da temporada de 2026.

 

Paret-Peintre anima a corrida inicial

 

Mais cedo, Valentin Paret-Peintre incendiou a etapa com um longo esforço a solo em busca da classificação da montanha.

O corredor da Soudal - Quick-Step atacou nas primeiras subidas e passou em cabeça tanto no Col de la Porte como na ascensão seguinte, somando pontos valiosos na luta pela camisola das bolinhas.

Contudo, a sua ofensiva terminou antes da subida final, quando o pelotão fechou o espaço à medida que a corrida se preparava para a decisão na Côte du Linguador.

 

Queda complica defesa do segundo lugar de Martinez

 

A luta pelo pódio geral já tinha sofrido uma reviravolta mais cedo, quando o segundo classificado, Dani Martinez, caiu após ser derrubado inadvertidamente por um colega de equipa, Aleksandr Vlasov.

O colombiano foi forçado a uma perseguição e entrou na fase decisiva da etapa com mais de um minuto de atraso sobre o grupo dos favoritos.

Apesar do contratempo, Martinez conseguiu limitar as perdas e manteve o segundo lugar na classificação geral.

 

Steinhauser completa o pódio e Vauquelin fica aquém

 

Atrás do duo da frente, formou-se um grupo perseguidor com Kevin Vauquelin, Georg Steinhauser, Harold Tejada, Ion Izagirre, Alex Baudin e Mathys Rondel.

Vauquelin tentou distanciar Steinhauser no percurso até à meta para alcançar o último lugar do pódio, mas o alemão aguentou para assegurar o terceiro posto final.

O segundo lugar de Vingegaard na etapa coroou uma semana dominante do dinamarquês, que sai do Paris-Nice com a vitória na geral após controlar a corrida desde o seu ataque decisivo, de longo alcance, na mítica etapa dos abanicos e da chuva.

“Pogacar e Van der Poel são os favoritos, mas vou para vencer” - Wout van Aert rejeita as críticas de que perdeu o instinto matador antes da Milan-Sanremo”


Por: Miguel Marques

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Wout van Aert chega à Milan-Sanremo consciente de que o equilíbrio de forças no topo do ciclismo mudou. O corredor da Team Visma | Lease a Bike aceita que nomes como Tadej Pogacar e Mathieu van der Poel ocupam atualmente o estatuto de grandes favoritos ao primeiro Monumento da época.

Mas esse reconhecimento, insiste, não deve ser confundido com falta de ambição.

“Não penso que seja um dos favoritos. Pogacar e Van der Poel são os grandes favoritos”, disse Van Aert em conversa com a Sporza. “Vou à Milan-Sanremo para ganhar”.

O belga chega à corrida após mais uma semana de competição no Tirreno-Adriatico, que deixou sinais encorajadores de forma, mesmo sem a vitória que ainda lhe escapou em 2026.

 

Tirreno-Adriatico como derradeira afinação para as Clássicas

 

A campanha de Van Aert em Itália serviu sobretudo para afinar a condição e não para perseguir resultados imediatos. Do contrarrelógio inaugural às etapas médias mais explosivas, o foco esteve em ganhar ritmo para as Clássicas da primavera, em vez de forçar a corrida.

Ainda assim, essa abordagem revelou lampejos da força que o torna um dos ciclistas mais versáteis do pelotão. Esteve envolvido em vários momentos-chave ao longo da semana e esteve mais perto do pódio na quarta etapa, ao terminar entre os primeiros após um final agressivo.

É o tipo de desempenho que reforça a ideia de que a forma está a crescer no momento certo. O Tirreno-Adriatico é, tradicionalmente, o ensaio geral para Milan-Sanremo e para as corridas seguintes, e Van Aert utilizou a prova italiana exatamente com esse propósito.

Questionado sobre o quanto evoluiu durante a semana, o belga deu a resposta direta do costume. “Não sei”, disse Van Aert. “Acho que as minhas pernas estiveram boas esta semana”.

A confiança estende-se para lá da sua própria forma. Quando lhe perguntaram se o futuro vencedor da Milan-Sanremo já tinha corrido este Tirreno-Adriatico, Van Aert respondeu com humor e convicção. “Acho que o vencedor de Sanremo correu aqui? Sim. Se dissesse que não, teria muito pouca confiança”.

 

Regularidade em Sanremo dá confiança a Van Aert

 

Se há um Monumento onde Van Aert mostrou de forma consistente capacidade para discutir a vitória, é a Milan-Sanremo.

O belga venceu de forma memorável em 2020, depois de resistir no Poggio e bater ao sprint o grupo restrito que alcançou a Via Roma. É uma das vitórias definidoras da sua carreira e confirmou que a combinação de endurance, capacidade em subida e velocidade ao sprint se ajusta na perfeição à La Primavera.

Nas suas participações, tem estado repetidamente presente nos momentos decisivos, seja com ataques no Poggio, seja no sprint que muitas vezes decide. “Nunca tive uma má Sanremo, por isso estou contente por voltar lá”, frisou Van Aert.

A edição do ano passado foi muito diferente para Van Aert, que viu o final à distância, enquanto treinava em Tenerife. “No ano passado vi o final a partir de um estágio em altitude em Tenerife, com um aperto no coração”.

Essas memórias só reforçam a motivação para regressar à linha de partida pronto a competir. “Posso ganhar, porque a Milan-Sanremo é uma corrida onde muita coisa pode acontecer”, explicou Van Aert. “Vou lá para ganhar”.

 

“O vencedor em mim não desapareceu”

 

Parte da conversa em torno de Van Aert nas últimas épocas centrou-se em saber se o instinto finalizador implacável que marcou a fase inicial da carreira terá esmorecido.

Alguns analistas sugeriram que o belga vence menos do que outrora. O próprio Van Aert reconhece que os números mudaram, mas rejeita a ideia de que a determinação competitiva por detrás dessas vitórias tenha desaparecido. “Não sei quem lançou essa ideia”, disse. “Percebo que ganho consideravelmente menos do que antes, mas isso não quer dizer que o vencedor em mim tenha desaparecido”.

Para Van Aert, o objetivo nas próximas semanas é claro. Se conseguir apresentar o seu melhor nível de forma consistente ao longo das Clássicas, acredita que os resultados aparecerão. “Se, a partir de agora, fizer simplesmente um bom período de Clássicas, em que consiga dar o meu melhor em cada corrida, ficarei satisfeito”, referiu Van Aert. “Espero que os resultados apareçam. O trabalho está mais ou menos feito e fiz tudo para estar na melhor condição. Agora que venham as grandes corridas de um dia”.

E com a Milan-Sanremo a poucos dias, aproxima-se rapidamente a primeira oportunidade para testar essa convicção.

“Resultados 7ª etapa do Tirreno-Adriatico 2026: MVDP provoca o caos, Abrahamsen anima, mas é Jonathan Milan quem ri por último, na consagração de Isaac del Toro”


Por: Miguel Marques

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Jonathan Milan impôs-se na etapa final do Tirreno-Adriatico 2026, vencendo o sprint em San Benedetto del Tronto, enquanto Isaac del Toro confirmou com segurança o triunfo na geral após um derradeiro dia controlado.

O mexicano da UAE Team Emirates - XRG terminou protegido no pelotão no tradicional final adriático, consumando a vitória na classificação geral que ficara praticamente selada com o triunfo na sexta etapa, em Camerino.

A última etapa decorreu em linha com o guião esperado, ainda que com suspense final, quando um ataque a solo de Jonas Abrahamsen ameaçou por instantes baralhar o desfecho ao sprint.

 

Fuga inicial e aceleração de Van der Poel animam a etapa

 

O dia abriu com uma escapada cedo, lançada por Dries De Bondt pouco depois da partida e à qual se juntaram Xabier Mikel Azparren e Roberto Carlos Gonzalez. O trio construiu vários minutos de vantagem antes de as equipas dos sprinters começarem a organizar a perseguição.

A Alpecin-Deceuninck trabalhou para Jasper Philipsen, a Lidl–Trek para Jonathan Milan, a UAE Team Emirates - XRG protegeu o líder Del Toro, e a Picnic-PostNL ajudou a controlar o ritmo por Pavel Bittner.

A corrida incendiou-se na subida de Ripatransone, quando Mathieu van der Poel avançou para a dianteira do pelotão e elevou drasticamente o ritmo. O esforço do neerlandês fragmentou o grupo e deixou para trás vários sprinters, antes de a prova se reagrupar na descida rumo à costa adriática.

Van der Poel manteve a toada alta durante quase trinta quilómetros após a captura da fuga, alongando o pelotão e fazendo até descolar o seu sprinter Jasper Philipsen, até a etapa estabilizar com a entrada nos circuitos finais em San Benedetto del Tronto.

 

Visma reconfigura a luta pelo pódio no sprint intermédio

 

Embora a vitória de etapa fosse o objetivo principal, o sprint intermédio no circuito final reacendeu por instantes a disputa pelas restantes posições do pódio da geral.

A Team Visma | Lease a Bike executou uma manobra cronometrada para apoiar Matteo Jorgenson, com Wout van Aert e Filippo Fiorelli a colocarem o companheiro na dianteira do pelotão.

Jorgenson somou os segundos-bónus máximos no sprint, permitindo ao norte-americano superar Giulio Pellizzari e assegurar o segundo lugar da geral, atrás de Del Toro.

 

Ataque tardio de Abrahamsen quase estraga o sprint

 

O esperado final ao sprint ficou brevemente em risco quando a Uno-X lançou um movimento dentro dos quilómetros derradeiros.

Jonas Abrahamsen atacou a cerca de sete quilómetros da meta e abriu rapidamente uma pequena margem sobre o pelotão, obrigando as equipas dos sprinters a uma perseguição coordenada.

O norueguês ainda segurava cerca de dez segundos a cinco quilómetros do fim e continuou a forçar, enquanto os comboios de sprint se organizavam.

Já dentro do quilómetro final, o pelotão fechou finalmente o espaço, com um potente turno de Filippo Ganna na dianteira da perseguição a pôr termo ao esforço de Abrahamsen.

Momentos antes, o sprint já perdera dois candidatos após uma queda numa das últimas curvas ter eliminado Paul Magnier, enquanto Jasper Philipsen também caiu, mas conseguiu retomar rapidamente.

 

Milan fecha a conta em San Benedetto del Tronto

 

Com Abrahamsen alcançado e os comboios de sprint completamente desorganizados, a vitória decidiu-se na longa reta junto ao litoral adriático.

Consonni apareceu que nem uma bala e lançou Milan, que abriu no momento certo e foi o mais rápido até à meta, conquistando a etapa à frente dos restantes sprinters, no tradicional final em pelotão do Tirreno-Adriatico.

Enquanto Milan celebrava o êxito do dia, os louros da geral pertenciam a Del Toro, cuja exibição dominante na etapa de montanha para Camerino foi decisiva para selar o título do Tirreno-Adriatico 2026.

“Ciclista brasileiro Henrique Bravo brilha na Volta à Antalya e assume a liderança da geral”


Por: Miguel Marques

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O brasileiro Henrique Bravo continua a destacar-se no arranque da temporada de 2026. Depois de já ter triunfado numa etapa do Tour du Rwanda, o jovem corredor de 22 anos da Soudal - Quick-Step Devo Team voltou a celebrar, desta vez na Volta à Antalya, ao vencer a tirada que terminou na subida ao Alto Saklikent.

O ciclista brasileiro completou a etapa entre Antalya e o Alto Saklikent em 2h32m20s, isolando-se na parte final da subida. Na meta, apresentou 18 segundos de vantagem sobre o colega de equipa mexicano Said Cisneros, enquanto o experiente argentino Eduardo Sepúlveda terminou a 24 segundos.

Este resultado teve um impacto imediato na classificação geral. Bravo protagonizou uma subida impressionante, saltando mais de uma centena de posições para assumir a liderança da corrida turca. Cisneros passou a ocupar o segundo posto, a 22 segundos, enquanto Sepúlveda surge na terceira posição, a 28 segundos do novo camisola amarela.

Além de comandar a geral, o brasileiro também lidera a classificação da juventude, o que abre a possibilidade de sair da competição com dois troféus.

O desfecho da Volta à Antalya está marcado para hoje, com uma etapa de 140,5 quilómetros entre Belek e Antalya, jornada que decidirá o vencedor final da prova.

“Talvez pudesse ter sido diferente”: Ciclistas reagem à perigosa 7ª etapa do Paris-Nice”


Por: Miguel Marques

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A sétima etapa do Paris-Nice esteve perto de não se disputar devido ao duro mau tempo invernal. Ainda assim, após longas discussões e alterações significativas ao percurso, o pelotão acabou por enfrentar a chuva e a neve. Embora a tirada tenha chegado ao fim, os perigosos quilómetros finais reacenderam o debate no pelotão sobre se a organização tomou as decisões mais seguras.

 

A desejar uma meta mais cedo

 

Apesar de a organização (ASO) ter modificado o traçado para contornar o pior do mau tempo, alguns corredores consideraram que as medidas ficaram aquém. O líder da corrida, Jonas Vingegaard, ficou cortado por uma queda no caos dos quilómetros finais e defende que a etapa devia ter terminado mais cedo.

“Poderia talvez ter sido diferente”, afirmou Vingegaard. “Estava escorregadio e houve quedas grandes. Não teria sido problema colocar a meta 10 quilómetros antes”.

O seu colega Victor Campenaerts alinhou com o líder da geral. Apesar de satisfeito por terminar sem percalços, também considerou que a meta ficou colocada num ponto traiçoeiro. “No fim correu sem grandes danos”, sinalizou o belga. “Teria sido interessante terminar só um pouco mais cedo”.

Vingegaard e Campenaerts escaparam ao asfalto, mas nem todos tiveram a mesma sorte. Vito Braet esteve envolvido numa queda, embora tenha rapidamente descansado os adeptos. “Tenho algumas escoriações, mas é superficial”, explicou.

Apesar da queda, Braet continua a considerar acertada a decisão de alterar o local da partida. “Acho que fizemos bem em não arrancar em Nice. Havia tempo tempestuoso lá. No fim, o percurso esteve razoavelmente seco”.

 

Alvos fáceis na neve a derreter

 

Mesmo com as mudanças, as estradas continuaram traiçoeiras. Campenaerts detalhou o quão assustador foi gerir descidas e curvas com frio extremo. “Havia um pouco de neve a derreter. Se tens de travar aí, ficas um alvo fácil. Foi bom já não termos de subir”.

Questionado se foi acertado correr, Campenaerts lembrou que os ciclistas também têm de assumir a sua segurança no pelotão. “Na medida do possível, sim. Penso que, enquanto equipa, também tentámos manter as coisas seguras, passando a mensagem de que não devíamos fazer loucuras”.

“Torres Vedras abriu Taça de Portugal de XCM com triunfos de Guilherme Mota e Melissa Maia”


Fotos: João Calado / FPC

Torres Vedras recebeu este domingo a etapa inaugural da Taça de Portugal de XCM, no âmbito da III Maratona Torres Vedras. Na maratona principal, destinada às categorias de Elite, a vitória masculina pertenceu a Guilherme Mota (Guilhabreu MTB Team). Entre as Elites femininas, Melissa Maia, da mesma equipa, foi a mais forte.

A prova que marcou o arranque da temporada nacional de maratonas BTT e que levou centenas de atletas ao Parque ExpoTorres contou com três percursos - Maratona Elite (78 quilómetros), Maratona Curta (67 quilómetros) e Meia Maratona (46 quilómetros) -, com partidas faseadas para as categorias de Elites, Masters, Paraciclismo e E-MTB.

Guilherme Mota, vencedor da Elite masculina, completou os 78 quilómetros do percurso em 03h03m24s, batendo o colega de equipa Carlos Cruz, segundo classificado, a 06m15s, enquanto Diogo Graça (Bombos S. Sebastião / Bolflex / ElectroMinho) fechou o pódio.


Nas Elites femininas, Melissa Maia triunfou com o tempo de 03h20m18s, ficando à frente de Tânia Lima (SAERTEX Portugal / CRIAZinvent) e Celina Carpinteiro (CDASJ / Cyclin'Team / Município de Albufeira), segunda e terceira classificadas, respetivamente.

Nos Masters, destaque para as vitórias de Pedro Sá (Cd Aves Ciclismo 1930), em Master 30, Renato Ferreira (MR3EVENTUS / PROZIMBRAL), Master 35, Márcio Lourenço (SAERTEX Portugal / CRIAZinvent), Master 40, Carlos Rocha (SAERTEX Portugal / CRIAZinvent), Master 45, Francisco Figueiredo (RÓÓDINHAS / Master Vantagem), Master 50, António Marques (BTT Seia), Master 55, Fernando Gonçalves (Master 60), Rui Norte (ARLU BTT), Master 65 e José Mendonça (Grupo CCR - Ap Motors - Lobos Averomar Cyclin), em Master 70.


No setor feminino dos Masters, venceram Ana Machado (Bombos S. Sebastião / Bolflex / ElectroMinho), em Master 30, Ângela Gonçalves (SAERTEX Portugal / CRIAZinvent), Master 40 e Marisa Costa (Korpo Activo / Penacova), em Master 50.

A Taça de Portugal de XCM contou ainda com competição de E-MTB, onde Rafael Clino (UP BIKE TEAM) venceu entre os homens e Cátia Cristóvão (Team Correia / Refúgio do Ciclista) entre as mulheres.

Quanto ao Paraciclismo, Luís Xavier triunfou na classe C e Tiago Craveiro (Grupo BTT de Manteigas) na classe D. Na Geral por Equipas venceu a Guilhabreu MTB Team e em Masters a SAERTEX Portugal / CRIAZinvent.

Terminada a primeira etapa da competição, os vencedores das diferentes categorias são também os atuais líderes da Taça de Portugal de XCM, após a jornada de Torres Vedras. A Taça de Portugal de XCM prossegue agora nos dias 28 e 29 de março, com a segunda etapa, que vai realizar-se em Paredes de Coura.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Rodrigo Afonso vence Prémio Cidade de Fafe que inaugura a época dos Sub-19”


Foto: ACM - Associação de Ciclismo do Minho

Fafe recebeu este sábado o arranque da época nacional de ciclismo de estrada no escalão de Sub-19, com o Prémio Cidade de Fafe, prova inaugural do Campeonato do Minho de Ciclismo de Estrada - Arrecadações da Quintã. A vitória sorriu a Rodrigo Afonso (Tensai / Sambiental / Santa Marta), que cortou a meta ao fim de 02h18m30s.

A corrida, organizada pela Associação de Ciclismo do Minho, com o apoio do Município de Fafe, percorreu cerca de 80 quilómetros com partida e chegada na Praça 25 de Abril. De referir que o Prémio Cidade de Fafe para os Juniores sofreu um corte no trajeto, inicialmente com 96 quilómetros, após a prova ter estado paralisada durante cerca de meia hora, devido a uma queda coletiva, que levou ao abandono de vários atletas.

Depois de Rodrigo Afonso erguer os braços, o próximo corredor a cruzar a meta foi Rodrigo Jesus (Academia Efapel de Ciclismo), que terminou na segunda posição, a 22 segundos, enquanto Xian Alvariño (Picusa Academy) fechou o pódio, a 38 segundos do vencedor.

Com condições meteorológicas muito adversas, onde não faltou a chuva e o frio, a média da prova esteve nos 34,65 km / hora. Nas classificações secundárias, destaque para Gonçalo Costa (Decathlon CMA CGM U19), que pontuou na montanha na passagem pela Queimadela, enquanto Rodrigo Afonso foi o mais forte na subida das Cerdeirinhas, sendo também o vencedor da corrida coroado como Rei dos Trepadores, ao vencer a Geral da Montanha.

Por equipas, o triunfo coube à formação espanhola Picusa Academy, seguida da Blackjack-Bairrada e da Academia Efapel de Ciclismo.

A prova fafense voltou assim a marcar simbolicamente o início da temporada do pelotão júnior, reunindo em competição equipas portuguesas e espanholas, num percurso exigente pelas estradas do Minho.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Tavfer – Ovos Matinados – Mortágua João Matias com top-15 na Prova de Abertura – Região de Aveiro”


 A Tavfer – Ovos Matinados – Mortágua em ação na Prova de Abertura – Região de Aveiro, disputada este sábado, 14 de março, sob muita chuva e em ritmo elevado, num traçado de 160,7 quilómetros entre Ílhavo e Ovar. As condições difíceis não impediram a equipa de lutar pelos seus objetivos, com João Matias a cortar a meta na 14.ª posição, integrando o grupo que disputou a corrida.

A jornada ficou marcada por um ritmo muito forte desde cedo e pela passagem em alta velocidade na subida de Talhadas, feita pela vertente de Águeda, num dos momentos decisivos do dia. A dureza da corrida e o mau tempo acabaram por fracionar o pelotão e condicionaram a estratégia inicialmente delineada pela equipa.

João Matias explicou no final: “Tínhamos um plano que era tentar chegar ao sprint e principalmente apostar no Leangel. A corrida foi muito rápida e, principalmente, a subida a Talhadas foi a mais rápida que se fez pela vertente de Águeda, apesar do mau tempo, e o Leangel não conseguiu passar a subida. A equipa ainda tentou recolocá-lo no pelotão, mas não foi possível. Quanto a mim, senti-me bem e consegui estar na frente, mas sofri de cãibras no final e não foi possível estar mais à frente. Fico triste por isso, mas sinto que estou no caminho certo, bem como a equipa!”.

A Tavfer – Ovos Matinados – Mortágua sai da Prova de Abertura com sinais positivos, demonstrando boas sensações coletivas e espírito de luta, e vira agora o foco para os próximos compromissos do calendário nacional com a as provas UCI- Clássica da Arrábida e Volta ao Alentejo.

 

Classificação

Prova de Abertura

 

1.º Santiago Mesa (Anicolor/Campicarn), 3:47:02

14.º João Matias (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), m.t.

26.º Bruno Silva (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), m.t.

27.º Gonçalo Carvalho (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), m.t.

42.º Ángel Sánchez (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), +0:12

75.º Lois Dejesus (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), +4:13

77.º Francisco Morais (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), m.t.

81.º Leangel Linarez (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), m.t.

99.º Daniel Dias (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), m.t.

105.º César Martingil (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), +17:43

OTL Francisco Alves (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua)

Fonte: Equipa Ciclismo Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua

Ficha Técnica

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